sábado, novembro 19, 2022

Saiba quem é o militar da FAB que matou colega no Ministério da Defesa

Os bombeiros foram acionados, mas o soldado da Aeronáutica já estava morto quando os socorristas chegaram ao Ministério da Defesa

 atualizado 19/11/2022 11:23

Homem jovem
Reprodução

O soldado da Força Aérea Brasileira (FAB) que matou outro militar com um tiro na cabeça é Felipe de Carvalho Sales, de 19 anos. Ele brigou com Kauan Jesus de Cunha Duarte durante a troca de turno no Ministério da Defesa, neste sábado (19/11), por volta das 7h. O crime ocorreu no piso térreo, no anexo da pasta.

Felipe sacou uma pistola e atirou na cabeça do colega. O corpo da vítima foi encontrada dentro do anexo do ministério. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas o soldado já estava morto quando a ambulância chegou.

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Peritos do Instituto de Criminalística (IC) foram ao local fazendo a perícia. Por volta das 11h05, um carro do Instituto Médico Legal (IML) chegou ao Ministério da Defesa para retirar o corpo da vítima. Como se trata de um crime militar, o inquérito será conduzido pela FAB, sem a participação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

A coluna apurou que a briga entre os militares com desfecho trágico teria ocorrido após discussão motivada pela troca de turno.

Metrópoles entrou em contato com a assessoria da pasta mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.

Para não usar jatinhos de amigos corruptos, PT quer que União pague despesas de Lula


Ninguém está passando fome no mercado": Gleisi critica reação do mercado à PEC da Transição - Brasil 247

Gleisi Hoffmann confirmou que PT fará um pedido oficial

André Borges
Estadão

O Partido dos Trabalhadores vai pedir ao governo federal que as despesas básicas do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva passem a ser financiadas com os recursos da União, que reservou R$ 3,216 milhões no orçamento deste ano para bancar os custos com a transição do governo. A informação foi confirmada à reportagem pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

A solicitação para que os gastos de Lula sejam incluídos no orçamento da transição será feita assim que o presidente eleito retornar ao Brasil, após sua passagem por Portugal.

CARONA NO JATINHO – A iniciativa do PT vem após Lula ter viajado para o Egito num jatinho do empresário José Seripieri Junior, fundador da Qualicorp e dono da QSaúde, empresas que atuam na área de saúde privada. A carona para participar da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas, a COP27, foi alvo de críticas da oposição e até de aliados.

“Com o retorno do presidente Lula a partir dessa semana, as despesas serão bancadas pela transição. Vamos requerer que seus deslocamentos e estadia em Brasília sejam feitos pelo Estado brasileiro. Ele é o presidente eleito”, afirmou Gleisi.

Até agora, segundo a assessoria de Lula, os custos com transporte, alimentação e hospedagem do presidente eleito têm sido pagos pelo próprio PT. “O partido tem cuidado desses custos, o que, no caso do PT, não quer dizer, necessariamente, fundo partidário, porque o partido tem receitas próprias”, afirmou a assessoria do petista.

CUSTOS DA TRANSIÇÃO – O uso de recursos federais para bancar a equipe de transição de governo está previsto em lei desde 2002. O governo eleito tem direito a montar uma equipe com até 50 integrantes, que podem ser remunerados em salários que variam de R$ 2,7 mil a R$ 17,3 mil. Se exceder esse número de colaboradores, todos os demais só podem atuar como voluntários.

Até mesmo a figura do coordenador dessa equipe, função que é exercida pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, está prevista na lei, e todas as nomeações devem ser publicadas pela Casa Civil da Presidência da República do atual do governo.

O que não está claro, porém, é se este mesmo recurso de R$ 3,2 milhões pode incluir gastos do presidente eleito com itens como viagens e hospedagem. Não por acaso, o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) apresentou, na quarta-feira, 16, um projeto de lei que altera a lei de 2002 que regulamenta o gabinete de transição, com o objetivo de garantir o transporte nacional e internacional do presidente e do vice-presidente da República eleitos, em suas atividades de transição.

MELHORAR A ESTRUTURA – “Creio que não existe previsão para transporte e hospedagem (para o presidente e o vice). É o tipo de lacuna que precisamos fechar. O interesse público aponta para a necessidade de viabilizar a melhor estrutura possível, ao mesmo tempo o que se evita conflito de interesses”, disse Alessandro Vieira à reportagem.

O Estadão ouviu advogados especializados no assunto. Segundo Acacio Miranda da Silva Filho, especialista em Direito Eleitoral e Constitucional, o presidente eleito não tem direto a ter as despesas pagas pelo poder público, entre a data de confirmação de sua vitória na eleição e a posse. “A única coisa a qual ele tem direito é à segurança, uma vez que, por mais que não tenha sido empossado no cargo, ele já corre certos riscos, naturalmente, e esses riscos não só da pessoa física, mas que afetam a soberania do País.”

O advogado Alexandre Rollo, especialista em Direito Eleitoral e Administrativo, tem o mesmo entendimento. “Fora os 50 cargos que, conforme a lei, são remunerados na equipe de transição, a União não arca com outras despesas. O presidente eleito não tem suas despesas arcadas pelo Tesouro Nacional. Despesas de transporte, hospedagem e contas particulares do presidente eleito não são arcadas pelo governo federal durante a transição”, comentou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como dizia o Barão de Itararé, era só o que faltava… A União não tem de bancar os luxos de Lula, que sempre se hospeda na suíte presidencial do hotel mais caro de Brasília e há muitos anos só viaja em jatinhos emprestados por empresários corruptos, como Mares Guias e Seripieri Júnior, seus amigos do peito. Na Alemanha, por exemplo, o governante nem tem direito de levar o cônjuge em viagem oficial. No Brasil, querem pagar até viagem de passeio para Lula, que nem foi convidado a participar da COP27, como explicou Mário Assis Causanilhas aqui no blog, destacando que a imprensa brasileira mentiu ao dizer que o Lula discursou no COP27.  Lula sequer foi convidado para o evento, jamais esteve na programação do Conferência. Mário Assis destacou que foi uma ONG esquerdista chamada Consórcio Interestadual Amazônia Livre que convidou o petista para uma palestra no estande. Ou seja, Lula não falou no salão do evento, foi numa salinha só para brasileiros. O discurso dele sequer foi divulgado pela COP27. Como a União poderia bancar esse passeio de Lula e da ainda futura primeira-dama? É melhor mesmo recorrer aos jatinhos dos amigos corruptos. (C.N.)


Quartel-general do golpe é comandado Braga Netto numa mansão em Brasilia

Publicado em 19 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

O antigo comitê eleitoral de Jair Bolsonaro, no Lago Sul de Brasília

É neste QG que políticos e manifestantes buscam as instruções

Sarah Teófilo e Rodrigo Rangel
Metrópoles

A casa no Lago Sul de Brasília que foi alugada para sediar o comitê da campanha de Jair Bolsonaro à reeleição continua funcionando – movimentada e a todo vapor. Só que, agora, virou uma espécie de central do golpe, onde apoiadores do presidente, liderados pelo general Braga Netto, ex-ministro e candidato a vice, reúnem-se para discutir estratégias destinadas a questionar o resultado das eleições.

O general Braga Netto tem dado expediente no local regularmente, na companhia de seu entourage, que inclui oficiais das Forças Armadas.

ENTRA E SAI – Nesta semana, a coluna acompanhou o movimento no endereço. Na quinta-feira, por exemplo, Braga Netto recebeu o ex-ministro e deputado federal Osmar Terra, conhecido propagador do discurso radical bolsonarista.

Abordado na saída, Terra admitiu que foi ao local tratar da auditoria contratada pelo PL, o partido de Bolsonaro, para questionar as urnas eletrônicas.

“(A reunião) foi para buscar informações, (saber) se tinha alguma novidade sobre o processo do PL”, disse ele, referindo-se à auditoria. “Queria ter a informação mais adequada”, emendou, acrescentando que segue no aguardo de “novidades”.

Braga Netto ameaçou “golpe” na eleição de 2022 caso não haja voto impresso,  diz jornal

Braga Netto dá expediente no QG do golpe

VISITA DE PARLAMENTES – Braga Netto e outros integrantes do estado-maior da campanha derrotada de Bolsonaro têm recebido na casa visitas de parlamentares que apoiam o presidente.

Entre os que foram à casa nesta quinta-feira está o deputado federal Marcel Van Hattem, do Partido Novo, também apoiador de Bolsonaro. O gabinete do parlamentar informou que ele foi ao encontro de Braga Netto a convite do senador Eduardo Girão, do Podemos.

Girão, por sua vez, disse à coluna que o assunto da reunião foi também a auditoria das urnas – em mais uma evidência de que a casa tem servido para tramar novos ataques ao sistema eleitoral. Havia pelo menos mais um senador na reunião: Guaracy Silveira, do PP, partido da base aliada do atual governo.

FLUXO INTENSO – Outras pessoas que estiveram na equipe de campanha de Bolsonaro também frequentam o local. É o caso do coronel da reserva do Exército Marcelo Azevedo, que foi tesoureiro do comitê bolsonarista.

Há um fluxo intenso na casa. O entra-e-sai é permanente. O endereço tem servido ainda para reuniões com manifestantes que engrossam os protestos antidemocráticos. É uma evidência importante sobre a cadeia de comando das manifestações nas portas de quartéis e nas estradas questionando o resultado das eleições.

Na tarde desta sexta-feira, por exemplo, chegou à casa uma camionete decorada com a bandeira do Brasil. Dela saiu um homem com uma camisa com inscrições pedindo intervenção militar. Indagado, ele limitou-se a responder que seria recebido por uma pessoa no QG. Não disse por quem. Braga Netto estava lá.

OUTRO MANIFESTANTE – A camionete, uma Amarok de quase R$ 300 mil, tem placa registrada na cidade baiana de Luis Eduardo Magalhães, um dos principais polos do agronegócio do país. Também nesta tarde, uma outra Amarok, cujo proprietário é um empresário do Mato Grosso, chegou à casa. Saiu pouco antes de o general deixar o local.

Um dos veículos que esteve no antigo comitê no início da tarde foi localizado pela reportagem, horas depois, na manifestação bolsonarista no quartel-general do Exército, no Setor Militar Urbano de Brasília — eis aí uma prova cabal da conexão entre a chapa derrotada nas eleições e as manifestações de caráter golpista.

O general Braga Netto tem se dividido entre o expediente no “QG do golpe” e visitas frequentes a Bolsonaro no Palácio da Alvorada. Nesta quinta, ele deixou a casa e foi direto para a residência presidencial, onde declarou a jornalistas que Bolsonaro, recluso há semanas, está recuperado de uma infecção na perna e “deve voltar logo”.

AGUARDANDO A SURPRESA – Entre uma reunião e outra no antigo comitê de Bolsonaro no Lago Sul, Braga Netto tem se ocupado ainda em manter acesa, entre os militantes bolsonaristas que protestam contra as eleições, a expectativa de que uma “surpresa” pode acontecer.

Dias atrás, a um prefeito do interior de Mato Grosso que viajou a Brasília para participar dos protestos na frente do quartel-general do Exército, o general disse, sem mais detalhes, que “algo muito bom” vai acontecer até o fim desta semana.

O encontro se deu em um mercado, onde o prefeito Carlos Capeletti, do município de Tapurah, havia ido para comprar mantimentos para o acampamento. Logo depois, Capeletti fez um vídeo relatando o que ouviu e publicou nas redes sociais.

DISSE O PREFEITO – “Eu falei que eu iria embora, que não acreditava em mais nada, e ele (Braga Netto) falou assim: ‘Fica tranquilo que vai acontecer’”, disse o prefeito à coluna.

O relato mostra que o general tem insuflado os manifestantes com a expectativa de uma virada de mesa antidemocrática.

Em outro vídeo, que circulou nesta sexta, ele cumprimenta militantes bolsonaristas na frente do Alvorada. Ao ouvir apelos do grupo, que diz estar firme nos protestos, ele afirma: “Não percam a fé. É só o que eu posso falar para vocês agora”.

A coluna vem tentando insistentemente falar com Braga Netto nos últimos dias, sem sucesso. Tanto nesta quinta quanto nesta sexta, ao sair da casa, ele não aceitou conversar.

A CASA E O PL – Sobre a casa no Lago, o PL disse que, como a campanha acabou, o comitê de campanha já não funciona mais no endereço.

Respondeu ainda que “não sabe” das atividades no local atualmente.

A coluna perguntou também se o partido segue bancando o funcionamento da casa, como fez durante o período eleitoral, mas não houve resposta.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Importantíssima essa reportagem de Sarah Teófilo, enviada ao blog por Batista Filho, sempre atento ao lance. A repórter ficou a semana inteira de plantão diante do antigo comitê eleitoral. A matéria é documentada com uma série de fotos e comprova a ligação direta do Planalto com as manifestações diante dos quartéis e com a insistente preparação de um golpe de estado que jamais será dado pelos militares – e, se fosse, não seria para eternizar Bolsonaro no cargo, mas para substitui-lo por um general de verdade, com afirma o advogado Roberto Nascimento, em seu mais recente artigo.

Vereadores e a falta de conhecimento

 Paulo Afonso - Bahia 19/11/2022

Luiz Brito DRT BA 3.913



Foto; Divulgação

Alguns vereadores  de Paulo Afonso  são considerados semi-analfabetos, ou seja, apenas sabem assinar o nome e ler poucas letras. Como o ex-vereador José Ângelo de Carvalho, os candidatos que se apresentam na atual conjuntura à presidência da câmara de vereadores de Paulo Afonso pela base  governista, são semianalfabetos:, por aí você avalia o nível de nossos representantes.

Com isso nós percebemos o quanto a nossa sociedade ainda não sabe exercer a sua cidadania, com esses vereadores, está refletida a dificuldade da população em eleger pessoas que realmente conhecem de Leis e que poderão defendê-las, e não apenas entrar ano e sair ano apenas na embromação, sendo “comprados” por deputados como vimos na eleição passada. 

Está chegando 2024, mais uma vez será refeita a Câmara de Vereadores de Paulo Afonso  , e será que a população mais uma vez irá colocar semi-analfabetos acomodados no Poder,?  Enquanto isso, a maioria da população fica à mercê, com falta de educação, saúde, cidadania, infraestrutura, entre outros investimentos que deveriam ser prioridades.

http://www.bobcharles.com.br/internas/read/?id=21034


Nota da redação deste Blog - O que dizer de alguns aculturados vereadores da Câmara Municipal de Jeremaobo, que só vao para Câmara  parabenizar o prefeito e secretários, sem saber de que estão parabenizando.

Melhor seria que fossem fiscalizar os desmando ao invês de serem omissos.



.Ao atingir 8.000.000 de visitação vamos públicar um vídeo do vereador Neguinho de Lié onde supostamente denuncia que a administração municipal de Jeremoabo tornou-se uma quadrilha.

..


 

"A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão do bons" Papa Leão XIII


Como todos vocês poderão observar através deste vídeo, a administração municipal de Jeremoabo está toda bichada; aliás, não só a gestão do prefeito, mas também a Câmara de Vereadores de Jeremoabo, que para completar os vereadores da oposição colocaram o dedo na ferida que colocou a secretária de educação juntamente com os vereadores da situação em desespero, abandonando indevidamente o recinto da câmara de forma descortez e desrespeitosa, chegando ao ponto de num mesmo dia usrem emissoras de rádio e Instagram oficial da prefeitura, mantido com o dinheiro do povo para promoção pessoal  tentar justificar a fedentina insuportavel da secretaria de educação, onde parece até que o gestor colocou a dita secretário como boi de piranha para dar passagem aos demais atos de corrupção.
Caso a população de Jeremoabo fosse politizada e houvesse uma oposição de veredores sérios, muitos vereadores já teriam perdido seu mandato por pratica de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA POR AUTOPROMOÇÃO AS CUSTAS DO DINEHIRO PÚBLICO,   caracterizando também peculato, por PRÁTRICA DE OMISSÃO E PREVARICAÇÃO, ao jogar para debaixo do tapete improbidades praticadas por vereadores da situação ao beneficiar-se de aluguel de veículos locados ao municipio, cujos pagamentos são efetuados em nome de laranjas; bem como, tomar conhecimento de improbidades praticadas pelo prefeito e seus secertários,  nada denunciando, a exemplo de maquinários do município trabalhando na propriedade particular do prefeito ou então, participar do aniversário do prefeito em frente ao prédio da prefeitura em pleno horário de expediente, interditando ruas e fechando postos de saúde; aliás, caso esse denunciado ao Ministério Público através da ONG.
Poderia citar muitas outras omissões e prevaricação, porém, vamos para o mau maior, os desmando do (des)governo municipal:
A corrupção teve início antes mesmo do gestor ser eleito, quando usou um vídeo para gabar-se que gastou R$ 10.000,00(dez milhões)na sua campanha para eleger-se; ao ser eleito implantou o NEPOTISMO amparado na impunidade que continua até os dias atuais; vem a pandemia, cujo dinheiro é desviado de finalidade com pagamento de aluguel de veículos para uso particular do prefeito, fura-filas até hoje impunes, desvio de dinheiro para pagar pensão alimentícia de chefe de gabinete etc.
Vem o escândalo do lixo, cujos processos estão pendentes de solução na justiça.
A lista de improbidades e intensa, porém citarei mais dois casos, o do Tiket Combustivel em andamennto no Ministério Público Federal, e esse escândalo bomba da educação, onde um processo encontra-se em andamento na Justiça Federal com outro em andamento no Ministério Público Federal, além, de notas frias e frauduletas com superperfaturamenntos de obras fantasmas denunciadas pelo vereadores da oposição; isso sem falar no caso de Maria de Lourdes, com supostos funcionários da prefeitura recebendo seu salário como se ela fosse, caso também em andamento na Justiça Federal. 
Neste sábado o Blog atingiu a marca histórica de 8.000.000 milhões de visitação; muitos zeros depois de um oito, onde tudo é alegria.
 Os cães e os desonestos latiram e ladraram, porém a caravana conseguiu passar, encomodando muita gente.
Com isso quero informar que são contados apenas os acessos diretos, fora os leitores que recebem o blog através do WhatsApp  diariamente, e do  Twitter,  não precisam clicar no site para ler seu conteúdo.

Estas estatísticas são minha maior recompensa, porque indicam que não estou perdendo meu tempo escrevendo, já que existem pessoas interessadas em ler. E não são pessoas quaisquer: são “leitores pensantes”,

O maior custo benefício para manter vivo esse Blog,  foi "Dar vez às pessoas que não têm vez, dar voz a quem não tem voz", deixar o povo bem informando, publicar os desmandos existentes no municípioo de Jeremoabo, sem medo, com imparcialidade e com responsabilidade.

Considero como o maior benefício alcançado através deste Blog,  foi fazer ennxergar que nada sei, motivo pelo qual obrigou-me a recomeçar os estudos, onde através dele estou conseguindo galgar altas notas.

Ao comemorar a marca de 8.000.000 milhões de vizualizações,  não poderia esquecer nem deixar de citar e prestar meus reconhecimentos e agradecimentos a colega de  INSS E FACULDADE MARIA DA PENHA  Pessoa humana que vem dando-me todo  apoio e ajuda

 para que eu consiga transpor essa longa jornada de faculdade,  , já que há dezenas de ano não frequento um banco de escola.

 Através dela verdadeiro anjo da guarda que estendeu a mãoamiga e vem semper guiando-me , para transpor essa longa jornada em

busca de conhecimentos. 

Muito obrigado a todos os leitores, principalmente ao meu irmão

  Advogado Fernando Montalvão e ao Jornalista Fabio Costa

 Fábio . 

 Gratíssimo ainda ainda maior aos que participam, comentam, contribuem com ideias,  compartilhamentos e críticas. 


"Não olhe o tamano da estrada, perceba o quanto você já caminhou."




Forças Armadas viraram impasse na transição de Lula




O governo de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou para o fim a montagem da equipe que vai trabalhar junto ao Ministério da Defesa e as Forças Armadas. Também resta pendente a definição do núcleo que vai lidar com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Lula enfrenta dificuldades de quadros com acesso às atuais cúpulas militares, e com a direção de ambos os ministérios no governo Jair Bolsonaro, numa relação considerada sensível pelos petistas.

O vice-presidente eleito e coordenador-geral da transição, Geraldo Alckmin, um dos nomes em quem se confiava a aproximação com militares, afirmou a interlocutores que a equipe temática da Defesa será anunciada “assim que formada”. Há um “silêncio total” sobre os nomes sendo recrutados, e integrantes da transição afirmam que será preciso “muito tato” na relação com a Defesa. Eles dizem que o setor militar foi preterido da pauta prioritária na formação da equipe, mas vem sendo tratado por um núcleo mais fechado no entorno de Lula.

O governo Jair Bolsonaro deu inédito protagonismo político aos militares e levou a uma ocupação de cerca de 6 mil cargos na Esplanada dos Ministérios. Lula já falou que pretende reverter a situação e indicou a nomeação de um civil na Defesa. Ele tem sido aconselhado a optar por alguém de perfil institucional e a não criar perturbações desnecessárias na relação com Exército, Marinha e Aeronáutica. A aposta é que nomeará o mais antigo entre os oficiais-generais quando for escolher os comandantes. Os currículos estão em avaliação.

Embora as cúpulas militares se digam legalistas, na semana passada, os atuais comandantes-gerais das Forças Armadas emitiram nota conjunta sobre as manifestações na frente dos quartéis, cuja pauta principal é a rejeição da vitória de Lula nas urnas e um pedido de intervenção militar. Há militares envolvidos nas manifestações, assim como seus familiares. Reservadamente, admite-se na caserna que a orientação ideológica majoritária é conservadora e rejeita a trajetória de Lula.

O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, manifestou-se por nota e ofício levantando suspeitas sobre o funcionamento das urnas eletrônicas, embora a fiscalização realizada por uma equipe técnica de especialistas militares não tenha apontado nenhuma evidência de fraude – ao revés, o relatório indicou o funcionamento das urnas sem anomalias e a contagem de votos sem divergências.

Além de ter feito previsões negativas sobre o que seria um “governo da posição”, o ex-comandante do Exército general Eduardo Villas Bôas afirmou que o clamor de socorro às Forças Armadas deriva de “dúvidas” sobre o processo eleitoral e “atentados à democracia”. Na carta divulgada na terça-feira, 15, Villas Boâs referiu-se aos intervencionistas de forma elogiosa. Em 2018, o então comandante-geral publicou uma mensagem interpretada como ameaça no Judiciário, cobrando respostas à impunidade, pouco antes de o Supremo julgar um recurso da defesa de Lula – derrotado na Corte, ele seria preso dias depois na Operação Lava Jato.

Durante a campanha, interlocutores de Lula buscaram aproximação com a cúpula das Forças Armadas, mas ouviram que as portas na caserna estavam fechadas. Alckmin foi um deles. O Estadão mostrou que, rompendo com prática inaugurada em 2018, o comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, não recebeu nenhum dos candidatos ao Palácio do Planalto para dialogar sobre assuntos de interesse da Força Terrestre.

A interlocução perdeu prioridade e conselheiros do petista passaram a dizer que não era conveniente buscar contato com generais da ativa com assento no Alto Comando, nem dar protagonismo político a eles. Generais da ativa ouvidos sob reserva não questionam o resultado da eleição e consideram que a transição ocorre dentro de normalidade. Eles dizem que seria natural a preparação da transição pelos generais mais antigos de cada Força, cotados para assumir o comando-geral.

Em privado, no entanto, conselheiros de Lula dizem que mantiveram contatos pontuais com interlocutores das Forças Armadas. Entre os colaboradores para a área, estão o general da reserva Marcos Edson Gonçalves Dias, ex-chefe da segurança presidencial de Lula e colaborador da campanha, os ex-ministros da Defesa Nelson Jobim, Celso Amorim e Jaques Wagner, e o ex-ministro Aloizio Mercadante, filho do general Oswaldo Muniz Oliva (morto em 2020). Petistas também citam o ministro do Supremo Ricardo Lewandowski.

O Estadão flagrou anotações de Alckmin que indicavam para o grupo da Inteligência Estratégia os nomes do general G. Dias e do delegado da Polícia Federal Andrei Passos. O setor também lidará com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Eles não foram ainda indicados, assim como Nelson Jobim e Jaques Wagner. O embaixador Celso Amorim, chanceler mais longevo do País, tem dado opiniões na Defesa, mas está formalmente ligado ao núcleo das Relações Exteriores.

G. Dias é considerado peça-chave por manter relações próximas na caserna. O Partido dos Trabalhadores e a Fundação Perseu Abramo não possuem setoriais destinados à formulação de políticas de Defesa.

Há também episódios que denotam desconfiança. Por receio de espionagem, o time de Lula dispensou servidores e estrutura de redes e equipamentos disponibilizados pelo GSI, chefiado pelo general Augusto Heleno, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). O episódio foi revelado pela Globo News. Radicalizado, o ministro disse recentemente a militantes bolsonaristas que “infelizmente” não era verdade que Lula estivesse acometido por uma enfermidade.

A divisão dos grupos técnicos não é necessariamente um espelho da próxima Esplanada dos Ministérios, mas fica muito próximo disso, conforme Alckmin. A portaria que ele assinou com a estrutura tinha 31 grupos originalmente. Faltam ser nomeadas as equipes para Defesa, Inteligência Estratégia e Centro de Governo. Por outro lado, foram criados os núcleos de Juventude e Comunicação Social e os subgrupos da Infância e das Micro e Pequenas Empresas.

Estadão / Dinheiro Rural

Gabinete de transição para o governo Lula começa a debater sigilos de Bolsonaro




Governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), compõe a equipe de transição para o futuro governo de Lula (PT)

Governador de Pernambuco, que integra grupo temático, disse que 'se tiver alguma ação que esteja extrapolando o razoável', haverá recomendação para o futuro governo revogar

Por Lucyenne Landim 

O grupo responsável pela área de transparência, integridade e controle do gabinete de transição de governo se reuniu pela primeira vez nesta sexta-feira (18). Na mira, estão os sigilos centenários impostos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a documentos com eventual interesse público. Há um mínimo de 65 dados restritos na atual gestão federal e a revogação de pelo menos parte deles está na mira do futuro governo.

Durante a campanha eleitoral, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou que, se vencesse as eleições, faria um "revogaço" dos decretos de sigilo de Bolsonaro. Coordenado pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), o grupo técnico irá fazer um levantamento do arcabouço jurídico que poderá sofrer mudanças. Depois disso, serão feitos relatórios que servirão para embasar as decisões de governo a partir de janeiro de 2023.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), que compõe a equipe, afirmou que "se tiver alguma ação [de sigilo] que esteja extrapolando o razoável, lógico que o grupo vai sugerir que seja revogado". Ele esteve na sede do governo de transição no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), nesta sexta.

“A gente vai fazer o levantamento de todo esse arcabouço jurídico que há questionamento e um entendimento que precisa ser avaliado. Mas não cabe ao grupo propor. Cabe ao grupo levantar as informações e dizer como está a situação, aí o próprio presidente Lula e o vice-presidente Alckmin vão tomar as decisões. O grupo vai apresentar metas, ações e sugestões”, destacou..

Cãmara informou que o resgate do controle social e o combate à corrupção também serão alvo do grupo de transparência, integridade e controle. “Vai se aliar controle externo, interno e controle social e participação da sociedade. Combater a corrupção é sempre importante e necessário. Faz parte de vários órgãos do governo. Tanto o controle quanto a transparência precisam ser facilitadores. Se tem erros, precisamos elaborar soluções”, disse.

O governador também defendeu que órgãos de controle e transparência sejam "elementos de resolução e facilitadores das ações do governo", e não "apenas estruturas punitivas ou que digam que está tudo errado". "Se está errado, tem que ter também soluções para construir o certo e fazer de acordo com o que precisa ser feito", acrescentou, frisando que o Brasil precisa ser reconstruído e retomar ações. O atual órgão que faz controle no governo federal é a Controladoria-Geral da União (CGU).

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