terça-feira, junho 18, 2019

Fritar aliados vira rotina e cria instabilidade desnecessária para governo Bolsonaro

Terça, 18 de Junho de 2019 - 07:20


por Fernando Duarte
Fritar aliados vira rotina e cria instabilidade desnecessária para governo Bolsonaro
Foto: Marcos Corrêa/PR
Desde a saída de Gustavo Bebbiano da Esplanada dos Ministérios, já se tinha uma noção de que a “fritura” pública de integrantes do governo aconteceria sem qualquer cerimônia. No final de semana, a vítima da vez foi o presidente do BNDES, Joaquim Levy. Porém já aconteceu também com Velez Rodrigues e mesmo com o general Santos Cruz, que suportou por mais tempo os ataques por aliados do presidente Jair Bolsonaro do que os demais. A postura mostra a instabilidade típica de um gestor pouco experiente e os impactos políticos podem ser, a longo prazo, danosos para o governo.

Bolsonaro já deu inúmeros sinais de que não tem apreço pelos meios mais comuns de negociação política. Tanto que matérias relevantes, como a reforma da Previdência, seguem patinando por causa de uma articulação repleta de buracos. Nos últimos dias o governo parecia estar dando um rumo mais coeso e havia uma expectativa de que tudo andasse, mesmo que não na velocidade esperada pelo Palácio do Planalto. Porém voltou a degringolar de uma maneira bem mais rápida, numa espécie de comprovação de que não existia muita solidez nas ações.

O caso de Joaquim Levy foi emblemático. Quadro técnico do mercado financeiro, ele até endossaria o discurso de que o governo estava interesse no time de notáveis, independente do posicionamento político prévio. Antes do BNDES, Levy tinha sido ministro de Dilma Rousseff. No entanto, por seu relacionamento pregresso, o agora ex-presidente do BNDES teve acelerado seu desligamento, feito via imprensa. Bolsonaro estava “por aqui” com Levy e o demitiu, ainda que ele tenha pedido demissão.

O próprio ministro Sérgio Moro, considerado um dos grandes nomes do governo, já foi alfinetado, ainda que indiretamente, por uma fala do presidente da República. Ao admitir que não confiava 100% em ninguém, Bolsonaro abriu margem para que adversários criticassem o ex-juiz, bombardeado por matérias que revelam conversas inapropriadas entre um magistrado e o Ministério Público. Não é o momento de fritar Moro, porém um recado foi dado e, possivelmente, entendido pelos principais envolvidos.

Apesar de boa parte da chamada opinião pública se mostrar surpresa com a estratégia discursiva para desligar integrantes do governo, não era para ser assim. Bolsonaro, muito antes de se viabilizar como candidato à Presidência da República, já tinha dado amostras de que temperança não seria algo cotidiano. Talvez o espanto seja causado por, em seis meses, ter se tornado rotina as demissões chegarem pela imprensa antes de efetivamente consolidadas. E, num governo instável, qualquer cabeça pode ir a prêmio a depender dos humores do morador do Palácio da Alvorada. A lista pode não parar de crescer...

Este texto integra o comentário desta terça-feira (18) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM e RB FM.

Bahia Notícias

Ex-presidente da Uefa, Platini é preso por suspeita de corrupção


Ex-presidente da Uefa, Platini é preso por suspeita de corrupção
Foto : Shaun Botterill/Getty Images
Ex-presidente da Uefa, Michel Platini foi preso, nesta terça-feira (16), para depor por suspeitas de corrupção envolvendo a Copa de 2022. O ex-jogador francês foi detido em Nanterre, subúrbio de Paris.

De acordo com o Globoesporte, Platini era um dos investigados em operação que averigua possíveis irregularidades na escolha do Catar como sede do próximo Mundial da Fifa.Platini foi presidente da Uefa de 2007 a 2015, quando foi banido do futebol por oito anos após ser considerado culpado de receber pagamentos indevidos do ex-presidente da Fifa, Sebastian Blatter.

Após recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS), apena foi reduzida duas vezes até ser definida em quatro anos. Ela se encerrara em outubro deste ano.

Bahia Notícias

Nem Jânio (de porre…) conseguiu fazer um governo mais maluco do que Bolsonaro


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Ilustração reproduzida do Arquivo Google
Carlos Newton
No Brasil, ser repórter de política virou, ao mesmo tempo, diversão e escravidão. Os jornalistas realmente se divertem com as maluquices da família Bolsonaro e de seu governo, que é o mais enlouquecido da história, pois nem mesmo Jânio Quadros, eternamente de porre, conseguiu mais trapalhadas do que o atual presidente. Mas fazer a cobertura do governo virou também uma escravidão, porque o show é permanente, inclui fins de semana, feriados e viagens ao exterior.
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL – Os repórteres não têm sossego, porque o espetáculo é apimentado pelas participações dos filhos Flávio (o Zero Um), senador pelo PSL-RJ; Carlos (o Zero Dois), que comanda à distância a Comunicação Social do Planalto; e Eduardo (o Zero Três), que se autoproclamou “chanceler informal” e dá ordens ao ministro do Exterior, que é uma espécie de Rainha da Inglaterra e não manda nada.
Além disso, há as sensacionais intervenções do escritor Olavo de Carvalho, o Rasputin virginiano, que saiu de cena, mas ainda manobra nos bastidores.
PRESIDENTE BIPOLAR – Analisado com atenção, o chefe do governo demonstra um comportamento bipolar. Muda de opinião com facilidade, é um vaivém incessante. Faria sucesso em qualquer divã, porque nem mesmo Freud explicaria o proceder de Bolsonaro, mesmo ajudado por Jung, Lacan, Pavlov, Pinel etc.
O fato é que Bolsonaro e os três mosqueteiros que eram quatro (seus filhos e o guru virginiano) não têm a menor ideia do que seja democracia. Se comportam como se tivessem inventado um reinado psicodélico, em que Legislativo e Judiciário ficam em segundo plano, mas Padre Quevedo esqueceu de dizer a eles que “isso non ecziste”.
Bolsonaro tenta reagir à influência dos filhos e de Olavo, mas tem recaídas. Às vezes, percebe que errou, como no caso do ministro Gustavo Bebianno. Arrependeu-se e ofereceu-lhe a diretoria de Itaipu ou as embaixadas da Itália e Portugal, a escolher, mas Bebianno recusou. Na semana passada, demitiu Santos Cruz e lhe ofereceu outro cargo no governo, mas o general não aceitou e saiu de fininho, sem dar entrevista.
ESCULHAMBAÇÃO – Os atos administrativos são uma bagunça. O decreto das armas é um exemplo. Teria de ser uma medida provisória. Baixado como decreto, é ilegal, apenas uma peça de ficção. Em sentido inverso, o mesmo fenômeno se registra em relação à medida provisória para acabar com a contribuição sindical obrigatória. Poderia ser um simples decreto e já estaria em vigor, mas como medida provisória corre o risco de rejeição ou alteração pelo Congresso.
O certo é que Bolsonaro seguiu Raul Seixas e se transformou numa metamorfose ambulante. Ninguém sabe qual será a tendência do governo, porque o privatista Guedes está em baixa e as desonrosas demissões de Marcos Pinto e Joaquim Levy demonstram que Guedes não manda mais nada. Os dois eram da sua cota.
Se Guedes tivesse hombridade, seria solidário aos auxiliares e pediria o boné antes deles. Mas esse tipo de comportamento digno parece fora de moda e o ministro fez questão de dar entrevista tentando justificar a grosseria de Bolsonaro, que é injustificável.
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P.S. – Como na canção de Moraes Moreira e Pepeu Gomes, lá vai o Brasil descendo a ladeira. E ninguém sabe para que lado o governo Bolsonaro irá pender – se vai adotar uma linha nacionalista, seguindo a tradicional visão do militares, ou se vai mergulhar no neoliberalismo mais vulgar, nas mãos dos Guedes da vida. Na realidade, tudo é possível, até porque, na era Bolsonaro, nada é previsível. (C.N.)    

Guedes escolhe para o BNDES um defensor da privatização, e isso já diz tudo


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Aos 38 anos, qual é a experiência que Gustavo Montezano possui?
Pedro do Coutto
Reportagem de Bruno Rosa, Geralda Doca e Daiane Costa, O Globo de ontem, revelou que o Ministro Paulo Guedes iria escolher um nome com experiência no setor privado para presidente do BNDES.  No final da tarde de ontem o nome foi escolhido. Trata-se do engenheiro Gustavo Montezano, que era secretário adjunto da Secretaria de Desestatização. Bem, com apenas 38 anos, não tem tanta experiência quanto se esperava.
Politicamente, digo eu, é preciso considerar que o BNDE, criado no governo constitucional de Vargas, restringia-se ao plano econômico, mas depois, com o passar do tempo, no governo Fernando Henrique Cardoso ganhou um “S”, passando a ser Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. (BNDES). Portanto, a face social foi incorporada ao banco de fomento e apoio à indústria, entre outras funções.
FOCO NA REALIDADE – O novo presidente do BNDES e o Ministro Paulo Guedes terão que se submeter à realidade dos fatos. Portanto, torna-se indispensável um novo olhar sobre a questão, incluindo-se o vínculo social como consequência no desenvolvimento na economia.
Na década de sua criação, o BNDES foi dirigido por Marcos Souza Dantas, Lucas Lopes, Cleanto de Paiva Leite e Roberto Campos. No governo JK, Lucas Lopes foi nomeado Ministro da Fazenda. Mas esses fatos pertencem ao passado.
Os nomes citados comprovam a qualidade humana que dirigiu a instituição por vários anos. Digo isso porque todos eles eram integrantes de uma elite técnica que ficou como marca de um tempo.
DISTRIBUIR RENDA – Mas, afinal de contas, o que adianta o desenvolvimento econômico sem o correspondente avanço social. O desenvolvimento social tem que ser calcado sobre uma nova distribuição de renda. Vale acentuar que distribuir renda não é dividir por dois. Pode ser até por dez, com nove para o capital e um para o trabalho humano, conforme se costuma fazer.
A distribuição resulta da chamada renda per capita, resultado da divisão do PIB pelo número de habitantes. No Brasil de hoje, seria dividir 6,5 trilhões de reais por 210 milhões de habitantes.
Lembro que há uns trinta anos eu e Villas-Bôas Correa estávamos em um avião para Brasília. No voo encontravam-se também o jornalista Roberto Marinho e o embaixador Walter Moreira Sales.  Eu disse ao Villas: “A renda per capita neste avião é altíssima”. Mas, se fôssemos levar em conta a distribuição, outra realidade surgiria.
CAPITALIZAÇÃO – O projeto de capitalização na Previdência Social, derrubado pelo parecer de Samuel Moreira, só poderia ser aplicado para os que ingressassem no mercado de trabalho a partir de agora. Por quê isso?  Simplesmente, porque não poderia se aplicar, para efeito de aposentadoria, às contribuições dirigidas a poupança de cada trabalhador.
E como ficaria o período, digamos, desde há vinte anos passados, que não poderia ser acrescido aos depósitos daqui para frente? O valor das aposentadorias seria mínimo. 
Este comentário, acredito, tem como endereço a realidade, não a ficção, que Paulo Guedes tanto costuma alimentar.

“Objetivo claro de libertar Lula e destruir Moro”, diz Santos Lima sobre ação de hacker


Santos Lima afirma que o esquema contra Moro é muito sofisticado
Fausto Macedo, Julia Affonso e Ricardo BrandtEstadão
Ex-integrante da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima acredita que os ataques desferidos às autoridades da operação, após o vazamento de conversas entre procuradores da República e o então juiz Sérgio Moro – atual ministro da Justiça e Segurança Pública -, sejam parte de “uma campanha orquestrada”, com “objetivo claro de libertar Lula“. O ex-presidente está preso em Curitiba desde abril de 2018, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Aposentado em março do cargo de procurador regional da República, Santos Lima foi membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba de 2014 – quando foi deflagrada a primeira fase da operação – até 2018.
O senhor foi alvo dos hackers também?Eu saí da Lava Jato em setembro de 2018 e por decisão pessoal de ter um período de afastamento ético de qualquer informação interna de seis meses antes de minha aposentadoria, deletei todos os grupos de trabalho no Telegram e desinstalei o aplicativo naquele momento. Aparentemente não fui atacado.
O nome do sr. apareceu em novas publicações do site The Intercept supostamente conversando com o ex-juiz Sérgio Moro. O sr. reconhece os diálogos e uma suposta combinação sobre como reagir aos ataques feitos pelo ex-presidente Lula após depoimento?Como me manifestei, desconheço completamente as mensagens citadas, supostamente obtidas por meio reconhecidamente criminoso. O “órgão jornalístico” volta-se contra mim, aparentemente incomodado pelas críticas que tenho feito ao péssimo exemplo de “jornalismo” que produz. Creio que o “órgão jornalístico” deve uma explicação de como teve acesso a esse material de origem criminosa, e quais foram as medidas que tomou para ter certeza de sua veracidade, integridade e ausência de manipulação. A liberdade de imprensa não cobre qualquer participação de jornalistas no crime de violação de sigilo de comunicações.
Quando soube da invasão dos aparelhos dos colegas da forca-tarefa? Ficou surpreso? 
Soube quando estava em viagem por Portugal com mãe e irmãos. Na segunda metade de maio, possivelmente. Não fiquei surpreso. Fiquei surpreso que tenha demorado tanto. As organizações criminosas que enfrentamos na Lava Jato são poderosas, e, acuadas como ratos, era natural que reagissem.
Há riscos para a Lava Jato, para imagem da operação?A Lava Jato provou que a política brasileira se financia com o crime. Usa da corrupção para financiar campanhas eleitorais milionárias, para controlar estruturas partidárias e para os bolsos próprios, naturalmente. Nada disso mudou. As provas continuam aí para que todos vejam. A crise é artificial, uma farsa, mas uma mentira repetida mil vezes pode se tornar uma verdade nas mentes dos brasileiros. Estamos enfrentando um tipo de campanha muito bem orquestrada.
E para os processos, há riscos de nulidade?Não há juridicamente a menor possibilidade, pois não se pode considerar que notícias de um órgão de imprensa, vinculado ideologicamente com os interesses de condenados, seja considerada prova de qualquer coisa, salvo da vontade de libertar Lula. Cadê os arquivos? Como foram recebidos? Houve manipulação? É possível fazer perícia? Qual é a participação da Intercept no crime? Não fosse só esses poréns, tudo é ainda originário de um crime contra a própria Justiça, pelo que não há qualquer viabilidade de ter efeitos jurídicos.
A quem interessa o hackeamento de autoridades da Lava Jato?A resposta está nos diálogos que foram revelados. Com tantas autoridades atacadas, interessante notar o foco exclusivo em libertar Lula e destruir Sérgio Moro.
O sr. vê autoria ou mando único entre quem hackeou e a divulgação desse material?O ataque foi centralizado, altamente sofisticado, com um custo que ultrapassa em muito a capacidade financeira e tecnológica de meros hackers amadores em porões na casa da mamãe, como romanticamente são descritos. O hackeamento e a divulgação obedeceram comando único, dotado de um orçamento milionário e possivelmente com recursos tecnológicos de fora do País.
O material pode ser usado em processos, como fez a defesa de Lula agora?O material, como já disse, não tem valor. Prova por notícia? Se a moda pega, basta produzir um material apócrifo e entregar a um jornalista preguiçoso ou leniente e, voilà, algum (ministro do Supremo) Gilmar Mendes irá dar crédito.
Pode ser caracterizado como uma tentativa de obstrução à Lava Jato?É claro que sim. Houve diversos crimes e a Polícia Federal deve descobrir o culpado.
Sobre o conteúdo, mesmo que o material tenha sido obtido ilegalmente, houve relação ilegal entre o juiz da Lava Jato e a acusação?Essa é uma discussão sem sentido. A relação entre juiz e procuradores, juiz e delegados, juiz e advogados se dá diuturnamente. Questões procedimentais, exposição de pontos de vista e explicação de futuros pedidos são comuns. Somos todos conhecidos, não amigos, de mais de 20 anos. Não há nada de irregular nas conversas. Essa é a prática judiciária. Observo, novamente, que não se pode atestar que essas conversas não tenham sido editadas, motivo pelo qual nada disso significa qualquer coisa relevante.
Quando o juiz questiona andamento das operações da investigação, questiona método de interrogatório do Ministério Público Federal ou combina recebimento de denúncia-crime, não há desequilíbrio entre as partes?Como disse, a questão está sendo tratada com certo farisianismo. Informar estado de investigações é necessário para explicar pedidos cautelares. O juiz reclamar das partes e de suas decisões acontece direto, inclusive em audiência. Quantas vezes fui conversar com juízes sobre liminares e eles disseram simplesmente: “Nem gaste saliva, Doutor, a decisão liminar sai ainda hoje”. Isso acontece com a defesa também. Ou será que os três parlamentares do PT estavam de graça na PF antes mesmo da liminar do desembargador (do TRF-4 Rogério) Favreto sair? Não reconheço validade a nenhuma conversa, e mesmo assim não vejo nada especial nelas.
Houve conluio entre a força-tarefa e o juiz Moro no caso das supostas conversas sobre escutas de Lula e Dilma Rousseff, sobre a informação de transferência de imóveis dos filhos de Lula?Me parece que houve a comunicação ao Ministério Público de supostos crimes que o juiz teve conhecimento.
Como recebeu a reação ao conteúdo, como os pedidos de afastamento de Moro e do coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol encampado pela OAB, ministros do Supremo e advogados acusando relação indevida nos diálogos?Com incredulidade. Considero que há muitos garantistas de fachada, que se valem de supostas conversas criminosamente obtidas para valerem seus interesses. Gostaria de saber como reagiria Gilmar Mendes se aparecesse uma conversa apócrifa em seu nome. Será que pensaria da mesma maneira? Aliás, no passado ele foi flagrado conversando com um investigado que estava sofrendo medidas cautelares. Qual foi a explicação? No passado Gilmar visitou na calada da noite o presidente Michel Temer, que era objeto de denúncia da Procuradoria-Geral da República. Alguma explicação? Tudo é cercado de muita e muita hipocrisia. Tudo é dirigido para soltar Lula. Será que o triplex não existiu? Que não houve corrupção na Petrobrás? Que o Brasil é o país das maravilhas e todos nós devemos ser governados, bestializados, por uma cleptocracia?
É o mais duro ataque sofrido pela Lava Jato nesse cinco anos?É um ataque covarde e criminoso, perpetrado por uma organização criminosa que, valendo-se de um jornalista ideologicamente comprometido e leniente, pois até agora não explicou como isso tudo veio parar em suas mãos, nem como procurou aferir a veracidade, autenticidade e integralidade das conversas, consegue criar esse falso drama com conversas pinçadas segundo o objetivo claro de libertar Lula. É um ataque grave, e o Estado não pode permitir que tenha sucesso, pois se tornaria em um precedente para novos ataques e novas notícias apócrifas surgirem. A Lava Jato acostumou-se a ataques mentirosos, mas a sordidez deste ultrapassou qualquer limite.

Infelizmente educação ainda é coisa rara.



Após a alvorada um cidadão de Jeremoabo enviou umas fotos mostrando o lixo que ficou na rua, como isso acontece não só em Jeremoabo, atendi a reclamação do citadão contribuinte publicando e não teci comentários. tirei por menos, porém, como muitos donos da verdade, muitos incultos, e alguns puxa-sacos querendo aparecer, manifestaram-se favorável a jogar lixo nas ruas, e que  deveríamos encobrir o errado, estou publicado abaixo uma matéria não de minha autoria, mas de um grande jornal do país para mostrar aos " civilizados " falsificados, que isso se trata de falta de civilidade, falta de educação.

Jogar lixo em locais indevidos é falta de respeito com o próximo.


“Diga com quem andas que direi quem tu és”. Esta é uma frase corriqueira, que muitas pessoas, principalmente adolescentes, ouvem de seus pais. O comportamento de quem você anda cotidianamente pode acabar revelando seu perfil. Porém, muitas vezes, pessoas ao nosso lado se manifestam de maneira “errada” e por mais que você oriente, continuam fazendo a mesma coisa. E pasmem: estas pessoas com comportamentos inadequados em diversos momentos são as primeiras a emitirem opiniões e apontarem o dedo para outra ação equivocada e reprovada.
Este diário já foi porta de muitas reclamações de munícipes que jogam lixo em local impróprio. Muitas ligações são feitas para o departamento de Jornalismo deste impresso falando as mesmas coisas. As pessoas, até que “instruídas” fazem este ato lamentável de jogar lixo de forma inadequada.
Estas mesmas pessoas que depositam entulhos onde acham que devem, reclamam de enchentes, de bichos peçonhentos, de doenças, de corrupção. Pessoas que só sabem reclamar, mas que são incapazes de colaborar e terem o mínimo de educação.
Nem sempre com quem você anda vai demonstrar quem você realmente é. Muitos vizinhos que são “presenteados” com lixos e entulhos ao amanhecer, conhecem os autores da cena lamentável. Isso, em pleno 2018, é inadmissível.
Como pode alguém sair de casa, com o carro cheio de inutilidades, parar na beira de uma estrada, calçada, terreno baldio e jogar tudo o que tem ali? Sem nem ao menos se preocupar com o próximo, com o cenário feio, com o meio ambiente que é diretamente afetado por isso. Não tem desculpa.
Se tem carro e combustível para levar o material ali, tem para levar nos pontos adequados, onde não irá prejudicar a vida de ninguém. Pergunta para quem faz isso, se quer que deixe tudo na frente da sua casa? Claro que não!
Na edição de anteontem, este jornal veiculou uma matéria sobre acúmulo de lixo. Em Presidente Prudente, basta um passeio pela cidade, principalmente nas zonas periféricas, para constatar diferentes cenários urbanos se transformando em depósitos de lixo a céu aberto.
Isso não é nem falta de ética. É falta de educação mesmo, com o próximo, com a natureza, com o meio ambiente, consigo mesmo. Mas, nem sempre quem anda com alguém que tem esse tipo de atitude, também o faz. Vale a atenção para estes casos e fica a torcida para que desistam de ter esta atitude lamentável e repugnante.
FONTE O Imparcial

Você nunca vai chegar ao seu destino se parar e atirar pedras em cada cão que late.... Frase de Winston Churchill..


Nota da redação deste Blog - Esse povo que com toda falsidade hoje fingem que defendem o prefeito, são as mesmas pessoas que queimavam esse Blog quando postava fotos da sujeira que ficavam nas ruas após festas no tempo de Tista, Anabel, Pedrino e o Interino.
É a mesma mão que cansou de " afagar" quem sempre esteve no poder.
São verdadeiros/as atletas, vivem pulando em busca de benesses.


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