sábado, fevereiro 15, 2020

Lava Jato "tem seu mentor envolvido até o pescoço" na máfia das delações, diz Paulo Pimenta | Revista Fórum "Esse esquema envolveu Carlos Zucolotto, compadre do então juiz da operação, Sérgio Moro, e o procurador que dava nome ao principal grupo de whatsapp da mesma", tuitou o deputado, referindo-se ao grupo "Filhos de Januário", revelado pela Vaza Jato


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"Esse esquema envolveu Carlos Zucolotto, compadre do então juiz da operação, Sérgio Moro, e o procurador que dava nome ao principal grupo de whatsapp da mesma", tuitou o deputado, referindo-se ao grupo "Filhos de Januário", revelado pela Vaza Jato

Fica a dica

Líder dos caminhoneiros anuncia paralisação para segunda (17)

Caminhoneiros da Baixada Santista aderiram à luta contra a política de preço dos combustíveis e a diminuição de postos de trabalho no Porto de Santos.
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Bolsonaro dá 'banana' aos jornalistas e exalta a esposa


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O presidente Bolsonaro falou sobre um trabalho coordenado pela primeira-dama na biblioteca da Planalto Política/Nacional- Jornal do Commercio

Em Assis, a cidade onde nasceu São Francisco, o Papa propõe uma nova economia


Resultado de imagem para FRASES DO PAPA FRANCISCOFrei BettoO Globo
De 26 a 28 de março, Assis, a cidade italiana de São Francisco, receberá mais de 2 mil economistas e empreendedores de 115 países, todos com menos de 35 anos, para participar do encontro “A economia de Francisco”, evento convocado pelo papa. O Brasil se fará representar por 30 participantes.
A agenda prevê debates sobre trabalho e cuidado; gestão e dom; finança e humanidade; agricultura e justiça; energia e pobreza; lucro e vocação; políticas para a felicidade; desigualdade social; negócios e paz; economia e mulher; empresas em transição; vida e estilos de vida; e economia solidária.
NOVOS CAMINHOS – “Não há razão para haver tanta miséria. Precisamos construir novos caminhos”, declarou Francisco ao convocar o evento. Ele propõe uma economia “que faz viver e não mata, inclui e não exclui, humaniza e não desumaniza, cuida da Criação e não a depreda.”
E afirma a necessidade de “corrigir os modelos de crescimento incapazes de garantir o respeito ao meio ambiente, o acolhimento da vida, o cuidado da família, a equidade social, a dignidade dos trabalhadores e os direitos das futuras gerações.”
Para assessorar o encontro, o papa convidou Jeffrey Sachs, Joseph Stiglitz, Amartya Sen, Vandana Shiva, Muhammad Yunus e Kate Raworth. Os temas da desigualdade social e da devastação ambiental ocuparão o centro das atenções.
SEM MISÉRIA – Segundo o economista Ladislau Dowbor, no atual estágio do capitalismo “não há nenhuma razão para haver miséria no planeta. Se dividirmos os 85 trilhões de dólares que temos de PIB mundial pela população, isso equivale a 15 mil reais por mês, por família de quatro pessoas. Isso é amplamente suficiente para todos viverem de maneira digna e confortável.”
Hoje, segundo a FAO, 851 milhões de pessoas passam fome. A população mundial é de 7,6 bilhões de pessoas, e o planeta produz alimentos suficientes para 11 bilhões de bocas. Portanto, não há falta de recursos, há falta de justiça. Como não há falta de dinheiro, e sim de partilha.
Os paraísos fiscais, verdadeiras cavernas de Ali Babás, guardam 20 trilhões de dólares, 200 vezes mais do que os US$ 100 bilhões que a Conferência de Paris estabeleceu para tentar deter a desastre ambiental.
ERA DA ESPECULAÇÃO – No neoliberalismo, o capitalismo adquiriu nova face. Deslocou-se da produção para a especulação. As fabulosas fortunas estocadas nos bancos favorecem prioritariamente os especuladores, e não os produtores. Em suas obras, Piketty demonstra que produzir gera empregos e resulta no crescimento de bens e serviços na ordem de 2% a 2,5% ao ano. Porém, quem aplica no mercado financeiro obtém um rendimento de 7% a 9% ao ano.
O agravante é que o capital improdutivo quase não paga imposto. E a desigualdade de renda tende a crescer, pois, hoje, 1% da população mundial detém em mãos mais riqueza que os 99% restantes. A soma das riquezas de apenas 26 famílias supera a soma da riqueza de 3,8 bilhões de pessoas, metade da população mundial. E, no Brasil, apenas seis famílias acumulam mais riqueza do que 105 milhões de brasileiros – quase metade de nossa população – que se encontram na base da pirâmide social.
CRISE NO BRASIL – Segundo a revista Forbes, 206 bilionários brasileiros aumentaram suas fortunas em 230 bilhões de reais em 2019, enquanto a economia ficou praticamente estagnada. Enquanto isso, aos mais pobres cabem os R$ 30 bilhões do programa Bolsa Família.
Portanto, como assinala Dowbor, não é o Bolsa Família e a aposentadoria dos velhinhos que prejudicam a economia, e sim a acumulação de riquezas em mãos de grandes grupos privados que não produzem, são meros especuladores financeiros. Essas famílias tinham uma fortuna, em 2012, de R$ 346 bilhões. Em 2019, subiu para 1 trilhão e 206 bilhões de reais. Como em nosso país lucros e dividendos são isentos de tributação, esses bilionários não pagam impostos.
O objetivo do papa Francisco é que vigore no mundo uma economia socialmente justa, economicamente viável, ambientalmente sustentável e eticamente responsável.

OS PODERES SÃO SEPARADOS E AO MESMO TEMPO DEVEM SER OBRIGATORIAMENTE HARMÔNICOS

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Por Marcelo do Sindicato

A teoria da separação dos poderes surgiu como forma de assegurar o controle do exercício do poder governamental de forma a controlá-lo para que não fosse possível a existência de governos tirânicos ou autoritários.
Essa teoria deveria ser aplicada que um poder fosse limitado pelo o outro, efetivando-se, assim, estabelecer uma autoridade sem freios, demasiada e super poderosa sem paliativos.
O critério para a divisão dos poderes e funcional, assim, cada um dos órgãos tem funções exclusivas, de forma que cada poder não poderia ser desrespeitado nas funções que deveria cumprir. Simultaneamente, quando um deles se mostrava autoritário ou se extrapolava suas designações, os demais poderes teriam o direito de intervir contra a tal situação desarmônicas.
Nossa constituição assegura a tripartição dos poderes em seu segundo artigo:
“ Art. 2 são poderes da união, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
Os antigos pensadores já acentuavam a importância da limitação dos poderes.
Entre estes, podemos destacar Aristóteles, Lock e Montesquieu, conforme preleciona Alexandre de Morais em seu livro Direito constitucional:

“A divisão segundo o critério funcional é célebre “separação de poderes”.
Por diversas vezes a sociedade Jeremoabense,infelizmente presenciou o poder legislativo local convocar o atual prefeito a comparecer na câmara municipal de vereadores, para que o mesmo prestasse esclarecimentos ao poder legislativo, a cercar de problemas pertinentes a sua administração municipal e, o gestor desconsiderou a toadas essas convocações em um gesto total de extrema arbitrariedade.
Agora como se não bastasse, os seus interventores agonizam e, ao mesmo tempo aterrorizam os vereadores de oposição, com o intuito de obriga-los a aprovar um projeto que, autoriza o prefeito destinar os recursos do pré-sal distribuídos pelo governo aos municípios, pra a realização calçamentos em povoados de nosso município.
O fato é, que, os mesmo interventores do atual gestor se esqueceram,de que, eles próprios tiveram a coragem, de no ano de 2018, ano em que Jeremoabo passou por processo eleitoral suplementar, de votarem contra a um projeto de 50 moradias que, iriam beneficiar 50 famílias pobres que viviam em nosso município sem ter onde absolutamente morarem com dignidade.
Pra quem não lembra o argumento usado pela oposição na época era que, - “ aquele referido projeto era um projeto eleitoreiro”, e agora senhores interventores a pergunta que vos faço é a seguinte: esse projeto que vocês estão propondo para que os vereadores da oposição votem apressadamente não é eleitoreiro não, já que estamos em pleno ano eleitoral?
Tais atitudes corroboram um ato total de falso moralismo, me recordo de um ditado popular que dizia - “aos meus amigos tudo e, aos inimigos nada”, no caso se os mesmos estivessem como oposição estariam mobilizando a sociedade através da imprensa local pra compreendê-los, respeito do fato de os mesmo não estarem concordando com esse projeto que, com certeza aos olhos dos mesmos seria um “ projeto eleitoreiro”, com a finalidade de conquistar o voto do cidadão eleitor.
Vereador nenhum e obrigado a votar em nenhum projeto que o mesmo não esteja de acordo, a menos que haja um diálogo capaz de convencê-lo, de que, determinado projeto atenderá os anseios do coletivo e, não a um subversivo ou mesmo ao ego de um determinado grupo político.
Se ao menos estivesse havendo uma harmonia entre o executivo e o legislativo, aí sim poderia haver um consenso capaz de resolver esse impasse,mais infelizmente não está havendo esse relacionamento obrigatório, o que se vê é apenas o distanciamento desses dois poderes imprescindíveis para o bom funcionamento da coisa pública.

Como leigo aprendi que decisão judicial cumpre-se, depois recorre-se.



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Nota da redação deste Blog -  A respeito da matéria intitulada " Até tu Anabel", simplesmente nada mais tenho a comentar respondo com a matéria acima.

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