sábado, setembro 11, 2021

Cidadania aprova pré-candidatura do senador Alessandro Vieira à Presidência em 2022

Publicado em 10 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Alessandro Vieira decide ser pré-candidato à Presidência Sergipe Notícias

Excelente atuação na CPI deu projeção a Alessandro Vieira

Lauriberto Pompeu
Estadão

O Cidadania anunciou nesta sexta-feira, 10, que aprovou a escolha do o senador Alessandro Vieira (SE) como pré-candidato à Presidência da República. O parlamentar de primeiro mandato se notabilizou recentemente pela participação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. De acordo com nota do senador, ele foi escolhido por unanimidade pela Executiva Nacional do partido.

A decisão do partido aumenta o congestionamento nos nomes que se classificam como “terceira via” na disputa eleitoral de 2022, como uma alternativa à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

NÃO ME REPRESENTAM – “Não sou representado pela permanência de Bolsonaro no poder ou pelo retorno de Lula. Sei que milhões de brasileiros têm o mesmo sentimento”, afirmou Alessandro, por meio de nota.

Apesar da escolha de pré-candidatura há mais de um ano antes da eleição, o Cidadania faz parte do grupo de legendas que tentam construir uma candidatura em comum, do qual também fazem parte PSDB, DEM, MDB, PV, Podemos, PSL, Novo e Solidariedade.

Pelo PDT, Ciro Gomes também tenta reunir o apoio de siglas de centro para ser a alternativa mais viável a Lula e Bolsonaro, mas não abre mão de tentar disputar o Planalto e não sinalizou o compromisso de se aliar aos outros partidos.

TERCEIRA VIA – Com exceção do político do PDT e dispersos em várias possibilidades de candidaturas, os concorrentes da chamada terceira via não conseguiram até agora marcar mais de 10% nas pesquisas eleitorais de primeiro turno.

Além de Alessandro, ainda há uma profusão de nomes que são apontados como candidatos dentro dos nove partidos: os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS), a senadora Simone Tebet (MDB), o apresentador José Luiz Datena (PSL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Luiz Henrique Mandetta (DEM), o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.

Recuo vexatório de Bolsonaro é um monumento à hipocrisia e não engana a mais ninguém

Publicado em 11 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

BOM DIA, AROEIRA!

Charge do Aroeira (Portal O Dia/RJ)

Vicente Limongi Netto

Parabéns ao ex-presidente Michel Temer pela façanha de colocar migalhas de bom senso e patriotismo na cabeça oca de Jair Bolsonaro. O recuo é um colossal monumento a hipocrisia. Bons e sinceros sentimentos passam longe. Bolsonaro não engana brasileiros que raciocinam com a própria cabeça.

O tom é de um desesperado chefe da nação que admite, por ora, que disse montes de asnices nas manifestações do Dia da Independência. A nota, repleta de salamaleques, visa tentar tirar do atoleiro político um presidente destrambelhado e irresponsável.

TAREFA DE NOGUEIRA – O constitucionalista Michel Temer conseguiu amenizar o espírito azedo e açodado de Bolsonaro. Era tarefa do chefe da Casa Civil, senador Ciro Nogueira, até agora sem êxito. Aliás, o que Nogueira faz de útil pela governabilidade?

Restava saber por quanto tempo Bolsonaro conseguiria manter as aparências de cordeiro, aliadas a um tom da sensatez e do equilíbrio, necessários para o país voltar a trilhar o caminho do respeito as instituições.

Mas a mudança não demorou nem 24 horas. Na quinta-feira, dia 9, lá estava Bolsonaro a ofender novamente o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que lhe deu uma bela traulitada, ao abrir a sessão do TSE.

PALAVRAS DURAS – Fico honrado ao ver o presidente do TSE, ministro Roberto Barroso, usar palavras duras sobre Bolsonaro. Traçando autêntico perfil do mito de plástico.  Algumas delas usadas e reiteradas por mim, nas redes sociais, sobretudo na Tribuna da Internet.

Definições e expressões como “sem compostura”, “farsante”, “motivo de chacota no exterior”, “agressão”. Aliás, ameaças e xingamentos são armas dos fracos etc. Os arquivos não mentem.

MP DESTRAMBELHADA – Por fim, enfáticos aplausos ao presidente do Senado e do Congresso, senador Rodrigo Pacheco, por decidir devolver ao Palácio do Planalto o papelucho indecoroso em forma de Medida Provisória que desqualifica e ultraja o Marco da Internet, além de blindar, descaradamente as fake news do Gabinete do Ódio.

A atitude firme e serena de Rodrigo Pacheco enfatiza e exige que Bolsonaro respeite o Congresso Nacional. Até porque o Parlamento não é latrina do Executivo.

Bolsonaro achava que o poder delegado pelos eleitores extrapolava limites constitucionais

Publicado em 11 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Melhores charges Bolsonaro x Covid 19

Charge do Flávio Luiz (Arquivo Google)

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro demonstrou grande capacidade de mobilização no dia 7 de setembro. Maior do que a oposição imaginava, porém, menor do que gostaria que fosse, para ir adiante no seu projeto de emparedar o Supremo Tribunal Federal (STF) e/ou dar um golpe de Estado. Grande o suficiente para garantir uma base parlamentar capaz de barrar um processo de impeachment, como ficou claro no pronunciamento do presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL). Não o bastante para intimidar o STF, como deixou claro o seu presidente, ministro Luiz Fux.

O país está prisioneiro de uma armadilha criada pelo presidente da República. É um impasse no qual as pesquisas de opinião apontam o seu enfraquecimento, mas não ainda o suficiente para inviabilizar sua presença no segundo turno. Bolsonaro perde a expectativa de reeleição, mas continua controlando a forma mais concentrada de poder: o governo, que arrecada, normatiza e coage.

GESTÃO DESASTROSA – Sua gestão é um desastre multifacetado, que turva o horizonte político e econômico e agrava os problemas sociais, é certo. Mesmo assim, Bolsonaro contém a expetativa de poder da oposição, gerada principalmente pelo favoritismo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a ameaça de impedir as eleições ou não aceitar seu resultado. Ou seja, de não deixar que o petista tome posse, caso vença as eleições, como ameaçara Carlos Lacerda na campanha eleitoral de 1950.

Como diria o Barão de Itararé, tudo seria fácil se não fossem as dificuldades. Os episódios do Dia da Independência e os de quarta-feira, com os pronunciamentos do presidente da Câmara e do presidente do Supremo, refletem o outro lado da mobilização bolsonarista.

Além de uma fieira de crimes eleitorais — propaganda antecipada, uso indevido de recursos públicos, financiamento ilegal etc. —, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade ao atacar o Supremo e dizer que não aceitaria decisões do ministro Alexandre de Moraes.

PROCESSO POLÍTICO – A premissa de um processo de impeachment já está dada; a forma, ainda não. É um processo político, que somente começa quando o presidente da Câmara tira da gaveta um dos pedidos de impeachment.

Bolsonaro lançar suas falanges políticas contra as instituições, que trata como se fosse a oposição e não Poderes e/ou agências de Estado, foi um erro crasso. Em vez de sair do isolamento e retomar a capacidade de iniciativa política, acabou mais isolado ainda.

Criou um clima favorável ao surgimento de uma candidatura de centro, comprometida com a democracia, ou seja, alternativa a ele próprio, e não a Lula. O monitoramento das redes sociais pelas agências de risco aponta nessa direção.

TERCEIRA VIA – Há pré-candidatos assumidos: Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Alessandro Vieira (Cidadania), ou que se fingem de mortos — Sérgio Moro (sem partido) e Rodrigo Pacheco (DEM). Quem conseguir galvanizar “a direita da esquerda e a esquerda da direita” do eleitorado pode emergir como alternativa de poder e chegar ao segundo turno. Seus partidos já dialogam intensamente, em busca de uma coalizão contra Bolsonaro.

É muito difícil entender a cabeça do presidente da República, porque ele foge aos paradigmas tradicionais da política e da normalidade institucional. Mas é possível definir o caráter bonapartista de seu governo, em conflito com a Constituição de 1988 e hegemonizado por três generais amigos — o ministro da Defesa, Braga Netto, o golpista; Eduardo Ramos, secretário-geral da Presidência, o mais amigo, e Augusto Heleno, chefe do Serviço de Segurança Institucional, o ideólogo —, e pelos filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o articulador empresarial; o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que coordena os grupos de extrema direta; e o vereador carioca Carlos Bolsonaro, o grande operador de suas redes sociais.

MEROS COADJUVANTES – Os demais ministros são meros coadjuvantes, mesmo o novo chefe da Casa Civil, senador Ciro Nogueira (PP-PI), que entrou no governo para tirar Bolsonaro do isolamento e foi engolido pela radicalização.

A estratégia de Bolsonaro é politizar ao máximo o fracasso econômico e administrativo, deslocando o eixo da discussão dos problemas reais da população e transferindo responsabilidades para governadores, prefeitos e os demais Poderes, na linha de que o Judiciário não deixa o presidente da República governar, nem o Congresso aprova as reformas.

Bolsonaro tem uma interpretação do Poder delegado pelos eleitores à Presidência que extrapola seus limites constitucionais, vem daí o conflito institucional. Ontem, apoiadores mais radicais e truculentos tentaram invadir o Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro incitou-os e sinalizou que pretende mobilizá-los para impedir as eleições de 2022, na véspera, uma ameaça muito grave à democracia.

Esticando a agonia, o país é refém de políticos que só pensam no seu custo de oportunidade

Publicado em 11 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Arthur Lira cria comissão especial da Reforma Administrativa - DIAP -  Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar

Arthur Lira vai embromando, embromando, embromando…

William Waack
Estadão

Jair Bolsonaro conseguiu no 7 de Setembro tirar o último resquício de medo que se pudesse ter dele como personagem político capaz de levar adiante qualquer operação golpista de grande porte. Ele demonstrou não comandar instrumentos de força que, no fim das contas, acabam sendo decisivos em embates nos quais se antecipa possível emprego de violência física.

Chamam a atenção dois aspectos. O primeiro é o fato de que não ocorreu a temida insubordinação das PMs contra os governadores, que Bolsonaro ataca como inimigos.

PARTICIPAÇÃO PONTUAL – Confirmaram-se as avaliações de serviços de inteligência militares segundo os quais haveria apenas participação pontual de policiais no delírio de rua bolsonarista. Somado à recusa das cadeias de comando das Forças Armadas a embarcar na aventura política, fica evidente que o presidente não manda nas armas.

Talvez o que mais desespere Bolsonaro seja o segundo aspecto associado ao 7 de Setembro: o fato de ele não ter comando também sobre a Polícia Federal. Em qualquer projeto de golpe é essencial algum tipo de ferramenta de intimidação judicial e/ou policial sobre adversários (além da força militar), e o que está acontecendo é exatamente o contrário.

A PF, que é uma polícia judicial, obedece meticulosamente ao STF (na cabeça de Bolsonaro, leia-se Alexandre de Moraes). E intimidados estão sendo os bolsonaristas.

 

TRABALHAR NO PROCESSO – Vem daí a certa tranquilidade dos ministros do STF em assumir, nas deliberações internas, que a melhor resposta aos desafios de Bolsonaro ainda é “trabalhar dentro do processo”.

Preocupado em não criar o fato jurídico contra si mesmo, Bolsonaro está sendo levado a cometer o erro básico de diletantes em golpes, que consiste em proferir ameaças sem a indicação de atos concretos para realizá-las. Sim, o palavrório consegue excitar a imbecilidade dos fanáticos.

Mas, ao contrário de muitos juristas, e em parte do próprio STF, no entender da PGR até aqui “ameaça verbal” não é “atentado ao estado de direito” – portanto, denunciar Bolsonaro por crime de responsabilidade cabe à esfera política. Foi o que Aras e Fux fizeram na quarta-feira.

CONTRA SI MESMO – É nesse âmbito que o esbravejador, desprovido de qualquer senso de estratégia, está criando o “momento” contra si mesmo. Diminuiu o conforto do Centrão em apoiá-lo, embora sejam esses caciques os donos do cofre e da agenda política.

Esses agentes políticos não são totalmente imunes à perda de apoio das elites empresariais, que está se alastrando para os segmentos médios da economia. O cálculo político nos setores dirigentes da economia é brutalmente simples: há perspectivas ainda de melhora da situação sob Bolsonaro? O “não” como resposta está crescendo.

Pior ainda para Bolsonaro e para o Centrão: a imprevisibilidade e a turbulência políticas dos últimos meses tiveram impacto na confiança em geral dos agentes econômicos. Desconfiança e incertezas se traduziram em números (como expectativa de inflação, juros e crescimento medíocre do PIB) que, por sua vez, reforçam o desânimo, a apatia e o sentimento generalizado nesses mesmos agentes. Bolsonaro não está atuando para quebrar essa espiral. Ao contrário, o 7 de Setembro acentuou a noção subjetiva de que pela frente só teremos tempos ainda piores do ponto de vista político.

NAS MÃOS DE LIRA – Diante desse cenário, o 7 de Setembro transformou em ator central e decisivo o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. É ele quem pode apressar o fim da agonia da qual Bolsonaro virou sinônimo.

Mas, pela sua biografia e posturas políticas, Lira é a personificação do patrimonialismo, do regionalismo da política, do corporativismo e da incapacidade das elites políticas em particular e das elites dirigentes em geral de estabelecer qualquer coisa parecida com um projeto de nação. Seria ilusório esperar dele um gesto de coragem.

Assim, não só Bolsonaro, mas o Brasil inteiro, tornou-se refém do Centrão – entendido como um conjunto de forças políticas amorfas que cuidam apenas de seus interesses políticos imediatos. Para as quais o único custo que importa é o de oportunidade. Bolsonaro, pelo jeito, ainda vale a pena. Agonia alheia não dói.

Recuo de Bolsonaro abalou o esquema de apoiadores do governo nas redes sociais

Publicado em 11 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Moares 'paga pra ver' e manda prender provocadores bolsonaristas - TIJOLAÇO

Charge do Amarildo (Arquivo Google)

Alberto Bombig e Matheus Lara
Estadão

A pedido da Coluna do Estadão, a Bites Consultoria analisou as publicações de bolsonaristas nas redes sociais durante as paralisações dos caminhoneiros até logo após a divulgação da carta de recuo de Bolsonaro. Foram cerca de 822 mil publicações – em média 40 mil por hora – e três ondas diferentes foram percebidas.

Na primeira, na noite de quarta, antes da divulgação do áudio em que o presidente pedia o fim da paralisação, a tendência era de apoio irrestrito ao ato. Na manhã de quinta, a direita se mostrava preocupada em justificar o ato e debelar os protestos. Após a nota de Bolsonaro sobre o STF, já aparecia rachada entre apoiar o ato ou manter fidelidade a ele.

DECEPÇÃO – Incentivada por Temer, a carta de Bolsonaro em tom de desculpas a Alexandre de Moraes fez apoiadores do presidente em grupos do WhatsApp se agilizarem em pedir calma.

Essa mesma “decepção” também foi o primeiro sentimento quando do rompimento com o ex-ministro Sérgio Moro, que saiu atirando e acertando no presidente.

Bolsonaristas radicais, como o blogueiro Allan dos Santos e o PTB de Roberto Jefferson, preso por ordem do Supremo, criticaram a nota. “Não se transige à tirania”, disse a sigla, como mostrou a Coluna.

TEMER LAUREADO – Na verdade, é dura a vida de quem tem de lidar com Jair Bolsonaro. Os ministros Ciro Nogueira e Flávia Arruda suaram a camisa depois da terça-feira do 7 de Setembro para convencer o presidente a desarmar o espírito e estender a mão ao Supremo, mas tomaram um “chapéu” do presidente. Fizeram a cama, nas palavras de um palaciano, mas quem deitou nela e ficou com a fama foi Michel Temer, muito à vontade no papel de “pacificador”.

O ex-presidente ainda conservou a imagem de “independente”: na mesma terça fatídica, chancelou, com Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, a dura nota do MDB contra Bolsonaro.

TIROTEIO BRABO – Bolsonaro se entendia com Temer e os “moderados” do Planalto, junto com Arthur Lira, presidente da Câmara, trabalhavam pelo armistício entre Poderes. Ao mesmo tempo, porém, Baleia Rossi (SP), presidente nacional do MDB, castigava o governo e Bolsonaro na GloboNews.

Segundo um conhecedor das tramas do Planalto, o “erro” de Lira e de Nogueira foi figurarem em reportagens da imprensa no papel de “fiadores” da estabilidade e da moderação, capazes de frear Bolsonaro. Esqueceram-se de combinar com o presidente. Bolsonaro fica contrariado com essas declarações e gosta de fazer justamente o contrário.

Por fim, até o pronunciamento de Arthur Lira após o 7 de Setembro foi lido como muito duro por gente importante do Planalto e do Congresso. O discurso de Luiz Fux então…

sexta-feira, setembro 10, 2021

Nada tenho a comentar

 

                                       Foto Divulgação


Estou recebendo vários áudios e prints a respeito do vereador Zé Miúdo, como consta do título, nada tenho a comentar, se o vereador irá votar em candidato A ou B, é problema dele, da direção do partido e do grupo.

Apenas como cidadão tenho que cobrar  que todos eles, independente que sejam de situação ou oposição, que cumpram com seu dever de fiscalizar, cobrar e denunciar se for o caso já que para isso foram eleitos, e são pagos com o dinheiro do povo.


Parlamentares articulam derrubar a MP que blinda fake news do “Gabinete do Ódio”

Publicado em 10 de setembro de 2021 por Tribuna da Internet

Pin em Charges

Charge do Alpino (Yahoo Notícias)

Gerson Camarotti
G1 Brasília

Integrantes da cúpula do Congresso Nacional ouvidos pelo blog avaliam uma reação forte à Medida Provisória, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, que estabelece regras para uso e moderação de redes sociais e limita a remoção de conteúdos.

A MP foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta segunda-feira (6) e altera o Marco Civil da Internet, lei que regulamenta o uso da rede no Brasil. Medidas provisórias são editadas pelo presidente e têm força de lei por até 120 dias. Precisam, contudo, de aprovação do Congresso Nacional para se tornarem leis em definitivo.

DERRUBAR O MÉRITO – Senadores e deputados articulam uma análise rápida para derrubar a MP no mérito ou mesmo rejeitá-la na admissibilidade por considerar que não atende aos requisitos de relevância e urgência, exigidos pela Constituição.

Questionado pelo blog se o Legislativo pode barrar essa MP na admissibilidade, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), respondeu: “Ainda não avaliei”.

No entanto, senadores ouvidos pelo blog viram com preocupação a edição da medida provisória sem fundamento jurídico. “Essa MP encoraja agressões nas redes sociais. Vira uma terra sem lei. O achincalhamento vira paralelamente ao completo descrédito das instituições”, ressaltou um senador.

DIREITOS E GARANTIAS – A medida provisória estabelece “direitos e garantias” aos usuários de redes sociais e define regras para a moderação de conteúdos nas redes sociais.

Pelo texto, é necessário haver uma “justa causa” e “motivação” nos casos de “cancelamento ou suspensão de funcionalidades de contas ou perfis mantidos pelos usuários de redes sociais”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em tradução simultânea, o objetivo da Medida Provisória é dificultar que fake news sejam deletadas nas redes sociais, vejam a que ponto o governo é primário e despreparado. Isso significa que a Assessoria Jurídica do Planalto continua sendo orientada por Jorge Oliveira, aquele major da PM que se formou em Direito e diz que se considera “jurista”, sem nada entender de Direito e acabou sendo ministro do Tribunal de Contas da União, sem o menor merecimento, salvo ser amigo da família Bolsonaro(C.N.)


Sextooouuu, começou mais um final de semana com a esculhambação no hospital de Jeremoabo

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Quando o COVID-19 estava contaminando todo mundo, nesse mesmo hospital colocaram num mesmo cômodo 10(dez)pessoas contaminadas sendo acompanhadas por seus familiares.

Hoje que o Covid-19 está praticamente sob controle, muita gente  vacinada, uma senhora da Zona Rural, chega com sua filha passando mal, não permitiram que a mesma permanecesse  acompanhando sua filha, já que a mesma está num quarto sozinha.

É por essa e outras, que o povo se revolta como vem se tornando rotina;  a diretoria do hospital ao invés de tratar os paciente com humanidade, respeito e dignidade, a atitude que toma é chamar a polícia, como se um doente que busca socorro fosse algum marginal.

Infelizmente o povo está tendo o (des)governo que escolheu. 

Nota da redação deste Blog - Esse vídeo está rolando nas redes sociais, porém, recebi agora  à noite por intermédio de um cidadão de Jeremoabo revoltado com essa covardia .

Será que não estão satisfeitos com a barbaridade praticada contra os doentes de câncer que se deslocam para tratamento em Salvador?

Cuidado com a lei do retorno, ela poderá até tardar, porém não falha

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