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segunda-feira, julho 24, 2023
O artista e seu conluio vale-se da autopromoção para se sentir vivo e presente, enquanto esquece que preço é o que você paga, já o valor, é aquilo que você leva, desta forma, quando você paga para ser lembrado é sinal de que valor, já não há.
O prefeito, juntamente com seu grupo de aliados, está promovendo uma propaganda enganosa de autopromoção, enquanto os pacientes doentes que precisam de transporte para tratamento especializado em Aracaju estão enfrentando dificuldades devido à falta de ônibus adequados. A situação é ainda mais complicada porque os ônibus disponíveis estão em péssimas condições, sendo velhos e quebrados.
Não culpo Rita porque a mesma é peixe pequena apenas segue orientação do poderosos chefão e seu conluio.
Essa é uma situação muito lamentável, pois a prioridade deveria ser o bem-estar dos cidadãos e o acesso a serviços de saúde adequados. É importante que os governantes atuem de forma transparente, honesta e com responsabilidade em relação aos recursos públicos, priorizando a qualidade dos serviços oferecidos à população, e não passar o tepo todo com propaganad enganosam zombando da inteligência do povo de Jeremoabo.
O cidadão humilde de Jeremoabo que está enfrentando esse cinismo, essa falta de respeito e essa dificuldade, é fundamental buscar meios de denunciar essa situação, seja entrando em contato com órgãos fiscalizadores, como o Ministério Público ou outras autoridades competentes, ou até mesmo se unindo a outros cidadãos para reivindicar por melhorias nas condições do transporte público e do atendimento à saúde.
O prefeito e seu conluio já ultrapassou todos os liotes da perversidade e da irresponsabilidade, cabe os prejudicados fazem um baixo-Assinado e entregar ao Ministério Público.
"Quando o cidadão ou o político, precisa expor suas conquistas para que essas sejam vistas, é sinal de que a sociedade já não acredita naquilo que ele faz, por conseguinte, vale-se da autopromoção para se sentir vivo e presente, enquanto esquece que preço é o que você paga, já o valor, é aquilo que você leva, desta forma, quando você paga para ser lembrado é sinal de que valor, já não há".
Pelo andar da carroça há fortes indicios que em Jeremoabo após o prefeito Deri do Paloma se apossar da prefeitura criou o cargo de " vereador executivo".
Presidente do PL se equilibra entre punição a ‘lulistas’ e veto a bolsonaristas para 2024
Publicado em 24 de julho de 2023 por Tribuna da Internet
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Costa Neto tem de se virar para segurar a onda no PL.
Bernardo Mello e Luísa Marzullo
O Globo
Equilibrando-se entre o discurso de oposição liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e um grupo de correligionários cada vez mais disposto a se aproximar do governo Lula, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, tem mediado conflitos internos do partido, enquanto articula candidaturas para as eleições municipais do ano que vem.
Em acenos à base bolsonarista, ele anunciou na quinta-feira que expulsará da sigla o deputado federal Yury do Paredão (PL-CE), fotografado fazendo um gesto de apoio ao atual titular do Palácio do Planalto, e aplicou sanções a parlamentares alinhados ao petista. Os movimentos ocorreram dias após o PL desautorizar parlamentares próximos a Bolsonaro que buscam concorrer a prefeituras de capitais.
SUSPENSÃO – Em ofício ao qual O Globo teve acesso, o PL comunicou a suspensão de oito deputados de Norte e Nordeste de comissões na Câmara, por três meses, como punição por terem descumprido orientação partidária para votar contra a medida provisória (MP) que reorganizou ministérios.
Dois deles, Junior Mano e Matheus Noronha, são do Ceará. É o mesmo estado de Yury do Paredão, que além de votar a favor da MP, posou com ministros de Lula fazendo o sinal de “L”, mote da campanha do petista no ano passado. Completam a lista quatro deputados do Maranhão, Detinha, Josimar Maranhãozinho, Junior Lourenço e Pastor Gil, além de João Carlos Bacelar (BA) e Vinicius Gurgel (AP).
As reprimendas, contudo, têm impacto limitado. Maranhãozinho não integra nenhuma comissão. Já seus colegas faltaram, em junho, a pelo menos um terço das reuniões dos colegiados.
YURI ESCOLHE PARTIDO – A expulsão de Yury, por sua vez, abre caminho para que ele se filie a outro partido sem risco de perda de mandato. Interlocutores do PT avaliam que o deputado busca apoio do governo Lula para disputar em 2024 a prefeitura de Juazeiro do Norte, principal município da região do Cariri, reduto eleitoral do ministro da Educação e ex-governador do Ceará, Camilo Santana (PT).
Valdemar divulgou em suas redes sociais, nesta quinta-feira, um encontro com Yury, em tom amistoso, e disse ter comunicado o parlamentar de sua expulsão “por não comungar dos ideais” do partido.
Interlocutores da cúpula do PL avaliam que Valdemar reforça seu alinhamento a Bolsonaro ao consultar o ex-presidente sobre as principais ações da sigla, mas também busca demarcar seu estilo.
HAVERÁ SANÇÕES – Braço-direito de Valdemar, o líder do PL na Câmara, Altineu Côrtes (RJ), afirma que haverá sanções sempre que a orientação do partido não for respeitada, mas que não há intransigência:
— Internamente já foi discutido que em votações normais aceitamos, dentro de um limite, que alguns deputados apoiem o governo por terem outra realidade.
A movimentação do presidente do PL se intensificou após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deixar Bolsonaro inelegível. O partido trabalha para ter o ex-presidente como cabo eleitoral e, ao mesmo tempo, busca opções competitivas nas urnas.
LIBEROU GERAL – Após a votação da Reforma Tributária, por exemplo, que sofreu oposição de Bolsonaro, Valdemar divulgou nota frisando que cada parlamentar “precisa votar no que for melhor” para seu reduto eleitoral, inclusive buscando emendas e obras do governo.
A posição do PL de liberar os deputados e exigir respeito a posições divergentes, ensejou um pedido de abertura de processo disciplinar contra um aliado de Bolsonaro, o coronel Alfredo Menezes, que chamou de “judas” o deputado federal Alberto Neto (PL-AM) por divergir de seu voto.
Menezes, que já recebeu sinalizações de apoio de Bolsonaro para concorrer à prefeitura de Manaus em 2024, trava uma queda de braço com Alfredo Nascimento (PL), ex-ministro do governo Dilma Rousseff.
ABRIU PROCESSO – Aliado de longa data de Valdemar, Nascimento ensaia lançar Neto na capital do Amazonas. Em ofício assinado por Valdemar na semana passada, o PL orientou o diretório de Manaus, presidido por Neto, a “imediata instauração” de processo contra Menezes para apurar “excessos que atinjam a honra de outro filiado”.
Valdemar também divergiu do bolsonarismo na construção de candidaturas em outras capitais. Em João Pessoa, privilegiou a articulação de outro aliado, o deputado Wellington Roberto (PL-PB), que deseja lançar o ex-ministro Marcelo Queiroga à prefeitura.
Já a base bolsonarista, encabeçada pelo também deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), se rebelou e tenta convencer Bolsonaro de que há nomes mais competitivos. Com aval de Valdemar, a mulher do ex-ministro, Simone Queiroga, assumiu no último sábado a divisão feminina do PL na Paraíba, acirrando o racha local. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que compareceu ao evento como líder nacional do PL Mulher, marcou uma agenda à parte com o grupo de Cabo Gilberto.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Há problemas graves em muitos outros Estados, porque o PL na verdade não é um partido político. Trata-se apenas de um ajuntamento de candidatos, que apoiavam Bolsonaro na eleição passada, visando a se beneficiar com a transferência de votos em 2022, o que realmente aconteceu. Essa acomodação já era esperada, depois de Bolsonaro perder o segundo turno. Nada de novo no front ocidental. (C.N.)
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Ao governo, cabe atenuar a atitude belicosa; ao Supremo, encerrar os inquéritos sem fim
Publicado em 24 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Laerte (Arquivo Google)
Merval Pereira
O Globo
O país vive uma espécie de estresse pós-traumático, comum em pessoas (e instituições) e caracterizado pela dificuldade de voltar ao normal depois de passar por uma situação extremamente dolorosa. O que nos aconteceu durante o governo Bolsonaro, culminando com a tentativa de golpe de 8 de janeiro, continua guiando nosso sistema político-partidário sem dar descanso, fazendo com que vivamos em constante disputa ideológica que exaure a sociedade.
A agressão sofrida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua família no aeroporto de Roma é exemplar desse estado de espírito coletivo. Não é possível convivermos eternamente com esses sobressaltos que impedem que o país se desenvolva socialmente.
ALVO PREFERENCIAL – O ministro Alexandre de Moraes tem se destacado nos últimos anos como o ponta de lança do sistema judiciário no combate às fake news e aos ataques à democracia, e nesse papel, fundamental para barrar os ímpetos golpistas do bolsonarismo, virou alvo preferencial de agressores de todo o tipo. Não é aceitável o que aconteceu em Roma, e merece punição severa o que descreveu em sua denúncia.
Mas talvez seja esse o momento para darmos uma virada de chave, e voltar ao modo normalidade. Já superamos momentos críticos na vida nacional recente, quando o impeachment da então presidente Dilma e a prisão do hoje presidente Lula levaram a que petistas radicalizassem a luta política, atacando os que consideravam inimigos em qualquer lugar em que estivessem.
A SOCIEDADE REAGE – O STF e seus ministros sempre foram o alvo preferencial desses ataques, como quando o prédio onde a ministra Carmem Lúcia tem um apartamento em Belo Horizonte foi atacado por membros do MST depois que um habeas corpus para Lula fora negado pelo plenário do Supremo. Os ministros do Supremo, muito antes do bolsonarismo surgir como força política, não podiam andar de avião de carreira em seus deslocamentos, tendo que usar aviões da FAB.
Esse estado de coisas levou a que uma parte ponderável da sociedade visse em Bolsonaro a solução para combater o petismo, já que o PSDB, que durante esses anos todos da redemocratização representou a saída do centro democrático, se perdeu pelo caminho.
As redes sociais fizeram o serviço completo, ajudando a radicalizar as posições e separando a sociedade em tribos que não se falam entre si, mas somente com seus iguais.
ATUAÇÃO GOLPISTA – A violência retórica e a explícita arquitetura de um autogolpe já falado até mesmo na campanha eleitoral fizeram com que o Supremo tivesse atuação fundamental na contenção de ações autocráticas do governo anterior. De fato, em última instância, salvaram o país de aventuras golpistas. Mas não estaria na hora de baixarmos as armas, as políticas e as reais, para que o país tenha condições de se levantar?
Lula foi eleito sob a égide da união nacional e de um governo de centro democrático. Não corresponde ao anseio de boa parcela dos que nele votaram a permanente polarização, na retórica e, sobretudo, nas ações.
A Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito não pode ser usada de maneira ampliada para impedir movimentos pacíficos de oposição ao governo, e nem as ações da Procuradoria-Geral da República (PGR) podem ser absurdas como a que pede a identificação de seguidores de Bolsonaro nas redes sociais, simplesmente uma tentativa de coação.
JUSTIFICATIVA TOLA – Segundo a PGR, a ideia não é investigar os seguidores, mas mapear o alcance de postagens de Bolsonaro com informações falsas sobre as eleições e as urnas eletrônicas. Ora, há diversas empresas e instituições que fazem essa medição, sem necessidade de invadir a privacidade do cidadão.
A contenção das armas nas mãos dos cidadãos é uma medida necessária, justamente para esse desarmamento também dos espíritos.
Cabe ao governo, que se pretende o catalisador do pensamento majoritário do país a favor da democracia, atenuar a atitude belicosa de alguns de seus ministros, sobretudo o da Justiça Flávio Dino, e ao STF, resguardo dos cidadãos, encerrar os inquéritos que estão ativos há anos, punir os responsáveis, e voltar a uma autocontenção que será benéfica à sociedade.
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