terça-feira, março 03, 2026

Luísa Montalvão, Rowenna Brito e Fátima Nunes fortalecem compromisso com a educação pública na Bahia


                                                  Foto Divulgação


A atuação política responsável se mede menos por discursos e mais por gestos concretos. É nesse contexto que se destaca a presença de Luísa Montalvão, presidenta do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores em Antas, que nesta semana esteve em Salvador cumprindo uma agenda voltada ao fortalecimento da educação pública.

Ao lado da deputada estadual Fátima Nunes, Luísa participou de reunião na Secretaria de Educação do Estado, onde dialogou com a secretária Rowenna Brito. O encontro reafirmou o compromisso com uma educação pública de qualidade, inclusiva e transformadora para o povo baiano — uma pauta que ultrapassa fronteiras partidárias e se consolida como um dever institucional.

Como presidenta municipal do PT, Luísa Montalvão tem defendido a construção de pontes, o diálogo responsável e a busca por soluções concretas. Para ela, não basta apenas apontar problemas; é preciso sentar à mesa, ouvir, propor e acompanhar. Sua atuação reforça a valorização dos profissionais da educação e a ampliação de oportunidades para a juventude, compreendendo que investir na escola pública é investir diretamente no futuro do estado.

Luísa acredita que é com união, compromisso e trabalho sério que se constroem avanços duradouros. Segundo a presidenta, o Partido dos Trabalhadores segue atento, atuante e comprometido com as pautas que impactam diretamente a vida do povo, inclusive em Jeremoabo e em toda a região.

Encerrando sua agenda e suas declarações, Luísa foi enfática: educação é prioridade. É base. É futuro.

José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

Oposição acusa base de tentar barrar quebra de sigilo de Lulinha na CPI do INSS


Resistência do MDB mineiro complica o plano de Lula para lançar Rodrigo Pacheco

Publicado em 3 de março de 2026 por Tribuna da Internet


Alcolumbre mantém quebra de sigilo de Lulinha e impõe derrota ao governo

Publicado em 3 de março de 2026 por Tribuna da Internet

Alcolumbre se manifestou em plenário nesta terça-feira

Camila Turtelli
O Globo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu nesta terça-feira confirmar a votação da CPI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao anunciar o resultado de uma questão de ordem em plenário, Alcolumbre impôs ao PT e ao governo uma derrota.

“Adianto desde logo que este não é um caso de flagrante desrespeito ao regimento interno ou à Constituição Federal. Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular a deliberação da CPMI”, afirmou.

VOTAÇÃO SIMBÓLICA – O recurso foi protocolado após a aprovação, em votação simbólica, de mais de 80 requerimentos em bloco, entre eles o pedido de quebra de sigilo de Fábio Luís e solicitações de informações e convocações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Parlamentares governistas alegaram que houve erro na contagem dos votos durante a sessão conduzida pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (PSD-MG), e pediram a anulação da deliberação. Após a votação, houve protestos no plenário da comissão e o pedido de verificação nominal, que foi rejeitado sob o argumento de que o regimento permite votação simbólica.

O requerimento aprovado de quebra de sigilo de Lulinha foi enviado aos órgãos responsáveis na semana passada, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O órgão deve respondê-lo até esta semana, apesar da tentativa do PT de anular a votação.

VÍCIO FORMAL – Ao anunciar a decisão, Alcolumbre afirmou que não identificou vício formal capaz de justificar a anulação do ato. O ponto central da controvérsia foi o quórum da sessão. Na primeira votação — nominal — foram registrados 31 parlamentares no painel eletrônico, com 18 votos favoráveis e 12 contrários. Em seguida, a comissão deliberou simbolicamente sobre o pacote de 87 requerimentos. Governistas alegaram que 14 integrantes se manifestaram contra e que, considerado o número de presentes naquele momento, o resultado deveria ter sido diferente.

Alcolumbre sustentou que o quórum válido é o da sessão regularmente aberta, com 31 votantes registrados, e que não houve maioria suficiente para rejeitar os requerimentos. “O trabalho das comissões parlamentares de inquérito deve observar um princípio fundamental para o funcionamento do Parlamento: a obediência à decisão da maioria”, disse.

INTERVENÇÃO – Ele também afirmou que a intervenção da Presidência só se justifica em situações excepcionais. “A intervenção da Presidência do Senado só se justifica em situações excepcionais, quando houver flagrante desrespeito às normas constitucionais, legais ou regimentais”, afirmou.

Ao tratar especificamente da modalidade de votação, explicou que a votação simbólica considera o quórum de presença registrado no painel eletrônico e não a contagem individual de votos: “Numa votação simbólica, a apuração dos votos resulta de uma apreciação do presidente a respeito do posicionamento do plenário em face do quórum de presença computado no painel”.

“Proceder de forma diferente implica na transformação da votação simbólica em votação nominal. E isso somente é possível com prévia determinação regimental de votação nominal ou com verificação de votação”, acrescentou.

SEM ALTERAÇÃO – Segundo o presidente do Senado, mesmo que se considerasse o número de votos contrários alegado pelos autores do recurso, o resultado não seria alterado: “Ainda que se considere eventual equívoco na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votos contrários demonstrado não seria suficiente para ganhar a deliberação”.

Os requerimentos foram aprovados em bloco pela comissão presidida pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) e incluem, além da quebra de sigilo de Lulinha, pedidos de informações e convocações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Na semana passada, a CPI notificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para que envie, no prazo de cinco dias úteis, Relatório de Inteligência Financeira (RIF) sobre Fábio Luís. O envio ocorreu mesmo enquanto a Presidência do Senado analisava a validade da votação.

REQUERIMENTOS –  Viana já havia encaminhado os requerimentos aprovados às autoridades competentes e declarado que não aguardaria eventual decisão de Alcolumbre para dar seguimento às medidas.

Após a sessão tumultuada, governistas se reuniram com o presidente do Senado e protocolaram recurso com anexos, incluindo registros e imagens. Alcolumbre determinou que a Advocacia da Casa, a Secretaria-Geral da Mesa e a Polícia Legislativa analisassem os aspectos fáticos e jurídicos do caso antes de decidir.

TENSÃO – A decisão ocorre em meio a um ambiente de tensão entre o Senado e o Palácio do Planalto. Nos últimos meses, houve acúmulo de desgastes, entre eles a caducidade da medida provisória que instituía o programa Redata, voltado à instalação de data centers. Oficialmente, a justificativa foi o prazo exíguo para análise da proposta.

Mais cedo, antes de anunciar o desfecho, Alcolumbre afirmou que ouviria a Advocacia do Senado antes de decidir. “Estou querendo decidir; vou ouvir a advocacia”, disse. Com a manutenção da votação, o presidente do Senado reafirma que não houve irregularidade formal no procedimento adotado pela comissão e que prevalece a deliberação colegiada da maioria.

“Adianto desde logo que este não é um caso de flagrante desrespeito ao regimento interno ou à Constituição Federal. Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular a deliberação da CPMI”, destacou.

ANÁLISE TÉCNICA –  Ao comunicar sua decisão, o presidente do Senado relatou que foi procurado por parlamentares após a sessão da comissão e determinou a análise técnica do caso. “Na última semana, fui procurado por diversos parlamentares que trouxeram ao meu conhecimento os fatos ocorridos na comissão. Diante da gravidade das alegações, solicitei à Advocacia da Casa e à Secretaria-Geral da Mesa que examinassem todos os aspectos fáticos e jurídicos do caso”, afirmou.

Alcolumbre sustentou que o funcionamento das CPIs deve observar a regra da maioria e a deliberação colegiada prevista na Constituição: “O trabalho das comissões parlamentares de inquérito deve observar um princípio fundamental para o funcionamento do Parlamento: a obediência à decisão da maioria”.

Ele também afirmou que a intervenção da Presidência só se justifica em situações excepcionais: “A intervenção da Presidência do Senado só se justifica em situações excepcionais, quando houver flagrante desrespeito às normas constitucionais, legais ou regimentais”.

ERRO NA CONTAGEM – O recurso foi protocolado após a aprovação, em votação simbólica, de mais de 80 requerimentos em bloco, entre eles o pedido de quebra de sigilo de Fábio Luís e solicitações de informações e convocações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. Parlamentares governistas alegaram que houve erro na contagem durante a sessão conduzida pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (PSD-MG), e pediram a anulação da deliberação.

Ao tratar especificamente da modalidade de votação, Alcolumbre afirmou que a votação simbólica considera o quórum de presença registrado no painel eletrônico e não a contagem individual de votos.

“Numa votação simbólica, a apuração dos votos resulta de uma apreciação do presidente a respeito do posicionamento do plenário em face do quórum de presença computado no painel”, disse.

PREVISÃO REGIMENTAL – Ele acrescentou que transformar a votação simbólica em nominal só é possível mediante previsão regimental ou pedido de verificação: “Proceder de forma diferente implica na transformação da votação simbólica em votação nominal. E isso somente é possível com prévia determinação regimental de votação nominal ou com verificação de votação”.

Segundo o presidente do Senado, mesmo que se considerasse o número de votos contrários alegado pelos autores do recurso, o resultado não seria alterado. “Ainda que se considere eventual equívoco na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votos contrários demonstrado não seria suficiente para ganhar a deliberação”, afirmou.

PROTESTOS – Após a votação na comissão, houve protestos e pedido de verificação nominal, rejeitado sob o argumento de que o regimento permite a votação simbólica. Os requerimentos já haviam sido encaminhados aos órgãos competentes na semana passada, inclusive ao Coaf.

A decisão ocorre em um momento de tensão entre o Senado e o Palácio do Planalto. Nos últimos meses, interlocutores relatam acúmulo de desgastes, entre eles a caducidade da medida provisória que instituía o programa Redata, voltado à instalação de data centers. Oficialmente, a justificativa foi o prazo exíguo para análise da proposta. Aliados de Alcolumbre afirmam que a decisão foi regimental.

Gonet limita penduricalhos no Ministério Público após decisão do STF

 

Gonet limita penduricalhos no Ministério Público após decisão do STF

Por Marcos Hermanson/Folhapress

03/03/2026 às 11:57

Foto: Rosinei Coutinho/Arquivo/STF

Imagem de Gonet limita penduricalhos no Ministério Público após decisão do STF

Paulo Gonet

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou neste sábado (28) que os pagamentos retroativos destinados a membros do Ministério Público de todo o país não ultrapassem a soma de R$ 46,3 mil, que é o teto constitucional do funcionalismo.

Esse limite abarca licenças compensatórias, adicionais por tempo de serviço e parcelas autônomas de equivalência –os chamados penduricalhos, usados para ultrapassar o limite salarial previsto na Constituição. Indenizações de férias ficam de fora do cálculo.

A recomendação de Gonet se baseia em decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que em fevereiro suspendeu por 45 dias o pagamento de indenização não previstas em Lei federal.

A medida do procurador-geral da República vai na contramão da adotada pelo Ministério Público de São Paulo. O órgão do estado comunicou no último dia 26 a seus membros, com base em interpretação de uma segunda decisão de Gilmar, que os "pagamentos efetuados mensalmente seguirão seu curso normal, não havendo nenhum tipo de redução dessas verbas".

Gonet é presidente do Conselho Nacional do Ministério Público e emitiu a recomendação por meio do órgão. A diretriz orienta que todos os pagamentos devem cessar num prazo de 45 dias, em linha com determinou o Supremo.

"É vedada a antecipação de verbas programadas para meses subsequentes, bem como a realização de qualquer reprogramação financeira com o objetivo de concentrar, acelerar ou ampliar desembolsos e a inclusão de novas parcelas ou de beneficiários não contemplados no planejamento original", diz a recomendação do procurador-geral da República.

Entenda as decisões do STF sobre penduricalhos

Os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino do STF tomaram decisões recentes para limitar o pagamento de penduricalhos que fazem a remuneração no serviço público estourar o teto constitucional.

Dino, em 5 de fevereiro, determinou suspensão em 60 dias de verbas remuneratórias e indenizatórias não previstas expressamente em leis municipais, estaduais ou nacionais nos três Poderes, exigindo publicação de ato normativo discriminando cada verba, valor, critério de cálculo e fundamento legal.

O ministro citou deturpações como "auxílio-peru" e "auxílio-panetone" e cobrou do Congresso regulamentação sobre verbas que podem superar o teto. A decisão de Dino será levada a plenário em 25 de fevereiro.

Gilmar, em 23 de fevereiro, suspendeu verbas indenizatórias do Judiciário e Ministério Público baseadas em leis estaduais e atos normativos inferiores, determinando que apenas penduricalhos previstos em lei nacional sejam pagos, com prazo de 60 dias para estados paralisarem pagamentos estaduais e 45 dias para suspensão de pagamentos derivados de decisões administrativas.

Politica Livre

Valdemar chama Michelle de “fenômeno”, mas Bolsonaro veta candidatura a cargo executivo

Publicado em 3 de março de 2026 por Tribuna da Internet

Declaração foi dada em entrevista ao Canal Livre

Rafaela Gama
O Globo

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, classificou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como um “fenômeno político”, mas afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não queria que ela se candidatasse a um cargo no Executivo.

A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, na noite de domingo. Dentro do bolsonarismo, Michelle chegou a ter o apoio de Valdemar e de nomes como o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, para disputar como vice de uma chapa para o Planalto encabeçada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“FENÔMENO” – “O Bolsonaro nunca quis que ela estivesse num cargo no Executivo porque ela nunca teve mandato, nunca passou por um cargo, então ele achava que assumir um cargo no Executivo seria muito difícil para ela”, disse. “Ela é um fenômeno e tem no Brasil o mesmo prestígio do Lula, do Bolsonaro e do Tarcísio. Ela se promoveu muito na liderança do PL Mulher, trouxe as mulheres para a política e fez um trabalho maravilhoso”, acrescentou.

Na ocasião, Valdemar também reafirmou que a ex-primeira-dama tem enfrentado “uma situação muito difícil por ter que cozinhar para o marido de manhã para levar comida para o presídio todos os dias”. Perguntado sobre qual cargo ela deverá disputar neste ano, ele reafirmou que ela será candidata ao Senado pelo Distrito Federal (PL).

Na unidade federativa, o partido também tem como pré-candidata a deputada federal Bia Kicis (PL-DF). O arranjo, por sua vez, escanteia o governador bolsonarista Ibaneis Rocha (MDB), que pretende se lançar ao Senado e tornar a vice-governadora, Celina Leão (PP), como sucessora.

CENÁRIO EM MINAS – Durante a entrevista, Valdemar também respondeu questionamentos sobre o posicionamento do PL em Minas Gerais. No estado, o vice-governador Mateus Simões (PSD) deverá sair candidato ao comando do estado e tem expectativa de ter o apoio do PL em sua chapa, reservando espaço para o partido na indicação para o Senado.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, manifestou interesse em lançar na disputa pelo Executivo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que tem reiterado a intenção de concorrer à reeleição. Em paralelo, Flávio tem considerado lançar um outsider na disputa estadual: o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe.

“Eu quero ver a confusão que vai dar lá em Minas, porque, se ele vai ser candidato [à presidência], como que vamos apoiar o candidato a governador dele, que é o vice, Simões? Eu queria saber como e se eles vão ter outro candidato à presidência da República. Lá pode acontecer uma coisa muito curiosa, porque o Mateus é do PSD, partido que pode ter como candidato o governador [do Paraná] Ratinho Júnior”, afirmou.


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