domingo, novembro 01, 2026

NO MATO SEM CACHORRO: A Contradição da Oposição que Aumenta Impostos e Pressiona a Inflação

 

NO MATO SEM CACHORRO: A Contradição da Oposição que Aumenta Impostos e Pressiona a Inflação



Por José Montalvão


Existe um ditado popular no nosso sertão que sintetiza com perfeição momentos de desespero e desamparo: “estar no mato sem cachorro”. É exatamente esse a sensação de alívio e reflexão que toma conta de milhões de brasileiros após as apurações do segundo turno de 2026. Se a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tivesse sido sacramentada pelas urnas, o povo brasileiro estaria, sem sombra de dúvidas, entregue à própria sorte, amargando as consequências de um projeto político que prega a austeridade no discurso, mas penaliza o trabalhador na prática.

Basta observar a movimentação oportunista e descoordenada de governadores da oposição nos últimos dias. Logo após o encerramento do processo eleitoral, por meio de deliberações no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), os estados — capitaneados por gestões que fizeram campanha prometendo conter tributos — aprovaram o aumento das alíquotas fixas do ICMS sobre combustíveis.

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│ O IMPACTO DO AUMENTO DO ICMS NOS ESTADOS │
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│ ⛽ ELEVAÇÃO DOS COMBUSTÍVEIS: Reajuste aprovado no Confaz │
│ sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. │
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│ 🗓️ VIGÊNCIA EM FEVEREIRO: Entrada em vigor marcada para 1º │
│ de fevereiro, criando nova pressão sobre a inflação. │
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│ 🚛 EFEITO CASCATA: O aumento do frete encarece o prato de │
│ comida, o transporte e os insumos da zona rural. │
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O Efeito Cascata: Quem Paga a Conta É o Povo

A medida, com vigência estipulada a partir de 1º de fevereiro, atinge em cheio os insumos mais vitais da economia popular: a gasolina, o óleo diesel e o gás de cozinha. E no Brasil, como bem sabe qualquer cidadão de Jeremoabo ou do sertão baiano, imposto sobre combustível não fica restrito às bombas dos postos.

No momento em que o preço do óleo diesel e da gasolina é elevado pela canetada dos governadores estaduais, desencadeia-se o perigoso efeito cascata:

  1. Frete Mais Caro: O transporte rodoviário encarece imediatamente o escoamento de grãos, hortifrúti e produtos manufaturados;

  2. Cesta Básica Pressionada: O custo adicional da logística é repassado ao consumidor final nas prateleiras dos supermercados e feiras livres, afetando o feijão, o arroz e o óleo;

  3. Transporte e Serviços: Passagens intermunicipais, tarifas de entrega e insumos agrícolas para o produtor rural sobem de preço de forma incontrolável.

Enquanto o Governo Federal estuda mecanismos para amortecer a volatilidade internacional do petróleo e manter a estabilidade econômica, gestores da oposição optam pelo caminho mais fácil: aumentar arrecadação às custas do bolso do contribuinte, expondo a profunda incoerência entre o que prometeram nos palanques e o que praticam na gestão.

A Vitória de Lula como Escudo Social

A análise política e econômica exige sobriedade. Se a oposição tivesse conquistado a Presidência da República, o Brasil estaria hoje sem uma rede de proteção federal capaz de contrabalançar essa voracidade fiscal dos estados. Estaríamos, de fato, "no mato sem cachorro", assistindo à corrosão do poder de compra sem qualquer política de valorização do salário mínimo ou de apoio à agricultura familiar.

A permanência de Lula no Palácio do Planalto assegura a continuidade de programas de fortalecimento da renda, o equilíbrio institucional e a vigilância constante contra abusos tarifários que sacrificam a população mais vulnerável.

┌───────────────────────────────────────────────────────────────────┐
│ CONTRADIÇÃO ELEITORAL EM EVIDÊNCIA │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ 🗣️ NO PALANQUE: Discurso inflamado contra a carga tributária │
│ e em defesa da "liberdade econômica". │
├─────────────────────────────────────────────────────────────┤
│ ✍️ NO GOVERNO: Canetada para aumentar ICMS dois dias após │
│ o encerramento das eleições presidenciais de 2026. │
└─────────────────────────────────────────────────────────────┘

Conclusão: O Povo Atento às Manobras Fiscais

A tentativa de atribuir ao Governo Federal a pressão inflacionária gerada por aumentos estaduais do ICMS é mais uma narrativa que se desfaz diante dos fatos. O leitor atento e o eleitor consciente sabem exatamente de onde partiu a decisão de encarecer o combustível a partir de fevereiro.

Jeremoabo e o Brasil continuam firmes, protegidos por uma liderança que coloca a justiça social em primeiro lugar, enquanto denunciamos com coragem o amadorismo e a incoerência daqueles que diziam defender o povo, mas aumentam os impostos na primeira oportunidade!

José Montalvão

Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI - Registro C-002025).

Blog de Dede Montalvão: Fiscalizando a economia, desmascarando contradições políticas e defendendo o bolso do trabalhador em Jeremoabo e no Brasil!

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