quinta-feira, agosto 27, 2009

A vida foi injusta e ingrata com Ted Kennedy.

Por: Helio Fernandes

Ele morreu na cama derrotado por um câncer. Seus três irmãos morreram gloriosamente. Tentando ou exercendo a presidência. Para a qual estava destinado e predestinado. Afastado por um episódio menor e sem importância.

Ted Kennedy nasceu em 1932, precisamente quando seu pai tentava ou admitia ser presidente dos EUA. Baseado apenas na colossal fortuna que acumulou com o contrabando de bebidas. Os EUA viviam a grande fase ou Era da “lei seca”, o dinheiro rolava, Joe Kennedy era sócio dos maiores mafiosos do país.
Governador de Nova York, Franklin Delano Roosevelt lançou sua candidatura a presidente, parecia invencível, só faltava dinheiro. Espertíssimo, o depois chamado “patriarca” da família, resolveu financiá-lo, deixando a ambição para outra oportunidade, em 1936.
Ficou ligado a Roosevelt, viu o sucesso do presidente, desistiu, compreendeu que não teria nenhuma oportunidade.
Contrabandista e embaixador na Inglaterra
Fez o pedido a Roosevelt, que compreendeu logo as dificuldades, mas não desencorajou o pretendente. 3 meses depois mandou a mensagem, a Inglaterra levou 8 meses para conceder o agrément, mas o que fazer?
O “velho” Joe não desistiu de eleger um filho presidente. Manteve contato com o presidente Roosevelt, que foi se reelegendo seguidamente. Quando o filho mais velho (que tinha o mesmo nome do pai) foi convocado para a guerra, pensou nele se candidatando como “herói de guerra”.
Outra esperança morta
Mas quando Joe morreu no Pacífico, com o afundamento do seu barco, o PT-109, foi à Casa branca (era embaixador e ainda amigo de Roosevelt) e teve com ele uma discussão ao mesmo tempo trágica, dramática e desesperada ou desesperadora. Gritou para Roosevelt no Salão Oval: “Seu aleijado, você matou meu filho”. Teve que ser contido por seguranças, não se podia prever o que faria. Perdera um filho, mas vira desperdiçada uma nova oportunidade presidencial.
17 anos depois, um filho, John é eleito presidente
Vocação política, intelectual e social (nos dois sentidos da palavra) John se destacava em Harvard, logo depois já era senador. Ted então com 20 anos acompanhava tudo. Quando John se candidatou a presidente, em 1960, Ted estava com 28 anos, era o mais aplicado dos irmãos políticos eleitorais.
Kennedy-Nixon
Este era o maior favorito. No final John foi o vencedor, na frente de Nixon por 120 mil votos. Votaram 60 milhões de americanos, John ganhou por “um quinto de um por cento”, exatamente 120 mil votos. Muito mais do que isso, foi “arranjado” com a máfia, o “patriarca” era intimíssimo de várias famílias.
A esperança para Ted, o mais moço
John governou pouco, foi assassinado, Robert não chegou a governar, foi pelo mesmo caminho, senador e candidato, assassinado quando praticamente ganhou a convenção na Califórnia, em 1968. Ted então ficou na vez e no caminho. Estava com 36 anos, em 1964, com 32 se elegera senador, se destacava no Senado, só se falava nele como futuro presidenciável.
Joe, a aposta, John o destino, Robert a esperança,Ted a certeza, sem o pai
Em 1970, logo depois da morte de Robert e a seguir a do pai, Ted Kennedy com 38 anos de idade e adorado por todos, conquistava o segundo mandato de senador. Ninguém duvidava: se não fosse assassinado, seria o segundo presidente da já lendária família Kennedy.
O “assassinato”, no naufrágio num rio
Nas vésperas de 1976, Ted completava 44 anos, quase a idade de John, que se elegeu com 43, e a de Robert que se elegeria com 45 em 1970.
Nesse ano rigidamente eleitoral, Ted não sabia se disputaria a reeleição para o terceiro mandato de senador, ou se iria direto para a presidência, o desejo quase unânime do Partido Democrata.
***
PS- Ted se elegeu novamente em 1976, mas já não existia certeza da presidência. Inesperadamente fora manchete de todas as maneiras e países, mas ele mesmo recusava qualquer disposição ou pensamento para a presidência. Era a tragédia, de forma diferente. Foi se elegendo senador, estava cumprindo o oitavo mandato. Mas nesses 30 anos, de 1976 a 2006 (o último mandato de senador), ninguém mais falava em presidência.
PS2- Agora, no geral e em especial na família Kennedy, a anti-tragédia. A morte esperada pelo câncer vulgar e nada lendário, anunciado e esperado. Um Kennedy não merecia isso.
Fonte: Tribuna da Imprensa

Prefeito de Cipó é multado por contratar servidores sem concurso

Thiago Pereira
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) multou em R$ 5 mil o prefeito de Cipó, Jailton Ferreira de Macedo, acusado de contratar servidores municipais sem a realização de concurso público, o que é proibido por lei.
Segundo o TCM, em outubro de 2007 o gestor criou os cargos de agentes comunitários de saúde e de agentes de combate a endemias por meio da Lei Municipal nº47. Jailton, no entanto, não comprovou a realização de qualquer seleção pública para a admissão dos profissionais contratados.
A relatoria do processo afirmou ainda que o gestor também não comprovou a urgência na contratação dos servidores, o que dispensaria o processo licitatório.
O prefeito se defendeu afirmando que o município realmente havia efetivado contratações por tempo determinado, com vistas a atender a substituição de professores e a realização de serviços de empreitada civil e de limpeza pública. De acordo com Jailton, as admissões ocorreram em caráter de urgência por necessidade temporária de excepcional interesse público.
O relator do processo foi o conselheiro Fernando Vita. Jailton Ferreira ainda pode recorrer da decisão.
Fonte: Tribuna da Bahia

O cartão vermelho da incoerência do senador

O senador petista - ? – Eduardo Suplicy (SP).em muitos anos de sucessivos mandatos, conquistou a justa notoriedade pela sua compostura e lealdade, além da obstinação com que defende a fórmula mágica para o salário mínimo. Por todas estas razões e outras, foi com o espanto de uma decepção que assisti pela televisão, com repeteco, a sua contraditória e absurda atuação no plenário do Senado ao pedir a expulsão do presidente, senador José Sarney (PMDB-AP), sacudindo da tribuna um enorme cartão vermelho para expulsar de campo, num gesto de árbitro de futebol, o jogador Sarney que não se sabe em que posição foi escalado no time do improvisado juiz no gramado do Senado.Francamente, é com pesar que exponho a posição patusca do senador paulista. Em primeiro lugar pelos tropicões na incoerência. Para sacar do bolso o cartão vermelho e expulsar o senador Sarney, o senador Suplicy teria que se desligar do PT. Pois, o PT do presidente Lula e da ministra-candidata Dilma Rousseff é aliado do presidente Sarney, amigos de afagos e de mesa.Não cometo a injustiça de duvidar da coragem do senador dissidente do PT para mandar o partido às favas e expulsar de campo o presidente Lula junto com Sarney.Suponho que o senador Suplicy exagerou na avaliação da sua influência no PT e tomou o bonde errado. Depois, senador, cartão vermelho tamanho-família para expulsar do gramado do Senado o presidente da Casa é uma paródia circense, que atinge no rebate o futebol brasileiro pentacampeão do mundo, às vésperas da disputa de mais um título, sob o comando de Dunga.O Senado da crise da roubalheira atravessa uma das piores fases da sua história. Necessita de um mutirão para a tentativa desesperada da sua reabilitação ética e moral, pois não há democracia sem Congresso. É recente o exemplo da patuscada dos 21 anos da ditadura militar que manteve o Congresso aberto para a sua imagem externa, mas submetido às humilhações dos recessos punitivos, dos infamantes atos institucionais, do senador-biônico – que sobrevive no senador de garupa, que se elege sem um voto – da boçalidade do AI-5, das cassações de mandato, da abominação das torturas, da bomba do Rio-Centro, das execuções sumárias de centenas de presos.O senador Suplicy lutou na resistência à ditadura militar. E precisa zelar pela sua biografia. Até por uma razão tática. É de uma obviedade solar que o senador José Sarney não será candidato à reeleição. Nem pelo Maranhão ou pelo Amapá. E o cartão vermelho pode ser a justificativa para o risco de disputar novo mandato sem campanha. Ou limitado ao horário eleitoral. Para ganhar ou para perder.
O Conselho de Ética do Senado, depois de um desempenho vexante, foi esvaziado com a renúncia dos nove representantes da oposição. Nada que uma boa conversa não resolva. O governo já pagou boa parte dos seus pecados. Menos o do apagão do registro dos freqüentadores do Palácio do Planalto.Como sumiu também a bolsa, com a agenda da ex-secretaria Lina Vieira, da Receita Federal, o caso está encerrado para a felicidade geral do governo.
O circo não avisou se hoje tem espetáculo. Os fanáticos devem comparecer, mesmo correndo o risco de perder tempo. O que no Congresso é um saudável hábito. Em boca fechada não entra mosca. Nem se repetem bobagens do rico vocabulário parlamentar.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa

Lula efetivou mudanças na cultura, afirma Emiliano

“A cultura nunca foi encarada como política pública e sempre foi entregue ao sabor dos interesses privados, até o momento em que se inicia o governo Lula”, disse o deputado Emiliano José (PT-BA) em discurso na Câmara Federal.O parlamentar ressaltou que, no governo atual, houve a clareza de que “o ser humano faz cultura sempre, em quaisquer condições”, e apresentou dados do IBGE que revelam que a cultura corresponde a 7% do PIB e a 5% de todo o emprego formal no Brasil. “Lula efetivou mudanças extraordinárias no campo cultural. Pela primeira vez na história temos uma política pública voltada para essa área. Só isso bastaria para marcar esse governo”. Emiliano lembrou a fala do ministro da Cultura, Juca Ferreira: “Quando se iniciou o governo Lula, não se encontrou sequer o conceito de política pública na área cultural. O ministério não tinha relação com o IBGE para que se construíssem informações sobre a cultura. Não se compreendia a cultura como uma necessidade essencial. Agora Lula dispõe de instrumentos elementares: números, indicadores, um retrato em branco e preto da situação do País”. Alguns dos indicadores apontados por ele são: somente 5% dos brasileiros entraram em um museu alguma vez na vida, apenas 13% vão ao cinema uma vez por mês, nenhum dos bens culturais chega a beneficiar 20% da população, mais de 90% dos municípios brasileiros não têm um cinema e/ou teatro. Quanto à Lei Rouanet, Emiliano disse que nos 18 anos de vigência houve concentração de renda, predominância de critérios privados e privilégios para uns poucos. E afirmou que o governo Lula propõe a reformulação da lei de modo a não permitir que o mercado continue a determinar os rumos da cultura no País.“De alguma forma, é preciso culturalizar a política. Aliás, é muito difícil pensar a política separada da cultura. É a cultura que propicia transformações profundas, como aquela que levou o presidente Lula ao governo em 2002. Aquela vitória política não decorreu apenas da luta política. Mas de uma transformação cultural significativa na mente e no coração do povo brasileiro”, concluiu.
Fonte: Tribuna da Bahia

Os cães da mídia ladram e a caravana do PT passa

O PT virou a Geni da grande imprensa. Formadores de opinião com a consciência comprada jogam bosta no PT. Maldito PT, maldita Geni. Enquanto os picaretas atacam o PT, o PT prossegue em sua caminhada ascendente. Vejam o sistema informatizado (SisPed) do Processo de Eleições Diretas (PED) que já está no ar. O sistema permite aos diretórios do PT, em todos os níveis, organizar e acompanhar o processo de eleições internas, desde a inscrição das chapas à divulgação dos resultados. Qual partido político tem isso no Brasil?Enquanto os cães ladram, o PT programa o 2º Colóquio Nacional PT e Movimentos Sociais. Será nos dias 12 e 13 de setembro, em São Paulo. O evento busca elementos comuns de luta e esforço político entre os partido e os movimentos sociais. Vão participar 100 dirigentes políticos, 40 representando o PT e 60 representando os movimentos sociais.Os participantes vão debater a conjuntura política, econômica e social, o legado do governo Lula, a avaliação dos movimentos sociais, a construção de uma pauta comum de ação, a consolidação de instrumentos de governo ainda não institucionalizados, demandas históricas da sociedade, medidas de caráter anti-neoliberal de enfrentamento da crise financeira e o projeto democrático popular para o Brasil.Enquanto isso, o PPS, DEM, PSDB e penduricalhos perdem noitadas imaginando como criar factóides, farsas, fraudes, cascatas, para combater o governo Lula e o PT.
Fonte: Bahia de Fato

Aposentadoria: novas regras afetarão inativos e os atuais contribuintes

Envergonhados do PT são criticados em festa do partido

Agencia Estado
Dirigentes do PT, ministros, senadores e deputados transformaram ontem o lançamento da candidatura de José Eduardo Dutra ao comando do partido numa manifestação de desagravo à ética petista. Uma semana depois de o PT ter ajudado a absolver o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), os petistas tentaram demonstrar unidade para reagir aos ataques da oposição e defender a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), pré-candidata da legenda à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marcado por discursos exaltados, o ato da corrente ?Construindo um Novo Brasil? - antigo Campo Majoritário do PT - também acabou adquirindo tom de censura à saída dos senadores Marina Silva (AC), de malas prontas para o PV, e Flávio Arns (PR). Depois de dizer que para trabalhar no Senado era preciso ganhar adicional de ?insalubridade e periculosidade?, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, afirmou não existir maior corrupção do que submeter a população à miséria. ?Para os envergonhados que saíram do PT, quero dizer que tenho muito orgulho de ser petista?, afirmou a parlamentar catarinense, sob aplausos da plateia. ?Quando um partido consegue enfrentar a crise diminuindo a pobreza, temos de ter orgulho da ética petista.? Ideli concluiu o seu discurso desejando um Senado ?menos insalubre e menos perigoso?. Ex-presidente da BR Distribuidora, Dutra chamou os que apontam o dedo para criticar a perda de substância ética do PT de ?profetas do apocalipse?. Depois, citou todos os presidentes do PT, desde a fundação do partido, para dizer que quer estar à altura deles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

Sarney: O meu cartão é o cartão branco, cartão da paz

Agencia Estado
"O meu cartão é o cartão branco; o cartão da paz." Com esta frase e no comando de uma pauta burocrática, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tentou imprimir hoje um clima de normalidade à sessão ordinária da Casa e pôr fim à crise que há mais de dois meses toma conta dos discursos dos senadores em plenário. No dia seguinte ao gesto teatral do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que empunhou um cartão vermelho na tribuna do Senado para defender a renúncia de Sarney, as votações se restringiram à aprovação de nomeações de autoridades. Mas, pelo menos, ninguém subiu à tribuna para pedir o afastamento de Sarney. Sarney, que até então era apenas presidente de direito do Senado, pode exercer a presidência.Presidente nacional do PSDB, o senador Sérgio Guerra (PE) deixou claro que a oposição está disposta a dar uma trégua ao presidente do Senado. Na sessão deliberativa de hoje à tarde, o tucano cobrou de Sarney declarações feitas na semana passada, ocasião em que o presidente do Senado culpou a oposição, em particular o PSDB, pela crise na Casa. "O PSDB jamais conspirou contra o mandato de V.Exa. Considero injusta e equivocada a afirmação de que o PSDB está na origem dessa crise", reclamou Guerra. "O PSDB não teve nenhuma responsabilidade na origem dessa crise. Se naquela hora fui induzido pelo repórter a dizer isso, eu peço desculpas", respondeu Sarney, encerrando a polêmica.Desde que foi absolvido pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que arquivou 11 ações contra ele, Sarney pôde respirar tranquilo hoje pela primeira vez ao presidir uma sessão do Senado. Além de não ouvir pedidos para que se afaste do cargo, Sarney pôde presidir uma sessão aparentemente tranquila, em que foram votadas as indicações de dois embaixadores, um diretor da Agência Nacional de Águas e a indicação de um integrante do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)."Votar uma pauta burocrática não é sinal de que tudo voltou ao normal", afirmou o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN). Ex-presidente do Senado, Garibaldi disse que a Casa só voltará à normalidade quando forem votadas matérias polêmicas e complexas. "Mas isso fica difícil de acontecer nesses momentos porque implica em negociações, onde o árbitro é o presidente da Casa", observou. "Acho que temos que nos concentrar no trabalho. O espetáculo deve cessar. Tivemos muitas manifestações heterodoxas de todos os lados. Esta na hora de acabar o recreio e começar o trabalho sério", afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR). Segundo ele, o presidente Sarney deverá ler, na próxima semana, o texto da Medida Provisória 462, que garante o repasse de R$ 1 bilhão para o Fundo de Participação dos Municípios. Esta MP foi aprovada na Câmara antes do recesso parlamentar, mas até hoje não teve sua tramitação iniciada no Senado. Pelo regimento do Senado, só depois de lida em plenário, a MP começa a tramitar na Casa. Na tentativa para que o Senado volte a trabalhar, o líder do PSB, senador Antonio Carlos Valadares (SE), subiu hoje à tribuna para criticar os líderes aliados e cobrar sua presença no plenário. "Se as coisas não estão andando, a culpa não é da oposição. A oposição está no seu papel ao obstruir as votações", disse o socialista. "Quem não está aqui é o governo. Apenas eu estou aqui. Sou vice-líder do governo e líder do PSB, mas estou querendo que meus companheiros estejam aqui comigo", afirmou Valadares. Ele cobrou a presença nominalmente dos líderes do governo no Congresso, Ideli Salvatti (SC); e do PT, Aloizio Mercadante (SP), além de Jucá. "Legislar nesta Casa tem sido uma exceção", avaliou Valadares, ao observar que falta "integração entre o PT e a liderança do governo" para que a pauta ande.Há dois dias, os senadores de oposição se recusaram a participar de reunião com Sarney para definir a pauta de votações do Senado. Prometeram também obstruir as sessões de votação. O líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN), argumentou que o partido estava "desconfortável" e não queria votar nenhum projeto polêmico. Desde que voltaram do recesso parlamentar, no início de agosto, os senadores não votaram nenhuma proposta mais complexa, a não nomeação de embaixadores e ratificação de acordos de cooperação econômica internacional.
Fonte: A Tarde

Vacinação de idosos contra gripe pode ser suspensa

Agencia Estado
A campanha de vacinação de gripe comum destinada a idosos pode ser suspensa no ano que vem. A decisão depende do comportamento que a gripe suína apresentar na temporada de frio no Hemisfério Norte e na experiência que esses países vão apresentar com o uso da vacina. Por hora, a recomendação é trabalhar como se nenhuma alteração fosse feita: a partir de abril, 20 milhões de idosos seriam convocados para a vacinação. "Mas tudo pode mudar", diz o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães.No Brasil, a gripe suína provocou até o momento 557 mortes, com taxa de mortalidade de 0,29 por 100 mil habitantes. Assim, o País passa a ter o maior número absoluto de mortes causadas pela gripe suína, passando Estados Unidos (522) e Argentina (439). Em termos de mortalidade, o Brasil está em sétimo lugar num ranking de 16 países. Há três argumentos para manter o calendário de vacinação no País: o êxito das campanhas anteriores, a disponibilidade da vacina, produzida pelo Instituto Butantã, e o alto número de mortes anuais provocadas pela doença e suas complicações, em torno de 70 mil. Mas há quem suspeite da eficácia da estratégia em tempos de pandemia de gripe suína. Neste ano, de todos os casos confirmados de influenza, a maioria é de gripe suína. No modelo atual, a partir de abril seriam vacinados os idosos contra a gripe comum. Pouco depois, teria início a vacinação contra a gripe suína.
Fonte: A Tarde

Gripe suína: Brasil é o país com maior número de mortes

Agencia Estado
O Brasil passou hoje a ser o país de maior número de mortes causadas pelo vírus Influenza A (H1N1), conhecido como gripe suína, em números absolutos. O Ministério da Saúde confirmou que 557 pessoas morreram no País em decorrência do vírus H1N1. Com isso, superou os Estados Unidos, que registram 522 mortes em decorrência da gripe suína.Em números relativos, no entanto, o Brasil tem a sétima maior taxa de mortalidade (de 0,29 por 100 mil), que representa o porcentual de óbitos em relação à população de cada país. A Argentina, com 439 mortes, tem a maior taxa de mortalidade, de 1,08, seguida pelo Chile (0,75), Costa Rica (0,67), Uruguai (0,65), Austrália (0,61) e Paraguai (0,61). Em número absoluto de mortes, a lista agora começa com Brasil (557 óbitos), Estados Unidos (522), Argentina (439), México (179), Austrália (132), Chile (128) e Tailândia (119).Os países adotam periodicidade diferente para atualização do número de óbitos. Os últimos dados dos Estados Unidos, por exemplo, referem-se a 15 de agosto. Os números do Ministério da Saúde divulgados hoje referem-se ao período de 25 de abril a 22 de agosto deste ano. De acordo com o ministério, entre os Estados com maior número de mortes estão São Paulo, com 223 óbitos confirmados (40% do total), Paraná, com 151 mortes (27,1%); Rio Grande do Sul, com 98 casos fatais (17,6%); e Rio de Janeiro com 55 (9,9%).
Fonte: A Tarde

Ex-prefeito de Santo Amaro é condenado pela Justiça Federal

A TARDE On Line
O ex-prefeito do município de Santo Amaro (a 70km de Salvador) Raimundo José Carneiro Pimenta foi condenado pela 10ª Vara da Justiça Federal por improbidade administrativa. A decisão da justiça foi tomada no dia 1º de Junho, mas só foi divulgada nesta terça-feira, 25 de agosto. Segundo o juiz Ailton Schramm de Rocha, Pimenta utilizou de forma irregular recursos que deveriam ter sido aplicados em ações de controle da tuberculose no município nos anos 1998 e 1999.Pela sentença, Pimenta teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos, está proibido de contratar com o poder público e de receber benefícios fiscais ou creditícios também por cinco anos e ainda terá de pagar multa de dez mil reais, que é o equivalente ao valor recebido por meio de um convênio firmado com o Ministério da Saúde. A decisão judicial atende a um pedido formulado pelo Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) em 9 de dezembro de 2005.
Fonte: A Tarde

quarta-feira, agosto 26, 2009

Dessa vez é carga pesada.

Vice-prefeito e o pai(secretário de infra-estrutura)
citados no Of. do PT.

Dessa vez é carga pesada.
Por: Montalvão

O atual prefeito de Jeremoabo detentor de uma centena de processos por improbidade, se prevalecendo da impunidade bem como da morosidade da justiça, ao assumir seu (des) governo está dando a carga total, explorando a viúva sem pena nem dor, é sangria de todos os lados, das tetas não mais leite, já sai é sangue.

Dando continuidade as sindicâncias dessa ONG, além das representações já encaminhadas ao TCM/BA, e ao Ministério Público Federal hoje estamos solicitando mais subsidio ao tista de deda, para robustecer com provas concretas mais outras representações a respeito de improbidades.

Mas o povo também começa a denunciar através do PT, hoje mesmo recebemos copia do ofício – Of.Sec.DM-PT n. 025/2009, encaminhado ao Doutor Antonio César Carvalho Magaldi, Procurador Chefe da Procuradoria de Combate a Atos de Corrupção e Improbidades Administrativas, onde o Secretário do Partido dos Trabalhadores denuncia muitas falcatruas dentre elas; nepotismo praticado pelo cônjuge do prefeito, pai, primo do vice-prefeito, tio da primeira dama, entre outros, inclusive, sendo verificadas “sangrias” ao erário municipal e elevação de salários através dos constantes pagamentos de diárias aos respectivos “beneficiários” supracitados.

No ofício acima mencionado existem outras denuncias grave, mas por questão de estratégia, declino de publicar.
AO
ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREFEITO MUNICIPAL DA CIDADE DE JEREMOABO, ESTADO DA BAHIA.








A ONG – TRANSPARÊNCIA JEREMOABO, entidade sem fins lucrativos, com estatuto social de constituição devidamente transcrito no Cartório do Registro de Títulos e Documentos, desta cidade e Comarca de Jeremoabo, onde tem sede e foro, regularmente inscrita no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda vem, com arrimo nas disposições da LEI FEDERAL Nº 4.717, de 1965 ( ação popular), dizer e requerer o seguinte:

Tomou conhecimento a requerente que essa prefeitura municipal, em meados de janeiro de 2009 firmou contrato admitindo sem concurso inúmeros servidores, inclusive com nepotismo, além de outras irregularidades.


Existem indícios que mencionados atos causou irregularidades, prejudicando assim a população..

Não está o requerente, Senhor prefeito, com tal requerimento, com a pretensão de dizer que a prefeitura, na pessoa de seu gestor, tenha praticado ato de improbidade administrativa; estou apenas pretendendo ter acesso aos documentos que deu origem a mencionada contratação no âmbito público, bem como dos demais documentos solicitados na relação abaixo:

A lei federal nº 4.717, de 1965, dá a qualquer cidadão brasileiro, desde que esteja em gozo de seus direitos políticos/eleitoral, o direito de requerer no âmbito da administração pública cópias de documentos e/ou contratos de quaisquer espécie; não há exceção, todos os contratos - seja de que natureza for - pode ser cedido cópia ,repete-se, para qualquer eleitor/cidadão brasileiro.

DO EXPOSTO, vem requerer o seguinte, arrimado nas disposições da lei federal nº 4.717, de 1965:

1) – Cópia das Folhas de Pagamento de todos servidores contratados a partir de janeiro 2009 até a presente data, inclusive com Cargo/Função e salários.

2) – Copia de todos os contratos de Locação de Imóveis efetuados por essa Prefeitura a partir de janeiro/2009 até a presente data.

3) - Informar através correspondência, o Piso Salarial dos Professores que contratados que prestam serviço em todos órgãos municipais.

4) - Copia de todas as Notas Fiscais das Despesas com PALCO e SONORIZAÇÃO, durante os festejos juninos.(São João do corrente ano)

5) Informar através oficio qual o valor arrecadado semanalmente do Repasse da Contribuição de Imposto Cobrado na Feira, informando em que Contas esses Valores são depositados, e porque não são pagos diretamente nos Bancos.

6) Que Vossa Excelência tem o prazo de 15 dias para fornecimento da mencionada documentação/contrato, tudo com arrimo na citada lei federal;

7) Os documentos deverão /poderão ser encaminhados diretamente á pessoa do requerente, no seguinte endereço: Na Rua Duque de Caxias nº ..326., cidade de .Jeremoabo, CEP.48540-000;

8) Lembro-lhe que o não atendimento á mencionada solicitação/requerimento, de acordo com o art. 8º da lei federal nº 4.717, de 1965, caracteriza o crime de desobediência.

Termos em que, pede deferimento.

Município de Jeremoabo, 26 de agôsto de 2009.



Adalberto Torres Vllas Boas
PRESIDENTE

Não foi á-toa a viagem a Jeremoabo...


A jogada errada de Geddel
A pressão dos demitidos do estado por causa de Geddel já cria problemas para o ministro, que esqueceu deste detalhe ao romper com Wagner. Os demitidos exigem cargo em outro lugar e o PMDB só tem um de peso, a prefeitura de Salvador.O problema é que João Henrique não quer nem vai empregar esse pessoal e no ministério não há espaço para novos apadrinhados. Não é a toa que um importante peemedebista me disse que o rompimento de Geddel "foi precipitado". E ele estava sendo educado... Como previ nesta coluna, outro problema para Lima são os prefeitos. "Uma ruma" deles já decidiu se afastar do filho de Afrísio para manter a parceria com Jaques Wagner, seja por simpatia, amor ou amizade. Ou interesse em obras e apoio político.A debandada ficou maior com a nomeação do deputado João Leão para a Seinfra, que inclui toda a infra-estrutura da Bahia, de estradas (Derba) a iluminação (Luz Para Todos).Os últimos lances na política baiana só confirmam que Geddel com o PMDB e César Rabello com seu PR vão ter dificuldades em segurar os prefeitos de suas legendas.O prefeito de Valença, Ramiro Campelo, por exemplo, é do PR mas já garantiu apoio à re-eleição de Jaques Wagner. Aliás, vários atuais deputados ou candidatos ao cargo pelo PMDB também começam a migrar para partidos da base estadual, e lideranças como Pedro Jackson, de Itapé, que já deixou o partido.Um prefeito do PMDB me confidenciou que ele, mais uns 15 prefeitos de sua região, vão fazer campanha para Wagner e manter a parceria. São nomes ligados ao deputado João Leão que preferem "seguir ele".Acrescente a isso o que acontece em cidades como Itabuna, onde Renato Costa ia ser o nome apoiado por todos para deputado estadual. Ia...O grupo da família Xavier, orientado por Lúcio Vieira Lima, deve apoiar Pedro Tavares, um cara de Ilhéus que mora em Salvador. E Renato já perdeu os Jacksons de Itapé.São mais problemas de ordem interna que se somam aos causados pelo rompimento afoito de Geddel. Fora um problema mais prático: os outros partidos já se definiram por Wagner, maioria, e o resto por Souto. O PMDB vai ser o bloco do eu sozinho, apenas com seu tempo de rádio e tv, enquanto Souto e Wagner terão o espaço ampliado.Achou muita coisa? É só o começo. Assim que Geddel sair do ministério a coisa vai ficar muito pior. O que restar de prefeitos e candidatos a deputado vai pular a cerca de vez, deixando Geddel sozinho na planície. Vai ter que re-aderir ao governo Wagner ou se bandear para os carlistas. Ou ainda ficar no ostracismo político. O PMDB da Bahia era um grão de areia. Cresceu somente em função de se aliar a Wagner e Lula (que Geddel combatia). Hoje, o que vejo é Geddel confirmar minha previsão de uns meses atrás, de quando ele começou a falar mais grosso em relação a Wagner:O PMDB vai voltar a ser o que era na BA, quase nada.
Postado por Sarrafo

Nem isso chega para Jeremoabo!



NOVA GELADEIRA SAI POR R$ 120,00 SE CADASTRO FOR APROVADO
Os consumidores de baixa renda em Ilhéus e Itabuna têm só até as 18h desta terça, 25, para fazer inscrição no programa Nova Geladeira, em lojas da Cesta do Povo. O programa assegura aos consumidores com cadastro aprovado a troca de geladeira velha por uma nova por R$ 120,00, valor que pode ser parcelado em até 22 vezes.
O principal critério para inscrição No programa é ter consumo mínimo de 80 kwh por mês. Para se cadastrar, o cliente deve procurar uma das três lojas da Cesta do Povo em Itabuna ou a loja central de Ilhéus. Os documentos exigidos são CPF, identidade, última conta de energia paga e comprovante de residência ou contrato de aluguel, caso o CPF não seja o mesmo da conta.
A geladeira fica bem mais barata para os clientes cadastrados porque o refrigerador será subsidiado pela Coelba/Neonergia e Governo do Estado, que cobrem 80% do valor do eletrodoméstico, avaliado em R$ 600,00. As inscrições começaram em 25 de maio nos dois municípios sul-baianos.
De acordo com Tereza Cristina Cardoso, da Coelba, até agora foram aprovados 300 cadastros em Itabuna e outros 80 em Ilhéus. Ao Pimenta, ela informou que não há uma cota para estes municípios. O número de beneficiados depende exclusivamente de aprovação do cadastro. A entrega das geladeiras está programada para outubro.
Requisitos exigidos para cadastro no programa
- Residir em comunidades populares dos municípios abrangidos- Não ter débitos com a Coelba- Residir em unidade consumidora residencial monofásica- Ter consumo médio nos últimos três meses maior ou igual a 80 kWh/mês- Só possuir um refrigerador, e em estado precário de funcionamento- Ter fornecimento de energia regular e não fornecer energia a terceiros- Residir no endereço da conta de energia- Ser maior de 18 anos
Postado em Pimenta na Muqueca

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Publicado em 03/05/2026 às 06:07 Alterado em 03/05/2026 às 09:18   E o acordão no Congresso para enterrar a CPI do Master, dará certo? Há qu...

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