sexta-feira, setembro 18, 2009

É mole ou quer mais?

(Click no link acima para visualizar um passo para o inferno)



Improbidade significa imoralidade e desonestidade, imoralidade. Segundo De Plácido e Silva[1], o termo improbidade tem origem no latim improbitas, indicativo de má qualidade, imoralidade, malícia, revelando a qualidade do homem que não procede bem, por não ser honesto, que age indignamente, por não ter caráter, que não atua com decência, por ser amoral. Improbidade é a qualidade do ímprobo. E ímprobo é o mau moralmente, é o incorreto, o transgressor das regras da lei e da moral.
É possível definir improbidade administrativa, portanto, como sendo a falta de honestidade e de moralidade do administrador, que pratica atos indignos, indecentes, incorretos e imorais, transgredindo normas legais e administrativas
Fonte: wikibooks

Técnico do Goiás diz que não trabalha com homossexuais

A queda de rendimento do Goiás parece ter aumentado a irritação de Hélio dos Anjos. Após a classificação nos pênaltis para as oitavas de final da Copa Sul-Americana, ao bater o Galo após o 1 a 1 no tempo normal nesta quarta-feira, o treinador se exaltou ao responder se a chegada de Fernandão teria prejudicado o time.'Ficam pedindo um jogador expoente. Aí quando vem, começam a criticar. O Fernando sei lá o quê, que o grupo está com ciúme. Homem com ciúme é v... Não trabalho com homossexual, trabalho com homem', declarou.A pergunta partia do argumento de que o atacante teria causado ciúme em alguns jogadores do elenco. O problema teria ocasionado a queda de produção da equipe, que desceu do terceiro para o quinto lugar da tabela do Brasileiro, distanciando-se da briga pelo título. No entanto, em entrevista a uma emissora de TV nesta quinta, o treinador disse que trabalharia com um homossexual que tivesse conduta exemplar.'Os jovens têm o Fernando como exemplo. Com seis anos de idade, ele já participava das escolinhas do Goiás. Conheço o passado dele no clube. Lá no Qatar a competitividade é menor, a carga de treinamento é menor. Tem que haver certa paciência, dar um tempo maior para ele, de treinamento, para encaixar no time. Falei que ele seria mais cobrado aqui do que no Inter. Contra o Atlético-MG, por exemplo, já melhorou bem. Ele foi crescendo no jogo, isso que para mim é o importante', disse, por telefone, antes de confirmar seu ponto de vista.'O que entendo de inveja de homem para homem é frescuragem, v... Você, como homem, ter picuinha com um colega? Isso é frescuragem', concluiu o treinador.Hélio também criticou parte da imprensa goiana: 'O problema é que as pessoas ficam criando situações para dificultar a nossa vida. Não falo no geral, mas tem um segmento da imprensa aqui, em Goiás, que é complicado. Tem uma emissora de rádio e de TV que não entra no clube, não tem acordo. Não vou revelar. Não é coisa minha, é do clube. Isso tudo faz parte do futebol'.Em entrevista nesta manhã para ao canal fechado de televisão ESPN Brasil, Hélio dos Anjos pediu desculpas.(Com informações do GloboEsporte.com)

Honra ao mérito

Dora Kramer

Confirmada a indicação do advogado-geral da União, José Antônio Toffoli, para o Supremo Tribunal Fe­­­deral, o pior que a oposição pode fazer é transformar a decisão do presidente Luiz Inácio da Silva em objeto de disputa político-eleitoral. Bem como o pior que os aliados de Lula podem fazer é torná-lo uma vítima do “preconceito” partidário dos políticos adversários.
A escolha é prerrogativa do presidente da República, que pode fazê-la mediante os critérios que lhe parecerem mais corretos. Mas é função do Senado aprovar a indicação mediante sabatina na qual se busca cotejar a capacidade do escolhido com o posto pretendido.
Em tese, há um teste. Na prática, porém, o que quase sempre há é um ato meramente formal em que os parlamentares aproveitam para manifestar sua reverência ao indicado. Cobrindo-o de elogios. Nem sempre adequados, é verdade.
Algumas vezes o espetáculo é patético. Como quando da indicação da primeira mulher a ocupar uma vaga no Supremo: no lugar de questionar-lhe os conhecimentos, os senadores em sua maioria preferiram elogiar-lhe a beleza, numa (até involuntária, mas machista) celebração da forma em detrimento do conteúdo. Consistente, comprovou-se depois.
O hoje presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, a despeito do reconhecido preparo, sofreu uma pesada campanha contrária por parte do PT, então na oposição, baseada num único argumento: o fato de Fernando Henrique Cardoso ter indicado o advogado-geral da União de seu governo.
A escolha de José Antônio Toffoli enfrenta essa e outras contestações: é garoto para o posto (41 anos), não dispõe de currículo à altura – foi reprovado duas vezes para concursos de juiz estadual, não fez mestrado nem doutorado –, tem ligações mais que estreitas com o PT, para o qual funcionou como advogado em três eleições presidenciais.
Muito bem. Mas, confirmada a indicação, não é de nada disso, e sim do mérito e da consciência profissional do indicado que o Senado terá de tratar. Com rigor, mas com imparcial honestidade.
Condenar Toffoli a um mau juízo por sua proximidade com o PT é tão equivocado quanto aprová-lo pelo mesmo motivo e ainda com a justificativa de que se Fernando Henrique indicou o advogado-geral da União à sua época, Lula também pode indicar.
Lamentavelmente, os primeiros acordes dessa sinfonia indicam que a discussão caminha exatamente para esse campo em que se travam outras disputas, subtraindo-se sempre a importância do mérito da questão. Se há uma acusação, procura-se outra equivalente para neutralizar a ação do adversário. Se há uma atitude nesse ou naquele sentido, a comparação entre os dois governos é inevitável.
Um ministro do Supremo, francamente, não poderia ser analisado sob essa ótica. Ou melhor, não deveria. Na atual conjuntura, não só pode como provavelmente acontecerá assim. Uns armados para defendê-lo dos “ataques” da oposição – prejudicando as tentativas de questionamento rigoroso como conviria à ocasião – e outros preparados para a desqualificação baseada em razões que poderão se revelar menores se o Senado criar a oportunidade e o sabatinado se mostrar, ou não, à altura de integrar o Supremo Tribunal Federal.
Ou ainda pior: todos apenas reverentes. Parte por submissão, parte por falsa isenção.
Abstenção
Três dias antes de confirmada a indicação de José Antônio Toffoli, a aposta no STF em relação ao julgamento do italiano Cesare Battisti era a de que o novo ministro, mesmo se assumir a tempo, tomaria a iniciativa de não votar. Para evitar constrangimento na estreia.
Ingratidão
Ao contrário do que imagina o presidente Luiz Inácio da Silva, a ausência de candidaturas “de direita” na eleição presidencial de 2010 não encerra em si uma qualidade democrática. Ape­­­nas quer dizer que uma parcela da população não terá seu pensamento representado na disputa de poder, o que seria perfeitamente normal em qualquer parte e mais ainda em país do tamanho e com a diversidade do Brasil. É verdade que o presidente não explica o que entende por “trogloditas de direita” que, segundo ele, baixavam o nível de outras campanhas.
Por partes, começando pela última eleição, a municipal. O episódio de nível mais baixo foi patrocinado pelo PT na campanha de Marta Suplicy em São Paulo, na forma de provocações de caráter homofóbico ao adversário, Gilberto Kassab. Atitude não necessariamente de “direita”, mas típica de “trogloditas”.
Quanto aos candidatos em eleições anteriores que poderiam ser enquadrados no grupo de, pelo critério de Lula, párias políticos, todos são – ou foram em algum momento – seus aliados nesses anos de governo.
Fato natural que só envereda pelo terreno da incongruência pela vocação do presidente à vanglória à deriva.
Fonte: Gazeta do Povo

O conflito entre Câmara e Senado

Carlos ChagasEm São Paulo chama-se passa-moleque. No Rio, rasteira. No Nordeste, rabo-de-arraia. Foi isso que a Câmara aplicou no Senado, na noite de quarta-feira. Decidiram os líderes dos partidos na Câmara votar por acordo, em quinze minutos, o projeto de lei eleitoral vindo do Senado, mas com uma peculiaridade: rejeitaram quase toda s as alterações que os senadores haviam incluído no texto. Sobraram a liberação das campanhas pela internet e a possibilidade de se candidatarem quantos estejam sendo processados na Justiça, desde que sem sentença transitada em julgado.
Será a guerra entre Câmara e Senado? Provavelmente não, apenas mais um conflito, ainda que a reação dos senadores, ontem, tenha sido igual ao agravo. Políticos geralmente amenos e conciliadores, como Garibaldi Alves, não pouparam os deputados do que classificou como golpe. Imagine-se os mais afoitos.
O Senado sempre se considerou em patamar superior à Câmara, a começar pelo número de seus integrantes. São 513 deputados e 81 senadores. Acresce uma evidência prática: todo deputado, com o passar do tempo, quer ser senador, mas quando o senador vira deputado, é porque perdeu as condições de reeleger-se. Uns, os deputados, representam a população , e isso explica porque São Paulo tem 70 representantes na Câmara e o Piauí, apenas oito. Os senadores exprimem a Federação, razão porque o Piauí tem três e São Paulo, igualmente, três. A montagem do nosso bicameralismo vem dos tempos do Império, sob o argumento do equilíbrio na representação legislativa. Só que de uns tempos para cá não tem dado certo. A falta de identidade entre os partidos,nas duas casa, é uma realidade. Mesmo os comandos entendem-se cada vez menos. José Sarney e Michel Temer são quantidades que não se somam, ainda mais quando suas divergências parecem milimétricamente cultivadas pelo Executivo.
A falta de sintonia sucede-se todos os dias. O Senado votou parte da reforma política de verdade, cujo projeto dorme nas gavetas da Câmara. Da mesma forma, os senadores aprovaram a limitação das medidas provisórias, que os deputados paralisaram. Nas reuniões conjuntas do Congresso, cada vez mais raras, prevalece o critério da maioria, ou seja, 513 podem mais do que 81. A hora não é, como alguns radicais sustentam, de cogitar-se da extinção do Senado, coisa que só aconteceu na Constituição fascista de 1937. Mas seria, sem dúvida, de se repensar as estruturas do Poder Legislativo. Só que com uma ironia: a maioria decidirá sobre essa hipotética reforma…
Prevalência do Executivo
Não fosse por mil razões, entre elas a de possuir a chave do cofre, o Poder Executivo sobrepõe-se ao Judiciário pela prerrogativa de indicar os integrantes dos tribunais superiores. Do Supremo Tribunal Federal ao Superior Tribunal de Justiça, o Superior Tribunal Militar, o Tribunal Superior do Trabalho e o Tribunal Superior Eleitoral, além do singular Tribunal de Contas da União, quem indica e nomeia é o presidente da República. Com a aprovação do Senado, é claro, mas dentro referida regra de que quem controla o dinheiro controla o resto.
O presidente Lula indicou José Antônio Dias Toffoli para a vaga aberta no Supremo com a morte do recém-nomeado Carlos Alberto Meneses Direito. É o oitavo jurista de vasto saber e reputação ilibada que o chefe do governo nomeia. Poderia haver outra fórmula teoricamente capaz de sustentar a independência do Judiciário? Não parece fácil. Essa ligação umbelical entre o criador e as criaturas costuma fazer o pêndulo pender para os interesses do Executivo, sempre que questões envolvam os poderes e suas causas. Raras vezes algum ministro do Supremo, indicado por um presidente da República, vota contra ele. O último caso foi durante o processo contra o então presidente Fernando Collor, que havia nomeado Carlos Mário Velloso e assistiu o novo ministro pronunciar-se pela sua cassação.
Dos onze ministros da mais alta corte nacional de justiça, sete provém da indicação do Lula. Fazer o quê?
Bingos e roletas
Encontra-se a Câmara dos Deputados prestes a aprovar a legalização dos bingos e dos caça-níqueis, iniciativa que muita gente classifica como ante-sala da volta aos cassinos, liberados os jogos de azar em todos os seus patamares. Presume-se que a reação dos deputados e, depois, dos senadores, não bastará para evitar o retorno aos tempos anteriores a 1947, quando o jogo era livre no país. Às vésperas das eleições gerais, tem muita gente de olho nas doações dos controladores do jogo.
O risco é de tomarem conta da atividade legalizada aquelas que a controlam na clandestinidade, ou seja, cidadãos e grupos já especializados em burlar a lei ainda vigente. A réplica vem contra o governo, por sinal favorável à legalização: o que faz a Caixa Econômica Federal senão explorar loterias de diversos tipos, da mesma forma jogos de azar? E os bingos autorizados para funcionar á sombra de igrejas variadas? Pelo menos, em vez de propinas às autoridades policiais, os donos de cassinos pagariam impostos e abririam milhares de postos de trabalho legalizados. Quem deve estar esfregando as mãos de satisfação é aquele deputado proprietário de um castelo no Sul de Minas, construído para aguardar a volta do jogo.
Cultivando Requião
O presidente Lula visitou o Paraná, esta semana, pernoitando em Curitiba. Terá tido tempo de mais uma vez agradar Roberto Requião, buscando mantê-lo firme no apoio à candidatura de Dilma Rousseff. O governador será daqueles que mais se identifica com as realizações, o programa e a linha política do presidente, eufórico com o retorno do nacionalismo às iniciativas do governo.
No PMDB ainda existem aqueles que imaginam a candidatura presidencial de Requião, tanto por insurgirem diante do fato de o maior partido nacional encontrar-se a reboque do PT quanto pelo potencial eleitoral do governador. O problema é que, no passado, por duas vezes, Requião aceitou ter seu nome indicado à convenção do partido, e por duas vezes tramóias inexplicáveis o afastaram em favor, imaginem de quem: de Fernando Henrique Cardoso.
No que depender dele, Requião não aceitará sua apresentação, preferindo candidatar-se a voltar ao Senado. Apesar disso, o presidente Lula continua cultivando seu ingresso na campanha de Dilma.
Fonte: Tribuna da Imprensa

Reajuste do INSS valerá até sem votação

Anay Curydo Agora
O reajuste da aposentadoria de quem ganha acima do salário mínimo (R$ 465) está garantido para 2010, ainda que o projeto de lei que, entre outras medidas, garante o aumento real aos segurados não seja aprovado pelo Congresso até o final do ano.
Seguro poderá adiantar benefício em 20 meses
A garantia de que o aumento --fruto do acordo fechado entre o governo e as centrais sindicais-- começará a valer em janeiro (com pagamento em fevereiro) foi dada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, ontem, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Radiobrás.
"O acordo que nós fizemos com as centrais sindicais prevê um ganho real, acima da inflação, nos anos de 2010 e 2011, para todos os aposentados brasileiros. É sempre importante destacar que o acordo está no Congresso para virar lei, mas nós já estamos praticando", comentou.
"Não estamos preocupados (com a votação no Congresso). É o que menos importa. O que acordamos com as centrais é o que importa e está garantido", comentou o ministro da Previdência, José Pimentel, na última segunda-feira, quando questionado sobre o andamento do acordo.
O reajuste de janeiro será referente à inflação, prevista em 3,54%, mais metade do crescimento do PIB em 2008 (2,54%) --o que dá 6,08%. Em 2011, o reajuste será composto pela inflação mais o crescimento do PIB deste ano.
Andamento do acordoO texto completo do acordo (que inclui também o fator 85/95 e o tempo de seguro-desemprego como válido para a aposentadoria) substituirá um projeto já existente, que acaba com o fator previdenciário, e está na CÔmara. O relator da proposta, deputado Pepe Vargas (PT-RS), ainda não apresentou o texto.
Agora, com a discussão do pré-sal, há risco de a votação do acordo atrasar, mesmo que ela vá direto ao plenário. Após passar pela CÔmara, a proposta será votada no Senado.
Os reajustes às aposentadorias geralmente são aplicados por meio de decreto --que não precisam passar pelo Congresso. O aumento real pago em 2010, então, poderá vir da mesma forma.
"É claro que não seria possível corrigir aquilo que os aposentados perderam nos anos 80 e 90. Então, estamos estabelecendo uma política semelhante à que foi feita para o salário mínimo. Todo ano vai ter ganho real. Gradativamente, os aposentados terão recomposto, inclusive, o que perderam no passado", afirmou Dulci.
Desde 2007, o governo dá aumento ao mínimo com base na inflação mais o crescimento do PIB de dois anos antes. O acordo é de 2006 e ainda está no Congresso.
Fonte: Agora

Reforma eleitoral VERGONHOSA, em vez da reforma política, INDISPENSÁVEL

Todos os escândalos que estarrecem a opinião pública, têm uma procedência que vem de longe e se agrava cada vez mais: a falta de autenticidade do voto, e logicamente da representatividade. A mistura de voto proporcional com voto majoritário, uma EXCRESCÊNCIA, confunde o eleitor, não permite que ele escolha candidatos verdadeiros e acima de qualquer suspeita.
(Cândido, ingênuo, inseguro, já numa idade em que deveria deixar de se refugiar atrás de palavras, o ínclito e impoluto senador Pedro Simon, defende a eleição de representantes que tenham REPUTAÇÃO ILIBADA. Palavras não, senador, reforma do sistema, de forma clara, tranquila e transparente).
Nem o Aurélio ou o Houaiss conseguem definir o que é reputação ilibada. Os que serão eleitos pela nova ordem eleitoral aprovada ontem no senado, (e que certamente será ratificada pela Câmara em alta velocidade), aceitando essas vantagens e privilégios é evidente que não terão REPUTAÇÃO ILIBADA.
Por que? Foi só uma proposição aprovada, mas Nossa Senhora, que bandalheira coletiva. É o seguinte, que destruirá a imagem de qualquer candidato. Naturalmente menos da cúpula dos partidos, sempre e eternamente beneficiada e privilegiada.
Falo da DOAÇÃO OCULTA para as campanhas eleitorais. É evidente que o cidadão-contribuinte-eleitor não entenderá nada disso, o que é natural pois foi feito exatamente para enganá-lo, confundi-lo,permitir que fique cada vez mais confuso.
Acompanhem, vou explicar em linguagem simples o que é essa DOAÇÃO OCULTA.
Pela nova ordem, não existe mais, a partir da próxima eleição, o financiamento INDIVIDUAL para campanhas.Digamos que pessoas ou empresas, preocupadas com o futuro do Brasil e tendo recursos, resolvam melhorar a representatividade? Não podem mais fazer doações personificadas.
Terão então sempre que destinar recursos para os partidos, quer dizer para as cúpulas. Estas, naturalmente beneficiarão íntimos, que darão imediatamente a devida reciprocidade, numa campanha dupla, beneficiados-beneficiadores. E há mais e inexplicável, até mesmo para um repórter que maneja a simplicidade das palavras.
Os doadores, empresários (principalmente empreiteiras, seguradoras, bancos, indústria naval, mas não apenas essas) só terão suas doações conhecidas, depois de 6 meses. Ha! Ha! Ha! Por isso chamaram de DOAÇÃO OCULTA.
Anteontem pela manhã, Sarney antecipava essa aprovação e dizia: “É MELHOR UM PARLAMENTO RUIM, DO QUE NENHUM PARLAMENTO”. Está aí o que o presidente do senado antevia e antecipava: um PARLAMENTO RUIM. Pior do que essas, “eleito” por DOAÇÕES OCULTAS, é impossível.
E a reforma política? Não virá nunca. Já escrevi na Tribuna impressa, vários artigos, relacionando em cada um, 10 itens que precisam ser eliminados e outros que têm obrigatoriamente de ser colocados na lei.
1- Fim do voto proporcional junto com o majoritário. 2- Voto distrital. 3- Redução dos mandatos de deputados e senadores. 4- Quem tiver dúvida sobre o exagero no número de deputados e senadores no Brasil, comparem com outros países, principalmente com os EUA, o que foi feito por Rui Barbosa.
5- Fim dos suplentes, democracia com “representantes” sem voto e sem povo, não existe. 6- Acabar com a coincidência das eleições. Verifiquem, o Brasil é o único país que realiza todas as eleições no mesmo dia. Existem outras reformas, se não farão estas, nem examinarão outras.
* * *
PS- Gilberto Amado no seu livro, “Presença na Política”, fez a observação magistral. “Antes de 1930, a eleição era falsa, mas a representação era verdadeira. Depois de 30, a eleição passou a ser verdadeira mas a representatividade é falsa”.
PS2- Hoje a eleição é cada vez mais falsa, e a representatividade, farsa, fraude, falcatrua contra a democracia.
Fonte: Tribuna da Imprensa

Porteira aberta para os “fichas-sujas”

Quando uma luz de vela parece que vai clarear a escuridão do escândalo da roubalheira do Congresso, basta soltar a turma no rastro dos seus interesses imediatos, que incluem a reeleição e os subsídios com a penca de mordomias para que o tranco na pisada no freio e a marcha-a-ré despenquem a geringonça de morro abaixo.Agora, por exemplo, no apagar das luzes da sessão legislativa, véspera da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos de senadores, deputados federais que compõem as duas Casas do Congresso, entre o imediatismo dos subsídios e seus berloques e a reeleição, a turma embolsa o que está à vista e cuida ao mesmo tempo de azeitar os trilhos para a reeleição.Mas, no momento, com a desmoralização dos políticos em geral, com recorde dos índices negativos de popularidade em todas as pesquisas, até por malandragem, para não perder os anéis e os dedos, um pouco de escrúpulo evitaria vexames como o da derrubada pela Câmara do texto da emenda constitucional aprovada pelo Senado que barrava as candidaturas, dos “fichas-sujas” de disputar as eleições.Os argumentos ou pretextos para abertura da porteira para que a boiada entre - que o cocho está cheio, pois o país não sabe onde gastar tanto dinheiro do sucesso da política financeira do governo Lula - são de um despudor de avermelhar as bochechas de um batedor de carteira.A emenda do impecável senador gaúcho Pedro Simon (PMDB) exigia a comprovação de idoneidade moral no momento do registro das candidaturas. Bastaria o documento assinado pelo juiz, confirmando que o requerente não responde a nenhum processo. Os contrários alegaram que daria margem a preconceitos confiar o destino de candidatos a um único juiz. Melhor não apurar nada para evitar decepções.Para da um jeitinho, a Câmara permitiu que os “fichas-sujas” processados ou com contas de campanhas rejeitadas concorram sub-judice. E só a sentença final condenatória imporia a cassação dos ilustre representante do povo.A Câmara aprovou a liberação da Internet para as campanhas eleitorais. E que serão as mesmas para a campanha no rádio e na TV.Reforma política, reforma eleitoral fica para depois.Para o dia de São Nunca.


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9 Comentários

Deo Filho Diz: setembro 17th, 2009 at 8:56 am
Ai eu volto a minha velha pergunta aos nobres colegas: O que se pode esperar de um País desse? Eu continuo achando que nós é que estamos e continuaremos errados.Seria deprimente se não fosse nojento!!!Lamentável.

Deo Filho Diz: setembro 17th, 2009 at 9:06 am
Mais uma dúvida:1-Se Fernandinho Beira-Mar quiser se candidatar também?2-O que eles alegariam nesse caso?3-Qual a diferença dos que estão no poder?

ABC Diz: setembro 17th, 2009 at 10:07 am
E enquanto todo mundo falava em liberdade de internet deixaram a questão da ficha limpa passar batida. Essa era muito mais importante para reduzir a entrada de criminosos na carreira política.

Paulo Miranda Sarmento Diz: setembro 17th, 2009 at 3:16 pm
Caro Villas-Bôas Corrêa:Quando o Senado aprovou a emenda do Parlamentar Pedro Simon, abriu-se uma luz na escuridão em que se encontrava aquela Casa. Encaminhada aquela proposta à Câmara, para deliberar, apagou-se a chama que viria recuperar o Congresso Nacional. Por mais que liguem todas as luzes dos dois palácios, que dizem ser do povo, ficarão, os que lá se encontram, mergulhados nas trevas da desonestidade. Quem os reabilitará perante essa nódoa, que colocaram na túnica branca da democracia? Lamentavelmente, assumiram a impossibilidade de acatarem as Leis, negando a eles próprios a incapacidade de criá-las, bem como idoneidade moral dos que rejeitaram a emenda redentora.

Paulo Miranda Sarmento Diz: setembro 17th, 2009 at 3:19 pm
Peço corrigir incapacidade por CAPACIDADE.

Djalma Toledo Diz: setembro 17th, 2009 at 3:40 pm
.Isso é muito complicado.Não gostam de Democracia e Liberdade ?Não dizem que a Democracia é o melhor sistema.
Então ?Passar um candidato por um clivo qualquer é em última análise passar os eleitores desse candidato por esse clivo.
Me respondam sinceramente mas, assim de imediato, se estivessem em Sucupira, no tempo de Odorico Paraguaçu votariam em quem ?

Leandro Diz: setembro 17th, 2009 at 5:53 pm
E agora, José? E o pior é que nao foi surpresa, nm decepção. Todos já sabiámos. Mas, o país tem jeito sim. Sem querer parecer demagogo, mas somos nós, cidadãos que tocamos o Brasil. E é por isso que a democracia é o melhor dos sistemas. Porque nos permite tocar a vida, independentemente das oligarquias políticas que governam o Estado.

Leandro Diz: setembro 17th, 2009 at 5:58 pm
E um parêntesis - mesmo que todo Congresso Nacional quisesse, não conseguiria limitar o debate na internet. E a justificativa é a mesma - o ambiente é, por definição, democrático. Não há controle central, onipotente, na rede mundial de computadores. Não existe centro irradiador, controle centralizado e nem limites nacionais. E não é nenhuma utopia libertária, mas é danado de dinâmico e pluralista.

Celso Sá Diz: setembro 18th, 2009 at 1:57 am
Até o Senador Simon não reclamou muito da sua emenda ter sido derrotada, pois se mantida, impediria a candidatura da Governadora Yeda no RGS, que conta com apoio irrestrito do PMDB , que o Senador tão bem preside. O Senador sabe o que á política !
Fonte: Villas Bôas Corrêa

Indicação de Toffoli para vaga no STF divide opinião de líderes da oposição no Senado

Folhapress
A indicação do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, para a vaga do STF (Supremo Tribunal Federal), oficializada nesta quinta-feira, divide os líderes da oposição no Senado. As resistências devem partir principalmente do PSDB. O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), considera política a escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O motivo é a ligação de Toffoli com o PT. Ele foi assessor da liderança do PT na Câmara e advogado do presidente Lula na disputa eleitoral de 1998, 2002 e 2006. "A indicação é política, o presidente indica um cumpridor de suas ordens. Ele não tem trajetória jurídica que justifique sua indicação. O governo terá que usar de muitos argumentos para nos convencer", disse.
O tucano disse ainda que a oposição já conseguiu derrubar indicações para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o Ministério Público e promete dificultar a sabatina de Toffoli. "Em outros casos aplaudimos as indicações do presidente baseadas em critérios de competência, probidade e qualificação profissional. A sabatina se torna atividades simbólicas quando o presidente indica desta forma. Nesse caso a indicação não obedece a esses critérios. Desta vez, haverá sérios questionamentos", disse.
O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), é mais cauteloso e disse que a sabatina será importante para decidir se apoiam ou não a ida de Toffoli para a Suprema Corte. "Vamos escutar o que ele tem a nos dizer na sabatina. Acho que do ponto de vista jurídico não pesam restrições. Não se pode condená-lo pelo fato de ter ligações pessoais com o presidente Lula. O presidente tem direito de fazer indicações. Agora, essas indicações para o STF precisam ser as mais isentas possível", afirmou.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) disse que a indicação de Toffoli não deve enfrentar problemas no Senado.
"O presidente já escolheu ministros de todas as áreas, já escolheu uma mulher e um negro que não havia no tribunal. Agora chegou a vez dos jovens, talvez o Toffoli seja o ministro mais barato para o Supremo porque ele vai ficar pelo menos 30 anos no cargo. Ele é preparado também, apesar de jovem, a experiência na Advocacia Geral da União já o credencia para ser ministro do STF", disse.
Indicações
O porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, confirmou nesta quinta-feira as indicações de Toffoli para o STF (Supremo Tribunal Federal) e do ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) para o TCU (Tribunal de Contas da União).
Lula já assinou as duas mensagens que serão encaminhas ainda hoje ao Congresso com as indicações. As mensagens devem ser publicadas no "Diário Oficial" da União desta sexta-feira.
Toffoli vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que morreu no início do mês. Será a oitava indicação de Lula para a Corte. O convite foi feito após uma reunião entre os dois ontem pela manhã.
O porta-voz disse que Toffoli e Múcio não foram exonerados dos cargos, apenas ficarão de férias até que sejam efetivamente aprovados para as novas funções. Eles vão sair de férias a partir de amanhã para que fiquem afastados de suas funções enquanto o Congresso Nacional vai analisar as indicações.
Múcio e Toffoli serão substituídos nos cargos interinamente pelos respectivos secretários executivos das pastas: Alexandre Padilha, na AGU, e Márcio Favilha, no Ministério de Relações Institucionais.
Padilha não é o substituto imediato do Múcio, mas vai assumir interinamente o ministério, uma vez que o secretário-executivo da pasta, Evandro Costa Gama, está em viagem oficial ao exterior.
Baumbach disse que os futuros titulares na AGU e no ministério só serão indicados para os cargos depois que Múcio e Toffoli forem desligados oficialmente do governo.
Toffoli precisa ser sabatinado pelo Senado e ter a sua indicação aprovada pela Casa para se tornar o novo ministro do Supremo. Múcio, por sua vez, terá sua indicação submetida ao plenário da Câmara e do Senado para que assuma a vaga no TCU.
Fonte: Tribuna da Bahai

CPF, identidade, passaporte e outros documentos terão número único

Amanda Cieglinski, da Agência Brasil
Brasília - Os documentos de identificação do brasileiro, entre eles a carteira de identidade, o passaporte e o CPF passarão a ter um único número. O projeto de lei que determina a mudança foi aprovado pelo Senado e segue para sanção presidencial.Pelo projeto, os documentos terão o mesmo número do Registro da Identidade Civil (RG), à medida que forem sendo expedidos. Isso inclui o passaporte e, ainda, a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).Segundo o senador Almeida Lima (PMDB-SE), relator do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o uso do mesmo número da identidade em todos os documento dificultará a ocorrência de fraudes e pode aperfeiçoar o sistema de identificação civil.O projeto também determina que o tipo e o fator sanguíneo do cidadão seja informado no documento de identidade. Se o titular for portador de alguma deficiência física também pode pedir para que a informação seja incluída na carteira.
Fonte: A Tarde

Conselheiro questiona atuação de Controladoria e Tribunal de Contas

João Pedro Pitombo, do A TARDE
Luciano da Matta / Agência A TARDE
Reunião da Rede de Controle da Gestão Pública, em Salvador
O que era para ser um dia de celebração, nesta quinta, no Tribunal de Contas do Estado (TCE), com a adesão da Bahia à Rede de Controle da Gestão Pública, se transformou em um debate acalorado com a intervenção do conselheiro Antônio França Teixeira.
Quebrando o protocolo, o conselheiro interrompeu a palestra do ministro interino da Controladoria Geral da União (CGU), Luiz Navarro, e contestou a independência de órgãos como o Tribunal de Contas da União e a própria CGU, que têm seus titulares indicados pelo presidente da República. “Enquanto tiver indicação política, não haverá independência. Não tenho paciência para este blablablá”, assinalou o conselheiro, alçado ao cargo em 1989 por indicação do então governador Nilo Coelho. A intervenção criou um clima de mal-estar no plenário, sobretudo pela presença do presidente do TCU, Ubiratan Aguiar.
O acordo de cooperação foi celebrado entre o Tribunal de Contas da União (TCU) e órgãos de fiscalização e controle do poder público na Bahia, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e a Secretaria Estadual da Fazenda, dentre outros. O objetivo é estreitar a integração entre estas instituições.
Morosidade - França questionou os critérios de escolha dos municípios que são investigados pela CGU. E contestou o não-julgamento dos pareceres do TCU sobre as contas dos seis anos do governo Lula pelo Congresso Nacional. Em resposta ao conselheiro, o ministro Ubiratan Aguiar afirmou que o papel do TCE é somente apreciar as contas, cabendo ao Congresso Nacional julgá-las. E ressaltou que ainda estão por julgar contas de dois anos do governo Collor e um ano do mandato de Fernando Henrique Cardoso. “O Parlamento tem que dizer por que não cumpriu o seu papel. Isso não é da nossa competência”, assinalou o ministro do TCU.
O ministro interino da Controladoria Geral da União, Luiz Barreto, garantiu que não há critérios políticos na fiscalização dos municípios, que são escolhidos através de sorteio. Apesar da intervenção de França Teixeira, a assinatura do acordo de cooperação foi comemorada pelas partes envolvidas. O presidente do TCE, Manoel Castro, apontou que a tendência é que as informações sobre contas públicas sejam cada vez mais acessíveis. “Antes, os órgãos fiscalizadores olhavam para si mesmos e viam com certa desconfiança a demanda de outras instâncias. Mas a interlocução vem melhorando nos últimos anos”, argumenta.
O presidente do TCU, Ubiratan Aguiar, ressaltou que o incremento da fiscalização possibilitou ao Tribunal uma economia de R$ 31,9 milhões dos cofres públicos. E defendeu um combate mais eficaz à corrupção: “Temos que preservar o erário para atender às necessidades básicas da população e mitigar as desigualdades regionais. O nosso objetivo é fazer com que a sociedade acredite no Estado”, disse.
Fonte: A Tarde

CNMP: liminar determina afastamento de procurador-geral de Justiça do MP/AC

Extraído de: Ministério Público Federal -

De acordo com decisão, subprocuradora-geral de Justiça e corregedor-geral do MP/AC também devem ser substituídos temporariamente
Em decisão liminar proferida na terça-feira, 15 de setembro, o conselheiro Bruno Dantas determinou a substituição temporária do procurador-geral de Justiça, da subprocuradora-geral de Justiça e do corregedor-geral do Ministério Público do Acre até o término do processo de eleição, nomeação e posse de seus sucessores.
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A medida foi tomada após a análise preliminar do Pedido de Providências 805/2009-08, no qual a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) pede a declaração de vacância desses cargos, alegando que o mandato dos atuais titulares terminou em 5 de setembro de 2009.
Alterações recentes na Lei Orgânica do MP/AC (LC 8/83)determina que a eleição para procurador-geral do MP seja realizada apenas na segunda quinzena de novembro deste ano, e não mais em agosto. No caso do cargo de corregedor-geral, o pleito passou de setembro para a segunda quinzena de dezembro. Pelas novas regras, a posse do procurador-geral e do corregedor-geral do MP/AC ocorrerá somente na primeira quinzena de janeiro de 2010.
Para Bruno Dantas, essas mudanças poderão acarretar a prorrogação do tempo de exercício, no cargo, do atual procurador-geral de Justiça, por mais quatro meses, excedendo os dois anos constitucionalmente fixados. Além disso, há risco de inconstitucionalidade na prorrogação dos mandatos, com consequente questionamento da legitimidade dos atos praticados pelo atual procurador-geral de Justiça.
Em sua decisão, o conselheiro-relator valeu-se do entendimento do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade 1.783, de 16 de novembro de 2001. O documento afirma que é inconstitucional fixar mandato por datas em lei, já que o mandato é limitado a dois anos, independentemente de quando começa.
Na avaliação do conselheiro, ante a ausência de regulamentação estadual, faz-se necessário disciplinar a substituição temporária até que se cumpra o processo de eleição, nomeação e posse, nos termos da legislação. Neste caso, Bruno Dantas determinou a aplicação de orientações previstas na Lei de Organização do Ministério Público da União (MPU), devendo as substituições serem feitas da seguinte maneira: (a) o procurador-geral de Justiça do Acre pelo vice-presidente do Conselho Superior ou, caso o membro ocupante deste cargo seja a subprocuradora-geral ou o corregedor-geral, pelo procurador de Justiça mais votado para compor o Conselho; (b) a subprocuradora-geral de Justiça pelo procurador de Justiça mais votado ou aquele que o seguir, na ordem de votação; e (c) o corregedor-geral do Ministério Público pelo procurador de Justiça que o tiver seguido, na ordem de votação para o cargo; e, na impossibilidade desses, pelos mais antigos na carreira.
O procurador-geral de Justiça do MP/AC foi notificado da decisão na noite de ontem, a fim de que tome as providências necessárias.
Assessoria de Comunicação
Conselho Nacional do Ministério Público
(61) 3366-9137 / 3366-9136

quinta-feira, setembro 17, 2009

Ë mole...quer mais?



Processos Ativos da Parte JOAO BATISTA MELO DE CARVALHO

Número do Processo

2815698-3/2009 - Ação Civil de Improbidade Administrativa

968945-6/2006 - CARTA PRECATORIA

2038085-4/2008 - ANULATORIA

2554461-3/2009 - Procedimento Ordinário
2578717-4/2009 - Improbidade Administrativa

2578754-8/2009 - Improbidade Administrativa
2815743-8/2009 - Procedimento Ordinário

2501263-4/2009 - Procedimento Ordinário

2828246-3/2009 - Improbidade

2815873-0/2009 - Improbidade

2827839-8/2009 - Procedimento Ordinário

2828023-2/2009 - Improbidade

2828671-7/2009 - Improbidade

2815891-8/2009 - Improbidade

2827710-2/2009 - Ação Cívil Pública

2815939-2/2009 - Improbidade

2825197-8/2009 - Ação Cívil Pública

2828534-4/2009 - Improbidade

2816013-9/2009 - Improbidade

2827730-8/2009 - Improbidade

2827802-1/2009 - Procedimento Ordinário

2828143-7/2009 - Improbidade
2828836-9/2009 - Improbidade

2831355-4/2009 - Improbidade

2815970-2/2009 - Improbidade

2815980-0/2009 - Improbidade

2816046-0/2009 - Improbidade

2827907-5/2009 - Procedimento Ordinário

2828350-5/2009 - Improbidade

2815762-4/2009 - Improbidade

2815953-3/2009 - Improbidade

2825142-4/2009 - Procedimento Ordinário

2825164-7/2009 - Ação Cívil Pública

2828084-8/2009 - Execução de Título extrajudicial

2828226-7/2009 - Improbidade

2828261-3/2009 - Improbidade

2831154-7/2009 - Ação Cívil pública

2815995-3/2009 - Improbidade

2828131-1/2009 - Improbidade

2828377-4/2009 - Improbidade

2831225-2/2009 - Improbidade

2828359-6/2009 - Improbidade
1116334-0/2006 - Declaratória

2828155-2/2009 - Improbidade
2827868-2/2009 - Improbidade

2815643-9/2009 - Improbidade
Aqui são aluguns dos processos do tista de deda.

A ONG Transparência Jeremoabo começa a incomodar os poderosos...

Hoje eu resolvi ouvir o programa da Rádio Vaza Barris e escutei o que já esperava, as justificativas do Presidente da Câmara Municipal de Jeremoabo.

Em primeiro lugar em nome dos companheiros da Ong_transparência Jeremoabo queremos agradecer ao mesmo, pela gentileza que teve de usar o tempo todo do espaço que lhe fora concedido para fazer propaganda da nossa Instituição, ficando assim evidente que a mesma já decolou aqui em Jeremoabo, onde em menos de (8) dias, duas autoridades usaram programa de rádio para se manifestar concernente à mesma.

Nós não somos contra vereador, funcionário ou quem quer que seja receber diárias, agora não tem cabimento um vereador falar que tal diária foi para fiscalizar as contas do prefeito, e não fornecer nenhum relatório a população prestando contas do que fez, pois essas diárias são pagas com o dinheiro da população.

Outra coisa que o Presidente da Câmara informou, foi que muita das vezes os vereadores não dormem em Paulo Afonso e recebem uma diária inteira. Essa informação se refere a todos os vereadores de Jeremoabo.


Louvo também as atitudes dos vereadores da situação, onde embora não concordando com seus métodos de agir, aprovo a lealdade e sinceridade para com o Prefeito, pois tem a coragem de assumir pelos seus atos.

Quanto ao vereador que se auto intitula de oposição, após ouvi a declaração do Presidente da Câmara digo: Não se engana uma pessoa. Devemos pensar antes o que dizemos aos outros porque: Você pode enganar UMA pessoa por MUITO tempo. Você pode enganar ALGUMAS pessoas por ALGUM tempo. Mas, você NÃO pode enganar TODO MUNDO o TEMPO TODO!

Os vereadores que vivem apenas de troca de favores ou exploração da miséria pública não possuem vida longa. Existe hoje uma consciência que se forma junto à população sobre o papel de seus governantes, que não retrocede. Cada vez mais conceitos como moralidade, transparência, ética e representatividade na linha de frente, adjetivam os vereadores.

Como o Presidente da Câmara falou que qualquer erro que notasse por parte dele, que o povo o ajudasse corrigindo, irei dar uma mãozinha:
1) – A Câmara desconhecendo a liberdade de expressão me censurou, porque na época do quebra, eu fui menosprezar os bregas fazendo a comparação, foi por isso senhor presidente, e não porque eu deixei de comparecer a convocação.
2) O senhor está equivocado, eu não fui convocado a nada, a câmara deveria de acordo com o regimento interno, enviar oficio ao Prefeito solicitando que ele determinasse que eu comparecesse, só que eu não fui oficializado de nada, e se fosse do jeito que estava a bagunça eu não iria de forma alguma.
3) Todo dia eu comparecia a prefeitura, e tanto trabalhava, que fui contra essa casa legislativa, quando acabou ou tentou acabar com a utilidade pública.da Pedra Furada. E tudo que existe aqui do meio ambiente direta ou indiretamente, foi através do meio ambiente, portanto, fiz jus ao que recebi em contrapartida pelo meu trabalho, e outra, quem tem que valorizar o meu trabalho sou eu.
4) O senhor presidente falou que irá seguir a Carta Maior, ótima idéia, só que ele se atrapalhou um pouco, mas errar é humano. Deveria ter citado o Art. 5, e também a Lei de Responsabilidade Fiscal, a qual a título de colaboração citarei o que interessa no momento: art. 49 determina claramente que: as contas apresentadas pelo chefe do executivo ficarão disponíveis durante todo o exercício, no respectivo poder legislativo e no órgão técnico responsável pela elaboração, para a consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade. (nosso grifo).

A Lei n° 8429 de 1992, que dispõe sobre os atos de Improbidade Administrativa praticados por agente público contra a administração do município determina que o Prefeito, bem como o Presidente da Câmara, na condição de agentes públicos, ficam obrigados a informar à população, tornando-lhes acessíveis, todos os seus atos administrativos. (nosso grifo) Incorre em ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública, aquele que nega a publicidade de informações, seja por não prestar contas no período legal de sessenta dias, seja negando ou protelando a resposta aos cidadãos que enviaram ofício à prefeitura e à câmara de vereadores requerendo explicações sobre as possíveis irregularidades encontradas durante a fiscalização popular das contas públicas (Nosso grifo).

Agora se o Presidente da Câmara ou o Prefeito irão responder ou não, o que foi solicitado através requerimento embasado na Constituição e Legislação em vigor, não cabe a ONG julgar nem obrigar ninguém a cumprir a Lei, isso é com o Ministério Público e a Justiça.

Encerrando a respeito da Charge do porco, ali não foi citado nome de ninguém, se refere apenas a uma charge da gripe suína.

Quanto ao prefeito, o mesmo hoje é um homem conhecido em todo o universo, basta entrar no GOOGLE e escrever tista de deda, ou aquele nome.

Servidor que ganhava mesmo preso era de suplente de Marco Maciel

Redação CORREIO Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O senador Marco Maciel (DEM-PE) admitiu, nesta quarta-feira (16), que o funcionário do Senado que recebeu salário durante dois anos enquanto estava preso era funcionário do gabinete de seu suplente Joel de Hollanda (PE), na época do PFL, hoje DEM. Hollanda assumiu o mandato quando Maciel renunciou para ocupar a vice-presidência da república.


Virgílio (esq.) e Renan bateram boca no Senado após a denúncia
O senador não quis revelar o nome do servidor, mas disse que as medidas cabíveis foram tomadas na época para resolver o problema. A prisão teria ocorrido em 1994. 'O fato ocorreu. Ele era um funcionário de nível intermediário e não despachava comigo', disse.
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), e o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL) discutiram na sessão desta quarta(16) depois que o peemedebista insinuou que um senador teria mantido por dois anos na folha de pagamento do Senado um servidor que estava preso.
'Há um caso aqui - me permita não citar o nome do senador - de um servidor do Senado que foi preso, passou dois anos na cadeia, e recebeu, durante esses dois anos, salário do Senado', disse Renan na terça, ao argumentar que 'não era dever dos senadores controlar frequência de funcionários'.
Na sessão desta quarta, Virgílio quis saber o nome do senador. 'Quero saber se o senador Renan vai revelar o nome do senador que manteve um presidiário no Senado. Espero que o senador revele o nome do senador sob pena de prevaricar das suas funções', afirmou Virgílio.
Diante da cobrança de Virgílio, Renan desconversou: 'Esse assunto já foi superado. Não vou responder'. Virgílio insistiu: 'O senador Renan vai ou não vai dizer quem é o senador que abrigava um presidiário no Senado.' De forma irônica, o peemedebista respondeu de forma irônica: 'Meu PMDB já recomendou a absolvição do senhor. O Conselho de Ética também'.
Após a negativa de Renan, o líder do PSDB cobrou uma atitude do próprio presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que disse desconhecer o caso. A resposta revoltou Virgílio. 'O melhor aqui no Senado é não saber. Aqui é a república do não sei', ironizou o líder do PSDB.
O caso do funcionário de Renan que estudou na Austrália é semelhante ao episódio que envolveu o próprio líder do PSDB, alvo de representação do PMDB no Conselho de Ética da Casa por ter garantido vencimentos a um funcionário que estudava em Barcelona, na Espanha.
Virgílio reconheceu o erro e devolveu aos cofres do Senado R$ 329 mil, relativos aos vencimentos do assessor durante o período em que permaneceu em Barcelona. 'No meu caso, não menti, reconheci o erro e devolvi o dinheiro. Gostaria de saber como o senhor (Renan) vai se portar diante desses fatos. Se vossa excelência irá se explicar perante a casa', questionou Virgílio na terça.
Um reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' divulgou um caso semelhante. De acordo com o jornal, o funcionário do Senado João Paulo Esteves recebia salário mesmo estando preso. Sem aparecer no Congresso, irmão Sívio Esteves registrava o ponto assinado, ou sua presença era atestada Maria Socorro Rodrigues, chefe do gabinete do ex-senador Joel de Hollanda (PE), na época do PFL, hoje DEM.
Veja
Fonte: Correio da Bahia

Posição de Geddel mexe com as peças do tabuleiro em 2010

Luana Rocha Redação CORREIO

A intensa movimentação política do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que agora admite a possibilidade de compor chapa com a oposição, cria novos panoramas para a eleição de 2010. O cenário das candidaturas ao governo estadual de Paulo Souto (DEM), Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB) pode cair por terra e dar lugar a apenas duas candidaturas.


Chapas em construção para as eleições 2010
Crédito: Editoria de Arte

Para o Senado Federal, a possível adesão gedelista também altera a posição dos, até agora, prováveis candidatos. A principal mudança deverá acontecer na oposição. Caso Geddel integre a chapa dos antigos adversários, a vaga deverá ser para o Senado, já que Paulo Souto tem aparecido melhor pontuado nas pesquisas de intenções de voto.
A chegada de Geddel também garantiria a permanência do senador César Borges (PR) na composição que, apesar de afirmar ser um candidato “natural” ao lado de Paulo Souto, não descarta um flerte com o PMDB e a candidatura do ministro. “Eu, naturalmente, tenho um caminho ao lado de Paulo Souto, mas isso não me impede de continuar conversando com Geddel”, afirmou o senador, que traçou sua trajetória política ao lado do carlismo.
A própria oposição admite que César Borges está muito inclinado a embarcar na candidatura peemedebista. “O senador acredita que Geddel pode ser um bom candidato e tende a apoiá-lo também. Ele acha que o ministro tem energia”, afirmou uma fonte da direção tucana.
Embora o PR, atualmente, faça parte da bancada de apoio do presidente Lula, para 2010 o partido não definiu se vai apoiar a candidatura da ministra Dilma Rousseff. “Mesmo que o partido apoie Dilma, nos estados, o PR entende que existem particularidades e não há interferência”, explica Borges.
Nesse caso, a oposição tem um plano B, que seria a candidatura à reeleição do senador Antonio Carlos Júnior (DEM). O próprio senador admite a hipótese. “Tudo depende de acordos partidários. Meu nome é possível sim, caso não seja necessário abrir a composição para outras legendas. Estou à disposição para concorrer”, explicou o democrata.
Antigo rival do DEM, o PSDB também deverá ter seu espaço com o neoaliado. O nome mais cotado é o do deputado federal João Almeida como candidato a vice-governador ou para o Senado Federal.
Antonio Imbassahy, presidente estadual do partido, deverá concorrer a deputado federal. Lideranças do partido entendem que o nome dele está desgastado depois de duas eleições perdidas - uma para senador, em 2006, e outra para a prefeitura de Salvador, em 2008. Já o deputado federal Jutahy Júnior externou seu desejo de permanecer na Câmara.
InsistênciaCaso Geddel insista em manter sua candidatura, a composição da sua chapa será um pouco mais complicada. O PMDB só conseguiu atrair para sua base o PTB e o PSC, mas ainda não foi definido se esses partidos participarão da majoritária. “Não sei se essas legendas indicarão nomes. Ainda é muito cedo para decidir isso. Por enquanto, quero discutir com a sociedade”, afirmou o presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima. Ainda de acordo com Lúcio, outros partidos estão sendo sondados pelo PMDB para participar do apoio a Geddel, mas não revelou quais seriam essas legendas.
Chapa de Wagner é a mais definida Por enquanto, a chapa de Wagner é a que está mais definida. A saída do conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) Otto Alencar, prevista para outubro, e a filiação oficial do deputado estadual Marcelo Nilo ao PDT, que deve acontecer esta semana, praticamente selam a chapa do PT.

Cenários políticos para o :
Editoria de Arte
Nilo diz que, a princípio, é candidato a deputado, mas seu destino pode ser “qualquer um”. Já Otto afirma que, caso no fim de outubro não deixe o TCM, “não quer ouvir falar em política nunca mais”.
A deputada federal Lídice da Mata (PSB) é a única que assume que será candidata ao Senado. A presença dela na chapa já havia sido acordada desde 2008, já que ela retirou a candidatura à prefeitura para apoiar Walter Pinheiro (PT).
Fonte: Correio da Bahia

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