quarta-feira, agosto 18, 2021
PF diz que esquema de difusão de fake news tem Bolsonaro como “figura central”
Posted: 17 Aug 2021 05:19 AM PDT No relatório que fundamentou a decisão do ministro Felipe Salomão de suspender a monetização de canais bolsonaristas, a delegada Denise Dias Rosas afirma que a prática de difusão de “supostas fraudes no processo eleitoral com o emprego de urnas eletrônicas” tem o presidente Jair Bolsonaro como “figura central”. As investigações identificaram “um processo de dupla sustentação: os canais que repercutem as insinuações ganham com o número de visualizações geradoras da monetização; de outro lado, fortalece-se a narrativa do emissor pela multiplicidade de canais que reiteram a mensagem”. De acordo com a Polícia Federal, os canais se realimentam mutuamente com difusões de outros canais (ex. lives), ampliando o lucro com a monetização. “Quanto mais polêmica e afrontosa às instituições for a mensagem, maior o impacto no número de visualizações e doações, reverberando na quantidade de canais e no alcance do maior número de pessoas, aumentando a polarização e gerando instabilidade por alimentar a suspeição do processo eleitoral, ao mesmo tempo que promove a antecipação da campanha de 2022 por meio das redes sociais.” O corregedor eleitoral determinou a suspensão da monetização dos canais bolsonaristas — seriam mais de 50 — nas plataformas Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e Twitch.TV. O ministro também obrigou as plataformas a deixarem de usar algoritmos que sugiram perfis com claro teor desinformativo e político-ideológico. Para Salomão, o esquema de difusão de fake news “corrói a confiança da população no processo eleitoral, que consubstancia uma das bases do Estado Democrático de Direito”. As informações são do Antagonista.
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Operação da Polícia Federal investiga desvio de R$ 1,2 bilhão da saúde em recursos da pandemia, utilizando organizações sociais
Posted: 18 Aug 2021 03:59 AM PDT
| Foto: Divulgação/PF |
Cerca de 400 policiais federais, além de servidores da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, cumprem 95 mandados de busca e apreensão, 54 mandados de prisão temporária e seis mandados de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal de Belém, nos estados do Pará, São Paulo, Goiás, Ceará, Amazonas, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (18) a Operação Reditus, segunda fase da Operação SOS, para combater o desvio de recursos públicos na área da Saúde por meio da contratação de organizações sociais para gestão de hospitais públicos no Pará. O objetivo principal desta fase é esclarecer fatos relacionados aos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais apontados no decorrer das apurações.
Cerca de 400 policiais federais, além de servidores da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, cumprem 95 mandados de busca e apreensão, 54 mandados de prisão temporária e seis mandados de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal de Belém, nos estados do Pará, São Paulo, Goiás, Ceará, Amazonas, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso.
Os contratos investigados ultrapassam R$ 1,2 bilhão e envolvem quatro organizações sociais, cinco hospitais regionais e quatro hospitais de campanha montados para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
De acordo com as investigações, o governo estadual efetuava repasses de verba às Organizações Sociais contratadas e estas subcontratavam outras empresas para prestarem serviços nas unidades de saúde geridas pelo grupo criminoso, prática conhecida como “quarteirização”.
Depois disso, os serviços subcontratados eram superfaturados ou nem sequer eram prestados, permitindo que a verba que deveria ser destinada à aquisição de bens ou serviços retornasse para os integrantes da organização criminosa por meio de um complexo esquema de lavagem de dinheiro.
Além dos mandados de busca e apreensão e prisão, foi determinada a suspensão das atividades de duas empresas utilizadas para lavagem de capitais, o sequestro de bens móveis e imóveis pertencentes ao principal operador financeiro do esquema, avaliados em mais de R$ 150 milhões, bem como o bloqueio de valores presentes nas contas bancárias das pessoas físicas e jurídicas investigadas que, somados podem alcançar mais de R$ 800 milhões.
REDITUS, em latim, significa regresso, volta; noutros moldes, o mesmo que retorno. Na investigação apurou-se que os integrantes do grupo criminoso costumavam chamar os valores desviados de “volta”.
Com infinformações da Polícia Federal.
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Seis das 20 cidades com maior saldo com o PNAE estão abaixo de 100º em IDH na BA
por Mari Leal / Mauricio Leiro

Das 20 cidades baianas com maior saldo até julho de 2021 no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), seis estão abaixo da 100º posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Ao todo, os municípios baianos possuem R$ 38.025.832,35 em saldo com o programa (relembre aqui).
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, através da Lei de Acesso à Informação (LAI), as cidades de Remanso, Barra do Choça, Esplanada, Santa Brígida, Santa Maria da Vitória e Glória possuem, juntas, o montante de R$ 2.338.668,58 em saldo com o governo federal para despesas com merenda escolar. Todas estão acima da 100º posição no ranking estadual do IBGE de 2010, ano do último censo.
Com o maior saldo está Remanso: R$ 437.384,45 e na posição 253º em IDH. Em segundo lugar em saldo, em 366º, está Barra do Choça, com saldo pendente de R$ 430.145,62. Esplanada é a cidade com terceiro maior valor em saldo, com R$ 402.852,85 e ocupando a posição 206º no ranking do IDH. Com a pior posição de IDH, em 377º no ranking aparece a cidade de Santa Brígida, com saldo de R$ 378.156,39. Na sequência, a melhor colocada no índice de IDH está Santa Maria da Vitória, na 104º colocação e com R$ 355.393,48 em saldo. A cidade de Glória possui R$ 334.735,79 e consta na posição 181º do IDH.
O QUE É IDH?
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para ajudar a classificar os países, estados e municípios como desenvolvidos.
COMO FUNCIONA O PNAE?
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) oferece alimentação escolar e ações de educação alimentar e nutricional a estudantes de todas as etapas da educação básica pública. O governo federal repassa, a estados, municípios e escolas federais, valores financeiros de caráter suplementar efetuados em 10 parcelas mensais (de fevereiro a novembro) para a cobertura de 200 dias letivos, conforme o número de matriculados em cada rede de ensino.
O PNAE é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), e também pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Ministério Público.
O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no Censo Escolar realizado no ano anterior ao do atendimento. O programa é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE), pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Ministério Público.
Com a Lei nº 11.947, de 16/6/2009, 30% do valor repassado pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser investido na compra direta de produtos da agricultura familiar, medida que estimula o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.
Bahia Notícias
Homem que perdeu pai e irmão com Covid-19 mata casal que supostamente os teria infectado

Um casal foi morto a tiros e um jovem foi baleado na perna, nesta terça-feira (17), em Itumbiara, em Goiás. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita é que o crime tenha sido motivado por uma suposta transmissão de Covid-19 das vítimas para a família do suspeito, que perdeu o pai e o irmão para a doença.
Segundo o delegado Felipe Sala, o suspeito culpou Flanklaber Silva e Silva, 40 anos, e a esposa, Marília Silva e Silva, 37, pela infecção e morte por Covid de seus familiares.
Ainda conforme informações da Polícia Civil, o crime ocorreu em um galpão onde as vítimas trabalhavam. O filho do de Flanklaber, de 21 anos, foi atingido na perna e foi socorrido. O suspeito fugiu após os disparos.
Bahia Notícias
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