sexta-feira, abril 08, 2022

Escândalo no MEC | Inflação recorde no Brasil | Novo ataque da Rússia

 

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Em sua entrevista de hoje na Alvorada FM o Secretário Tistinha, em parte desvendou o mistério da construção da Pousada e da Igreja em frente ao Cemitério

                                               Foto Divulgação- Elo 7

Ao Secretário de Administração e Obras, quero te parabenizar pelos seus esclarecimentos prsetados através da Alvorada FM, isso porque sózinho você desvendou um mistério que há (03)anos anos os vereadores não tentaram desvendar, mesmo sendo sua obrigação de fiscalizar,para não cometerem crime de omissão e prevaticação.

Por mais que tenha dito que não tenho politiqueiro de estimação, que o intersse desse Blog é deixar o leitor bem informado alicerçado na verdade, muitos procuram esconder a verdade, , desconhecem que a mentira tem as pernas curtas.

Lamento que os vereadores de Jeremoabo tenham a memória curta e não saibam nem o que aprovoram para  prestarem uma informação confiavel. mesmo sendo assunto de interesse da coletividade.

A novela de cronstução da Pousada em um terrerno do Conjunto Junior, que deveria ser uma área verde pertencente ao município, teve origem em 2019, qaundo recebi uma denúncia com uma planta e fotos anexas, denúncia essa alegando que supostamente tinha sido invadida pelo hoje Procurador do Município.

A partir de 2019 nada foi esclarecido tanto por parte do Prefeito quanto dos vereadores, só a partir de hoje (09.04.2022), o Secretário de Administração e Obras, em entrevista a Alvorada FM, começou a acender uma luz no fim do túnel da mentira e da improbidade.

De 2019 até a presente data, quando cobrava uma resposta por parte dos vereadores, mudavam de conversa, como quem sabiam ou sabem de alguma trambicagem e estão jogando para debaixo do lamaçal.

Esse Blog não poderia ficar sem dar uma resposta aos seus eleitores; semana passada resolvi fazer  pergutas ao Presidente da Câmara de Vereadores através do Alvorada FM, para que ficasse documentada através do conhecimento de todos que ouviram o programa.

A primeira pergunta foi a respeito da pousada, o presidente mudou de conversa, disse que tinha que pedir os documentos na prefeitura, que já pediu e não responderam para não acusar sem fundamento.

Três anos sem resposta?

Ora senhores leitores se foi eles que aprovaram, como é que não sabem de nada?

A segunda perguta, foi a respeito da Construção de uma  Igreja num terreno em frente ao Cemitério, terreno esse que deveria servir para alongar a área do dito cemitério, que está superlotado, inclusive reivindicação essa da população e dos próprios vereadores, a exemplo do vereador Erick.

Pois bem, o Presidente da Câmara em alto e bom som através da rádio disse que não tinha conhecimento que a Câmara tivesse aprovado tal doação.

Só que hoje, o Secretário de Administração e Obras, também através da emissora de rádio, informou que a  Câmara  aprovou a doação do tererno em frente ao Cemitério .

Só que o terreno em frente ao cemitério a preferência do povo e a maior necessidade, seria aumentar a área onde os defuntos são enterrados.

A realidade é que devido a má vontade dos vereadores em fiscalizar para esclarecer os fatos, a ONG-TransparênciaJeremoabo ingressou com UMA NOTICIA DO FATO PERANTE O MINISTÉRIO PÙBLICO narrando o fato, inclusive informando que o vereadores desconheciam o assunto.


Comando do Exército afirma não ter envolvimento com rede de desinformação sobre Amazônia




O Exército divulgou nota oficial no começo da noite desta quinta-feira, 7, na qual informa que "tomou conhecimento do conteúdo do documento Adversial Threat Report, da empresa Meta, por meio de publicações na imprensa". O texto diz que o "Exército Brasileiro não fomenta a desinformação por meio das mídias sociais".

O Exército afirmou que possui contas oficiais nessas mídias e "obedece as políticas de uso das empresas responsáveis por essas plataformas". Informou ainda que entrou em contato com a empresa Meta (Facebook) "para viabilizar, dentro dos parâmetros legais vigentes, acesso aos dados que fundamentaram o relatório, no que diz respeito à suposta participação de militares nas atividades descritas". "Finalmente, cabe ressaltar que a instituição requer de seus profissionais o cumprimento de deveres militares, tais como o culto à verdade, a probidade e a honestidade."

Pela manhã, generais consultados pelo Estadão já haviam afastado o envolvimento institucional do Exército no caso. No fim da tarde, o comando informava que, identificados, os responsáveis devem ser punidos de forma rigorosa. Sabe-se que os suspeitos teriam cursado a Academia das Agulhas Negras entre 2012 e 2014. Em 2019, o Exército publicou norma disciplinando o uso de redes sociais. No caso em questão, os perfis derrubados do Facebook eram mantidos com identidades falsas.

Para o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos e autor do livro O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida, as contas derrubadas pelo Facebook têm indícios de terem sido usadas por quem conhece princípios de operações de guerra psicológica. "Há uma característica de um movimento de pinça, primeiro buscando agir como grupo simpático a um movimento social e depois como defensor do governo."

Leirner diz que a fase inicial das contas - a dos perfis Orgulho Sem Terra e Resistência Jovem, entre abril de 2020 e junho de 2020 - coincide com as primeiras manifestações contra Jair Bolsonaro, em razão de sua atuação na pandemia de covid-19. Já a segunda fase, simpática ao governo, foi próxima da Operação verde Brasil 2, em que o Exército combateu o desmatamento da Amazônia.

Estadão / Dinheiro Rural

Bolsonaro sobre licitação de ônibus com preço inflado: Deixa acontecer, pô

 




O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou as reportagens do Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, que revelaram uma licitação, preparada pelo governo, para tentar comprar 3.850 ônibus escolares com risco de sobrepreço de mais de R$ 700 milhões, mesmo após alertas de órgãos técnicos, como o Tribunal de Contas da União (TCU). "Deixa acontecer a licitação, pô", declarou o presidente em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Sob ameaça de ter a licitação cancelada, o governo recuou após as reportagens e reduziu as cotações dos veículos na véspera do pregão. A licitação dos ônibus foi realizada na última terça-feira, 5, mas ficou em R$ 500 milhões a menos do que o governo estava disposto a pagar quando os preços estavam superestimados.

"Nós temos vários filtros, tem equipe nossa em cada ministério tratando aí de analisar contratos. Agora, essa última dos ônibus. Deixa acontecer a licitação, pô, por que não deixou acontecer? Ah, é fruto do jornalismo investigativo. Investigativo pipoca nenhuma", afirmou Bolsonaro na live. "Espero que TCU abra licitação e veja o que vai acontecer para ver o preço de cada ônibus, tem que esperar acontecer para a gente comentar isso daí", acrescentou.

Bolsonaro também voltou a minimizar o orçamento secreto, também revelado pelo Estadão/Broadcast e disse que, pela lei atual, o relator do Orçamento é mais poderoso do que o presidente da República.

Estadão / Dinheiro Rural 

Bolsonaro: alguém me aponte um motivo que eu poderia ter para matar Marielle




O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a dizer que não tem relações com o assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, um crime político ainda não esclarecido totalmente.

"Alguém me aponte um motivo que eu poderia ter para matar Marielle Franco. Motivo nenhum, zero. É um negócio que não dá para discutir mais", declarou o presidente em transmissão ao vivo nas redes sociais.

A declaração de Bolsonaro foi um comentário à notícia veiculada pela Folha de S.Paulo com áudio de uma irmã do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega acusando o governo federal de oferecer cargos em troca da morte do ex-capitão, apontado como envolvido no assassinato de Marielle.

Estadão / Dinheiro Rural

Pastores se negam a falar no Senado sobre suspeita de propina para liberar verbas




Os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos informaram à Comissão de Educação do Senado na noite desta quarta-feira, 6, que não comparecerão à sessão desta quinta-feira, 7. Os senadores vão ouvir apenas o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional (FNDE), Marcelo Ponte.

Como revelou o Estadão, os religiosos formavam um gabinete paralelo junto ao então ministro da Educação, Milton Ribeiro, facilitando o acesso ao comando da pasta. Prefeitos relataram ao Estadão e depois aos próprios senadores que os pastores cobravam propina em ouro, dinheiro e até compra de Bíblias para destravar recursos do MEC. A atuação de Arilton Moura e Gilmar Santos levou à queda de Ribeiro da chefia da pasta.

O presidente da Comissão de Educação, Marcelo Castro (MDB-PI), reagiu à recusa dos pastores em falar aos senadores. "Quem não tem culpa, quem é acusado injustamente, deve ser o primeiro interessado em vir prestar os esclarecimentos", afirmou. "Eu acho que isso aconteceria com qualquer um de nós. Se a pessoa não vem prestar os esclarecimentos, se recusa a prestar os esclarecimentos, de certa forma eu acho que não fica bem para ela, é quase que uma confissão de culpa. Não vem por quê? Se a pessoa não tem culpa, eu acho que a pessoa faz é questão de vir", afirmou. "Mas isso fica a critério de cada um, eles não são obrigados a vir. Nós não temos o poder de polícia, como tem uma CPI."

No documento enviado ao Senado e assinado pelo religioso, Gilmar Santos agradeceu o convite para falar aos parlamentares. O pastor disse que já prestou "os esclarecimentos pertinentes, tanto por meio de nota social publicada em redes sociais, quanto por meio de declarações à autoridade judicial competente", escreveu.

A defesa de Arilton Moura afirmou que o religioso tem "total interesse em cooperar com o esclarecimento dos fatos". "Todavia, por ora, considerando que já existem procedimentos instaurados na esfera judicial, o sr. Arilton declina do convite, com as mais respeitosas vênias", informou o documento enviado à comissão.

Estadão / Dinheiro Rural

Pesquisadores encontram primeiro ninho de dinossauros já identificado no Brasil




Há 80 milhões de anos, dinossauros gigantes chegaram a Uberaba, no Triângulo Mineiro, num típico movimento migratório de preservação da espécie. Eles puseram seus ovos a 30 quilômetros do centro do município, onde hoje existe o bairro rural de Ponte Alta. Mas o local foi atingido por uma torrente de chuva, com muita lama e cascalho, e não houve como os ovos eclodirem.

A história foi reconstituída recentemente por pesquisadores da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), após encontrarem o primeiro ninho de dinossauros já identificado no Brasil. A conclusão dos trabalhos foi publicada no periódico Scientific Reports no dia 24 de março.

Os ovos têm 12 cm de diâmetro e são curiosamente pequenos perto do tamanho dos animais, que chegavam a 18 metros de comprimento, de acordo com o professor de geologia da UFTM, Luiz Carlos Borges Ribeiro. Ele disse ao Estadão que o achado surpreendeu a todos. "Esses ovos são provenientes de achados fortuitos, as pessoas acabam trazendo, não houve uma equipe de escavação." Após alguns serem encontrados em uma área pertencente a uma mineradora, um colega do professor, o paleontologista João Ismael da Silva, localizou o ninho.

Eles reuniram, ao todo, 20 fósseis, cujas características foram comparadas com exemplares de outros locais do mundo, principalmente a Argentina. Concluiu-se, então, que os dinossauros que puseram os ovos são do grupo dos titanossauros, considerados os maiores animais terrestres de todos os tempos. Eles eram herbívoros e quadrúpedes, com o pescoço bastante comprido e a cabeça pequena.

O período em que habitaram a região de Uberaba é o Cretáceo Superior, entre 100,5 milhões e 66 milhões atrás. A morfologia das ninhadas e as observações das características sedimentares reforçam a hipótese de que esses saurópodes eram dinossauros nidificantes, como já foi sugerido para o grupo com base em outros locais de nidificação.

"A descoberta mostra o ambiente em que os dinossauros migravam, ajudando a descrever seus ecossistemas e revelando uma sazonalidade das manadas", afirma Ribeiro. Segundo ele, assim como toda a região, o local encontrado era bastante favorável para a fossilização.

Como não houve uma equipe de escavação e a descoberta foi feita quase que aleatoriamente, o professor espera obter apoio para prosseguir com os estudos. Para os pesquisadores da UFTM, os ovos podem ser a ponta de um iceberg, ou melhor, de novos tesouros paleontológicos. "Se tem ninhada de dinossauro, deve ter embriões também. Filhotes nascidos, parte da mãe, que morreram ali. Gostaríamos de ver com olhar mais científico qual seria a real grandeza desses níveis de nidificação. Eles não estavam isolados, com certeza", garante o professor.

Ele já solicitou à Agência Nacional de Mineração que atue como intermediária. O objetivo é obter autorização e apoio financeiro para fazer as escavações. "Somos uma universidade federal e um centro de pesquisas, temos pouco dinheiro", diz ele. E, posteriormente, criar um geossítio das ninhadas de dinossauros. "Podemos colocar réplicas lá, vai fomentar o turismo e a criançada vai adorar".

Geoparque

A expectativa dos pesquisadores é de que a descoberta do primeiro ninho de dinossauros do Brasil impulsione a criação de um geoparque na região de Uberaba, um projeto que começou a ser discutido há alguns anos, mas ainda não foi concretizado. O aval depende da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Os geoparques são territórios com importância científica, cultural, geológica, arqueológica e paleontológica. O projeto que será montado em Uberaba será o primeiro de Minas.

Desde que os primeiros vestígios fósseis foram descobertos na região, há 80 anos, a cidade tem um acervo com 3 mil espécies catalogadas, entre dinossauros herbívoros, carnívoros e crocodilos. "Já descrevemos 15 espécies novas únicas no mundo: quatro dinossauros, cinco crocodilos, três tartarugas, duas rãs e um lagarto. Quase todas achadas no entorno de Peirópolis", conta o geólogo.

Peirópolis é um bairro rural de Uberaba que concentra a maioria dos achados e abriga o Museu dos Dinossauros e o Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price. "Pretendemos enviar em junho a carta de intenção para a Unesco", diz o professor Luiz Carlos Borges Ribeiro.

Estadão / Dinheiro Rural

Centrão fortalecido - Editorial




Janela resulta em expansão de siglas governistas e dificuldades para a esquerda

Três legendas fisiológicas, do centro à direita do espectro ideológico e de estreitas relações com o presidente Jair Bolsonaro (PL) respondem pelo resultado mais expressivo da rodada de negócios e filiações permitida pela chamada janela partidária deste ano eleitoral.

Juntos, Partido Liberal, Progressistas e Republicanos, nomes que dizem muito pouco sobre o conteúdo programático das agremiações, contam agora com 172 deputados, de acordo com o site da Câmara nesta quarta (6) —os números ainda estão sendo totalizados.

Trata-se do equivalente a cerca de um terço da Casa (33,5%) e alta de 48,3% sobre os 116 parlamentares que o trio somava antes. Depois da fragmentação recorde de 2018, o bloco reformulado de partidos governistas assume um peso maior no Legislativo.

O PL, ora com 78 cadeiras, foi o partido que mais cresceu no troca-troca. Trata-se de um agrupamento fisiológico ao qual se juntaram bolsonaristas do extinto PSL.

O Progressistas (PP), com 52, é outra sigla tradicional da fisiologia do centrão, com cargos importantes no governo, como o comando da Casa Civil, além do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL). Já o Republicanos é conhecido pela associação com a bancada evangélica.

Com a movimentação no governismo, restou esvaziada a União Brasil, com 46 deputados, agora composta do restante do decadente DEM (ex-PFL) com bolsonaristas arrependidos do PSL.

Além do adesismo e de conveniências locais, a procura de fundos partidários, de benesses de emendas e a pressão da cláusula de barreira motivaram migrações.

Os partidos nanicos perderam deputados; aqueles incluídos no bloco de esquerda também, casos de PSB, PDT, PSOL e PC do B.

O MDB e o PSDB continuam no grupo das legendas entre medianas e pouco significativas em tamanho. O PT teve modesto crescimento, de 53 para 56 deputados.

Além de contarem com bancadas e fundos eleitorais maiores, os partidos da centro-direita e da direita foram aqueles que tiveram melhor resultado na eleição municipal de 2020. Ou seja, em termos de bases políticas e de finanças, teriam condições de manter a força atual no Parlamento.

Alianças regionais, relações com os candidatos nos estados e o desenrolar da eleição presidencial podem mudar tal quadro e a inclinação até mesmo dos ora bolsonaristas. De menos incerto, pode-se dizer que o centro tradicional e a esquerda terão dificuldades de se reerguer nesse Congresso marcado pelo colapso político de 2018.

Folha de São Paulo

General diz que Brasil deve estar preparado para uma guerra




O chefe do Estado-Maior do Exército, general Marcos Antônio Amaro dos Santos

Já o presidente Bolsonaro não discursou na ocasião e tem defendido a neutralidade em relação ao conflito no Leste Europeu

Por Ingrid Soares 

O chefe do Estado-Maior do Exército, general Marcos Antônio Amaro dos Santos afirmou, nesta quinta-feira (7/4), que o Brasil precisa estar preparado para uma eventual guerra. Ele também falou sobre a guerra na Ucrânia e chamou a ação russa de "invasão".

A declaração ocorreu durante a solenidade de promoção de oficiais-generais, que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL).

"A guerra não precisa de convite. E ela chega mais cedo para os despreparados. Assim, devemos ter poder dissuasório para desencorajar, com meios convencionais, ameaças à nossa soberania", apontou.

"Tome-se a título de ilustração a invasão da Ucrânia ocorrida no último mês de fevereiro para contextualizar os desafios do Exército brasileiro, que são também certamente desafios das forças irmãs, a Marinha e a Força Aérea. Não é nenhum luxo para um país soberano ter forças armadas em condições de ser empregadas", completou.
 
De acordo com o general, "a guerra, de forma simples, pode ser definida como um ato de violência em que um lado tenta impor ao outro a sua vontade. Por outro ângulo, podemos dizer que a paz é a ausência de guerra".

Já o presidente Bolsonaro não discursou na ocasião e tem defendido a neutralidade em relação ao conflito no Leste Europeu.

O general citou também que é função do Estado disponibilizar recursos orçamentários para a Defesa. "A estratégia nacional de defesa prevê que ao menos 2% do Produto Interno Bruto do país devam ser destinados ao preparo das Forças Armadas. A responsabilidade pelo cumprimento e pela satisfação das demandas da Defesa Nacional não cabe exclusivamente aos militares. Ao contrário, cabe ao Estado brasileiro".

Ainda sobre a guerra na Ucrânia, citou "a guerra cibernética, restrições e bloqueios econômicos, a tentativa de imposição da narrativa pelos contendores, a ameaça da utilização de armamento nuclear, a percepção de lideranças fracas e fortes em nível mundial e o valor moral das tropas em confronto", destacando serem assuntos "que fazem parte da formação militar".

"A História uma vez mais nos mostra que a guerra ou a possibilidade de sua existência forma um elo indissociável entre os militares e a nação", concluiu.

Correio Braziliense / Estado de Minas

Arthur Lira, a Petrobras e a ética do arcebispo




Por Malu Gaspar (foto)

Tudo o que se refere à Petrobras faz vir à tona o que há de mais íntimo na alma nacional. O último a desabafar em público foi o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), inconformado com a descoberta de que a existência de conflitos de interesses pode impedir alguém de presidir a petroleira.

“Quer dizer, você tem que pegar um funcionário público para ser diretor da Petrobras? Ou pegar um arcebispo para ser diretor da Petrobras? Um almirante, um coronel? Não, você tem que colocar alguém que entenda de petróleo e gás. Alguém que entenda do setor, que vá ser julgado dali para a frente sobre suas ações.”

Tudo isso porque o consultor Adriano Pires, com quem Lira jura não ter nada a ver, renunciou à indicação do presidente Jair Bolsonaro depois que foram expostos os conflitos que teria no comando da Petrobras.

Para que fique claro: como consultor, Pires trabalha para empresários com interesses na companhia. O mais célebre é Carlos Suarez, sócio da distribuidora de gás do Amazonas, a Cigás, em negociação com a petroleira para encerrar uma lista de litígios judiciais. Só em uma das 11 ações em discussão, a Cigás pleiteia receber R$ 600 milhões da Petrobras.

Outro que foi convidado e desistiu foi Rodolfo Landim. O presidente do Flamengo chegou a ser alvo de uma apuração do Ministério Público da Suíça por causa de um depósito de US$ 643 mil na conta do mesmo Suarez.

Se você fosse esse empresário, não adoraria negociar uma indenização com esses dois amigos? Quer dizer que eles necessariamente fariam algo de errado? Obviamente não, mas também não seria possível impedir que cada decisão tomada despertasse a desconfiança de acionistas, do público, dos concorrentes e da oposição.

Nunca é demais lembrar que estamos falando da empresa em que prosperou o maior escândalo de corrupção já descoberto na História do Brasil — e que recebeu de volta R$ 6,2 bilhões só em dinheiro desviado.

Para tentar proteger a Petrobras e as outras estatais de novos saques, o Congresso Nacional aprovou em 2016 uma lei que regula a escolha dos diretores e presidentes das companhias de controle público. Lira, na época, votou a favor.

Desde então, todos os diretores e presidentes de estatais têm sido escolhidos sob o crivo da lei sem nenhuma grita. Vários saíram do setor privado. Não é o caso do executivo afinal escolhido pelo governo, José Mauro Ferreira Coelho, mas tampouco consta que ele seja um estranho à indústria ou que tenha conflitos graves.

A Petrobras, que Lira afirmou que não traz “nenhum benefício para o Estado e nem para o povo brasileiro”, entregou à União R$ 40,5 bilhões em dividendos nos últimos dois anos. Quase três orçamentos secretos foram para o caixa do Tesouro e ajudaram a pagar programas como Auxílio Brasil e Auxílio-Gás.

Ao contrário do que Lira também afirmou, a Petrobras abaixa, sim, os preços quando o valor do petróleo cai. Em 2021, foram cinco quedas, infelizmente seguidas de altas, oscilando de acordo com o valor do barril. O fato de o desconto não ter chegado à bomba é realmente lamentável. Mas é um problema para os órgãos reguladores, e não para o presidente da Petrobras.

Lira sabe disso. Mas prefere dizer que a lei das estatais “trava a Petrobras” e transforma a empresa num “inconveniente para todo o Brasil”. Para ele, compliance e critérios éticos são uma inconveniência que possivelmente só um “arcebispo” seria capaz de cumprir.

Talvez o presidente da Câmara tenha congelado sua compreensão das coisas no longínquo ano de 2005. Foi quando seu antecessor, Severino Cavalcanti — do mesmo partido que ele, o PP —, cobrou de Dilma Rousseff a “diretoria que fura poço e acha petróleo” prometida por Lula.

A questão é que esse passado, de que tantas forças políticas têm saudade, não volta mais.

Muita coisa mudou, incluindo a Igreja. A condescendência com escândalos de pedofilia e corrupção derrubou uma longa lista de cardeais e arcebispos. O próprio Papa Bento XVI teve de se retirar. O sucessor, Francisco, teve de implantar um “órgão anticorrupção” no Vaticano.

A prática que Lira descobriu que detesta, compliance, tornou-se obrigatória no manual de qualquer instituição que se dê ao respeito, pública ou privada. Convenientemente ou não, o executivo, o político e o arcebispo não podem mais fazer o que quiserem sem no mínimo sofrer o escrutínio público. Pode-se até revogar uma ou outra lei, mas isso não mudará.

O Globo

A internet, os adolescentes e a ideologia trans.




Crianças, adolescentes e jovens angustiados, confusos, com dúvidas e conflitos de identidade não podem continuar a ser alvo de associações lgbtqiap+ que usam a Escola como centro de recrutamento.

Por Maria Helena Costa (foto)

Depois de viver vários anos como se fosse um homem, Helena Knowles decidiu reverter todo o processo e voltar a ser o que sempre foi, uma mulher.

Numa conversa com o apresentador do Daily Wire, Michael Knowles, Helena Knowles revelou que os problemas de auto-estima que teve na adolescência a levaram à Internet onde começou a “devorar” tudo o que lhe aparecia sobre “mudança de sexo”. Aos 18 anos, convencida de que era transgénero, começou a tomar hormonas do sexo oposto, mas aos 22 anos parou de os tomar e já não finge ser um homem.

Eis alguns excertos do testemunho dela:

“Quando tinha 15 anos, estava a passar por um período da minha vida em que não tinha muitos amigos, estava insegura e atormentada com o meu corpo, e isso levou-me a passar muitas horas on-line e, consequentemente, no blog Tumblr, que promove a ideologia de género. Lá, encontrei muitos incentivos sociais para mudar os pronomes e, para permanecer na comunidade, adoptei a ideologia. Essas comunidades online são muito receptivas e desempenham um papel doentio na vida de uma jovem. Fazem-nos sentir aceites e, como nos queremos encaixar na comunidade, estamos dispostos a fazer tudo para nos adequarmos a esse grupo social.”

Essas comunidades incentivam os jovens a explorar o transgenerismo, convencendo-os de que os problemas normais de auto-estima na adolescência são sinais de disforia de género.

“Nessas comunidades, há pessoas que nos dizem: não gostar do teu corpo, não gostar de estar com outras meninas, não gostar do som da tua voz numa gravação, são sinais de disforia de género. Como adolescentes, não percebemos o quão universal é não gostar do nosso corpo ou voz.”

A comunidade aprovou e aplaudiu a decisão de Helena quando ela decidiu começar a usar hormonas e a viver como se fosse um homem.

Por cá, além dos conteúdos ideológicos de género leccionados a partir do pré-escolar, influencers on-line, como os The Guys Cudlle Too, que fazem vídeos para o site oficial de Cidadania e Desenvolvimento, levam adolescentes e jovens a acreditar que nasceram no corpo errado, que precisam de “mudar de sexo” e que isso é o “must”.

Urge evitar que crianças, adolescentes e jovens sejam vítimas do contágio social do transgenerismo, que poderá levá-las a submeter-se a procedimentos clínicos dos quais poderão arrepender-se quando forem mais velhas.

Crianças, adolescentes e jovens angustiados, confusos, com dúvidas e conflitos de identidade, não podem continuar a ser alvo de associações lgbtqiap+, radicalizadas, que usam a Escola como centro de recrutamento.

Manipuladores que recrutam menores fragilizados, convencendo-os de que as suas insatisfações são resultado de uma orientação sexual contrariada, que só acontece porque são vítimas de uma herança cultural machista e opressora, não podem continuar a ter via verde para engrossar as suas fileiras.

As políticas identitárias têm vindo a desconstruir, desestabilizar e confundir a identidade sexual binária. Desde a mais tenra idade, crianças estão a ser convencidas de que os dois sexos – macho e fêmea – foram criados por designações linguísticas: homem e mulher, pai e mãe; que homem, mulher e família, pai e mãe, sexualidade e fertilidade não são conceitos naturais, mas sim um discurso de poder para os homens dominarem as mulheres e para a heterossexualidade dominar sobre todas as demais orientações sexuais, e que tudo isso tem que ser eliminado.

Na Califórnia, por ex., saiu uma lei que alterou as certidões de nascimento. Não se exige “mãe” e “pai”, mas sim “pai que dá à luz” e “pai que não dá à luz”. Nos novos formulários estaduais, cada pai “pode indicar se se identifica como mãe ou pai”.

As famílias portuguesas precisam de saber o que está a passar-se. É urgente um debate público sobre o que é de facto a ideologia do género.

Observador (PT)

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