domingo, novembro 19, 2023

Inteligência artificial nas eleições Argentinas: advertência urgente para o Brasil




Por Marcelo Senise* (foto)

O uso massivo de inteligência artificial (IA) durante as eleições argentinas levanta sérias preocupações sobre a integridade do processo democrático. A disseminação de deepfakes e outras ferramentas baseadas em IA tem potencialmente minado a confiança dos eleitores e colocado em risco a legitimidade das eleições. O recente COMPOL, realizado em Belo Horizonte, reuniu profissionais da comunicação política e eleitoral, reunidos durante o anuncio da criação do Instituto Brasileiro para a Regulamentação da Inteligência Artificial (IRIA). Este instituto tem como objetivo ser um observatório atento à utilização da IA no cenário político brasileiro, fornecendo subsídios para regulamentações éticas e transparentes.

A preocupação manifestada no COMPOL é um alerta claro sobre os desafios iminentes que o Brasil pode enfrentar durante suas eleições. A sociedade e os parlamentares precisam reagir com prontidão diante desse prenúncio e formar uma força-tarefa conjunta composta por diversas entidades, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Congresso Nacional, o Ministério Público Eleitoral, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e diversos setores sociais.

Esta força-tarefa deve ter como objetivo principal a elaboração rápida de políticas e regulamentações que protejam o processo eleitoral da influência nociva da IA, especialmente no que diz respeito à disseminação de deepfakes. É fundamental estabelecer diretrizes claras para garantir a transparência na comunicação política, assegurando que os eleitores recebam informações verídicas para embasar suas escolhas.

O tempo urge, e a formação desta força-tarefa é uma necessidade imperativa para salvaguardar a integridade das eleições brasileiras. A falta de ação diante dessa advertência pode resultar em danos irreversíveis à credibilidade do processo eleitoral e, consequentemente, à própria essência da democracia. A urgência em agir é essencial para preservar a legitimidade e a confiança dos cidadãos no sistema democrático do país.

*Marcelo Senise – Socio Fundador da Comunica 360º, Sociólogo e Marketeiro, atua a 34 anos na área política e eleitoral, especialista em comportamento humano, em informação e contrainformação, precursor do sistema de analise em sistemas emergentes, Big Data e Inteligência Artificial. 

Diário do Poder

A exceção que é regra - Editorial




Privilégios embutidos na reforma tributária são a regra no Brasil. O Estado negligencia os mais vulneráveis.

Durante a tramitação da reforma tributária na Câmara dos Deputados e no Senado, foram criadas várias exceções no texto. É de lamentar que, para aprovar um novo marco jurídico absolutamente benéfico para o País – e assim pôr abaixo o sistema vigente que todos concordam que é prejudicial ao desenvolvimento social e econômico –, tenha sido necessário oferecer tantas benesses e privilégios a determinados grupos politicamente organizados. Perante tais exceções, que impactam diretamente a arrecadação, a alíquota básica do IVA terá de ser maior. Ou seja, todos terão de pagar um pouco mais para que alguns possam pagar um pouco (ou muito) menos.

É de lamentar, mas a rigor tal situação não deve causar estranheza. Esses privilégios não ocorrem apenas quando tramita uma reforma tributária. Nesse caso, tudo fica mais explícito. No entanto, tais exceções não são de forma nenhuma excepcionais. Trata-se do mais habitual funcionamento do Estado brasileiro, que é continuamente capturado por interesses de grupos politicamente organizados.

Isso não significa, por óbvio, amenizar a gravidade das exceções da reforma tributária. É antes o contrário. Trata-se de mostrar que o problema é mais grave, mais disseminado e mais tolerado. Tem-se um regime democrático, onde todos os membros do Congresso são eleitos pelo voto, e mesmo assim as decisões legislativas são frequentemente contrárias aos interesses da maioria. Na prática, elas estão orientadas a preservar e a proteger os interesses de alguns poucos.

Nessa dinâmica de privilégios, verifica-se um fator especialmente inusitado. Apesar de todas as exceções introduzidas no texto da reforma tributária, houve setores e grupos beneficiados pelas emendas que se consideraram prejudicados e não atendidos em suas demandas. Eles continuaram reclamando do texto da reforma. Tanto é assim que, mesmo depois de conseguirem aprovar suas emendas instituindo novos privilégios, alguns parlamentares votaram contra a reforma.

Há uma distorção de percepção: privilegiados são os outros; as demandas próprias seriam sempre justas e necessárias. Com isso, não apenas se instaura, mas se legitima o “país da meia-entrada” ou a “democracia da meia-entrada”, expressões cunhadas pelos economistas Marcos Lisboa e Zeina Latif. Todo mundo tenta obter algum tratamento mais benéfico que o concedido ao público em geral. Todo mundo quer um Estado para chamar de seu.

É um grave equívoco transformar o regime democrático em meio de obter vantagens individuais, como se o exercício dos direitos políticos fosse uma espécie de batalha contínua para conquistar novos benefícios, novas boquinhas, novas “meias-entradas”. Tal modo de proceder viola o princípio republicano da igualdade de todos perante a lei. Fica parecendo que o objetivo da lei é criar distinções entre os indivíduos e perpetuar privilégios. Ora, é precisamente o oposto.

Esse modo de atuar, em defesa exclusivamente do interesse próprio, é profundamente disfuncional. Entre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil definidos na Constituição estão “construir uma sociedade livre, justa e solidária”, “erradicar a pobreza e a marginalização” e “reduzir as desigualdades sociais e regionais”. Ou seja, não é função do Estado ampliar desigualdades. Isso é inconstitucional. No entanto, se quem tem mais voz no espaço público e mais capacidade de articulação política usa continuamente sua posição de privilégio para obter mais privilégios, o regime democrático fracassa em seus objetivos primários.

Trata-se de um problema sério, que não pode ficar oculto nem ser aceito como algo normal. Quem tem menos voz na política é, em geral, quem mais precisa do poder público, por estar em situação mais vulnerável. Esses grupos, portanto, não perdem somente quando se aprovam exceções na reforma tributária. Eles perdem todos os dias, continuamente. O verdadeiramente excepcional é que consigam uma proteção minimamente eficaz de sua dignidade e de seus direitos. Tornar isso habitual é a principal eficiência da máquina pública a ser buscada.

O Estado de São Paulo

Análise: Israel pode ter acrescentado armas em hospital de Gaza antes da chegada da imprensa




Comparação de vídeos sugere que as Forças de Defesa de Israel podem ter acrescentado armas ao hospital antes da chegada das equipes de imprensa

Por Katie Polglase e Gianluca Mezzofiore

Um vídeo das Forças de Defesa de Israel (FDI) de quarta-feira (15), mostrando um tour pelo armamento do Hamas encontrado no hospital Al-Shifa, mostra menos armas no local do que em imagens posteriores filmadas por equipes de notícias internacionais. Isso indica que o material pode ter sido movido ou colocado lá antes da chegadas das equipes de notícias ao local.

A CNN comparou as imagens publicadas pelas FDI online com as imagens feitas pela Fox News, que teve acesso ao site horas depois. O porta-voz das FDI, tenente-coronel Jonathan Conricus, lidera o tour no vídeo e um relógio em seu braço mostra que são 13h18.

O correspondente estrangeiro da Fox News, Trey Yingst, mais tarde visita o local quando já está escuro. Ele diz em seu relatório que é “meio da noite”.

Yingst vê uma bolsa localizada atrás de uma máquina de ressonância magnética dentro do hospital com duas armas AK-47 visíveis em cima dela. No entanto, o vídeo das FDI filmado anteriormente mostra apenas uma arma AK-47. Não está claro de onde veio a segunda arma AK-47 e por que ela não é visível no clipe anterior.

Entretanto, as FDI também publicaram uma fotografia do armamento supostamente encontrado no hospital Al-Shifa. O nome do arquivo do WhatsApp para esta foto indica que ela foi tirada às 17h35; isso ocorre após a visita das FDI ao complexo de ressonância magnética, mas quase certamente antes da chegada da equipe da Fox News.

É possível que o armamento tenha sido retirado do local e substituído antes da chegada das equipes de notícias. No entanto, isto não explica porque é que mais armas são visíveis quando a imprensa chega do que no vídeo original das FDI.

A BBC também teve acesso ao hospital no dia seguinte, 16 de novembro, e duas armas AK-47 ainda estão visíveis em cima da bolsa dentro da sala de ressonância magnética.

Exército de Israel divulga imagens de supostos equipamentos do Hamas dentro do hospital Al-Shifa

Militares israelenses respondem

As FDI disseram à CNN que a discrepância entre o vídeo dos próprios militares e as imagens da BBC foi “devido ao fato de que mais armas e ativos terroristas foram descobertos ao longo do dia”.

“As sugestões de que as FDI estão manipulando a mídia são incorretas”, acrescentou. “Estamos agindo com total transparência, mantendo ao mesmo tempo a segurança de nossas tropas e a prontidão operacional.”

CNN

Vitória do terrorismo - Editorial




Quando afinal se pronunciou sobre a guerra Israel-Hamas, o Conselho de Segurança da ONU foi pífio

Se pretendia demonstrar ao mundo ainda ser capaz de superar suas rivalidades internas para se posicionar sobre um conflito em curso – que, afinal, é sua razão de existir –, o Conselho de Segurança da ONU fez o exato oposto no último dia 15. Ao aprovar a inócua Resolução 2.712, a primeira desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, a maioria de seus integrantes concordou subliminarmente em não responsabilizar o grupo terrorista Hamas por seu hediondo massacre em solo israelense no início de outubro. Não há no texto uma única palavra de condenação do ato de terror que motivou a reação militar de Israel na Faixa de Gaza. Ao poupar o agressor, a resolução não vale o papel em que está escrita.

A resolução é minimalista. Os membros permanentes do Conselho de Segurança recuaram em questões antes vistas como basilares – o cessar-fogo, antes exigido pela Rússia, e a condenação ao Hamas e o direito de defesa de Israel, caros aos Estados Unidos – para concentrar-se no grave contexto humanitário vivido na Faixa de Gaza desde outubro. O texto evidentemente responde ao clamor da comunidade internacional e da opinião pública diante dos milhares de mortos, da escassez de bens essenciais à vida, da migração forçada, da precária assistência médica e da destruição de infraestrutura no enclave palestino.

Entretanto, a linguagem adotada traiu seus próprios objetivos. O texto nada “exige” de ambos os lados conflagrados. Apenas “solicita” a adoção de pausas no conflito e a criação de corredores para o acesso da ajuda à população. Seja para imprimir isonomia ou para amenizar reações, pede a “imediata e incondicional” libertação dos 240 reféns mantidos nas masmorras do Hamas – como se qualquer grupo terrorista acatasse decisões do Conselho. Não poderia ser mais insosso.

A iniciativa, porém, emitiu sinais contraditórios sobre o direito de defesa, assegurado pela Carta das Nações Unidas a qualquer Estado nacional quando atacado. Não é de hoje. O mesmo Conselho de Segurança provou-se até o momento incapaz de condenar a Rússia por sua invasão à Ucrânia em fevereiro de 2022. Sua dinâmica, assentada no direito ao veto dos membros permanentes (a Rússia é um deles), está no centro do esvaziamento de seu poder. Agora, porém, optou por uma frágil resolução sobre ajuda humanitária que, indisfarçavelmente, cunha o agredido como agressor e ignora a responsabilidade de quem começou a guerra. Ou seja, o Hamas, que deveria ser alvo de reprovação mundial, sobretudo no âmbito da ONU, conseguiu não só desmoralizar Israel, como também o todo-poderoso Conselho de Segurança. O terrorismo triunfou.

A aprovação de uma resolução imperativa sobre a crise humanitária, com clara condenação ao Hamas, teria imenso valor inclusive para a mitigação do sofrimento da população civil da Faixa de Gaza e a perspectiva de cessar-fogo. O texto possível, entretanto, não fez mais do que alertar o mundo de que o órgão criado depois da 2.ª Guerra para ser a polícia do mundo pouco tem a contribuir.

O Estado de São Paulo

UE e Mercosul querem fechar acordo antes de posse na Argentina




Milei gera pressa para acordos da Argentina com UE e Mercosul

Passagem de bastão presidencial na Argentina ocorre no dia 10 de dezembro

Por Daniel Rittner

Negociadores do Mercosul e da União Europeia voltam a se reunir na próxima semana, em Brasília, com o objetivo de encaminhar um acordo de livre comércio entre os dois blocos.

As discussões evoluíram bastante nos últimos dois meses e deixaram os dois lados com a expectativa de finalmente anunciar o fechamento do acordo na cúpula de presidentes do Mercosul, marcada para 7 de dezembro, no Rio de Janeiro.

O “risco Javier Milei” entra como pano de fundo. A passagem de bastão presidencial na Argentina ocorre no dia 10 de dezembro. Milei, líder na maioria das pesquisas, já defendeu a saída do Mercosul em diversas entrevistas.

Na avaliação reservada de funcionários do governo brasileiro, o fechamento do acordo é uma forma de preservar o Mercosul e convencer Milei a apostar no bloco. O ultraliberal quer uma abertura econômica mais rápida da Argentina.

Se o candidato governista Sergio Massa vencer as eleições de domingo (19) e fizer uma gestão mais protecionista do ponto de vista comercial, como costuma ocorrer quando um peronista está na Casa Rosada, o Brasil poderá levar o acordo adiante mesmo assim — desde que esteja assinado.

Em 2019, os países do bloco sul-americano aprovaram uma “cláusula de vigência bilateral” para o tratado com a UE. Isso significa que o acordo entra em vigência em um dos sócios do Mercosul tão logo ele seja ratificado pelo legislativo de cada país individualmente, sem a necessidade de espera por todos — Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Nos últimos dois meses, segundo relatos feitos à CNN, houve avanços relevantes nas conversas. Uma nova rodada de negociações será realizada entre quinta-feira e sábado da próxima semana.

Entre os avanços recentes e nos quais existe uma perspectiva de consenso estão os seguintes pontos:

    Criação de um mecanismo de compensação para barreiras comerciais. Caso um dos lados estabeleça travas que prejudiquem as exportações do outro lado, será preciso reequilibrar o nível de acesso a mercados com outras concessões que não estavam inicialmente previstas. Isso é uma resposta à lei antidesmatamento da UE, que pode fechar o acesso a produtos agrícolas principalmente do Brasil.

    Os europeus aceitaram boa parte dos pedidos feitos pelo Brasil para preservar a capacidade de políticas públicas por meio de compras governamentais. Essa demanda foi feita publicamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    A Argentina insistiu — e Bruxelas já teria concordado — em eliminar mais lentamente as tarifas de importação sobre carros elétricos importados. O pedido foi apresentado por Buenos Aires e o Brasil endossou.

A grande pendência, ainda por resolver, é a criação de um fundo de 12 bilhões de euros — mais de R$ 60 bilhões pela taxa de câmbio atual — para ajudar os países do Mercosul a implementar políticas ambientais e de redução do desmatamento. A UE financiaria esse fundo, mas resiste a injetar tantos recursos.

Na volta da COP28, nos Emirados Árabes, Lula fará uma escala na Alemanha e se reunirá com o primeiro-ministro Olaf Scholz. Eles provavelmente falarão sobre o acordo.

Em ambos os blocos, predomina um sentimento de que existe uma janela de oportunidade para concluir de vez o tratado — mas ela está se fechando.

A Espanha, maior defensora do acordo na UE, preside o bloco neste semestre. Depois, passa o bastão para outros países europeus bem menos interessados no tema. A Bélgica lidera o grupo na primeira metade de 2024. Depois, vem a Hungria. Nenhum deles tem engajamento especial com os sul-americanos.

No Mercosul, o Brasil será sucedido pelo Paraguai. O presidente paraguaio, Santiago Peña, já disse que não pretende manter as negociações em andamento caso elas não sejam fechadas por Lula até o dia 7 de dezembro.

CNN

Em disputa apertada e polarizada, Argentina elege neste domingo novo presidente


Por Redação

Em disputa apertada e polarizada, Argentina elege neste domingo novo presidente
Foto: Reprodução / InfoMoney

Neste domingo (19), 35 milhões de argentinos são convocados a comparecerem às urnas para elegerem o novo presidente. A disputa, que está no segundo turno, tem o ultraliberal Javier Milei (A Liberdade Avançada) e o peronista de centro-esquerda Sergio Massa (União pela Pátria). 

 

O cenário é visto como polarizado, ainda mais diante da crise econômica vivenciada pelo país. Pesquisas apontam uma disputa acirrada e alguns levantamentos trazem Milei à frente com alguns votos percentuais ou os dois tecnicamente empatados. De acordo com especialistas, os indecisos são vistos como infiéis na balança da eleição. 

 

A votação começará às 8h e irá até às 18h – o horário de Buenos Aires é o mesmo de Brasília. As informações são do Uol. 

 

O resultado não oficial deve sair ainda na noite de hoje, horas após o fim da votação.  No entanto, a divulgação definitiva do nome do próximo presidente pode ser adiada para os próximos dias, porque a contagem final dos votos começará 48 depois do fechamento das seções eleitorais. 

 

PRIMEIRO TURNO

O primeiro turno foi realizado em 22 de outubro, quando Sergio Massa, que é o atual ministro da Economia, surpreendeu e obteve 36,7% dos votos válidos e Milei, 29,9%. A terceira colocada na corrida pela Casa Rosada, Patricia Bullrich (Juntos pela Mudança), acumulou 23,8% dos votos. Neste segundo turno, Bullrich declarou apoio a Javier Milei. 

 

Quanto à participação dos eleitos, o Focus Group da Universidade de Buenos Aires confirmou que o primeiro turno na Argentina teve 77% de participação do eleitorado e 21% dos votos brancos. 

 

Javier Milei, 52 anos, é tido como um voto de protesto e está à frente de uma formação que inclui negacionistas da ditadura. Na Argentina ele é comparado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Seguindo os passos do brasileiro, Milei encerrou a campanha com um megacomício para 50 mil pessoas e levantou acusações de “fraudes eleitorais”. 

 

Do outro lado, Sergio Massa, 51 anos, tentou convencer os indecisos nos últimos dias com mensagens de apaziguamento. Ele prometeu superar as divisões políticas com um “governo de unidade” e apelou para o “voto útil” para salvaguardar o país — que completará 40 anos de democracia ininterrupta no dia em que o novo governo tomar posse, em 10 de dezembro.

Prefeito invade casa da ex-esposa e atira mais de 10 vezes contra ela e atual companheiro


Por Redação

Prefeito invade casa da ex-esposa e atira mais de 10 vezes contra ela e atual companheiro
Fotos: Reprodução

Naçoitan Leite, prefeito de Iporá, no oeste de Goiás, invadiu a casa da ex-esposa na madrugada deste sábado (18) e disparou mais de 10 tiros na porta do quarto em que ela estava com o atual namorado. 

 

O casal conseguiu se esconder e ninguém se feriu. No entanto, o interior da residência ficou completamente destruído. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Imagens de uma câmera de monitoramento flagraram o momento em que o político chega de caminhonete na casa da ex e observa no portão. Logo em seguida, ele utiliza o veículo para arrombar o portão. 

 

A ex-esposa relatou, em entrevista ao Jornal Nacional, que estava dormindo no momento do ataque e acordou com o barulho da porta de vidro da cozinha quebrando. 

 

“Após isso, eu ouvi meu ex-marido gritando meu nome, umas duas vezes, depois disso ele descarregou um pente de arma na porta do meu quarto. Tenho certeza que ele veio para me matar”, narrou a mulher, que preferiu não se identificar.

 

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás como tentativa de feminicídio. A reportagem tentou contato com Naçoitan, mas não houve resposta. Ele ainda não foi localizado.

Israel, Hamas e EUA chegam a acordo para libertação de reféns por pausa na guerra, diz jornal


Por Folhapress

Israel, Hamas e EUA chegam a acordo para libertação de reféns por pausa na guerra, diz jornal
Fotos: Reprodução

Israel, o Hamas e os Estados Unidos chegaram a um acordo para que o grupo terrorista liberte dezenas de mulheres e crianças reféns na Faixa de Gaza em troca de uma pausa de cinco dias no conflito, de acordo com o jornal americano The Washington Post.
 

Citando pessoas com conhecimento do assunto, sem nomeá-las, o jornal diz que, sob os termos do acordo, todos os lados envolvidos pausariam ataques pelos cinco dias para que 50 reféns ou mais sejam libertados em pequenos grupos a cada 24 horas. O trato poderia começar nos próximos dias, segundo o jornal.
 

A pausa acordada também seria feita para possibilitar um aumento significativo de entrada de ajuda humanitária em Gaza, incluindo combustível, pela fronteira com o Egito.
 

De acordo com o jornal, o acordo foi costurado durante semanas de conversas em Doha, no Qatar, país que faz a mediação entre o grupo terrorista e os Estados Unidos e Israel. Um porta-voz da embaixada de Israel em Washington não quis comentar.
 

A Casa Branca negou que já exista um acordo já pronto. "Ainda não há acordo, mas continuamos trabalhando duro para conseguir um", disse Adrienne Watson, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, em comunicado.
 

Netanyahu também negou a existência de um acordo em uma coletiva de imprensa. "Em relação aos reféns, há muitos rumores não comprovados, muitos relatos incorretos. Gostaria de deixar claro: até o momento, não houve acordo. Mas quero prometer: Quando houver algo a dizer - informaremos a vocês sobre isso", disse o premiê de Israel.
 

Neste domingo (19), em entrevista coletiva, o primeiro-ministro do Qatar, Mohammed Bin Abdulrahman al-Thani, disse que só restavam "pequenos desafios práticos e logísticos" para a conclusão do pacto, sem detalhar quais seriam.
 

O Exército israelense matou dois palestinos em incursões na Cisjordânia no início deste domingo (19), informou a agência de notícias palestina WAFA.
 

As forças israelenses mataram a tiros Issam Al-Fayed, um homem de 46 anos com deficiência, na entrada do campo de refugiados de Jenin, disse a agência. Outro homem, Omar Laham, de 20 anos, foi morto com um tiro na cabeça em confrontos com soldados no campo de refugiados de Dheisheh, ao sul de Belém, disse a agência.
 

A agência disse que 15 palestinos foram mortos no início do domingo em bombardeios aéreos israelenses na Faixa de Gaza central e sul.

PMA pretende imunizar mais de 48 mil cães e gatos contra a raiva

 em 19 nov, 2023 7:25 

O objetivo é imunizar mais de 48 mil cães e gatos contra a raiva (Foto: SMS)

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (CCZ), iniciou a etapa dos postos fixos da Campanha de Vacinação Antirrábica, das 9h às 16h. A ação, realizada por equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), continuará nos sábados, 25 deste mês, e também no dia 2 de dezembro. Os bairros que serão contemplados com os postos fixos ainda serão anunciados pela prefeitura.

O objetivo é imunizar mais de 48 mil cães e gatos contra a raiva, uma doença que pode ser transmitida ao ser humano através de animais infectados.

No município, a vacinação antirrábica foi dividida em quatro fases: postos volantes, fixos, drive-thru e vacinação a domicílio.

Programação das etapas

De forma paralela aos postos fixos, a vacinação com os postos volantes retorna na segunda-feira, 20 e segue até o dia 24 deste mês. “As equipes do CCZ continuarão percorrendo as áreas de expansão dos bairros Jabotiana, Soledade e Capucho, aplicando as doses nos animais das residências visitadas, de casa em casa, para atender aqueles tutores que residem em áreas de difícil acesso. Já os postos fixos serão realizados nos sábados, dia 25 deste mês e dois de dezembro”, enfatiza

A terceira etapa será realizada com o sistema Drive-thru Pet, no Parque de Exposições João Cleophas, localizado no bairro José Conrado de Araújo, de segunda a sexta, no período entre 4 a 15 de dezembro, no horário das 8h às 13h, onde o acesso poderá ser realizado de carro, moto, bicicleta ou a pé.

A quarta e última etapa será a vacinação a domicílio, no período de 11 a 22 de dezembro, que será realizada a partir da solicitação de tutores que possuem cinco animais ou mais, ou de ONGs, através do preenchimento de formulário disponível no site da Prefeitura de Aracaju.

INFONET

Programação do Natal Iluminado segue neste fim de semana

O Natal Iluminado do Centro tem uma programação diária que segue até o dia 6 de janeiro (Foto: Setur)

As praças Fausto Cardoso, Almirante Barroso e Olímpio Campos, no Centro, abrilhantam as noites de Aracaju com o Natal Iluminado. Sergipanos e turistas se encantam com o cenário de luz e adereços natalinos, além dos vários brinquedos para a criançada, como o histórico Carrossel do Tobias, instalado em frente ao Palácio Museu Olímpio Campos.

Entre os atrativos estão a árvore interativa, de 38 metros de altura, que permite os visitantes o acesso interno por meio de um túnel iluminado; carrossel, novas peças decorativas, como bolas, estrelas, sinos e anjos; além do desfile “Um Sonho de Natal”, com 15 alegorias e performance de artistas. Além das decorações, o Natal Iluminado do Centro tem uma programação diária que segue até o dia 6 de janeiro.

Confira a programação do natal Iluminado:

19 de Novembro • domingo
17h • Invenção produções artísticas balaio de cantos
17h45 • Daniel Melo (Catedral)
19h • Desfile “UM SONHO DE NATAL”
20h • Estação da Luz

21 de novembro • terça-feira
17h • Sesc GR
17h45 • Sesc Dança K-pop
18h30 • Sesc Balé Infantil
19h • Sesc Coral Nova Vida
20h • Sesc Juventudes

22 de novembro • quarta-feira
17h • Sesc Dança do Ventre
17h45 • Sesc Dança Moderna e Sapateado
18h15 • Coral Advocanto da OAB/SE
19h • Coral Terceira Visão da Adevise
20h • Jovens Monitores do Sesc

23 de novembro • quinta-feira
17h • Sesc Dança de Salão
17h45 • Thiago Salvino (Catedral)
18h15 • Grupo Cordas Conservatório de Música de Sergipe
19h • Giló Santana
20h30 • Gilton G Som

24 de novembro • sexta-feira
17h • Violinos Suzuki EMEF Santa Rita de Cássia
17h45 • Zé Aroldo do Sax (Catedral)
19h • Michelle Borges
20h30 • Laressa Abreu

25 de novembro • sábado

17h45 • Evanilson Vieira (Catedral)
19h • Desfile “UM SONHO DE NATAL”
20h• Silvio Soul

26 de novembro • domingo
17h • Coletivo Gararu de Artes
17h45 • Italo Neno (Catedral)
18h15 • Grupo de Artes “Dom José Tomaz”
19h • Desfile “UM SONHO DE NATAL”
20h • Ronise Ramos

*Com informações da PMA

INFONET

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