quarta-feira, abril 01, 2026

Após denúncia da PGR, Silvio Almeida fala em 'acusações irresponsáveis'

 

Após denúncia da PGR, Silvio Almeida fala em 'acusações irresponsáveis'

Por Folhapress

Após denúncia da PGR, Silvio Almeida fala em 'acusações irresponsáveis'
Foto: José Cruz / Agência Brasil

O ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, publicou, na noite de ontem, um vídeo nas redes sociais em que afirma ser um "homem inocente" das acusações contra ele de assédio sexual e critica a forma como o presidente Lula (PT) o demitiu.
 

No vídeo, ele rebate afirmações de que seria um "homem poderoso". Em uma crítica ao presidente Lula, o ex-ministro disse que se fosse uma pessoa com poderes não teria sido demitido em menos de 24 horas sem direito à defesa.
 

O então ministro foi demitido do cargo dois dias após as primeiras acusações contra ele. Silvio Almeida foi retirado da pasta na noite do dia 6 de setembro de 2024. Na época, Lula disse que a manutenção do ministro à frente da pasta dos Direitos Humanos diante das acusações seria "insustentável".
 

Silvio Almeida quebrou o silêncio e afirmou que vai se defender na Justiça. O ex-ministro explicou que ficou calado até agora por respeito à família, à lei e ao avanço das investigações, que estão sob sigilo.
 

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, assinou a denúncia no dia 4 de março, contra Silvio Almeida por importunação sexual contra a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. O processo está sob sigilo no STF (Supremo Tribunal Federal) e tem como relator o ministro André Mendonça.
 

Sem dizer nomes, o ex-ministro fez referência à ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, indicando que o caso teria sido utilizado de forma política. "Sua distorção funcionou tão bem nesse caso", diz ele no vídeo, logo após enaltecer a importância da luta das mulheres contra a violência.
 

Ele afirma que há "movimentações previsíveis" de adversários que, segundo Almeida, não teriam realizações ou propostas e recorreriam "ao ponto de incriminar uma pessoa inocente apenas para eliminar" da vida pública. Além disso, alega que, durante o inquérito, não pôde se defender.
 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou a deputada estadual Macaé Evaristo para o lugar de Silvio Almeida como nova ministra dos Direitos Humanos. O convite para a deputada foi confirmado pelo próprio presidente em sua rede social.
 

O ex-ministro apontou racismo e estereótipos na condução do episódio. Ele declarou que sua imagem foi ligada à "brutalidade e ao descontrole", marcas historicamente usadas contra homens negros. E completou que "uma mentira circulou como se fosse verdade".
 

Segundo ele, a situação mostra como "homens e meninos pretos são vistos com suspeita permanente" e como é mais fácil projetar sobre eles a ideia de ameaça. Silvio Almeida ainda sustenta que foi alvo de um "linchamento público" que distorceu a causa legítima da luta contra a violência de gênero.
 

Crítica ao Me Too. Sem citar a ONG, o ex-aliado de Lula disse que a entidade que afirma ter recebido denúncias contra ele "não apresentou às investigadoras nem as informações mais elementares, mais básicas, para atestar que essas denúncias existiam de fato".
 

Em janeiro deste ano, a Justiça de São Paulo arquivou a ação movida por Silvio Almeida contra a ONG Me Too Brasil e sua diretora, Marina Ganzarolli pela publicação de uma nota acusando-o de assédio sexual. A juíza Márcia Blanes afirmou que pedir explicações a uma pessoa jurídica não é previsto em lei. Segundo ela, o Código Penal, ao regulamentar o pedido de explicações e os crimes contra a honra, não faz qualquer menção à pessoa jurídica como agente do delito.
 

ANIELLE VÊ 'RECONHECIMENTO DE VERDADE' APÓS DENÚNCIA DA PGR
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse que a denúncia por importunação sexual representa "mais uma etapa para o reconhecimento da verdade". Em publicação no X (antigo Twitter) a ministra afirmou que a ação da PGR estimula mulheres a não sofrerem em silêncio.
 

Almeida teria importunado Anielle sexualmente pela primeira vez em 30 de dezembro de 2022. Ele teria se aproximado dela e dito: "Nossa, como você está linda e cheirosa hoje". Depois, ele teria feito sussurros eróticos nos ouvidos dela e passado a mão em suas pernas por baixo da mesa durante uma reunião.
 

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, teria confirmado a versão da ministra sobre o caso. Rodrigues relatou à PGR que Anielle saiu abatida de uma reunião com Almeida e narrando "não aguentar mais", após episódio de desconforto.
 

HISTÓRICO DAS INVESTIGAÇÕES
A PF já havia indiciado Silvio Almeida em novembro do ano passado. A investigação apontou suspeita de importunação sexual contra Anielle e também contra a professora Isabel Rodrigues.
 

A ministra detalhou as abordagens em depoimento aos investigadores. Anielle disse à PF que "abordagens inadequadas" do ex-ministro acabaram se transformando em importunação física. Ao UOL, no ano passado, Almeida disse que a ministra se perdeu em um personagem e caiu numa armadilha política.
 

Ele já negou ter passado a mão nas pernas da titular da pasta em uma reunião ministerial. Ele também negou episódios de assédio enquanto dava aulas em universidades: "nunca tive nenhum tipo de acusação".

Federação Brasil da Esperança aciona TRE-BA por suposta propaganda antecipada em evento de ACM Neto em Feira de Santana

 

Federação Brasil da Esperança aciona TRE-BA por suposta propaganda antecipada em evento de ACM Neto em Feira de Santana
Foto: Divulgação

A Federação Brasil da Esperança (composta por PT, PCdoB e PV) entrou com uma representação judicial junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA)contra a chapa encabeçada por ACM Neto (União) na disputa pelo governo da Bahia em outubro. A ação alega a prática de propaganda eleitoral antecipada e irregular, além de propaganda negativa, durante o ato que marcou o anúncio da chapa de oposição, realizado em Feira de Santana na última segunda-feira (30).

 

Além de ACM Neto, são citados na representação o prefeito de Jequié, Zé Coca, pré-candidato a vice; o ex-ministro João Roma, pré-candidato ao senado; o senador Angelo Coronel, que busca a reeleição; e o prefeito de Salvador, Bruno Reis.

 

De acordo com o documento protocolado, os políticos teriam promovido o que a peça chama de "convenção antecipada" para o lançamento de uma chapa de pré-campanha ao governo estadual e ao Senado. A federação sustenta que o evento, realizado no Teatro CDL, teve características de comício, incluindo o uso de telões externos para o público e a participação de artistas para animação, o que é vedado pela legislação eleitoral no período atual.

 

A petição aponta que o ato foi amplamente divulgado e transmitido ao vivo em redes sociais como Instagram e YouTube. O documento jurídico destaca trechos de discursos em que haveria pedidos explícitos de votos e o uso de jingles de campanha, com frases como "quem vai ganhar é ACM Neto" e "vamos à vitória".

 

A representação também acusa os políticos de promoverem propaganda negativa antecipada contra o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e o Partido dos Trabalhadores. Segundo o texto, foram utilizadas expressões agressivas e "sabidamente inverídicas" para macular a imagem de adversários.

 

Entre as falas citadas no processo, constam críticas à gestão da segurança pública, saúde e educação no estado. O documento reproduz declarações que classificam o atual governo como "testado e reprovado" e utilizam termos como "células cancerosas do PT" e "governo da promessa".

 

Os advogados da Federação Brasil da Esperança solicitam uma tutela de urgência (liminar) para que a Justiça determine a retirada imediata do ar de vídeos e postagens do evento em plataformas como Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). No caso da última, inclusive, do perfil do jornalista Victor Pinto que cobria o ato e realizou postagens de conteúdos relacionados ao evento.

 

O pedido inclui ainda fixação de multa diária de R$ 5.000,00 em caso de descumprimento da retirada das mídias, aplicação de multa por propaganda antecipada em seu patamar máximo para cada um dos envolvidos, além de notificação das empresas Meta e X Brasil para o cumprimento das ordens de remoção.

VÍDEO: Silvio Almeida se pronuncia e nega acusações de assédio

 

VÍDEO: Silvio Almeida se pronuncia e nega acusações de assédio

Por Redação

VÍDEO: Silvio Almeida se pronuncia e nega acusações de assédio
Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

O ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida publicou, na noite de terça-feira (31), um vídeo nas redes sociais em que afirma ser inocente das acusações de assédio sexual. Ele ainda critica a forma como foi exonerado, associando a demissão ao tratamento dado a homens negros na sociedade.

 

 

Na gravação, Almeida rebate afirmações de que seria um “homem poderoso” e argumenta que, se tivesse influência, não teria sido exonerado em menos de 24 horas, sem a oportunidade de apresentar defesa.

 

O ex-ministro também questiona a condução do caso, sugerindo que houve precipitação por parte do governo ao tomar a decisão sem uma apuração prévia mais aprofundada.

 

Silvio Almeida foi demitido do comando da pasta no dia 6 de setembro de 2024, dois dias após o surgimento das primeiras denúncias de assédio sexual. À época, Lula afirmou que a permanência do então ministro no cargo se tornava insustentável diante da gravidade das acusações.

AL-BA se manifesta após busca e apreensão em gabinete de Marcinho Oliveira

 

AL-BA se manifesta após busca e apreensão em gabinete de Marcinho Oliveira
Foto: Divulgação

A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia se pronunciopu sobre a operação da Polícia Federal que tinha o deputado Marcinho Oliveira como um dos alvos. O comunicado foi divulgado na tarde desta quarta-feira (1º).

 

Equipes da PF cumpriram mandados em Salvador, na residência do parlamentar, que fica localizada no condomínio Le Parc, na Avenida Paralela. Além disso, também foram realizadas ações na própria Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), e nos municípios de Serrinha, Santaluz, Araci e Feira de Santana.

 

Em nota, a Casa informou que "agentes estiveram em suas dependências para o cumprimento de ordem judicial de busca e apreensão no gabinete de um deputado estadual".

 

A Assembleia ressaltou que a investigação em curso não se confunde com as atividades institucionais do Parlamento e reafirmou a reocupação seu com "princípios constitucionais da legalidade, da transparência e da governança pública".

 

"A Casa reitera, ainda, que mantém postura de absoluta colaboração com as autoridades competentes, não criando qualquer embaraço ao exercício das funções do Poder Judiciário, do Ministério Público e das instituições policiais", conclui o comunicado.

 

De acordo com a PF, as investigações são decorrentes de investigação relativa a desvio de verbas públicas decorrentes da execução de contrato de locação de veículos no município de Serrinha, além de crime de fraude à licitação, lavagem de capitais e organização criminosa.

Clínica na Bahia é acusada de causar cegueira em idosos após mutirão; 31 pacientes teriam sido afetados

 

Clínica na Bahia é acusada de causar cegueira em idosos após mutirão; 31 pacientes teriam sido afetados
Foto: Reprodução / Google Maps

Uma clínica sediada em Irecê, no Centro Norte baiano, é alvo de denúncias após ao menos 31 idosos relatarem perda de visão após mutirões oftalmológicos realizados entre os dias 28 de fevereiro e 1º de março deste ano. Os atendimentos ocorreram na Clínica Ceom, localizada no centro da cidade.

 

Na ocasião, foram oferecidas, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), aplicações de medicamentos antiangiogênicos, utilizados no tratamento de doenças que afetam a visão. Um dos pacientes submetidos ao procedimento, Gilberto Pontes, morreu na terça-feira (31).

 

Até esta quarta-feira (1°), não há confirmação de que o óbito tenha relação com as complicações relatadas. O advogado Hermias Sancho, que representa cinco pacientes afetados, afirmou ao Bahia Notícias que a clínica ainda não disponibilizou os prontuários médicos, o que, segundo ele, dificulta a apuração dos casos.

 

“A gente tem solicitado para que eles [pacientes] entrem em contato com a clínica e solicitem os prontuários que devem ser entregues a eles”, declarou ao BN.

 

O advogado também orientou que os pacientes busquem avaliação em outras unidades de saúde para diagnóstico das possíveis consequências dos procedimentos realizados.

 

Quatro dias após o mutirão, a clínica divulgou uma nota informando a ocorrência de intercorrências em 24 pacientes, de um total de 643 procedimentos realizados no período. Segundo o comunicado, 18 desses pacientes teriam recebido alta médica, enquanto os demais permaneceriam internados. Não há atualização sobre o estado de saúde desses pacientes.

 

O BN tentou contato com um médico vinculado à unidade de saúde, mas não obteve resposta até o fechamento desta nota.
 

STF concede habeas corpus e manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach

 

STF concede habeas corpus e manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach

Por Bruno Lucca | Folhapress

STF concede habeas corpus e manda soltar delegado investigado no caso Gritzbach
Foto: Divulgação / Polícia Civil

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu habeas corpus e determinou a soltura do delegado Fábio Baena Martin, investigado no caso envolvendo a morte do empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach.
 

Na decisão, assinada nesta terça-feira (31), o ministro revogou a prisão preventiva e autorizou que o delegado responda ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares.
 

Baena, que atuava no DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa de São Paulo), estava preso desde dezembro de 2024, sob suspeita de participação em crimes como organização criminosa, corrupção passiva e peculato. A prisão havia sido mantida por instâncias inferiores, incluindo o STJ (Superior Tribunal de Justiça).
 

O nome do delegado fora citado por Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital), à polícia. Em novembro de 2024, o empresário foi assassinado no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
 

Ao analisar o caso, Gilmar Mendes afirmou que não há elementos concretos suficientes que justifiquem a manutenção da prisão preventiva. Segundo ele, a acusação se sustenta essencialmente em delação premiada, sem respaldo consistente em outras provas.
 

O ministro destacou que depoimento de agente federal indicou não haver registros de mensagens ou ligações entre o delegado e Gritzbach, por exemplo.
 

Além disso, Mendes ressaltou que um inquérito anterior sobre os mesmos fatos havia sido arquivado pelo Ministério Público por falta de provas, embora a investigação tenha sido reaberta posteriormente com base em novos elementos.
 

Para o ministro, a prisão não se justifica diante do estágio atual do processo. Ele observou que a instrução já foi encerrada e que o delegado está afastado do cargo, reduzindo o risco de interferência nas investigações.
 

"Não restou demonstrada nenhuma especificidade ou periculosidade do paciente em concreto", escreveu.
 

Apesar da soltura, o ministro impôs uma série de restrições ao delegado. Entre elas estão: suspensão do exercício da função pública; proibição de contato com outros investigados e testemunhas; proibição de acesso a repartições policiais; uso de tornozeleira eletrônica e pagamento de fiança de R$ 100 mil
 

Gilmar também ressaltou que a concessão do habeas corpus não implica absolvição, mas apenas garante que o acusado responda ao processo em liberdade.
 

Em nota, os advogados de Baena afirmaram ter recebido a decisão "com alívio" e criticaram o que classificaram como prisão indevida. A defesa sustentou que houve "coação ilegal" e que a prisão teria sido mantida sem contemporaneidade e com base em fatos já arquivados anteriormente pela Justiça.
 

Os advogados disseram ainda que o delegado exercerá plenamente o direito de defesa e que esperam a declaração final de inocência. O caso segue em tramitação nas instâncias inferiores.

Lula lidera em Minas Gerais, mas Flávio dispara em São Paulo; Confira pesquisas nos dois estados com mais eleitores

 

Lula e Flávio Bolsonaro, candidatos a presidente
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tanto nos cenários de primeiro quanto nos de segundo turno entre os eleitores de São Paulo, mas em Minas Gerais, a situação se inverte e é o líder petista que está à frente nas simulações. Esses foram alguns resultados de duas pesquisas realizadas pela AtlasIntel/Estadão nos estados que representam os dois maiores colégios eleitorais do país. 

 

As duas pesquisas foram divulgadas nesta quarta-feira (1º), com simulações das intenções de voto a presidente em São Paulo e em Minas Gerais. De um eleitorado de 156 milhões em todo o país, São Paulo e Minas possuem cerca de 33% do total (SP tem 33,7 milhões e MG 16,2 milhões de eleitores).

 

A pesquisa Atlas/Estadão constatou que no estado de São Paulo, Flávio Bolsonaro e o presidente Lula aparecem tecnicamente empatados, com vantagem numérica para o primeiro. Em um eventual segundo turno entre os dois, o senador abre vantagem de cinco pontos sobre o líder petista, acima da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

 

Nas simulações de disputa no segundo turno entre Lula e outros adversários, o petista perde para todos os nomes colocados contra ele. 

 

Confira abaixo os cenários de primeiro e segundo turno em São Paulo:

 

Primeiro turno

 

Cenário 1

 

Flávio Bolsonaro (PL) - 43,4%
Lula (PT) - 42,5%
Renan Santos (Missão) - 5%
Romeu Zema (Novo) - 3,2%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,8%
Brancos/nulos - 2,2%
Não sei - 0,4%

 

Segundo turno

 

Flávio Bolsonaro 49% x 44% Lula


Romeu Zema 49,3% x 43,8% Lula


Ronaldo Caiado 45,9% x 42,4% Lula

 

O levantamento Atlas/Estadão foi realizado entre os dias 24 e 27 de março, ouvindo 2.254 eleitores de São Paulo por recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-01079/2026.

 

Em Minas Gerais, a pesquisa AtlasIntel realizada com eleitores do estado aponta o presidente Lula na frente de Flávio Bolsonaro. A distância de Lula para Flávio, na opinião dos mineiros, é de 3,3%, acima da margem de erro.

 

Ao contrário do que foi apurado entre os eleitores de São Paulo, a pesquisa AtlasIntel mostra uma vantagem do presidente Lula sobre todos os outros adversários no estado de Minas Gerais. Lula ganha no segundo turno até mesmo de Romeu Zema, que renunciou no dia 22 de março do cargo de governador de Minas Gerais para concorrer à presidência.

 

Confira abaixo os cenários com os eleitores de Minas Gerais:

 

Primeiro turno

 

Cenário 1

 

Lula (PT) - 43,7%
Flávio Bolsonaro (PL) - 40,4%
Romeu Zema (Novo) - 4,7%
Renan Santos (Missão) - 3,3%
Ronaldo Caiado (PSD) - 2,4%
Aldo Rebelo (DC) - 0,2%
Voto branco/nulo - 0,9%
Não sei - 4,4%

 

Segundo turno

 

Lula 47,3% x 46,9% Flávio Bolsonaro

 

Lula 47,3% x 46,5% Romeu Zema

 

Lula 44,2% x 40,8% Ronaldo Caiado

 

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A AtlasIntel entrevistou 2.195 eleitores de Minas Gerais, pela internet, entre 25 e 30 de março. O levantamento, pago com recursos próprios do instituto, apresenta índice de confiança de 95%, e o número de registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05686/2026.
 

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