terça-feira, março 19, 2024

O declínio do barco de Deri do Paloma: Uma análise crítica

 


O declínio do barco de Deri do Paloma: Uma análise crítica

O cenário político em Jeremoabo se torna cada vez mais turbulento, com o prefeito Deri do Paloma enfrentando uma série de desafios e deserções em seu grupo. A recente decisão do vereador Jairo do Sertão de abandonar o barco e migrar para outro partido político é um sintoma claro da fragilização da base de apoio do prefeito.

A imposição de um candidato inexperiente:

A principal causa da insatisfação parece ser a insistência de Deri em impor seu sobrinho como candidato a prefeito, ignorando o descontentamento de membros experientes do grupo. Essa atitude autoritária demonstra falta de diálogo e consideração pela opinião de seus aliados, criando um clima de divisão e desconfiança.

O papel do jornalista político:

É importante destacar o papel crucial do jornalista político nesse contexto. Sua função não se limita a seguir narrativas oficiais ou aplaudir ações questionáveis. O verdadeiro compromisso do jornalista é com a verdade e a defesa do interesse público.

No caso de Deri do Paloma, o histórico de críticas e denúncias de irregularidades por parte da imprensa local evidencia a necessidade de um olhar crítico e independente sobre sua gestão. A omissão ou complacência diante de possíveis atos de má conduta seria um desserviço à comunidade.

A omissão dos vereadores da situação:

Outro ponto crucial é a postura omissa dos vereadores da situação durante todo o mandato. Em vez de exercerem seu papel fiscalizador e defenderem os interesses do povo, preferiram se calar diante de supostas ilicitudes e se beneficiar das benesses do governo municipal.

Essa atitude complacente contribuiu para o enfraquecimento da democracia local e para a sensação de impunidade que paira sobre a administração de Deri do Paloma.

O desmantelamento de Jeremoabo:

O texto faz referência ao desmantelamento de importantes espaços públicos, como o Parque de Exposição, a Praça em Frente à Câmara e o Colégio São João Batista, além da precarização da saúde e da educação.

Essas ações evidenciam a falta de planejamento e compromisso com o desenvolvimento de Jeremoabo. O prefeito Deri do Paloma parece mais preocupado com a promoção de sua imagem pessoal e com a manutenção de seu poder do que com o bem-estar da população.

A ilusão das bandas pagas:

A tentativa de iludir o povo com bandas pagas a preço de ouro é mais um sintoma do desespero e da falta de soluções reais por parte da administração municipal.

Em vez de investir em políticas públicas que atendam às necessidades básicas da população, o prefeito se vale de artifícios artificiais para tentar mascarar a realidade de abandono e descaso que assola Jeremoabo.

Conclusão:

O cenário político em Jeremoabo é preocupante. A imposição de um candidato inexperiente, a omissão dos vereadores da situação, o desmantelamento de espaços públicos e a falta de compromisso com o desenvolvimento do município configuram um quadro de desgoverno e fragilização da democracia local.

O papel da imprensa nesse contexto é fundamental para denunciar as irregularidades, cobrar transparência e dar voz à população. A análise crítica e independente é essencial para que o povo possa tomar decisões conscientes e buscar alternativas para o futuro de Jeremoabo.

5ª Sessão Ordinária - 1º Período Legislativo - 19/03/2024

Denúncia de estupro: advogada renuncia cargo e acusa OAB de omissão

 em 19 mar, 2024 8:56 

A advogada Bruna Hollanda, que registrou um boletim de ocorrência contra um colega de profissão, acusando-o de estupro, divulgou nesta segunda-feira, 18, uma carta de renúncia ao cargo de conselheira da Ordem dos Advogados de Sergipe – Seccional Sergipe. Em um vídeo transmitido ao vivo por uma rede social, a advogada reafirmou suas acusações contra o também advogado, que é conselheiro e sócio do presidente da Ordem, e revelou não ter recebido nenhum tipo de apoio por parte da instituição.

Durante seu pronunciamento, a advogada diz que renuncia ao cargo com “imensa dor, frustração” e que está decepcionada e indignada com a postura “desrespeitosa, falaciosa, machista e perigosamente astuta” da OAB/SE. “Diante de todas os fatos, atos e omissões, sinto-me absolutamente desamparada e humilhada pela gestão. Meu sofrimento tem sido acalentado pela minha família, amigos e advogados que me são verdadeiramente solidários”.

Bruna Hollanda critica o fato de a presidente da Comissão de Direito e Defesa da Mulher ter sido instituída como advogada do suposto agressor. “Outra surpresa impactante foi saber que a presidente da Comissão de Direito e Defesa da Mulher tinha sido instituída como advogada do meu agressor. Que absurdo, logo a maior e mais importante comissão, que representa várias mulheres, não pode me representar, logo eu, mulher, advogada e conselheira”.

Ela também acusa outro advogado, que também estava na defesa, de tentar intimidá-la, usando no inquérito petições com a marca do escritório que leva o sobrenome do presidente da OAB/SE. “Uma evidente tentativa de me intimidar e reverter os fatos. Fiquei sem chão, não queria acreditar no que via, uma conspiração de poder, uso ostensivo e ilegal da OAB/SE para defender o meu agressor, sócio do presidente”, denuncia.

Ainda no vídeo, Bruna Hollanda classifica um vídeo divulgado no Instagram pela OAB/SE como “impediosa falácia” e critica o posicionamento da ordem em uma coletiva de imprensa realizada no dia 23 de fevereiro. “Em nenhum momento foi feita uma campanha de ação institucional de apoio, preservação e acolhimento a mim e à minha família. Mesmo após o avassalador vazamento ilegal do inquérito para a mídia com exposição constrangedora de todas as provas, que incluíam fotos das minhas partes íntimas”. Em outro trecho, ela diz: “A OAB/SE, sem sequer me consultar, falou por mim, achando no direito de informar que eu estava bem. Não, eu não estava bem. Fui violentada e não recebi apoio da minha instituição”.

A advogada afirma ainda o último fato a pesar para sua renúncia foi o fato de que a OAB/SE contratou um instituto de pesquisa para abordar de forma induzida, usando seu caso, para transmitir por telefone aos advogados as ações tomadas pela ordem. “Mesmo não tendo recebido a ligação da empresa, afirmo categoricamente, por meio desta carta de renúncia, como mulher, advogada e vítima de violência sexual, que não recebi acolhimento e nem qualquer suporte da OAB/SE. Reafirmo agora, por escrito, que fui estuprada no dia 27 de janeiro, por um colega conselheiro da OAB/Se, sócio e amigo pessoal do presidente, pessoa de quem eu tinha inteira confiança, colega e amigo há mais de oito anos”.

Entenda o caso

O caso veio à tona no dia 20 de fevereiro deste ano, quando tornaram-se públicas as informações de uma advogada teria registrado um boletim de ocorrência contra um colega de profissão pelo crime de estupro.

O crime teria ocorrido no dia 27 de janeiro, após um bloco pré-carnavalesco que ocorreu na região da Av. Beira Mar, em Aracaju. De acordo com as informações iniciais, o fato ocorreu no apartamento do suspeito, para onde ele teria levado a colega advogada após oferecer carona para ela voltar para casa. No entanto, durante o trajeto, o advogado teria alterado o caminho e a levado para sua residência. Lá, ele teria agido de forma agressiva e cometido o crime.

Na ocasião, a OAB/SE disse que  rapidamente afastou o advogado suspeito de cometer o crime, como também prestou assistência à vítima. E reforçou que sempre se destacou combate a qualquer tipo de violação ao direito das mulheres e que  não medirá esforços para que os fatos sejam apurados com a maior brevidade possível, sempre respeitando o contraditório e a ampla defesa.

Medidas de afastamento

Desde a formalização da denúncia, a advogada Bruna Hollanda, por meio de seus representantes legais, têm solicitado medida cautelares de afastamento – tipo de medida judicial que impede que o agressor mantenha contato ou se aproxime da vítima -, mas até o momento, nenhuma delas foi deferida.

OAB

Portal Infonet procurou a OAB/SE que ainda não se manifestou sobre o caso. O Portal continua à disposição através do e-mail jornalismo@infonet.combr.

O que diz a defesa do suspeito 

A defesa do advogado suspeito de estuprar a colega de profissão se pronunciou abordando diferentes aspectos do caso. Em relação à manifestação da advogada Bruna Hollanda sobre a Ordem, a defesa afirma que não há necessidade de fazer qualquer pronunciamento a respeito. Quanto às acusações feitas pela vítima, a defesa relata que o cliente já prestou depoimento, no qual foram identificadas contradições em relação ao relato da vítima. Além disso, a defesa ressalta que o silêncio vem sendo mantido para preservar a lisura do andamento do processo. Por fim, a defesa também destacou que entrou com uma representação na Polícia e na Corregedoria da Polícia a fim de apurar o vazamento de informações do inquérito policial.

Por Verlane Estácio

*A matéria foi alterada às 0945 do dia 19/03 para acréscimo de posicionamento da defesa do advogado suspeito
INFONET



Ex-chefe da FAB rebate Ciro Nogueira e diz que senador ‘agride as instituições’

Publicado em 18 de março de 2024 por Tribuna da Internet

TB C. Baptista Junior (Brasil): "O KC-390 é o presente e o futuro da  aviação militar brasileira"

Baptista Jpunior se diz decepcionando com esse tipo de político

Mariana Muniz
O Globo

O ex-comandante da Aeronáutica, brigadeiro Carlos Almeida Baptista Júnior, reagiu nesta segunda-feira às acusações feitas pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro, de que ele teria mentido em depoimento à Polícia Federal.

Sem citar Baptista Júnior, Nogueira escreveu nas redes sociais: “Quer dizer que agora um chefe, dois chefes (?) de Forças Militares testemunham um golpe de estado e não fizeram nada?”.

O brigadeiro falou à PF, entre outras coisas, que o ex-comandante do Exército, general Freire Gomes, teria ameaçado o ex-presidente de prisão: “Depois de o Presidente da República, Jair Bolsonaro, aventar a hipótese de atentar contra o regime democrático, por meio de algum instituto previsto na Constituição (GLO ou Estado de Defesa ou Estado de Sítio), o então Comandante do Exército, General Freire Gomes, afirmou que caso tentasse tal ato teria que prender o Presidente da República”, diz trecho do depoimento do antigo chefe da Aeronáutica.

DIZ O BRIGADEIRO – Em publicação feita nas redes sociais, Baptista Júnior disse que as falas de Ciro Nogueira têm finalidade eleitoral e agridem as Forças Armadas.

“Ao tentar apoio para as eleições de 2026, o senador @ciro_nogueira agride a instituição militar e demonstra desconhecer a lei brasileira, que estabelece que a continência militar é devida às autoridades, não às pessoas”, disse, acrescentando:

“Não há vergonha em se cumprir a lei, independente dos governos de turno, que há muito se merecem e se retroalimentam. A honra está na alma e nos exemplos, não no terno, na farda ou no pijama. Se é este o exemplo de um presidente de partido, pouca esperança resta na política”.


Na reta final, Braga Netto decidiu trair Bolsonaro e assumir sozinho o golpe?


Tribuna da Internet | Quatro dias antes de Lula tomar posse, Braga Netto ainda acreditava no golpe

Charge do Moisés Mendes (Arquivo Google)

Carlos Newton

A discussão sobre o golpe de estado já se tornou até bizantina, como se dizia antigamente. Todos já sabem que houve a conspiração, conhecem quem dela participou e faltam poucas dúvidas a serem dirimidas. Uma delas é a seguinte: 1) Na reta final, o general Braga Netto traiu Bolsonaro e assumiu sozinho o golpe, para assumir o poder? 2) Ou o ainda presidente Jair Bolsonaro ficou encagaçado, abandonou a nave felliniana e viajou para os Estados Unidos, dia 30 de dezembro, deixando a bomba nas mãos de Braga Netto?

Poucos personagens sabem as respostas a essas indagações. Mas a evolução do inquérito acabará revelando tudo, porque agora Bolsonaro e Braga Netto não podem mais deixar de depor, pois o ministro Alexandre de Moraes quebrou o sigilo dos depoimentos. Se alegarem o direito ao silêncio, estarão reforçando as acusações que lhes fazem.

NÃO SERÃO PRESOS – No artigo de ontem, já explicamos que não há a menos possibilidade de Bolsonaro e Braga Netto serem presos preventivamente, apesar da enorme pressão da imprensa petista, que cobra diariamente a decretação. Já é corriqueiro falar em “depois que Bolsonaro for preso…”, mas não existe a motivação exigida em lei, pois até o passaporte do ex-presidente já foi apreendido.

Quanto às acusações, na mídia há todo tipo de justificativa para a imediata condenação do ex-presidente. Já sugeriram até mesmo “o conjunto da obra”, mas essa circunstância não consta em lei.

Também já mostramos aqui na Tribuna da Internet que no Direito Universal não existe crime de planejamento. Ou seja, é preciso haver a execução, para caracterizar a tentativa, no caso de o crime não se concretizar.

EXISTEM EXCEÇÕES – Como toda regra tem exceção, no Brasil e em outros países que combatem o terrorismo é proibido possuir e transportar explosivos (Lei nº 10.826/03). Da mesma maneira, é proibido ter instrumento para falsificar a moeda (art. 288 do Código Penal). Somente nestes dois casos não é preciso tentar executar o crime, para ser processado.

São as únicas exceções. Não é punível nem mesmo o crime de associação criminosa (formação de quadrilha) se não houver a execução.  Este crime (art. 291, do CP) é mera circunstância agravante do crime executado.

É difícil entender essa doutrina jurídica, sobretudo quando os argumentos vêm eivados de paixão. Mas o fato concreto é que o Direito Penal não admite a punição de atos meramente preparatórios à execução de um crime, pois se trata de violação ao princípio da lesividade”.

DIZIA RUY BARBOSA – Os adversários de Bolsonaro urram de ódio, não entendem que é preciso respeitar todas as leis. Como ensinou Ruy Barbosa, quando apoiou uma legislação que protegia a facção contrária, “a lei que protege meu inimigo é a lei que irá me proteger no futuro, quando houver alternância no poder”.

No processo a ser aberto contra Bolsonaro, a grande discussão será justamente sobre esse tema. O Supremo terá de decidir se mantém a jurisprudência atual, determinando que atos preparatórios de crime não podem ser punidos, ou se fará nova “interpretação”, para puni-los pelo “domínio do fato”, arguido no julgamento do Mensalão.

Quanto a Bolsonaro ser preso, nenhuma chance na lei, a não ser que o Supremo…

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P.S. 1
 – Amanhã vamos voltar ao assunto, debatendo a punibilidade na fase de planejamento, que o Direito Romano denomina de “iter criminis”, expressão que significa “caminho do crime”, em tradução livre.   

P.S. 2 – Enfim, é preciso discutir o golpe que não houve pelo ponto de vista exclusivamente jurídico, sem ódios nem paixões(C.N.).


A absurda precarização da rede federal de hospitais do Rio de Janeiro

Publicado em 19 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Materiais vencidos custaram mais de R$ 20 milhões

Pedro do Coutto

A reportagem exibida no último domingo no Fantástico, na TV Globo, sobre a situação de calamidade em que se encontram os hospitais federais no Rio de Janeiro revela a necessidade de uma revisão permanente na situação das unidades de Saúde, pois o que foi demonstrado é inacreditável, consequência da irresponsabilidade  e da omissão de setores responsáveis pela manutenção de equipamentos que salvam vidas humanas.

O Fantástico teve acesso com exclusividade aos seis hospitais da rede federal do Rio de Janeiro e constatou uma série de precariedades estruturais, materiais médicos vencidos e milhares de pacientes esperando por atendimento. Por trás desse cenário, uma longa lista de denúncias sobre loteamento nesses hospitais.

DISPUTA – Há décadas, cargos cobiçados na direção das unidades são disputados por grupos políticos, que indicam nomes para funções sem o devido critério técnico. Em muitos casos, esses apadrinhados estão sendo investigados por denúncias sobre ineficiência, negligência e corrupção.

Impressionante o enorme problema que vem se estendendo há muito tempo e que agora a ministra da Saúde, Nísia Trindade, tem pela frente. A situação calamitosa nos hospitais exibidos, vale repetir, vem de um processo lento e gradual. São descalabros em série envolvendo vidas e que faz lembrar que a situação exibida não é um fato isolado, pois pode estar atingindo vários outros setores da administração pública federal.

A ministra garantiu ainda que não haverá qualquer tipo de influência na gestão dessas unidades. “Hoje, não há grupo político dono desses hospitais, do ponto de vista da sua gestão. Isso posso dizer com toda a clareza”. O Tribunal de Contas da União, que fiscaliza as atividades dos hospitais federais no Rio de Janeiro, vai acompanhar de perto a mudança na gestão das unidades.  “A má gestão desses hospitais é crônica, eu posso te dizer que ela é crônica, por isso vamos avaliar. Deve ter muita gente incomodada, mas é necessário dar esse passo”, disse Vital do Rêgo, ministro do TCU.

NA FILA – Referências no atendimento de alta complexidade, os hospitais federais do Rio realizam procedimentos como tratamentos de câncer, cardiologia e transplantes. Para 2024, o orçamento passa de R$ 862 milhões. Ainda assim, mais de 18 mil pacientes aguardam algum tipo de procedimento cirúrgico. Em muitos setores dos hospitais, os aparelhos médicos estão quebrados e caixas de materiais vencidos ou danificados — como utensílios cirúrgicos e próteses ortopédicas, cujo valor passa dos R$ 20 milhões.

É preciso montar equipes permanentes capazes de fiscalizar e apontar a real situação dos serviços voltados para a população, sobretudo a de menor rendimento. Nas condições verificadas, o panorama revelou condições calamitosas, e isso precisa ser revisto e combatido com a máxima urgência. É preciso que novas normas sejam traçadas na atual administração, determinando ações efetivas e de máximo rigor em suas apurações.

Foco da Polícia Federal se volta para Braga Neto como arquiteto do golpe

Publicado em 19 de março de 2024 por Tribuna da Internet

C*gão', 'traidor da pátria': Braga Netto atacou militares que rejeitaram  plano golpista; veja prints

Quem comandava o golpe? Bolsonaro ou Braga Netto?

Deu no Cafezinho

Em uma nova fase das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado que culminou na invasão aos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro do ano passado, a Polícia Federal (PF) direciona sua atenção ao general Walter Braga Neto.

Segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, enquanto o papel de Jair Bolsonaro já parece delineado para os investigadores, é Braga Neto quem agora emerge como figura central nas apurações sobre a coordenação e financiamento dos ataques.

NOVAS INFORMAÇÕES – Detalhes revelados pelos ex-comandantes da Aeronáutica, brigadeiro Carlos Almeida Baptista Júnior, e do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, contribuíram para aprofundar o entendimento dos eventos que levaram à crise de 8 de janeiro.

A participação de Braga Neto, que foi vice na chapa de Bolsonaro nas eleições, ganha contornos de especial interesse para os investigadores, em especial seu envolvimento na mobilização e possível financiamento das ações desestabilizadoras.

Uma troca de mensagens entre Braga Neto e um assessor de Bolsonaro, datada de 27 de dezembro de 2022, indica que ainda havia esforços sendo feitos para impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.

MAIOR ENVOLVIMENTO – Essa e outras evidências levam a PF a considerar a possibilidade de Braga Neto estar envolvido não apenas na articulação das ações de 8 de janeiro, mas também na coordenação de milícias digitais e na captação de recursos para o movimento.

Elementos relacionados a essas questões estão sendo transferidos para um inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), focado nas milícias digitais e suas atividades subversivas.

A investigação se aprofunda com a análise de materiais apreendidos, incluindo informações do computador de Braga Neto na sede do Partido Liberal (PL), buscando consolidar a rede de conexões e financiadores por trás dos atos que desafiaram a democracia brasileira.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muito interessante a matéria do Cafezinho, enviada por José Guilherme Schossland. O mais curioso é que pensei (?) que essa informação de que Braga Netto é o verdadeiro líder do golpe tivesse saído aqui na Tribuna da Internet, mas parece que é da autoria de colunista de O Globo. Na verdade, notícia é igual a passarinho. Depois que é liberada, ela voa e não tem mais dono. (C.N.)


segunda-feira, março 18, 2024

O QUE FAZ UM VICE-PREFEITO?

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Nota da redação deste Blog  Comentário sobre o Vice-Prefeito Fábio da Farmácia

O comentário de Junior de Santinha sobre o vice-prefeito Fábio da Farmácia ter se autointitulado "inoperante" levanta algumas questões:

1. Operante versus Incompetente:

É importante diferenciar "inoperante" de "incompetente". Inoperante significa não ter operado ou agido, enquanto incompetente significa não ter capacidade ou habilidade para realizar algo.

2. Ausência de Função:

O vice-prefeito poderia ter assumido uma secretaria ou outro cargo importante, mas não o fez. Isso sugere que ele se sente inoperante, sem uma função clara na administração municipal.

3. Relação com o Prefeito:

O vice-prefeito também afirma ter sido isolado pelo prefeito Deri do Paloma durante toda a administração. No entanto, Junior de Santinha apresenta contra-argumentos, como a presença do vice-prefeito em diversas inaugurações, solenidades e atos importantes do município, inclusive em vídeos no Instagram.

4. Engano ao Eleitorado:

Outro ponto levantado é a promessa de quatro mil empregos feita por ambos os candidatos durante a campanha eleitoral, promessa que não foi cumprida.

5. Promoção Pessoal:

O vice-prefeito também é acusado de usar a entrega de pescado na Semana Santa para promoção pessoal juntamente com o prefeito, secretários e vereadores da situação.

Conclusão:

O comentário de Junior de Santinha levanta questões sobre a atuação do vice-prefeito Fábio da Farmácia. Cabe a cada um analisar os fatos e tirar suas próprias conclusões.

Pontos a Considerar:

  • A veracidade da afirmação de que o vice-prefeito se autointitulou "inoperante".
  • A presença do vice-prefeito em eventos ao lado do prefeito, como contraponto à alegação de isolamento.
  • O cumprimento das promessas feitas durante a campanha eleitoral.
  • A possível utilização de ações sociais para promoção pessoal.


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