Redação CORREIO
O frei franciscano alemão Alexander Nicolaus Weber, foi preso nesta segunda-feira (16) na Inglaterra. Foragido da Justiça brasileira desde 2002, o frei foi condenado na Bahia por pedofilia e atentado violento ao pudor contra um menino que, à época do crime, tinha seis anos. Segundo o Folha Online, Alexander Nicolaus foi localizado em um hotel em Londres pela Interpol e deverá ser extraditado para o Brasil para cumprir sua pena pelo crime. Preso em flagrante pela Polícia Civil de Rio de Contas em 2002, ele cumpria prisão domiciliar na Casa de Repouso dos Frades Franciscanos, em Salvador. Mas após conseguir habeas corpus, o frei fugiu do país.
Fonte: Correio da Bahia
terça-feira, novembro 17, 2009
Urna biométrica é nova arma da Justiça Eleitoral contra corrupção
Vítor Rocha, do A TARDE
“O coronel recolheu os títulos dos empregados e foi para a cidade votar. Na volta, um deles pergunta: ‘Coronel, em quem foi mesmo que a gente votou? O coronel: ‘Não posso falar, o voto é secreto’”. É com esta situação hipotética que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga, em canal aberto de televisão, a campanha em favor da urna biométrica, equipamento capaz de identificar o eleitor pela impressão digital e que impede a ocorrência de situações como a exemplificada pelo spot publicitário.O TSE pretende, com o novo sistema, impedir que uma pessoa vote por outra. Atualmente, basta apresentar o título de eleitor ou um documento de identificação com foto para poder votar, o que abre brechas para fraudes.Com o novo mecanismo, no entanto, o eleitor só será autorizado a se dirigir à urna eletrônica depois de passar por leitura da impressão digital. A tecnologia do equipamento permite ainda que o presidente da mesa visualize uma foto do eleitor presente.“O calcanhar-de-aquiles do sistema eleitoral era a identificação do eleitor, porque o título não tem foto. Isso possibilitava inclusive que alguém votasse por uma pessoa já morta”, analisa Cezaltina Aguiar, assessora de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). “A identificação da impressão digital, no entanto, acaba com isso”, completa.Abrangência - O sistema fará parte das eleições do ano que vem em 43 municípios brasileiros e será utilizado por 1,03 milhão de pessoas – quase 1% do total no Brasil. A expectativa do TSE é universalizar o sistema nos próximos oito anos. Segundo a assessoria do TRE-BA, as capitais devem ser as últimas cidades a contar com o sistema. “A cobertura vai ser ampliada aos poucos, pois trata-se de um sistema caro”, afirma Cezaltina.Na Bahia, a única cidade participante é Pojuca, na Região Metropolitana de Salvador, onde já começou o recadastramento na 200ª Zona Eleitoral. Um total de 2.673 eleitores, o que representa 12% dos registros atuais da cidade, já se apresentou à Justiça Eleitoral para se inscrever no novo modelo de votação, informa o último boletim do cartório local, de sexta-feira.De acordo com a assessoria do TRE-BA, Pojuca foi escolhido porque se enquadra nos três critérios indicados pelo TSE – suspeita de fraude, ser próximo à capital e ter condição facilmente controlável.Sanções - “Qualquer município que o eleitorado chegue a 80% da população se enquadra como suspeito. Este é o caso de Pojuca”, afirma a assessora do TRE-BA. “Aproveitamos o cadastramento biométrico para fazer também uma revisão do eleitorado”, acrescentou Cezaltina, lembrando que cerca de 290 municípios baianos passaram por revisão até 2006.Todos os eleitores do município têm de se apresentar até 3 de dezembro no Fórum Walter Nogueira, na 1ª Travessa Antônio Batista, no bairro Nova Pojuca. Devem portar documento de identidade e comprovante de residência. Quem não se recadastrar fica impedido de participar de concurso público, tirar passaporte, pegar empréstimo em banco oficial e outras sanções por conta da falta do título eleitoral.O sistema foi usado pela primeira vez no ano passado em três municípios: Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC).
Fonte: A Tarde
“O coronel recolheu os títulos dos empregados e foi para a cidade votar. Na volta, um deles pergunta: ‘Coronel, em quem foi mesmo que a gente votou? O coronel: ‘Não posso falar, o voto é secreto’”. É com esta situação hipotética que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga, em canal aberto de televisão, a campanha em favor da urna biométrica, equipamento capaz de identificar o eleitor pela impressão digital e que impede a ocorrência de situações como a exemplificada pelo spot publicitário.O TSE pretende, com o novo sistema, impedir que uma pessoa vote por outra. Atualmente, basta apresentar o título de eleitor ou um documento de identificação com foto para poder votar, o que abre brechas para fraudes.Com o novo mecanismo, no entanto, o eleitor só será autorizado a se dirigir à urna eletrônica depois de passar por leitura da impressão digital. A tecnologia do equipamento permite ainda que o presidente da mesa visualize uma foto do eleitor presente.“O calcanhar-de-aquiles do sistema eleitoral era a identificação do eleitor, porque o título não tem foto. Isso possibilitava inclusive que alguém votasse por uma pessoa já morta”, analisa Cezaltina Aguiar, assessora de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). “A identificação da impressão digital, no entanto, acaba com isso”, completa.Abrangência - O sistema fará parte das eleições do ano que vem em 43 municípios brasileiros e será utilizado por 1,03 milhão de pessoas – quase 1% do total no Brasil. A expectativa do TSE é universalizar o sistema nos próximos oito anos. Segundo a assessoria do TRE-BA, as capitais devem ser as últimas cidades a contar com o sistema. “A cobertura vai ser ampliada aos poucos, pois trata-se de um sistema caro”, afirma Cezaltina.Na Bahia, a única cidade participante é Pojuca, na Região Metropolitana de Salvador, onde já começou o recadastramento na 200ª Zona Eleitoral. Um total de 2.673 eleitores, o que representa 12% dos registros atuais da cidade, já se apresentou à Justiça Eleitoral para se inscrever no novo modelo de votação, informa o último boletim do cartório local, de sexta-feira.De acordo com a assessoria do TRE-BA, Pojuca foi escolhido porque se enquadra nos três critérios indicados pelo TSE – suspeita de fraude, ser próximo à capital e ter condição facilmente controlável.Sanções - “Qualquer município que o eleitorado chegue a 80% da população se enquadra como suspeito. Este é o caso de Pojuca”, afirma a assessora do TRE-BA. “Aproveitamos o cadastramento biométrico para fazer também uma revisão do eleitorado”, acrescentou Cezaltina, lembrando que cerca de 290 municípios baianos passaram por revisão até 2006.Todos os eleitores do município têm de se apresentar até 3 de dezembro no Fórum Walter Nogueira, na 1ª Travessa Antônio Batista, no bairro Nova Pojuca. Devem portar documento de identidade e comprovante de residência. Quem não se recadastrar fica impedido de participar de concurso público, tirar passaporte, pegar empréstimo em banco oficial e outras sanções por conta da falta do título eleitoral.O sistema foi usado pela primeira vez no ano passado em três municípios: Colorado do Oeste (RO), Fátima do Sul (MS) e São João Batista (SC).
Fonte: A Tarde
Jaques Wagner diz que confronto pelo governo do estado será com Souto
Florisvaldo Mattos, Editor-chefe de A TARDE
Wagner está convencido de que faz um governo patenteado na democracia e no trabalho
Se a eleição para o governo do Estado fosse agora, os votos do eleitorado se dividiriam entre 40% para a candidatura situacionista de Jaques Wagner, à frente de uma coligação encabeçada pelo PT, 30% para a de Paulo Souto (DEM) e menos de 11% para a do ministro da Integração Regional, Geddel Vieira Lima. O governador encara o quadro sucessório numa perspectiva de disputa entre ele e Souto, num possível segundo turno.
Os números foram mencionados pelo governador durante almoço na Governadoria com jornalistas e se baseiam em pesquisas de sua iniciativa e do partido, realizadas no interior e na capital. Na eleição para presidente da República, as mesmas apurações de voto indicam uma vantagem, em Salvador, de 1% de Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB), mas este no interior estaria com 6,5% sobre a candidata do presidente Lula.
O governador reuniu-se nesta segunda com editores-chefes de jornais da capital e do interior, para o que chamou de “uma conversa aberta”, sem travas, como considera venham sendo as relações dele com a imprensa, durante três anos que agora se completam de seu governo.
Duas marcas - Otimista, Jaques Wagner está convencido de que faz um governo patenteado por duas marcas no desempenho: a democratização e o trabalho realizado na área social. No primeiro caso, proclama a credencial de ter restabelecido na Bahia um clima de relações democráticas plenas, deixando para trás práticas de mando que comprimiam e subjugavam a atividade política de pessoas e partidos. “Sempre tive uma posição mais para a esquerda, embora este conceito esteja hoje diluído, confiante nos valores da democracia e suas práticas”, disse o governador.
No plano social, o governador não refreia a vontade de citar números, pois, segundo ele, a esta altura do governo, contabiliza realizações de 50 mil casas populares construídas; 60 mil professores credenciados para ministrar o ensino, ao final de cursos de preparação (“enquanto antes não havia nenhum projeto neste sentido”, frisa); um rol de 700 mil alfabetizados e dois milhões de pessoas desfrutando de água e luz em seus domicílios no Estado.
Segurança - Wagner considera que estradas e segurança são os problemas de mais difícil enfrentamento – o primeiro porque custa muito caro construir e conservar rodovias (“cerca de R$ 800 mil a R$ 1 milhão o quilômetro de construção”, precisou), mas, mesmo assim, soma três mil quilômetros de obras estaduais entre construção e conservação.
A segurança – para ele, um problema que “está em todo lugar”, principalmente nas grandes cidades – tem merecido sua atenção, mas acha que não pode fazer tudo. Por isso, espera iniciar-se o ano para abrir concurso com vistas à contratação de 3.200 policiais militares e investir fortemente na ampliação da frota de carros destinados às operações da PM e da Polícia Civil.
Fomento industrial - Segundo o governador, é muito difícil compatibilizar interesses de desenvolvimento industrial à base de guerra fiscal, quando se trata de um Estado que já está num estágio avançado. “A quem já possui, como a Bahia, uma posição de maior polo industrial integrado da América Latina (cita a petroquímica e indústrias agregadas), torna-se difícil deflagrar guerra fiscal, porque será logo alvo da demanda de favores iguais por parte da indústria já instalada, e seria injustiça não atender”.
Fonte: A Tarde
Wagner está convencido de que faz um governo patenteado na democracia e no trabalho
Se a eleição para o governo do Estado fosse agora, os votos do eleitorado se dividiriam entre 40% para a candidatura situacionista de Jaques Wagner, à frente de uma coligação encabeçada pelo PT, 30% para a de Paulo Souto (DEM) e menos de 11% para a do ministro da Integração Regional, Geddel Vieira Lima. O governador encara o quadro sucessório numa perspectiva de disputa entre ele e Souto, num possível segundo turno.
Os números foram mencionados pelo governador durante almoço na Governadoria com jornalistas e se baseiam em pesquisas de sua iniciativa e do partido, realizadas no interior e na capital. Na eleição para presidente da República, as mesmas apurações de voto indicam uma vantagem, em Salvador, de 1% de Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB), mas este no interior estaria com 6,5% sobre a candidata do presidente Lula.
O governador reuniu-se nesta segunda com editores-chefes de jornais da capital e do interior, para o que chamou de “uma conversa aberta”, sem travas, como considera venham sendo as relações dele com a imprensa, durante três anos que agora se completam de seu governo.
Duas marcas - Otimista, Jaques Wagner está convencido de que faz um governo patenteado por duas marcas no desempenho: a democratização e o trabalho realizado na área social. No primeiro caso, proclama a credencial de ter restabelecido na Bahia um clima de relações democráticas plenas, deixando para trás práticas de mando que comprimiam e subjugavam a atividade política de pessoas e partidos. “Sempre tive uma posição mais para a esquerda, embora este conceito esteja hoje diluído, confiante nos valores da democracia e suas práticas”, disse o governador.
No plano social, o governador não refreia a vontade de citar números, pois, segundo ele, a esta altura do governo, contabiliza realizações de 50 mil casas populares construídas; 60 mil professores credenciados para ministrar o ensino, ao final de cursos de preparação (“enquanto antes não havia nenhum projeto neste sentido”, frisa); um rol de 700 mil alfabetizados e dois milhões de pessoas desfrutando de água e luz em seus domicílios no Estado.
Segurança - Wagner considera que estradas e segurança são os problemas de mais difícil enfrentamento – o primeiro porque custa muito caro construir e conservar rodovias (“cerca de R$ 800 mil a R$ 1 milhão o quilômetro de construção”, precisou), mas, mesmo assim, soma três mil quilômetros de obras estaduais entre construção e conservação.
A segurança – para ele, um problema que “está em todo lugar”, principalmente nas grandes cidades – tem merecido sua atenção, mas acha que não pode fazer tudo. Por isso, espera iniciar-se o ano para abrir concurso com vistas à contratação de 3.200 policiais militares e investir fortemente na ampliação da frota de carros destinados às operações da PM e da Polícia Civil.
Fomento industrial - Segundo o governador, é muito difícil compatibilizar interesses de desenvolvimento industrial à base de guerra fiscal, quando se trata de um Estado que já está num estágio avançado. “A quem já possui, como a Bahia, uma posição de maior polo industrial integrado da América Latina (cita a petroquímica e indústrias agregadas), torna-se difícil deflagrar guerra fiscal, porque será logo alvo da demanda de favores iguais por parte da indústria já instalada, e seria injustiça não atender”.
Fonte: A Tarde
Americano citado em CPI da Biopirataria
Denunciado na última semana pelo MPE por agredir ambiente no Pantanal, Charles Alexander Munn é apontado por tráfico de aves e ceva de onçasSTEFFANIE SCHMIDT
Da ReportagemVelho conhecido do meio ambiente brasileiro, o americano Charles Alexander Munn, denunciado semana passada pelo Ministério Público Estadual (MPE) pela prática de crimes ambientais, é um dos nomes citados com freqüência no relatório final da CPI da Biopirataria, elaborado pela Câmara dos Deputados no início de 2006. Tráfico de aves no Nordeste do país, ceva de onças no Pantanal e, mais recentemente, destruição de vegetação nativa além de propriedade irregular de terras dentro de reserva de proteção ambiental são alguns dos crimes ambientais ligados ao nome do biólogo. Durante a CPI, Otávio Nolasco de Farias, proprietário da fazenda Serra Branca (BA), celeiro de reprodução da arara-azul-de-lear no Brasil, afirmou que conhecia “Zelito”, o maior traficante dessa espécie de arara e que teria sido ele o responsável por iniciar Charles Munn e seu sócio, Pedro Cerqueira de Lima, ambos dirigentes da Fundação Bio Brasil, no negócio de trafico de aves. A ONG de Munn se auto-define como responsável pela conservação da fauna e flora ameaçada de extinção em vários biomas no Brasil. A BioBrasil chegou a formar parceria com a fazenda Serra Branca para administrar as terras no entorno do criatório, a fim de proteger as aves dos traficantes. Entretanto, essa parceria foi desfeita, segundo relato de Otávio Farias, depois de um incidente com duas araras que caíram do ninho e foram encontradas presas em cativeiro, na mesma região. Segundo seu serviço de investigação particular, Farias identificou rastros de dois funcionários da BioBrasil no local onde as duas aves haviam caído. O próprio administrador da ONG, Pedro Cerqueira de Lima, afirmou, em seu depoimento à CPI, que alguns funcionários da fundação eram ex-traficantes. O número de aves em criatórios é autorizado e controlado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na tentativa de evitar o tráfico, o que nem sempre é possível. Interessado nas araras, Charles Munn tentou comprar a área de “As Barreiras”, no entorno da fazenda Serra Branca, mas, segundo Otávio Farias, ele se antecipou e comprou dois terços das terras. Uma das práticas utilizadas por Munn na época em que a fundação BioBrasil administrava o entorno do criatório era a plantação de roças de milho, a fim de atrair novos animais. A ceva é condenada por ambientalistas em todo mundo, por não ter base científica e prejudicar o hábito natural dos animais. O biólogo americano é acusado de utilizar o mesmo método para atrair onças no Pantanal Mato-grossense, onde tem propriedade voltada para o turismo. De acordo com reportagem produzida pelo site O Eco, em outubro do ano passado, restos de animais mortos ou mesmo vivos e amarrados, encontrados na mata, aumentaram depois da presença do empreendimento de Munn na região.
Fonte: Diário de Cauibá
segunda-feira, novembro 16, 2009
Hospital estadual de Jeremoabo, a medicina da vergonha.
Os fantasmas doHospital de Jeremoabo

Por: J. Montalvão
O maior beneficio que a direção do Hospital Estadual de Jeremoabo, poderia prestar a população dessa região era solicitar demissão coletiva.
Quando o mesmo era administrado pelo PFL/DEM já era um verdadeiro pela vivo, e agora com a ala do PT que assumiu a direção acabou de avacalhar, pode ser considerado monstruoso.
Na prática, estamos falando de um projeto de eutanásia social, onde o artigo 196 da Constituição aqui não é garantido.
Até os cidadãos de recursos aqui são penalizados, pois o hospital está acéfalo, já está passando do tempo do Ministério Público agir como o seu colega de Itabuna, pois o caso aqui já se tornou crime.
O Hospital Estadual de Jeremoabo está com sua diretoria ou administração na UTI, e já em fase terminal,
O diretor do hospital deveria ter o diploma cassado. Ele não tem o pré-requisito básico para ser um profissional de saúde, que é o respeito máximo, quase fundamentalista, pela vida humana, isso é decepcionante e desesperador, para um profissional de saúde é simplesmente inadmissível.
Negar acesso à saúde é tão desprezível quanto qualquer genocídio.
Todavia, o retrato fiel da baderna que foi transformado o Hospital Estadual de Jeremoabo, se concretizou hoje, quando o médico Leopoldo, Secretário Municipal de Saúde sofreu um ataque cardíaco, ao se deslocar para o hospital em busca de atendimento de emergência, em lá chegando não encontrou nenhum médico plantonista, foi encaminhado às pressas para a cidade de Paulo Afonso distante de Jeremoabo 90 km, sendo conduzido numa ambulância velha que ao atingir 24km de distância, apresentou defeito, sendo o paciente transferido para ser conduzido através de um FIAT UNO.
O Hospital Regional de Jeremoabo é detentor de uma direção socialmente vergonhosa e eticamente condenável.
Concluindo: se um médico secretário de saúde aqui na cidade de Jeremoabo em caso de urgência não consegue atendimento médico, por ai deduzam o cotidiano do cidadão comum, paciente do SUS. Este site denunciando todas essas aberrações acontece o que os senhores estão acompanhando através dos fatos narrados, analisem o que não seria de Jeremoabo se fossemos satisfazer os puxas sacos e ficássemos omissos e subservientes.
Matéria também publicada nos sites:
http://www.ozildoalves.com.br/internas/read/?id=3214
http://www.radiobahianordeste.com.br/v2/index.php
TRAGÉDIA NA CHURRASCARIA SAL E BRASA EM SALVADOR
Segundo a polícia, o crime teria motivação passionalNa manhã deste domingo (15), uma tragédia aconteceu na churrascaria Sal e Brasa (Boca do Rio), uma das mais tradicionais da cidade. Um homem invadiu o local e atentou contra a vida de Ivanilda Macedo da Silva, de 31 anos. Depois de disparar três tiros contra a mulher, ele se dirigiu ao banheiro e cometeu suicídio disparando contra a própria cabeça. A suspeita é de que o assassino era ex-marido da vítima e não aceitava a separação. No entanto, ainda não há mais informações sobre as circunstâncias do crime. De acordo com a polícia, a mulher era funcionária da Sal e Brasa e foi levada para o Hospital Roberto Santos. O caso está com a 9ª Delegacia.
Fonte: Sudoeste Hoje
20 ANOS DEPOIS DO LULA-LÁ, LULA, COLLOR E SARNEY JUNTOS
A eleição presidencial de 1989 foi marcada por agressões e ataques pessoais dos três principais personagens: os candidatos Fernando Collor de Mello (PRN), que seria eleito presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que ficou em segundo lugar, e o então presidente da República, José Sarney.
Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.
Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.
As declarações de cada um para justificar a repentina amizade se baseiam na alegação de que todos foram alvo de campanhas difamatórias e injustiças. Outra argumentação é que não foram eles que mudaram, mas o tempo e a política. De forma reservada, interlocutores de Lula dizem o que mais mudou nessas duas décadas: o pragmatismo e a necessidade de governabilidade. Leia mais em O Globo.
Era ladrão para lá, corrupto para cá e ditador de opereta para acolá. Collor ameaçava pôr os corruptos do governo Sarney na cadeia, se eleito. Sarney processou Collor por injúria e difamação. No calor da campanha, o alagoano xingou Lula de cambalacheiro. Foi eleito e não botou ninguém na cadeia. Acabou ele próprio apeado do cargo após dois anos de poder.
Depois de 20 anos, com Lula na Presidência, os três arqui-inimigos políticos transformaram-se em aliados em torno da base do governo petista, o que surpreendeu até os governistas, mostra reportagem de Gerson Camarotti e Maria Lima, publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.
As declarações de cada um para justificar a repentina amizade se baseiam na alegação de que todos foram alvo de campanhas difamatórias e injustiças. Outra argumentação é que não foram eles que mudaram, mas o tempo e a política. De forma reservada, interlocutores de Lula dizem o que mais mudou nessas duas décadas: o pragmatismo e a necessidade de governabilidade. Leia mais em O Globo.
Fonte: Sudoeste Hoje
Veja sete revisões com acordo da casa própria
Luciana Lazarinido Agora
O Agora selecionou sete situações que os mutuários discutem, em mutirões de conciliação na Justiça, ações referentes à casa própria contra a Caixa Econômica Federal. Os casos foram selecionados com o auxílio de especialistas, que também indicaram quais são as propostas que a Caixa costuma oferecer em cada um.
O TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, mantém um mutirão permanente de conciliação de processos que envolvem a casa própria. As audiências são para renegociar dívidas, rever condições de contratos e liquidar saldos devedores. Para a Justiça e para a Caixa, o objetivo é acelerar os processos e reduzir gastos com as ações, que podem demorar até dez anos.
Fonte: Agora
O Agora selecionou sete situações que os mutuários discutem, em mutirões de conciliação na Justiça, ações referentes à casa própria contra a Caixa Econômica Federal. Os casos foram selecionados com o auxílio de especialistas, que também indicaram quais são as propostas que a Caixa costuma oferecer em cada um.
O TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que atende São Paulo e Mato Grosso do Sul, mantém um mutirão permanente de conciliação de processos que envolvem a casa própria. As audiências são para renegociar dívidas, rever condições de contratos e liquidar saldos devedores. Para a Justiça e para a Caixa, o objetivo é acelerar os processos e reduzir gastos com as ações, que podem demorar até dez anos.
Fonte: Agora
Genéricos turbinam os ganhos das farmácias
Folha de S.Paulo
As farmácias compram remédios genéricos dos laboratórios com um desconto médio de 65% sobre o preço máximo estabelecido pelo governo para os fabricantes.
Esse desconto não chega integralmente ao consumidor. No ponto de venda, varia de 10% a 20% sobre o preço máximo estabelecido pelo governo para as farmácias, em média. O preço dos medicamentos é definido pela Cmed (CÔmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que estabelece diferença máxima de 30% entre o preço do fabricante e o que é oferecido para o cliente.
Fonte: Agora
As farmácias compram remédios genéricos dos laboratórios com um desconto médio de 65% sobre o preço máximo estabelecido pelo governo para os fabricantes.
Esse desconto não chega integralmente ao consumidor. No ponto de venda, varia de 10% a 20% sobre o preço máximo estabelecido pelo governo para as farmácias, em média. O preço dos medicamentos é definido pela Cmed (CÔmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que estabelece diferença máxima de 30% entre o preço do fabricante e o que é oferecido para o cliente.
Fonte: Agora
Saiba usar internet nos celulares pré-pagos
Kathia Nataliedo Agora
Usar a internet pelo celular não é mais exclusividade de clientes pós-pagos. Atualmente, quem tem aparelho pré-pago também pode acessar e-mails, baixar fotos e músicas e até navegar em sites de relacionamentos.
As tarifas são calculadas de acordo com a transmissão de dados, por meio de Mb (Megabytes) ou Kb (Kilobytes). Com um Mb, que equivale a 1.024 Kb, é possível baixar três músicas ou dois e-mails com anexos, por exemplo.
Fonte: Agora
Usar a internet pelo celular não é mais exclusividade de clientes pós-pagos. Atualmente, quem tem aparelho pré-pago também pode acessar e-mails, baixar fotos e músicas e até navegar em sites de relacionamentos.
As tarifas são calculadas de acordo com a transmissão de dados, por meio de Mb (Megabytes) ou Kb (Kilobytes). Com um Mb, que equivale a 1.024 Kb, é possível baixar três músicas ou dois e-mails com anexos, por exemplo.
Fonte: Agora
O jogo do João bobo
Dora Kramer
É intrigante a insistente solicitude com que governistas se dispõem a aconselhar o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a persistir na luta para obter a legenda do PSDB na disputa pela Presidência da República em 2010.
Tecem loas à capacidade de Aécio para agregar aliados, insinuam que se ele for o candidato da oposição o governo estará em maus lençóis porque a aliança em torno de Dilma Rousseff tenderia a explodir em função do êxodo de governistas em direção à candidatura do mineiro e alimentam abertamente a tese de que “Minas” tende a se insurgir contra uma posição subalterna, pois a sucessão presidencial “passa” necessariamente por lá.
Começando pelo fim: se Minas não aceita uma posição subalterna e tem – como, de fato, tem – a importância estratégica devida ao segundo maior colégio eleitoral do país, por que a direção nacional do PT não começa por organizar sua própria seara, hoje às turras no estado, em vez de incentivá-la a se tornar uma sublegenda do PMDB?
É que a preocupação primordial do governo é afastar o máximo de obstáculos possíveis do caminho de Dilma Rousseff, haja vista a determinação do presidente Luiz Inácio da Silva em tirar o deputado Ciro Gomes do páreo e acomodá-lo na disputa pelo governo de São Paulo.
Nessa linha, a paura maior é com a possibilidade de o PSDB juntar os governadores de São Paulo e Minas Gerais numa mesma chapa. Se a dupla seria imbatível ou não, só o eleitor para confirmar. Mas é fato que nas hostes governistas o temor é grande porque a avaliação em tese é a de que seria praticamente impossível derrotar José Serra e Aécio Neves juntos.
O ideal, qualquer governista confirma, teria sido conseguir que Aécio saísse do PSDB e concorresse por outro partido, de preferência o PMDB, para tirar dos tucanos os votos de Minas.
Essa possibilidade morreu com o fim do prazo para filiação partidária dos candidatos e a permanência de Aécio Neves no PSDB. A meta do adversário passou a ser, então, a tentativa de alimentar a cizânia interna na esperança de que se repita o cenário de 2002, quando boa parte do PSDB fazia cara de paisagem enquanto José Serra disputava a Presidência com Lula.
É do jogo, não fere nenhuma regra, mas o caminho escolhido agride a lógica dos fatos e não faz jus à inteligência dos envolvidos. De ambos os lados.
Os petistas dizem por toda parte que Aécio é o candidato mais difícil de ser derrotado, que eles prefeririam mil vezes concorrer com José Serra e que se o mineiro for escolhido está tudo perdido. Cobrem o governador de Minas de elogios, fazendo dele um juízo que não condiz com quem aprendeu na família que a política é a arte de ser matreiro.
Se Aécio é mesmo, na visão do PT, o adversário mais perigoso, o natural seria combatê-lo, minar suas chances, desqualificá-lo no lugar de elevá-lo à condição de divindade. Nem Aécio acredita nem o PT se faz verossímil. Inclusive porque já usou o truque em 2006, quando ministros “confidenciavam” a jornalistas que o PSDB faria bom negócio em escolher o então governador de São Paulo, pois Geraldo Alckmin seria um páreo duríssimo para Lula.
Agora a coisa se repete. Dá para entender alguém que elege para si a melhor opção para o adversário? Só sendo mentira. E das bem bobas.
Futucar é preciso
Hoje à noite no programa “É notícia” (Rede TV!) o presidente Lula aparecerá dizendo em entrevista a Kennedy Alencar que o mensalão foi fruto de armação de seus adversários, uma tentativa de golpe da oposição que ele não denunciou porque não é função do presidente da República ficar “futucando essas coisas”.
Quer dizer, então, que há quatro anos o Brasil correu o risco de enfrentar uma ruptura institucional e o chefe da Nação deixou passar em branco, permitindo que os responsáveis pela conspiração ficassem impunes, mais não fosse da condenação moral diante da opinião pública?
Se foi isso mesmo que o presidente Lula quis dizer na gravação feita durante a semana, cabe ao menos uma interpelação judicial para que sua excelência explique as razões pelas quais deliberadamente acobertou uma tentativa de agressão ao Estado de Direito, cláusula pétrea da Constituição.
Se não foi, cumpria reparar. A ausência de cobranças sérias a respeito das declarações do presidente e a aceitação tácita de que sua popularidade o torna inimputável é o que o autoriza a cometer toda sorte de leviandades, a ofender as pessoas, desmoralizar qualquer um que se oponha aos seus propósitos e ainda exigir que seja tratado com obsequiosa reverência.
A penúltima foi comparar a oposição a Hitler dizendo que a organização de militantes para atuar da eleição se assemelhava à cooptação de jovens na Alemanha nazista.
Como Lula fala tolices a mancheias, as pessoas acham graça. Vão rindo até o momento em que encontrarão razões para chorar e já não terão como reclamar.
Fonte: Gazeta do Povo
É intrigante a insistente solicitude com que governistas se dispõem a aconselhar o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a persistir na luta para obter a legenda do PSDB na disputa pela Presidência da República em 2010.
Tecem loas à capacidade de Aécio para agregar aliados, insinuam que se ele for o candidato da oposição o governo estará em maus lençóis porque a aliança em torno de Dilma Rousseff tenderia a explodir em função do êxodo de governistas em direção à candidatura do mineiro e alimentam abertamente a tese de que “Minas” tende a se insurgir contra uma posição subalterna, pois a sucessão presidencial “passa” necessariamente por lá.
Começando pelo fim: se Minas não aceita uma posição subalterna e tem – como, de fato, tem – a importância estratégica devida ao segundo maior colégio eleitoral do país, por que a direção nacional do PT não começa por organizar sua própria seara, hoje às turras no estado, em vez de incentivá-la a se tornar uma sublegenda do PMDB?
É que a preocupação primordial do governo é afastar o máximo de obstáculos possíveis do caminho de Dilma Rousseff, haja vista a determinação do presidente Luiz Inácio da Silva em tirar o deputado Ciro Gomes do páreo e acomodá-lo na disputa pelo governo de São Paulo.
Nessa linha, a paura maior é com a possibilidade de o PSDB juntar os governadores de São Paulo e Minas Gerais numa mesma chapa. Se a dupla seria imbatível ou não, só o eleitor para confirmar. Mas é fato que nas hostes governistas o temor é grande porque a avaliação em tese é a de que seria praticamente impossível derrotar José Serra e Aécio Neves juntos.
O ideal, qualquer governista confirma, teria sido conseguir que Aécio saísse do PSDB e concorresse por outro partido, de preferência o PMDB, para tirar dos tucanos os votos de Minas.
Essa possibilidade morreu com o fim do prazo para filiação partidária dos candidatos e a permanência de Aécio Neves no PSDB. A meta do adversário passou a ser, então, a tentativa de alimentar a cizânia interna na esperança de que se repita o cenário de 2002, quando boa parte do PSDB fazia cara de paisagem enquanto José Serra disputava a Presidência com Lula.
É do jogo, não fere nenhuma regra, mas o caminho escolhido agride a lógica dos fatos e não faz jus à inteligência dos envolvidos. De ambos os lados.
Os petistas dizem por toda parte que Aécio é o candidato mais difícil de ser derrotado, que eles prefeririam mil vezes concorrer com José Serra e que se o mineiro for escolhido está tudo perdido. Cobrem o governador de Minas de elogios, fazendo dele um juízo que não condiz com quem aprendeu na família que a política é a arte de ser matreiro.
Se Aécio é mesmo, na visão do PT, o adversário mais perigoso, o natural seria combatê-lo, minar suas chances, desqualificá-lo no lugar de elevá-lo à condição de divindade. Nem Aécio acredita nem o PT se faz verossímil. Inclusive porque já usou o truque em 2006, quando ministros “confidenciavam” a jornalistas que o PSDB faria bom negócio em escolher o então governador de São Paulo, pois Geraldo Alckmin seria um páreo duríssimo para Lula.
Agora a coisa se repete. Dá para entender alguém que elege para si a melhor opção para o adversário? Só sendo mentira. E das bem bobas.
Futucar é preciso
Hoje à noite no programa “É notícia” (Rede TV!) o presidente Lula aparecerá dizendo em entrevista a Kennedy Alencar que o mensalão foi fruto de armação de seus adversários, uma tentativa de golpe da oposição que ele não denunciou porque não é função do presidente da República ficar “futucando essas coisas”.
Quer dizer, então, que há quatro anos o Brasil correu o risco de enfrentar uma ruptura institucional e o chefe da Nação deixou passar em branco, permitindo que os responsáveis pela conspiração ficassem impunes, mais não fosse da condenação moral diante da opinião pública?
Se foi isso mesmo que o presidente Lula quis dizer na gravação feita durante a semana, cabe ao menos uma interpelação judicial para que sua excelência explique as razões pelas quais deliberadamente acobertou uma tentativa de agressão ao Estado de Direito, cláusula pétrea da Constituição.
Se não foi, cumpria reparar. A ausência de cobranças sérias a respeito das declarações do presidente e a aceitação tácita de que sua popularidade o torna inimputável é o que o autoriza a cometer toda sorte de leviandades, a ofender as pessoas, desmoralizar qualquer um que se oponha aos seus propósitos e ainda exigir que seja tratado com obsequiosa reverência.
A penúltima foi comparar a oposição a Hitler dizendo que a organização de militantes para atuar da eleição se assemelhava à cooptação de jovens na Alemanha nazista.
Como Lula fala tolices a mancheias, as pessoas acham graça. Vão rindo até o momento em que encontrarão razões para chorar e já não terão como reclamar.
Fonte: Gazeta do Povo
Honestidade intransigente: “nós não sabemos!”
Carlos Chagas
Continua válida a informação passada ao presidente Lula, à ministra Dilma Rousseff e ao ministro Edison Lobão, desde quarta-feira, pela área técnica do ministério de Minas e Energia, pela Eletrobrás, Itaipu, Furnas e sucedâneos: “nós não sabemos”.
Pelo menos, foram e permanecem honestos, até ontem, os encarregados de apurar as causas do apagão da noite de terça-feira. Está em aberto a razão do acidente, apesar do esforço feito desde o primeiro dia para detectar porque metade do país ficou às escuras durante muitas horas. A primeira tentativa foi restabelecer a distribuição de energia, que acabou dando certo. Logo depois, abriu-se a investigação, envolvendo tecnocratas de alta responsabilidade, auxiliares, pequenos funcionários e peões.
Até agora, nada. Poderiam, Dilma e Lobão, ter evitado a infelicidade do “caso encerrado”, porque enquanto não se souber porque, fica tudo em aberto. Não deveria, a candidata, ter acrescentado que “racionamento, nunca mais”. Garantia de novos desligamentos de energia não há, enquanto não se conhecer o motivo da interrupção. Fenômenos climáticos, raios, insuficiência de produção, bobeada de algum plantonista, sabotagem, fadiga nas linhas de transmissão, carência de investimentos no setor, desígnios dos deuses – tudo pode ter acontecido.
O que não dá para aceitar é a euforia e a presunção dos donos do poder, minimizando o apagão. Ou daqui a pouco vão fazer crer que ele não aconteceu, que tudo não passou de histeria coletiva?
120 anos atrás
Transcorreram ontem 120 anos da Proclamação da República, quando o Exército deixou os quartéis, no Rio, para exigir a substituição do primeiro-ministro Ouro Preto e, em menos de uma hora, acabou extinguindo a Monarquia.
Caberiam numa kombi, se já existissem kombis, os republicanos empenhados em mudar o regime antes que D. Pedro II morresse. Senão aloprados, eram sonhadores, mesmo sabendo da popularidade do monarca e da completa falta de entusiasmo da sociedade e das lideranças políticas para implantar a República. Havia boatos a respeito de o primeiro-ministro pretender recriar a Guarda Nacional e extinguir o Exército, que desde a Guerra do Paraguai incomodava os donos do poder como novo ator no palco nacional. Avisado, em Petrópolis, de que alguns corpos de tropa se tinham rebelado, pretendendo derrubar o Gabinete, o Imperador chegou a concordar, cogitando convidar Silveira Martins para chefiar um novo governo. Só que velho líder gaúcho não pode ser encontrado, estava viajando de navio, de Porto Alegre ao Rio. E era desafeto, por conta de uma saia, do marechal Deodoro da Fonseca, líder militar posto na reserva por divergências com o governo civil. De madrugada, majores e capitães dos regimentos rebelados foram buscá-lo em casa, acometido de febre e dispnéia, porque precisavam de um comandante conhecido pela tropa. Para encurtar a história, ele entrou a cavalo no ministério, apenas para depor Ouro Preto. Saudou os soldados gritando “Viva o Imperador!”, quando todos gritavam “Viva Deodoro!”. No segundo andar, foi humilhado pelo arrogante visconde. Queixou-se dos sacrifícios feitos pelo Exército nos pântanos do Paraguai e ouviu do primeiro-ministro que “maior sacrifício ele estava fazendo ao ouvir as baboseiras de Vossa Excelência”. Mandou prender todo mundo quando Benjamin Constant, recém-chegado, lembrou a oportunidade para se proclamar a República, “que seria governada por um ditador, no caso, o próprio marechal”. Seus olhos arregalaram, a febre passou e, ao descer, montando de novo o cavalo baio, Deodoro gritou “Viva a República!”. Povo não havia, porque o sol acabava de nascer.
De novo em cena
Chegou dos Estados Unidos o ex-ministro Mangabeira Unger, que semanas atrás estava por aqui, reunindo-se com líderes regionais do PMDB e insistindo na necessidade de o partido lançar candidato próprio à sucessão presidencial. Vai participar da reunião do próximo domingo em Curitiba, promovida pelo governador Roberto Requião, visando sensibilizar lideranças e bases peemedebistas para a hipótese.
Sem pretender criticar o presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff, Mangabeira dispõe de um programa para o futuro, que levará à reunião.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Continua válida a informação passada ao presidente Lula, à ministra Dilma Rousseff e ao ministro Edison Lobão, desde quarta-feira, pela área técnica do ministério de Minas e Energia, pela Eletrobrás, Itaipu, Furnas e sucedâneos: “nós não sabemos”.
Pelo menos, foram e permanecem honestos, até ontem, os encarregados de apurar as causas do apagão da noite de terça-feira. Está em aberto a razão do acidente, apesar do esforço feito desde o primeiro dia para detectar porque metade do país ficou às escuras durante muitas horas. A primeira tentativa foi restabelecer a distribuição de energia, que acabou dando certo. Logo depois, abriu-se a investigação, envolvendo tecnocratas de alta responsabilidade, auxiliares, pequenos funcionários e peões.
Até agora, nada. Poderiam, Dilma e Lobão, ter evitado a infelicidade do “caso encerrado”, porque enquanto não se souber porque, fica tudo em aberto. Não deveria, a candidata, ter acrescentado que “racionamento, nunca mais”. Garantia de novos desligamentos de energia não há, enquanto não se conhecer o motivo da interrupção. Fenômenos climáticos, raios, insuficiência de produção, bobeada de algum plantonista, sabotagem, fadiga nas linhas de transmissão, carência de investimentos no setor, desígnios dos deuses – tudo pode ter acontecido.
O que não dá para aceitar é a euforia e a presunção dos donos do poder, minimizando o apagão. Ou daqui a pouco vão fazer crer que ele não aconteceu, que tudo não passou de histeria coletiva?
120 anos atrás
Transcorreram ontem 120 anos da Proclamação da República, quando o Exército deixou os quartéis, no Rio, para exigir a substituição do primeiro-ministro Ouro Preto e, em menos de uma hora, acabou extinguindo a Monarquia.
Caberiam numa kombi, se já existissem kombis, os republicanos empenhados em mudar o regime antes que D. Pedro II morresse. Senão aloprados, eram sonhadores, mesmo sabendo da popularidade do monarca e da completa falta de entusiasmo da sociedade e das lideranças políticas para implantar a República. Havia boatos a respeito de o primeiro-ministro pretender recriar a Guarda Nacional e extinguir o Exército, que desde a Guerra do Paraguai incomodava os donos do poder como novo ator no palco nacional. Avisado, em Petrópolis, de que alguns corpos de tropa se tinham rebelado, pretendendo derrubar o Gabinete, o Imperador chegou a concordar, cogitando convidar Silveira Martins para chefiar um novo governo. Só que velho líder gaúcho não pode ser encontrado, estava viajando de navio, de Porto Alegre ao Rio. E era desafeto, por conta de uma saia, do marechal Deodoro da Fonseca, líder militar posto na reserva por divergências com o governo civil. De madrugada, majores e capitães dos regimentos rebelados foram buscá-lo em casa, acometido de febre e dispnéia, porque precisavam de um comandante conhecido pela tropa. Para encurtar a história, ele entrou a cavalo no ministério, apenas para depor Ouro Preto. Saudou os soldados gritando “Viva o Imperador!”, quando todos gritavam “Viva Deodoro!”. No segundo andar, foi humilhado pelo arrogante visconde. Queixou-se dos sacrifícios feitos pelo Exército nos pântanos do Paraguai e ouviu do primeiro-ministro que “maior sacrifício ele estava fazendo ao ouvir as baboseiras de Vossa Excelência”. Mandou prender todo mundo quando Benjamin Constant, recém-chegado, lembrou a oportunidade para se proclamar a República, “que seria governada por um ditador, no caso, o próprio marechal”. Seus olhos arregalaram, a febre passou e, ao descer, montando de novo o cavalo baio, Deodoro gritou “Viva a República!”. Povo não havia, porque o sol acabava de nascer.
De novo em cena
Chegou dos Estados Unidos o ex-ministro Mangabeira Unger, que semanas atrás estava por aqui, reunindo-se com líderes regionais do PMDB e insistindo na necessidade de o partido lançar candidato próprio à sucessão presidencial. Vai participar da reunião do próximo domingo em Curitiba, promovida pelo governador Roberto Requião, visando sensibilizar lideranças e bases peemedebistas para a hipótese.
Sem pretender criticar o presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff, Mangabeira dispõe de um programa para o futuro, que levará à reunião.
Fonte: Tribuna da Imprensa
Homem mata a mãe e queima o corpo em Bela Vista do Lobato
Daniel Barbosa Redação CORREIO Fotos: Almiro Lopes
Um homem matou a mãe envenenada nesta sexta-feira (13) no bairro de Bela Vista do Lobato, escondeu o corpo em casa, mas foi preso em flagrante na manhã deste domingo (15) por policiais da 4ª delegacia, em São Caetano, segundo informações da polícia.
Joanita Bispo era cristã e frequentava a igreja Assembléia de Deus
Ainda segundo a polícia, Edmilson do Rosário Santos, de 31 anos, disse aos policiais que não suportava mais ver o sofrimento da mãe, Joanita Bispo do Rosário Santos, 75 anos, que segundo ele, sofria de câncer.
Edmilson utilizou chumbinho para envenenar a vitima, esquartejou e incendiou o corpo. Mas a fumaça e o cheiro do cadáver em decomposição chamaram a atenção dos vizinhos, que desconfiados denunciaram a polícia.
Edmilson do Rosário Santos permanece preso na delegacia
O corpo de Joanita Bispo - carbonizado - ainda encontra-se na residência, na Rua D, aguardando a perícia técnica. O acusado está detido na 4ª delegacia.
Um homem matou a mãe envenenada nesta sexta-feira (13) no bairro de Bela Vista do Lobato, escondeu o corpo em casa, mas foi preso em flagrante na manhã deste domingo (15) por policiais da 4ª delegacia, em São Caetano, segundo informações da polícia.
Joanita Bispo era cristã e frequentava a igreja Assembléia de DeusAinda segundo a polícia, Edmilson do Rosário Santos, de 31 anos, disse aos policiais que não suportava mais ver o sofrimento da mãe, Joanita Bispo do Rosário Santos, 75 anos, que segundo ele, sofria de câncer.
Edmilson utilizou chumbinho para envenenar a vitima, esquartejou e incendiou o corpo. Mas a fumaça e o cheiro do cadáver em decomposição chamaram a atenção dos vizinhos, que desconfiados denunciaram a polícia.
Edmilson do Rosário Santos permanece preso na delegaciaO corpo de Joanita Bispo - carbonizado - ainda encontra-se na residência, na Rua D, aguardando a perícia técnica. O acusado está detido na 4ª delegacia.
Fonte: Correio da Bahia
Brasil é primeiro em ranking internacional de combate à fome
Redação CORREIO
A organização não governamental (ONG) Action Aid Internacional vai conceder um prêmio ao Brasil pelos esforços no combate à fome. Segundo um ranking organizado pela entidade, o país teve o melhor desempenho na redução do problema, seguido pela China e Índia, segundo informações da Agência Brasil.
Segundo o diretor internacional da Action Aid, Adriano Campolina, o principal motivo para que o Brasil seja o líder do ranking foi o fato de 10 milhões de pessoas terem saído da pobreza extrema nos últimos anos. De acordo com ele, o Brasil conseguiu a redução combinando o crescimento econômico com políticas de combate à pobreza e agricultura familiar.
“A fome é um fenômeno muito complexo, você não consegue acabar com ela imediatamente. Mas a redução do Brasil foi extremamente substancial, não só rápida como sustentada. Foram políticas coordenadas que deram ênfase à transferência de renda e ao mesmo tempo à agricultura familiar e à produção sustentável”, destacou Campolina.
Amanhã (16), quando terá início em Roma a Cúpula Mundial de Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a ONG pretende entregar o prêmio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele participa da abertura do evento e deverá apresentar as experiência brasileiras que conseguiram reduzir a subnutrição no país como o Bolsa Família, o Fome Zero e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Fonte: Correio da Bahia
A organização não governamental (ONG) Action Aid Internacional vai conceder um prêmio ao Brasil pelos esforços no combate à fome. Segundo um ranking organizado pela entidade, o país teve o melhor desempenho na redução do problema, seguido pela China e Índia, segundo informações da Agência Brasil.
Segundo o diretor internacional da Action Aid, Adriano Campolina, o principal motivo para que o Brasil seja o líder do ranking foi o fato de 10 milhões de pessoas terem saído da pobreza extrema nos últimos anos. De acordo com ele, o Brasil conseguiu a redução combinando o crescimento econômico com políticas de combate à pobreza e agricultura familiar.
“A fome é um fenômeno muito complexo, você não consegue acabar com ela imediatamente. Mas a redução do Brasil foi extremamente substancial, não só rápida como sustentada. Foram políticas coordenadas que deram ênfase à transferência de renda e ao mesmo tempo à agricultura familiar e à produção sustentável”, destacou Campolina.
Amanhã (16), quando terá início em Roma a Cúpula Mundial de Segurança Alimentar, promovida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a ONG pretende entregar o prêmio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele participa da abertura do evento e deverá apresentar as experiência brasileiras que conseguiram reduzir a subnutrição no país como o Bolsa Família, o Fome Zero e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Fonte: Correio da Bahia
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