domingo, setembro 08, 2019

Moro enganou Gilmar, que deve pedido de desculpas a Lula… pois não fosse a manipulação, o Brasil ainda seria uma democracia e não a vergonha do mundo O novo capítulo da Vaza Jato revela que Gilmar Mendes e o Supremo Tribunal Federal foram enganados pela Lava Jato para que Lula não fosse ministro da Casa Civil e Dilma fosse derrubada – ENTE…


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O novo capítulo da Vaza Jato revela que Gilmar Mendes e o Supremo Tribunal Federal foram enganados pela Lava Jato para que Lula não fosse ministro da Casa Civil e Dilma fosse derrubada – ENTE…

Lembram-se de “Bessias”? Também aquela história era tramoia da Lava Jato!... -


Reinaldo Azevedo
5 h
https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/…/lembram-se…/
Vocês se lembram daquele diálogo entre Lula e Dilma, gravado e vazado ilegalmente por Sergio Moro, ...
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Lixo acumulado a céu aberto em Jeremoabo já tornou-se uma doença crônica.

A imagem pode conter: árvore, planta, céu e atividades ao ar livre

Este lixo espalhado e depositado a céu aberto no meio da rua, mais precisamente na " Praça da Jega" em Jeremoabo já tornou-se crônico.

Isso demonstra falta de autoridade dos gestores e seus auxiliares.
Não serei leviano de acusar apenas o prefeito Deri do Paloma, tendo em vista que trata-se de uma herança de todos os prefeitos anteriores.

Não adianta dizer que o lixo depositado nas ruas, a céu aberto, atrai ratos, baratas e moscas, o que pode trazer doenças à população, que não irá resolver nada, o povo continua praticado essa atitude irracional.
Para combater tal falta de educação só existe uma solução, aplicar multas nos infratores.


Somente colhemos os frutos das sementes por nós plantadas.

Resultado de imagem para foto a lei do retorno
Foto Divulgação Google.



Frente a uma provável mudança na administração de JEREMOABO, como será o comportamento futuro dos que hoje choram?
Será que terão o devido respeito pelos que hoje apoiam a situação?
Será que terão a civilidade e a hombridade para entender o princípio democrático, respeitando a liberdade de escolha?
Será que o sistema nefasto de caça às bruxas não se repetirá com a mesma intensidade de hoje, ou quem sabe, ainda maior!
Será que os hoje chamados desmamados se utilizaram deste período de desgraças para fazerem uma autocrítica de si mesmo e das gestões anteriores, para assim entender a mudança ocorrida?
Não comungou com o conceito de que se aprende com os erros cometidos, pois se assim fosse, bastava continuar errando para acertar, acredito no princípio de que se aprende com a análise dos erros, a não mais repeti-los.
Quero com isto, mostrar para muitos dos que hoje se sentem ofendidos, que os mesmos, quando apoiadores do então gestor do passado, nada fizeram ou até mesmo contribuíram para que colegas fossem perseguidos, logo, o momento reflete apenas o esperado pela Lei do Retorno, já que somente colhemos os frutos das sementes por nós plantadas.
Para os que buscam um amanhã melhor, que façam uma reflexão sobre seus atos e ações, corrigindo-se sobre falhas cometidas no passado ou nada mudará, mesmo que mude o Gestor, pois os atos nocivos e as ações medíocres, apenas partirão da nova Gestão.

José Mário Varjão





Após declaração de ministro brasileiro, filha de Brigitte Macron lança movimento contra misoginia

A TURMA PROTEGIDA PELA LAVA JATO: BANCOS, FHC, GUEDES, ÁLVARO DIAS E ONYX



Foto: Marcelo Justo/Folhapress

A LAVA JATO foi muito bem sucedida em vender a imagem de imparcial e implacável contra a corrupção. Os procuradores e o ex-juiz Sergio Moro se empenharam para manter a opinião pública acreditando nisso, como ficou claro pelas publicações da Vaza Jato. Hoje, sabemos que a operação não era nem tão imparcial, nem tão implacável contra a corrupção assim. Alguns políticos e setores econômicos contaram com a leniência dos procuradores.
Lula, por exemplo, era uma obsessão, um alvo a ser eliminado da corrida eleitoral nem que para isso fosse necessário infringir a lei. Já FHC era visto como um “apoio importante”, cujas denúncias deveriam ser tratadas com muito cuidado. Esses são os casos mais simbólicos, mas uma infinidade de exemplos que indicam que a força-tarefa trabalhava com dois pesos e duas medidas.
Nos últimos três meses, a Vaza Jato deu luz a alguns dos protegidos pela Lava Jato. Trago a seguir um compilado com algumas das figuras que contaram com uma abordagem, digamos assim, mais carinhosa.

Bancos

Diálogos publicados pela parceria entre Intercept e El País revelam que a Lava Jato tinha um cuidado especial com o setor bancário. Enquanto a construção civil foi devassada pela operação, ampliando a crise econômica e o desemprego do país, os grandes bancos foram poupados. Mesmo sabendo que o setor bancário é o meio pelo qual o dinheiro de corrupção circula, a Lava Jato pouco fez contra ele. Os grandes bancos continuaram a lucrar com a roubalheira.
“O Banco, na verdade os bancos, faturaram muuuuuuito com as movimentações bilionárias dele”, escreveu o procurador Pozzobon em mensagem enviada aos colegas. O banco citado é o Bradesco, e as movimentações milionárias são de Adir Assad, um lobista condenado por lavagem de dinheiro e envolvido em diversos casos de corrupção. Os procuradores sabiam que o Bradesco tinha ciência de que o lobista possuía uma conta no banco para lavar dinheiro “a rodo”. Na sequência da conversa, Pozzobon responde a sua própria pergunta: “E o que o Bradesco fez? Nada”.
Sabendo que o Bradesco lucrava calado com a corrupção do doleiro, o que a Lava Jato fez? Nada também. O banco saiu impune.
Na proposta de delação premiada do ex-ministro Palocci entregue à força-tarefa, o nome do Bradesco aparece 32 vezes. O do banco Safra aparece outras 71. Mas a delação foi rejeitada pelo Ministério Público. O procurador Carlos Fernando Lima a chamou de “fim da picada” por não trazer provas suficientes. O fato causou estranhamento à época, porque, como se sabe, falta de provas nunca foi um problema para a Lava Jato. Agora ficou mais fácil entender por que a delação de Palocci não caiu nas graças dos lavajatistas.
Se houvesse uma Lava Jato da Lava Jato, as palestras de Dallagnol para os bancos seriam tranquilamente configuradas como propinas em troca de proteção nas investigações.
Dallagnol também mostrava-se preocupado em poupar os bancos nas investigações. Diferentemente das grandes construtoras, que não saíam das manchetes de corrupção e tinham seus executivos presos, os bancos contaram com a morosidade da Lava Jato. Nos diálogos com procuradores, Dallagnol deixou claro que os bancos não sofreriam uma devassa, mas receberiam propostas de acordo: “Fazer uma ação contra um banco pedindo pra devolver o valor envolvido na lavagem, ou, melhor ainda, fazer um acordo monetário, é algo que repercutiria muito, mas muito, bem”. Toda aquela volúpia punitivista contra as construtoras não era a mesma para os bancos.
Mas estamos falando dos grandes. Os pequenos bancos não contavam com a mesma benevolência. Em maio deste ano, quando três executivos do Banco Paulista foram presos, Pozzobon deixou claro que a estratégia era pegar leve com os grandes. Enquanto os pequenos tinham seus executivos indo para cadeia, aos grandes seriam oferecidos acordos: “Chutaremos a porta de um banco menor, com fraudes escancaradas, enquanto estamos com rodada de negociações em curso com bancos maiores. A mensagem será passada!”
Nessa mesma época, Dallagnol enchia o seu pé de meia dando palestras para CEOs dos grandes bancos do país. Em apenas uma palestra vendida para a Febraban, o procurador recebeu quase o mesmo valor de um mês de salário. Essa palestra foi feita um dia depois de Pozzobon afirmar no Telegram que o Bradesco sabia que a conta de Assad servia para lavagem de dinheiro. O tema da palestra? Prevenção e combate à…lavagem de dinheiro.
Se houvesse uma Lava Jato da Lava Jato, as palestras de Dallagnol para os bancos seriam tranquilamente configuradas como propinas em troca de proteção nas investigações. Nós conhecemos bem os métodos lavajatistas. Dallagnol já teria sofrido até mesmo uma condução coercitiva.
Evento internacional discute política sobre drogas
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

FHC

Fernando Henrique Cardoso também não conheceu o lado implacável da Lava Jato. Os procuradores não investigaram mais profundamente os casos de corrupção envolvendo o ex-presidente e seu governo. E não foram poucas as vezes que o nome do ex-presidente apareceu nas investigações.
A ordem veio de Sergio Moro, que recomendou a Dallagnol que não prosseguisse com as investigações contra FHC para não “melindrar alguém cujo apoio é importante”. Como os desejos de Moro soavam como ordens para Dallagnol, as investigações foram engavetadas.
Uma operação de caráter essencialmente político precisava articular alianças políticas e usava o seu poder para protegê-las. Não foi à toa que recentemente FHC chamou as publicações da Vaza Jato de “tempestade em copo d`água”. A aliança segue firme.

Álvaro Dias

Durante as investigações, o nome de Álvaro Dias, do Podemos, surgiu em dois episódios como beneficiário de propinas. Em um deles, o ex-candidato a presidente foi acusado de receber propina para ajudar a melar a CPI da Petrobrás. O senador chegou a prestar depoimento para Moro em 2017 sobre o caso, mas o ex-juiz e o então procurador Diogo Castor pegaram tão leve que nem chegaram a perguntar se ele havia recebido a propina.
Em outro episódio, e-mails do advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán indicavam que Álvaro Dias teria recebido R$ 5 milhões em propina para pegar leve nas perguntas aos investigados na CPMI de Carlos Cachoeira, o empresário do jogo do bicho. O caso não mereceu uma investigação mais profunda, e Dias jamais virou um investigado.
Em 2014, um doleiro condenado pela Lava Jato estava prestes a apontar Álvaro Dias como o padrinho político de Alberto Youssef, outro doleiro também condenado pela operação. Em depoimento, o doleiro passou a descrever quem seria o seu padrinho, mas foi interrompido pelo juiz Sergio Moro: “A gente não está entrando nessas identificações, doutor”. O doleiro quis continuar, disse que não estava “citando nomes”, mas o juiz interrompeu novamente: “Se a gente for descrever e falar as características, daí não precisa falar o nome, né?” O UOL entrou em contato com o advogado de Meirelles, que confirmou que o padrinho político de Youssef era mesmo Álvaro Dias.
Depois de ser poupado pela operação em várias oportunidades, o senador passou a última campanha presidencial inteira tendo como principal bandeira a defesa da Lava Jato. Prometeu até o cargo de ministro da Justiça para Sergio Moro.
A simbiose entre Álvaro Dias e Lava Jato é mesmo fascinante. Até a nova assessora de imprensa contratada por Sergio Moro, por exemplo, trabalhou durante muitos anos com Álvaro Dias no Senado.

Paulo Guedes

A força-tarefa descobriu que uma empresa do ministro fez pagamento a um escritório de fachada, suspeito de lavar dinheiro para esquema de distribuição de propinas a agentes públicos no governo do Paraná. Segundo os investigadores, essa empresa de fachada emitia notas fiscais frias para justificar o recebimento de dinheiro e gerava recursos em espécie para o pagamento de propinas. Uma denúncia sobre o caso chegou a ser apresentada, mas nem o ministro nem ninguém da sua empresa foi denunciado. Curiosamente, os responsáveis por outras duas empresas que participaram do esquema foram presos, denunciados e viraram réus.
Carlos Felisberto Nasser, o operador do esquema, era o responsável pela empresa de fachada que recebeu grana de Paulo Guedes. Durante buscas da Polícia Federal na sua casa, Nasser confessou que a sua empresa não existia e que os recursos colocados nela foram usados em campanhas políticas. Mas, em junho de 2018, poucos meses do início da campanha presidencial, Sergio Moro anulou esse depoimento. O juiz declarou que o interrogatório foi ilegal, porque o acusado não foi informado pelo MPF que tinha o direito de ficar calado. Detalhe: Nasser é advogado. É o tipo de prudência que não se espera de um juiz conhecido por infringir a lei reiteradamente.
À época da descoberta, Guedes já era o grande nome da campanha do Bolsonaro, apresentado como o fiador da política liberal do candidato. Era o homem que tornou a extrema direita palatável para o mercado. Uma denúncia contra Guedes seria avassaladora para Bolsonaro, que passou a campanha explorando o fato de estar distante dos acusados na Lava Jato. Ou seja, se por um lado a operação se esforçava em tirar Lula do páreo, por outro poupava a candidatura que levaria Sergio Moro ao ministério da Justiça. Registre-se que foi Guedes quem convidou Sergio Moro pessoalmente para integrar o governo.
Paulo Guedes debate a reforma da Previdência na CCJ da Câmara
Os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes.
 
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Onyx Lorenzoni

Você já conhece esse episódio. É talvez o mais representativo da frouxidão moral de Sergio Moro e da seletividade da Lava Jato.
Ainda juiz, Moro disse que “caixa 2 é pior que corrupção”. Depois que virou político e seu colega de governo Onyx Lorenzoni, do Democratas,, confessou ter cometido crime de caixa 2, Moro passou a dizer que “caixa dois não é tão grave quanto corrupção”.
A Vaza Jato revelou que Onyx, que ocupa o ministério mais importante do governo Bolsonaro, também contou com a tolerância dos procuradores da operação. Em diálogo com um militante de um movimento anticorrupção, Dallagnol confessou que sabia que Onyx aparecia na lista de beneficiários de caixa 2 da Odebrecht: “Já sabia, mas tinha que fingir que não sabia, o que foi na verdade bom… rs”.
Dallagnol não apresentou nenhuma denúncia contra Lorenzoni. Varrer essa corrupção para debaixo do tapete seria estratégico, já que o deputado era considerado o principal aliado político da campanha pelas “Dez medidas contra a corrupção” — uma obsessão de Dallagnol. Se o Brasil tem hoje um chefe da Casa Civil reincidente em caixa 2, é graças à passada de pano da Lava Jato.

A IMPLACABILIDADE DA LAVA JATO contra a corrupção era seletiva. Para alguns setores econômicos e políticos ela atuava como um “tigrão”, mas para outros estava mais para “tchuchuco”. A operação selecionava os casos de corrupção que iria combater a partir dos seus próprios critérios políticos. O brasileiro que achou que a Lava Jato estava passando o Brasil a limpo foi enganado.
Dallagnol e Sergio Moro se viam numa jornada messiânica para salvar o Brasil. Tentaram derrubar ministro do STF, fizeram lobby para emplacar PGR, influenciaram a campanha presidencial, enfim, brincaram de Deus. Mas não é o Deus cristão. É um mais parecido com aquele do Bolsonaro. Um Deus que deseja criar um monumento para si. Um Deus acima de tudo, com viés ideológico.
https://theintercept.com/2019/08/25/lava-jato-fhc-guedes-alvaro-dias-onyx-bolsonaro/




Bolsonaro apela ao nacionalismo para encobrir crimes

Reportagem do site The Intercept mostra como nacionalismo é um recurso antigo usado por políticos canalhas; 7 de setembro de Bolsonaro foi exemplo.

Intercept pega Moro de surpresa na madrugada deste domingo (8): Conversas de Lula mantidas sob sigilo pela Lava Jato enfraquecem tese do ex-juiz

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Em parceria com o jornal Folha de São Paulo, o The Intercept Brasil de Glenn Greenwald volta a divulgar novas conversas da Vaza Jato, no início deste domingo (8), o que deixa o Ministro da Justiça …

Brumado: Grito dos Excluídos critica prefeito, vereadores e presidente

Sábado, 07 de Setembro de 2019 - 18:20


Brumado: Grito dos Excluídos critica prefeito, vereadores e presidente
Foto: Lay Amorim / Achei Sudoeste
Além do desfile de autoridades, Brumado, no Sertão Produtivo, sudoeste, também teve o “Grito dos Excluídos” neste sábado (7). O movimento que completou 25 anos trouxe faixas e cartazes de protesto. Os alvos foram o prefeito Eduardo Vasconcelos, a Câmara de Vereadores e o presidente Bolsonaro. Segundo o Achei Sudoeste, os manifestantes criticaram a base de vereadores da situação que vota “a favor do prefeito e contra o povo de Brumado”.

O protesto também reclamou da suspensão das eleições para diretores e vices de escolas municipais feita pela prefeitura. Ainda teve críticas à implantação do estacionamento de zona azul na cidade.

Bahia Notícias

Cardeal alemão diz que Sínodo da Amazônia é intromissão agressiva ao Brasil


Papa errou na dose e a reação contra o Sínodo está sendo muito forte
Celso Serra 
Sob intensa expectativa internacional, o papa Francisco abrirá no Vaticano, dia 6 de outubro, o “Sínodo da Amazônia”, que se prolongará até o dia 23. O tema, altamente controverso, está dividindo a própria Igreja desde 17 de junho, quando foi divulgado o “Instrumentum Laboris”, documento-base do evento, que reunirá cardeais e bispos dos nove países que compõem a Amazônia.
Uma das reações mais duras foi do cardeal alemão Walter Brandmüller, de grande peso político e intelectual, por ser respeitadíssimo historiador da Igreja, presidente do Pontifício Comitê de Ciências Históricas de 1998 a 2009.
HERESIA E APOSTASIA – Em sua denúncia, Brandmüller acusa o documento papal “Instrumentum Laboris” de heresia e apostasia, duas gravíssimas irregularidades. A heresia ocorre  quando alguém é contrário às mensagens ensinadas por Jesus, enquanto a apostasia significa negação e abandono da fé.
“Para começar, precisamos nos perguntar por que um sínodo de bispos deveria tratar de temas que — como é o caso de três quartos do “Instrumentum Laboris” — têm apenas marginalmente algo relacionado com os Evangelhos e a Igreja. Obviamente, a partir deste sínodo de bispos, realiza-se uma intromissão agressiva em assuntos puramente mundanos do Estado e da sociedade do Brasil. Há que se perguntar: o que a ecologia, a economia e a política têm a ver com o mandato e a missão da Igreja?
Com essas colocações, o cardeal alemão Walter Brandmüller fez o debate sobre o Sínodo da Amazônia subir de patamar, pois chamou a atenção de estudiosos de todo o mundo para pontos estranhos à doutrina da Igreja, tendo em vista que os participantes foram convidados a tratar de questões sem relação direta com a missão da Igreja, como o desmatamento, o impacto climático, a extração mineral e a biodiversidade. “Isso não é senão uma forma inaceitável de “mundanismo” e “clericalismo”, resumiu o cardeal.
BRASIL BARRADO – Por sua vez, o governo brasileiro já detectou que o Sínodo mostra a nítida intenção de se imiscuir em assuntos privativos do Estado brasileiro e de sua soberania, como a situação das comunidades indígenas e ribeirinhas; a exploração internacional dos recursos naturais; a violência, o narcotráfico e a exploração sexual dos povos locais; o extrativismo ilegal e/ou insustentável; o desmatamento, o acesso à água limpa e ameaças à biodiversidade;  o aquecimento global e possíveis danos irreversíveis na Amazônia; e a conivência de governos com projetos econômicos que prejudicam o meio ambiente.
Frise-se que o governo do Brasil não foi convidado para a reunião, nem como simples espectador  – embora a maior parte da floresta (cerca de 60%) esteja dentro de seu território.
E o atual governo brasileiro, devido a esse contexto, também tem razão em estar alerta, pois a Amazônia sempre foi alvo da cobiça internacional e os últimos fatos ocorridos em países europeus com forte influência católica, passam a nítida impressão de serem atos preparatórios de um jogo geopolítico de apropriação criminosa das riquezas da região, dando seguimento à ação de ONGs nacionais e estrangeiras, graças à inércia e à omissão dos últimos governos, nos quais o interesse público foi desprezado, em benefício de interesses pessoais de enriquecimento ilícito.

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