segunda-feira, agosto 03, 2020

Augusto Aras está blefando ou vai anular todas as condenações feitas pela Lava Jato

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Aras endurece medidas contra bolsonaristas e tenta conter ...
Augusto Aras alega ter provas, mas ainda não exibiu nenhuma…
Jorge Béja
As declarações do Procurador-Geral da República Augusto Aras, tais como “a força tarefa da lava jato é uma caixa de segredos”, “50 mil documentos invisíveis à Corregedoria são 50 mil documentos sob opacidade”, “caberá a eles apurar a verdade, a extensão, a profundidade e os autores e coautores e os partícipes de tudo que declarei”, “porque me acostumei a falar com provas, e tenho provas, e essas provas já estão depositadas perante os órgãos competentes”, “é hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”…
São mais do que declarações. São acusações, pesadas e comprometedoras, contra a força-tarefa da Lava Jato. Quem fala em “opacidade”, em “autores e coautores e partícipes”, quem fala em “provas”, em “correção de rumos”… não está se referindo a heróis, a atos heróicos, virtuosos. Nem a respeito do que é justo, bom, valioso e legal.
ANULAR AS AÇÕES – Quem fala assim, se refere a coisas ruins, a tudo que não presta.  Não presta e que pode levar à anulação das ações penais derivadas da referida operação, que teve Curitiba como o epicentro. Se não de todas, de muitas.  Aras está com raiva. Seu semblante é de briga. Não sorri. Tom de voz agressivo e desafiador. Testa sempre franzida. Dedo em riste (digitus erexit).
Caso não esteja com razão, perderá. E nunca mais vai se levantar. Perderá, será processado, punido e terá um triste fim de carreira.  Mas se estiver com razão, no final poderá dizer autoexaltações tais como: “Vim, vi e venci”. “Venci o bom e justo combate”.  “Comigo, como Procurador-Geral da República, a verdade veio à tona e a Justiça foi feita”.
LAVAJATISMO – A referência de Aras à Lava Jato como “lavajatismo”, é qualificação pejorativa. É desqualificação. É depreciar, rebaixar e menosprezar tudo o que a Polícia, o Ministério Público e a Justiça de todas as instâncias, no âmbito federal, fizeram e decidiram ao longo dos anos.
Aras diz ter provas, pois “me acostumei falar com provas e tenho provas”. Certamente que são provas para derrubar a Lava Jato, seus processos e condenações. Para exaltá-la é que não são. E a derrubada da Lava Jato leva de roldão a desconstituição, a anulação e o desfazimento das ações penais, mesmo as já concluídas, que dela (da Lava Jato) derivaram e que dela derivam, para as que ainda estão em curso.
Ou seja, investigações, inquéritos e ações penais que tiveram início, meio e fim (ou ainda em tramitação), com base nas investigações e provas que o “lavajatismo” obteve, e Aras, agora, coloca sob suspeição.
SEM VALIDADE – E se tanto acontecer e Aras comprovar o que disse, tudo cai. Tudo perde a validade. E todos os condenados voltam a ser inocentes, até prova em contrário. E os presos serão soltos. Até mesmo as quantias recuperadas serão restituídas. Ou permanecerão depositadas à disposição da Justiça. Será uma “tsunami” na história da investigação político-policial-judicial do Brasil. Será vergonhoso. Será catastrófico, para a Lava Jato. Os erros judiciários no nosso país não são poucos. O mais famoso deles é o chamado “Caso dos Irmãos Naves”.
Tudo vai depender das provas que Augusto Aras diz tê-las. Se forem provas robustas e que representem nulidades processuais insanáveis, provas forjadas, conluios e outras de grande peso, caberá, para as ações penais findas, o recurso da Revisão, previsto no artigo 621 do Código de Processo Penal. Isto é:
  1. a) quando a condenação se fundou em depoimento, exames ou documentos comprovadamente falsos;
  2. b) quando a condenação decorreu contra texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos:
  3. c) quando, após a condenação, forem descobertas novas provas de inocência do condenado.
A QUALQUER TEMPO – São as hipóteses que no Código de Processo Penal autorizam o recurso da Revisão. E mais: recurso de Revisão pode ser requerido a qualquer tempo, mesmo após o cumprimento da pena e até mesmo pelo cônjuge, ascendente, descendente ou irmão do condenado que já tenha morrido.
Mesmo que o Código de Processo Penal não inclua o Ministério Público como parte legítima, ao lado do vitimado pelo erro judiciário e de seus parentes, para iniciar o recurso de Revisão, a própria Procuradoria-Geral da República detém implicitamente esta legitimidade. Sim, porque quem é parte legítima para acusar e pedir a condenação é, também, parte legítima para reconhecer o erro que cometeu e pedir a anulação do processo a que deu origem.
Além disso, sendo o Ministério Público parte legítima para impetrar Habeas Corpus, por que não será, então, parte legítima para pedir a correção-reparação de erro que a própria instituição cometeu?. E os advogados dos condenados e acusados não vão cruzar os braços em defesa de sua clientela. Porém, vai ser preciso, primeiro, que Augusto Aras traga as provas. Afinal “me acostumei a falar com provas e tenho as provas”.

Fotos da campanha vamos logo chegar nos duzentos casos do COVID-19 em Jeremoabo




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Fotos Reprodução das redes sociais

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domingo, agosto 02, 2020

Gilmar diz que enfrentamento da pandemia só não é mais grave em razão do SUS e dos governadores


Gilmar diz que 92 mil mortes são constrangimento para Brasil
Renato Machado
Folha
O Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes voltou a criticar duramente neste sábado, dia 1º, a condução do governo federal no enfrentamento da pandemia do coronavírus, afirmando que vivemos uma situação de “constrangimento” e que há uma “certa ausência de atuação” do Ministério da Saúde.
Gilmar também afirmou que a situação apenas não é mais massacrante por conta da atuação dos governadores e do SUS (Sistema Único de Saúde).As declarações do ministro foram dadas durante transmissão ao vivo promovida pelo Instituto de Direito Público.
CONSTRANGIMENTO – O ministro do STF disse que estamos chegando ao “macabro” número de 100 mil mortos, em um campeonato extremamente constrangedor de que quem registra mais óbitos. “Eu acredito que nós estamos agora em tempos de pandemia com esse alto constrangimento que estamos a enfrentar, são mais de 92 mil mortos a esta altura e nos avizinhamos desse macabro número de 100 mil mortos no Brasil, um campeonato extremamente constrangedor que nós nunca gostaríamos de vencer”, disse.
“Não obstante, me parece que não chegamos a resultados ainda mais massacrantes ainda piores graças ao SUS e isso tem sido falado pelo ex-ministro [Luiz Henrique] Mandetta. Ele se revela um grande ativo nesse contexto. E, acho, graças às ações dos governadores, que foram extremamente pró-ativos nesse contexto”.Ao criticar o governo federal, Gilmar afirmou que a “cabeça do sistema” está extremamente “comprometida”.
“Vemos quase que uma certa ausência de atuação por parte do Ministério da Saúde. Nós vemos que aquilo que os burocratas chamam de cabeça do sistema acabou sendo comprometida. Isso é extremamente grave”, completou. No mês passado, ao se referir à situação da Covid-19 no Brasil, Gilmar afirmou que o Exército se associava a um genocídio. A pasta da Saúde é comandada interinamente há mais de dois meses pelo general Eduardo Pazuello.
NOTA – Como resposta, o Ministério da Defesa divulgou uma nota assinada pelo ministro Fernando Azevedo e Silva e pelos comandantes das três Forças, na qual repudiaram “veementemente” as declarações do ministro e disseram que esses comentários causavam indignação.
O Ministério da Defesa acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República), que ingressou com uma representação contra o ministro. O vice-presidente Hamilton Mourão também disse que Gilmar havia “cruzado a linha da bola”. A crise se arrefeceu após telefonema do presidente Jair Bolsonaro ao ministro. Gilmar também conversou com Pazuello.

Piada do Ano! Bolsonaro diz que seu governo é o que mais combate a corrupção


Bolsonaro de moto
Bolsonaro saiu de moto, sem máscara. para ir a uma padaria
Francisco Carlos de AssisEstadão 02
O presidente Jair Bolsonaro recorreu à sua conta no Facebook na manhã deste domingo, 2, para defender seu governo de críticas que recebeu durante a semana por, supostamente, ter relaxado no combate à corrupção. “O maior programa de combate à corrupção foi executado por mim ao não lotear cargos estratégicos, como, por exemplo, as presidências das estatais”, escreveu o presidente.
Bolsonaro, pelo texto que postou no Facebook, não quer ver colada à sua imagem a pecha de presidente tolerante com a corrupção.
SEM INTERFERIR – “A Polícia Federal goza de total liberdade em sua missão. Nunca interferi, e nem poderia, em absolutamente nada”, escreveu o presidente em uma clara resposta ao ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que no bojo das repercussões sobre as declarações de Aras, voltou a bater na tecla de que Bolsonaro teria tentado interferir na Polícia Federal.
“No corrente ano a PF contará com mais 600 profissionais, bem como o novo ministro da Justiça anunciou concurso para mais 2 mil vagas. Com a troca do ministro da Justiça, como por um passe de mágica, várias e diversificadas operações foram executadas. A PRF [Polícia Rodoviária Federal], por sua vez, quase triplicou a apreensão de drogas com o novo ministro”, escreveu Bolsonaro.
Ainda segundo o presidente, qualquer operação, de combate à corrupção ou não, deve ser conduzida nos limites da lei. “E assim tem sido feito em meu governo”.
“Quanto às operações conduzidas por outro Poder, quem responde pelas mesmas não sou eu. Com orgulho digo: estamos há 18 meses sem qualquer denúncia de corrupção. Isso tem incomodado parte da imprensa e os derrotados de 2018”, publicou Bolsonaro, esquecido das investigações sobre seus próprios filhos.
CASO LAVA JATO – As críticas a uma virtual leniência do governo federal com corrupção ganharam força na esteira da ofensiva do procurador geral da República, Augusto Aras, contra a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. As declarações de Aras lançaram dúvidas sobre o destino da operação que desmontou um esquema bilionário de corrupção e que já repatriou cerca de R$ 4 bilhões que estavam no exterior.
A luta contra a corrupção, segundo disse esta semana o Senador Major Olímpio (PSL-SP), foi uma das principais promessas de campanha que levaram o Capitão da Reserva do Exército ao Palácio do Planalto. Segundo o senador, o presidente não está cumprindo esta promessa, pelo qual ele atribuiu nota 5 ao governo Bolsonaro.

NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Aos poucos, o falso Bolsonaro Zen vai saindo de cena, para dar espaço ao verdadeiro Bolsonaro, que aproveitou o domingo para fazer uma Piada do Ano, dizendo que está combatendo a corrupção, embora na verdade esteja empenhado em destruir a Lava Jato. Quanto ao loteamento de cargos públicos, está aí o Centrão que não me deixa mentir. Portanto, a 
piada realmente é boa. (C.N.)

Bolsonaro desautoriza Guedes e garante que não haverá aumento de impostos


Bolsonaro passa Carnaval em base militar em SP; primeira-dama fica ...
Sem máscara, Bolsonaro cumprimentou seus aliados na padaria
Por G1 — Brasília
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (2) que a eventual criação de um novo imposto deve ser acompanhada de desonerações ou extinção de algum tributo atualmente em vigor. O presidente disse que o governo não pretende aumentar a carga tributária. Segundo ele, “ninguém aguenta pagar mais imposto”.
A criação de um novo imposto vem sendo discutida pela equipe econômica do governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já sugeriu uma cobrança sobre transações eletrônicas, nos moldes da antiga CPMF.
NA PADARIA – Bolsonaro foi questionado sobre o tema por jornalistas durante uma visita a uma padaria em Brasília, em seu passeio de moto.
“Não tem aumento de carga tributária. Pode substituir imposto. Mas ninguém aguenta pagar mais imposto”, afirmou o presidente. Bolsonaro disse ainda que tem conversado com Guedes sobre compensações para o eventual novo imposto, como por exemplo a revisão na tabela do Imposto de Renda.
“O que eu falei com o Paulo Guedes. Pode ser o imposto que você quiser. Tem que ver do outro lado o que vai deixar de existir. Se vai diminuir a Tabela do Imposto de Renda, fazer desoneração, acabar com o IPI [Imposto sobre Produto Industrializado]. Tem que botar os dois lados da balança”, completou o presidente.
BANCO DO BRASIL – Bolsonaro também disse que está praticamente confirmado o nome do executivo André Brandão para a presidência do Banco do Brasil. A vaga foi aberta com a saída de Rubem Novaes do cargo, há dez dias. Brandão é presidente do HSBC no país. A informação de que o governo estava prestes a acertar com ele foi antecipada pela jornalista Cristiana Lôbo na GloboNews e no blog dela, no G1, na sexta-feira (31).
“Parece que está fechado. Falei hoje [domingo] com o Paulo Guedes”, afirmou Bolsonaro.
Um repórter perguntou se o nome para a vaga será mesmo o de Brandão. “É. Vou falar com o Paulo Guedes amanhã. Você sabe que eu tenho total confiança no Paulo Guedes e ele que sabe como deve funcionar o Banco do Brasil”, respondeu o presidente.
CRÍTICA A GOVERNADORES – Bolsonaro voltou a criticar governadores pelas medidas tomadas contra o coronavírus. Segundo o presidente, o isolamento social e o fechamento do comércio prejudicaram a economia de forma desnecessária. O presidente entende que deveria ter sido adotado um isolamento mais brando, ao contrário do que recomendam autoridades de saúde do mundo inteiro, como a Organização Mundial de Saúde (OMS).
“Eu sempre falei que era vida e emprego. Vocês desceram o cacete em mim o tempo todo. Chegaram até a me chamar de genocida […] Os [trabalhadores] informais foram simplesmente dizimados”, disse o presidente.
Ele afirmou ainda que não é possível o governo estender o pagamento do auxílio emergencial para trabalhadores informais afetados pela pandemia. Segundo Bolsonaro, isso seria “arrebentar” a economia do país. O auxílio começou a ser pago em maio. Inicialmente, teria três parcelas mensais, que foram estendidas para mais duas.
ESTADOS QUEBRADOS – “Alguns [governadores] estão defendendo o auxílio emergencial indefinido. Esses mesmos governadores que quebraram seus estados. Só que por mês dá R$ 50 bilhões. Vou arrebentar com a economia do Brasil”, concluiu Bolsonaro.
Às 13h deste domingo, o Brasil registrava 93.659 mortos por Covid-19 desde o início da pandemia.
Há duas semanas, dias antes de anunciar que havia se curado da Covid-19, Bolsonaro andou de moto na área externa do palácio e, sem máscara, conversou com garis que limpavam o local. Na quinta-feira (30), ele disse que estava tomando antibióticos para combater “um pouco de infecção” no pulmão.

Carreata Brejo Grande ato irresponsável

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"Embora a Constituição da República garanta o direito de reunião das pessoas (CF, art. 5º, XVI), a conjuntura atual permite a restrição do exercício desse direito, a fim de que se proteja outro direito fundamental, que é o direito à saúde."
Corroborando os riscos potenciais gerados pelas aglomerações das carreatas, vale ver a notícia de uma médica no Ceará que teria falecido após ter contraído o novo Corona vírus em uma carreata organizada naquele Estado, o que vai na mesma linha do que está dito acima, no sentido de serem as carreatas em si ambientes favoráveis à transmissão do vírus9. " (9 Portal JC. “No Ceará, médica contrária ao isolamento social morre vítima de coronavírus”. Disponível em https://jc.ne10.uol.com.br/brasil/2020/04/5605685-no-ceara--medica-contraria-ao-isolamento-socialmorre-vitima-de-coronavirus.html 

Estamos diante de um acinte ao povo de Jeremoabo, desrespeito as autoridades, e tripudiando aos que contraíram COVID-19 e aos familiares dos que foram abatidos por essa pandemia.

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O papel da imprensa é mostrar a população através de provas e fatos o que está acontecendo e levando ao seu conhecimento  das autoridades.
O prefeito de Jeremoabo resolveu desrespeitar e desacatar a todos achando-se acima da Lei e desrespeitando protocolos mundiais, verdadeiro atentado a saúde e a vida.
Além disso, desrespeitou a Legislação Eleitoral antecipando a campanha eleitoral e pedindo votos, basta analisar o pronunciamento do vice prefeito no dia de ontem, do Vereador Ivande hoje,  com outros pre-candidatos. 
Os videos e fotos comprovam a irresponsabilidade, a aglomeração  os abraços e a disseminação do vírus do COVIID-19.
Só queria saber o que impede aos vereadores da oposição acionar seus advogados em proteção a vida de todos Jeremoabenses ingressar com uma Representação perante o Ministério Público Estadual, já que caso semelhante ao que está acontecendo em Jeremoabo onde a Lei é respeitada e cumprida o Ministério Público entrou em Ação.
Pelo novo calendário eleitoral, a campanha de rua terá início após os registros de candidatura em 26 de setembro. Qualquer manifestação anterior a isso, principalmente com uso de dinheiro público, pode ser considerado crime eleitoral.
Exemplo de onde a coisa funciona e os Vereadores acionam o Ministério Público
O Ministério Público Estadual abriu um procedimento para investigar uma carreata que ocorreu na noite de segunda-feira (13) no município de Coreaú. O ato reuniu várias pessoas em carros e motos e houve até queima de fogos, tudo em meio à pandemia do novo coronavírus.
Diante dos vídeos que circularam nas redes sociais, mostrando aglomeração de pessoas, o promotor do município, Irapuã Dionísio, abriu um procedimento para investigar a realização do ato. Ele pretende averiguar se pode se configurar crime eleitoral. O prefeito da Cidade é pré-candidato à reeleição.
Comício e aglomeração no Brejo Grade
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, carro e atividades ao ar livre

Justiça proíbe carreatas e passeatas durante pandemia do coronavírus em Campo Grande, anuncia prefeito Marquinhos Trad  disse  que  a decisão é um reconhecimento do ato  de  ilegalidade  de  aglomeração     .Por Ricardo Freitas, G1 MS

Ministério Público investiga carreata em meio à pandemia em Coreaú

Aglomeração de pessoas teria sido para comemorar asfaltamento de ruas; ato pode configurar crime eleitoral e de desrespeito ao decreto de isolamento social

O Ministério Público Estadual abriu um procedimento para investigar uma carreata que ocorreu na noite de segunda-feira (13) no município de Coreaú. O ato reuniu várias pessoas em carros e motos e houve até queima de fogos, tudo em meio à pandemia do novo coronavírus.
Segundo moradores do distrito de Ubaúna, o evento teria acontecido em comemoração a ações de asfaltamento nas ruas do distrito e teria sido feito por apoiadores do prefeito da Cidade, Carlos Roner. O gestor, que não participou do episódio, nega que tenha qualquer relação com a carreata.
Diante dos vídeos que circularam nas redes sociais, mostrando aglomeração de pessoas, o promotor do município, Irapuã Dionísio, abriu um procedimento para investigar a realização do ato. Ele pretende averiguar se pode se configurar crime eleitoral. O prefeito da Cidade é pré-candidato à reeleição.
O procedimento não configura uma ação judicial e tem até 90 dias para ser concluído, mas o promotor assegura que quer encerrar em 45, após ouvir os envolvidos.
"Pode ter sido uma carreata espontânea, mas já abrimos um procedimento para investigar o caso. Vamos notificar a Prefeitura para se manifestar e ouvir os envolvidos", disse o promotor, ao reiteirar que o movimento poderia indicar crime previsto no artigo 73 da Lei Eleitoral, que estipula as condutas vedadas a agentes públicos.
Além disso, o representante do Ministério Público encaminhou os vídeos ao delegado do município para que investigue crimes relacionados ao descumprimento do decreto do governador Camilo Santana de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus. 
Comunicado nas redes
Em nota, também nas redes sociais, o prefeito Carlos Roner reforça que não tem qualquer relação com a carreata. Ele disse ainda ser favorável à liberdade de manifestação, mas que é ser contra a aglomeração de pessoas diante do momento grave da pandemia do coronavírus.
Nota da redação deste Blog - Será que só em Jeremoabo vale tudo, o prefeito está acima da Lei?

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