quinta-feira, abril 07, 2022

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A decadência da classe média brasileira

  em 7 abr, 2022 4:07           

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

       “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.


O blog republica hoje a excelente análise do sociólogo José de Sousa Martins publicada no jornal Valor:

A decadência da classe média brasileira

Desde 2021, dados como os do Pnad indicam um encolhimento da classe média no Brasil. Ela já deixara de ser a mais numerosa do país e, em proporção, equiparava-se à classe pobre. É sempre complicado falar em classe social. As estatísticas oficiais lidam com agrupamentos de dados e estratos sociais que são estratos de rendimentos. Classe é outra coisa, mais qualitativa do que quantitativa, mais modo de vida e tipo de mentalidade do que apenas dinheiro no bolso.

De qualquer modo, o rendimento é mediação decisiva na situação de classe e mais ainda na da classe média. É ele que define prestígio, aspirações sociais, nível de consumo e de ostentação. Enfim, tudo aquilo que se tornou característico da sociedade capitalista na modernidade, sociedade que é a classe média a que melhor a personifica.

Os níveis do sofrimento pessoal, decorrente da situação econômica adversa, dos membros da classe média, tendem a ser mais intensos do que os dos mais pobres. A classe média, com mais facilidade, tende ao imediatismo e ao inconformismo, tende a achar que pobreza é um atributo dos outros, os que já nasceram assim, pobres. Fica surpresa e indignada quando a pobreza lhe bate à porta.

Os pobres não tendem propriamente ao conformismo, porque são o último grande reduto social da esperança. Eles têm outra compreensão da adversidade. Os que mais carecem são os que mais esperança têm. Sofrem de modo diferente da classe média.

A consciência socialmente crítica da classe média é diferente e intolerante, enquanto a consciência crítica dos pobres tende a ser a da certeza na superação da adversidade. Os da classe média acham que têm mais a exigir do que os da classe pobre, mais generosos, que têm mais a dar de suas pessoas ainda que nada a dar de seu bolso.

A classe média é refém do hoje e do agora. É muito vulnerável às limitações quantitativas do mundo da vida cotidiana. Mesmo quando tem fé e a professa confia mais nas ilusões mercantis do dízimo do que em qualquer outra coisa. É societária.

O Deus do pobre tende a ser um Deus do mundo do sagrado e da compaixão. Um mundo comunitário, ainda não corroído pelo primado do interesse na mediação da vida.

Esse é um quadro próprio para entender os sofrimentos e consequências do declínio social da classe média. É o que, quase que certamente, definirá seu protagonismo nas eleições de 2022. Talvez diferente de 2018.

Na sociedade moderna, a classe média é o termômetro da situação social. Quando as crises chegam nela, geralmente é porque as estruturas econômicas fundamentais do sistema capitalista foram alcançadas pelas irracionalidades corrosivas da falta de prudência e de competência para administrar a economia.

Não só por parte dos políticos que, no Estado, respondem pela carência de discernimento e de decisões competentes em relação aos problemas sociais e à situação econômica. Mas também aqueles que no setor privado enfrentam dilemas e impasses e correm o risco de tomar decisões erradas. Ou que abrem mão de sua responsabilidade política no campo econômico e no campo social. Os que se entregam à tutela de políticos, profissionais ou amadores, voltados unicamente para as tarefas da própria reeleição. Como o atual presidente em campanha eleitoral pela reeleição desde o dia em que foi eleito para o mandato atual. Mal tomara posse, já estava abertamente agindo como candidato a um novo mandato.

A classe média é a categoria social termômetro da decadência porque classe social típica da sociedade de consumo. Já não é da classe trabalhadora e produtiva, a classe operária, que depende a sobrevivência do capitalismo. Depende da classe improdutiva, a dos consumidores, os que, ao comprar, realizam a riqueza contida no que foi produzido e comercializado.

A decadência da classe média, num país como o Brasil, tem muito a ver também com o fato de que é categoria sem inserção criativa na realidade social. Não é inovadora na criação de situações e de relações sociais. É personagem apenas dos fatores e condições sociais de reprodução, de reiteração social, se as coisas vão bem. Se vão mal, porém, ela empurra a sociedade para a negatividade, para a ruptura institucional ou para a revolução. Enfim, para o inesperado.

Nesse sentido, ela não tem como defender-se contra as adversidades sociais. É politicamente frágil e manipulável. Nas lutas e reivindicações de atualizações salariais ou de melhoria das suas condições de vida, tem a fragilidade de ser mais descartável e sobrante do que a classe operária, também em crise. Já a classe operária tem como recuar adaptativamente para funções que podem ser revitalizadas. É muito menor sua incerteza quanto ao amanhã.

INFONET

Abertura dos festejos de Areia Branca ocorrerá dias 30 e 31 de maio

Abertura acontecerá entre os dias 30 e 31 de maio. (Foto: Arquivo Infonet)

em 6 abr, 2022 16:01

Os festejos juninos em Areia Branca estão confirmados para este ano. Segundo a Prefeitura Municipal, a abertura ocorrerá conforme a tradição, ou seja, nos dias 30 e 31 de maio.

O município também deverá contar com outras noites de festa ao longo do mês de junho. Até o momento, as atrações não foram divulgadas.

O retorno da festividade ocorre após o último decreto realizado pelo Governo do Estado, que libera a realização de eventos sem restrições nas cidades com mais de 75% da população vacinada.

Por Milton Filho e Aisla Vasconcelos

INFONET

Na maior rapidez, nova pesquisa Ipespe (sem patrocinador?) já excluiu Moro desta sucessão

Publicado em 6 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Sorriso Pensante-Ivan Cabral - charges e cartuns: Charge do dia: De olho  nas pesquisas

Charge do Ivan Cabral (Sorriso Pensante)

Estêvão Bertoni
Da CNN

Pesquisa Ipespe divulgada nesta quarta-feira (6) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 30%. As eleições estão marcadas para 2 de outubro.

Lula manteve a mesma intenção de votos da pesquisa anterior do Ipespe, divulgada em 25 de março. Já Bolsonaro subiu quatro pontos percentuais ― ele tinha 26% no último levantamento. A variação ficou acima da margem de erro, de 3,2 pontos percentuais.

SEM MORO – A pesquisa divulgada nesta quarta foi a primeira do instituto após o ex-juiz Sergio Moro anunciar a desistência, neste momento, de sua pré-candidatura à Presidência. Ele deixou o Podemos e se filiou ao União Brasil, onde enfrenta resistências.

A seguir aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 9%, e o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3%. A senadora Simone Tebet (MDB) tem 2%. O deputado federal André Janones (Avante) registrou 1%. Eymael (DC), Felipe d’Avila (Novo) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 9%. Indecisos representam 3% dos entrevistados. Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone entre 2 e 5 de abril.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-03874/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como se vê, a conspiração contra a terceira via anda de vento em popa. O instituto Ipespe, que é formado por ex-funcionários do falecido Ibope, correu na frente e já tomou a iniciativa de excluir Sérgio Moro da sucessão presidencial, para garantir a polarização que vem sustentando essas pesquisas. Detalhe, o Ipespe não anuncia seu patrocinador. Será que bancou a pesquisa com seus próprios recursos, para agradar aos dois candidatos polarizados? Vejam a que ponto chega a desfaçatez na imunda política brasileira.

Pesquisaram possíveis votos até dos falsos presidenciáveis Emayel e Vera Lúcia, mas esqueceram de saber quem ainda pretende votar naquele que aparecia como terceiro colocado nas pesquisas. Sinceramente, é muito descaramento. (C.N.)

Moraes pede que diretor da PF explique a troca do delegado que investigava políticos

Publicado em 6 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Novo chefe da PF deve trocar diretor responsável por investigações de políticos e crime organizado - Jornal O Globo

Márcio Oliveira tem dez dias para responder ao Supremo

Aguirre Talento
O Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Márcio Nunes de Oliveira, apresente explicações sobre a substituição do diretor de investigação e combate ao crime organizado, Luís Flávio Zampronha, efetivada depois que Nunes assumiu o comando da PF, em fevereiro.

A determinação de Moraes foi feita dentro do inquérito que apura suspeitas de interferência indevida do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, após um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O ministro deu dez dias para que Nunes se manifeste sobre o assunto.

A Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) é considerada a principal área da cúpula da PF, por ser responsável pelas investigações contra políticos com foro privilegiado e outros grandes casos. A troca foi antecipada pelo GLOBO. Zampronha foi substituído pelo delegado Caio Rodrigo Pellim, que era superintendente da PF no Ceará.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Tudo mais parece um jogo de faz-de-conta. O inquérito não acaba nunca, embora a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal seja pública e notória, pois ele próprio a confessou, na reunião ministerial de 22 de abril de 2020, conforme a gravação que o Planalto tentou esconder.

Bolsonaro não interferiu apenas na Polícia Federal, mas também na Receita Federal e na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para blindar a família e os amigos, em suas próprias palavras. Tudo isso está mais do que provado, mas o inquérito não termina nunca. Isso é Brasil, minha gente(C.N.)  

Lula fatiou a Petrobras ao Centrão e Bolsonaro distribui nacos do MEC a aliados

Publicado em 6 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

LULA e BOLSONARO: o que eles têm em comum? - YouTube

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Eliane Cantanhêde
Estadão

A cada dia fica mais fácil, graças ao Estadão, entender o que vem acontecendo no Ministério da Educação há três anos e meio, desde a posse de Jair Bolsonaro na Presidência da República: ele, que acusa o adversário Lula de ter fatiado a Petrobras entre seus aliados, e com razão, fatiou o MEC entre os dele. Isso não sai de graça.

Está explicado por que Bolsonaro nomeou tantos incompetentes para ministro da Educação: Vélez Rodríguez não entendia nada de políticas públicas e mal falava português, Abraham Weintraub nem sabia o que acontecia no MEC, ocupado com sua guerra ideológica, Carlos Decotelli foi descartado pelo currículo tipo queijo suíço e, no fim, chegamos ao pastor Milton Ribeiro, que só abre a boca para falar besteira.

QUALQUER UM SERVIA – Tanto fazia se o ministro seria A ou B, o que importava era usar um dos três maiores orçamentos da República (mesmo depois do corte brutal definido pelo governo) para agradar à base política do presidente, ou melhor, do candidato à reeleição: os partidos do Centrão e os evangélicos, entre outros.

Primeiro, o Estadão revelou que havia um gabinete oculto, ou do culto, negociando liberação de verbas para prefeituras à custa de propinas em dinheiro, quilo de ouro, venda de bíblias… Quem cuidava disso? Os pastores Gilmar e Arilton, impostos ao MEC por Bolsonaro, segundo Milton Ribeiro, e frequentadores do Planalto, jatinhos da FAB, reuniões de cúpula no ministério e de acertos com prefeitos.

Agora, os repórteres André Shalders, Breno Pires e Julia Affonso mostrando, e comprovando, que o pregão para compra de ônibus escolares, nesta terça-feira, dia 5, embutia grande risco de superfaturamento, com preços até 55% acima do recomendado pela própria área técnica da pasta. Com a imprensa e o MP, ficou mais difícil.

CENTRÃO CAPRICHOU – Assim como os evangélicos emplacaram os dois pastores, o Centrão caprichou nas suas escolhas para o MEC: o diretor responsável pelo processo, Garigham Amarante, era da liderança do PL na Câmara, e o presidente do FNDE, que paga a conta, é Marcelo Ponte, que era funcionário do PP.

O PL é o novo partido de Bolsonaro, comandado por Valdemar Costa Neto, o do mensalão e do petrolão. O PP é a sigla de Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Arthur Lira, presidente da Câmara. O dedicado Ponte, aliás, trabalhava no gabinete de Nogueira na Câmara.

O que PL, PP, Arthur Lira e Ciro Nogueira têm a ver com educação, FNDE, ônibus escolar? E o que a bancada evangélica e os tais pastores, com MEC, prefeituras e verbas públicas? Ah! E o que Lula e os militares dizem da Petrobras sob Bolsonaro e Carlos Suarez?

União, MDB, PSDB e Cidadania anunciam o candidato da terceira via em 18 de maio

Publicado em 6 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Bruno Araújo (esq.), do PSDB, Luciano Bivar, do União, Baleia Rossi, do MDB e Roberto Freire, do Cidadania, em reunião Foto: Luiz Cervi / Divulgação

Araújo, Bivar, Rossi e Freire, na reunião que fechou o acordo

Jussara Soares
O Globo

Em comunicado conjunto divulgado nesta quarta-feira, os presidentes do União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania informaram que vão anunciar o nome de um “candidato de consenso” ao Palácio do Planalto no dia 18 de maio. Antes, na próxima semana, o União Brasil deverá indicar uma opção para concorrer à Presidência, assim como as demais siglas. A ideia é que a escolha recaia sobre um desses indicados previamente pelas legendas.

A decisão de marcar a data para o anúncio foi tomada após uma reunião em Brasília entre os presidentes dos partidos: Luciano Bivar (União Brasil), Baleia Rossi (MDB), Bruno Araújo (PSDB) e Roberto Freire (Cidadania).

A NOTA OFICIAL – “União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania, reunidos hoje em Brasília, reafirmam tratativas para apresentar um candidato(a) à Presidência da República como a alternativa no campo democrático. No próximo dia 14/04, quinta-feira, o União Brasil confirmará o nome do Partido para apreciação desse conjunto de forças políticas. O candidato(a) de consenso será anunciado(a) no dia 18/05, quarta-feira em Brasília. Conclamamos outras forças políticas democráticas para que possam se incorporar a esse projeto em defesa do Brasil e de todos os brasileiros”, informa a nota divulgada à imprensa.

O encontro com os presidentes Luciano Bivar (União Brasil), Bruno Araújo (PSDB), Baleia Rossi (MDB) e Roberto Freire (Cidadania) ocorre uma semana após o ex-juiz Sergio Moro deixar o Podemos e migrar para o União Brasil, sem garantia de que será lançado ao Palácio do Planalto.

DORIA E LEITE – Paralelamente à reunião dos dirigentes, pré-candidatos desses partidos também se movimentam nesta quarta-feira em Brasília. Pré-candidato do PSDB à Presidência, o ex-governador de São Paulo, João Doria, também está na capital onde faz uma série de reuniões.

Na semana passada, Doria ameaçou desistir da candidatura ao Planalto diante das movimentações do ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que, embora tenha perdido as prévias do PSDB, segue se articulando nos bastidores como uma opção ao Planalto.

Também nesta quarta-feira, Leite se reuniu com a senadora Simone Tebet, pré-candidata do MDB à Presidência. Na segunda-feira, o ex-governador gaúcho sinalizou que poderia sair como vice da senadora.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como diria Vinicius de Moraes, não mais que de repente as conversações sobre a terceira via passaram a transcorrer em alta velocidade. O primeiro capítulo da novela já está delineado – União, MDB, PSDB e Cidadania com um candidato só, a escolher entre Sérgio Moro, Simone Tebet, João Doria e Eduardo Leite. Falta agora concluir a negociação com o PDT, que é fundamental. Se Ciro Gomes não aceitar negociar, a terceira via não existe e será eleito um dos candidatos da sinistra polarização Lula/Bolsonaro. E o Brasil não merece… (C.N.)

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