sexta-feira, abril 08, 2022

Escândalos no governo: Ônibus com preços inflados e Kits robóticas

 

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Meio Ambiente em foco na Fundaj em abril

 

Blog da Noelia Brito


Meio Ambiente em foco na Fundaj em abril

Posted: 07 Apr 2022 10:45 AM PDT

  

Foto: Divulgação 

Uma série de ações importantes nas áreas de pesquisa e preservação serão realizadas neste período, dentre elas, uma parceria com a UFAL, para estudos sobre o Rio São Francisco, com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para a reedição de publicação sobre o bioma e a implantação da Usina Solar Massangana.

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), que possui uma série de ações importantes nas áreas de pesquisa e preservação ambiental, realizará neste mês de abril uma série de atividades voltadas ao meio ambiente. A assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a celebração do Dia Nacional da Caatinga, além de uma parceria com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB)  para a reedição de uma publicação sobre o bioma e da implantação  da Usina Solar Massangana.

“A Fundaj tem em seu alicerce a pesquisa e a educação. Com essas ações voltadas ao meio ambiente, estamos pensando no futuro. Educar hoje para preservar o amanhã. Desde 1949, ano em que foi criada, a Fundação elegeu como prioridade as pesquisas no Semiárido do Nordeste. Muitos trabalhos foram desenvolvidos, principalmente em parceria com a Sudene, o Banco do Nordeste e outras instituições”, comenta o presidente da Fundaj, Antônio Campos. Ele destaca como uma das ações a reedição da coleção dos “Estudos sobre as Secas no Nordeste”, dentro de uma visão contemporânea, a ser lançada nos 70 anos do BNB, em 17 de julho próximo. 

A parceria com a Ufal, que será assinada no dia 20 deste mês, às 14h, na sede da reitoria da universidade, em Maceió, Alagoas, estabelece estudos e pesquisas sobre o Rio São Francisco. O termo foi assinado e publicado no Diário Oficial da União, em 2021. “O intuito deste projeto em parceria com a Ufal é ampliar o conhecimento acerca dos povos que habitaram e habitam a região do Baixo São Francisco, por meio da análise de doze sítios arqueológicos do sertão sanfranciscano”, explica o diretor de Planejamento e Administração (Diplad), Allan Araújo. Serão realizados estudos em seis comunidades indígenas e quatro comunidades quilombolas.


Nos dias 27 e 28 de abril, o auditório Calouste Gulbenkian, no campus Gilberto Freyre da Fundaj, em Casa Forte, a Diretoria de Pesquisas Sociais da Instituição promoverá o seminário “Vivenciando a Caatinga”. Debates com palestrantes renomados abordarão o potencial da caatinga sob os aspectos da economia, saúde, cultura e educação. “Neste seminário traremos o potencial deste bioma, explorando alternativas relevantes para a Caatinga, como o uso sustentável dos ativos ambientais estratégicos, a valorização sociocultural e a organização política e institucional da região”, esclarece coordenadora-geral do Centro de Estudos em Dinâmicas Sociais e Territoriais (Cedist), da Dipes, Alexandrina Sobreira.


A Fundaj, destaca a coordenadora, sedia o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), um espaço que congrega diversas políticas para esse bioma exclusivamente brasileiro. A Instituição também publicou, em 2018, o “Atlas das Caatinga”, livro fruto de uma extensa pesquisa de quatro anos conduzida pela Fundação e a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). A publicação oferece uma abordagem inovadora, com vários mapas, imagens de satélite, gráficos, fotografias e levantamentos florísticos das áreas pesquisadas em 14 unidades de conservação de proteção integral da Administração Federal no Bioma Caatinga. 



Energia 

O projeto da Usina Solar Massangana faz parte da iniciativa Fundaj Sustentável. Lançado em agosto do ano passado, na presença do atual ministro da Educação, Victor Godoy, a unidade será instalada no Engenho Massangana, campus da Fundaj no município do Cabo de Santo Agostinho. A Fundação já firmou o contrato com a empresa que será responsável pela elaboração do projeto, que tem como objetivo principal reduzir os gastos da instituição e contribuir com a sustentabilidade através da energia limpa e renovável.


“A usina é um gesto nosso com a sustentabilidade, do nosso objetivo de tornar a Fundaj uma instituição símbolo da mudança de paradigma na produção de energia”, destacou o presidente da Fundaj, Antônio Campos. Inicialmente, a usina  atenderá ao Engenho Massangana, no Cabo de Santo Agostinho, e posteriormente, as outras fases do projeto vão contemplar também os demais campi da Fundaj. Após aprovado os projetos de engenharia junto à concessionária, a próxima etapa será realizar a licitação da obra. A expectativa é que a usina represente uma economia de R$ 1 milhão por ano, que devem ser reinvestidos em ações finalísticas da Fundaj.

Em artigo, Leo Salazar propõe a construção do Plano de Salvaguarda do Forró

Posted: 07 Apr 2022 10:13 AM PDT

Foto: Divulgação 

Por Leo Salazar*

O plano de salvaguarda é um instrumento de gestão que deve ser implementado com o objetivo de alcançar a autonomia e a sustentabilidade do bem cultural registrado, neste caso, das Matrizes Tradicionais do Forró.

A pesquisa que fundamenta o pedido de registro das Matrizes Tradicionais do Forró como patrimônio cultural brasileiro, aprovado em 2021 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), apresenta um diagnóstico de riscos e ameaças à continuidade deste bem cultural.

“Particularmente preocupantes neste sentido, e tema de repetidas queixas por parte dos interlocutores da pesquisa, são as transformações pelas quais vêm passando as comemorações públicas das festas juninas em cidades da região Nordeste, em especial aquelas que mais ostentam sua suposta reverência a estes festejos: Caruaru-PE e Campina Grande-PB. Desde meados dos anos 1990, as prefeituras destas cidades assumiram a centralização dos festejos, assumindo investimentos de infra-estrutura (pátios de eventos com capacidade para abrigar públicos de dezenas de milhares de pessoas, etc.), e buscando patrocínios vultosos de empresas privadas para bancar festas que funcionam como megaeventos de apelo turístico. Neste quadro, tem havido tendência a buscar a atração de um grande público, cujo interesse pelos festejos não parece buscar mais do que uma evasão por assim dizer genérica, em nada relacionada a concepções tradicionais e específicas do que sejam as festas de São João”, alerta o relatório do Iphan.

Na minha opinião, após a patrimonialização do Forró, a festa de São João não deve mais ser tratada pelas prefeituras como um evento isolado, mas sim como um processo integrado ao Plano de Salvaguarda das Matrizes Tradicionais do Forró, que incluem não só os gêneros musicais, mas também as danças e os instrumentos emblemáticos (como sanfona, pífano e rabeca).

Posto isso, encaminho uma proposta concreta a essas prefeituras que investem na festa de São João como atrativo turístico: que elas celebrem uma parceria com as associações culturais Balaio Nordeste e Respeita Januário - entidades sem fins lucrativos responsáveis pela elaboração do Dossiê do Forró entregue ao Iphan -, para que seja dada continuidade à pesquisa, principalmente para expandir as visitas de campo de base etnográfica, e para realizar a construção do Plano de Salvaguarda do Forró.

A patrimonialização do Forró foi uma etapa importante, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Sem a construção do Plano de Salvaguarda do Forró, sua patrimonialização não produzirá efeito prático algum.

*Leo Salazar é pré-candidato a deputado estadual pelo Cidadania-PE e aluno do mestrado em Hotelaria e Turismo da UFPE

Facebook associa militares a perfis de desinformação sobre a Amazônia

Facebook associa militares a perfis de desinformação sobre a Amazônia
Foto: Bruno Batista / VPR

O Facebook derrubou uma série de perfis e contas falsas que disseminavam informação falsa sobre questões ambientais na rede social. A Meta (dona do Facebook), divulgou as informações nesta quinta-feira (7), que fazem parte do relatório trimestral que a empresa produz sobre ameaças na plataforma. De acordo com o relatório, oficiais do Exército Brasileiro eram os responsáveis pelos perfis que tentavam distorcer o debate sobre o meio ambiente e o desmatamento, principalmente na região da Amazônia.

 

No relatório, a empresa também lista casos em países como Rússia, Ucrânia, Irã e Filipinas. O Brasil foi apontado como exemplo de “comportamento inautêntico coordenado”, termo que a Meta utiliza para definir redes de perfis e páginas falsas que são usadas para manipular o debate público. Segundo o documento, essas contas tentavam se passar por organizações da sociedade civil e ativistas da causa ambiental, compartilhando posts que diziam “nem todo desmatamento da floresta é prejudicial” e ataques a ONGs que atuam na área.

 

“Não podemos compartilhar muitos detalhes de como nossa investigação chegou aos militares. Quanto mais compartilhamos, mais essas redes conseguem se esconder. Usamos sinais técnicos e comportamentais”, disse ao Estadão Nathaniel Gleicher, chefe de política de segurança global do Facebook. 

 

A ligação dos donos dos perfis com o Exército Brasileiro foi confirmada através do Portal da Transparência, que mostrou que, até dezembro de 2021 - quando a checagem ocorreu, ambos estavam na ativa. “Os nomes deles apareciam em registros governamentais e documentos públicos militares, incluindo resultados de exames de admissão no Exército”, diz o relatório. 

 

O documento também identificou que essa mesma rede desmontada pelo Facebook, entre abril e junho de 2020, mantinha páginas que eram usadas para criticar o presidente Jair Bolsonaro (PL) e promover questões sociais. Perfis como o “Resistência Jovem” postavam memes e manchetes de veículos de imprensa tradicionais que criticavam Bolsonaro, principalmente sua ação na pandemia. Entretanto, a página não obteve muito sucesso e foi desativada, voltando a operar em 2021 já envolvida com questões ambientais.

 

A clara diferença entre os conteúdos publicados nessas fases não foi explicado pelo Facebook ou pela Graphika. O Exército Brasileiro ainda não se manifestou.

Bahia Notícias

Brasil se abstém em votação para suspender Rússia de conselho da ONU

Brasil se abstém em votação para suspender Rússia de conselho da ONU
Foto: Reprodução / Youtube

O Brasil se absteve da votação que aprovou a suspensão da Rússia no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). A medida é uma represália ao massacre em Bucha, na Ucrânia.

 

Outros 57 países tiveram o mesmo posicionamento do Brasil. Ao todo, 93 países votaram pelo afastamento. De acordo com o que divulgou o Portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a proposta apresentada pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (7), sob o argumento de “violações e abusos flagrantes e sistemáticos dos direitos humanos”, foi chancelada pelos diplomatas.

 

O Brasil é representado nas Nações Unidas pelo embaixador Ronaldo Costa Filho (foto em destaque). Os que votaram contra somaram 24 votos, entre eles os votos da Rússia e de países parceiros como Belarus.

 

O projeto de resolução fala em “graves preocupações sobre a crise humanitária e sobre os direitos humanos na Ucrânia”, depois de relatórios sobre violações cometidas pela Rússia. Moscou desmente ter os civis como alvo.

 

O Conselho de Direitos Humanos foi criado em 2006 e é composto por 47 Estados-membros, eleitos pela Assembleia-Geral das Nações Unidas. Na história da ONU, só a Líbia foi suspensa do Conselho de Direitos Humanos, em 2011

Bahia Notícias

Em depoimento na PF, filho de Bolsonaro nega tráfico de influência e lavagem de dinheiro


Em depoimento na PF, filho de Bolsonaro nega tráfico de influência e lavagem de dinheiro
Foto: Wellington Hanna / TV Globo

Jair Renan Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, passou mais de cinco horas prestando depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (7) sobre as suspeitas de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

 

Em entrevista ao SBT, ele negou as acusações de recebimento de propina e de defender interesses empresariais junto ao governo. ?"Eu me sinto revoltado com tudo isso que tá acontecendo. Nunca recebi nenhum cargo, nenhum dinheiro, nunca fiz lavagem de dinheiro, e estão tentando me incriminar numa coisa que não fiz", afirmou o filho 04 do presidente.

 

Renan chegou à PF às 16h, acompanhado do advogado Frederick Wassef. Os dois passaram a pé pelo portão de acesso ao prédio da corporação. Não havia escolta do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), responsável pela segurança da família presidencial. O advogado afirmou que eles foram de carona até o local. Wassef orientou seu cliente a não conversar com a imprensa na porta da PF e declarou que o rapaz é a "maior vítima do Brasil de fake news". Afirmou que a PF abriu um inquérito a pedido de "comunistas", referindo-se a representantes da oposição no Congresso, com base em mentiras.

 

"Renan Bolsonaro jamais marcou reunião ou atuou no governo, não recebeu carro, não recebeu dinheiro. São fake news, e o objetivo disso é atacar a imagem do presidente Jair Bolsonaro", disse. De acordo com o advogado, o filho do presidente colocou os sigilos bancário e fiscal à disposição da polícia. Em dezembro do ano passado, a PF tentou ouvir o investigado, mas ele não compareceu sob a alegação de problema de saúde.

 

A apuração foi aberta pela PF em março do ano passado, após um pedido do Ministério Público Federal, que avaliou denúncias feitas por parlamentares da oposição ao governo contra a suposta atuação de Renan em favor de empresários.

Empresas do Espírito Santo doaram um carro elétrico avaliado em R$ 90 mil para um projeto parceiro da empresa de Renan, a Bolsonaro Jr Eventos e Mídia. A Bolsonaro Jr e o projeto MOB, de propriedade do ex-personal trainer de Renan, Allan Lucena, inauguraram em outubro de 2020 o empreendimento Camarote 311, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

 

O veículo foi doado pelos grupos WK, de propriedade de Wellington Leite, e Gramazini Granitos e Mármores Thomazini. Ambos tiveram suas logomarcas impressas na decoração da parede de entrada do escritório de Renan, junto com outras empresas que apoiaram a iniciativa empresarial.

 

Concluído o depoimento nesta quinta, o advogado da família Bolsonaro concedeu entrevista e negou que Renan tenha viabilizado a agenda de Leite no Planalto. Representantes da Gramazini Granitos também conseguiram um encontro com uma autoridade do governo federal. Foram recebidos pelo então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, no dia 13 de novembro de 2020, reunião agendada pelo assessor especial da Presidência Joel Fonseca.

 

Na ocasião, foi apresentado a Marinho ministro um projeto de casas populares desenvolvido em parceria com o WK. O filho de Bolsonaro participou do encontro. Perguntado sobre o episódio, Wassef disse que seu clinte esteve uma vez no ministério. "Entrou mudo e saiu calado. Ele não organizou, não promoveu a reunião. Foi convidado por uma das pessoas que estavam na reunião e não teve qualquer ingerência", afirmou.

 

Renan foi ao Espírito Santo conhecer o projeto. O encontro foi publicado nas redes sociais de Leite, com fotos de Renan e Allan. Em algumas das imagens, os dois apareceram ao lado da filha do empresário. "Ele [Renan] viajou a convite de um amigo [Allan]. Renan viaja constantemente, participa de vários eventos, é figura pública. Tem meio milhão de seguidores. As pessoas procuraram estar ao lado de Renan Bolsonaro para fazerem permuta, propaganda, marketing", disse o advogado. "Agora, se eventuais pessoas desejaram ou quiseram usar o seu nome e falam coisas que não existem, não cabe a nós fazer nada."

Bahia Notícias

MP junto ao TCU pede análise do gasto governamental com kits de robótica

por Folhapress

MP junto ao TCU pede análise do gasto governamental com kits de robótica
Foto: Divulgação/TCU

O Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) protocolou um pedido para a presidente do Tribunal, Ana Lúcia Arraes de Alencar, a fim de que seja aberta uma investigação sobre os gastos de R$ 26 milhões do governo em kits de robótica para escolas com escassez de outros recursos, conforme publicou a Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (7).
 

Os kits de robótica foram adquiridos pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), órgão ligado ao Ministério da Educação, e levantaram suspeitas por serem destinados "a escolas que sofrem com uma série de deficiências de infraestrutura básica, como falta de salas de aula, de computadores, de internet e até de água encanada", diz o documento.
 

Assim, a procuradoria argumenta que os colégios de pequenas cidades do Alagoas possuem demandas mais urgentes e não têm "a mínima estrutura física e operacional necessária para as ações pedagógicas utilizando os materiais adquiridos".
 

A representação ainda ressalta que os kits teriam sido comprados por "valor muito superior ao praticado no mercado e ao de produtos de ponta de nível internacional". Cada um teria custado cerca de R$ 14 mil.
 

"A empresa fornecedora dos kits de robótica para as escolas de Alagoas é a Megalic, que funciona em uma pequena casa no bairro de Jatiúca, em Maceió, com capital social de R$ 1 milhão", destaca.
 

O pedido usa de base a reportagem da Folha de S.Paulo e afirma que as informações podem indicar "graves irregularidades".
 

FNDE E CENTRÃO

O FNDE é presidido por Marcelo Ponte, ex-chefe de gabinete de Ciro Nogueira (Casa Civil) e indicação direta do centrão, que faz parte da base de apoio do governo Jair Bolsonaro (PL).
 

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já chegou a dizer que o centrão é uma "força moderadora". Segundo a reportagem da Folha de S.Paulo, a empresa que fornece os kits de robótica, a Megalic, pertence a aliados de Lira.
 

O presidente da Câmara controla parte das emendas do relator do Orçamento, porém afirmou não ter envolvimento na contratação de empresas pelas prefeituras e negou ter solicitado algo que ultrapasse os critérios técnicos do FNDE.
 

A Folha aponta que a Megalic está em nome de Roberta Lins Costa Melo e Edmundo Catunda, pai do vereador de Maceió João Catunda (PSD). A proximidade do vereador e de seu pai com Lira é pública —eles aparecem até fotografados juntos.

Bahia Notícias

Faroeste: Fachin nega pedido de desembargadora Ligia Ramos para voltar ao TJ


por Cláudia Cardozo

Faroeste: Fachin nega pedido de desembargadora Ligia Ramos para voltar ao TJ
Foto: Divulgação

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido da desembargadora Ligia Ramos para retornar ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A desembargadora foi afastada das atividades por determinação do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no curso da Operação Faroeste, em dezembro de 2020, quando foi presa. 

 

A defesa da desembargadora ingressou com um habeas corpus no Supremo para pedir o retorno ao cargo diante da manutenção do afastamento por mais um ano, proferida pelo STJ. Para a defesa, não há fundamentação idônea no acórdão do STJ para manter o afastamento da desembargadora, e que, ao contrário do informado pelo ministro Og Fernandes, a ação penal contra Ligia Ramos “está longe de ser apreciada, pois o feito estaria suspenso há mais de oito meses, sem que a defesa tenha sequer conseguido apresentar sua resposta à acusação”. Declaram que houve falha do MPF por não apresentar documentos, o que motivou a suspensão do prazo para apresentação de defesa. 


 

Também sustentam que a defesa não teve acesso integral às investigações contra a magistrada e que teriam sido distribuídas a outros relatores. Além disso, pediram acesso aos inquéritos nº 1417 e 1421. Outra queixa da defesa da desembargadora é que o relator da Faroeste nunca apreciou os pedidos para autorizar viagens pontuais “por motivos  familiares” e nem a retirada do aparelho de monitoramento eletrônico para a realização de exames médicos.


 

Ao analisar o pedido, Fachin asseverou que que não visualiza “ilegalidade flagrante” na manutenção do afastamento cautelar de forma a justificar a concessão da liminar, ainda mais, por se tratar de um tema que ainda não teria sido analisado pela Corte Especial do STJ. “Outrossim, o deferimento de liminar em habeas corpus constitui medida excepcional por sua própria natureza, que somente se justifica quando a situação demonstrada nos autos representar manifesto constrangimento ilegal, o que, nesta sede de cognição, não se confirmou”, informa o ministro do Supremo, ao negar a liminar. 

Bahia Notícias

Casa Nova: Supermercado funcionava como ponto de venda de munições, diz polícia

Casa Nova: Supermercado funcionava como ponto de venda de munições, diz polícia
Foto: Divulgação / SSP-BA

Um supermercado que servia como ponto clandestino de venda de munições foi desarticulado nesta quinta-feira (7) em Casa Nova, no Sertão do São Francisco. A descoberta foi feita após troca de informações entre equipes as polícias Militar e Civil.

 

Na ação, a esposa do dono estabelecimento, que fica no distrito de Santana, zona rural do município, foi conduzida até a delegacia da cidade. Conforme a polícia, o material ilegal era vendido para acusados de homicídios.

 

“Empregamos as nossas viaturas e de equipes da Delegacia Territorial (DT) de Casa Nova e, assim que chegamos ao local, um dos responsáveis fugiu ao perceber a nossa presença. A sua companheira acabou detida”, disse o comandante do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) da 25ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Casa Nova), capitão Gillianderson Ribeiro.

 

Durante a vistoria, os policiais encontraram diversas munições em um espaço reservado para o material ilícito escondido atrás de um balcão. No local havia 562 munições de calibres 9 mm, 380, 44, 38, 36, 32, 28, 25, 22, 20 e 12, além de 14 recipientes com pólvora, sete espoletas, um quilo de chumbo e 146 maços de cigarro.

 

Todo o material foi enviado para a delegacia da cidade. A mulher suspeita foi ouvida. Não foi informado se ela permaneceu na delegacia.

Bahia Notícias

Ex-ministro de Lula diz que PT deveria ter defendido a terceira via

Ex-ministro de Lula diz que PT deveria ter defendido a terceira via
Foto: Arquivo / Agência Brasil

O ex-ministro Tarso Genro afirmou em um debate promovido pelo grupo Derrubando Muros, na noite desta quinta-feira (7), que o PT cometeu um “erro grave” ao hostilizar o surgimento de uma terceira via e não buscar o “diálogo permanente” com os atores que compõem esse grupo político. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Filiado ao PT desde o início da década de 1980, Genro chefiou ministérios importantes nos dois governos Lula, como a Educação e a Justiça, mas se tornou um crítico dos caminhos escolhidos pelo partido nos últimos anos. Ele afirmou durante o debate que o isolamento da esquerda o deixou pessimista para a eleição presidencial.

 

“Defendi, dentro do meu partido e fora dele, que o surgimento da terceira via deveria ser prestigiado e defendido com unhas e dentes. Marchávamos para uma situação perigosa e precisávamos estabelecer uma ponte entre aquilo que se colocava ao centro com aquilo que se colocava à esquerda daquele centro”, afirmou Genro.

Bahia Notícias

Cobiçando terceira via, União Brasil tem ala bolsonarista

Cobiçando terceira via, União Brasil tem ala bolsonarista
Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

Recém filiada ao União Brasil, a deputada federal Clarissa Garotinho encabeça a ala de políticos da sigla a favor do apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL). Segundo informações do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, Clarissa deixou sua posição clara nesta quarta-feira (6).

 

A fala ocorreu durante uma confraternização na sede do partido em Brasília, entre a direção do União e os deputados federais recém filiados. Alguns parlamentares fizeram coro, entre eles a potiguar Carla Dickson. Mas no União Brasil o sonho da maioria dos deputados seria a liberação da bancada no primeiro turno ou o apoio a uma candidatura própria.

Bahia Notícias

Alas do PT pressionam para haver mudança no comando da campanha eleitoral de Lula

Publicado em 8 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Jantar com Gleisi deixa empresários preocupados com política econômica de  Lula | CNN Brasil

Toda plastificada e cheia de botox, Gleisi não está agradando

Johanns Eller

O diagnóstico de letargia na pré-campanha de Lula à presidência, as negociações frustradas para aumentar a aliança petista e as declarações consideradas desastradas do ex-presidente colocaram a presidente nacional da legenda, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), na berlinda.

Uma ala do partido passou a defender internamente que o senador Jaques Wagner (BA), que não disputará eleições em outubro, assuma protagonismo na coordenação política da campanha lulista. Essa ala atribui a Gleisi o fracasso na formação de uma federação com o PSB e na composição com legendas de centro, como o PSD.

DIRCEU E QUAQUÁ – No grupo estão desde petistas antigos da ala do ex-ministro José Dirceu até lideranças regionais importantes no partido, além do vice-presidente nacional Washington Quaquá.

“Nós formamos apenas uma pequena federação que, na realidade, serviu como uma grande boia para salvar o PV e o PCdoB (legendas que não atingiriam a cláusula de barreira em 2022)”, dispara Quaquá . “É preciso ampliar as conversas. Por exemplo, é essencial trazer o PSD do Kassab, que está até agora sem candidato à Presidência, ainda no primeiro turno”.

A questão, porém, é delicada no PT, porque Gleisi é vista não só como um dos quadros mais fiéis a Lula, inclusive durante o período da prisão. É difícil que ela venha a ser desbancada do espaço que ocupa no PT e na campanha de Lula, mas os quatro quadros da campanha com quem conversamos nos últimos dias concordam com o diagnóstico de isolamento e dizem que a movimentação serve de alerta para que Lula faça um movimento mais ao centro político.

FALAS DESASTROSAS – Vários desses petistas estão inclusive preocupados com as duas declarações recentes de Lula – uma defendendo o aborto e outra recomendando que os petistas batam à porta da casa de deputados para pressionar o Congresso Nacional em diferentes agendas. Nesta quinta-feira, em uma entrevista à Rádio Jangadeiro Band News, no Ceará, Lula buscou contemporizar as duas declarações.

Questionado, Lula reiterou que é pessoalmente contra o aborto, mas defendeu que o assunto seja tratado como um problema de saúde pública. Ele justificou a fala pela disparidade entre mulheres de maior poder aquisitivo, que realizam o procedimento em clínicas clandestinas caríssimas ou mesmo fora do país, e gestantes pobres, sujeitas a riscos e desprovidas de tratamento adequado.

O petista também buscou colocar panos quentes sobre a declaração incentivando pressão sobre parlamentares. Lula declarou que sugeriu uma abordagem pacífica aos congressistas nos seus respectivos estados no lugar de custear passeatas caríssimas em Brasília, mas aproveitou para alfinetar os críticos. “Lamentavelmente, me parece que tem deputado que não quer conversar com o povo. Só na época das eleições”, disse à emissora cearense.

REUNIÕES COM ALIADOS – Gleisi Hoffmann, por sua vez, tem feito reuniões com aliados para identificar onde atuar e como fazer esse movimento. A tentativa de calibrar as declarações polêmicas de Lula ocorreu após a interlocução de aliados dentro e fora do PT. Além disso, a dirigente tem se reunido com nomes do mercado para selar uma aproximação com o empresariado.

A apreensão em torno da campanha do PT vem ganhando corpo desde que as pesquisas eleitorais começaram a mostrar uma queda nas intenções de voto do ex-presidente e um avanço de Jair Bolsonaro.

O resultado das movimentações da janela partidária também é fator de preocupação. Encerrado o prazo para as trocas de partido, o PT manteve o mesmo tamanho que já tinha na Câmara e limitou-se a formar uma federação com duas legendas pequenas, o PCdoB e o PV. 

Em contrapartida, o PL de Bolsonaro passou de 42 para 75 deputados, com a maior bancada da Câmara, e as outras duas principais legendas de sua base, o PP e o Republicanos, também cresceram de forma substancial.

CAMPANHA LENTA – Para esses setores do PT, a campanha está lenta e precisa ir para as ruas. Dizem que o último grande fato político envolvendo Lula foi a sinalização de que Geraldo Alckmin seria indicado como seu companheiro de chapa.

Até agora, o próprio Lula não se colocou formalmente como pré-candidato e ainda não começou a percorrer o país de forma ostensiva.

Para essa ala, que vem exercendo pressão interna mas ainda não se posicionou formalmente, Gleisi deveria continuar na presidência do PT e passar a coordenação geral da campanha para Wagner, considerado mais hábil e pragmático na costura política. O diagnóstico desse grupo é que Lula não ganhará a eleição no primeiro turno, como queria, sem formar uma coalizão centrista já no primeiro turno.

VÁRIOS FATORES – Eles avaliam que a guinada à esquerda promovida por Gleisi após o impeachment de Dilma, a prisão de Lula e a derrota de Fernando Haddad para Bolsonaro estava alinhada com o contexto político da época, mas maculou sua capacidade de manobra com o empresariado e partidos fora da órbita esquerdista.

Mais do que o chamado “salto alto”, afirmam integrantes desta ala, o que tem mais prejudicado o ex-presidente é a deficiência na formação de alianças estaduais sólidas.

Um exemplo bastante lembrado é a desastrosa negociação em torno da sucessão do governador baiano Rui Costa, que custou à legenda o apoio regional do PP. Outro, a insistência em candidaturas pouco competitivas como Edegar Pretto, no Rio Grande do Sul, e a falta de interlocução com atores políticos de peso, como o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), na disputa fluminense. 

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A reação de Bolsonaro e as negociações para unificar a candidatura de terceira via acenderam o sinal vermelho no quartel-general de Lula. E a eleição está cada vez mais embolada, embora os institutos de pesquisa e a mídia torçam desesperadamente contra a terceira via, em especial, contra Sérgio Moro. (C.N.)

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