domingo, fevereiro 06, 2022

Partidos de esquerda vivem impasse em São Paulo, prejudicando a federação liderada por Lula

Publicado em 6 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

Notícias sobre Fernando Haddad | VEJA

Lula não abre mão de Haddad e o impasse não é superado

Sérgio Roxo
O Globo

Entre os partidos de esquerda, o principal problema na eleição de São Paulo é a divisão. Hoje, as lideranças dão como certo que o campo terá, pelo menos, dois candidatos. A pulverização de nomes na disputa pode dificultar uma oportunidade, considerada inédita, de um representante dessas legendas chegar ao comando do Palácio dos Bandeirantes.

PT, PSB e PSOL ainda mantêm conversas em busca da unidade, mas os impasses são grandes. Disposto a abrir mão, pela primeira vez em sua história, de ter um nome na eleição presidencial para apoiar o petista Lula, o PSOL considera que é fundamental colocar um candidato próprio na disputa do maior estado do país para a legenda não perder força.

BOULOS DISPUTARÁ – Parte dos petistas já dá como certo que será quase impossível convencer o PSOL a abrir mão da candidatura do líder sem-teto Guilherme Boulos.

Na última terça-feira, Boulos se reuniu com Lula em São Paulo. A saída do líder sem teto da eleição paulista nem foi tratada. Nas próximas semanas, deve ocorrer uma reunião entre os comandos das siglas.

Os petistas, por sua vez, não querem abrir mão de lançar o ex-prefeito Fernando Haddad, que aparece na liderança numérica das pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-governador Geraldo Alckmin.

A retirada de Haddad é uma exigência feita pelo PSB para fechar o apoio a Lula. Os socialistas querem que o PT embarque na candidatura do ex-governador Márcio França.

FEDERAÇÃO – Além da união na disputa presidencial, PT e PSB discutem a formação de uma federação partidária. Nesse cenário, só é permitido um candidato por estado.

Tanto França como Haddad participaram ativamente das articulações que levaram Alckmin a se aproximar de Lula. E o ex-governador pode sacramentar, em breve, o acordo para ser vice do petista.

Diante do impasse entre Haddad e França, chegou a ser proposta a realização de uma pesquisa para definir qual dos dois seria o candidato, mas, por enquanto, há divergência sobre como seria esse levantamento.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Nada de novo no front ocidental, diria o escritor Erick Maria Remarque. A união das esquerdas ainda segue por rumos desencontrados. (C.N.)

Renan detona Deltan: pivete com longa ficha corrida, que pagará por seus crimes

 5 de fevereiro de 2022, 20:21 h

Senador diz que o ex-procurador que comandou a Lava Jato, operação que desempregou 4,4 milhões de brasileiros, ainda responderá por muitos crimes.

www.brasil247.com - Renan Calheiros / Deltan Dallagnol

Renan Calheiros / Deltan Dallagnol (Foto: Agência Brasil)

247 – O senador Renan Calheiros (MDB-AL) bateu duro no ex-procurador Deltan Dallagnol, que comandou a Lava Jato, operação que desempregou 4,4 milhões de brasileiros, segundo o Dieese, e tinha claros objetivos políticos, como demonstra a própria candidatura a deputado do personagem, assim como a de seu parceiro, o ex-juiz suspeito Sergio Moro. Confira o tweet de Renan, em que ele reage a um vídeo de Dallagnol postado hoje. Confira e saiba mais:


O advogado Rodrigo Tacla Duran publicou neste sábado (5) pelo Instagram um duro texto com ácidas críticas ao ex-procurador e ex-chefe da Lava Jato Deltan Dallagnol (Podemos), pré-candidato a deputado federal. 

Duran reagiu a um vídeo de Dallagnol no qual o ex-procurador qualifica como "absurda" a decisão do subprocurador-geral Lucas Furtado de pedir o bloqueio dos bens do ex-juiz Sergio Moro (Podemos) por suspeita de soneção fiscal. Dallagnol diz que a medida representa uma perseguição ao combate à corrupção supostamente representado por ele e Moro. 

Segundo Duran, o vídeo de Dallagnol é "o retrato do canalha, pilantra e sem vergonha" que é o ex-procurador. "É o mais puro retrato de desespero de quem tem medo de ser investigado!", afirmou também.

O advogado lembrou que Dallagnol, em conluio com Moro, que mais tarde foi declardo parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos processos contra o ex-presidente Lula (PT), 'nunca se preocupou em provar nada' contra os investigados da Lava Jato. "Acusaram sem provas, por mero interesse politico e pessoal sem qualquer preocupação com o devido processo legal".

Leia o texto de Duran na íntegra:

"Este seu vídeo, Deltan, é o retrato do canalha, pilantra e sem vergonha. Abatido, magro (deve ser de muito jejum) com essa cara chorosa de desespero, parando o carro no meio da rua... Você sabe bem o que fez em conluio com o Russo - Sergio Moro. Você sabe que usurparam da função e corromperam o sistema judicial brasileiro. Esse é o mais puro retrato de desespero de quem tem medo de ser investigado!

As suas explicações tem alguns pontos constrangedores.

Para 'demonstrar' sua inocência apresenta três vídeos próprios… Tipo os 'PowerPoints' que você mesmo produzia para acusar os outros, agora se auto proclamando que é inocente. Realmente você é uma comédia. Você e o Russo nunca se preocuparam em provar nada. Acusaram sem provas, por mero interesse politico e pessoal sem qualquer preocupação com o devido processo legal.

Habituado a agir em conluio com o Russo e outros procuradores e autoridades, blindando companheiros de partido e atacando inimigos políticos, agora ousa atacar as autoridades que estão lhe investigando que supostamente estariam agindo combinados e que irá pedir indenização… Você é um verdadeiro safado e palhaço. O pilantra ainda quer faturar indenização…

O seu Telegram tanto usado para se comunicar com o Russo e com o Kremlin [apelido dado pela Lava Jato ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região] revelou que você é uma figura abjeta que manchou de maneira indelével o MPF e o direito brasileiro. Não se prestou nem para acusador, nem fiscal da lei, porque inúmeras vezes, como verdadeiro canalha que você é, ria gozando das pessoas que você perseguia munido da sua 'carteirada'. Agora com essa cara chorosa, preocupado, magro ainda quer se eleger deputado para tentar se salvar de todos os crimes que praticou junto com seu companheiro de partido, o Russo".

https://www.brasil247.com/brasil/renan-detona-deltan-pivete-com-longa-ficha-corrida-que-pagara-por-seus-crimes



sábado, fevereiro 05, 2022

Weintraub intimado a depor na PF | Bolsonaro ataca Doria | BBB 22

 

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O Cafezinho

 


Saiba como tirar o primeiro título eleitoral pela internet

Devido à pandemia de Covid-19, o(a) eleitor(a) deve alistar-se pelo sistema TítuloNet (Foto: TSE)

em 5 fev, 2022 16:50

As eleições deste ano vão acontecer em 2 de outubro, no entanto, o brasileiro que completou 18 anos é obrigado a votar. Com isso, ele deve tirar  o título eleitoral.

Como forma de prevenir o contágio pelo novo coronavírus, a justiça eleitoral passou a realizar a emissão do título de forma on-line, por meio do sistema TítuloNet, utilizando computador, tablet ou celular. Para tanto, basta acessar o sistema,  selecionar a opção “não tenho” na guia “Título de eleitor” e preencher os campos indicados com os dados pessoais: nome completo, e-mail, número do RG, local de nascimento.

De acordo com  o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE), além dessas informações, é preciso anexar pelo menos quatro fotografias ao requerimento para comprovar a identidade do requerente: a primeira delas, fotografia (selfie) segurando o documento oficial de identificação ao lado do rosto; as duas seguintes são da própria documentação utilizada na primeira foto. Por fim, é necessário juntar um comprovante de residência.

Homens com idade entre 18 e 45 anos devem enviar ainda o comprovante de quitação referente ao serviço militar. As imagens devem estar legíveis. Caso contrário, a solicitação pode ser negada pela Justiça Eleitoral.

Acompanhamento

O pedido de emissão do documento também pode ser acompanhado pela internet: basta acessar a guia “Acompanhar Requerimento”  e informar o número do protocolo gerado na primeira fase do atendimento.

Após o processamento dos dados, caso não haja pendências, o eleitor poderá baixar o aplicativo e-Título no celular e, assim, utilizar a versão digital do documento, dispensando o título em papel. O app permite o acesso fácil e rápido às informações pessoais do(a) interessado(a)armazenadas no banco de dados da Justiça Eleitoral.

*Com informações do TRE/SE

INFONET


Supremo tenta ​impor limites às operações policiais no Rio, para diminuir o número de mortes

Publicado em 5 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

STF retoma atividades nesta segunda; confira os principais julgamentos do semestre | Política | G1

Supremo é acionado até para intervir na segurança pública

José Carlos Werneck

O Supremo Tribunal Federal definiu, nesta quinta-feira, o alcance da liminar que limitou a realização de operações policiais em comunidades do Estado do Rio de Janeiro durante a pandemia da covid-19. Entre outros pontos, o plenário determinou que o estado encaminhe ao Tribunal, em até 90 dias, um plano visando à redução da letalidade policial e ao controle de violações de direitos humanos pelas forças de segurança.

Também foi ressaltada a importância do tema e identificada, no Rio de Janeiro, uma situação de práticas policiais que contrariam os direitos e os deveres estabelecidos na Constituição Federal, o que levou à determinação de tais medidas.

DIREITO À VIDA – Os magistrados observaram que a matéria diz respeito aos direitos humanos e está relacionada aos direitos à vida e à segurança pública, que devem ser assegurados pelo Estado e seus órgãos de segurança.

Foi estabelecido que o uso da força letal por agentes do Estado só deve ocorrer depois de esgotados todos os demais meios e em situações necessárias para a proteção da vida ou a prevenção de dano sério, decorrente de ameaça concreta e iminente.

Com isso o plenário seguiu o voto do relator, ministro Edson Fachin, visando à redução da letalidade policial, porém sem excluir das comunidades cariocas a atuação dos serviços de segurança pública.

UNANIMIDADE – Foi definido o alcance das medidas propostas pelo ministro Edson Fachin, que, na maioria dos pontos, foi seguido por unanimidade.

Uma dessas medidas é a elaboração do plano, que deve conter ações objetivas para a redução da letalidade policial, cronograma e previsão dos recursos necessários para sua implementação.

Igualmente unânime foi a adesão à proposta de criação de um observatório judicial sobre polícia cidadã, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, para acompanhar o cumprimento da decisão liminar.

O grupo será formado por pesquisadores e representantes do Supremo, das polícias e das entidades da sociedade civil, a serem designados pelo presidente do Tribunal após a aprovação de seus integrantes pelo plenário.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muito oportuna a matéria de José Carlos Werneck, sobre a violência no Rio de Janeiro, que não é diferente das outras cidades, o que difere é a estatística. Como se sabe, o índice de letalidade civil é diretamente proporcional ao número de operações policiais efetuadas. Quanto mais operações, mais mortes – simples assim. Ou seja, tem de ser calculado em média ponderada. Mas a estatística no Rio é erroneamente feita com base em cálculo simples, isto é, quantas pessoas morreram em operações em um ano, em comparação ao ano anterior. Ocorre que, quando Wilson Witzel assumiu o governo, determinou que as Polícias Militar e Civil aumentassem o número de operações, e isso foi feito. Em 2019, por exemplo, houve crescimento de 25% nas operações. Portanto, para verificar se a letalidade aumentou ou diminuiu, seria preciso fazer a média ponderada. Como houve mais 25% em operações, para manter o mesmo nível do ano anterior, a letalidade teria também de subir 25%. Por incrível que pareça, subiu menos, apenas 18%, indicando que o percentual de mortos caíra 7%. Na verdade, a letalidade policial diminuiu, mas a imprensa alardeou o aumento de 18%, porque as estatísticas continuam sendo feitas somente em cálculos simples, sem média ponderada, denegrindo a imagem da Polícia e fazendo o Supremo ser acionado e tudo o mais, vejam a que ponto de amadorismo administrativo este país chegou. Mas quem se interessa? (C.N.)


Estratégia de Bolsonaro é sempre culpar os outros, para se eximir das responsabilidades

Publicado em 5 de fevereiro de 2022 por Tribuna da Internet

Quero ver Moro discursando num carro de som, ironiza Bolsonaro | DLNews

Bolsonaro tenta agradar o público sem assumir os problemas

Eliane Cantânhede
Estadão

Bem que alguns ministros queriam tirar o protagonismo do Supremo no ano eleitoral, mas a realidade não permite. Tão vilipendiada nestes novos tempos, ela, a realidade, perde daqui e dali para as fake news, mas, no geral, ainda se sobrepõe às vontades e maquinações.

A nova crise com o Planalto é pelo “direito ao silêncio” do presidente Jair Bolsonaro sobre o vazamento ilegal de um processo sigiloso da Polícia Federal, mas não é única. A pauta do Supremo é recheada de temas ligados direta ou indiretamente a Bolsonaro.

VEJAS AS ACUSAÇÕES – São cinco inquéritos contra ele: vazamento ilegal do inquérito da PF, prevaricação nas vacinas da Covaxin, ataques às urnas eletrônicas, fake news associando vacinas contra a covid à aids e o primeiro deles, por interferência política na PF. São graves, mas não devem dar em nada, porque a eleição está bem aí à frente e o Supremo não vai incendiar o País, com economia patinando e miséria grassando.

Há ainda casos que envolvem interesses conflitantes do governo, da sociedade e do País, como o marco regulatório das terras indígenas, a ferrovia Ferrogrão e as rachadinhas – o alvo é outro, mas qualquer decisão resvalará para o 01, senador Flávio Bolsonaro.

E há uma sucessão de provocações de Bolsonaro para cutucar adversários, jogar governadores, prefeitos e os próprios ministros do STF contra a parede e só ele se dar bem.

TUDO BEM CALCULADO -Esse jogo de xadrez não sai da cabeça de Bolsonaro, mas de filhos e articuladores de fake news, ataques baixos e contrainformação. Tudo bem calculado e amplificado pelas redes bolsonaristas.

Exemplo fresquinho e didático: Bolsonaro, que se esbaldou de jet ski enquanto a Bahia afundava em tragédia, anunciou ontem que visitará São Paulo. A armadilha é que João Doria e os críticos do presidente não podem elogiar nem condenar. Seria fazer o jogo dele em qualquer hipótese.

Bolsonaro nunca tem nada a ver com preços, tragédias, crise social, ambiental, da educação, da saúde… Joga sempre a responsabilidade para governadores, adversários, mídia, Supremo. Ele fez tudo errado na pandemia? A culpa é deles. Denunciou a urna eletrônica? Eles reagiram. Lutou pelo marco temporal? Eles vetam.

PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS – Bolsonaro teve de recuar da intervenção nos preços da Petrobras e pôs a culpa no ICMS, logo, nos governadores.

E depois de jogar a bomba dos 33,24% no piso salarial dos professores, diverte-se com a reação de governadores e prefeitos e a saia-justa do Supremo.

Todo mundo defende os professores, mas sem explodir as contas públicas. Bolsonaro cria o problema, a Federação e as instituições que se virem para consertar e explicar o óbvio.

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