terça-feira, outubro 27, 2020

Sem controle de aglomerações, Bahia pode enfrentar 2ª onda de Covid antes do fim do ano


por Jade Coelho

Sem controle de aglomerações, Bahia pode enfrentar 2ª onda de Covid antes do fim do ano
Foto: Paula Fróes / GOVBA

Apesar do platô atual na curva da pandemia em relação aos casos ativos, novas ocorrências e mortes pela Covid-19, a Bahia pode ser afetada por uma segunda onda de contaminação até o fim do ano. O repique na curva de contaminação pela doença já é uma realidade na Europa e acende um alerta para outras localidade. A possibilidade foi admitida pelo secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas, ao Bahia Notícias, que teme os reflexos da flexibilização de atividades comerciais na capital e no interior, aglomerações e o abandono do uso de máscaras de proteção pela população, que tem sido comuns, principalmente em meio ao período eleitoral.

 

O titular da Sesab publicou gráficos para mostrar que a Bahia está em uma situação de platô da curva de contaminação, mas alertou para a possibilidade de uma retomada do processo de contágio em publicação no Twitter nesta segunda-feira (26). O secretário explicou que "esse platô, na sequência da forte redução que vinha ocorrendo (queda sustentada), significa uma retomada do processo de contágio" (leia mais aqui).

 

Os registros de casos, com novos recordes diários, começaram a ser identificados nas últimas semanas no continente europeu. Desde então os países da Europa, que passaram pelo primeiro pico da pandemia quando a doença chegou ao Brasil, nos meses de fevereiro e março, têm reforçado medidas para tentar evitar uma nova alta dos casos de coronavírus (leia aquiaqui e aqui).

 

RETRATO DO FUTURO?

É importante destacar que a Europa e o Brasil vivem momentos diferentes da pandemia. Na Bahia foi no mês de julho que foram registrados os índices mais altos de novos casos, mortes e ocupação de leitos, momento que países europeus haviam superado as medidas restritivas e liberavam fronteiras.

 

Em meados de junho, quando o verão no hemisfério Norte se aproximava, a Europa iniciou a flexibilização para turistas. Alguns países deixaram de fazer exigência de quarentena para visitantes, por exemplo. Agora, cerca de quatro meses depois, os países europeus tentam impedir um repique da Covid-19, cujas taxas de infecção diárias têm batido novos recordes.

 

Os gráficos apresentados pelo titular da Saúde na Bahia de fato mostram o atingimento de um platô no número de casos ativos e casos novos. Mas nada garante que, assim como na Europa, daqui a alguns meses a curva volte a se acentuar no estado.

 

Há uma semana, na segunda-feira (19), o governador Rui Costa sinalizou que o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) tem processado menos testes RT-PCR para diagnóstico da Covid-19 do que é capaz. O gestor reconheceu que os municípios têm realizado menos testes, fato que desperta preocupação (leia a matéria aqui).

 

Diante de questionamento sobre a queda no número de testes, o secretário Fábio Vilas-Boas afirmou que "o nível de testagem caiu, mas se mantém com 25% de positividade".

 

A flexibilização das medidas restritivas foi iniciada no fim de julho na capital da Bahia. A gestão municipal elaborou junto com o governo do estado o protocolo de retomada das atividades comerciais, e adotou a estratégia de condicionar a reabertura ao índice de ocupação das UTIs da cidade (leia aqui e aqui). Na fase 1, shoppings, igrejas e comércio de rua acima de 200m² foram os estabelecimentos autorizados a reabrir quando a ocupação dos leitos atingiu 75%. Na sequência, a fase 2 exigiu que a ocupação fosse estabilizada por pelo menos cinco dias em uma faixa até 70%. Nessa etapa houve a reabertura de academias de ginástica e similares; barbearias, salões de beleza e similares; centros culturais, museus e galerias de arte; lanchonetes, bares e restaurantes. Quando a cidade atingiu a estabilização nos leitos de UTI na faixa até 60%, foi colocada em prática a fase 3, em que foi liberada a reabertura de parques de diversões e parques temáticos; teatros, cinemas e demais casas de espetáculo; clubes sociais, recreativos e esportivos; e centros de eventos e convenções.

 

No estado o governador Rui Costa assinou um decreto no início de setembro em que ampliou o limite do número de pessoas permitidas em eventos em todo estado para 100 (leia aqui). Em 23 de outubro o número foi alterado, e passou a ser autorizado até 200 pessoas em eventos (leia aqui).

 

O governo estadual e a prefeitura de Salvador deram início neste mês a desmobilização de hospitais de campanha para pacientes da Covid-19. Até o momento já são três unidades em que o processo foi anunciado. O primeiro foi o instalado na Arena Fonte Nova, em Salvador,  que chegou a ter 240 leitos, sendo 100 de terapia intensiva (UTI). A unidade encerrou as atividades em 16 de outubro (leia aqui). No mesmo dia a prefeitura de Salvador anunciou que a tenda um do Hospital de Campanha do Wet'n Wild, na Paralela, havia entrado em processo de desmobilização (saiba mais aqui). Em seguida a Sesab anunciou que o Hospital Santa Clara, seria mais um a encerrar as atividades (veja aqui).

 

Assim como na Bahia, a Lombardia, epicentro da pandemia do novo coronavírus na Itália, chegou a desativar leitos dos hospitais de campanha. Mas depois de decretar toque de recolher noturno a partir de quinta-feira (22), o governo da Lombardia, decidiu reabrir os hospitais de campanha da Feira de Milão e do município de Bergamo, que funcionaram durante o pico da crise sanitária.

Bahia Notícias

Estudo pode originar teste capaz de prever se paciente com Covid-10 precisará ser internado

 Terça, 27 de Outubro de 2020 - 06:40


Estudo pode originar teste capaz de prever se paciente com Covid-10 precisará ser internado
Foto: Pixabay

Uma metodologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) promete ser um avanço importante nas ações de combate à pandemia. A partir de um simples exame de sangue, ela permite prever o risco de um paciente diagnosticado com a doença desenvolver complicações e precisar ser internado.

 

De acordo com a Fapesb, a técnica consiste em analisar o conjunto de proteínas presentes no plasma sanguíneo, a fim de descobrir se ele corresponde a o padrão que o sautores do estudos classificaram como "alto risco".

 

"Nós identificamos um grupo de moléculas cujo nível está significativamente mais elevado no plasma de pacientes com a forma grave da Covid-19, com destaqie para as proteínar SAA1 e SAA2. Nossa proposta é que essa análise do plasma seja feita assim que a pessoa tiver o diagnóstico confirmado pelo teste de RT-PCR. E, caso ela apresente o perfil de alto risco, o m[edico já poderia adotar uma conduta mais direcionada", explica Giuseppe Palmisano, professor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP), coordenador do projeto, à Fapesb.

 

Ele pondera, no entanto, que ainda é necessário confirmar o poder prognóstico do método e sua utilidade clínica em estudos com grupos maiores de pacientes do Brasil e do exterior.

Bahia Notícias

segunda-feira, outubro 26, 2020

O GUILHERME FICHA SUJA FOI BARRADO NA JUSTIÇA ELEITORAL DE JEREMOABO E NO TRE SALAVDOR., POR SER INELEGÍVEL

 









O  cara ainda não entendeu que Justiça é coisa séria e nunca irá permitir que Ficha Suja saia candidato, se o cara é ficha suja, qual a moral que tem para representar os leitores honestos de Jeremoabo.

O Guilherme Enfermeiro é simplesmente um Ficha Suja INELEGÍVEL.

O cidadão de bem de Jeremoabo não pode nem deve ser representado por um FICHA SUJA.

DECISÃO: Estudante dependente de servidor público tem direito à transferência de universidade ainda que haja divergência na grade curricular

 Crédito: Imagem da webDECISÃO: Estudante dependente de servidor público tem direito à transferência de universidade ainda que haja divergência na grade curricular

Para assegurar a transferência da Montgomery College, nos Estados Unidos, para a Universidade de Brasília (UnB), uma estudante do curso de Ciência da Saúde Pública acionou a Justiça Federal. A aluna afirmou ser dependente de servidor público militar transferido para o Brasil por necessidade do serviço.

Com o entendimento de que deve ser garantida a matrícula em instituição de ensino aos servidores públicos, civis e militares, e a seus dependentes transferidos em razão do interesse da Administração, a 6ª Turma do TRF1 determinou que a transferência ocorra ainda que haja diferença na grade curricular.

“Diante da inexistência de curso com o mesmo currículo daquele cursado na Montgomery College, a impetrante deve ser enquadrada em curso afim na Universidade de Brasília. O curso de Ciência da Saúde Pública é considerado um pré-curso de Medicina nos EUA, devendo ser assegurada a manutenção da matrícula da impetrante no curso de Medicina”, afirmou o desembargador federal Jirair Aram Meguerian, relator da apelação.

A decisão foi unânime.

Processo: 1023512-48.2019.4.01.3400

Data do julgamento: 28/09/2020

Data da publicação: 01/10/2020

LS

Assessoria de Comunicação Social

Tribunal Regional Federal da 1ª Região 

QUAL A MORAL QUE O EX-PADRE MOURA TEM PARA DESMENTIR UMA SENTENÇA DA JUSTIÇA ELEITORAL DE JEREMOABO A RESPEITO DA PESQUISA QUE APONTA A CANDIDATA ANABEL COMO FAVORITA?

 


DESAFIO O EX-PADRE MOURA APRESENTAR PROVAS QUE ESSA SENTENÇA E A PESQUISA SÃO FALSAS.

O PESO DA INFORMAÇÃO E DA DESINFORMAÇÃO.
Neste momento não posso ter lado, pois o dever exige imparcialidade, portanto, o divulgado de áudio nas redes sociais: "AFIRMANDO QUE A PESQUISA DO 55 É MENTIROSA", entendo eu que se não provada tal acusação, quem assim afirma, deve ser punido com os rigores da lei. Por outro lado, acaso a afirmação seja verdadeira, que o mesmo peso da lei recaia sobre quem criou e induziu a população a acreditar em fato inverídico. Até o momento há apenas uma grave acusação, a qual, no meu entendimento não pode ser resolvida com um pedido de desculpa por qualquer das partes. Por conseguinte, não importa em quem e quantos e chicote deve arder, mas que seja baixado sem pena no lombo do mentiroso. Encerro sem emitir opinião de valor, mas após esclarecimentos devidos e fundamento na lei, veremos...


AFIRMAR QUE A PESQUISA QUE COLOCA A CANDIDATA A PREFEITA ANABEL COMO FAVORITA CONTA DERI DO PALOMA é falsa, É TÃO VERDADEIRO COMO AFIRMA QUE ESSA VOZ NO AUDIO NÃO É DE DERI.

 

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Estão tentando a todo custo zombar da inteligência do povo de Jeremoabo.
Existe um ensinamento que diz: Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele, e depois vence-te em experiência".Mark Twain

Só entra na cabeça de um imbecil acreditar que o grupo do 55 ou mesmo a Empresa que  fez a pesquisa, iria divulgar a mesma sendo falsa.
Divulgação de pesquisa sem registro ou falsa pode gerar multa de até R$ 106 mil.
Pesquisa de intenções de voto realizada em Jeremoabo mostra vantagem da candidata à prefeitura Anabel(PSD) em relação ao atual prefeito, Deri do Paloma (PP). 

Eis a razão e a loucura de tentarem a todo custo através de mentiras iludir o eleitor menos esclarecido.
Essa é uma prática desonesta, quem mente tem coragem para roubar também; porém como vergonha, caráter e dignidade está sendo uma mercadoria rara para alguns em Jeremoabo, fazer o que?

Esse povo tem a cara de pau de afirmar que a voz desse áudio não é Deri do Paloma chamando o povo de demônio, por ai já dá para se tirar qualquer conclusão.

Em resposta a Fux, Bolsonaro diz que vacinação não é uma 'questão de Justiça


Em resposta a Fux, Bolsonaro diz que vacinação não é uma 'questão de Justiça'
Foto: Marcello Casal jr. / Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (26), que um juiz não pode ter a ambição de decidir sobre tornar obrigatória a vacinação contra a Covid-19. A declaração é uma resposta ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que disse ver com bons olhos a Justiça decidir a respeito da questão. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

 

"Entendo que isso [não] é uma questão de Justiça, é uma questão de saúde acima de tudo. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar a vacina. Nós queremos é buscar solução para o caso", afirmou Bolsonaro, para apoiadores que o acompanhavam na porta do Palácio da Alvorada. O registro foi feito por uma transmissão de um canal pró-governo.

 

Ainda nesta segunda, Bolsonaro afirmou que se reunirá com o general Eduardo Pazuello, atual ministro da Saúde. Na semana passada, Pazuello testou positivo para a Covid-19.

 

Vale lembrar que, na última semana, Bolsonaro encerrou um acordo que o ministro da Saúde havia feito para comprar 46 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac, que é produzida pela farmacêutica Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. O governador João Doria, de São Paulo, desafeto de Bolsonaro, apoiou Pazuello.

 

Nesta sexta-feira (23), o ministro Luiz Fux declarou que a judicialização do caso é necessária. No mesmo dia, o ministro Ricardo Lewandowski indicou a intenção de dar celeridade à discussão, aplicando o rito abreviado aos processos.

 

A aposta de Bolsonaro é a vacina produzida pela Universidade de Oxford (ING), em parceria com a AstraZeneca. Nesta segunda, a agência de Notícias Reuters publicou que o candidato a imunizante produz resposta imune em jovens e idosos, além de ter gerado pouca resposta adversa (lembre aqui).

Bahia Notícias

Marcos Pontes usa compromisso oficial para driblar restrições e passar férias nos EUA com a família


Pontes não respondeu aos questionamentos sobre ida a Houston

Renato Machado e Danielle Brant
Folha

O ministro Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações) usou compromisso oficial em setembro para driblar restrições a viajantes do Brasil por causa da pandemia de Covid-19 e passar férias em Houston, cidade no Texas (EUA) onde moram sua esposa e seus dois filhos. Dessa forma, Pontes conseguiu ainda desfrutar de dez dias de férias no exterior sem gastar com passagens aéreas, uma vez que os deslocamentos foram custeados com recursos públicos.

Em maio, diante do aumento de casos de novo coronavírus no Brasil, o presidente Donald Trump proibiu a entrada nos Estados Unidos de estrangeiros –incluindo brasileiros– que tivessem estado no Brasil 14 dias antes. Quando o republicano assinou a proclamação, havia quase 23 mil mortos pela doença no país – hoje, o total se aproxima de 160 mil.

PASSAPORTE – A restrição, porém, não se aplica a quem tem passaporte diplomático. Com base nessa regra, Pontes aproveitou uma agenda na Universidade Rice, em Houston, no dia 4 de setembro, para entrar nos Estados Unidos com passaporte diplomático. Oficialmente, o ministro iria visitar universidades “com a finalidade de iniciar processos de parceria”.

A família do ministro reside em Houston desde o fim dos anos 1990, quando todos se mudaram para a cidade para que Pontes iniciasse a preparação para representar o Brasil na Estação Espacial Internacional. O detalhamento dos motivos para viagem disponível no Portal da Transparência indica que a programação do ministro incluía visita à Rice no dia 4 e compromissos na A&M University no dia 5 (sábado), na University of Texas no dia 6 (domingo) e na University of Houston no feriado de 7 de setembro.

Na agenda oficial de Pontes, publicada no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, aparece a visita a projetos de tecnologia da Rice University no dia 4, programação na Texas A&M University e na Universidade de Houston no dia 5 e nova ida à Rice no feriado de 7 de setembro.

CONFERÊNCIA – No dia 3 de setembro, foram publicados no Diário Oficial da União dois despachos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que se referiam ao ministro. Na exposição de motivos número 96, Bolsonaro autorizava o afastamento de Pontes do Brasil no período de 19 a 29 de setembro para que ele participasse da 64ª Conferência-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), evento realizado de 21 a 25 de setembro em Viena, Áustria.

Já na exposição de motivos 97, o presidente deu aval para que Pontes tirasse férias de 8 a 18 de setembro. Portanto, o período de férias do ministro se deu entre as duas missões oficiais. Em vez de retornar ao Brasil após a série de visitas a universidades nos Estados Unidos, Pontes permaneceu em Houston, cidade onde mora sua família.

PASSAGEM – O Portal da Transparência registra a compra de uma passagem só de ida de São Paulo para Houston em 3 de setembro, ao custo de R$ 10.634,43, e o pagamento de quatro diárias na cidade do Texas, totalizando R$ 10.100,59. Via LAI (Lei de Acesso à Informação), a Folha obteve a programação de voo do ministro para Viena. Pontes partiu de Houston em 19 de setembro, fez escala em Nova York e Lisboa antes de terminar na capital austríaca.

Uma pesquisa por voos nos sites de companhias aéreas mostra que a compra de trechos em separado, para o trajeto percorrido pelo ministro, pode representar um acréscimo de 30% a 40% nos preços das passagens, em relação à compra de trechos casados, com ida e volta –no caso, São Paulo-Houston-São Paulo e São Paulo-Viena-São Paulo.

INFORMAÇÕES – A Folha procurou as quatro universidades informadas pelo ministro na justificativa que consta no Portal da Transparência. Delas, apenas a Rice e a Universidade de Houston responderam. Em resposta a questionamentos sobre a agenda do ministro no centro de ensino, a assessoria de imprensa da Universidade de Houston informou que não encontrou informações sobre visita do ministro à instituição –no Portal da Transparência e na agenda oficial já há divergência sobre quando teria ocorrido.

Na Rice, a universidade explicou que, em 2019, durante um encontro da Câmara de Comércio Brasil-Texas, o ministro conheceu representantes da Brasil@Rice, entidade que ajuda a divulgar a instituição de ensino junto a estudantes brasileiros e desenvolve projetos de parcerias acadêmicas e profissionais.

COLABORAÇÃO – Na ocasião, houve conversas sobre possibilidade de colaboração entre o ministério e a universidade. A seguir, o consulado brasileiro em Houston e a câmara de comércio começaram a organizar a visita de Pontes ao campus. Segundo a Rice, Pontes visitou o centro de ensino em 4 de setembro –não há menção a nenhuma ida à universidade no dia 7, como informa a agenda oficial do ministro. Lá, o ministro esteve em laboratórios e no centro de pesquisas em biociências da universidade.

O ministro almoçou com estudantes, pesquisadores e representantes da universidade, incluindo o presidente do centro de ensino, David Leebron. Não é a primeira vez que Pontes vai a Houston em compromissos oficiais. Em novembro do ano passado, ele esteve na cidade texana de 19 a 23 de novembro, em viagem com custo total de R$ 25.464,77.

No Portal da Transparência, o motivo para o afastamento do ministro do Brasil era participação dos eventos Space Port Summit e Bratecc’s Fall Mixer, na churrascaria Fogo de Chão, nos quais Pontes seria recebido como convidado especial. Não há informações na agenda oficial sobre o que o ministro fez no período.

ANIVERSÁRIO  –  Em março de 2019, o ministro foi de São Paulo para Houston no dia 8 e ficou na cidade texana até o dia 17 –passou o aniversário, em 11 de março, lá. Inicialmente, o despacho de Bolsonaro que autorizou a viagem do ministro afirmava que Pontes iria não apenas para a cidade onde mora sua família, mas também para Washington.

No entanto, no dia 13, quando já se encontrava no Texas, foi publicada uma retificação no Diário Oficial da União, afirmando que “onde se lê: ‘com destino a Houston e Washington, D.C., Estados Unidos da América’, leia-se: ‘com destino a Houston, Estados Unidos da América’”. O custo total da viagem ficou em R$ 24.673,64.

EXPLICAÇÕES – A Folha procurou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações pela primeira vez no dia 3 de setembro, solicitando explicações sobre as férias e as viagens oficiais de Marcos Pontes. Não houve retorno.

Nos últimos 10 dias, a reportagem enviou e-mails questionando, entre outras coisas, por que o ministro escolheu as universidades mencionadas para visitar –e não outras, de diferentes localidades americanas.

Perguntou também se Pontes considerava correto passar férias nos Estados Unidos mesmo com a restrição imposta a turistas brasileiros e se os compromissos oficiais foram criados para casar com suas férias, evitando pagar passagens com recursos próprios. Os questionamentos não foram respondidos.

 

A triste realidade da saúde pública em Jeremoabo, - Fazer um parto sem complicação não é coisa do outro mundo!

A triste realidade da saúde pública

 A triste realidade da sade pblica

A maneira como a pessoa humana é tratada quando necessita de atendimento de saúde, mostra a triste realidade da administração pública em zelar por esse direito garantido constitucionalmente. Descaso, negligência e principalmente a falta de respeito com os cidadãos é um assunto que merece atenção, uma vez que nosso bem maior está em discussão, nosso bem-estar, nossas vidas.

É dever do Estado e não faculdade, proporcionar o mínimo de condição para que a população possa ter dignidade quando necessitar de cuidados. Todavia, o que ela encontra é uma verdadeira atrocidade no atendimento. As mais diversas barbáries suportam aqueles que precisam – não tendo outra escolha – utilizar o SUS – Sistema Único de Saúde.

Esperas que parecem intermináveis, uma vez que ali estão na maioria dos casos buscando a urgência no tratamento. Ainda, quando conseguem são surpreendidas por falta de estrutura física e humana. Ausência de profissionais qualificados e capacitados, remédios e equipamentos insuficientes para a demanda é o dia a dia vivido por aqueles que trabalham e por aqueles que buscam ajuda no sistema de saúde.

Consultas marcadas somente para meses a sumir de vista, mesmo o paciente necessitando de socorro imediato. Enfermos sendo cuidados nos corredores, nas próprias macas. Pacientes literalmente tendo a vida ceifada sem ao menos saber a causa da morte. Ambulâncias em estado crítico de funcionamento, muitas das vezes não tendo nem o próprio combustível para prestar o devido apoio. Essa é a triste realidade da saúde pública do Brasil.

E para aqueles que têm o plano de saúde? A realidade apesar de distinta, em contrapartida força o usuário a reservar e a desviar recursos e economias que poderiam ser aplicados em outros locais caso a Administração Pública cumprisse com o seu papel perante a sociedade.

Cada dia que passe o aumento das mensalidades dos planos de saúde deixa o beneficiário mais preocupado, pois, sua força para o trabalho diminui e consequentemente seus rendimentos, contudo, a alta é crescente e constante das parcelas.

Quando falamos em saúde, não estamos apenas tratando do atendimento hospitalar médico ou de quando a pessoa precisa ir ao posto de saúde ou centro especializado ou hospital para atendimento. Saúde é bem mais que isso.

As novas doenças que surgem com tamanha rapidez e poder de destruição. As drogas presentes na sociedade, sendo lícitas ou não, tabagismo, alcoolismo, tudo isso também faz parte e merece tutela pela Administração Pública.

Terapias da medicina complementar como homeopatia, acupuntura, fitoterapia e muita fé também são utilizadas pela população para tentar conter os avanços das doenças.

Sendo a saúde pública um direito social e um dever do Estado caso realmente os recursos destinados para tratar as doenças, realizar a prevenção, bem-estar, físico, mental e social fossem integralmente aplicados e fiscalizados a qualidade de vida da população seria outra.

Atenção à saúde básica é outra medida adota pelo Ministério da Saúde. Porém, tal política senão tiver o apoio do Governo Federal, Estadual, Municipal, conjuntamente com equipes formadas por multiprofissionais como médicos, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, agentes comunitários, entre outros, será uma ação desnecessária, em vão.

Ou seja, inúmeras são as responsabilidades de quem tem o dever, a obrigação de proteger a sociedade, a população. Ninguém suporta mais promessas e promessas. Exigem e merecem o mínimo de respeito e dignidade. É uma afronta a nossa Constituição da Republica Federativa do Brasil.

A afronta é maior ainda a população quando constatamos que quem deveria zelar pela criação, execução e fiscalização das leis, na maioria esmagadora, pelo fato ou de terem planos de saúde privados ou verbas destinadas a zelar pela sua saúde e de sua família ou pelo fato dos salários acima da média nacional da população, nem sequer sonham em colocar os pés nos postos de saúde comunitários, hospitais públicos, centros de apoio, unidades de pronto de atendimento.

Eles não são culpados por terem essa condição especial e privilegiada de apoio à saúde ou um salário muito maior em relação aos dos demais, num país onde falta contraprestação em tudo quando se trata da Administração Pública. Pelo contrario, são felizardos. Mas o que ocorre é que além de possuírem os poderes necessários para fazer algo de bom e de acordo com a lei, muitos esquecem da população e pensam apenas nos interesses pessoais.

Assim, caso os membros dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário dependessem exclusivamente do atendimento oriundo da saúde pública, a realidade para a população seria outra.

Emanuel Lima, Advogado

http://http//www.emanuellima.com.br/

Nota da redação deste Blog - A saúde de Jeremoabo não é ruim, é pessima, na realidade não passa de um pequeno quebra galho, até um simples cobertor o paciente está obrigado a levar o de uso particular.

Será que a emergência de Jeremoabo funciona como deveria?

As emergências costumam ser os postos mais procurados pela população e exigem um atendimento rápido e de qualidade. Isso possibilita que a vida de uma pessoa seja salva, no entanto, não é isso o que acontece no SUS, o que praticamente declara de forma muito negativa como está a saúde pública no Brasil.

Não é raro ler notícias sobre pacientes que precisam esperar diversas horas para receber um primeiro atendimento emergencial ou ser encaminhado para unidades especializadas.

Cito como exemplo concreto e recente o guarda mordido por u cascavel, e um rapaz que para estancar um sangramento foi preciso se deslocar para Paulo Afonso, após permanecer por 04 horas no Hospital de Jeremoabo perdendo sangue.

A realidade de Jeremoabo é quem muita gente principalmente os fanáticos gostam de ser enganados.




"Às vezes é melhor ficar calado deixando que os outros pensem que você é um idiota, do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida." (Abraham Lincoln)

 

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Estão pensando que o povo de Jeremoabo é imbecil, que é algum aloprado ou mesmo energúmeno, não cidadão o povo de Jeremoabo é inteligente, honesto, pacato, porém na hora certa irá saber decidir, e  trazer a esperança perdida de volta.

“Não seja corrupto, não vote em candidato corrupto”.

  Em todo o Brasil, existem cidadãos reclamando de seus governantes, protestando, mas, quando tem a oportunidade de mudar, aceitam suborno e benefícios dos mesmos.

 Se um candidato seja de qual cargo que for que ele dispute, te oferece algo em troca pelo seu voto ele está tentando te subornar e só por este fato você jamais deveria votar nele, se te oferece algo pelo seu voto, com certeza no momento de votar em um projeto, a favor do município e da população colocará preço no voto dele também.
   A política não pode ser encarada como um jogo de interesses, onde depois de eleitos os candidatos fazem conchavo e alianças para engavetar projetos da situação ou oposição.
   Precisamos de candidatos, íntegros e  idôneos que cumpram a lei e não daqueles que sempre querem dar o famoso ‘jeitinho brasileiro’. Nós eleitores temos que ter a consciência do voto, pois só assim teremos governantes mais honestos, essa seria uma forma de tentar conter a corrupção que atinge nosso País.
Não deixe se corromper! Se algum candidato oferecer algo em troca pelo seu voto denuncie, só assim teremos “políticos mais honestos”. 
Denuncias podem ser feitas através dos endereços abaixo:
• Tribunal Superior Eleitoral – www.tse.jus.br
• Ordem dos Advogados do Brasil – www.oab.org.br
• Polícia Federal – www.dpf.gov.br
Não seja corrupto, não eleja candidato corrupto!
A honestidade começa com você! 

https://www.ivihoje.com.br/noticias/regiao/ivinhema/nao-seja-corrupto-nao-vote-em-candidato-corrupto

Militares perdem o papel de ‘garantidores’ da gestão Bolsonaro e assistem em silêncio aliança com o Centrão


Charge do Zé Dassilva (twitter.com)

Tânia Monteiro
Estadão

Protagonistas do governo, os militares têm assistido sem contestação a uma guinada do presidente Jair Bolsonaro. Com 6.157 cargos em todos os escalões da administração federal, a ala militar optou por se manter em silêncio diante da decisão do chefe do Executivo de se aliar ao velho Centrão, de se juntar a quem sempre criticou e também de suas frequentes “cotoveladas” nos generais da Esplanada dos Ministérios.

Com Bolsonaro desde a campanha, os militares eram vistos por parte do eleitorado como uma garantia de que o presidente, um político oriundo do baixo clero e com forte viés ideológico, seria tutelado. Eleito, Bolsonaro virou o jogo, ofereceu privilégios e hoje recebe dessa ala consentimento até mesmo quando dá um “cala a boca” público num general da ativa.

VACINAS – Poucas horas depois de ter sido desautorizado publicamente com um “Quem manda sou eu, não vou abrir mão da minha autoridade” – e obrigado a cancelar o acordo para a compra de 46 milhões de doses da vacina contra covid-19 -, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, recebeu a visita de Bolsonaro – que saiu de lá, na quinta-feira, com o que foi buscar.

“É simples assim: um manda e outro obedece”, disse o general, com um leve sorriso no rosto. O vídeo, gravado no hotel onde Pazuello se recupera do tratamento de coronavírus, revela, ainda, que ele seguiu mais uma instrução do chefe: não usava máscara. Bolsonaro também estava sem a proteção no rosto.

Nesse e em outros episódios que os atingiram, os militares preferiram não reagir. Os generais da reserva Hamilton Mourão, vice-presidente; Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército, além dos demais oficiais influentes, deixaram de lado os discursos contundentes que marcaram a geração militar pós-ditadura.

ESCÂNDALO – Nas últimas semanas, eles também adotaram o silêncio quando Bolsonaro escolheu o desembargador Kassio Marques, ligado ao Centrão, para o Supremo Tribunal Federal, e após o escândalo protagonizado pelo senador Chico Rodrigues (DEM-RR), então vice-líder do governo, flagrado pela Polícia Federal com dinheiro na cueca. Ficaram calados, ainda, quando Bolsonaro atacou o ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.

As postagens de Villas Bôas no Twitter, em um passado não muito distante, sempre eram aguardadas a cada escândalo político e movimento de opositores. Em abril de 2018, por exemplo, às vésperas do julgamento pelo Supremo do habeas corpus em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Villas Bôas repudiou a “impunidade”. Procurado pelo Estadão, o general não quis se pronunciar. A amigos, ele tem dito que, neste momento, a “maior contribuição é o silêncio”.

A omissão sobre os últimos movimentos do governo virou motivo de meme nas redes sociais. “Não se esqueça de parabenizar as conquistas de nossos militares que se sacrificaram pela Nação: conseguiram se safar da reforma da Previdência; ganharam aumento durante a pandemia; vão se safar da reforma administrativa e vão ganhar mais dinheiro do que o Ministério da Educação”, diz um deles.

“ENGANO” – O general da reserva Luiz Cesário da Silveira Filho, ex-comandante Militar do Leste, no Rio de Janeiro, e crítico da ex-presidente Dilma Rousseff por causa da criação da Comissão da Verdade, considerou “um engano” achar que as Forças Armadas poderão ser prejudicadas pela existência de militares no governo. “O povo sabe separar isso daí”, disse ele. “Não tinha outra saída (a não ser se aliar ao Centrão) para garantir governabilidade e aprovar medidas.”

Professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), o pesquisador Carlos Melo rejeita a tese quase hegemônica na caserna de que a aliança com o Centrão era inevitável para garantir a governabilidade. “Alguns militares podem achar isso porque foram convencidos ou se deixaram convencer. Só que Bolsonaro se cercou do Centrão também por suas conveniências, que envolvem questões pessoais, de Justiça, os filhos, a família”, observou.

Melo avalia que Bolsonaro não precisava do Centrão para garantir a aprovação de projetos na Câmara e no Senado porque, mesmo sem base parlamentar, ele contou com “boa vontade extraordinária” do Congresso, aprovando, inclusive, a reforma da Previdência. “A aproximação com o bloco foi questão de proteção. Bolsonaro se aliou ao Centrão não para ter governabilidade, mas para ter blindagem por conta dos seus problemas políticos e até familiares”, argumentou o pesquisador do Insper.

COALIZÃO – Antecessor de Heleno no GSI, o general da reserva Sérgio Etchegoyen defende o modelo de “governo de coalizão” do Planalto. Ex-ministro do governo Michel Temer, Etchegoyen disse à reportagem do Estado que “imaginar que seja possível governar um país complexo sem fazer composição nem alianças é um sonho impossível”. Em sua avaliação, “a composição, quando é sadia, tem um grande benefício”.

O ex-ministro da Defesa Raul Jungmann advertiu, por sua vez, que os militares e as Forças Armadas têm muito a perder ao se identificar com um governo, e não com a “totalidade” da Nação. “Esse é um risco que deve ser evitado a todo custo”, destacou Jungmann. Um ex-integrante do Alto Comando das Forças Armadas, que preferiu não dar declarações públicas sobre o tema, admitiu existir na sociedade “uma percepção muito grande” de que as Forças Armadas estão extremamente associadas ao presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Publicado em 1 de fevereiro de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Lideranças serão definidas no próximo mês Victor...

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