quinta-feira, maio 20, 2021

Da importância teatral de ser Ernesto ao desastre real de Pazuello e Bolsonaro


Charge do Amarildo (Arquivo do Google)

Pedro do Coutto

O frase praticamente reproduz o título de uma obra-prima do teatro mundial, “A importância de ser prudente”, que também já foi traduzida como “A importância de ser honesto”, do irlandês Oscar Wilde, escrita no fim de 1894. Adapto como uma espécie de síntese dos pronunciamentos do ex-chanceler Ernesto Araújo e do ex-ministro Eduardo Pazuello à Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia do Senado. Juntam-se, portanto, dois personagens polêmicos que convergem para mais um completo desastre no governo Jair Bolsonaro.

Reportagem de Patrícia Campo Mello, Folha de São Paulo desta quarta-feira, focaliza o depoimento produzido pelo ex-chanceler Ernesto Araújo à CPI da Pandemia, algo sem pé nem cabeça, situações trocadas propositalmente com o objetivo de escapar das contradições cometidas, como por exemplo o ataque à China em que Araújo.

DESMORALIZAÇÃO – Ele negou, apesar da evidência do fato. Foi incrível. Ernesto Araújo desmoralizou a si mesmo e também o governo do qual fez parte, pois afinal de contas, como um presidente da República pode admitir tantos absurdos sem tomar uma atitude diante de um panorama sinuoso que reúne fatos duvidosos e cujo combate deveria ser imediato?

Ernesto Araújo na terça-feira e Eduardo Pazuello na quarta deixaram o governo do qual fizeram parte em uma situação espantosa, sobretudo porque o presidente da República insistiu na remessa de cloroquina e depois de criticar a China, nao confirmou as suas restrições.

A confirmação pode ser facilmente acessada por todos, basta que recorrem à memória da internet e verifiquem que na frase em que Bolsonaro condenava a vacina chinesa, sem dar o nome do país, indicava claramente que se tratava da economia que mais se expandiu em 2020. Ficou transparente o seu posicionamento.

SEM PLANO – Não foi o primeiro e não deverá ser o último equívoco produzido por um governo que até hoje não assumiu a República e não foi capaz sequer de apresentar um plano de governo, uma ideia construtiva para tirar da miséria as pessoas para as quais destinou o abono de emergência.

Não é possível que o governo federal não acerte uma iniciativa. O presidente da República incumbe-se de atacar inimigos imaginários, parecendo não poder viver sem desencadear uma ação destrutiva e punitiva. Veremos como irá se desenrolar daqui para frente este episódio que marca o passar do tempo no plano alto do Planalto.

ELETROBRAS –  A repórter Anne Warth, o Estado de São Paulo, destaca que se encontra na Ordem do Dia da Câmara Federal, o projeto do governo que propõe a privatização da Eletrobras.

A matéria ressalta que jabutis foram colocados no textos, mas a meu ver, além dos jabutis existe uma tartaruga gigante. O plano do ministro Paulo Guedes de negociar a Eletrobras já estabeleceu há algum tempo o preço de R$ 16 bilhões. Ridículo. Esse foi o valor oferecido por um consórcio formado pela Claro, pela Tim e pela Vivo para assumir o ativo e o passivo da Oi Telecom.

Como pode a Eletrobras valer R$ 16 bilhões, se ela abrange Furnas, Chesf, Eletrosul, Eletronorte e a rede de transmissão que Furnas aciona distribuindo a energia proveniente de Itaipu. Se a Oi vale R $16 bilhões, quanto valerá a Eletrobras?

SUPERSALÁRIOS – Na Folha de São Paulo desta terça-feira, o engenheiro Hélio Beltrao refere-se à questão dos supersalários. O fato é o seguinte, existem trabalhadores regidos pela CLT, principalmente nas estatais Furnas, Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal que são aposentados e continuam trabalhando.

No funcionalismo público existem casos em que determinados técnicos se aposentam e são contratados para uma função de destaque em assessoramento. A mim parece claro que eles têm que receber pela nova investidura que se encontram, pois suas aposentadorias são decorrentes do resgate de um seguro social cujas apólices vencem aos 35 anos de contribuição sendo homens ou 30 anos de contribuição sendo mulheres. Não há nada demais.

TETO –   O que o engenheiro tem razão está nos casos de pessoas que nao foram aposentadas, recontratadas ou mudaram de situação, e que incorporam vantagens que extrapolam o teto de vencimentos do funcionalismo público do país.

São situações distintas. No governo Geisel, em 1975, foi aprovada uma lei originária de projeto do ministro Nascimento Silva, criando para os celetistas que aposentados continuassem trabalhando um fundo semelhante àquele que até hoje rege o FGTS. Chamava-se pecúlio, destruído pelo presidente Fernando Henrique Cardoso que tomou a iniciativa sem saber sequer o que estava fazendo.

A permanência de aposentados no mercado de trabalho é altamente rentável tanto para o INSS quanto para a seguridade social do governo. Nos dois casos, representam uma contribuição a mais. Por que isso? Simplesmente porque eles contribuem, no caso dos celetistas os seus empregadores também, sem que as contribuições nada acrescentem a um adicional sobre as suas aposentadorias. Portanto, só proporcionam maiores receitas públicas. Francamente nao sei se já levaram ao ministro Paulo Guedes esta informação. Caso não, deixo aqui para ele pensar.  

Depoimento recomeça na CPI e o general Pazuello tem de mentir tudo de novo

Publicado em 20 de maio de 2021 por Tribuna da Internet

Ex-ministro Pazuello nem precisou do Habeas-Corpus preventivo, bastou mentir!

Em matéria de mentiras, Pazuello deu um belo show

Marcela Mattos, Gustavo Garcia e Sara Resende
G1 e TV Globo

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello foi acusado por senadores de mentir e de cair em contradição durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid nesta quarta-feira (19).

À comissão, o ex-ministro deu explicações sobre o processo de aquisição de vacinas, as negociações sobre vacina com a farmacêutica Pfizer, as informações repassadas ao presidente da República, a atuação da pasta sobre o tratamento precoce e o colapso do oxigênio em Manaus no início do ano.

CHECAGEM DE FATOS – Após o depoimento do ex-ministro, o relator Renan Calheiros defendeu a contratação de agências que fazem checagem de fatos para ajudar nos trabalhos da comissão.

“Isso é importante porque tá ficando chato, num caso desses [o de Pazuello], por exemplo, você ficar falando: ‘Olha, isso é uma mentira’, ‘O senhor não respondeu’, ‘Por favor, seja objetivo’. Isso é uma coisa que cansa e deixa a gente um chato de galochas. É melhor que tenha alguém fazendo isso com rapidez”, disse o parlamentar.

O emedebista afirmou que, na retomada do depoimento do general nesta quinta-feira, vai citar todas as mentiras e imprecisões contadas por Pazuello à CPI. “Ele talvez não tenha contado todas as vezes, tenha perdido a conta. É muita coisa”, disse.

ACAREAÇÕES DEMAIS – Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, disse que, se a comissão tiver que chamar testemunhas para fazer acareações e constatar todas as contradições de Pazuello, essas medidas ocuparão toda a agenda.

“Teríamos de acarear com a Pfizer, com o Butantan, com o secretário de Saúde do Amazonas. Se for acarear com todos, acabava a CPI só com acareações”, afirmou.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) disse que Pazuello mentiu sobre o envio de comprimidos de cloroquina a Manaus, durante o colapso de saúde na capital do Amazonas, e sobre tratativas com o Butantan por doses da Coronavac. “Documentação feita pelo próprio Ministério da Saúde mostra claramente a manifestação de interesse, por parte do Ministério da Saúde, de compra da CoronaVac. O presidente Jair Bolsonaro fala, no dia seguinte, que não vai comprar coisa nenhuma porque é da China, e, depois, o ministro diz: ‘Olha, o presidente manda, e eu obedeço'”, afirmou.

OXIGÊNIO NO AMAZONAS – Ao tratar das ações federais no Amazonas durante o depoimento, o ex-ministro Eduardo Pazuelllo afirmou que o fornecimento de oxigênio era competência do próprio estado, e não do governo federal.

 “A execução plena é do estado, do município. Não há essa discussão. Quando nós fomos a Manaus, era porque nós estávamos vendo que a situação não estava boa. Nós não sabíamos ainda de oxigênio. No momento que eu soube de oxigênio, já comecei a agir imediatamente”, disse.

Pazuello disse ainda que foi informado sobre a falta do insumo na noite do dia 10 de janeiro. O presidente e o vice-presidente da CPI, porém, apresentaram um dado diferente. Segundo eles, o secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, disse, em depoimento à Polícia Federal, que avisou o então ministro sobre a falta de oxigênio no dia 7 de janeiro – três dias antes, portanto.

MENTIRA NAS DATAS – “Eu quero alertar Vossa Excelência que a data que o secretário de Saúde diz que falou ao telefone foi dia 7 de janeiro”, afirmou Omar Aziz.

Também senador pelo Amazonas, Eduardo Braga (MDB) reagiu: “Presidente, é preciso dizer ao povo brasileiro, sob pena de nós estarmos aqui sendo coniventes com uma informação errada, mentirosa: não faltou oxigênio no Amazonas apenas três dias. Faltou oxigênio por mais de 20 dias. É só ver o número de mortos, é só ver o desespero das pessoas tentando chegar ao oxigênio”.

O ex-ministro negou ter esses dados, e o presidente da CPI avisou que faltar com a verdade iria provocar “consequências muito grandes”. “Nós não iremos parar enquanto não acharmos a verdade”, disse Aziz.

DOCUMENTO FATAL – Na sequência, o senador disse que tinha em mãos um documento do próprio Ministério da Saúde no qual a pasta relata que Pazuello havia sido comunicado sobre a falta de oxigênio. O documento é assinado pelo coronel Elcio Franco, o braço direito de Pazuello no Ministério.

Durante depoimento à CPI, Eduardo Pazuello foi questionado várias vezes sobre a recomendação para produção e distribuição de cloroquina, medicamento comprovadamente ineficaz contra a Covid-19.

Ao ser indagado pelo relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), o ex-ministro disse que o presidente Jair Bolsonaro não deu, “em hipótese alguma”, ordens diretas sobre tratamento precoce, que envolveria o uso do remédio, contra a doença. CAPITÃ CLOROQUINA – Pazuello mentiu, porque Bolsonaro é um notório defensor do medicamento, de ineficácia cientificamente comprovada no tratamento da Covid-19.

Ainda sobre o tema, Renan Calheiros questionou o general sobre a plataforma “TrateCov”, do Ministério da Saúde, que recomendava o tratamento precoce a pacientes com sintomas que podem, ou não, ser da Covid-19, inclusive, com a indicação de cloroquina.

Pazuello afirmou que o aplicativo foi uma sugestão da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, chamada pelos senadores de “Capitã Cloroquina”, em razão da defesa que faz do remédio ineficaz. Ela deve depor à CPI na próxima semana.

MANAUS FOI COBAIA – Presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que a capital do Amazonas foi usada como “cobaia” para teste da ferramenta “TrateCov”. “Isso aí é crime contra um estado, isso é crime contra as pessoas que moram na minha cidade. É cobaia, sim”, declarou Aziz.

Eduardo Braga também mencionou o lançamento da plataforma em Manaus. “O aplicativo TrateCov está na TV Brasil, com propaganda oficial. No dia 19 de janeiro de 2021, na minha cidade, na cidade de Manaus, como recomendação”, protestou Braga.

VACINA CHINESA – Pazuello também foi questionado sobre tratativas para compra de doses da vacina Coronavac, da chinesa Sinovac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Em outubro do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro desautorizou Pazuello, ao mandar cancelar um protocolo de intenções, anunciado pelo ex-ministro, de compra de 46 milhões de doses da Coronavac.

Em uma rede social, o presidente afirmou: “Não compraremos vacina da China”. Pazuello, após ter sido desautorizado pelo presidente, gravou um vídeo, ao lado de Bolsonaro, em que dizia: “É simples assim: um manda e o outro obedece”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Pazuello defendeu Bolsonaro com a lealdade de um pitbull e a veracidade de um barão de Munchausen.  É muito triste ver um homem mentindo em público para defender erros primários, especialmente quando se trata de um ex-ministro e de um general da ativa, que o Exército já deveria ter reformado, por falta de decoro e dignidade. E o festival de mentiras está sendo retomado agora no Senado, às 9h30m. (C.N.)

Deputado revela que general Ramos decidia quem teria cota do orçamento secreto

Publicado em 20 de maio de 2021 por Tribuna da Internet

Hildo Rocha diz como funciona o orçamento secreto

Lauriberto Pompeu
Estadão

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que o ministro Luiz Eduardo Ramos foi o responsável por negociar a distribuição dos recursos do orçamento secreto, usado pelo governo para aumentar sua base de apoio. Ao Estadão, o parlamentar relatou que as primeiras conversas entre o então chefe da articulação política do governo e o Congresso começaram em abril do ano passado.

O período de consolidação do esquema coincide com o momento em que o presidente Jair Bolsonaro começou a se aproximar dos partidos do Centrão.

ORIENTAÇÃO DO MINISTRO – Rocha disse que o relator do Orçamento de 2020, deputado Domingos Neto (PSD-CE), não controlava, na prática, a destinação dos recursos desse orçamento paralelo e que seguia orientações do ministro.

“Ele (Neto) não foi responsável pela distribuição. O secretário de Governo (Ramos) é quem diz os deputados que vão apontar (onde aplicar os recursos)”, declarou o deputado.

Na avaliação do parlamentar, houve um descontrole na distribuição dos recursos da emenda do relator-geral carimbada como RP9. “Como é uma coisa nova, implementada no ano passado, fica praticamente um negócio muito descontrolado, descoordenado, essa que foi a realidade. Esses recursos têm que ser iniciativa dos próprios ministros”, afirmou.

QUEBRANDO O SILÊNCIO – Rocha é o primeiro deputado a quebrar o silêncio sobre o toma lá, dá cá promovido pelo governo. O assunto dominou o Congresso desde que o Estadão revelou o esquema, mas a maioria prefere não se expor. O orçamento secreto foi usado pelo Planalto para garantir a vitória dos aliados Arthur Lira (Progressistas-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) nas eleições da Câmara e do Senado, respectivamente.

“O governo que decidiu tudo. Eu não sei quem foi que ele atendeu, como ou com quanto. Nem eu nem ninguém tem esse controle”, disse um deputado que participou do acordo, mas só aceitou falar sob anonimato. Procurado, o relator do Orçamento não quis comentar.

Hildo Rocha anunciou que votaria no colega de partido Baleia Rossi (SP) na disputa na Câmara e acabou tendo um apadrinhado na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) demitido pelo governo. “Eles tiraram o superintendente da Codevasf no Maranhão porque eu votei no Baleia”, afirmou o emedebista.

HOUVE REPRESÁLIA – O Planalto também suspendeu a possibilidade de o parlamentar destinar recursos da emenda do relator (RP9) para o Maranhão. “Estava tudo certo. Eu estava doente e quando voltei, no final de dezembro, já tinham botado para outros Estados”, disse Rocha.

Em entrevista ao jornal O Globo publicada na segunda-feira, 17, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) admitiu que os repasses privilegiaram parlamentares aliados, um modelo conhecido como “toma lá, dá cá”.

“É muita ingenuidade imaginarmos que na discricionariedade você vai tratar os desiguais de forma igual”, afirmou o ministro.

ESQUEMA DE 2019 – Na terça-feira, 18, o Estadão revelou que a proposta que criou o orçamento secreto foi gestada no fim de 2019, no gabinete do ministro Luiz Eduardo Ramos. Pelo mecanismo, o governo conseguiu reunir R$ 20 bilhões que deveriam ser usados pelos ministros com base em critérios técnicos e sem interferência do Congresso.

Um conjunto de 101 documentos obtidos pelo Estadão, porém, mostrou que o governo destinou pelo menos R$ 3 bilhões para um grupo político. Grande parte dos deputados e senadores agraciados determinou a compra de tratores, daí o escândalo ter sido batizado nas redes sociais de “tratoraço”.

O ministro Ramos negou no Twitter na terça-feira, DIA 18, ter assinado a proposta que recriou a RP9. “Mais um dia q MENTIRA é capa do Estadão. Isso é resultado da ausência de corrupção de Jair Bolsonaro”, postou. Mas a assinatura do ministro consta da exposição de motivos enviada ao Congresso com a proposta de alteração da lei. O documento deixa claro que foi Ramos quem propôs a Bolsonaro a medida.




Mais uma pergunta que não cala: o povo pergunta aos vereadores de Jeremoabo e ao Ministério Público se o prefeito de Jeremoabo pode revogar o Art. 37 da Constituição, permitindo que Cargo Comissionado do município, possa trabalhar também para Nativile?

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Agora pela manhã quando entrei no WhatsApp o primeiro assunto  que abri foi um áudio do ex-padre Moura acompanhado de uma mensagem de um servidor da prefeitura, que solicitou o anonimato com receio de represália, cujo teor  exponho abaixo:

Dedé, não me surpreende as mentiras de DERI para chegar a reeleição, mas a cara de pau do Senhor Moura, querer desvincular a presença da Natville ao Prefeito DERI, considerando que juntos: Prefeito e Empresária, garantiram 4.000 empregos para os Coligados do prefeito. Acredito que neste momento, muitos litros de óleo de peroba foram gastos, para ter coragem de vir a público com essa justificativa fajuta, até onde chega o ser humano!..." (sis)

Quanto ao áudio o cidadão faz uma pergunta mais diretamente aos vereadores de Jeremoabo, principalmente para os que estão em todas as reuniões bradando que está ali para representar o povo que o elegeu e, que não apoia corrupção e desonestidade.

Vamos lá: segundo Moura a  Nativile  já está em Jeremoabo e muito bem representada na pessoa de um homem que dispensa  qualquer comentário Luiz Carlos Bartilotti  Lima  Lula de Dalvinho ... ele hoje é quem responde  pela Nativile aqui em Jeremoabo... ela hoje está aqui em Jeremoabo na pessoa do ex-prefeito, ex- vice prefeito Luiz Carlos Bartilotti Lima, já estão procurando já estão comprando leite aqui no município ...a Nativile hoje é uma realidade em Jeremoabo, qualquer pessoa que quiser falar coma Nativile procure Luiz Carlos Bartilotti Lula de Dalvinho " (sic)


Segundo o cidadão denunciante LUIZ CARLOS BARTILOTTI LIMA, EXERCE  NA PREFEITUAR DE JEREMOABO O CARGO  COMISSIONADO ASSESSOR REGIONAL, Carga Horária de 40 horas, recebendo todo mês  R$ 3.001,28.

A Pergunta que esse cidadão faz aos vereadores de Jeremoabo é:

1 - Onde fica a dedicação exclusiva para quem exerce Cargo Comissionado?

2 - Será que o prefeito de Jeremoabo já revogou o  art. 37 da Constituição, ou desconhece que isso é uma suposta acumulação ilícita,  suposta improbidade administrativa, ou mesmo peculato? 

Nota da redação deset Blog - Abstenho-me a comentar esse assunto, já que os vereadores como defensores dos interesses da coletividade, e fiscalizadores do erário público, não se omitam nem tão pouco apelem para a prevaricação; simplesmente preste uma satisfação a população jeremoabense.

quarta-feira, maio 19, 2021

Jeremoabo: Prefeito Deri do Paloma pode ser investigado por improbidade administrativa

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O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) determinou, nesta quarta-feira (19), que seja formulada uma representação ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra o prefeito de Jeremoabo  para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa, em razão de irregularidades por promoção pessoal no exercício de 2018, além da mulat de R$ 5.000,00(cinco mil reais).

Trata-se de um recurso que o prefeito ingressou no TCM contra um acordão onde o prefeito Deri do Paloma já havia sido condenado.

Mesmo ingressando com recurso patrocinado pelos advogados Sr. Allan Oliveira Lima - OAB/BA nº 30276, Sr. Ramon William Mendes Brandão - OAB/BA nº 42056 e Sra. Jacqueline Carneiro Simões Guimarães – OAB/BA nº 59439, permaneceu a denúncia dos vereadores da oposição, amparados no seu dever de fiscalizar e defender o interesse do povo, sinal que estão agindo conforme a lei,

Resultado do Julgamento no TCM-BA contra o  prefeito Deri do Paloma,  R$ 5.000,00 (cinco mil reais). de multa e representação ao Ministério Público Estadual.


Mentira do Ano! Heleno afirma que o Centrão faz parte do show e não existe mais

Publicado em 19 de maio de 2021 por Tribuna da Internet

Ministro Augusto Heleno é ouvido por deputados em comissão da Câmara Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

Helena rivaliza em mentiras com Araújo e Pazuello

Bruno Góes
O Globo

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, afirmou nesta quarta-feira que mudou sua opinião sobre os partidos do chamado Centrão, que agora fazem parte da base do presidente Jair Bolsonaro. Durante a campanha de 2018, em convenção do PSL, Heleno associou, em palanque, os políticos do grupo à corrupção. Na ocasião, afirmou que, “se gritar Centrão, não fica um, meu irmão”.

Em audiência da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, Heleno argumentou que a sua mudança de pensamento “faz parte do show político”.

ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS – O general também foi questionado sobre a presença de militares em protestos antidemocráticos e o incentivo de Bolsonaro à participação de apoiadores neste tipo de ato. Heleno afirmou que nunca ouviu “qualquer referência a medidas autocráticas ou a perseguição de adversários” por parte do presidente.

Perguntado sobre o fato de o presidente se referir à parte das Forças Armadas como “meu Exército”, argumentou que não há problema.

— Só queria registrar que o presidente é o chefe das Forças Armadas. Eu gostaria muito que todos os brasileiros se referissem à minha Marinha, meu Exército, porque são instituições de cada brasileiro. Gostaria que todos os brasileiros se valessem (dessa forma de falar) — disse Heleno.

RESERVA E ATIVA – O ministro do GSI também disse que militares da reserva podem participar de manifestações, diferentemente dos que estão na ativa:

— Os da ativa não podem, e serão devidamente punidos se aparecerem em manifestações políticas.

Heleno voltou a negar a produção pela Abin de relatório para auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Em dezembro, a revista ÉPOCA revelou que o filho do presidente foi orientado sobre como agir para obter provas para anular o caso Queiroz. A advogada de Flávio, Luciana Pires, afirmou que os documentos foram enviados ao senador por Alexandre Ramagem.

— Não houve relatório da Abin tratando de Flávio Bolsonaro. Havia duas advogadas (de Flávio em reunião). Elas relataram alguma coisa sobre Flávio. Eu e Ramagem pensamos: “isso não tem nada a ver”. E eu deletei isso (da cabeça) — disse Heleno.

TUDO SEM PROBLEMA – Perguntado sobre o conteúdo de reportagem da revista “Crusoé”, que revelou ordens da Abin para recolher informações sobre irregularidades na aplicação de recursos da Saúde em estados e municípios, o ministro também disse que não há problema. De acordo com a publicação, a agência foi usada para municiar o governo. O propósito seria desviar o foco dos trabalhos da CPI da Covid. A comissão investiga a omissão do governo federal na condução do enfrentamento à pandemia.

— Sobre o pedido de desvio de recursos e malfeitos, de verbas destinadas a estados e municípios, é uma atribuição constitucional da Abin — disse Heleno, que concluiu: — Pode ser solicitado pelo presidente da República que verifique as verbas.

O ministro falou sobre o assunto ao ser perguntado pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP). Agora, Heleno diz inclusive acreditar que “não existe” mais o Centrão. Na reunião, outros integrantes do GSI falaram sobre os trabalhos da pasta, como o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

NÃO HÁ MAIS CENTRÃO… – “Sobre o Centrão, aquela brincadeira que eu fiz foi numa convenção do PSL na campanha eleitoral. Naquela época existia à disposição, na mídia, várias críticas ao Centrão. Não quer dizer que hoje exista Centrão. Isso foi muito modificado ao longo do tempo. E eu não tenho hoje essa opinião. E não reconheço hoje a existência desse Centrão. Então, naquela época… É uma situação de evolução de opinião. Faz parte da vida do ser humano. Inclusive vossa excelência (Kim Kataguiri) já mudou de posição várias vezes ao longa da sua trajetória política. Então, isso aí faz parte do show político’’ — disse Heleno.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Ah, Erasmo Carlos, agora entendi aquela tua canção “Pega na Mentira”. É ex-chanceler mentindo, é general mentindo, é ministro mentindo, é presidente mentindo… Pelo visto, eles são teus fãs e incorporam o pega na mentira na vida deles. Cada um mente mais do que o outro, é um verdadeiro festival. Por isso, resolvi criar o concurso Mentira do Ano. (C.N.)


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