segunda-feira, outubro 19, 2020

Polícia Federal vai monitorar candidaturas laranjas e origem de fake news nas eleições


Charge Erasmo Spadotto – Candidato Laranja - Portal Piracicaba Hoje

Charge do Erasmo Spadotto (Arquivo Google)

Ricardo Della Coletta
(Folhapress)

O diretor-geral da Polícia Federal, delegado Rolando Alexandre de Souza, afirmou nesta sexta-feira (16) que a corporação vai cruzar dados nas eleições deste ano para identificar possíveis candidaturas laranjas.

Segundo o diretor-geral, em evento de lançamento da Operação Integrada Eleições 2020 ao lado do ministro da Justiça, André Mendonça, e do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, o mapeamento de possíveis candidatos laranjas será uma das prioridades da PF no pleito, ao lado de ações para identificar a origem de fake news.

CRUZAMENTO DE DADOS – “Temos sistemas que estão cruzando os dados automaticamente e que já nos dão um indicativo das candidaturas laranjas. Através do cruzamento de dados eu tenho a identificação de possíveis laranjas, e assim permitir que a Polícia Federal seja mais assertiva”, afirmou o diretor-geral da PF, acrescentando:

“Através dos recursos repassados e a forma que aconteceu a votação, eu consigo ter um painel de onde estão [os candidatos] nos estados e municípios e quem são as pessoas que provavelmente são laranjas. E que obviamente responderão a inquéritos e se, ao cabo se identificar responsabilidade, serão responsabilizadas para apreciação do Poder Judiciário.”

RASTREAMENTO – De acordo com Rolando de Souza, parte do processo investigativo da PF se baseará no rastreamento de recursos públicos recebidos para as campanhas e os votos que efetivamente a pessoa recebeu.

“Tem uma parte em tempo real e outra parte que eu só vou conseguir identificar após a votação”, disse. “Os sistemas estão todos otimizados para isso: fake news e candidaturas laranjas, além, claro, de boca de urna”, complementou.

Ele disse ainda que a PF vai acompanhar os maiores centros de votação com drones no dia dos pleitos, para combater atos como boca de urna e compra de votos.

MUITAS FRAUDES – Conforme a Folha revelou em diversas reportagens ao longo de 2019, partidos patrocinaram nas eleições de 2018 candidaturas fictícias de mulheres com o intuito de desviar para outros fins os valores que, por lei, deveriam ser direcionados às candidaturas femininas -ao menos 30%.

Algum dos casos mais simbólicos aconteceram no PSL de Minas Gerais e de Pernambuco, mas as potenciais laranjas se espalharam por diversas outras legendas, entre elas o DEM.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, chegou a ser denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais em outubro de 2019. A investigação, iniciada com base em reportagens da Folha, concluiu que ele, que presidia o PSL mineiro, comandou um esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada.   

Polícia tenta prender 21 criminosos foragidos após receber habeas de Marco Aurélio

 

Marco Aurélio Mello repreende advogada após ser chamado de "você" | Exame

Em 2020, Marco Aurélio já soltou 92 criminosos no Supremo

Breno Pires e Rayssa Motta
Estadão

Atualmente, a polícia tenta prender, novamente, 21 criminosos que se beneficiaram de decisões de soltura dadas por Marco Aurélio, todas nos mesmos moldes que o caso do traficante André do Rap, líder do Primeiro Comando da Capital. Ao menos 92 pessoas conseguiram liminares de Marco Aurélio que levaram em conta o vencimento do prazo de revisão das prisões.

Reportagem do Estadão analisou cada uma das 225 decisões liminares (provisórias) concedidas em habeas corpus e sorteadas para Marco Aurélio em 2020, disponíveis no portal do STF. A informação foi cruzada com nome dos réus no Banco Nacional de Mandados de Prisão, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

REI DO ÔNIBUS – No Supremo, há possibilidade de se trocar relatores. Isso ocorre quando um ministro entende que o caso deveria estar nas mãos de outro colega, por “prevenção”. Foi o que aconteceu, por exemplo, em agosto de 2017, quando a ministra Rosa Weber pediu a redistribuição de um habeas corpus do empresário Jacob Barata Filho, conhecido como Rei do Ônibus.

A magistrada apontou que o caso fazia parte da Operação Calicute, que tem como relator no STF Gilmar Mendes. Assim, o ministro assumiu a relatoria. No mesmo dia, revogou a prisão preventiva do “Rei do Ônibus.”

Por essas e outras, não é de hoje que o processo eletrônico de distribuição de processos, responsável por definir a relatoria dos casos que tramitam na corte, é alvo de questionamentos.

PROMESSA EM VÃO – Em fevereiro de 2017, a ministra Cármen Lúcia, então presidente do Supremo, chegou a informar que contrataria uma auditoria externa para analisar o processo. A promessa, no entanto, não foi cumprida.

Nesta semana, por sugestão de Gilmar, Fux estabeleceu que, a partir de agora, o registro ou a distribuição de qualquer ação ou recurso no tribunal deve gerar “prevenção” para todos os processos a ele vinculados.

A resolução pretende evitar que outros advogados ajam como no caso de André do Rap, apresentando diversos pedidos de habeas corpus e desistindo deles, até chegar ao ministro que seja mais favorável ao caso.

BURLA AO SISTEMA – A resolução passou a prever ainda que eventuais dúvidas ou divergências sobre a distribuição de processos e “a detecção de tentativa de burla à aleatoriedade do sistema serão comunicadas e resolvidas pelo presidente da Corte, mediante decisão fundamentada”.

Apesar de ter baixado a resolução sozinho, Fux disse que tratará do tema com os demais ministros da corte, em sessão administrativa, com uma proposta de adequação das normas do regimento interno para tratar da distribuição de ações e recursos.

De forma reservada, alguns viram no ato do presidente apenas uma forma de “repetir” regras que já existiam. Gilmar e Fux, no entanto, entendem que fecharam brechas frágeis que transformam a mais alta corte do país em uma cartela de bingo.

DECISÕES MONOCRÁTICAS – Além da mudança na regra do relator promovida por Fux, a polêmica em torno da soltura de André do Rap levantou o debate sobre decisões monocráticas, aquelas tomadas por apenas um ministro. Na sexta-feira, 16, Fux disse que a Corte deveria tomar apenas decisões colegiadas.

“O Supremo do futuro é um Supremo que sobreviverá sempre realizando apenas sessões plenárias. Será uma Corte em que a sua voz será unívoca”, afirmou o presidente do Supremo em seminário organizado pela TV Conjur.

“Em breve, nós ‘desmonocratizaremos’ o Supremo Tribunal Federal para que as suas decisões sejam sempre colegiadas”, completou, sem dar maiores detalhes de como atingir esse objetivo.

Às vésperas das eleições, ‘robôs’ de divulgação política continuam à venda na internet


7 Vantagens da Automação de Processos Através de Robôs – RPA. – Rumo  Soluções

Charge do Adão (Arquivo Google)

Alice Cravo, João Paulo Saconi e Pedro Capetti
O Globo

Apesar dos esforços da Justiça Eleitoral, do Congresso e das próprias plataformas para coibir o uso das redes sociais de maneira automatizada com fins políticos e eleitorais, resiste na internet um mercado que viabiliza a venda de engajamento para falsear a percepção do debate público. O Globo mapeou a existência de ao menos dez serviços desse tipo, com maneiras facilitadas de pagamento.

Um perfil de um candidato fictício — com nome e número inexistentes no mundo real — foi criado no Twitter para um teste e, mesmo sem seguidores, foi possível, por meio da compra de engajamento oferecida por empresas, fazer com que quatro publicações fossem replicadas centenas de vezes.

PREOCUPAÇÃO DO TSE – O uso de robôs para amplificar mensagens é uma das preocupações de autoridades nesta eleição, já que a redução da campanha nas ruas, em função da pandemia, potencializou a propaganda eleitoral na internet.

Os serviços identificados incluem diversas redes sociais: é possível comprar compartilhamentos e seguidores no Twitter, curtidas para o Facebook e o Instagram e até visualizações para o Youtube ou ouvintes para o Spotify.

O custo da influência nas redes varia entre R$ 2 e R$ 12,6 mil. No balcão de negócios virtual, há desde cem curtidas no Facebook (entre R$ 2 e R$ 20) a 50 mil retuítes (compartilhamento de publicações) no Twitter (R$ 619). O valor mais alto encontrado, de R$ 12,6 mil, é referente a cem mil “likes” no Facebook.

ALTOS PREÇOS – Seguidores também custam caro: 20 mil fãs no Twitter saem por R$ 3,9 mil, enquanto R$ 4,7 mil financiam uma base de 89 mil usuários no Instagram. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, boleto bancário e até com PagSeguro e PayPal.

O impulsionamento artificial já teve reflexos no debate político em 2020. A ferramenta Bot Sentinel, que monitora o uso de robôs no Twitter, listou, desde maio, 20 hashtags com indícios de que foram turbinadas de maneira automatizada — 25% são relacionadas à política nacional.

Sobre o tema #FechadocomBolsonaroaté2026, por exemplo, foram identificadas 3.419 menções com sinais de automação — houve ainda 1.916 mensagens publicadas por robôs defendendo a prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

NA MIRA DOS ROBÔS – Candidatos envolvidos na disputa municipal, como a deputada Joice Hasselmann, postulante do PSL à prefeitura de São Paulo, também entraram na mira desses perfis, assim como o influenciador digital Felipe Neto, crítico contumaz do presidente Jair Bolsonaro e apoiador da candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) em São Paulo.

Além de potencializar o alcance de influenciadores ou marcas, o uso político das estruturas de automatização digital e ocultação de identidades tem preocupado parlamentares e magistrado.

A CPI das Fake News funciona no Congresso há um ano, enquanto Câmara e Senado discutem, desde junho, um projeto de lei que tenta resolver a questão de maneira definitiva. Hoje, a legislação brasileira permite que conteúdos políticos sejam impulsionados pelas próprias empresas que gerenciam as redes sociais, mediante pagamento dos usuários, mas determina que isso ocorra com a devida identificação do responsável pela propaganda.

VENDA ÀS CLARAS – As ações mais combativas das plataformas ainda não foram suficientes para cessar a oferta de serviços encontrados pelo Globo. Há, por exemplo, a opção de escolher se os seguidores ou curtidas comprados serão executados por contas com roupagem brasileira ou internacional, numa tentativa de criar coerência entre as publicações.

Na experiência conduzida pelo Globo, durante dez dias, um perfil de um candidato a vereador imaginário foi turbinado com dezenas de retuítes, cujo objetivo é aumentar a circulação de uma mensagem na plataforma. As contas responsáveis pela replicação apresentavam todos os indícios de robôs: combinação de letras e números no perfil, fotos aleatórias e uma linha do tempo sem publicações próprias.

REDE SOCIAL DETECTA – Uma parte do serviço foi entregue pelas quatro empresas contratadas e depois inviabilizada pelo própria rede social, que identificou as contas de atuação automatizada e as removeu de seus quadros.

O Twitter afirma que a robotização de contas viola as políticas da empresa e que tem sido “proativo em detectar comportamentos suspeitos”. Para eles, a retirada do ar das contas que engajaram as publicações mostra que as “políticas e medidas corretivas estão sendo implementadas”.

O pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) João Guilherme Bastos afirma que o engajamento artificial pode dar relevância aos compradores, ainda que viole os termos de uso das próprias plataformas. “Nas redes sociais, todo mundo pode falar, mas nem todos são ouvidos. Pode ter vantagem quem se apropria desses algoritmos para ter visibilidade” — diz Santos.

DIFAMAÇÃO – Presidente da Comissão de Estudo de Publicidade e Serviços Jurídicos da OAB no Rio, o advogado Antonio Carlos Fernandes afirma que, além de violarem as regras das plataformas, as redes automatizadas de distribuição de conteúdos podem ajudar a criar imagens positivas falsas de políticos e personalidades — ou enfraquecer rivais:

“Em vez de um debate político polido, há a preocupação de difamar e atacar a honra de outros, deixando a democracia cada vez mais vazia e prejudicada”, criticou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Aqui na TI, vivemos momentos de grande tranquilidade, porque os robôs estão ocupados com as eleições e estão dando as caras esporadicamente e sem os faniquitos costumeiros. (C.N.)

Brasileiros devem torcer por Biden, para recuperar a dignidade da diplomacia do Itamaraty


174 anos de nascimento do Barão do Rio Branco | Curso Sapientia

Que falta faz ao Brasil um chanceler como Rio Branco…

Carlos Newton

Desde o início da gestão de Jair Bolsonaro, tendo como chanceler o jovem e inexperiente embaixador Ernesto Araújo, tornou-se evidente o equívoco da política diplomática de aproximação e submissão aos Estados Unidos, que talvez seja o maior erro do atual governo. Durante a chamada Guerra Fria, como dizia o então secretário de Estado, John Foster Dulles, “os Estados Unidos não tem aliados, apenas interesses”.

De lá para cá, nada mudou. Por isso, para os sucessivos governos brasileiros, as eleições para presidência dos Estados Unidos jamais tiveram maior importância. Democrata ou republicano, o candidato vencedor não faria diferença nessa política externa imperialista norte-americana.

SEM NOVIDADES – É preciso lembrar que o imperialismo não é nenhuma novidade na história do mundo, vem se repetindo desde os romanos e gregos, com destaque para Alexandre Magno, um fenômeno como chefe militar que viveu apenas 32 anos, cujas conquistas foram realmente extraordinárias.

Depois, esses sonhos imperais chegaram ao auge com o Império Britânico, onde o sol nunca se punha, que resistiu ao expansionismo germânico de Adolph Hitler, mas acabou superado pelo imperialismo americano, que tem um estilo mais moderno de dominar duplamente, pela simultânea influência militar e econômica.

O Brasil sempre soube conviver com a situação internacional de forma hábil e proveitosa, como vinha fazendo desde a Independência, com destaque para a fase do Barão de Rio Branco, o maior ministro do Exterior que já tivemos.

O GRANDE DIPLOMATA – Como advogado, jornalista, diplomata, geógrafo, professor e historiador, Rio Banco se destacou em todas essas atividade. Hoje, é mais lembrado como diplomata, por ter garantido e estendido as fronteiras brasileiras, conseguindo incorporar definitivamente ao Brasil uma área de 900 mil quilômetros quadrados.

Em 1895, assegurou para o Brasil boa parte do território dos estados de Santa Catarina e Paraná, no litígio da questão de Palmas, contra a Argentina. Cinco anos depois, na virada do século, derrotou diplomaticamente a França na disputa de fronteira do Amapá com a Guiana Francesa.

Em 1903, a grande glória, com a incorporação do Acre, consolidando a façanha do major Plácido de Castro, que liderou os seringueiros e derrotou o Exército e a Marinha da Bolívia. Com isso, Plácido de Castro evitou que o Acre se tornasse um território governado por um consórcio anglo-americano.

FALSO IMPERIALISTA – Embora fosse acusado de “imperialismo” pelos argentinos, Rio Branco era justamente o contrário, um cidadão do mundo, que soube reconhecer os direitos do Uruguai ao regime de águas compartilhadas com agricultores brasileiros na região da Lagoa Mirim. Foi até homenageado pelo governo uruguaio, que deu o nome de Rio Branco a uma importante cidade na fronteira.

O fato concreto é que, quando o presente é turvo e pegajoso, é melhor recordar boas coisas do passado, como a atuação de Rio Branco. Hoje, temos no Itamaraty o pior chanceler da História, um diplomata subserviente, de tal forma curvado aos Estados Unidos que só falta aparecer o cofrinho da cueca.

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P.S. 
– Por tudo isso, os brasileiros deve torcer pela vitória do democrata Joe Biden nos Estados Unidos. Pode ser que a derrota de Trump desperte Jair Bolsonaro e Ernesto Araújo para a necessidade de o Brasil retomar sua histórica diplomacia independente e altiva, que teve no Barão do Rio Branco seu maior expoente. Afinal, sonhar ainda não é proibido. (C.N.)

“Bom brasileiro não se une a organizações estrangeiras, que agem por interesse”, diz Heleno


General Heleno diz que está com coronavírus - Jornal TodoDia

Heleno diz que as ONGs estrangeiras têm interesses próprios

Deu no Poder360

O general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), fez uma publicação em seu perfil no Twitter na qual discorre sobre o significado de ser um “bom brasileiro”.

O texto foi publicado neste domingo (18.out.2020), após o militar ter admitido, também pela rede social, que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) monitorou participantes da COP-25 (Cúpula do Clima das Nações Unidas), realizada em Madri, em dezembro de 2019. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

ESPIÕES QUALIFICADOS – A notícia revela que o governo Bolsonaro monitorou organizações não governamentais, integrantes da comitiva brasileira e representantes de delegações estrangeiras. O governo enviou uma equipe de 4 nomes experientes em inteligência na delegação brasileira enviada a Madri.

À época, Heleno defendeu a agência e afirmou que “temas estratégicos devem ser acompanhados por servidores qualificados, sobretudo quando envolvem campanhas internacionais sórdidas e mentirosas, apoiadas por maus brasileiros, com objetivo de prejudicar o Brasil”. 

O BOM BRASILEIRO – Desta vez, o ministro então falou sobre o “bom brasileiro” dizendo que seus conterrâneos não se unem a organizações estrangeiras, “com interesses explicitamente contrários [aos do Brasil] e cujos objetivos são intervir em assuntos internos do Brasil”.  Ele disse que tais grupos, não especificados, agiriam “para tirar enormes proveitos econômicos e desqualificar [o país] internacionalmente”.

Citando a Amazônia, o general disse também que “cabe a nós [os brasileiros] explorá-la, de forma sustentável, para o bem da nossa gente”. Por fim, o chefe do GSI disse que os “bons brasileiros” têm orgulho das gerações anteriores.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A participação do general Heleno no governo foi aplaudidíssima. A expectativa sobre sua atuação era enorme, mas aos poucos a gente foi percebendo que Heleno é apenas mais um general no governo. Ao invés de peitar Bolsonaro e tentar colocá-lo no rumo certo, Heleno dá força à postura inconveniente do chefe do governo. E assim a gente vai vivendo e aprendendo. (C.N.)

Ao chefe de gabinete do atual governo com todo respeito

 

                                                                Foto Divulgação do ZAP


Caro Chefe de Gabinete da Prefeitura de Jeremoabo.

 Agradeço por você sempre enviar as propagandas do seu governo e do seu candidato, pois preciso ficar por dentro de ambos os lados; porém, essa que estou recebendo agora 07:10 horas, houve um equivoco que inverteu os papeis, já que o dinheiro do COVID-19 e o proprio dinheiro do município, não é com o grupo 55

O grupo 55 não faz parte nem compartilha com a cúpula do seu governo, e como consta do PRINT não dispõe de recursos públicos municipais para sua campanha nem tão pouco para comprar o eleitor de Jeremoabo como se galinha fosse.

O grupo 55 tem o maior respeito por todos os eleitores de Jeremoabo independente do candidato da sua preferência, considera o eleitor independente, livre para votar com dignidade, não o considerando galinha, método aliais implantado segundo comentários pelo ditador Hitler  apreciado e até imitador por seus simpatizantes

  Aproveito para agradecer pela atenção, desejando-lhe paz e sabedoria.



A Realidade da saúde no Povoado Riacho do São José: Praça abandonada ao lado de PSF que vira matagal e depósito de lixo

 O Posto de Saúde da Família – PSF do Riacho do São José está abandonado











É uma situação bem precária, Moradores do Povoado Riacho do São José , estão cobrando da Prefeitura a recuperação completa de uma praça que está abandonada há vários anos, ao lado do Posto de Saúde da Família que atende aquela comunidade, e quem também simplesmente virou uma ilha cercada de matos por todos os lados.

Como as fotos mostram  o mato tomou conta do prédio do PSF, já na praça, há lixo espalhado por toda parte , tudo isso resultado do abandono.

O vereador Kaká, Diana e outros vereadores da oposição estiveram no local e lamentou o desprezo com o espaço público: “Os Povoados Rurais e até bairros da  cidade encontram-se toda dessa forma. A realidade é completamente diferente do que o gestor diz e do que os secretários passam, do que os vereadores da bancada de situação tentam propagar .

Os vereadores da oposição  disseram que  irão continuar lutando pelas reivindicações dos moradores do daquela localidade tão desprezadas, assim como em outros que ele tem visitado nas últimas semanas.

Em conversa com o candidato a vereador Maurício Sá o mesmo ficou indignado, segundo ele num Povoado importante para Jeremoabo como o Riacho do São José, era para o prefeito pelo menos colocar em funcionamento o atendimento para a população, principalmente com um PSF para ser humano  e não para servir de abrigo para cobra e outros animais.

 .

domingo, outubro 18, 2020

Enquanto o prefeito fala em obras inacabadas, no seu governos as obras estão acabadas o vento levou.

 Será que o pessoal que reside no Riacho do São José merece um abandono desse?

Enquanto o prefeito procura encobrir os defeitos do seu (des)governo jogando a culpa nos outros com obras inacabadas, culpa do Governo Federal, esquece o seu dever de casa, deixando em pleno abandono prédios que para recuperar, no entanto, irá gastar o dinheiro que gastaria com uma nova construção, dinheiro esse que já serviria para outras benfeitorias.

O povo do Riacho do São José merecia mais respeito e maior consideração, já que é um grande povoado.

As eleições vem aí,  vocês os prejudicados deverão julgar esse desrespeito, esse seu dinheiro jogado fora pelo ralo da incompetência.








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