segunda-feira, setembro 28, 2020

Bolsonaro dá o exemplo, as pessoas começam a abandonar o uso de máscaras e a covid se fortalece

 

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Sem máscara de proteção: Ibaneis vai multar Bolsonaro? - Poder no quadrado

Jair Bolsonaro sai do palácio com a filha. sem usar máscara

Carlos Newton

Em todo o país, a Justiça Eleitoral recomenda que os candidatos façam campanha sem promover aglomerações e existe uma preocupação muito grande com o processo de votação, que costuma causar longas filas e concentração de pessoas em ambientes fechados, como escolas e outros locais onde são instaladas as urnas.

Essas recomendações são superválidas, porque só existe uma maneira de dominar a covid-19, que é mantendo o isolamento, evitando o máximo de contato entre as pessoas, seguindo os hábitos de higiene e usando permanentemente a máscara.

REGRAS UNIVERSAIS – As regras para controle da pandemia são universais, precisam ser seguidas em todos os países. Mas aqui no Brasil, temos um presidente da República que simplesmente não aceita essas normas e até desdenha delas sempre que há oportunidade.

Desde o início, Bolsonaro incentivou que se formassem aglomerações em torno de si, fazendo questão de não usar a máscara e cumprimentando as pessoas como se não existisse pandemia. Ou seja, não dá a menor importância à necessidade de uso da máscara, comprovadamente capaz de reduzir a contaminação e salvar vidas.

Na semana passada, Bolsonaro passou todos os limites, ao ironizar as autoridades dos três poderes que recentemente se contaminaram.

DISSE O PRESIDENTE – Nessa quinta-feira, dia 24, declarou o presidente da República: “Fico vendo Brasília. A alta cúpula do poder em Brasília, alguns do Executivo, do Judiciário bastante, do Legislativo também. Máscaras 24 horas. Dormiam com máscaras, cumprimentam assim” — disse, simulando um toque com o cotovelo. E prosseguiu:

“Pegaram o vírus agora, não adianta. O que eu ficava falando lá atrás: toma cuidado quem tem comorbidades, esperando vacina, um remédio comprovado cientificamente, mas não adianta, vai acabar pegando. E ficando em casa, não resolve nada. Um dia vai ter que sair da toca, sair de casa e vai acabar pegando o vírus”.

BOLSONARO VENCEU – Foram meses e meses de insistência titânica, mas agora podemos reconhecer que o presidente venceu mais essa batalha.

Neste sábado, eu saí às ruas com minha mulher, para encher o tanque do carro, fazer compras no supermercado. na farmácia e na padaria. Ficamos impressionados. Em nossos cálculos, entre 30% e 40% das pessoas nas ruas já não usam máscaras ou ficam com o nariz a descoberto.  E os bares cheios, em clima de confraternização. Mas o pior foi notar que não somente as pessoas entravam nas lojas sem máscaras, mas em alguns estabelecimentos eram atendidas por vendedores que também não as usavam.

Bolsonaro venceu. Seu exemplo deu frutos. O Rio de Janeiro, Manaus e outras cidades brasileiras já estão enfrentando nova onda de contaminações, enquanto a China, apesar de já ter controlado a situação há dois meses, continua determinando que as regras sejam seguidas, e lá ninguém deixa de usar máscara.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Na França, na Inglaterra e em outros países que relaxaram as normas, a covid-19 não dá trégua, mas na Itália, que mantém o rigor preventivo, o número de contaminações tende a diminuir. Enquanto isso, aqui na Terra de Santa Cruz, la nave va, cada vez mais fellinianamente, em direção ao iceberg da pandemia. (C.N.)  

As supremas vaidades do STF protegem criminosos e impedem que se possa fazer justiça

 

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Injustiça Brasileira: Charges sobre a Justiça Brasileira | Imagens de  humor, Juiz, Controle de constitucionalidade

Charge do Alpino (Yahoo Notícias)

José Paulo Cavalcanti Filho
Folha

Tudo começou com Prudente de Moraes e Ruy Barbosa, ao redigir a Constituição de 1891. Preocupados com o fim caótico do Império, e o início também caótico da República, decidiram recriar o Poder Moderador, até então exercido por Pedro II – que, com seu bom senso, garantiu estabilidade ao país naquela quadra histórica.

Esse papel foi atribuído ao Supremo. Que, além de decidir questões da Constituição, passou, também, a ser instância revisora do Judiciário.

É MUITA INSENSATEZ – O resultado é que a Suprema Corte dos Estados Unidos julga, por ano, 80 casos. Em 2019, França julgou 80. Alemanha, 82. Inglaterra, 90. Enquanto no ano passado, em nosso Supremo, havia 93.197 processos para julgar. É insensato.

Uma das consequências péssimas desse acúmulo de processos é o excesso de decisões monocráticas. O ministro Fachin, no último censo disponível, julgou sozinho 8.820 casos em um ano. O ministro Moraes implantou a censura, reproduzindo a Ditadura, sem ouvir ninguém.

Outros ministros soltam todos os que caiam em suas mãos – amigos, empresários, políticos, traficantes, Deus e o Diabo. Uma compulsão a ser estudada.

PRISÃO APÓS SUPREMO? – Em resumo temos, hoje, 11 Supremos. Fosse pouco, no Brasil, só se vai preso depois de quatro instâncias (agora cinco, com o Juiz de Instrução). O que não ocorre com nenhum dos 193 países da ONU, quando se dá em Primeira ou, no máximo, Segunda Instância.

Um paraíso da impunidade que responde pelas montanhas de réus que deixam de cumprir penas pela prescrição. Especialmente nossa elite política – entre eles, mais recentes, Aécio, Gleisi, Jucá, Lindenberg, Renan.

Para brilhar, na Globo, ministros fazem até projetos de implantar o Parlamentarismo. E falam sobre qualquer assunto. “Tudo é vaidade”, ensina o Eclesiastes (1.2.).

É TAMBÉM LEGISLATIVO – Fosse pouco, o Supremo se auto-outorgou, também, o papel de Poder Legislativo. E de Executivo. Proibindo, inclusive, nomeação de ministros e agentes administrativos, redução de salários, emprego da Força Nacional, entrar em favelas, usar helicópteros nos morros.

Em resumo, o STJ deve, mesmo, ser última instância do Judiciário. Já é tempo de fazer como todos os demais países do planeta, senhores. Cabendo, ao Supremo, julgar tão somente ofensas à Constituição.

Abandonando as decisões monocráticas e passando a ser, em palavras de Fux (novo presidente do Supremo), só “uma Corte eminentemente constitucional”. Por que não?, eis a questão.

Itamaraty faz chantagem tola com a União Europeia e exibe a derrocada da diplomacia


Ernesto Araújo afirma que o Brasil pode sair do Mercosul | bloglimpinhoecheiroso

Charge do Aroeira (Portal O Dia/RJ)

Deu em O Globo

O Itamaraty já foi referência mundial de diplomacia. Sob o comando do bolsonarista Ernesto Araújo, dominado por uma visão estreita, não consegue contornar as resistências europeias a ratificar o acordo do Mercosul com a União Europeia (UE). O presidente Bolsonaro não ajuda, é certo, mas o Brasil não jogar o jogo diplomático que sempre soube jogar torna tudo pior. O governo e o chanceler são exímios em fazer gols contra.

O alcance do acordo para o Brasil não é percebido em Brasília. O ex-embaixador em Washington Rubens Barbosa, especialista em comércio internacional, chama a atenção para a amplitude do tratado. Não é apenas um conjunto de regras comerciais. Entre as vantagens está o aumento na integração industrial do país ao mundo, permitindo acesso a tecnologias avançadas.

QUESTÃO DE ESTADO – O acordo precisa ser encarado como questão de Estado, não de governo. Afinal, foram vinte anos de negociações. Seria o cúmulo que, depois de assinado, tudo viesse por água abaixo.

Pois é o que parece vir acontecendo. Pressionado por agricultores que temem competir com exportações do Brasil e da Argentina, o governo francês está à frente das resistências ao acordo. Resultados de um estudo passaram a dar ao presidente Emmanuel Macron argumentos para pregar que os parlamentos da UE não homologuem o tratado.

Por algum método a que o Itamaraty precisaria ter acesso, calculou-se o desmatamento que as exportações de alimentos permitidas pelo acordo causariam. Foi estimado, também não se sabe como, o “custo climático” do fluxo de comércio: “entre 4,7 milhões e 6,8 milhões de toneladas equivalentes de CO2”.

UMA NOTA BUROCRÁTICA – Para responder ao estudo francês, a diplomacia de Ernesto Araújo redigiu uma burocrática nota conjunta com o Ministério da Agricultura e caiu na esparrela de ensaiar uma chantagem com a UE:

“A não entrada em vigor do Acordo Mercosul-UE (…) estabeleceria claro desincentivo aos esforços do país para fortalecer ainda mais sua legislação ambiental”. Aquela que o próprio governo descumpre. A reação envergonha o Itamaraty secular, aquele que, na Guerra das Malvinas, não rompeu com a Inglaterra e ajudou a Argentina. Uma proposta de fazer da Amazônia refém, para pressionar pela homologação do acordo, nem sequer chegaria a ser posta sobre a mesa de qualquer reunião no velho ministério.

DIPLOMATAS “ESPERTOS” – A diplomacia bolsonarista deve se achar esperta, mas abrir a Amazônia a garimpeiros e madeireiros ilegais só ajuda o protecionismo europeu, cujos argumentos se fortalecem a cada faísca nos biomas brasileiros. Escapa ao Itamaraty de Araújo que o país não tem aquilo que o jargão diplomático chama de “excedente de poder” — economia desenvolvida, força militar etc. — para tentar tal chantagem.

Por si só, ela seria indefensável. É essencial cuidar do meio ambiente, não só para não dar argumentos aos europeus, mas sobretudo em benefício próprio, já que a floresta é a garantia das nossas condições climáticas e da maior produtividade agrícola. O risco do Brasil é ficar sem acordo e sem floresta.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A matéria de O Globo esqueceu de mencionar que os Estados Unidos serão o país que mais se beneficiará com o malogro do acordo entre o Mercosul e a União Europeu. O governo do “muy amigo” Trump torce desesperadamente para que o governo brasileiro se incompatibilize com os países europeus. Mas o presidente Bolsonaro e o “chanceler” Ernesto Araújo não são capazes de entender o que está acontecendo. A ala militar do Planalto até entende, mas se omite porque Bolsonaro aumentou os salários dos militares e os ministros estão ganhando mais do que o dobro do que recebiam antes. E o poder embriaga os ministros, sejam civis ou militares. (C.N.)   

Candidatos com patrimônios milionários receberam auxílio emergencial de R$ 600


Charge do Bira Dantas (humorpolitico.com.br)

Natália Portinari
O Globo

 Ao menos 298 candidatos a vereador e prefeito que declararam à Justiça Eleitoral mais de R$ 1 milhão em bens receberam auxílio emergencial do governo, segundo levantamento do O Globo. Ter patrimônio alto não é necessariamente um impeditivo para receber o benefício, mas é um indício de irregularidade.

Tem direito a receber o auxílio quem for autônomo, informal ou estiver desempregado, pertencer a uma família com renda familiar mensal de até três salários mínimos (ou meio salário mínimo por pessoa) e não tiver recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28,5 mil.

DONO DE SHOPPING – O advogado João Ricardo Baracho Navas, candidato a vereador em Itapetininga (SP) pelo PP, declarou um patrimônio de R$ 6,4 milhões. Ele é dono de um shopping e de um escritório de advocacia, além de um barco e alguns carros. Anunciou, recentemente, que está investindo em um novo prédio comercial e, neste mês, pediu indicação de faxineira para trabalhar duas vezes por semana.

Contatado, diz que requisitou o auxílio porque está “tudo parado”: “Não tenho renda nenhuma. Meus imóveis, que são de locação, não estão funcionando, e meu escritório está parado. Tenho quatro filhos para criar. Não é fácil. Nessas épocas de crise, o patrimônio gera até despesas, porque tem que mandar funcionário embora. Demitimos todo mundo”.

Na sua página do Facebook, nos últimos meses, João Navas tirou dúvidas de moradores da cidade sobre o auxílio emergencial. Questionado sobre se seu rendimento em 2018 foi menor do que R$ 28,5 mil, critério para receber o auxílio, Navas disse não ter essa informação.”Desde 2015 que eu estou cada dia mais endividado, não tenho renda fixa”, afirma.

“DESEMPREGADO” – Marcelo Barros, candidato a vereador pelo PSC em Varginha (MG), tem um patrimônio declarado de R$ 3 milhões, sendo um terço do valor referente ao terreno onde fica o motel de seu irmão que, segundo ele, está sem receber visitantes. “Eu fui gerente da Peugeot, mas hoje eu tenho 70 anos e ninguém me dá um emprego. São coisas que vão acontecendo na vida da gente. Eu não ganho nada, infelizmente”, diz Marcelo.

Entre os candidatos com patrimônio milionário que receberam auxílio emergencial identificados pelo GLOBO, há 15 pessoas com patrimônio acima de R$ 5 milhões; 254 são candidatos a vereador, 25 a vice-prefeito e 19, a prefeito.

Dilonzinho Miranda, candidato a vereador em Virginópolis (MG) pelo PL, declarou um patrimônio de R$ 5,8 milhões. Ele tem três fazendas, dois caminhões, uma caminhonete e um carro. Ainda assim, recebeu o auxílio. Procurado, ele não respondeu por que pediu o benefício.

FRAUDE – Alguns dos milionários podem ter sido alvos de fraude, como ocorreu com o candidato a prefeito Beto Francisco Machado, de Pirajuba (MG). Com um patrimônio de R$ 7,8 milhões, ele afirma que seu nome foi usado indevidamente. Ele já devolveu o dinheiro à União e enviou os comprovantes ao O Globo.

O fazendeiro Geso Evangelista Nerys, com patrimônio de R$ 2,9 milhões, alega que, apesar de ser dono da fazenda (com plantação de milho e 55 cabeças de gado), ter dois tratores e caminhonete, está praticamente sem renda. Ele vai concorrer a vereador em Vila Propício (GO) pelo PDT. “Sou dono, mas sou dono fraco. Não estou dando conta nem de tocar a terra. Pode ter patrimônio, mas sem investimento, não dá conta, o mato toma conta (do terreno). Tive muito prejuízo no milho neste ano”, diz.

Para as parcelas futuras de R$ 300 do auxílio emergencial, o governo endureceu as regras, excluindo quem tinha a posse ou propriedade de bens ou direitos de valor superior a R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019. O critério não existia nos pagamentos anteriores, analisados pelo O Globo.

INDÍCIO DE CRIME – Para o advogado especializado em direito penal Pedro Luís de Almeida Camargo, a declaração falsa para obter o auxílio pode configurar crime: “Se for constatado que a pessoa inseriu informações falsas na declaração para receber o auxílio, ela pode ser investigada e processada pelo crime de estelionato, que prevê pena de um a cinco anos, aumentada em um terço pelo fato de a fraude ter sido cometida em detrimento da União”.

José Moroni, membro do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos de Brasília, diz ser possível investigar os casos apontados. “O que justifica que alguém que tenha um patrimônio acima de R$ 1 milhão não tenha tido uma renda de, no caso de 2018, até R$ 28 mil? É possível que ela não tenha declarado a renda no Imposto de Renda. Ou seja, esse pode ser um indício de uma outra irregularidade, que é a sonegação”, afirma.

DEVOLUÇÃO – O Ministério da Cidadania afirmou que “tem atuado em conjunto com Polícia Federal e Ministério Público Federal para garantir a persecução penal de crimes praticados contra o auxílio emergencial”. A pasta disse ainda que, além “das sanções civis e penais cabíveis”, quem recebeu o benefício indevidamente terá de devolver o valor.

O ministério diz já ter recebido de volta R$ 166,19 milhões pagos a quem não teria direito e que o índice de desconformidade no auxílio é de apenas 0,44%, segundo uma análise da Controladoria-Geral da União.

domingo, setembro 27, 2020

VIOLÊNCIA SÓ GERA MAIS VIOLÊNCIA!

 


Quando não se sabe a quem atribuir uma culpa, é no mínimo um ato de irresponsabilidade, culpar uma sociedade ou até mesmo um Grupo Político, por uma autoria desconhecida, quando você aponta um dedo na direção do outro, outros quatro se voltam contra você.
Senhor Secretário de Infraestrutura, eu apoio a sua indignação pelo vandalismo apontado, mas discordo totalmente, quando sem sequer saber quem foi, direciona suas reclamações para o Grupo Político que se opõe ao Gestor Municipal.
Já é tempo de assumirem seus próprios erros e deixar de viverem o passado, é preciso que vocês entendam que o Município não sofre ação de continuidade, logo, todos são passageiros, menos o Município.
Não é a oposição que está cultivando o ódio, portanto, se há gente semeando vento, para colher tempestades, provavelmente, você só necessite olhar ao redor ou por onde andas.
Ninguém merece suas insinuações e culpar sem provas, é no mínimo um ato leviano, mais civilidade nunca fez mal a ninguém!
Nota da redação deste Blog - Recebi essa foto, portanto, que fez não se escondeu ne poderá negar, deverá assumir sua culpa, que aliás subir em bancos de praças em Jeremoabo já se tornou rotina, independente de grupos.
Agora o que não se pode é querer imputar a um grupo de forma incorreta e injusta.
O bom administrador tem obrigação de agir com diplomacia, cabeça fria e com bom senso.
Como diria  Renato Russo: " vamos celebrar a estupidez humana..."

A utopia da imparcialidade jornalística

 por Victor Viana

Há os que superestimam a profissão de jornalista, talvez iludidos pela mídia de fofocas que deu um upgrade na imagem de alguns coleguinhas, fazendo com que o leitor – na maioria das vezes apenas telespectador superficial de telejornais – passasse a ver e crer na função como algo glamoroso.

Inspirados muitas vezes em personagens de telenovelas, veem o jornalista como um herói acima do bem e do mal. Na outra ponta da corda estão os que – incluso jornalistas – consideram-nos como prostitutas, afinal escrevemos para quem nos paga. Salvo o exagero, o certo é que jornalismo é uma profissão como outra qualquer e, como em qualquer profissão, trabalhamos para comprar pão e leite, pagar conta de luz e água, coisas comuns de pessoas comuns.

Se grandes jornalistas como o veterano Gay Talese decretam a morte do chamado “repórter herói” – aquele que antes da TV cobria as guerras e passava informações que muitas vezes contrariavam as dos governos –, não se pode confundir em nenhum momento com tal jornalismo “bom mocismo” que é bem comum na imprensa de interior, onde o “ficar em cima do muro” é vendido com a intenção de fazer a população crer que isso seja a tal imparcialidade jornalística.

O apresentador e o repórter

É fato e é regra que uma reportagem ou notícia ouça todos os lados envolvidos, isso é o que dará um considerável grau de “imparcialidade” a essa produção – é minha humilde opinião, mas é parecida com a de alguns acadêmicos de nosso oficio, como Nilson Lage e Fernanda Schneider. O jornalista é antes de tudo um ser humano, tem suas convicções e seus signos pessoais que sempre irão influenciar sua visão do fato, é também funcionário ou autor de um veiculo – se freelancer produz já pensando a que veículo enviará sua produção – e cada veículo tem sua “linha editorial” ou sua orientação bem definida do que quer “vender”.

Apurar um fato já conta como um ato de parcialidade. Escolhemos a fonte que acreditamos ser a melhor, os ângulos que pensamos serem os mais próprios, a pauta que imaginamos interessar o leitor ou – quem tem coragem de assumir, que assuma – o editor. Quando escrevemos colocamos em colunas encabeçadas por leads o que achamos mais importante ou interessante. A decisão é do jornalista e não do fato. Assumir-se neutro já consta como um ato não parcial, visto que declarar-se assim já é uma posição que se toma diante de alguma coisa.

O certo é que devamos buscar a tal “imparcialidade” como uma utopia a ser perseguida de forma a sermos o mais justos possível, sem nos perdermos em ilusões. Quando me perguntam sobre ética jornalística, respondo o que li ou ouvi – e não me recordo de quem – que se como jornalista tiver de prejudicar alguém importante pense duas vezes e se for prejudicar alguém que não terá condições de se defender depois, não o faça.

Aos amigos que estão e estiveram na tarimba, concordamos, acredito, que essa é uma profissão maravilhosa, porém espinhosa, que não paga toda nossa dedicação e trabalho, bem diferente do que alguns pensam ser ao ver e confundir o apresentador de reality show com o repórter, quando ali o mesmo interpreta papéis bem distintos.

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Victor Vianaé repórter policial em O Noticiário dos Lagos, Cabo Frio, RJ

https://www.blogger.com/blog/post/edit/25162499/8632645356732747412

Nota da redação deste Blog - Mantenho esse Blog não para ganhar dinheiro, mas como um meio de fazer a mente trabalhar, não ficar ocioso já que estou aposentado.

Quanto a parte política não devo obrigação nem a minha cabeça a nenhum partido, voto e até apoio o que achar melhor para Jeremoabo, para isso não adianta ninguém querer dá opinião qual o lado que devo seguir porque está perdendo tempo, não sou manipulado, tenho minha opinião e meu ponto de vista.

Alguns estão querendo dá pitaco onde não pode nem deve, estou me referindo a eleição desse ano, antes eu era contra o modo de Anabel governar, com isso não quer dizer que ela não mude, não se aperfeiçoe e corrija seus erros.

 "Mas a verdade é que nada dura para sempre. Nem o sofrimento e nem a alegria e temos que nos acostumar a lidar com isso, pois é algo que não está no nosso controle".

Nada é absoluto. Tudo muda, tudo se move, tudo gira, tudo voa e desaparece.

Só muda de opinião, quem tem opinião.

Só me resta lamentar

 


Atos dessa natureza não deveria acontecer, está errado, não é a primeira vez que isso acontece nem será a última, porém, não venham querer jogar a culpa na candidata Anabel porque ai já será imbecilidade.
Nessa mesma avenida a prefeita Anabel também construiu uma praça,  com poucos dias quebraram uma mesa, ao tomar conhecimento fiz uma matéria condenando veemente, só que a atitude impensada partiu de um garoto que a genitora do mesmo ao tomar conhecimento assumiu a responsabilidade para arcar com as despesas.
Naquela ocasião queriam jogar a culpa no grupo de Deri, porém contestei como contesto agora.

Bruno Reis dá largada na campanha pela prefeitura em missa na Igreja do Bonfim

Bruno Reis dá largada na campanha pela prefeitura em missa na Igreja do Bonfim
Foto: Valter Pontes / Divulgação

Candidato à prefeitura de Salvador, Bruno Reis (DEM) deu largada na sua campanha neste domingo (27), ao participar de uma missa na Igreja do Bonfim. Ele compareceu ao local com o prefeito ACM Neto (DEM) e sua vice, Ana Paula Matos. 

 

"Sempre, nos momentos decisivos da minha vida pública, eu venho aqui pedir proteção, que Deus ilumine a nossa caminhada e que a gente possa sempre dar o melhor. Foi assim em todos os desafios da minha vida pública. A expectativa é a melhor possível. Iniciamos hoje essa caminhada respeitando todas as orientações e protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e vamos levar nossas propostas e nossas ideias", disse.

 

“O nosso grande diferencial é a experiência administrativa, o conhecimento da cidade e dos seus problemas e quais são os caminhos para solucioná-los. Nós vamos mostrar ao longo desta campanha que, para Salvador avançar, diante de todos os nomes colocados, com muita humildade e respeito a todos eles, o nosso nome é o que preenche os melhores requisitos", acrescentou.


Nota da redação deste Blog - Li muita gente  criticando a candidata Anabel porque junto com uma multidão principalmente de professores, deu a largada de véspera do início  da sua campanha em frente a igreja do padroeiro de Jeremoabo São João Batista, em busca de paz e de uma campanha civilizada, sem violência.

Diante de tantos espinhos que estão aparecendo em Jeremoabo, a candidata Anabel lembrou que: "Sem Jesus uma flor tem mil espinhos com Jesus um espinho tem mil flores".

Lendo as palavras do candidato a prefeito de Salvador, parece até que foi combinado com Anabel, já que o conteúdo é praticamente  o mesmo, de pessoas capacitadas, conhecedoras do que significa uma administração municipal, senão vejamos:


"Sempre, nos momentos decisivos da minha vida pública, eu venho aqui pedir proteção, que Deus ilumine a nossa caminhada e que a gente possa sempre dar o melhor. Foi assim em todos os desafios da minha vida pública. A expectativa é a melhor possível. Iniciamos hoje essa caminhada respeitando todas as orientações e protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e vamos levar nossas propostas e nossas ideias", disse.


Observem o que é ser candidato responsável , que respeita  orientações,  tem responsabilidade e respeito a vida humana.


Iniciamos hoje essa caminhada respeitando todas as orientações e protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e vamos levar nossas propostas e nossas ideias", disse.


Diferente do atual  governo de Jeremoabo que não respeita nem o seu proprio decreto.



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