sexta-feira, fevereiro 21, 2020

Zona Livre =Alvorada FM - 21.02.2020

Procuradoria só admite federalizar o caso Adriano se houver conexão com Marielle Franco

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Mudança de competência foi defendida pelo advogado de Bolsonaro,
Andréia Sadi
G1
Investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) têm repetido nos bastidores nos últimos dias que, por ora, não há elementos que justifiquem uma federalização das investigações da morte do miliciano Adriano Nóbrega.
A mudança de competência das investigações tem sido defendida, por exemplo, pelo advogado do presidente Jair Bolsonaro, Frederick Wassef. O advogado defendeu a federalização em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, e disse que o Ministério da Justiça deveria ser acionado.
CASO ESTADUAL – Procurados pelo blog, procuradores afirmaram nesta quinta-feira, dia 20, que “não há crime federal “ e que a “regra” é a investigação ser conduzida por autoridades estaduais, por se tratar de um caso estadual.
No entanto, procuradores reiteram que “qualquer conclusão” ainda é precipitada e que aguardam “novos elementos” sobre as investigações. Os procuradores aguardam informações sobre se, como acusa a defesa de Adriano Nóbrega, a morte do miliciano seria uma “queima de arquivo”.
CONEXÃO – Na avaliação da cúpula da PGR, ganha força a defesa do deslocamento da competência das investigações se houver conexão entre a morte de Adriano com o assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018.
O caso de Marielle está sob responsabilidade de autoridades estaduais do Rio de Janeiro, mas há um pedido para federalizar o caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ainda não há data para esse julgamento.
PERÍCIA INDEPENDENTE – No início da semana, o presidente Jair Bolsonaro disse que pediria uma perícia independente sobre a morte de Adriano Nóbrega. O presidente foi questionado por jornalistas se o melhor seria federalizar as investigações, e se ele já havia falado sobre o assunto com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Bolsonaro respondeu que, se a investigação ficasse sob comando da Polícia Federal, “alguns podem achar” que o presidente “teria alguma participação, alguma influência no destino da investigação”. “Se o Moro achar que deve federalizar, a decisão é dele. Eu não vou falar para ele que não ou sim. A decisão é dele”, complementou Bolsonaro na ocasião Ao blog, fontes do ministério avaliaram, nesta semana, que não há motivo para federalizar já que não se trata de crime federal.

“Quem tem função presidencial tem de se comportar como tal”, diz FHC sobre Bolsonaro


FHC diz que é preciso evitar que a polarização afete o jogo democrático
Igor Gielow
Folha
O Brasil precisa de liderança, e o posto hoje está vago. A opinião é do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que governou de 1995 a 2002. Para ele, o comportamento de Jair Bolsonaro, que insultou a repórter da Folha Patrícia Campos Mello, foi “inaceitável”. O atual titular do Planalto precisa se comportar como um presidente, avalia FHC.
Ele descarta risco institucional. Afirma, contudo, que “o alarme precisa ser dado” porque a polarização vigente no país ameaça a democracia —e aponta para a rejeição à corrupção e ao PT como ponto de partida do debate atual. No seu campo político, de olho no Planalto em 2022, ele elogia o governador Eduardo Leite (PSDB-RS) pela gestão e pela juventude (34 anos).
Sobre um protegido político seu, Luciano Huck, ele disse que o apresentador da TV Globo precisa “se transformar num líder político”, porque hoje “conhece o caldeirão” [referência ao nome de seu programa e ao contato com a população em quadros da atração]. Já o governador João Doria (PSDB-SP) “conhece o poder”. O tucano, 88, elogiou os presidentes da Câmara (Rodrigo Maia, DEM-RJ) e do Senado (Davi Alcolumbre, DEM-AP). Ele falou no fim da tarde de quarta (19), na Fundação FHC, no centro paulistano.
Como o senhor vê o clima político do país?
O risco é a polarização. Você não pode deixar que a polarização afete o jogo democrático, que supõe a diferença. É preciso que algumas pessoas que têm responsabilidade institucional, como foi o caso dos presidentes da Câmara e do Senado, manifestem sua estranheza.
Eu sou bastante cuidadoso, sobretudo no exterior, porque fui presidente e sei que as coisas são difíceis. Mas está chegando um momento em que os que são responsáveis pelas chefias do aparelho institucional se comportem institucionalmente. Quem tem função presidencial tem de se comportar como tal. Eu sei que às vezes você fala por falar.
No episódio da repórter da Folha, o limite foi ultrapassado, não?
Aí a coisa passou para outro plano. É inaceitável, não tem cabimento você fazer referências assim a qualquer mulher, pelo que apareceu na mídia. Não acho que haja risco institucional, não sou alarmista. Acho apenas que é preciso ter um certo cuidado. Vamos pegar uma pessoa que me deu muita dor de cabeça política, o Lula. Ele agiu institucionalmente no cargo —no que diz respeito às questões pelas quais ele foi preso.
Nós sentimos o gostinho da liberdade. Só quem viveu com censura, como eu vivi, sabe. Isso acabou. Você não pode atacar todo dia a mídia. Eu sei que a mídia exagera também, talvez até seja sua função.
Quem tem poder político não pode utilizá-lo contra isso. Pode reclamar, mas não pode usar sua força para coibir. Não vai dar certo, vai abrir espaço para o regime que não se quer.
Mas o senhor vê risco disso?
A democracia é uma planta tenra, não pode dar de barato que não vai virar outra coisa. Temos de dizer: “Cuidado, hein? Não passe desse ponto, senão passa”. O alerta tem de ser dado, sem alarmismo. Quem tem poder não pode exagerar. Você tem de se autocontrolar.
Como vê a renovada militarização do governo?
Eu não tenho nenhuma versão negativa das Forças Armadas, nem poderia ter. Meu pai era general, meu avô foi marechal.
Quando vejo os generais nomeados, tudo bem, é preciso ver como é a pessoa, se funciona ou não funciona. Agora, tem limite para tudo. Tem de haver um certo equilíbrio que, quando é rompido, as prejudicadas são as Forças Armadas. Você não pode confundi-las com o poder político.
Governadores escrevem carta contra o presidente, Maia bate-boca com o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), o Congresso toca a agenda mais positiva. Como o senhor vê isso?
Veja as reformas. O Parlamento assumiu a primazia, o que leva a crer que uma parte do Executivo não assumiu como tarefa sua fazer passar.
Isso é inegável. O Brasil não é uma República parlamentarista, o povo rejeitou isso. Num regime presidencialista, a iniciativa é do Executivo, o Parlamento não pode substituir, pode suprir lacunas.
E levar adiante as reformas não significa só mandar a reforma. Tem de falar com os parlamentares e tem de convencer a nação sobre a necessidade delas.
Como o senhor vê a atuação do Paulo Guedes?
Em todo governo há um ministério cujo titular é mais capaz de liderar. Eu não conheço o Guedes, mas sou favorável à reforma da Previdência, tentei fazer uma também. Está faltando falar com o país. Quando o presidente não tem interesse ou qualidade, o ministro precisa falar.
Sim, mas aí o ministro falou que as domésticas não deveriam ir tanto à Disneylândia.
Ele não tem experiência política.
Isso não trai um espírito da certa elite brasileira?
É algo cultural. Nos Estados Unidos, eles conseguiram acreditar na Constituição, em que todos são iguais perante a lei. Aqui não é bem assim. As pessoas não se sentem iguais. Todos nós temos, em graus diferentes, impulsos que não são democráticos, que não são de igualdade.
Não deveria ser assim. Então, acho que essas expressões contra mulheres, contra pobres, vêm daí, de um desprezo de classe que é incompatível com a regra democrática.
Fala-se muito em uma extensão do mandato do Rodrigo Maia, por exemplo, vamos mudar a Constituição.
Não acho que seja solução, nem creio que ele aceite isso. Tem de respeitar as regras. Se você as desrespeita no Congresso, vai começar a desrespeitar no Executivo.
O senhor promoveu mudança em 1997, com a adoção da reeleição. Não é contraditório? É diferente agora?
Veja, eu sempre fui favorável a um mandato maior. Nós não discutimos na Constituinte, e quatro anos não é nada para alguém governar. É melhor ter uma reeleição. Mas você não pode ser favorável à permanência. Tem limite.
O tumulto político segue até a eleição de 2022?
Depois da eleição municipal de outubro, tudo vai girar em torno da expectativa de futuro. Apesar das instituições, elas não funcionam sem lideranças. É preciso ter pessoas. Você não leva o eleitorado a votar pelo que você fez, mas sim pelo que você pode fazer. Alguém vai encarnar esse futuro. Pode ser o próprio Bolsonaro, com a permanência da polarização. Eu não gostaria.
Quem é o tal centro? Huck, Doria e Eduardo Leite?
Eu vejo o Eduardo Leite positivamente porque ele faz um bom governo e é jovem. Eu vou fazer 90 anos no ano que vem, é preciso passar o bastão.
Veja os movimentos de renovação da política, eles não estão nos partidos. Mas não basta ser jovem. O que eu vejo, em renovação, está por aí, neles [o trio acima]. Quem vai ser, vai depender do que vai acontecer.
E o ar está sulfuroso, a polarização de 2018 ainda está presente.
Exatamente, ela vem de trás. A polarização vem da oposição ao PT, é isso. Corrupção e PT. Aí você vem imaginar que tem comunismo no mundo? Isso é ridículo, é anacrônico, para dizer o mínimo.
E o Huck? Ele se colocou, não?
Ele se colocou um pouco mais. Mas o Huck por enquanto é uma celebridade. Ele está se transformando num líder político. Vai ter que se transformar se quiser ser presidente, vai ter de passar por essa etapa. Pode? Pode.
E o Doria?
Ele tem, digamos, virtudes diferentes. O Huck conhece o caldeirão. O João conhece o poder. É difícil saber o que vamos precisar mais daqui a um ano e meio, o que vai sensibilizar mais o povo. Será a capacidade de conhecer o Estado e trabalhar com as forças organizadas ou será a erupção de um sentimento coletivo? Eu não sei. Idealmente, todos deveriam se unir.
Parece difícil.
É difícil. E é indiscutível que o presidente tem força, a hipótese de reeleição precisa sempre ser considerada. Ele já se elegeu e a polarização rende para quem está polarizando. Ela é ruim para o país e para a democracia, mas rende voto.
Em 1995, o senhor enfrentou aquela greve dos petroleiros. Eles estão parados de novo. O senhor faz algum paralelo de pressão, vê a possibilidade de outras agitações sociais?
Essa é a principal questão do mundo, a crise das instituições. A explosão moderna se dá não só nas relações formais de classes, há curtos-circuitos em qualquer coisa.
Eu me lembro que encontrei por acaso o ministro Eliseu Padilha [Casa Civil de Michel Temer] durante a greve dos caminhoneiros de 2018 e ele não tinha com quem conversar. Não havia líder, partido, sindicato. Isso obriga a liderança de pessoas, que falem com a nação. Pode acontecer de novo? Pode.
Os protestos de 2013 tiraram algo dessa pressão, não?
Sim, mas mostraram a possibilidade. Não sei quando vai estourar de novo ou em que setor. Há um mal-estar, insegurança, basta ver o desemprego. As pessoas se sentem inseguras, precisam de liderança. Não quero ser injusto com quem exerce a liderança, é difícil.
A liderança também se impõe pela situação, como ocorreu quando Winston Churchill virou premiê britânico no começo da Segunda Guerra Mundial. O posto de líder no Brasil está vago?
Acho que sim. Há alguns candidatos. O Brasil é um país muito diverso, é difícil você exercer influência. Estamos em um momento em que é preciso construir pontes. É mais difícil do que saltar no vazio. E estamos construindo muralhas.

Mancada do general Heleno obriga governo a recuar e manter acordo com o Congresso


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Heleno demonstra uma ingenuidade política constrangedora
Carlos Newton
O velho ditado está cada vez mais atual – “se você diz o que quer, ouve o que não quer”. As afirmações calamitosas do general Augusto Heleno, que é uma espécie de Rasputin imberbe no governo Bolsonaro, exercendo uma influência fora do normal, fizeram o Planalto recuar e manter o acordo sobre o Orçamento impositivo, que inclui a liberação das emendas dos parlamentares para obras em seus redutos eleitorais, uma tradição do Congresso.
Como se sabe, o ministro do Gabinete Institucional da Presidência ultrapassou os limites republicanos, ao afirmar que o governo não podia aceitar chantagem de parlamentares, acrescentando que o povo sairá às ruas para pressionar o Congresso.
INGENUIDADE – Se fosse conhecedor da política brasileira, o general Augusto Heleno não demonstraria tanta ingenuidade. Muitos presidentes em crise julgaram que o povo sairia às ruas para prestigiá-los. Isso ocorreu com João Goulart, que na época de sua queda tinha 70% de apoio popular.
Logo em seguida, aconteceu com Jânio, que não tinha maioria no Congresso e resolveu renunciar, na esperança que o povo o carregasse nas ruas de volta ao Planalto, conforme ocorrera com seu ídolo Fidel Castro no início da revolução cubana.
O líder político fica esperando o povo, mas ele não aparece. E quando enfim o povo resolve sair às ruas, à vezes há um fenômeno inverso e não acontece nada, fica tudo como está.
EXEMPLO DO MONSENHOR – Em Natal, por exemplo, o monsenhor Walfredo Gurgel, ferrenho anticomunista do PSD, governava o Estado no início do regime militar e houve uma enorme passeata contra a ditadura. Seus assessores indagaram se não ia mandar a polícia intervir. E ele respondeu:
“Já está quase na hora do almoço. Daqui a pouco bate uma fome no povo e todo mundo volta para casa…”
Não deu outra. As ruas foram ficando desertas e o monsenhor também foi almoçar. Mas ficou o exemplo de que, em política, não se deve contar muito com o apoio popular. Essa presunção do general Heleno, portanto, não tem fundamento na realidade. O importante seria Bolsonaro e seus ministros resolverem parar de dizer asneiras e montar uma base majoritária no Congresso.
AMADORISMO – É preciso entender que, em qualquer setor da vida, o amadorismo jamais dá bons resultados. Um exemplo claro foi a nomeação do general Braga Netto para a Casa Civil, com a responsabilidade de cuidar da Articulação Política com o Congresso, devido ao fracasso de outro militar, o general Eduardo Ramos.
Com toda certeza, a Articulação Política não pode ficar a cargo de amadores, porque requer profissionalismo e conhecimento específico. Essa expectativa de que a militarização do Planalto possa melhorar suas relações com o Congresso é de uma infantilidade constrangedora.
Com auxiliares e conselheiros que recomendem essa direção, o presidente Jair Bolsonaro nem precisa de inimigos. A piada é velha, mas se aplica concretamente na situação atual do governo. E assim la nave va, cada vez mais fellinianamente.

Pesquisa do Noblat! Mais de 60% apoiam as bananas que Bolsonaro dá à imprensa


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Bolsonaro dá bananas aos jornalistas e o filho Eduardo imita
Renato RiellaSite Radar-DF
Pesquisas não garantem nada, mas revelam tendências. Algumas pesquisas, dentro de públicos específicos, mostram tendências mais fortes. É o caso do Blog do Noblat, que abriu uma pergunta difícil. De forma surpreendente, ele mostrou como a grande maioria da população rejeita e como se condena a imprensa.
Noblat perguntou: “Dar banana para jornalista é um gesto à altura do cargo de Presidente da República?”
MAIORIA APOIA – Mais de 60% dos seus leitores responderam que sim. Se a pergunta for feita num plano mais aberto, o percentual será ainda maior contra a imprensa formal que tenta sobreviver no Brasil.
E se for feita pergunta sobre a jornalista Patrícia, da Folha, haverá imensa condenação a ela. Maior ainda se o focalizado na pesquisa for o americano tenebroso Glenn que caluniou o ministro Moro.
O brasileiro está cansado de ver a imprensa falando, sozinha, sobre aberrações. Uma delas – e a pior de todas – é a defesa do maior ladrão do mundo: Lula. Outra aberração foi a barbaridade de aceitar gravações clandestinas feitas contra diversas autoridades, inclusive Moro.
PERGUNTAR NÃO OFENDE – Por que a imprensa não defende a prisão em segunda instância? Por que não combateu a criminosa Lei do Abuso de Autoridade, que impede a apuração de crimes?
Por que não faz intensa campanha para melhorar o nível do Supremo Tribuna Federal, a mais odiada instituição da história do Brasil?
Por que a imprensa não se aprofundou na questão do porteiro subornado para caluniar Bolsonaro? Por que não apurou direito a facada do Adélio? Por que não defendeu ardentemente a Carteira de Estudante gratuita?
Por que não atribui aos Governos da Bahia (petista) e do Rio (Witzel) a queima de arquivo no caso do miliciano? Por que não aplaude quando, finalmente, a Cultura brasileira tem uma pessoa vinda da…Cultura?
MAIS PERGUNTAS – Por que a imprensa não se aprofunda no caso dos impostos embutidos na gasolina, quando no Paraguai a Petrobras vende gasolina a pouco mais de R$ 2,00?
Por que a imprensa não reconhece que a gravidez precoce é mesmo um dos maiores dramas brasileiros? Por que os jornalistas não comemoram o fato de não haver nenhum caso do Covid 19 (coronavírus) no Brasil?
Por que a imprensa não reconhece que, por incrível que pareça, está se viabilizando o partido Aliança? Por que jornalistas pretensamente sérios diversas vezes anunciaram a saída do Ministro Paulo Guedes, interferindo na cotação da Bolsa? E há mil outras perguntas.
SABOTAGEM EM AÇÃO – O povo está vendo um processo monstruoso de sabotagem de um governo sobre o qual não conseguem apontar roubos.
O povo se assusta com o estilo rude do Presidente Bolsonaro, mas grande parte das pessoas se identifica com um ser humano esfaqueado, atingido em todas as faces da vida pessoal, que não reage com violência física, nem ameaça ninguém.
O Brasil é hoje o país mais democrático do mundo, libertino até, que poderá ter escola de samba com verba pública, em espaço público, desfilando contra Jesus e contra o Presidente Bolsonaro.
 SEM ENQUETES – Assim, e por muitas outras, é melhor Noblat não fazer mais enquete. Pode querer mudar do Brasil – para Cuba.
Este artigo é uma tentativa de decifrar o Brasil para gente que não vê a realidade.
E a realidade é que a opinião pública se desgarrou da opinião publicada. Tchau!
(Artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)

Loteamento JR, PRAÇA ocupada por gente da Procuradoria Municipal

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Nota da redação deste Blog - O Chefe de Gabinete nascido e criado em Jeremoabo, quase todos os dias fala comigo, diz que não aceita nem concorda com ilicitudes, porém, ao tomar conhecimento desse tenebroso fato, não apura e ainda diz desconhecer que exista esse Loteamento em Jeremoabo.
O Secretário do Meio Ambiente até agora nada falou, também deve nada saber.
O Prefeito, acredito que também nada sabe nem tão pouco quer saber.
O Secretário de infraestrutura e Obras, ficou de apurar e  dar uma satisfação para o povo de Jeremoabo.
Os vereadores que enxergaram uma pequena fantasminha em São Paulo, não enxergam esse FANTASMÃO em Jeremoabo ao lado da Câmara.
Povo de Jeremoabo invadiram de forma ilegal o Patrimônio Público, uma Praça, vamos exigir dos vereadores que FISCALIZEM, que tenham o mínimo de dignidade e defendam o Patrimônio Público, já que em toda as reuniões batem no peito como Fiscalizadores da coisa Pública.
Está ai, descobriram que a ex-prefeita não construiu BARRACÕES OU GALPÕES, já um fato desse nada enxergam, ficaram cegos.
E o Ministério Público será que ainda não tomou conhecimento?
Senhores vereadores, esse ano haverá eleições, portanto, não sejam omissos num caso tão grave.

Observação:
Com a Palavra os vereadores mais atuantes:
Kaká de Sonso
Diana acusada indevidamente de ficha suja
Neto o vereador que sai denunciado tudo e diz não concordar com ilicitudes
Ivande  e Jairo que deram Show no Conexão Verdade, denunciavam até pensamentos.
Ana Josefina que em quase toda Reunião tem que ouvir os donos da verdade e da honestidade bombardearem seu irmão e cunhada.
Antonio Chaves o mais criticado e ate injuriado, chegou sua vez de demonstrar para o povo que se cair, cairá de pé.
E o Presidente da Câmara (BINO) irá fazer o que, ficar calado?
A imprensa de Jeremoabo principalmente Rádios, será que também não sabem de nada?


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