segunda-feira, outubro 12, 2020

O ex-decano pode perder, no caso do depoimento de Bolsonaro, mas a votação será apertada


prorroga inquérito que apura interferência de Bolsonaro na  PF - ISTOÉ Independente

Celso de Mello vota a favor do depoimento presencial

José Carlos Werneck

O julgamento a respeito do próximo depoimento do presidente Jair Bolsonaro no inquérito sobre supostas “interferências” na Polícia Federal é imprevisível. No entanto, reportando-se às decisões anteriores dos integrantes do Supremo Tribunal Federal pode-se concluir,que o resultado será apertado, mas favorável ao depoimento de forma escrita.

A suspensão da votação, após o voto do relator, ministro Celso de Mello, nesta quinta-feira, atraiu para o decano o foco de sua última sessão no tribunal e objetivou também poupá-lo de uma eventual derrota.

DEPOIMENTO PRESENCIAL – Como de hábito,o ministro Celso de Mello deu um voto longo e literalmente exaustivo objetivando  demonstrar que, segundo o artigo 221 do Código de Processo Penal, Bolsonaro é investigado e não testemunha. Por isso, seu depoimento deve ser presencial.

Além do agora decano, Marco Aurélio Mello, que é contrário ao depoimento presencial, vários ministros já decidiram,em outras oportunidades, pela oitiva de forma escrita.

Se mantiverem suas decisões anteriores favoráveis  ao depoimento por escrito do então presidente da República, Michel Temer, os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin também devem  divergir de Celso Mello.

TOFFOLI E GILMAR – A exemplo de Dias Toffoli, outros ministros,igualmente podem alinhar-se ao entendimento do voto pelo depoimento prestado  por escrito.

Gilmar Mendes respeita muito seu ex-colega Celso de Mello, e era um dos mais emocionados nas despedidas do ministro paulista. mas, tido como garantista, Gilmar deverá alinhar-se aos ministros favoráveis ao depoimento por escrito.

Ex-decano da Lava Jato rebate ataques à força-tarefa e diz que Bolsonaro se tornou submisso às vontades do Centrão

 

Carlos Fernando diz que Bolsonaro “repete o caminho de Lula”

Pepita Ortega, Rayssa Motta e Fausto Macedo
Estadão

O ex-procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que já foi o integrante mais antigo da Lava Jato até sua aposentadoria em março de 2019 e e representou o núcleo duro da força-tarefa, considera que a fala do presidente Jair Bolsonaro, de que acabou com a operação pois ‘não há mais corrupção no governo’, indica que o chefe do Executivo se tornou ‘submisso às vontades do Centrão‘.

“A fala de Bolsonaro sobre ter matado a Lava Jato é apenas a confirmação de que seu governo realmente merece o selo de ética que lhe foi conferido por Renan Calheiros”, afirmou o ex-procurador ao Estadão.

HISTÓRIA DE REPETE – “O que Bolsonaro e seus aliados desejam é a dominação completa e definitiva do orçamento público pelas velhas lideranças do sistema político corrupto revelado pela Lava Jato. Ele repete o caminho de Lula, que vendeu a ética que ostentava na oposição em troca da manutenção no poder. São ambos as faces da mesma moeda, mas a mão que joga o coração ou coroa é a da política corrupta”, completou Lima.

A indicação de Lima faz referência aos elogios que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) teceu ao presidente em entrevista à CNN na noite de terça, 6. “Eu entendo que o Jair Bolsonaro, para além das diferenças que nós temos, ele pode deixar um grande legado para o Brasil, que é o desmonte desse estado policialesco que tomou conta do País. E ele já encadeou várias medidas, desde o Coaf, a questão da Receita, a nomeação do Aras para a chefia do Ministério Público, a demissão do Moro. Agora, a nomeação do Kassio”, disse o parlamentar na ocasião.

A fala de Bolsonaro sobre a Lava Jato, no dia seguinte aos elogios de Renan, foi uma resposta às críticas de lavajatistas por ter se aproximado de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que se posicionam contrários à operação tocada pelo ex-juiz Sérgio Moro.

CRÍTICAS – O presidente tem sido criticado pela indicação do desembargador Kassio Nunes para a vaga do decano Celso de Mello. O nome do magistrado foi chancelado por Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que mantém posicionamentos críticos à Lava Jato, e tem o apoio de parlamentares do chamado Centrão, atingido pela força-tarefa nos últimos cinco anos.

“É um orgulho, é uma satisfação que eu tenho, dizer a essa imprensa maravilhosa que eu não quero acabar com a Lava Jato. Eu acabei com a Lava Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação”, disse o presidente no Palácio do Planalto na tarde de quarta, 7, quando discursava no lançamento do Programa Voo Simples, do Ministério da Infraestrutura, que promete modernizar as regras de aviação no País.

A afirmação de Bolsonaro também se deu momentos depois de os ministros do STF decidirem alterar o regime interno para que ações penais e inquéritos voltem a serem analisados pelo plenário e não mais pelas duas turmas de julgamento. A mudança foi proposta pelo presidente do STF, ministro Luiz Fux, e é vista como uma reação para blindar a Lava Jato.

REAÇÃO – Os integrantes da força-tarefa reagiram à fala do presidente, apontando que o discurso do chefe do Executivo indica ‘desconhecimento sobre a atualidade dos trabalhos e a necessidade de sua continuidade’, mas mais que isso ‘reforça a percepção sobre a ausência de efetivo comprometimento com o fortalecimento dos mecanismos de combate à corrupção’.

“Os procuradores da República designados para atuar no caso reforçam o seu compromisso na busca da promoção de justiça e defesa da coisa pública, papel constitucional do Ministério Público, apesar de forças poderosas em sentido contrário”, registrou a nota divulgada pelo Ministério Público Federal do Paraná.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, que foi juiz titular da Lava Jato até deixar a magistratura para entrar no governo Bolsonaro também se manifestou sobre a declaração de Bolsonaro. “As tentativas de acabar com a Lava Jato representam a volta da corrupção. É o triunfo da velha política e dos esquemas que destroem o Brasil e fragilizam a economia e a democracia. Esse filme é conhecido. Valerá a pena se transformar em uma criatura do pântano pelo poder?”, afirmou Moro em seu perfil no Twitter.

Jair Bolsonaro teve sua primeira grande chance de piorar o Supremo e não perdeu a viagem…

 

Toffoli diz que Bolsonaro jantou em sua casa porque “ele se sente bem aqui”  – Hora do Povo

Bolsonaro e Toffoli celebram a escolha do jurista desconhecido

J.R. Guzzo
Estadão

A reação mais notável à decisão do presidente Jair Bolsonaro de indicar para a vaga ora aberta no STF um advogado do Piauí que foi nomeado para a magistratura federal por Dilma Rousseff, é contra a prisão de criminosos depois de condenados em segunda instância e teve a torcida pública de um senador do seu Estado oficialmente denunciado pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, foi um silêncio de cemitério, do Oiapoque ao Chuí.

É verdade que ninguém teve a coragem de elogiar – a não ser o próprio Bolsonaro, é claro, e as gangues que fazem do Congresso brasileiro um dos mais desprezados corpos legislativos do planeta.

NÃO HOUVE PROTESTOS – Mas onde foram parar os protestos, a ira e a indignação que se levantam quase automaticamente, desde o primeiro dia do seu governo, a cada vez que o presidente abre a boca ou decide alguma coisa? Não houve nem protesto nem ira nem indignação.

Por que será? É provável que Bolsonaro nunca tenha criado uma calamidade tão maligna quanto essa – nem tão duradoura, visto que o seu preferido vai ficar decidindo o que é certo e o que é errado para o Brasil pelos próximos 27 anos.

Mas o que houve, de Lula e da extrema esquerda até a bancada “da bala” e a extrema direita, foi um dos mais intensos movimentos que já se viu neste país em matéria de olhar para o outro lado e fazer de conta que não aconteceu nada demais.

PLAGIADOR JURAMENTADO – Nem a constatação de que o novo ministro copiou e colou na sua “tese” trechos inteiros escritos por um advogado amigo – incluindo os erros de português – sem dar um pio sobre o nome do verdadeiro autor, provocou maiores objeções.

Para um presidente que é diariamente acusado de genocídio para baixo, fora o pouco-caso com os quilombolas, os incêndios no Pantanal e a sua participação em milícias do crime organizado, trata-se de uma vitória e tanto.

A passividade com que os inimigos de Bolsonaro receberam a indicação do dr. Kássio para o STF, para não ficar enrolando a questão com considerações superiores de ciência política, tem uma explicação bem simples: ninguém falou nada porque todo mundo gostou – ou, se não gostou, engoliu com casca e tudo.

HOMEM DOS SONHOS – O novo ministro, quando se pensa um pouco, é o homem dos sonhos do mundo político brasileiro de hoje – agrada ao PT, ao “Centrão”, à OAB, ao ministro Gilmar Mendes, aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, às empreiteiras de obras públicas, aos refugiados da Lava Jato, aos escritórios “top de linha” da advocacia criminal, aos defensores das “instituições democráticas”, à classe intelectual, ao presidente Bolsonaro, à família do presidente Bolsonaro e por aí vamos. O leitor se lembrou de alguém mais? Pode colocar na lista.

O fato é que ninguém que viaja nesse bonde pode admitir, de jeito nenhum, que o STF melhore, por pouco que seja. Pode tudo – mas melhorar, não. Eis aí o maior risco que todos eles podem correr hoje em dia.

AMEAÇA AOS CORRUPTOS – Um Supremo menos ruim que esse é uma ameaça direta ao seu bem-estar; é ali que os “garantistas” garantem que os acusados de corrupção sejam deixados em paz, e a garantia dessa impunidade não tem preço para os proprietários da vida pública do Brasil.

Uma Justiça mais decente obrigaria a classe política e o resto da massa que hoje vive à custas da máquina do Estado a se comportarem melhor do que se comportam. E quem está querendo se comportar melhor nesse povo? Bolsonaro teve a sua primeira grande chance de piorar o Supremo. Não perdeu a viagem.

É a “governabilidade” – todo o mundo se ajeita, a “resistência” continua fazendo discurso, mas deixa Bolsonaro em paz nas coisas que de fato importam, e o público pagante fica no papel de otário.

domingo, outubro 11, 2020

Carreata histórica marca inauguração do Comitê e mostra força para mudança em Jeremoabo

 

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A candidata a prefeita de Jeremoabo, Anabel (PSD), inaugurou neste domingo (11/10),  na sede do município, o comitê de campanha eleitoral.
A inauguração aconteceu após uma carreata que  contou com a participação de pessoas da sede e do interior do município.
Com certeza essa é a maior carreata na história de Jeremoabo, comparando apenas as maiores alvoradas, e olhe lá se não tiver mais gente. Foi uma carreata espontâneo as pessoas na beira da pista com a bandeira  fazendo suas manifestações. Isso é o carinho que o povo de Jeremoabo tem por Anabel e vai ter que ser retribuído com muito trabalho. Vai ter que refazer nossa Jurema em Flor, Toda essa multidão está depositando confiança plena em você Anabel, porque competência e capacidade de realizar você  demonstrou que tem

Prefeitura na pavimentação usa o “cimento Sonrizal” aquele que não resiste a chuva

 


Um servidor do alto escalão da Prefeitura Municipal de Jeremoabo agora à noite enviou esse vídeo com as seguintes indagações?
" Que você diz agora?
Destruição do patrimônio público pelo povo do 55 . Será que você fará alguma critica?"

Respondendo a primeira pergunta: te asseguro que não foi a candidata a prefeita Anabel que autorizou a destruição desse calçamento Sonrisal .
Aliás isso não é uma pavimentação, mas uma enrolação, mania continuada da prefeitura de torrar dinheiro público com serviços de péssima qualidade ..
Quanto a segunda resposta " destruição do patrimônio público", considero isso uma piada muito sem graça, porque destruição do patrimônio público é um servidor público municipal se apoderar de um terreno para construção de uma Praça   Pública, e tanto  V. Sa., quanto o Secretário de Infraestrutura, do Meio Ambiente e o Prefeito jogaram para  baixo do tapete, cometendo um crime de omissão.
Qual a moral e  autoridade que todos vocês tem para falar em destruição do patrimônio público municipal?

Hoje o povoado Cirica compartilhou com trabalho competente e honesto do vereador Kaka´de Sonso, presenteando com um movimento histórico

 


Se há o Vereador hoje nas Câmaras Municipais é por que alguém os colocou ali. Lembrando que esses Vereadores saíram do seio da população, e Kaká de Sonso correspondeu a expectativa dos seus eleitores,  trabalhando com responsabilidade e competência.

"Mas, o que faz o vereador? Enquanto agente político, ele faz parte do poder legislativo, sendo eleito por meio de eleições diretas e, dessa forma, escolhido pela população para ser seu representante. Esta noção de representante da sociedade está entre as noções mais caras dentre suas funções, pois as demandas sociais, os interesses da coletividade e dos grupos devem ser objeto de análise dos vereadores e de seus assessores na elaboração de projetos de leis, os quais devem ser submetidos ao voto da assembleia (câmara municipal). Dessa forma, são responsáveis pela elaboração, discussão e votação de leis para a municipalidade, propondo-se benfeitorias, obras e serviços para o bem-estar da vida da população em geral. Os vereadores, dentre outras funções, também são responsáveis pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo, isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da boa aplicação e gestão do erário, ou seja, do dinheiro público.

Sem entrar no mérito político da questão, o Vereador quando eleito deve sim, representar toda a população de uma cidade. Não há que falar em representação de grupos, de bairros, de templos religiosos, ou qualquer outro segmento que represente individualidade por parte do Vereador. Sua ação perante a Câmara deve ser ética, moral e, acima de tudo, compromissada com as reais necessidades de um Município." ().

Kaká você promoveu neste domingo (11) uma carreata histórica no Povoado Cirica. Foram centenas de apoiadores ratificando sua atuação na vereança e também dando um recado que estão coma Anabel e  não abrem.

" O indivíduo que é honesto pode achar que sua vida está cheia de desafios e problemas difíceis que podem ser muito desconfortáveis de enfrentar e vencer, mas são muito mais recompensadores quando forem superados. Afinal, não há dúvidas que enorme felicidade pode ser atingida quando uma pessoa reconhece suas dificuldades e as resolve com sucesso". (Lucia Winther)

Ex-juíza diz que prefeito de Palmeira dos Índios e seus aliados são corruptos

 Sônia Beltrão é pré-candidata à Prefeitura


Sônia Beltrão, pré-candidata à prefeitura de Palmeira dos Índios - Foto: Redes sociais

“Os que apoiam uma gestão corrupta dessa é porque também são corruptos”. A frase é da juíza de Direito aposentada e pré-candidata à Prefeitura de Palmeira dos Índios, Sônia Beltrão (Patriota). Ela se refere a atual gestão, comandada pelo prefeito Júlio Cézar (PSB).

As declarações da ex-juíza foram dadas num grupo de WhatsApp que discute a política local. Na ocasião, internautas criticavam as inúmeras obras inacabadas da atual gestão e as promessas não cumpridas pelo atual gestor.

“O bom mesmo é que o povo se oriente e dê a resposta certa. O povo somente agora é chamado de povo, mas nunca são reconhecidos os seus direitos como cidadãos”, escreveu.

Exigindo respeito ao povo, Sônia Beltrão não poupou críticas à gestão municipal e destacou o alto número de contratados. “A cidade está sangrando. Quase três mil foram nomeados sem concurso. Pessoas desinformadas em busca de emprego aceitam uma situação dessa. Depois, em sendo ele mesmo eleito vocês vão para a rua”, alertou.

Questionada pelo Portal 7Segundos sobre o seu posicionamento, considerado extremamente forte, Beltrão enfatizou o abuso de poder econômico para fins eleitoreiros. “Quem nomeia milhares de pessoas sem o devido concurso público corrompe a sociedade, pois abusa do poder econômico para fins eleitoreiros. Quem faz isso em tempos de crise fiscal, age de encontro à Lei de Responsabilidade Fiscal”, argumentou.

A ex-magistrada foi além e enfatizou a participação da elite em decisões públicas. “O povo de Palmeira dos Índios nunca foi e nunca será corrupto, mas há uma elite política que se considera acima da lei. Essa elite é cúmplice histórica dos desmandos em nossa cidade. Não podemos confundir o povo simples com os cúmplices do poder”, concluiu.

A assessoria de comunicação da Prefeitura de Palmeira dos Índios foi procurada pela reportagem para comentar as declarações da pré-candidata Sônia Beltrão, mas optou por não se pronunciar.

Nota da redação deste Blog - Qualquer semelhança com Jeremoabo poderá ser mera coincidência.

O candidato corrupto e o eleitor desonesto

 por Luiz Paulo Batista

O candidato corrupto e o eleitor desonesto

Corrupção e desonestidade. Duas palavras com significados diferentes que, no âmbito político, caminham, infelizmente, lado a lado, numa perfeita harmonia e união, gerando consequências desastrosas para a sociedade, independentemente da classe social. Para exemplificar a afirmativa, trago como exemplo dois protagonistas do pleito eleitoral, seja ele municipal, estadual ou federal: o “candidato corrupto” e o “eleitor desonesto”.

Obviamente, sem generalizar, pois existem as exceções, descreverei as principais características consideradas por este articulista que qualificam o “candidato corrupto”. Vejamos: ausência de propostas de trabalho concretas para o cargo pretendido; abordagem ao eleitor sempre ladeada de ofertas indecorosas (compra de voto e “supostas lideranças de bairro”); promessas estapafúrdias; acordos políticos que comprometem a lisura e, principalmente, a independência no exercício do mandato; sempre diz SIM, mesmo sabendo que não poderá honrar com o compromisso futuro.

Agora, sem mais delongas, falaremos dos atributos daqueles que não são maioria, mas acabam fazendo a diferença, o “eleitor desonesto”: solicita ao candidato pedidos individuais/particulares, deixando de lado os interesses da coletividade, adora ouvir SIM, mesmo sabendo que não conseguirá ser atendido devido ao pedido ser contrário a atribuição do mandatário, requer vantagem financeira para declarar apoio na campanha (fixação de adesivo no carro, moto, bicicleta, etc.), exige vários litros de combustível e, por fim, acaba fazendo o acordo também chamado de “fechamento”, com o que oferece a proposta mais vantajosa. Detalhe, não importa quem e sim a quantia recebida.

Conclusão! Enquanto não houver uma conscientização, interesse da sociedade de bem em acreditar que é possível eleger pessoas confiáveis, honestas, sinceras, capazes de cumprir com as suas obrigações inerentes ao cargo que lhe fora conferido nas urnas, o Município, o Estado e o País continuarão sendo palco de escândalos protagonizados por corruptos transvestidos de representantes do povo. Povo este que, por sua vez, quando do momento “oportuno”, ou seja, as campanhas eleitorais, buscam “resolver” momentaneamente as suas vidas e esquecem que, aquele que vende o seu voto/apoio, acaba perdendo, no futuro, o direito de cobrar providências na área da saúde, moradia, emprego, agricultura, segurança pública, educação, saneamento básico, água tratada, iluminação pública, etc.

* Luiz Paulo é advogado (OAB/RO 10.552), jornalista (DRT/RO 841), pós-graduando em Direito Eleitoral e palestrante

https://www.rondoniagora.com/

Quem vende seu próprio voto não tem moral para chamar os políticos de corruptos



Por Josefina Ferreira Gomes *

Quem vende seu próprio voto não tem moral para chamar os políticos de corruptos. O ano de 2016, ano eleitoral, quando nós cidadãos seremos exaustivamente lembrados pelos políticos. É quando muitos eleitores resolvem fazer um giro, mas acabam fazendo um jirau. É bastante comum ouvir gente dizendo que vai é vender seu voto. Então surgem frases do tipo "Eu tô valendo 50 reais", "meu voto depende de quanto vão me dar", "é ano de eleição, tô precisando mesmo de uns materiais de construção", "eita que esse ano eu vou encher a cara de cachaça que os políticos vão me dar" entre outras frases típicas de quem está prestes a vender ouro 24 kilates e receber como pagamento um monturo de esgoto seco.

Quem vende seu próprio voto não ganha nada com coisa nenhuma. O pagamento que o político mau caráter vai te dar pelo seu voto é ouro de tolo, é mais sem valor que a própria palavra do tal político que está pagando pra você votar nele.

Aí tem gente que diz assim: "Ah só o meu voto não vai fazer diferença". Outro fatal engano. O seu voto é tão importante que os políticos o disputam a tapa e baixarias. E quem disse que seu voto não faz diferença? Veja bem, de grão em grão a galinha enche o papo, de tijolinho em tijolinho se levanta um enorme edifício, de fio em fio a cabeça fica repleta de cabelos, de gota em gota a chuva inunda uma cidade, uma região inteira. Sim! O seu voto faz toda a diferença. E eles (as criaturas, os políticos) sabem tão bem disso que criam em cada eleitor a ilusão de que na verdade um ‘votinho' só não vale nada. Pense bem numa coisa eleitor de cada município se o político te dá duas carradas de massará, em 4 anos como prefeito ou vereador ele vai se sentir livre pra lhe roubar milhões de reais, como vemos todos os dias acontecendo, e enquanto você vai ficar morando numa casinha construída com o massará, aquele político que comprou seu ouro, digo, seu voto, vai roubar seu dinheiro e construir mansões, e até castelos, para ele e seus puxa sacos. Se o político te dá uma passagem para você vir com alguma pessoa doente pra Teresina, por exemplo, ele não está tirando do bolso dele não, ele está utilizando o dinheiro da prefeitura, que está lá tanto para oferecer um sistema de saúde de qualidade quanto para ajudar as pessoas da cidade no que for preciso. E enquanto você está achando a maior vantagem vender o voto em troca de uma passagem, ele (o político que comprou seu voto) vai é roubar, digo, desviar, dinheiro e comprar um monte de "Hilux" e "Rangers" pra ele, pra mulher, pra filharada, enquanto você e seus parentes doentes vêm para a capital numa ambulância caindo os pedaços. Então todos os dias alguém diz assim: "Eu não gosto de política, os políticos são todos corruptos". E quando você pensa e diz isso o político corrupto se alegra e diz "ô coisa boa, olha aí mais eleitor fácil de ser enganado!".

E a todo momento ouvimos "fulano" é ladrão, "sicrano" é corrupto. Ai fica a pergunta no ar e quem vende o voto é o que?

Os dez mandamentos do eleitor honesto e inteligente

Dom Emanuel Messias de Oliveira, Bispo de Caratinga, Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariane Dom Odilon Guimarães, bispo de Itabira-Cel. Fabriciano.

1 - Tomar consciência da importância da política e do valor do seu voto.
"Voto não tem preço, tem consequências".

2 - Verificar se o candidato ama o povo o qual ele deve servir.
Em primeiro lugar deve se olhar o projeto político do partido, se visa o bem do povo, de modo bem concreto; pois o político deve ser um servidor, um empregado do povo, que respeita o projeto político de seu partido.
Justificativa da mudança: A interpretação gramatical do texto original indica uma generalização para o lado da desesperança. A frase iniciada com a palavra NÃO, desvaloriza totalmente as instituições democráticas, ao passo que afirmar que é preciso primeiro olhar o projeto político valoriza o projeto coletivo em detrimento do interesse e projeto pessoal do candidato.

3 - Examinar se o candidato assume verdadeiramente o compromisso social.
Só se deve votar num político comprometido com o povo, não apenas com seu discurso na campanha eleitoral, mas, sobretudo, com suas atitudes, demonstradas por seu passado limpo, honesto e envolvido com as causas populares. Suas propostas políticas e sociais devem ser concretas, com possibilidade de serem executadas e totalmente voltadas para o bem do povo.

4 - Observar se o político respeita seu adversário.
O político que só sabe atacar e desrespeitar a imagem dos colegas de outro partido, em seus comícios, não merece o nosso voto. Política verdadeira não se faz na base do ataque pessoal e sim a partir de propostas e programas concretos. É preciso acabar com a politicagem dos ataques pessoais, tratando os adversários como se fossem inimigos.

5 - Não considerar nenhum político como representante da Igreja.
A Igreja não tem partido. O compromisso da Igreja é com a vida, a dignidade humana, a justiça, o bem comum e com a ética na política.

6 - Não votar em candidato, cujos projetos atentam contra a família ou contra a dignidade da vida humana.
Por isso é indispensável ver a relação do candidato com a defesa da dignidade e a promoção da pessoa humana e da vida, em todas as manifestações, desde a sua concepção até o seu fim natural com a morte. Aqui se deve lembrar, sobretudo, do que diz respeito à legalização do aborto e da eutanásia.

7 - Exigir e fiscalizar aqueles que foram eleitos quanto à sua absoluta transparência administrativa.
O eleitor deve acompanhar o desempenho daqueles que foram eleitos, pois, o voto é uma espécie de procuração para que o eleito aja em nome daqueles que o elegeram.

8 - Colocar em prática a Lei n. 9.840 de 1999, que altera o Código Eleitoral contra a corrupção eleitoral.
Eleitor consciente não vende e não troca de seu voto. É preciso quebrar o círculo vicioso de candidatos que corrompem eleitores, e eleitores que corrompem candidatos. Quem vende o voto está vendendo a sua própria dignidade. Quem compra voto, compra a consciência do eleitor. Quem compra e quem vende voto está se degradando em sua dignidade.
 
9 - Levar em conta a Lei da Ficha Limpa já em vigor.
Substituir ou acrescentar:
Não se trata de uma Lei para alterar a Lei 9.840/99, que já existe, mas sim de incluir novos critérios de inelegibilidades, baseados na vida pregressa dos candidatos.
Agora, com a Lei da Ficha Limpa poderemos evitar que candidatos sujos com a justiça ou que não tiveram suas contas aprovadas concorram às eleições e venham a ocupar cargos públicos.

10 - Não anular seu voto nem votar em branco.
Se fizer isto, você poderá estar beneficiando um candidato que não merece o seu voto.

* Professora - Teresina Piaui. (mas isso vale para todo o Brasil)

http://www.correiodecorumba.com.br/

O que é melhor: um vereador que fiscaliza ou um prefeito corrupto?

 Cícero Henrique






O que é  melhor para a população de Cuiabá, um vereador 'bocudo', que fala o que pensa, crítico, investiga e fiscalza os atos de um prefeito corrupto, ou vereadores e prefeito corruptos? A coragem de Abilio Junior é necessária, principalmente no que diz respeito aos órgãos públicos. Eu como jornalista e cidadão solicitei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso o relatórios de gastos da CPI das Cartas de Crédito há três anos. Sumiram com o protocolo e até hoje não me deram respostas. Sabe por quê? Porque de críticas e fiscalização nenhum político gosta, muito menos os corruptos. 

Os apaixonados pelo prefeito corrupto gostam de frisar o temperamento forte de Abilio Junior. Mas isso não justifica cassar seu mandato. Se esta justificativa fosse juridicamente aceita, Jair Bolsonaro e Donald Trump já estariam na cadeia, assim como Jean Willys.

Os vereadores da base do prefeito mostram para a sociedade sua ignorância exercitando, a seu modo, o 'só sei que nada sei'. O vereador Marcrean agrediu uma liderança de bairro, Toninho de Souza é constantemente preconceituoso, até mesmo com os doentes e os vereadores da situação não fazem nada em relação a esses fatos que motivam a cassação de mandato.

Por outro lado, Cuiabá tem um prefeito que foi flagrado pegando propina (quando era deputado), e os vereadores fazem corpo mole, fazem-se de cegos, surdos e mudos, todos usam paletó.

A estratégia do prefeito e dos vereadores da base de jogar a sociedade contra o ex-vereador Abilio Junior deu errado. Falta um ingrediente essencial: o prefeito corrupto e os vereadores da situação não têm moral nenhuma, não são imparciais, são maquiavélicos. Por outro lado, a cassação injusta do vereador Abilio Junior, indecente e sem justificativa, levou a população a inundar as redes sociais com sua revolta, com críticas pesadas contra o alcaide do Palácio Alencastro e dos 'capachos' no Legislativo Municipal de Cuiabá.

O prefeito e os vereadores simpatizantes vivem numa cortina de fumaça quando o assunto é corrupção na Prefeitura de Cuiabá. Não tendo como negar a propina do paletó, Emanuel Pinheiro convocou os vereadores travestidos de paladinos no 'talk show' da vergonha e perversão que foi o processo de cassação. Mas ficou evidente nesse processo que há milhares de pessoas que não são bobos da corte e enxergam a realidade, a prodridão na atual gestão municipal.

O trabalho de uma imprensa independente é noticiar a verdade. O trabalho de gestores sérios, de caráter, é cumprir a lei e ser honesto. A  função social de ambos é a mesma: melhorar o homem na sociedade, valorizar a integridade, o caráter e a honestidade. Portanto, não importa seu temperamento, se é liberal, de centro, de esquerda ou de direita.

O prefeito e os vereadores subservientes são intransigentes, viram Abilio Junior como inimigo, pois ele é uma ameaça à seu 'modus operandi', é um lider forte que pode derrotá-los nas eleições.

A imprensa, neste cenário, tem o dever de fiscalizar a gestão municipal e denunciar a corrupção na Prefeitura de Cuiabá e na Câmara Municipal e jogar luz sobre ambas. A imprensa não pode se vergar ante a manipulação da mídia, arma utilizada amplamente para calar denúncias e exaltar o alcaide.  

Diante destas considerações, pergunto: O que é melhor para Cuiabá: um prefeito corrupto ou um vereador que fiscaliza? Eu quero 1 prefeito honesto e 25 vereadores que fiscalizam.

Por fim, o Ministério Público  e o Judiciário não podem permanecer inertes contra esses desmandos que vem ocorrendo tanto na Prefeitura de Cuiabá, como no Legislativo da capital.

É urgente que as autoridadesacelerem as diversas investigações em curso e o Gaeco e Polícia Federal deflagrem uma operações nos dois Poderes para prender  e afastar os corruptos da sociedade cuiabana.

A justiça está dormindo?

http://www.caldeiraopolitico.com.br/


NÃO PRECISA CONFISSÃO PARA SABER QUEM É CORRUPTO

EPISÓDIOS DE CONFISSÃO DE ROUBOS POR POLÍTICOS DO INTERIOR DO PIAUÍ CHAMARAM ATENÇÃO, MAS NÃO ERA PRECISO CONFISSÃO PARA SABER

O Piauí inteiro ficou boquiaberto com a recente confissão de um ex-prefeito que, durante uma convenção eleitoral, admitiu ter roubado quando administrou sua cidade. No sábado (12), também numa convenção, outro ex-gestor e candidato a prefeito disse que tinha vergonha de roubar na frente de um assessor que ele considera honesto.

As confissões chamam atenção, mas na maioria das vezes não é preciso que eles confessem para que a população saiba que são corruptos. No Piauí, está cheio de gestores e ex-gestores com extensa ficha corrida, condenados pela Justiça, presos em operações da polícia e amplamente denunciados pelos ministérios público Estadual e Federal.

Antes mesmo que eles admitam seus crimes, existem muitos promotores, procuradores da República, auditores, delegados e órgãos de controle evidenciando que uma parcela de políticos é corrupta e desonesta. Mas, para nossa tristeza, ainda assim muita gente continua votando nessas figuras nefastas ou em prepostos colocados por eles na política.

Antes do corrupto confessar, por deslize ou ingenuidade, basta lembrar da penca de processos, das condenações, das prisões, das buscas realizadas pela polícia e das denúncias feitas por órgãos de controle sérios. Infelizmente, muitas pessoas só acham absurdo quando o sujeito fala com a própria boca, o que acontece em raríssimas ocasiões, feita por uma minoria.

Nas eleições de 2020, assim como já ocorreu em pleitos passados, muitos corruptos são candidatos e outros que não puderam ser colocaram parentes para representá-los. Por isso, é hora da população valorizar e dar mais credibilidade à palavra do MP, da Polícia Federal, da Polícia Civil, do Ministério Público e da Justiça. Não se deve esperar que os corruptos confessem e nem tampouco acreditar que aqueles que ficaram calados são santos.

Corrupto é corrupto, confesso ou não. E é muito fácil saber quem são eles.

https://www.politicadinamica.com/

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Publicado em 5 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Vorcaro tentou encobrir rombo de R$ 777 milhões Dimit...

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