terça-feira, abril 21, 2020

“Os ‘governante’ não vai inventar isso não, ‘é nós’ que temos que evitar”, discursa homem fechando trânsito após perder irmão por covid-19

Estudo americano tem mais mortes em pacientes que usaram hidroxicloroquina Um estudo feito nos Estados Unidos e divulgado nesta terça-feira (21) não encontrou evidência de eficácia do uso de hidroxicloroquina, ministrada ou não em conjunto com azitromicina, no tratamento de pacientes com covid-19. A hidroxicloroquina e um com

Na conclusão do artigo científico, afirma-se que não se encontrou "evidência de que o uso de hidroxicloroquina, seja com ou sem azitromicina, reduziu o risco de ventilação mecânica em pacientes internados com covid-19
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Um estudo feito nos Estados Unidos e divulgado nesta terça-feira (21) não encontrou evidência de eficácia do uso de hidroxicloroquina, ministrada ou não em conjunto com azitromicina, no tratamento de pacientes com covid-19. A hidroxicloroquina e um com

ACM Neto prevê “colapso” no sistema de Saúde em Salvador em maio se não houver contenção de casos do Covid-19

Manaus vê boom de enterros, que triplicam e chegam a 82 por dia... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/04/21/coronavirus-manaus-numero-enterros.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral&fbclid=IwAR3q0rYn8LE5VjIH7YodEGa1a2MzIb-lAh2gcCWRIAFA6ynxzEQ6_dWJQpI&cmpid=copiaecola

Quantidade de enterros indica subnotificação de mortes por covid-19

“Fortes indícios de autoria de crime” basearam quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro


Defesa de Flávio tentava pela nona vez paralisar as investigações
Pepita Ortega e Fausto Macedo
Estadão
Ao negar o pedido do senador Flávio Bolsonaro para suspender as investigações do caso Queiroz na última semana, o ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, pontuou que as decisões que decretaram a quebra de sigilo do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro foram ‘devidamente fundamentadas’, ‘no amparo em fortes indícios de materialidade e autoria de crimes; na suposta formação de grande associação criminosa, com alto grau de permanência e estabilidade na Alerj; e, como se não bastasse, na imprescindibilidade da medida’.
O pedido negado em decisão datada da última quinta, dia 16, foi feito pelo advogado Frederick Wassef, que defende o filho do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que mira suposta ‘rachadinha’ – desvio de salário de servidores – à época em que o parlamentar era deputado estadual no Rio.
LIMINAR – Tratava-se de um recurso da defesa contra uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio, que também rejeitou liminar requerida pelo senador. Na decisão, Felix Fischer resume a alegação da defesa de Flávio Bolsonaro, de que ‘houve a inobservância da formalidade exigida pelo recente julgado do Supremo Tribunal Federal, em razão de uma suposta troca de e-mails entre o Coaf e o Ministério Público Estadual, em típica fishing expedition, com, inclusive, o que chama de encomenda de informações’.
“Ora, ao contrário do que o recorrente informa, que a investigação tenha acontecido em face de pessoa politicamente exposta, com vazamento de seus dados fiscais e bancários por cerca de 10 anos, fato é que, conforme consignado nos presentes autos, a quebra de sigilo foi autorizada em duas decisões judiciais devidamente fundamentadas (no amparo em fortes indícios de materialidade e autoria de crimes; na suposta formação de grande associação criminosa, com alto grau de permanência e estabilidade na ALERJ; e, como se não bastasse, na imprescindibilidade da medida)”, escreveu o ministro na decisão.
CASO QUEIROZ – O ponto de partida da investigação da Promotoria do Rio sobre Flávio é o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras que aponta movimentação suspeita do ex-policial militar Fabrício Queiroz, homem de confiança do clã Bolsonaro.
Nessa investigação, o Ministério Público conseguiu na Justiça Estadual do Rio a quebra do sigilo bancário do senador Flávio Bolsonaro (PSL), por suspeita de ‘fantasmas’ e ‘laranjas’ em seu gabinete na Assembleia Legislativa – quando exercia o mandato de deputado -, além de compra e venda sub e superfaturada de imóveis.
Movimentações bancárias suspeitas atribuídas a Queiroz foram apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O órgão vinculado ao Ministério da Economia apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em um ano.
NÚCLEOS – As investigações miram 94 pessoas, divididas por núcleos no entorno do senador. O inquérito atinge 37 imóveis supostamente ligados ao parlamentar.
De acordo com a Promotoria, ‘não parece crível a insinuação da defesa de que a liderança da organização criminosa caberia ao próprio Queiroz, um assessor subalterno, que teria agido sem conhecimento de seus superiores hierárquicos durante tantos anos’.

Nota de falecimento

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É com muito pesar que informamos sobre a morte do nosso grande amigo e companheiro de jornada e muita luta na Fundação da Loja Maçônica de Jeremoabo o Coronel Reformado da Polícia Militar da Bahia João Carlos Gama de Oliveira 82 anos; ocorrido na noite de ontem 20.04,2020 em Salvador - Bahia. A sua morte nos pegou de surpresa .
 Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.
O sepultamento será hoje 21.04 em Jeremoabo


Live de Eduardo Moreira - 21/abr às 10h

Servidor do MP-BA participa de ato a favor do AI-5 e pode ser penalizado por instituição


Bahia Notícias



Servidor do MP-BA participa de ato a favor do AI-5 e pode ser penalizado por instituição
Foto: Reprodução / Facebook
Um servidor do Ministério Público da Bahia (MP-BA) pode ser punido por ter participado dos atos realizados neste domingo (19) pedindo intervenção militar, a volta do Ato Institucional nº5 e contra as medidas de isolamento social para conter a pandemia do coronavírus. No Facebook, Antônio Marcos de Souza Braga – mais conhecido como Antônio Braga faz publicações constantes a favor do presidente Jair Bolsonaro.

O servidor transmitiu o ato ao vivo no Facebook em que pede a saída de ACM Neto e Rodrigo Maia. O ato pediu uma intervenção federal na Bahia. No vídeo, ele aparece sem máscara. Ele é uma das lideranças do movimento Vem pra Rua na Bahia.

Segundo informações de bastidores obtidas pelo Bahia Notícias, o servidor do Ministério Público já é uma figura conhecida na instituição por seus posicionamentos bolsonaristas. Antônio Braga é o autor de uma ação popular contra o ex-presidente Lula para que a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) não concedesse a Comenda 2 de Julho, em 2018.  O pedido foi negado (veja aqui).

O servidor já atuou no núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos junto ao promotor de Justiça Ivan Machado, mas foi removido. Atualmente, ele está lotado na Corregedoria da instituição. 

O MP-Ba informou que avaliará “criteriosamente o material” e reforçou que “permanece fiel à sua missão constitucional de defesa do regime democrático, o que foi externado”, inclusive, em nota do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG). O colegiado congrega todos os chefes dos MPs do Brasil e manifestou sua preocupação com atos que ocorreram no país neste domingo  que podem ultrapassar “o limite da liberdade de opinião”

-2:01:26
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Bolsonaro é o coveiro da nação, diz sindicato de categoria

ia

por Folhapress
Bolsonaro é o coveiro da nação, diz sindicato de categoria
Foto: Agência Brasil
O sindicato que representa os agentes sepultadores da cidade de São Paulo repercutiu a frase do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e disse que ele é o coveiro da nação.

Questionado pela sobre as mortes por coronavírus, o presidente afirmou que não é coveiro.

"Bolsonaro é coveiro da nação, dos direitos do povo", disse João Batista Gomes, do Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo), que representa o serviço funerário.

O sindicato publicou um quadrinho recentemente pedindo à imprensa para não se referir aos funcionários que fazem os enterros como coveiros. A mensagem foi publicada em uma tirinha da entidade, com o personagem Zé da Cova.

O sepultador Manoel Norberto, da diretoria do sindicato, afirma que se trata de um desrespeito com a categoria uma fala dessa vinda do presidente. "A população fala assim, mas vindo do presidente é até uma forma de preconceito", diz.

Bahia Notícas

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