terça-feira, maio 09, 2023

Encontro do ‘clube da raiva’ em Lisboa foi adiado devido à “perseguição” a Bolsonaro


Ventura demarca-se de ataque no Brasil com foto adulterada. E o caso do  deputado desalinhado que se arrependeu - Expresso

Ventura adiou o encontro atendendo pedido de Bolsonaro

João Gabriel de Lima
Estadão

Um centro de convenções em forma de baleia abrigou, ao longo desta semana, os peixes graúdos da ultradireita internacional. O anfitrião foi o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que organizou em Budapeste uma versão europeia da CPAC, a Conferência da Ação Política Conservadora.

O evento, criado nos Estados Unidos, transformou-se ao longo dos anos em piscina de exibição para o cardume trumpista. Em seu discurso de abertura, Orbán pediu a volta do tubarão-mor à Casa Branca.

MUSOS DA ULTRADIREITA – Orbán e Trump, cujos rostos estampavam camisetas distribuídas na CPAC, são os musos da ultradireita autoritária.

Orbán, porque conseguiu destruir as instituições democráticas de seu país ao longo de três mandatos. Trump, porque varreu do mapa o principal obstáculo da ultradireita – que não é a esquerda, mas a direita moderada.

“Ela praticamente deixou de existir nos Estados Unidos, diante da força midiática do trumpismo”, diz o cientista político espanhol Francisco Rodríguez Jiménez, um dos autores do livro “Trump: Breve História de uma Presidência Singular”.

HÁ DIVERGÊNCIAS – Em Portugal, o líder da centro-direita, Luís Montenegro, declarou recentemente que nunca faria aliança com André Ventura, principal nome da direita radical em seu país. Na Espanha, o Partido Popular, que reúne os conservadores moderados, faz bullying com o extremista Santiago Abascal.

Já nos Estados Unidos os radicais reinam sozinhos.  “O principal rival de Trump no Partido Republicano, o governador Ron De Santis, é, em muitos aspectos, mais extremado que ele”, diz Jiménez.

O público-alvo da ultradireita é, em geral, o cidadão que tem medo – da violência urbana, da concorrência dos imigrantes no mercado de trabalho e de um estilo de vida vagamente definido como “progressista”. 

Trump soube, melhor que todos, transformar o medo em raiva – e, com isso, destruiu o debate de ideias na democracia americana.

CLUBE DA RAIVA – Cresce o intercâmbio entre os sócios do “clube da raiva”. O próximo encontro seria no fim da próxima semana, em Lisboa, tendo como anfitrião o português André Ventura.

O evento foi adiado por suposta “perseguição” a Jair Bolsonaro, que seria a principal atração do convescote. O ex-presidente brasileiro realmente enfrenta dissabores – é suspeito de falsificar atestados de vacina e fomentar atos de vandalismo golpista, para não falar da apropriação indevida de joias, denunciada pelo Estadão em furo de reportagem.

Democratas mundo afora acompanharam com atenção o encontro no ventre da baleia húngara. É essencial conhecer as entranhas do monstro para poder enfrentá-lo – e vencê-lo.

Lula não entendeu que foi eleito por um eleitor que não é seu nem de Bolsonaro


Brasil: O presidente eleito Lula deveria priorizar os direitos humanos |  Human Rights Watch

Lula deveria estar fazendo um governo de união nacional

Merval Pereira
O Globo

A dificuldade do governo com o Congresso era previsível, porque o Congresso atual é, talvez, o mais conservador dos últimos tempos, pelo menos em contraposição ao governo petista, não o da campanha, mas o de fato. Lula conseguiu ser eleito por uma diferença mínima porque vestiu na campanha a fantasia do líder moderado, que desejava fazer um governo de transição com o apoio das forças democráticas. Um governo de aliança nacional.

Como o anseio majoritário, mas nem tanto, era se livrar de Bolsonaro, Lula logrou êxito; inclusive conseguiu tirar do Congresso uma verba astronômica para poder começar a governar.

TENDÊNCIA À ESQUERDA – Logo depois de eleito, deu uma guinada e tanto em direção à tendência mais à esquerda do PT. Não entendeu que a correlação de forças entre esquerda e direita mudou e também não percebeu que a institucionalização do Brasil mudou muito nesses 20 anos.

Desde a Polícia Federal até o Banco Central, passando pelas agências reguladoras e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o Executivo tem hoje sua capacidade de atuar mais restrita a regras, normas. O que há 20 anos se resolvia com o mensalão e o petrolão hoje exige ingredientes mais ideológicos. Naquele tempo, Lula era o grande líder nacional, a tal ponto que a direita não ousava dizer seu nome.

Os parlamentares de centro-direita se contentavam com os esquemas fisiológicos , não se atreviam a contestar a popularidade do presidente da República. O governo Dilma serviu para rachar essa imunidade (impunidade) do PT, as denúncias da Operação Lava-Jato enfraqueceram o ídolo e a direita colocou-se em busca de uma saída.

LULA NÃO ENTENDEU – A primeira tentativa foi continuar apostando no PSDB, e o então senador Aécio Neves quase derrota o PT. Com as revelações da Lava-Jato enfraquecendo a esquerda e também a direita, o eleitorado de direita e centro-direita ficou sem alternativa, à espera de um candidato que pudesse derrotar o lulismo.

O que Lula não entendeu é que ele foi eleito presidente desta terceira vez por uma opção majoritária do eleitorado, pelo apoio que recebeu da parcela do eleitorado de centro-direita desiludido com o desastre de Bolsonaro. Que não é seu eleitor e não se agrada da ideia de emprestar dinheiro para países quebrados de governos esquerdistas, que já deram calote no Brasil em outros governos de Lula; não gosta do apoio à Rússia.

Pode ter gente como Bolsonaro a favor da Rússia, porém os mais moderados são a favor da democracia ocidental. Ninguém quer brincadeira com países comunistas, mesmo que eles só existam na imaginação dos mais temerosos, com aventuras de acordos internacionais enquanto não se resolve nem as questões internas, como crescimento econômico e equilíbrio fiscal.

NA ESQUERDA DO PT – A dificuldade de Lula para negociar vai além da questão de verbas – que tem sua importância e continuará tendo. Mas ele não consegue resolver o outro lado, o da ideologia, da política propriamente dita. Em vez de fazer um governo de união nacional, Lula está indo pela esquerda do PT. Vejamos o caso do marco regulatório do saneamento, que levou o governo à primeira derrota no Congresso.

Acho que a questão tem muito mais a ver com a preferência da maioria pelo investimento privado, contra a visão estatista do governo, por ser de centro-direita, conservadora no sentido de ser contra a esquerda, pelo menos a esquerda representada pelo PT.

O Congresso é também reformador e modernizador, tanto que, desde o governo Temer, aprovou as reformas da Previdência, do ensino médio e trabalhista, todas agora na mira de uma esquerda avessa a qualquer reforma, objetivamente conservadora na defesa de privilégios, especialmente de corporações, e até reacionária por ser contra o novo mundo das relações sociais e o novo mundo do trabalho. A reintrodução de uma nova espécie de contribuição sindical obrigatória é exemplar dessa postura, e encontrou eco no Supremo.

 


segunda-feira, maio 08, 2023

Sem projeto das Fake News, Dino usa até Defesa do Consumidor contra redes sociais


Após idas à Câmara, Flávio Dino participará de sessão no Senado

Dino quer antecipar punições antes da lei ser aprovada

Renan Ramalho
Gazeta do Povo

Mesmo sem aprovação do projeto de lei para regulamentar as redes sociais, um órgão administrativo do Ministério da Justiça insiste em se antecipar na fiscalização das plataformas digitais.

Desde o início do ano, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), chefiada pelo ex-deputado petista Wadih Damous, tem intensificado a vigilância sobre as empresas, usando como base regras genéricas e antigas da atual legislação e também argumentos de quem defende a proposta que tramita na Câmara dos Deputados, com alta rejeição entre o público e parlamentares.

CONTROLE DO CONTEÚDO – Assim como o ministro da Justiça, Flávio Dino, também Damous tem usado a invasão às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro, e a onda de ameaças e crimes violentos em escolas, como pretextos para pressionar as redes sociais a um maior controle de conteúdo.

Em fevereiro, por exemplo, o secretário cobrou de executivos da operadora de telefonia Vivo empenho contra a disseminação de “fake news”.

“Pautamos um compromisso que estamos buscando com todas as empresas, no sentido de não patrocinarem, não monetizar qualquer órgão, serviço de informação, plataforma, programa ou veículo de comunicação que traga desinformação ou mensagem de ódio que gerem desinformação e insegurança aos consumidores”, justificou Damous à época.

GOLPE DO CARTÃO – Em março, a Senacon exigiu que Google e Facebook retirassem do ar, sob pena de uma multa diária de R$ 15 mil, vídeos e postagens que propagavam um golpe, dizendo que pessoas poderiam resgatar taxas que seriam cobradas pelo governo no cartão de crédito, o que era falso.

Para fundamentar essa decisão, o órgão argumentou que as empresas tinham o “dever jurídico” de coibir fraudes em suas plataformas.

Em situações que envolvem crimes, argumentou, elas não estariam protegidas pelo Marco Civil da Internet, que diz que provedores só podem ser punidos por conteúdo gerado por terceiros caso descumpram uma ordem judicial de remoção.

NA LINHA DO PROJETO – Trata-se da mesma premissa do Projeto de Lei das Fake News, que busca obrigar as empresas a retirar do ar, sem necessidade de ordem judicial, manifestações que possam configurar diversos tipos de crimes, de racismo a atentados contra instituições, passando por incitação à violência contra crianças e adolescentes.

Críticos da proposta em tramitação no Congresso insistem que essa avaliação deve ficar a cargo do Judiciário, pelo risco de que as plataformas passem a remover, de forma massiva, postagens de usuários relacionadas a esses assuntos, mas que não configurem esses delitos.

Assim, a ideia é que essa avaliação seja feita por um juiz, após análise mais aprofundada do caso.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Inquietante essa pequena reportagem, enviada por Mário Assis Causanilhas. Parafraseando o pensamento eterno do poeta inglês John Donne, pode-se dizer que nenhum país é uma ilha. Assim, é conveniente que os três poderes brasileiros se baseiem no que está sendo feito nos países mais desenvolvidos. A humanidade está diante de algo novo — a comunicação imediata e direta entre os cidadãos, pelo avanço da internet e da telefonia. O que pode ser considerado uma dádiva não deve ser apressadamente tratado como uma maldição. Aliás, o Brasil está muito atrasado em termos jurídicos, é o único país da ONU que não prende criminosos após condenação em segunda instância. Portanto, fica ridículo tentar parecer moderninho no que tange às liberdades dos cidadãos ainda não condenados. Pense sobre isso. (C.N.)

O Senador Otto arranja obras para Jeremoabo e o prefeito Deri do Paloma por vaidade quer ser o pai da criança


O prefeito de Jeremoabo deveria ter a gentileza ou dignidade de informar que essas obras que ele está pedindo aceleramento foram obras conseguidas para Jeremoabo por intermédio do Senador Otto Alencar, que deixou tudo pronto na SEINFRA (Dr Marcos Cavalcante secretário indicado por OTTO.) da mesma maneira o asfalto da BR 110 a Malhada Vermelha e todo asfalto que já foi feito no Bairro João Paulo II.  estão no vácuo da carona,

Essa omissão da verdade acontece porque o prefeito Deri do Paloma  está rodeado de pessoas que lhe são agradáveis, que falam o que quer ouvir, mesmo sendo inverdades

O prepeito não tem coragem de falar a verdade pela  vaidade e falta de humildade, esse comportamento certamente vem criando problemas desnecessários e desgastantes que tendem a influenciar tanto na governabilidade quanto na governança.

Em toda Prefeitura sempre haverá os bajuladores de plantão. Esse tipo de pessoa faz com que o gestor fique alheio a realidade. Portanto, procure sempre estar rodeado de pessoas que lhe sejam fiéis e que, sobretudo, lhe sejam sinceras.

Por fim listo aqui algumas dicas para evitar problemas relacionados com a vaidade excessiva:

1 – Mais importante do que falar e dar ordens é ter a humildade de ouvir, principalmente o contraditório;

2 – Nunca menospreze a opinião de ninguém, seja ele seu subordinado direto ou o cidadão que te encontra na rua.

3 – Evite os bajuladores, busque pessoas que serão sinceras com você, principalmente quando você estiver errado;

4 – Tenha empatia, saiba reconhecer seu erro e nunca hesite em pedir desculpas;

5 – Converse com sua família, explique que a condição em que se encontra é temporária, imponha limites e prepare-os para as críticas que receberá.

6 – Procure ajuda profissional, coach, terapia, cursos de liderança;

7 – Sempre pondere suas decisões e não haja por impulso." (Willyan Kayser da Rosa

Administrador Público. Gerente de Projetos. Atualmente na Prefeitura Municipal de Florianópolis)

https://www.linkedin.com/pulse/gestores-p%C3%BAblicos-entre-vaidade-e-humildade-willyan-kayser-da-rosa/?originalSubdomain=pt




Deputado francês diz que acordo de União Europeia e Mercosul não será aprovado


First-round candidate Dupont-Aignan backs Le Pen for French presidency

Falso amigo, Dupont-Aignan fecha as portas ao Brasil

Deu na Folha

Presidente do grupo parlamentar de amizade Brasil-França na Assembleia Nacional do país europeu, o deputado Nicolas Dupont-Aignan disse a parlamentares brasileiros na última sexta-feira (5) que o acordo entre Mercosul e União Europeia não será aprovado sem modificações importantes no capítulo agrícola.

Ele recebeu para um almoço membros da comissão da Câmara brasileira que trata da reforma tributária. O grupo estava em missão oficial à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para debater o tema.

AGROTÓXICOS – Dupont-Aignan, que é presidente de um pequeno partido de direita radical e ex-candidato a presidente da França, aproveitou a ocasião para criticar o uso de “veneno” pelos agricultores brasileiros, em referência a agrotóxicos.

Disse que os consumidores europeus não comem alimentos com produtos tóxicos, ao contrário do que fariam os sul-americanos.

Ele também declarou que o aumento da cota de exportação de carne para o bloco previsto no acordo prejudicaria produtores locais. De acordo com Dupont-Aignan, deputados franceses que votarem a favor do acordo não terão chance de serem reeleitos.

FALSO AMIGO – Em resposta, os deputados e um representante da embaixada disseram que o aumento da cota é pequeno, equivalente a 100 gramas anuais por habitante, e rebateram as declarações sobre os agrotóxicos.

As declarações azedaram o clima no almoço, em que havia sete deputados brasileiros, incluindo o presidente da comissão da reforma tributária, Reginaldo Lopes (PT-MG). “Se o presidente do grupo de amizade Brasil-França age assim, imagina o que faria o grupo de inimizade”, disse o deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP).

O acordo entre os dois blocos foi finalizado durante o governo Jair Bolsonaro (PL), mas ainda não assinado e referendado pelos respectivos Parlamentos. Os europeus querem reabrir discussões envolvendo questões ambientais, o que não é aceito pelos sul-americanos.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 Como dizia o norte-americano Foster Dulles, então secretário de Estado, não existe amizade entre países, apenas interesses. (C.N.)


Ao agir fora da lei, o STF serve a objetivos muito distantes dos propósitos originais


Decisão de Moraes apontou conduta 'gravíssima' de aliados de Bolsonaro

Moraes criou inquéritos perpétuos e tornou-se juiz universal

Deu no Estadão

Se ainda havia espaço para alguma dúvida, na semana passada ficou patente que os Inquéritos 4.781/DF e 4.874/DF, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão servindo a propósitos muito distantes de seus objetivos originais. O primeiro foi aberto para apurar fake news e ameaças contra o Supremo, e o segundo, para investigar atuação de milícias digitais contra o Estado Democrático de Direito.

No entanto, foram usados agora para remover da internet conteúdo sobre projeto de lei em tramitação no Congresso e para investigar falsificação de cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

FERINDO AS REGRAS – Observa-se, nos dois casos, uso rigorosamente irregular dos inquéritos, descumprindo regras básicas do ordenamento jurídico. Além de prazo para terminar, toda investigação deve ter objeto certo e determinado. E nenhum juiz dispõe de competência universal.

Acertadamente, anos atrás, o STF rejeitou o entendimento expansivo da Lava Jato, no sentido de que todo indício criminoso envolvendo governo federal e partidos políticos deveria ser investigado e julgado pela 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba.

No julgamento, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou o absurdo de transformar uma única vara em “juízo universal de combate à corrupção”. De fato, a interpretação do então juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Operação fez parecer, em determinado momento, que todos os grandes casos de corrupção do País ficariam concentrados em um único magistrado.

JUIZ NATURAL – Sob pretexto de combater a impunidade, burlou-se o princípio do juiz natural, que, como Moraes lembrou na ocasião, “é importante garantia de imparcialidade”.

Agora, o País assiste a uma situação similar. Sob pretexto de defesa da democracia em circunstâncias excepcionais, o STF mantém abertos inquéritos que, na prática, estão conferindo uma espécie de competência universal à Corte e, em concreto, ao relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Os limites foram ultrapassados. O que era para investigar fake news contra o Supremo foi usado para arbitrar debate sobre projeto de lei.

INQUÉRITOS PERPÉTUOS – O STF agiu corretamente ao abrir os inquéritos. Existia fundamento jurídico a justificar a competência da Corte nessas investigações. No entanto, não existe fundamento jurídico para tornar esses inquéritos perpétuos, menos ainda para, servindo-se deles, transformar o ministro Alexandre de Moraes em “juízo universal de defesa da democracia”.

Essas investigações tiveram papel fundamental. Em momentos especialmente difíceis, elas representaram a eficaz reação do Estado brasileiro contra quem queria vandalizar o regime democrático.

Precisamente por isso, devem ser concluídas, como dispõe a lei. Manter os inquéritos abertos, além de ser ocasião para novas medidas irregulares, coloca em risco o bom trabalho feito antes.

MÉTODOS ILEGAIS – A Lava Jato não foi um aprendizado suficiente? Não há apoio popular, nem circunstância política, capaz de legitimar métodos ilegais. Transigir com tais práticas é fazer um tremendo desserviço ao País.

Sem ingenuidade, é preciso reconhecer a oportunidade. Os dois episódios da semana passada – arbitrar debate público por meio de inquérito policial e pendurar apuração de falsificação de cartão vacinação contra covid em procedimento relativo a crimes contra o Estado Democrático de Direito – facilitaram o trabalho do colegiado do Supremo.

Eles são muito acintosos para serem relevados. Não se pode tapar o sol com peneira. A condução atual dos Inquéritos 4.781/DF e 4.874/DF não está de acordo com a lei e a jurisprudência do Supremo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Um editorial perfeito, a demonstrar que ainda existe imprensa no Brasil. A pior ditadura é a judiciária, que finge não existir. (C.N.)


O prefeito não falou que pediu aceleramento para o asfalto do Romão e do caminho da Espaduada.






Boa tarde meus amigos, estou em Salvador e não perdemos tempo estivemos com Saulo superintendente da SEINFRA, discutimos a viabilização e o aceleramento do asfalto que liga a BR 110 ao povoado Riacho São José, além de várias demandas que estavam reprimidas lá na secretaria de Infra do estado devido vários fatores, lutamos dialogamos e estamos pedindo o aceleramento para viabilizar essa e várias outras obras!!
Vamos que vamos!

Nota da redaçao deste blog - Observem que o prefeito Deri do Paloma tem NOJO da falar o nome do Bairro Romão e também do Bairro Espaduada, pelos atos e pela situação da buraqueira e do lamaçal é para masacrar sem pena e sem dó.

O Riacho do São José e todos os demais povoados merecem asfalto, e porque não os Bairros da cidade,

"Pão comidopão esquecido" o prefeito Deri do Paloma não precisa mais de votos o eleitor que dane-se.




Tista de Deda se consolida como nome forte para eleição de 2024

Tista de Deda de bem com a vidam  de bem com o povo.


possibilidade de Tista de Deda disputar a Prefeitura Municipal de Jeremoabo em 2024 é real”  “é muito grande”. 

Tista de Deda é o candidato  que vai concorrer a prefeito ano que vem. Ele é o único nome que pode ganhar o pleito pelo partido PSD, Ele conhece muito bem o município, conta com experiência suficiente para melhorar Jeremoabo. 

De zero a 10, a probabilidade está muito mais próxima do 10. Admite essa possibilidade baseado num passado já realizado como prefeito e num anseio da população jeremoabense.

Tista com toda sua experiência tem conteúdo, propostas e idéias.  É uma pena que o eleitor jeremoabense  reclame tanto da situação do nosso município e no entanto  fique perdendo tempo  com um prefeito qeu dividiu a prefeitura entre ele e o seu suersecretário Tistinha Isso é ridículo; nenhum candidado nunca praticou tanrto nepotismo como o atual desgoverno.

Com o atual prefeito e seu conluio escutamos muito discurso  vazio e pouco debate sobre as questões  mais importantes, vereadores    ficam agindo como se fossem executivos, deveriam ser  chamados vereadores -executivos,  e candidato a prefeito só gastando seu tempo para  falar mal de quem não sabe ainda quem será o concorrente. Infelizmente a culpa de tudo isso  é nossa . Podíamos  cobrar do candidato a prefeito  propostas  reais, factíveis  e dos candidatos a vereador  que os mesmos assumam o compromisso de fiscalizar  todos os procedimentos da gestão, cobrar agilidade ,  denunciar as possíveis irregularidades cometidas pelo gestor e  lutar contra a corrupção que é o nosso grande mal , como também ,  acabar com   uma série de  benesses e vantagens recebidas pela  própria câmara de vereadores .  Afinal !  A justiça boa começa de casa. Ao invés de ficar prometendo   construções  e obras que  são de responsabilidade do gestão.  No dia em que a corrupção e o desvio do dinheiro  público  não existir, no dia em que deixarmos de ver ,de forma descaradas , pessoas se locupletando do dinheiro público, e vereador  por "debaixo do pano" comendo também ,com certeza  sobrará recursos para construção de tudo o que  a comunidade  precisa . vereador bom é aquele que  fiscaliza e denuncia os  possíveis desmandos da administração.


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