segunda-feira, maio 18, 2015

O desespero de Lula







O secretário-geral da Ong Contas Abertas fala a Joice Hasselmann, no 'Direto ao Ponto', sobre a falta de transparência nas cont
VEJA.ABRIL.COM.BR


A velha prática da compra de votos no Congresso, por Ricardo Noblat
(...) Foi-se o tempo que a troca de votos por cargos era uma coisa, digamos assim, quase inocente. Hoje é o que se sabe
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/rDKP2g
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15 h · 
A combinação perigosa da pressão da opinião pública com uma estrutura policial que só queria encerrar a investigação, na obra de Luís Sérgio Person: http://bit.ly/1RYn0dK

"O caso dos irmãos Naves", com Raul Cortez e Juca de Oliveira
JOTA.INFO



ANASPS CONFIRMA QUE USO DOS RECURSOS DASEGURIDADE SOCIAL FAZ QUE NÃO EXISTA DEFICIT NEM ROMBO NAS CONTAS DA PREVIDÊNCIA
O Vice presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social-ANASPS, Paulo César Régis de Souza, disse hoje que as transferências do Tesouro Nacional , com recursos da Seguridade Social, que alcançaram R$ 832,5 bilhões, entre 2003 e 2014,  cobriram os gastos da Previdência Social, assegurando liquidez ao Regime Geral de Previdência Social-RGPS e deixando de lado a ideia de "rombo e de déficit"  que tenta desfigurar a capacidade do sistema previdenciário brasileiro, fundado há 92 anos, e que apresenta elevados níveis de proteção social, de redistribuição de renda e retirada de pessoas da pobreza extrema.
O conceito de déficit,  de R$ 487,7 bilhões , entre 2003  e 2014, maximizado pelos fiscalistas de plantão, é resultado da diferença entre a arrecadação liquida , que foi de R$ 2,2 trilhões, e o pagamento de benefícios de  R$ 2,7 bilhões. O sistema da contribuição sobre a folha foi durante  atingido pela combinação de fatores como a elevação da de concessão de benefícios , 53,4 milhões, e pelo crescimento  dos benefícios em manutenção que passaram de 21,8 milhões para 32,1 bilhões, em 2014, de um lado, e pelos desacertos no financiamento com o crescimento incontrolado da sonegação que bateu os R$ 682,4 bilhões , as renuncias contributivas, que chegaram a R$ 215,0 bilhões, as desonerações,  não fiscalização das empresas, os refis  e a baixíssima recuperação de crédito das dividas administrativa e ativa.
As transferências da Seguridade Social pagaram os benefícios assistenciais, R$  229,0 bilhões, especialmente com a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS/LOAS, e cobriram o monstruoso déficit de R$ 500 bilhões da previdência rural, com recursos da COFINS/PSSS, R$ 347,6 bilhões,  da Contribuição Sobre o Lucro Liquido, R$ 83,7 bilhões, e Recursos Ordinários, de R$ 65,8 bilhões. "Dessa forma, disse Paulo César, o déficit deixou de existir, mesmo por que os recursos da Seguridade Social tem a finalidade de pagar as despesas da Previdência Social, além da Assistência Social e a Saúde".
O presidente da ANASPS voltou a insistir que o Ministério da Fazenda deve, de uma vez por todas,  acabar com o modelo de contas da Previdência  que tem no déficit o índice que agrava o equilíbrio do RGPS. Com a ousadia com que tirou a receita da Previdência do Ministério teria poderia mudar o modelo, retirando do RGPS a conta dos trabalhadores e empregadores rurais que não contribuíram e que sejam equiparados aos benefícios da LOAS.  Os que contribuíram poderiam ficar no RGPS. "Não haverá nenhum prejuízo para eles. O que deve ser preservado é a característica básica do RGPS de um regime contributivo"
Paulo César assinalou que a Previdência urbana é auto-sustentável, mas para prepará-la para despesas de curto prazo  seria necessária uma limpeza nas renuncias,  desonerações e nos refis que beneficiam caloteiros reincidentes. "Se o governo quer fazer farra  fiscal com o dinheiro da Previdência que indenize a Previdência, com transparência.  Ao mesmo tempo será necessário devolver o combate a sonegação e a realização de fiscalização  à Previdência, como faz o Ministério do Trabalho e que .seja m cobradas as dividas administrativa, que não se sabe o valor,  e a divida ativa que passa dos R$ 300 bilhões com índices ridículos de recuperação de crédito. Quanto as despesas de longo prazo, com o crescimento para população idosa,  será necessário acabar com os "cinco funrurais", recem criados, com benefícios sem contribuição adequada e que vão explodir mais na frente".
Brasília, 20.04.2015



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