quinta-feira, janeiro 25, 2024

Salários atrasados do funcionalismo municipal de Jeremoabo: nas”barbas do”MPE, por isso que acho que Jeremoabo não é Bahia nem tão pouco Brasil.

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Mais uma comentando sobre os salários atrasados dos funcionários da prefeitura de Jeremoabo juntamente com outros desmandos inclusive nepotismo e promoção pessoal, é lamentável ver uma situação como essa na gestão pública. A falta de pagamento dos salários é uma violação dos direitos dos trabalhadores e causa prejuízos significativos para suas vidas e famílias.

Além disso, é preocupante que esses atrasos estejam ocorrendo "nas barbas do Ministério Público Estadual (MPE)", que tem a responsabilidade de fiscalizar e zelar pela legalidade das ações dos órgãos públicos. É esperado que o MPE tome as medidas necessárias para investigar e resolver essa questão, assegurando que os direitos dos funcionários sejam respeitados e que a gestão pública seja feita de forma transparente e responsável.

É importante lembrar que os servidores públicos desempenham um papel fundamental na prestação de serviços essenciais à comunidade, e seu trabalho deve ser valorizado e remunerado de forma justa e pontual. O atraso salarial compromete a motivação e a eficiência desses profissionais, além de gerar instabilidade financeira em suas vidas.

Espera-se que a prefeitura de Jeremoabo tome as medidas necessárias para regularizar os salários atrasados o mais rápido possível, evitando maiores prejuízos aos funcionários e demonstrando compromisso com seus deveres como ente público. A transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos são princípios fundamentais que devem ser sempre respeitados e seguidos por todas as esferas do governo.

Polícia faz operação para apurar suposto furto de objetos da Seduc

 em 25 jan, 2024 10:41

Polícia cumpre mandados para apurar suposto furto de objetos da Seduc (Foto: SSP/SE)

A Polícia Civil de Sergipe deflagrou na manhã desta quinta-feira, 25, uma operação para apurar um suposto furto de objetos da Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (Seduc).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a ação policial aconteceu em um apartamento localizado no bairro Jabotiana, em Aracaju, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

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A SSP informou ainda que não serão passados mais detalhes do trabalho policial, para não atrapalhar o andamento das investigações.


por João Paulo Schneider 

INFONET

A operação da Polícia Civil foi deflagrada pelo Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), por meio da Delegacia de Roubos e Furtos (Derof).

Juiz aposentado, alvo de investigações por fraude, acumula novo PAD no TJ-BA

 

Juiz aposentado, alvo de investigações por fraude, acumula novo PAD no TJ-BA
Foto: Ivone Lima

Aposentado desde 2020, o juiz Rosalino dos Santos Almeida vai acumular um novo processo administrativo disciplinar (PAD) no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). O Pleno votou à unanimidade, nesta quarta-feira (24), pela abertura do PAD que vai investigar a condução do magistrado na averbação de um terreno. 

 

Segundo o corregedor-geral de Justiça, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, o caso aconteceu em 2018 na comarca de Paulo Afonso. Após a prolação de sentença, uma empresa interessada pediu a averbação de uma área com quase 2 milhões de metros quadrados, tendo o pedido deferido pelo juiz Rosalino. 

 

A averbação é um processo de formalização das alterações que o dono de um imóvel realizou na sua propriedade, no qual é informado ao cartório de imóveis qualquer construção, demolição ou outra transformação estrutural.

 

De acordo com Rotondano, as irregularidades no processo foram apresentadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e envolvem a ausência de correlação com o título do imóvel. A suspeita é de que a empresa em questão – cujo nome não foi revelado – tentou se beneficiar de uma área de domínio da União, se utilizando de artifícios judiciais para legitimar a propriedade. 

 

HISTÓRICO

Rosalino é acusado de envolvimento em diversas fraudes processuais e responde a outros processos administrativos disciplinares no Pleno. Em 2021, diante da pressão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o TJ-BA abriu quatro processos administrativos disciplinares contra o juiz aposentado. Os processos corriam o risco de não serem analisados na data por falta de quórum (lembre aqui). 

 

Entre os crimes imputados ao juiz aposentado, está o suposto direcionamento da distribuição de processos para a  1ª Vara Cível de Paulo Afonso, onde atuava, além da adoção de medidas para evitar que processos fossem modificados em grau de recursos no TJ-BA, os mantendo em sua unidade judicial. As acusações ainda envolvem possíveis determinações para que servidores modificassem a classe processual das ações sem redistribuir os autos. 

 

Em novembro do ano passado, ele teve a aposentadoria voluntária convertida em compulsória (veja aqui).

 

OPERAÇÃO INVENTÁRIO

Rosalino e mais sete pessoas foram presas durante a terceira fase da Operação Inventário, em junho de 2022. A operação investiga fraudes milionárias em processos judiciais em trâmite na comarca de Paulo Afonso, supostamente praticados por organização criminosa formada pelo juiz aposentado e por advogados, serventuários e particulares. O filho de Rosalino dos Santos Almeida, Alexandre de Souza Almeida, também estava entre os alvos dos mandados de prisão.

TJ-BA abre PAD contra juiz acusado de intimidar pessoas com armas e criticar tribunal nas redes sociais

 

TJ-BA abre PAD contra juiz acusado de intimidar pessoas com armas e criticar tribunal nas redes sociais

Por Camila São José

TJ-BA abre PAD contra juiz acusado de intimidar pessoas com armas e criticar tribunal nas redes sociais
Foto: Divulgação

O Pleno do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu na sessão desta quarta-feira (24) abrir um processo administrativo disciplinar (PAD) contra o juiz Antônio Henrique da Silva, da 2ª Vara Criminal de Feira de Santana. O sigilo do processo foi quebrado.

 

O corregedor-geral de Justiça, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, lembrou que o juiz já está afastado das funções. Ele foi afastado em 2019. Com a decisão de hoje, o magistrado segue longe do cargo (veja aqui).

 

Antônio Henrique da Silva é acusado de ameaçar servidores, colaboradores e até vendedores ambulantes com arma. Mais recentemente, em agosto de 2022, ele teria cometido condutas inaceitáveis durante visita realizada ao Conjunto Penal de Feira de Santana.

 

Conforme Rotondano, o juiz também utilizava redes sociais para criticar e proferir ofensas diárias ao TJ-BA, magistrados, autoridades e o diretor do presídio do município, além de se promover.

 

Em 2019, ao decidir pelo afastamento, o TJ-BA apontou uma série de outras infrações disciplinares, como: problemas com audiências de custódia, assédio moral, porte de armas de fogo em público, desrespeito às determinações da administração do fórum, afronta às instituições públicas, injúrias e grosserias contra o Poder Judiciário, falta de cortesia com colegas, servidores e advogados, e até condução de audiência por Whatsapp. 

 

À época, a sindicância determinou a realização de exame de sanidade mental. Um ano depois, em agosto de 2020, foram constatados problemas psiquiátricos tratáveis e o Pleno opinou pelo arquivamento do processo contra ele.

Na sessão de hoje, por unanimidade, o TJ-BA também votou pela suspensão das redes sociais do juiz Antônio Henrique da Silva, bem como do porte de arma.

Bahia Notcias

Nota da redação deste BlogÉ importante que todos sejam tratados de forma igual perante a lei, independentemente de sua posição social ou profissional. A medida do TJBA é um passo importante nessa direção, pois visa garantir que os servidores públicos também sejam responsabilizados por seus atos.

No caso específico de Jeremoabo, é preciso que as autoridades competentes investiguem as denúncias de irregularidades e tomem as medidas cabíveis. É importante que a população se mobilize para exigir que a justiça seja feita, pois isso é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Aqui estão algumas sugestões de como você pode ajudar a combater a impunidade em Jeremoabo:

  • Acompanhe as notícias sobre o caso e divulgue as informações para que mais pessoas tenham conhecimento.
  • Entre em contato com as autoridades competentes e exija que as investigações sejam feitas de forma transparente e eficiente.
  • Participe de manifestações e protestos contra a impunidade.

Ao se unirem, a população pode fazer a diferença e garantir que ninguém fique impune por seus crimes.

Número de óbitos de indígenas baianos no governo Bolsonaro equivale a 36,32% de todas as mortes em 13 anos

Quinta-Feira, 25/01/2024 - 00h00

Por Eduarda Pinto

Número de óbitos de indígenas baianos no governo Bolsonaro equivale a 36,32% de todas as mortes em 13 anos
Foto: Sesai/MS

O número de óbitos de indígenas baianos nos quatro anos de governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022, equivale a 36,32% do número total de óbitos registrados no estado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, desde que a pasta foi criada, em 2010. A lista de registros inclui diversos tipos de doenças e circunstâncias que levam ao óbito, entre elas, infecções como coronavírus, homicídios, disparos de armas de fogo e morte súbita. 

 

A administração e o suporte estatal às causas dos povos originários do Brasil se tornaram palco de diversas crises, em especial, na gestão de saúde durante a pandemia e crise entre o povo yanomami, na região norte do país. Em quatro anos, uma média anual de 84 indígenas morreram no Distrito Sanitário Especial Indígenas (DSEI), zonas de organização da pasta, da Bahia. Em contrapartida, nos outros dez anos de registros, entre 2010 e 2019 e, posteriormente, 2023, a média anual foi de 58 óbitos. 

 

Gráfico de evolução dos registros de óbitos de indígenas entre 2018 e 2023 / Bahia Notícias

 

Os dados, disponibilizados pela Fiquem Sabendo, agência especializada no acesso a informações públicas, e tratados pelo Bahia Notícias, apontam que os dois grupos mais atingidos pela gestão de saúde de Bolsonaro foram os idosos a partir de 65 anos, em especial, o grupo de 80 anos ou mais, com um total de 87 mortes, e bebês com menos de um ano, com 31 mortes. Em 13 anos de registros, a Secretaria de Saúde Indígena registrou, na Bahia, um total de 925 mortes e 336 destas ocorreram entre 2019 e 2022. O recorde ocorreu em 2020, com 108 óbitos. 

 

Entre os seis DSEIs localizados na região nordeste, no que diz respeito ao total de registros de óbitos, a Bahia, aparece na quarta posição do ranking. As três primeiras posições são ocupadas por Pernambuco, com um total de 2.570 mortes; Maranhão, com 1.742 óbitos; e Ceará, com 1.506 mortes. Os distritos de Potiguara, no Rio Grande do Norte, e Alagoas/Sergipe ficaram nas últimas posições com 827 e 730 óbitos, respectivamente.

 

 

No último domingo (21), uma líder indígena, conhecida como Nega Pataxó, foi morta a tiros em Potiraguá, no médio sudoeste baiano, após um conflito com fazendeiros da região. Dois suspeitos foram presos em flagrante e autuados por homicídio e tentativa de homicídio. Os registros de homicídio, por meio da indicação da CID (classificação internacional de doenças), estão classificados pelos códigos X85 a Y09, referentes a agressões, e Y22 a Y24, referentes a danos por armas de fogo. 

 

A partir destes recortes, o total de mortes de indígenas por arma de fogo, chegam a um total de 44 óbitos; sendo o recorde em 2021, com 11 mortes por arma de fogo, ano marcado pela escalada do avanço do garimpo e disputas em territórios indígenas em todo país.

 

O ocorrido no sudoeste baiano chamou a atenção do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), órgão criado em 2023. A ministra Sonia Guajajara liderou uma comitiva para acompanhar as investigações do caso. “Nós estamos aqui para dizer do nosso compromisso de continuar apoiando e fazendo com que essa demarcação das terras indígenas aconteça. É preciso que haja uma correção da área demarcada”, afirmou a gestora durante visita ao local do conflito. A fazenda em questão é alvo de disputa de 2017, quando grupos indígenas das etnias Kamakã e Imboré reivindicaram a fazenda sob alegação de que a terra era lugar sagrado.

 

Na Bahia, os conflitos territoriais como este se repetem continuamente em regiões como o extremo sul e o sudoeste, onde fazendeiros, povos originários e ribeirinhos costumam disputar grandes faixas de terra. Até o momento, o estado, que possui a segunda maior população indígena do Brasil, com 229 mil indígenas, segundo o censo de 2022, possui apenas 35 territórios oficialmente demarcados.

Policiais federais são suspeitos de espionagem na Abin; Ramagem é um dos alvos

Quinta-Feira, 25/01/2024 - 07h20

Por Redação

Policiais federais são suspeitos de espionagem na Abin; Ramagem é um dos alvos
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24/1), a Operação Vigilância Aproximada para investigar organização criminosa que se instalou na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) com o intuito de monitorar ilegalmente autoridades públicas e outras pessoas, utilizando-se de ferramentas de geolocalização de dispositivos móveis sem a devida autorização judicial.

 

Policiais federais cumprem 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, incluindo a suspensão imediata do exercício das funções públicas de sete policiais federais. As diligências de busca e apreensão ocorrem em Brasília (DF) (18), Juiz de Fora (MG) (1), São João Del Rei (MG) e Rio de Janeiro (RJ) (1). A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

 

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De acordo com apuração da GloboNews, um dos alvos é o ex-diretor da Abin e atual deputado federal Alexandre Ramagem, que comandou a agência no governo Jair Bolsonaro. Há buscas sendo conduzidas no gabinete de Ramagem e no apartamento funcional da Câmara hoje ocupado por ele.

 

Os nomes dos alvos não foram divulgados. Segundo a PF, além das buscas, há outras medidas alternativas à prisão sendo cumpridas, incluindo a suspensão imediata de sete policiais federais supostamente envolvidos no monitoramento ilegal.

 

A operação é uma continuação das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro do ano passado. As provas obtidas a partir das diligências executadas pela Polícia Federal à época indicam que o grupo criminoso criou uma estrutura paralela na ABIN e utilizou ferramentas e serviços daquela agência de inteligência do Estado para ações ilícitas, produzindo informações para uso político e midiático, para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações da Polícia Federal.

 

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PF investiga se Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Rodrigo Maia e governadores foram espionados por Abin

Quinta-Feira, 25/01/2024 - 09h50

Por Redação

PF investiga se Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Rodrigo Maia e governadores foram espionados por Abin
Foto: Divulgação / PF

operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (25) investiga se a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) teria investido monitoramento ilegal dos ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e do ex-governador Camilo Santana, do Ceará, hoje ministro da Educação de Lula, entre outros.

 

De acordo com o G1, as suspeitas recaem sob o chefe do órgão durante o governo Jair Bolsonaro, Alexandre Ramagem, hoje deputado federal pelo PL do Rio.

 

A operação desta quinta (25) foi chamada de "Vigilância Aproximada" e é um desdobramento da operação "Primeira Milha", iniciada em outubro de 2023 para investigar o suposto uso criminoso da ferramenta "FirstMile".

 

A suspeita é que houve uso de ferramentas de geolocalização em dispositivos móveis (celulares e tablets, por exemplo) sem autorização judicial e sem o conhecimento do próprio monitorado.

 

Ramagem é um dos alvos. Há buscas contra ele no gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados e no apartamento funcional da Câmara hoje ocupado por ele.

Justiça Federal mantém FPM de cidade baiana e nega nova contagem populacional


Por Francis Juliano

Justiça Federal mantém FPM de cidade baiana e nega nova contagem populacional
Foto: Divulgação / Prefeitura de Mata de São João

Uma decisão da Justiça Federal atendeu um recurso da prefeitura de Mata de São João, no Litoral Norte baiano. O Município pedia a manutenção do coeficiente de repasse do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] baseado no ano de 2022 ou um novo recenseamento feito pelo IBGE.

 

Em decisão desta quarta-feira (24), o juiz federal Marllon Souza deferiu apenas a manutenção do FPM e não determinou um novo censo populacional. Segundo argumento da prefeitura, a negativa de um dos pedidos poderia prejudicar o orçamento local, uma vez que em dez anos, o município passou de 30,2 mil eleitores para 42,1 mil eleitores [e não moradores], segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

De acordo com o Censo do IBGE de 2022, Mata de São João tem 42,5 mil habitantes. 

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