quarta-feira, julho 23, 2025

Ofensiva dos bolsonaristas nos EUA mira Barroso e insinua novas sanções

Publicado em 23 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Luna van Brussel Barroso e Luís Roberto Barroso

Barroso com a filha Luna, que adora os Estados Unidos

Ranier Bragon e Julia Chaib
Folha

Bolsonaristas passaram a mirar nas redes sociais o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, ao mesmo tempo em que mantêm os ataques ao ministro Alexandre de Moraes. Além disso, insinuam que a corte e o Brasil podem ser alvos de medidas mais duras do governo de Donald Trump nos próximos dias.

A linha de frente dessa ofensiva é comandada a partir dos Estados Unidos pelo deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e por Paulo Figueiredo, neto do último presidente da ditadura militar, João Figueiredo (1979-1985).

SEM OBSTÁCULOS – “Glória a Deus pela arrogância de meus adversários, ela liberou o caminho para que nós pudéssemos trabalhar sem obstáculos. Enquanto me adjetivavam de chapeiro para baixo, nós fazíamos o improvável. E anotem: ESTE É SÓ O COMEÇO!”, escreveu Eduardo em suas contas nas redes sociais na sexta-feira (18).

Desde o anúncio da revogação do visto americano de ministros do STF e parentes diretos, ocorrida na sexta, mesmo dia em que a PF realizou operação na casa de Bolsonaro e Moraes determinou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente, Eduardo tem comemorado nas redes, avocando para si a responsabilidade da medida do governo dos EUA.

Em várias postagens, ele lembra as críticas que recebeu quando o então presidente Jair Bolsonaro tentou emplacá-lo como embaixador em Washington, o que desencadeou ironias a partir de entrevista em que ele afirmou que tinha experiência por ter feito intercâmbio nos Estados Unidos e fritado hambúrguer no frio do Maine.

HÁ MUITO POR VIR – “Quem diria que o fritador de hambúrguer seria recebido [no departamento de Estado dos EUA] e a embaixadora do Brasil não?”, escreveu neste sábado (19).

Eduardo também tem repetido que há “ainda há muito por vir”. Em outra das postagens deste sábado, escreveu: “Sem sinal de GPS funcionariam as tornozeleiras eletrônicas?”. A referência é à afirmação nas redes bolsonaristas de que no pacote de sanções estariam restrições de funcionamento de satélites, que afetam o funcionamento de sistemas GPS.

Na sexta, em entrevista à CNN Brasil, Eduardo reafirmou que o americano poderia tomar medidas ainda mais duras contra o país.

MUDAR O CENÁRIO -“Espero que Deus ilumine a cabeça das autoridades brasileiras, principalmente da elite econômica, que tem muito poder, para que façam pressão nas pessoas corretas, notoriamente Alexandre de Moraes, e a gente consiga mudar esse cenário atual. Dos Estados Unidos, não falo em nome de ninguém, mas posso garantir: não haverá recuo. Se tudo der errado, pelo menos, nós estaremos vingados”, afirmou.

No mesmo dia, Eduardo repostou texto de um perfil que afirmava que “ao que parece”, a filha do Barroso estudava nos Estados Unidos e, que, caso ela tivesse sido atingida pela medida, seria deportada. A maior parte dos comentários ao post traziam fotos e a defesa de eventual deportação da advogada Luna van Brussel Barroso.

Em nota, a assessoria do STF disse ser “falsa a informação publicada em blogs e redes sociais sobre a filha do ministro presidente do STF, Luís Roberto Barroso, estudar e advogar nos Estados Unidos”. “Também é mentira que ela será deportada. A única filha de Barroso mora no Brasil.”

VISITA A MIAMI – Barroso foi aos Estados Unidos neste mês, a Miami, em visita familiar. Nem o ministro nem o STF se manifestaram sobre a decisão do governo dos EUA de revogar vistos de integrantes da corte e seus familiares.

Segundo uma pessoa com acesso à discussão, as autoridades americanas estavam cientes da visita e monitoraram a entrada de Barroso. As postagens de Paulo Figueiredo, que apareceu em foto ao lado de Eduardo em frente à sede do Departamento de Estado do governo norte-americano, seguem a mesma linha.

“É bastante seguro afirmar que esse é só o começo. As coisas que eu tenho ouvido são assustadoras. Talvez, Magnitsky seja algo que vá deixar saudade. Então, se preparem porque vocês terão semanas eletrizantes pela frente”, disse o neto de Figueiredo em um vídeo.

MAIS PUNIÇÕES – A referência é à Lei Magnitsky, que permite a aplicação unilateral de punições a estrangeiros acusados de corrupção grave ou violações sistemáticas de direitos humanos e que passou a ser apontada por críticos de Moraes como possível base legal contra o ministro.

Figueiredo também fez menção aos ataques de bolsonaristas nas redes contra a filha de Barroso.

“Quero deixar claro aqui que reprovo a postagem de fotos dos filhos do Barroso que moram nos EUA, ou na verdade, de qualquer familiar de ministros, a não ser que tenham vínculos de lavagem de dinheiro com os próprios”, escreveu. “Uma das meninas é uma estudante de Yale, pelo amor de Deus! Eles, infelizmente, terão sim seus vistos cassados, mas não por culpa deles.”

DEMORA DA DIREITA– Tanto Eduardo como Figueiredo têm feito críticas a políticos de direita pela suposta demora em se solidarizar com Bolsonaro, em criticar o STF ou em se alinhar à tática desenvolvida pela dupla.

Além das críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Eduardo postou ataques ao ex-vice de Bolsonaro e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Já Figueiredo criticou o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e governadores de direita.

O neto do último presidente da ditadura militar também insinuou que os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), também podem entrar na mira de Trump e disse que isso só não ocorreu ainda por intervenção de Eduardo.

Na OMC, Brasil perde tempo criticando Trump por usar tarifaço politicamente

Publicado em 23 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Na OMC, Brasil critica tarifas como 'arbitrárias' e 'caóticas' – Folha do  Progresso – Portal de Noticias , Entretenimento, Videos, Brasil!

Na OMC, Brasil critica tarifas como ‘arbitrárias’ e ‘caóticas’

Priscila Yazbek, Léo Lopes e Pedro Zanatta
da CNN

Em discurso no Conselho Geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), o secretário de assuntos econômicos e comerciais do Itamaraty, embaixador Philip Fox-Drummond Gough, criticou o uso de tarifas como ferramenta para interferir em assuntos internos de países.

Sem citar nominalmente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o enviado do governo brasileiro classificou as medidas anunciadas pelo republicano como “arbitrárias”.

REGRAS VIOLADAS – “Além das violações generalizadas das regras do comércio internacional – e ainda mais preocupantes –, estamos testemunhando uma mudança extremamente perigosa em direção ao uso de tarifas como ferramenta para tentar interferir nos assuntos internos de terceiros países”, afirmou

O Brasil enfrenta um curto prazo para negociar com os EUA e evitar que tarifas de 50% contra os produtos exportados entrem em vigor a partir do dia 1º de agosto. O anúncio das taxas foi feito por Trump no início de julho.

Na carta enviada ao Brasil com o anúncio das taxas, o republicano citou o julgamento do caso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). O líder americano tem classificado o processo como “caça às bruxas”.

ESCALADA DA TENSÃO – A fala na OMC ocorre em meio à escalada de tensão com os EUA para tentar conter a implementação das tarifas ao Brasil. Além disso, o Congresso aprovou a Lei da Reciprocidade econômica, mecanismo que pode ser usado pelo país para retaliar os americanos.

O embaixador reforça ainda a posição do Brasil em buscar a resolução do conflito através das negociações, mas sem descartar o uso de outras ferramentas disponíveis inclusiva através da própria OMC.

“Continuaremos a priorizar soluções negociadas e a nos basear em boas relações diplomáticas e comerciais. Caso as negociações fracassem, recorreremos a todos os meios legais disponíveis para defender nossa economia e nosso povo – e isso inclui o sistema de solução de controvérsias da OMC”, disse.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Enquanto o Brasil continua empacado como burro, sem buscar negociações com o governo americano, alguns países têm anunciado entendimentos com Trump, como é o caso de Reino Unido, Indonésia, Filipinas, Vietnã e até a China. Fazendo beicinho, o Brasil de Lula e Xandão se mantém ilhado, não sabem nem calcular os vultosos prejuízos que o país terá, ao deixar de negociar com Trump. (C.N.)
 

 

TRE-BA - Sessão Plenária Virtual 23/07/2025 17H

Jeremoabo: O Desafio Recorrente do Lixo e a Batalha Pela Consciência Cívica

 

                                Após meia hora de Limpo, jogaram novamente o lixo

Jeremoabo: O Desafio Recorrente do Lixo e a Batalha Pela Consciência Cívica

O cenário ao lado do cemitério em Jeremoabo revela um problema que transcende a mera sujeira: é um espelho da falta de civilidade e do preocupante desrespeito à saúde pública. Não se sabe se por carência de educação, por um caso que beira o psiquiátrico ou se por um ato que já se configura como caso de polícia – afinal, trata-se de um atentado voluntário contra a saúde e, consequentemente, contra a vida dos moradores daquele bairro.

Ontem, 22 de julho, o prefeito Tista de Deda, demonstrando seu compromisso e a agilidade da gestão, deslocou-se de importantes afazeres em benefício do município para determinar a imediata limpeza do local. Às 17h, o cemitério estava impecável, refletindo o esforço em combater a irresponsabilidade. No entanto, a cena de descaso retornou em tempo recorde: apenas meia hora depois, às 17h30, vândalos irracionais voltaram a jogar lixo no local.

Essa atitude é um tapa na cara da comunidade e do próprio poder público. É praticada por "elementos que só podem conviver no lixo", uma verdadeira escrescência humana que se recusa a aceitar as normas de convivência social e o respeito ao próximo.

A situação é deplorável. O esforço do prefeito e da equipe municipal em manter a cidade limpa e saudável é sabotado por atos de sabotagem e profundo desrespeito. A reincidência imediata após a limpeza não é apenas uma infração ambiental; é um desafio direto à ordem pública e à sanidade coletiva.

É fundamental que as autoridades identifiquem e responsabilizem esses indivíduos. Jeremoabo não pode se curvar a esse comportamento antissocial. É hora de unir forças para que a educação, a fiscalização e a punição transformem essa aberração em um exemplo de civismo e respeito mútuo. A história da cidade merece ser escrita com limpeza e dignidade, não com o descaso de vândalos.



A Resposta Imediata de Tista de Deda ao Lixo no Cemitério: Um Apelo à Consciência Cidadã

 

A Resposta Imediata de Tista de Deda ao Lixo no Cemitério: Um Apelo à Consciência Cidadã

A situação do descarte irregular de lixo ao lado do cemitério em Jeremoabo, que gerou preocupação na comunidade, teve uma resposta rápida da prefeitura. Ao tomar conhecimento do problema, o prefeito Tista de Deda adotou de imediato as devidas providências, resultando em uma ação de limpeza que deixou o local totalmente limpo. A imagem do espaço agora despoluído é um atestado da agilidade da gestão em combater esse tipo de desrespeito.

O prefeito Tista de Deda está, sem dúvida, fazendo sua parte. No entanto, a manutenção de uma cidade limpa e saudável é uma responsabilidade compartilhada. Agora, cabe à população de Jeremoabo ter o mínimo de educação e responsabilidade para não continuar praticando atos lesivos à saúde pública e ao meio ambiente, dando um exemplo lamentável de falta de civilidade.

É triste que um gestor precise recorrer a medidas como a aplicação de multas para corrigir uma aberração que deveria ser evitada pela consciência de cada um. Mais lamentável ainda é ver o prefeito ter que desviar seu foco de atividades e projetos em benefício da população para ir fiscalizar o descarte de lixo nas ruas. Esse desvio de tempo e recursos poderia ser evitado se cada cidadão fizesse a sua parte.

A limpeza do cemitério é um passo importante, mas a solução definitiva depende de uma mudança de comportamento coletivo. Jeremoabo merece um ambiente limpo e digno, e isso só será plenamente alcançado quando a ação do poder público for acompanhada pela responsabilidade e pelo respeito de todos os seus habitantes.


Será que a atitude do prefeito em limpar o local servirá como um incentivo para que a população adote hábitos mais conscientes em relação ao descarte de lixo?

                            Foto do Loca Limpo- Limpeza efetuada ontem 22.07


Moraes demorou a enquadrar Bolsonaro e agora Fux meteu uma trava no assunto

Publicado em 23 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

BOLSONARO MOSTRA TORNOZELEIRA ELETRÔNICA APÓS ENCONTRO COM LIDERANÇAS DE PARTIDO O ex-presidente Jair Bolsonaro exibiu a tornozeleira eletrônica que está utilizando a pessoas presentes na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (21), apósVicente Limongi Netto

A nação assistiu, perplexa, às pantomimas de Jair Bolsonaro exibindo a tornozeleira eletrônica na Câmara dos Deputados. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, errou em não punir severamente o ex-presidente logo na primeira oportunidade. Com isso, o celerado de triste memória fica à vontade brincando com seu 8 de janeiro particular, com base no voto contrário de Luiz Fux..

Dando entrevista, causando tumulto, afrontando, insultando, berrando sandices para o Brasil e para o mundo. Fala pelos cotovelos. Sangra pelos olhos. Tenta jogar a opinião pública contra as instituições. Divulga suas diatribes para o Brasil e para o mundo.

TORNOZELEIRA – A insensatez do celerado Bolsonaro culminou na Câmara Federal, arregaçando a calça para mostrar a tornozeleira. Com gestos confusos, usando o nome de Deus em vão e palavras de ordem.

Acompanhado da habitual corja bolsonarista de malucos. Completa afronta e estupidez que foi prontamente repudiada pelo ministro Alexandre de Moraes. A forte impressão é que Bolsonaro insiste em atitudes insanas para finalmente ser preso e, assim, posar como vítima, santo de pau oco, aos olhos do mundo. Glória completa para o asno.

BOAS NOVAS – Pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostrou que em julho os brasileiros retomaram parte da disposição de efetuar compras, no comparativo com junho, chegando quase ao patamar de um ano atrás (-0,1%).

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) do mês apresentou crescimento de 0,6%, puxado, sobretudo, pelo aumento da confiança quanto ao futuro profissional.

Entre a ordem judicial e o espetáculo político de Jair Bolsonaro

Publicado em 23 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

O golpe da compra e venda de dólares em 9 de julho, no dia das novas tarifas

Publicado em 23 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Ilustração de Ernesto Bonavides (Folha)

Elio Gaspari
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República e da AGU para que se investigue o que aconteceu com o dólar no dia 9 de julho passado. O caso tramitará sob segredo de Justiça. Parte do que aconteceu, todo mundo sabe: o presidente Donald Trump anunciou, às 16h17, uma sobretaxa de 50% para as exportações brasileiras.

O que nem todo mundo sabia, e o Jornal Nacional mostrou, era que às 13h30 alguém comprou entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões de dólares cotados a R$ 5,46. Poucos minutos depois do anúncio das sanções, esse alguém (ou alguéns) vendeu o ervanário comprado três horas antes, com dólar cotado a R$ 5,60. A R$ 0,14 para cada dólar comprado e vendido (diferença entre as duas cotações) alguém ganhou R$ 140 milhões para cada bilhão operado às 13h30.

GOLPE DE MESTRE – Grande tacada, das maiores já vistas. Em tese, quem a armou poderia não ter desembolsado um só real. Pelos mecanismos existentes, um operador pode comprar dólares num dia para pagar só no dia seguinte.

Foi coisa de quem sabia que as sanções seriam impostas no dia 9. Com o anúncio das sanções, a cotação do dólar no mercado brasileiro teria uma alta imediata. Ainda não se sabe quem comprou os dólares a R$ 5,46 e quem os vendeu a R$ 5,60. Também não se sabe a nacionalidade dos felizardos. Sabe-se apenas que há gato nessa tuba.

É possível que haja mais de um operador nessas transações e não se sabe se eles são os mesmos. O primeiro movimento seria razoável, o segundo, inesperado. Pelo cheiro da brilhantina, existe a possibilidade de ter sido feita uma operação de amadores ambiciosos. Tomara, porque nesse caso será mais fácil rastreá-los.

NA ERA FHC – Esse tipo de coisa acontece. Em janeiro de 1999, Fernando Henrique, reeleito, tinha acabado de tomar posse. Com fuga de capitais, o valor do real e dos papéis da dívida brasileira caindo, instalou-se um clima de barata-voa no governo e no mercado. Gustavo Franco, presidente do Banco Central, estava frito.

O presidente da Argentina, Carlos Menem, e um burocrata do FMI sugeriram que o Brasil adotasse um plano de conversibilidade da moeda.

No dia 20, numa newsletter do banco Chase, um de seus analistas propôs que se fizesse uma renegociação da dívida interna (leia-se calote). Os papéis da dívida externa, que no dia 20 valiam 58,75% do seu valor de face, caíram para 50,25%.

SEGUROU A ONDA –  Apesar da turbulência, Fernando Henrique Cardoso segurou o leme. Seis dias depois, os papéis voltaram a valer 58%. Quem os comprou na baixa ganhou 15% em uma semana. Poucos espertalhões ganharam tanto dinheiro em tão pouco tempo.

Havia gato naquela tuba, mas o caso nunca foi sequer investigado. Os espertalhões de 1999 foram superados pelos operadores do dólar de 9 de julho, mas desta vez há investigação.

Em 1999, Alexandre de Moraes tinha 30 anos e era apenas um promissor promotor de Justiça em São Paulo. Se o caso dos papéis da dívida caísse na sua mesa, talvez o resultado tivesse sido outro. Felizmente, passados 26 anos, a solução do mistério do dólar de 9 de julho ficou com ele.

Lixo e Descaso em Jeremoabo: A Necessidade Urgente de Soluções e Responsabilidades

Lixo e Descaso em Jeremoabo: A Necessidade Urgente de Soluções e Responsabilidades

É lamentável que, em pleno século XXI, ainda nos deparemos com cenas de total descaso em Jeremoabo. A falta de princípios, cultura e educação de alguns cidadãos resulta no descarte irresponsável de lixo não só nas ruas, mas também em locais sensíveis como ao lado do cemitério. Essa atitude, além de ser um reflexo de atraso, configura uma séria agressão à saúde pública e à qualidade de vida dos moradores do bairro Vilas de Brotas.

A questão do lixo urbano, no entanto, não recai apenas sobre a conscientização individual. A empresa contratada pela prefeitura para realizar a coleta tem a obrigação de cumprir rigorosamente as cláusulas contratuais. É fundamental que o serviço de coleta seja eficiente e atenda a todas as áreas, garantindo que o lixo seja recolhido regularmente e de forma adequada. A ineficiência na coleta pode, inclusive, incentivar o descarte inadequado, criando um ciclo vicioso de sujeira e insalubridade.

Para combater esse problema persistente, a prefeitura tem em suas mãos instrumentos para agir. Em último caso, e diante da persistência do descarte irregular, o prefeito pode e deve considerar a instalação de câmeras de vigilância em pontos críticos. Essa medida, aliada à aplicação de multas rigorosas, serviria como um poderoso desestímulo para quem insiste em agredir o meio ambiente e a saúde da comunidade. Afinal, estamos falando de uma questão que afeta diretamente o bem-estar e a vida dos habitantes do bairro Vilas de Brotas e de toda a cidade.

É tempo de Jeremoabo mostrar que está preparada para conviver em sociedade de forma civilizada e responsável. Isso exige a colaboração de todos, mas também a fiscalização ativa e a punição de quem desrespeita as normas, garantindo que a cidade seja um lugar mais limpo e saudável para se viver.


Você acredita que a combinação de conscientização, coleta eficiente e fiscalização rigorosa é a melhor abordagem para resolver o problema do lixo nas ruas?

Cúpula do Congresso e Centrão rechaçam pressão de aliados de Bolsonaro por anistia e pauta anti-STF

 Foto: Vinicius Loures/Arquivo/Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados23 de julho de 2025 | 09:15

Cúpula do Congresso e Centrão rechaçam pressão de aliados de Bolsonaro por anistia e pauta anti-STF

brasil

A cúpula do Congresso Nacional e partidos do Centrão rejeitaram a pressão de aliados de Jair Bolsonaro por anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro e por medidas contra o Supremo Tribunal Federal (STF). A ofensiva bolsonarista, articulada após reunião com o ex-presidente, inclui uma lista de projetos como a anistia, mudanças na Lei do Impeachment e uma PEC que restringe o foro privilegiado. No entanto, líderes partidários e até setores do próprio PL consideram as propostas inviáveis e criticam o movimento por desrespeitar o recesso parlamentar e gerar desgaste institucional. A reportagem é do jornal “O Globo”.

Mesmo durante o recesso, parlamentares bolsonaristas permaneceram em Brasília, tentando convocar sessões e pressionando para que o Congresso interrompesse a pausa — o que foi rejeitado pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. Deputados contrários ao movimento destacaram que há agendas programadas e que iniciativas como essas visam mais repercussão pública do que resultados concretos. A tentativa de Eduardo Bolsonaro de evitar a perda do mandato por faltas, estando nos EUA, também enfrenta barreiras legais e políticas, sem soluções viáveis no horizonte.

O Centrão e partidos de centro afirmam que as propostas são politicamente desgastadas e juridicamente frágeis. Lideranças como Isnaldo Bulhões (MDB) ironizaram a ofensiva bolsonarista, dizendo que ela só é levada a sério por Bolsonaro e seus aliados mais radicais. Até mesmo dentro do PL há divisões, com parlamentares como Antonio Carlos Rodrigues rejeitando as pautas e criticando o uso político do recesso. A avaliação geral no Congresso é de que essas iniciativas não têm apoio suficiente para prosperar.

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