sábado, setembro 23, 2023
O pior de tudo é que alimentado pela impunidade, o ´virús da corrupção e da improbidade já fugiu do controle e está infestando cidades circunvizinhas a exemplo de municípios denunciados pelo jornalista Junior de Santinha
A situação em Jeremoabo é realmente preocupante. e exige ação imediata para resolver os problemas enfrentados pela população. A corrupção e a negligência na administração pública são questões sérias que precisam ser tratadas com rigor. Aqui estão algumas sugestões adicionais para lidar com a situação e buscar melhorias:
Transparência e Responsabilização:
- Exigir que a administração municipal seja transparente em suas ações e que os dados financeiros sejam divulgados de forma acessível e compreensível para os cidadãos.
- Incentivar a participação ativa dos moradores na fiscalização das contas públicas e na cobrança por transparência e responsabilidade.
Mobilização Comunitária:
- Promover reuniões e assembleias comunitárias para conscientizar os moradores sobre seus direitos e mobilizá-los para pressionar por melhorias na cidade.
- Estimular a formação de grupos locais que possam representar os interesses da comunidade e trabalhar em conjunto para buscar soluções.
Apoio Externo:
- Buscar apoio de organizações não governamentais, associações e entidades da sociedade civil que possam auxiliar na mobilização, na busca por recursos e no acompanhamento das ações que visam melhorar a situação em Jeremoabo.
Denúncias e Acompanhamento:
- Encorajar os cidadãos a fazerem denúncias formais de corrupção e má gestão, garantindo que essas denúncias sejam devidamente investigadas pelas autoridades competentes.
- Acompanhar de perto o progresso das investigações e exigir que haja transparência no processo.
Conscientização e Educação:
- Promover campanhas de conscientização sobre o papel do cidadão na democracia e na fiscalização do poder público.
- Incentivar a educação cívica nas escolas e na comunidade para fortalecer a compreensão dos direitos e deveres dos cidadãos.
Apoio Jurídico:
- Facilitar o acesso da população a assistência jurídica, orientando sobre os meios legais para buscar reparação e garantir que a justiça seja feita.
É crucial que os moradores de Jeremoabo estejam unidos e persistentes na busca por melhorias, exercendo sua cidadania de forma ativa e colaborativa para alcançar uma vida digna e serviços públicos de qualidade.
O pior de tudo é que alimentado pela impunidade, o ´virús da corrupção e da improbidade já fugiu do controle e está infestando cidades circunvizinhas a exemplo de municípios denunciados pelo jornalista Junior de Santinha.
A situação em Jeremoabo é lamentável. É uma clara violação dos direitos dos cidadãos, que têm o direito de sossego e de qualidade de vida.
Nota da redação deste Blog - A situação em Jeremoabo é lamentável. É uma clara violação dos direitos dos cidadãos, que têm o direito de sossego e de qualidade de vida.
A lei existe, mas não é respeitada. O prefeito, que deveria ser o responsável por garantir o cumprimento da lei, está permitindo que esses desmandos aconteçam.
Os moradores de Jeremoabo estão reféns do barulho ensurdecedor. Não podem assistir televisão, dormir ou simplesmente descansar em paz.
É preciso que algo seja feito para mudar essa situação. Os moradores de Jeremoabo devem se unir e exigir que o prefeito cumpra a lei e que os paredões sejam proibidos.
Aqui estão algumas sugestões de ações que os moradores de Jeremoabo podem tomar:
- Registrar queixas na prefeitura e na polícia. É importante documentar o problema e deixar claro que os moradores não estão satisfeitos com a situação.
- Organizar protestos e manifestações. A união dos moradores pode pressionar o prefeito a tomar medidas.
- Procurar o apoio de organizações de defesa dos direitos humanos. Essas organizações podem ajudar a chamar a atenção para o problema e pressionar as autoridades a tomarem providências.
É importante que os moradores de Jeremoabo não desistam de lutar por seus direitos. O sossego e a qualidade de vida são direitos essenciais que devem ser garantidos a todos.
Ver essa foto no InstagramUma publicação compartilhada por Jeremoabo Como Eu Vejo (@jeremoabocomoeuvejo)
O salário médio é de R$ 69,8 mil, mas os juízes ainda acham que ganham pouco

Charge do Kemp (Humortadela)
Deu em O Globo
Uma pesquisa realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta que 73,9% dos magistrados do país consideram que recebem remuneração abaixo da adequada. O 2º Censo do Poder Judiciário, cujo relatório parcial foi publicado no site do órgão nesta terça-feira, indica ainda que quatro em cada cinco juízes ou desembargadores brasileiros acreditam que têm um volume de trabalho maior do que o ideal.
Na pergunta sobre a “adequação da remuneração ao trabalho que executa”, 39,6% dos entrevistados disseram “discordar totalmente” da premissa, enquanto outros 34,3% externaram somente discordância, totalizando 73,9%. Já os que “concordaram” ou “concordaram totalmente” foram 22% e 4,1%, respectivamente, ainda de acordo com o documento do CNJ.
MAIS E MENOS – A única área da magistratura na qual mais da metade dos integrantes acredita que os valores recebidos são suficientes foi na Justiça Militar — 51,7% de “concordo”, e 13,8% de “concordo totalmente”. No sentido oposto, a maior insatisfação deu-se na Justiça do Trabalho, com 60,7% de “discordo totalmente” e 29,2% de “discordo”. Ou seja, nove em cada dez magistrados trabalhistas creem que deveriam ganhar mais.
Já no questionamento sobre a “a adequação do volume de trabalho à jornada regular de trabalho”, 47,2% dos juízes e desembargadores discordaram totalmente da assertiva, e 32,5% discordaram, atingindo 79,7%. São 15,5% os que concordam e apenas 4,8% os que concordam totalmente.
Mais uma vez, a percepção mais positiva ocorre na Justiça Militar, onde somente 20,7% do que participaram da pesquisa acreditam, total ou parcialmente, que o volume de trabalho é inadequado. Neste caso, porém, o cenário é bem mais equilibrado nas outras esferas do Judiciário.
ALTA REMUNERAÇÃO – Outro documento divulgado recentemente pelo CNJ, no início de setembro, traz informações sobre a remuneração dos magistrados no país. Segundo o relatório “Justiça em números”, cada juiz ou desembargador custa por mês, em média, R$ 69,8 mil aos tribunais. O montante equivale a 52 vezes o salário mínimo do país na atualidade, que é de R$ 1.320.
“É importante esclarecer que os valores incluem os pagamentos de remunerações, indenizações, encargos sociais, previdenciários, imposto de renda, despesas com viagens a serviço (passagens aéreas e diárias), o que não corresponde, portanto, aos salários”, frisa o CNJ no documento.
Por lei, o teto salarial da magistratura — e de servidores públicos em geral — equivale aos vencimentos de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 41.650,92.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Em tradução simultânea, os juízes acham que trabalham demais e recebem de menos, embora tenham duas férias por ano, jamais trabalhem às sextas-feiras e terem passado a fazer julgamentos virtuais, em casa, apesar de terem carro oficial e motorista pagos pelos outros brasileiros, que verdadeiramente trabalham demais e recebem de menos, quando estão empregados, é claro. (C.N.)
Congresso parece estar com vontade de armar bombas para Lula, em questões econômicas

Congresso é uma cooperativa privada de dinheiro público
Vinicius Torres Freire
Folha
O Congresso andava quieto depois de aprovar uns projetos econômicos que até remendam o país e, mais impressionante, até uma promessa de Reforma Tributária. Então saiu para as férias. A seguir, entrou na muda, entretido com a barganha de ministérios. Voltou à ativa para tratar de assuntos cooperativos e corporativos. Ameaça agora aprovar uma rajada de medidas que podem estourar e desmoralizar as contas públicas, um tabefe no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e no país.
Sim, “assuntos cooperativos e corporativos”. O Congresso mais e mais é uma cooperativa privada de direito público, destinada a criar uma casta de negociadores de dinheiros públicos (de emendas a fundões eleitorais) e de garantias de permanência no poder (com, de novo, fundões partidários e regulações contra a concorrência político-eleitoral). Considere-se essa dita “minirreforma eleitoral” e a anistia que vão se dando para trambiques em contas partidárias.
O CALDO ENGROSSA – Há sinais preocupantes. Já seria de qualquer modo difícil reduzir o déficit e o crescimento da dívida pública. A situação ficou ainda mais delicada com a queda em parte inesperada da arrecadação de impostos. Com a saraivada de projetos gastadores, o caldo engrossa.
Aprovou-se no Senado uma emenda constitucional que coloca na conta do governo federal mais servidores de ex-territórios federais, um trem da alegria que, vez e outra, roda desde a aprovação da Constituição, por inspiração e com apoio de lideranças do governo.
O governo combinara com estados e municípios tapar parte das perdas causadas pela redução da alíquota do ICMS (combustíveis, energia etc., obra eleitoreira inspirada pelo governo das trevas). Mas a conta está saindo mais cara, inclusive por iniciativa de petistas.
REFORMA DESFIGURADA – Há projetos para beneficiar indevidamente servidores — obra de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado (PSD-MG). Pode haver dinheiros federais para policiais etc. Enfim, há risco de a Reforma Tributária ser desfigurada no Senado.
Entretanto, gente graúda no Congresso faz cara feia para aumento de impostos, em particular sobre mais ricos (fundos exclusivos, offshores). Vem com a conversa de que “o governo tem de cortar” em vez de apenas pedir dinheiro (que o Congresso quer gastar a rodo). Que cara de pau.
Um dos assuntos econômicos mais importantes, imediatos, de conjuntura, é: Haverá dinheiro e vontade para ao menos cortar o déficit primário em 2024? Déficit zero não vai ter, afora milagres. Mas é essencial reduzir o déficit, com aumento de imposto, redução de despesa e preservação total ao menos desse “arcabouço fiscal” um tanto relaxado;
ESTABILIDADE DA MOEDA – A inflação continuará caindo ou controlada mesmo com a quase estabilidade de salários e algum crescimento mínimo da população ocupada? Parece esotérico, mas é importante. Pode ser que a capacidade de crescimento da economia seja maior do que imaginávamos, o que terá (deve ter) consequências práticas (em juros, por exemplo).
Quanto ao segundo tópico, nada se pode fazer, no curto prazo. Quanto ao déficit, estamos com água pelo nariz. Uma frustração grande do controle do rombo vai, no mínimo, evitar queda maior das taxas de juros. Pode resultar apenas em rebaixamento de perspectivas de crescimento. Mas, a depender do tamanho da lambança, cresce muito o risco de uma reviravolta maior de expectativas (de crescimento, de inflação, de ânimo empresarial para investir).
Não raro, o Congresso se dedica a um esforço concentrado de destruição. Para citar apenas dois casos graves, fez assim com FHC, no final de seu primeiro mandato (1998). Fez assim com o programa Dilma 2 de remendar os estragos, em 2015. Convém prestar atenção.
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