Até agora a única coisa existente em Jeremoabo que tem
começo, meio e fim, são as tetas da viúva. Assim mesmo para os de sempre, porque
o restante tem começo, e antes de ser meio já chega ao fim.
Dificilmente ligo para programa de rádio, mas sempre ouvia
comentários do programa existente na
Rádio Vaza Barris, com um grande
ibope, principalmente porque contava com a participação do povão sem nenhuma
censura, e cujo cabeça era o Dr. Luizinho.
Achei que seria uma boa, que antes de chegar ao fim,
ultrapassasse pelo menos pela barreira do meio, porém, sabia ser impossível,
pois Jeremoabo é a terra do “tinha” ou “já
teve”, nada vai para a frente, principalmente quando é em benefício do povo.
Em Jeremoabo para o cidadão ser independente ou oposição tem que pagar caro, a
oligarquia imperial, a banda podre que ainda resta do
coronelismo não aceita a democracia, nem tão pouco aceita que critiquem o seu
meio de vida que é a politicagem, a corrupção.
Os donos da verdade
de Jeremoabo não aceitam a independência, nem tão pouco que ponham em risco o
seu patrimônio, seu meio de vida, que é o erário público.
Quando aparece alguém que enxerga as coisas ou queira
trabalhar pelo desenvolvimento da cidade e o bem estar do povo, é logo hostilizado. Temos como exemplo
o Padre Ramos, que ao denunciar a
malversação com o dinheiro público, falaram até com a ” mãe do bispo “,
para permutarem o mesmo.
O Jovino que lá uma vez ou outra denuncia os absurdos
praticados pelos donos do poder, também já tentaram banir do programa de rádio por ele comandado.
Os ditadores só aceitam rádio que seja seu portador oficial,
caso contrário não é agraciado com as benesses da viúva e ainda é posto no
ostracismo.
Mesmo com toda essa censura e essa perseguição, as coisas parecem mudar, mesmo a passos de tartaruga, pois hoje já vemos servidores da
prefeitura ao serem prejudicados baterem as portas da Justiça em busca dos seus
direitos, vemos uma prefeita que a qualquer momento poderá perder seu emprego pois só depende de uma sentença. Mesmo tarde e devagar o povo chegará lá, começa a saber o que é cidadania
Para manter em Jeremoabo um programa instrutivo,
independente, que transmita os anseios e
necessidades do povo, denuncie os desmandos da administração pública, é como dizia o ex presidente Collor: “ tem que
ter aquilo roxo”.
Mackenzie, Metodista e PUC de Campinas estão entre as
instituições atingidas pela decisão da Justiça, que também revogou os
certificados que lhes garantiam isenção de impostos
Mais uma vitória da APLB/Jeremoabo.
Justiça determina ao Município de Jeremoabo o reenquadramento ao
regime de trabalho de 40 (quarenta) horas/aula semanais a que estavam
submetidos os impetrantes, nas mesmas condições e com todos os consectários
financeiros daí advindos, enquanto durar a liminar.
Mandados de Segurança sob nº 0000910-23.2013.805.
impetrado por João Batista dos Santos Bomfim, 0000930-14.2013.805. impetrado
por Ihana Cecília Oliveira Varjão e outros, 0000933-66.2013.805.0142
impetrado por Lidiane de Jesus Simas e outros e
0000937-06.2013.805.0142 impetrado por Adriana Varjão Gama e outros,
0000931-96.2013.805.0142 impetrado por Elissandra de Santana e outros,
0000928-44.2013.805.0142 impetrado por Jussiara Passos da Conceição e outros,
0000929-29.2013.805.0142 impetrado por Maria Luciene Gonçalves de Aquino
Nascimento e outros, 0000934-51.2013.805. impetrado por Ana Paula de Souza Gama
Santos e outros, 0000936-21.2013.805.0142 impetrado por Maria das Dores
Conceição Dantas e outros.
“é uma experiência eterna a
de que todo homem que tem poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra
limites”. (Montesquieu).
A Justiça determinou ao Município de Jeremoabo
Estado da Bahia, através de liminar, o reenquadramento ao regime de trabalho de
40 (quarenta) horas/aula semanais a que estavam submetidos os impetrantes, nas
mesmas condições e com todos os consectários financeiros daí advindos, enquanto
durar a liminar, no prazo de 48 horas contadas da intimação do presente
decisum, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), a ser
suportada pessoalmente pela gestora e revertida aos impetrantes, sem prejuízo
das demais cominações legais. Os Mandados de segurança foram impetrados pelos advogados
da APLB/Jeremoabo.
Segundo Celso Antônio Bandeira de Mello,
“a Administração não
pode proceder com a mesma desenvoltura e liberdade com que agem os
particulares, ocupados na defesa de suas próprias conveniências, sob pena de
trair sua missão própria e sua razão de existir”.
O Juiz deferiu o pedido e determinou a
reintegração com o restabelecimento de todos nas mesmas condições e com todos
os consectários financeiros daí advindos.
Esta é a conclusão de uma auditoria feita pela Secretaria de
Transparência e Controle do Governo do Distrito Federal, que
identificou, porém, algumas falhas no processo de licitação do material
para a Polícia Militar do DF; valor unitário de R$ 314 pelas capas de
chuva, que seriam usadas nas Copas - realizadas em período de seca na
capital - gerou polêmica e resultou na exoneração do comandante da PM,
Suamy Santana