quarta-feira, agosto 18, 2021
Junior de Santinha comenta sonho do vereador Jairo do Sertão
Senadores apresentam notícia-crime contra Aras no Supremo por omissão e prevaricação
Publicado em 18 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Aras começou com procurador e virou prevaricador-geral
Luana Patriolino
Correio Braziliense
Os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Fabiano Contarato (Rede-ES) apresentaram à ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma notícia-crime contra o procurador-geral da República, Augusto Aras. Os parlamentares acusam o chefe do Ministério Público de prevaricação por se omitir em meio aos ataques do presidente Jair Bolsonaro contra o sistema eleitoral, e nas eventuais omissões do Executivo no combate à pandemia da covid-19.
A ação pede para a magistrada encaminhar a notícia-crime ao Conselho Superior do Ministério Público Federal. Os senadores endereçaram o pedido a Cármen Lúcia, porque ela já relata outra ação sobre os ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral.
PAPEL DA PROCURADORIA – “A atuação omissa reiterada de Aras é contrária ao papel essencial que a Constituição Federal reservou para a PGR. É uma vergonha para o Ministério Público e exige um processo de responsabilização”, afirmou o senador Alessandro Vieira.
Os parlamentares afirmam ser evidente a recusa de Aras em agir como um procurador-geral da República diante do caso, “não só pelas suas omissões diante das arbitrariedades e crimes do presidente da República, mas também pelas suas ações que contribuíram para o enfraquecimento do regime democrático brasileiro e do sistema eleitoral e para o agravamento dos impactos da covid-19 no Brasil, além de ter atentado direta e indiretamente contra os esforços de combate à corrupção no país”.
CONJUNTO DA OBRA – Diz o requerimento que o conjunto de fatos “demonstra patentemente que o Procurador-Geral da República procedeu de modo incompatível com a dignidade e com o decoro de seu cargo”.
O senador Fabiano Contarato também criticou as ações de Bolsonaro em relação ao Supremo, ao controle da pandemia e aos ataques à democracia.
“O presidente da República acusa de fraude, sem provas, o sistema eleitoral brasileiro; intimida o Congresso pondo até tanques do Exército na rua; estimula aglomerações e contraria medidas sanitárias de combate à covid; e ameaça o Supremo Tribunal Federal”, elenca.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Aras é reles serviçal, sem dignidade e sem medo do ridículo. Como diria Rubem Braga, o prevaricador-geral é do tipo de homem que não pode se mirar ao espelho, porque logo verá que está “envelhecido e envilecido”. (C.N.)
Câmara aprova MP que altera cargos em comissão do Poder Executivo
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) a Medida Provisória 1042/21, que reformula a estrutura de cargos em comissão e funções de confiança no âmbito do Poder Executivo, em autarquias e fundações. A MP perde a vigência no próximo dia 25 e deve ser votada ainda pelo Senado.
O texto transforma os cargos em comissão do grupo Direção e Assessoramento (DAS) em Cargos Comissionados Executivos (CCE). Esses cargos podem ser ocupados tanto por servidores efetivos como por qualquer pessoa que preencha requisitos gerais de acesso em livre nomeação, como idoneidade moral, perfil profissional ou formação acadêmica compatível e ficha limpa (não ser inelegível).
O texto aprovado em Plenário é o parecer do relator, deputado Acácio Favacho (Pros-AP), que teve 309 votos favoráveis e 128 contrários. Segundo o parecer, um decreto definirá requisitos mínimos para a ocupação dos cargos, critérios e procedimentos gerais a serem seguidos.
Os órgãos e entidades deverão manter atualizados os perfis profissionais desejáveis para a ocupação dos CCE e das Funções Comissionadas Executivas (FCE) de níveis 11 a 17, com estímulos à gestão por competências.
“Lá na ponta, vai ser de extrema importância para a população essa reestruturação dos cargos. Todos os partidos tiveram oportunidade de aperfeiçoar o texto”, afirmou Favacho.
Planos de capacitação
Segundo o texto aprovado, os órgãos e as entidades do Executivo federal deverão incluir em seus planos de capacitação ações para habilitar seus servidores a ocuparem esses cargos e funções.
Nos critérios de preenchimento, poderão ser considerados os cursos de formação e aperfeiçoamento voltados ao exercício de cargos públicos no caso de funções exclusivas de servidores.
Até 31 de março de 2023, os órgãos terão de revisar suas estruturas com base nos dois tipos criados sem aumentar despesas. Segundo o governo, a intenção é enxugar a grande quantidade de espécies de funções que existem na administração, unificando-as nesses dois tipos.
Autarquias e fundações públicas terão até 31 de outubro de 2022 para fazer isso.
Depois de um ano desses prazos, nenhuma pessoa poderá ser nomeada para os cargos e funções de níveis 11 a 17 se não cumprir os requisitos mínimos e perfis profissionais.
Ocupação exclusiva
As FCEs criadas pela MP serão ocupadas exclusivamente por servidores efetivos de quaisquer órgãos ou poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Essas funções substituirão as funções comissionadas do Poder Executivo (FCPE), as funções comissionadas técnicas (FCT) e as funções gratificadas (FG).
Favacho incluiu na MP dispositivo determinando que ao menos 60% dos cargos em comissão da administração pública federal direta, autárquica e fundacional sejam ocupados por servidores de carreira. Atualmente, são reservados 50% dos cargos DAS 1, 2 e 3, regra revogada pelo substitutivo.
Universidades
Inicialmente, a MP previa que as funções e cargos transformados nas universidades federais, no Banco Central e nas agências reguladoras deveriam ser alocados no próprio órgão.
Já o texto aprovado estende a regra para todas as autarquias e fundações públicas, exceto nas hipóteses de:
- absorção de atividades da entidade por órgão ou outra entidade;
- alteração de competência da entidade;
- permuta com órgãos e outras entidades; e
- obsolescência ou redimensionamento de atividades executadas pela entidade.
Entretanto, agências reguladoras e o Banco Central estão de fora dessas exceções.
No caso de instituições federais de ensino (IFE), essa realocação de funções somente poderá ocorrer no âmbito da própria instituição ou entre as IFEs. As instituições de ensino poderão ainda transformar funções de confiança e gratificações exclusivas de servidores efetivos em cargos de direção.
Por outro lado, será permitido realocar cargos e funções da administração federal direta para autarquia ou fundação pública.
Nenhuma das mudanças da MP poderá implicar a extinção de entidade ou órgão previsto em lei. “Não poderá o Executivo, a partir de realocações de cargos e funções, promover a extinção reflexa de órgãos e entidades, devendo assegurar a manutenção de cargos e funções necessários ao exercício das competências básicas determinadas pelo legislador”, afirmou o relator.
Secretarias
Nessa mesma linha de preservação das deliberações do Legislativo, Acácio Favacho excluiu do texto a permissão para o Executivo criar novas secretarias nacionais por decreto ou mudar seus nomes. Entretanto, os atos praticados com base na mudança permanecem válidos.
Para o relator, devem ser mantidas as prerrogativas do Poder Legislativo, “possibilitando o debate democrático sobre a organização administrativa responsável pela materialização das políticas públicas em todo o País”.
Faixas de renda
A MP estabelece os novos tipos de cargos sem especificar o quantitativo. São definidas sete novas faixas intermediárias e intercaladas de remuneração tanto para a CCE quanto para a FCE, que têm numeração de referência equivalente.
Se o órgão escolher adequar sua estrutura com gratificações de valores maiores, terá de diminuir outras para fechar o valor global.
Entretanto, há duas mudanças de valor em relação à equivalência atual: o DAS 2, cujo valor antes da MP é de R$ 3.440,75 passa a ser de R$ 3.743,33 (CCE 7); e o DAS 3, de R$ 5.685,55 passa para R$ 5.734,58 (CCE 10).
Os níveis 1 a 4 de CCE e FCE, os mais baixos, destinam-se principalmente a empregados públicos que não podem ocupar funções de confiança, mas também poderão ser destinados a servidor efetivo e militar.
Auxílio-moradia
A depender das opções de redistribuição das funções e comissões, poderá haver gastos maiores com auxílio-moradia, pois são criadas duas faixas de remuneração que ficam dentro do grupo que tem direito ao benefício. O CCE 14 pagará R$ 11.652,88, e o CCE 16 será de R$ 15.688,92.
O auxílio é devido a partir do CCE 13, equivalente ao atual DAS 4, e tem o valor máximo de 25% da gratificação.
Regras de pagamento
As regras de pagamento continuam iguais às atuais para o servidor efetivo, o empregado permanente da administração pública e o militar nomeados para CCE.
O indicado poderá optar pelo valor cheio do CCE mais os anuênios incorporados à remuneração; pela diferença entre o CCE e a remuneração do cargo; pela remuneração do cargo efetivo mais o valor do CCE para os níveis 1 a 4; ou pela remuneração do cargo mais 60% do valor do CCE para os níveis 5 a 18.
Como a FCE possui valor de 60% do CCE, o servidor ocupante receberá o valor total mais a remuneração.
Nomeações
De acordo com o texto, caberá ao presidente da República designar e nomear os indicados para os CCE dos níveis 15 a 18 e para os FCE dos níveis 15 a 17.
Os CCE e os FCE dos níveis 1 a 14 serão nomeados e designados pelos ministros de Estado e pelas autoridades máximas de autarquias e fundações.
As autoridades máximas da Controladoria Geral da União (CGU), da Advocacia-Geral da União (AGU), da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal regulamentarão como ocorrerá a nomeação para os cargos em unidades descentralizadas nos estados e no Distrito Federal.
Pré-seleção
O texto aprovado prevê ainda que um processo de pré-seleção deverá aferir a experiência, o conhecimento prévio do candidato e as competências, conforme o perfil profissional divulgado com mecanismos de transparência ativa.
Caso a autoridade máxima responsável pelo órgão opte por não realizar o processo de pré-seleção para os cargos e funções de níveis 11 a 17, deverá explicitar o motivo em ato fundamentado a ser publicado.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
O CAFEZINHO
Juristas rechaçam comparação de Jefferson a Lula
Por Lenio Streck, Marco Aurélio de Carvalho e Fabiano Silva dos Santos
O grande Norberto Bobbio dizia que a lição número um de um cientista é não comparar ovos com caixa de ovos. Sempre dá errado. Outra lição vem de Ludwig Wittgenstein (muito lido em faculdades de filosofia), que dizia: sobre o que não se tem competência para falar, deve-se calar.
Essas duas lições parecem não ter sido captadas pela colunista da Folha e filósofa Catarina Rochamonte, autoproclamada liberal-conservadora (sic).
Em artigo na Folha (“Bob Jeff, o herói bolsonarista”; 15/8), Rochamonte usa a prisão de Roberto Jefferson para atacar Lula. Sim. Diz que gritar pela liberdade de Bob Jeff é o mesmo que gritar Lula livre. Eis aí: ovos e caixa de ovos. Como filósofa, deveria saber sobre a tese dos dois demônios, raso truque retórico pelo qual, se tenho que, inexoravelmente, criticar um amigo (ou ex-amigo, porque Rochamonte é bolsonarista arrependida), tenho de, ao mesmo tempo, esculhambar um inimigo, arrastando-o para o mesmo terreno da infâmia. Nota zero na aula sobre sofismas.
Como filósofa, por certo ela não diria que Platão é um autor da modernidade ou do medievo. Tiraria zero. Pois então como pode, sem saber nada de direito, repetir pérolas como “que o STF comete abusos, isso é público e notório. O maior deles, diga-se de passagem, foi ter declarado suspeito o ex-juiz Sergio Moro a fim de garantir a elegibilidade de Lula”. Então, para ela, declarar um juiz que criminosamente faz arapongagem de advogados e outros ilícitos não é parcial? Declarar essa suspeição é abuso? Público e notório, colunista?
Chumbou na prova. Claro. São coisas do direito que, quem não é da área, não entende um ovo. Nós também não palpitaríamos sobre operação cardíaca. Ou sobre física quântica. A filósofa-colunista é negacionista do direito. Negar a suspeição de Moro é como dizer que Christiaan Barnard não fez o primeiro transplante cardíaco. E que cloroquina cura Covid-19. Essa comparação é pertinente, porque o cerne é o negacionismo. Ou a ignorância.
É feio uma colunista dizer que a profissão de advogado serve para defender “abusos com unhas e dentes” e que advogados quiseram fazer prevalecer “narrativa torpe”. Sabe a colunista que, em uma democracia, quem diz o direito por último é a Suprema Corte? Ah, não gostou? Que coisa, não? Bob Jeff também não gosta. Todos os bolsonaristas e os lavajatistas não gostam do Supremo Tribunal Federal. Logo, por qual razão Rochamonte estaria de acordo com o uso de garantais processuais, coisa que qualquer aluno da faculdade UniZero sabe?
Rochamonte, ao pretender criticar o Grupo Prerrogativas e o ex-presidente Lula, e, ao mesmo tempo, elogiar a Lava Jato, esqueceu de olhar o dicionário. Afinal, ela fala em sanha persecutória. Que quer dizer ódio, rancor, fúria, ira, desejo de vingança. Na mosca. A Lava Jato foi isso mesmo. Um rancor, uma fúria, uma ira e um desejo de vingança.
Uma operação criminosa a serviço de um projeto eleitoral que tirou do último pleito aquele que era o franco favorito para vencê-lo.
Uma operação que mergulhou nosso sistema de Justiça em uma crise sem precedentes, levando a cárcere político um réu sabidamente inocente por mais de 580 longos dias.
Portanto, numa palavra final, patético não é gritar “Lula livre” —afinal, ficou provado que Lula foi vítima de uma sanha persecutória. E não o contrário. Patético é comparar a aplicação de garantias processuais, só ignoradas por quem não sabe nada de direito (“jusnegacionistas”), com a delinquência de um celerado como Roberto Jefferson.
O Supremo merece nosso reconhecimento e o nosso aplauso. Tem agido com absoluta correção na defesa da democracia e das instituições. Desconhecer esse papel é fruto de má-fé ou de profunda falta de informação e conhecimento.
A tese dos dois demônios realmente é muito rasa. Esperamos mais criatividade. Há por aí bons cursos de retórica. Fica a dica.
TENDÊNCIAS / DEBATES
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
Artigo publicado originalmente na Folha em 17 de agosto de 2021.
O Cafezinho
Alessandro Vieira e Fabiano Contarato pedem investigação contra Aras por prevaricação
Posted: 18 Aug 2021 08:32 AM PDT
Os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Fabiano Contarato (Rede-ES) foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para protocolar um pedido de investigação contra o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, por prevaricação.
O pedido foi direcionado para o gabinete da ministra Cármen Lúcia que vai encaminhar para o Conselho Superior do Ministério Público Federal.
Juntamente com o senador @ContaratoSenado apresentei notícia crime perante o Supremo contra o procurador da República por prevaricação. Ninguém está acima da lei! https://t.co/QzZFvGvnSY
— Senador Alessandro Vieira (@Sen_Alessandro) August 18, 2021
No pedido, os congressistas afirmam que o “comportamento desidioso do Procurador-Geral da República fica evidente não só pelas suas omissões diante das arbitrariedades e crimes do presidente da República, mas também pelas suas ações que contribuíram para o enfraquecimento do regime democrático brasileiro e do sistema eleitoral e para o agravamento dos impactos da Covid-19 no Brasil, além de ter atentado direta e indiretamente contra os esforços de combate à corrupção no país”.
Para completar, também se alega que o “conjunto de fatos demonstra patentemente que o Procurador-Geral da República procedeu de modo incompatível com a dignidade e com o decoro de seu cargo”.
As irregularidades apontados contra o PGR são de omissão em relação aos ataques de Bolsonaro contra sistema eleitoral, omissões e negativas em atuar na defesa do regime democrático e recusas no dever de fiscalizar o cumprimento da lei no enfrentamento ao coronavírus no Brasil.
Ministério libera R$ 57,5 mi para custeio de leitos de UTI Covid em 23 municípios baianos
por Jade Coelho

A Bahia vai receber R$ 57,5 milhões do Ministério da Saúde para o custeio de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) referente ao mês de julho em 23 municípios. Os recursos atendem a leitos de UTI adultos e pediátricos. A portaria foi publicada nesta terça-feira (17).
Em todo o país a pasta liberou R$ 1,2 bilhão para o custeio de UTIs. De acordo com o Ministério, todos os estados e Distrito Federal serão contemplados com recursos para leitos de UTI Covid-19 adulto. O valor total do repasse para esse tipo de leito é de R$ 1,1 bilhão. São cerca de 25 mil leitos destinados exclusivamente para o tratamento da doença.
Já 20 estados receberão verbas para atendimento em leitos de UTI Covid pediátricos, totalizando R$ 20,2 milhões. Os recursos custearam 433 leitos na Bahia, Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Os municípios baianos beneficiados são: Barra; Barreiras; Bom Jesus da Lapa; Brumado; Caetite; Camacari; Campo Formoso; Eunápolis; Feira de Santana; Guanambi; Ilhéus; Irecê; Itaberaba; Itabuna; Jacobina; Jequié; Juazeiro; Lauro de Freitas; Paulo Afonso; Porto Seguro; Remanso; Salvador e Santo Antônio de Jesus.
Bahia Notícias
O vereador Zé Miúdo mais uma vez faz denúncias que continuam sofrendo solução de continuidade.
No dia da posse, o vereador Zé Miúdo jurou cumprir a Constituição Federal, a Constituição Estadual e a Lei Orgânica Municipal, observar as leis, desempenhar o mandato e trabalhar pelo progresso do Município e bem estar de seu povo.
Na realidade o vereador tem por objetivo ser a voz do povo e o fiscal do mesmo. Será que em Jeremoabo estão cumprindo o que deveria ser cumprido?
No meu entender o vereador Zé Miúdo até o presente momento vem fazendo sua parte fiscalizando e denunciando; portanto, não poderá ser acusado de omisso ou prevaricador, isso porque todas suas denuncias se não estão transcritas na íntegra no livro de ata, estão documentadas nos vídeos e áudios, cabendo a presidência da casa analisar e tomar as providências que o caso requer.
Cabe ao eleitor exercer seu direito de cidadania fiscalizar e cobrar dos vereadores que cumpram com responsabilidade e dignidade o cargo que lhe fora confiado através do voto.
O eleitor atento pode observar que ao longo do tempo o nível da câmara de vereador é sempre inferior e cai em queda livre a cada eleição com o consentimento da população.
Com isso quero alertar que essa queda em parte a culpa é do eleitor, que critica porém, não sabe cobrar ação dos vereadores.
Observando esses vídeos do vereador Zé Miúdo, nota-se que algo de errado, de falho está acontecendo na Câmara de Vereadores de Jeremoabo; não tem cabimento vários vereadores em todas as reuniões repetirem as mesmas denúncias, muitas delas concernentes ao massacre contra doentes com câncer, que até a presente data nenhuma providência tenha sido tomada.
Outra denúncia grave foi do vereador Neguinha, onde fala que o prefeito apresentou notas fiscais de quase R$ 2.000,000,00(dois milhões de reais) e nenhum ASS o doente encontra nos PSFs.
Essa denúncia não foi de agora, antes das eleições já vinham sendo feitas.
Isso é um crime contra a saúde pública, já que o hipertenso ou diabético não pode nem deve passar um dia sem tomar os medicamentos, isso sem falar nas outras doenças mais garves.
O que causa espécie, é que nas outras cidades as denúncias dos vereadores causam efeito, são valorizadas, isso porque se na cidade não encontram respaldo nem acolhimento, procuram as instâncias superiores, não se acovardam nem se omitem.
Notícias Ao Minuto Brasil
Corrupção comprovada! Saúde vai anular reajuste de R$ 18 milhões assinado por Dias
Publicado em 18 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Indicado pelo líder do governo, Dias chefiava a corrupção
Leandro Prazeres
O Globo
Em meio ao avanço das investigações da CPI da Covid, um despacho do Ministério da Saúde afirma que a pasta pretende anular um termo aditivo assinado pelo ex-diretor de Logística Roberto Ferreira Dias que reajustou em R$ 18 milhões o contrato da VTC Log, uma empresa investigada pela CPI da Covid. A anulação ainda não foi efetivada.
O aditivo foi revelado pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo, em julho. Além de investigar a VTC Log, a CPI também apura a relação de Dias com empresários e políticos como o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR).
AUMENTO ESPANTOSO – O documento ainda mostra que o órgão é contra um pedido de reequilíbrio econômico-financeiro feito pela VTC após ter encontrado “fragilidades” no pedido. Entre elas está um aumento de 380% no preço por quilo de produtos transportados por via aérea em relação ao contratado inicialmente.
A intenção de anular o aditivo assinado por Dias consta de um despacho da Coordenação-Geral de Logística de Insumos Estratégicos de Saúde (CGLOG), subordinada à Diretoria de Logística, hoje sob o comando de Ridauto Fernandes.
“Sobre o segundo Termo Aditivo, decidiu-se que serão adotados procedimentos para anulação do referido ato administrativo”, diz o despacho.
ENTENDA O CASO – Em 2018, o Ministério da Saúde fez uma licitação para escolher a empresa que ficaria responsável pelo transporte de insumos, como remédios e vacinas, dos centros de distribuição da pasta para todo o Brasil. A VTC Log venceu a licitação. Desde 2019, porém, ela e o ministério divergiam sobre que método deveria basear o faturamento dos serviços prestados pela empresa.
Em fevereiro de 2021, a VTC chegou a cobrar do governo um pagamento de R$ 57 milhões pela manipulação dos produtos. Nas contas do ministério, porém, esse valor era de aproximadamente R$ 1 milhão.
Roberto Dias interveio no processo e aceitou uma contraproposta da VTC no valor de R$ 18 milhões. O valor era 18 vezes maior do que o previsto inicialmente pela área técnica da pasta. Um parecer da consultoria jurídica do ministério alertava para a possibilidade de um sobrepreço de R$ 17 milhões caso a proposta fosse aceita. Mesmo assim, no dia 20 de maio, o aditivo foi assinado por Dias.
135 LIGAÇÕES – Em julho, O GLOBO revelou que Dias e a CEO da empresa, Andrea Lima, trocaram 135 ligações entre 2020 e 2021 e que algumas aconteceram em datas próximas às negociações do aditivo.
Dias acabou exonerado do cargo em junho, após ser acusado de ter cobrado propina do cabo da PM Luiz Paulo Dominguetti, que tentou vender 400 milhões de doses de vacina para o governo.
Dias também é alvo de investigações do Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal no caso envolvendo Dominguetti e pelas supostas irregularidades na contratação da vacina Covaxin, negociada pela empresa Precisa Medicamentos. Ele nega ter praticado qualquer irregularidade nos contratos com a VTC Log, com a Precisa e afirma não ter pedido propina a Dominguetti.
Sérgio Reis é alvo de representação de subprocuradores por incitação ao crime

Após convocar a direita e os caminhoneiros para parar o país até que o Senado derrube os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) (relembre), Sérgio Reis é alvo de uma representação de um grupo de 29 subprocuradores-gerais da República, junto à Procuradoria da República no Distrito Federal.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o músico é acusado de ter cometido crime de incitação à subversão da ordem política ou social, além de incitação ao crime.
Ainda segundo a publicação, a peça pontua que o movimento organizado por ele pretende obstruir rodovias, fechar portos, aeroportos e impedir a livre circulação de pessoas e bens, para pressionar os parlamentares a implementar as pauta bolsonaristas do voto impresso e do impeachment dos ministros do STF.
"Diante dos graves acontecimentos que têm marcado a história recente do país, em particular as frequentes ameaças de ruptura institucional e de desrespeito à independência dos poderes e de seus integrantes, solicitamos a Vossa Excelência a distribuição desta representação a um dos membros oficiantes na área criminal, com vistas à adoção das providências que forem entendidas cabíveis", defendem os subprocuradores, na representação encaminhada ao coordenador criminal da Procuradoria da República no Distrito Federal, Carlos Henrique Martins Lima.
No documento, os signatários argumentam ainda que um eventual colapso dos serviços públicos em decorrência da paralisação poderia impactar na saúde pública do país, justamente no momento em que há uma crise com a Covid-19.
Bahia Notícias
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