quinta-feira, junho 20, 2019

“Vão quebrar a cara. Pode procurar outro alvo”, diz Bolsonaro sobre acusações a Moro


Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista na escola da aeronáutica em Guaratinguetá, SP — Foto: Poliana Casemiro/ G1
Bolsonaro diz ainda ter esperanças no seu decreto das armas
Poliana CasemiroG1 Vale do Paraíba
“Vão quebrar a cara. Pode procurar outro alvo, esse já era. Sérgio Moro é nosso patrimônio”, disse o presidente Jair Bolsonaro, após participar de uma formatura de militares. Na entrevista, os jornalistas perguntaram se ele demitiria Moro caso alguma denúncia de irregularidade grave surgisse. Era uma referência às mensagens divulgadas pelo site The Intercept nos últimos 10 dias.
“Não vi nada de grave ali [nas mensagens]”, disse o presidente. “Não posso me casar pensando em me separar um dia, né? Eu me caso pra ficar até que a morte nos separe. Não vi nada de anormal até agora.”
GRANDE TRAMA – O presidente disse que o caso é uma grande trama. “Atacam quem está ao meu lado para tentar me atingir”, assinalando que Moro foi ao Senado nesta quarta-feira e disse que não têm nada a esconder sobre as conversas atribuídas a ele e a procuradores da Lava Jato e que não tem nenhum apego pelo cargo de ministro.
Sobre a derrota no Senado, que aprovou na terça-feira (18) o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que pede a suspensão dos decretos do governo que facilitaram o porte de armas, Bolsonaro amenizou e disse ter ‘certeza’ que ‘ganha’ a votação do decreto das armas na Câmara.
BANDIDADA – “Eu tenho convicção que nós não podemos deixar o cidadão de bem desarmado e a bandidada muito bem armada. Eu não sei qual a decisão final do Supremo nesse sentido, eu tenho certeza que a Câmara, se for à votação na semana que vem e depois no Senado, a gente ganha na Câmara. Não é um compromisso de campanha minha, é o povo que quer isso”, afirmou o presidente.
Para ele é ‘legítimo o direito de ter uma arma dentro de casa’. “Eu quero armar o cidadão de bem, é um legítimo direito dele, tendo em vista o referendo de 2005 e o próprio estatuto do desarmamento. Eu tenho certeza que eu não extrapolei a lei. Eu lamento que ideologias façam parte de julgamentos pelo Brasil como um todo”, concluiu.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O presidente dá entrevistas demais. Isso é bom, porque imprime transparência ao governo. Ao mesmo, é ruim, porque quem fala demais dá bom dia a cavalo, conforme diz o velho ditado.
Bolsonaro tem mania de fazer comparações com casamento e futebol. Mas esquece que já se casou três vezes e diz esta pérola: “Não posso me casar pensando em me separar um dia, né? Eu me caso pra ficar até que a morte nos separe”.
Não deixa de ser engraçado, Bolsonaro parece viver num mundo à parte.(C.N.)

Desembargador manda delegado da PF entregar arma, passaporte e distintivo


Polícia Federal
Polícia Federal dá exemplo e procura corruptos na corporação
Deu em O Tempo(Estadão Conteúdo)
O desembargador Leandro Paulsen, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), ordenou ao delegado da Polícia Federal Fernando Amaro Moraes Caieron que “entregue ou recolha o distintivo, a carteira funcional, os uniformes, as camisas, os acessórios e demais bens que sejam aptos para se fazer identificar como servidor da Polícia, sua arma particular ou institucional e seu passaporte”.
Caieron foi preso nesta terça, 18, na operação Chabu, investigação que mira em organização supostamente responsável pela venda de informações privilegiadas sobre missões secretas da PF. O delegado vai ficar preso, inicialmente, em regime temporário, por cinco dias.
EXIGÊNCIAS – O desembargador determinou ao delegado que “compareça mensalmente à Justiça” e o proibiu de acessar ou frequentar “toda e qualquer dependência utilizada como sede de força policial, especialmente a Polícia Federal”.
O delegado está proibido de contatar, “pessoalmente ou por interposta pessoa, os demais envolvidos na investigação” e não pode se ausentar, sem autorização judicial prévia, de Santa Catarina. Caieron teve suspensa sua função pública, sem prejuízo de seus vencimentos, “pelo período necessário à conclusão das investigações”.
A Operação Chabu levou à prisão, também em regime temporário por cinco dias, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, supostamente beneficiário, ao lado de outros políticos e empresários, de informações repassadas pelo grupo de “inteligência”.
PREFEITO SUSPENSO – O desembargador Paulsen suspendeu Loureiro do cargo de prefeito por 30 dias. O magistrado impôs também ao prefeito proibição de manter contato, “por qualquer forma, presencial, telefônica, telemática, etc”, pessoalmente ou mediante interposta pessoa, com os demais envolvidos na investigação”.
Entre os alvos da Chabu com os quais Loureiro não poderá se comunicar, citados pelo magistrado, estão o delegado da PF e o ex-secretário da Casa Civil Luciano Veloso Lima.
A Operação Chabu mira organização que violava sigilo de operações policiais em Santa Catarina. O grupo contava com uma rede de políticos, empresários e agentes da própria PF e da Polícia Rodoviária Federal. Segundo a PF, o grupo também contrabandeava equipamentos de contrainteligência.
TRINTA MANDADOS – Por ordem de Paulsen, a PF cumpriu 30 mandados, sendo 23 de busca e apreensão e sete de prisão temporária. Os crimes foram descobertos a partir da análise dos materiais apreendidos na Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018.
A PF informou que o grupo “embaraçava investigações policiais em curso e protegia o núcleo político em troca de vantagens financeiras e políticas”.
A investigação apurou que “a quadrilha vazava sistematicamente informações sobre operações policiais que ainda seriam deflagradas e também contrabandeava equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras”, à prova de monitoramento, em órgãos públicos e empresas. A PF investiga associação criminosa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa e tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização criminosa.
DEFESAS – Em nota, a prefeitura de Florianópolis informou que o prefeito Gean Loureiro concordou em prestar todas as informações e comparecer à PF para depor. “As informações preliminares dão conta de que não há nenhum ato ou desvio de recursos públicos relacionados à Prefeitura”, afirma a assessoria de Loureiro.
A reportagem busca contato com as defesas do delegado Fernando Caieron e do ex-secretário Luciano Veloso Lima, atualmente ocupando função na biblioteca da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O espaço está aberto para as manifestações.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É a Polícia Federal levando adiante o exemplo da Lava Jato, cortando na própria carne e investigando a membros da corporação. A Operação Chabu mostra que o Brasil mudou, embora muitos políticos resistam a essa mudança e tentem destruir a Lava Jato e a reputação de Sérgio Moro, uma das personalidades mais prestigiadas e glorificadas do mundo. (C.N.)

Demóstenes Meira é o 2º prefeito da RMR preso por corrupção em um ano - Ronda JC

“Heróis do Dique”: Quatro jovens mergulharam no dique para salvar idoso de carro que capotou

“Quando ele abriu a porta traseira eu vi o corpo”, afirmou um dos jovens

Foto: Reprodução / Instagram


Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br
Breno, Luan, Júnior e Denilson são os novos heróis soteropolitanos. Estes quatro jovens estavam jogando futebol perto do local onde o carro com um senhor de 72 anos caiu na noite desta terça-feira (18). Em um vídeo gravado pelo jornalista João Gabriel Galdea, eles relataram como tudo ocorreu:
No momento do acidente, a região estava movimentada por conta do jogo entre o Brasil e a Venezuela, na Arena Fonte Nova. Mas segundo os jovens, quando o carro passou em alta velocidade, não havia nenhum pedestre no local.
“O carro passou direto, mas graças a Deus não tinha ninguém na rua. Nessa hora já veio todo mundo pulando. Ele [o amigo] abriu a porta da frente e a gente não sentiu corpo nenhum, porque o carro capotou. Quando ele abriu a porta traseira eu vi o corpo, que estava desacordado”, afirmaram.
Confira o vídeo do relato dos jovens:

quarta-feira, junho 19, 2019

Bolsonaro tira articulação política de Onyx e transfere para substituto de Santos Cruz


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Na nova função, o general Ramos tira a farda e veste a saia justa
Gustavo MaiaO Globo
O presidente Jair Bolsonaro editou nesta quarta-feira uma Medida Provisória (MP) para promover novas alterações na estrutura da Presidência e dos ministérios, entre elas a transferência da articulação política da Casa Civil, comandada pelo ministro Onyx Lorenzoni , para a Secretaria de Governo (Segov), que será chefiada pelo general Luiz Eduardo Ramos , o substituto de Carlos Alberto dos Santos Cruz . Ele deve assumir o cargo apenas em julho, após se licenciar do Exército. Sucessivas derrotas do governo no Congresso motivaram essa alteração.
Historicamente ligada à Casa Civil, a Subchefia para Assuntos Jurídicos (SAJ) também deixou a pasta e passará a integrar a Secretaria-Geral da Presidência, que hoje é comandada por ministro Floriano Peixoto.
LEGALIDADE – Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o objetivo da mudança foi que “a verificação da legalidade e constitucionalidade dos atos presidenciais esteja separada da estrutura de articulação política e de coordenação das ações de governo”.
Isso porque a pasta comandada por Onyx coordena e acompanha as atividades dos ministérios e a formulação de projetos e políticas públicas. E a Casa Civil ganhou da Segov o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), “diante do seu caráter fundamental para a captação de grandes investimentos para obras de infraestrutura do país”, segundo informou a Presidência.
A mudança do PPI, responsável por firmar contratos entre o Executivo e a iniciativa privada, havia sido anunciada por Bolsonaro na tarde de terça-feira.
FICA COM ONYX – “O PPI, está sendo discutido isso,  deve ir ali para o Onyx. Não vamos ter problemas com essa nova configuração. Todos se conscientizam que cada um trabalha para um objetivo comum que é o bem-estar da população brasileira – disse o presidente, após cerimônia de sanção da lei que visa coibir fraudes previdenciárias, no Palácio do Planalto”, informou a Assessoria.
Essas alterações foram promovidas pelo governo Bolsonaro um dia após a publicação em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) da lei que corresponde à MP 870, aprovada pelo Congresso depois de passar por mudanças, como a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, de Sergio Moro, para o da Economia, comandado por Paulo Guedes.
TERRAS INDÍGENAS – A medida provisória editada no primeiro dia do ano promovendo a reorganização da estrutura ministerial também havia transferido a Fundação Nacional do Índio (Funai) do Ministério da Justiça para o da Mulher, Família e Direitos Humanos, chefiado pela minista Damares Alves. A medida foi revertida pelos parlamentares e mantida pelo governo.
O texto publicado nesta quarta-feira concede ao Ministério da Agricultura a responsabilidade da demarcação de terras indígenas, contrariando decisão do Congresso que havia devolvido essa atribuição à Funai.
A jornalistas, Bolsonaro havia ressaltado na terça-feira que o novo ministro da Segov teria um perfil diferente de Santos Cruz e ajudaria na articulação política. “Ele é uma pessoa que tem uma visão diferente do anterior, foi assessor parlamentar [do Exército] por dois anos, conhecido de muitos de vocês da imprensa. A parte política vai ajudar bastante com a chegada do general Ramos”, disse Bolsonaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Nas modificações, a mais acertada foi controlar melhor a constitucionalidade dos atos presidenciais, que estavam sendo feitos erradamente, misturando chiclete com banana, digo, decreto com medida provisória. Quanto à articulação política feita por um general da ativa, é claro que isso não vai dar certo. O general Ramos vai tirar a farda e vestir uma saia justa. (C.N.)

Juiz pode conversar publicamente com as partes; por mensagens privadas não'

'Juiz pode conversar publicamente com as partes; por mensagens privadas não' (Crédito: )
Por dentro da Justiça - Wálter Maierovitch

'Juiz pode conversar publicamente com as partes; por mensagens privadas não'

Wálter Maierovitch analisa a audiência na CCJ com o ministro Sergio Moro. O comentarista afirma que não existe ilegalidade se a conversa de um magistrado com as partes do processo for conduzida de forma pública. 'No início da denúncia, o ministro dizia que as mensagens eram reais, depois mudou de discurso', afirma Maierovitch.

Moro: se houver irregularidade da minha parte, eu saio. Não tenho apego ao cargo

No Senado, ministro admite que entrega o cargo caso sejam apontadas irregularidades em suas condutas. "Não tenho apego ao cargo em si. Apresente tudo e, se houver alguma irregularidade, eu saio. Mas não houve, eu sempre agi dentro da lei"
19 de junho de 2019, 18:13 h

Sérgio Moro presta depoimento à CCJ do Senado
247 - Em depoimento à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, admitiu que pode deixar o cargo caso sejam comprovadas irregualridades em seus atos.
"Não tenho apego ao cargo em si. Apresente tudo e, se houver alguma irregularidade, eu saio. Mas não houve, eu sempre agi dentro da lei", assegurou aos senadores, ao comentar os vazamentos das conversas da Lava Jato pelo site The Intercept.
Alguns senadores de oposição cobraram a renúncia de Moro durante a audiência, como Humberto Costa (PT-PE) e Weverton Rocha (PDT-MA), o primeiro a falar.

Parlamentares protocolam pedido de exoneração de Moro

"A gravidade das denuncias pede que o presidente aja urgentemente na exoneração", afirmou o deputado Gervásio Maia (PSB-PB)

19 de junho de 2019, 15:50 h

Parlamentares protocolam pedido de exoneração de Moro
William De Lucca, 247 - Parlamentares do PSB protocolaram nesta quarta-feira (19) um pedido para que o presidente Jair Bolsonaro exonere imediatamente o ministro da justiça Sérgio Moro.
Os deputados Gervásio Maia (PB), Marcelo Nilo (BA), Bira do Pindaré (MA) e  Lídice da Mata (BA), todos do PSB, alegam que Moro cometeu grave desvio ético e legal, não reunindo mais as condições ético-jurídicas para  o exercício do cargo, e por isso indicam que a Câmara se posicione no sentido de exigir a demissão.  
Para eles, as conversas publicadas pelo site The Intercept Brasil, demostram que Moro agiu politicamente para prejudicar o então candidato a presidente, Lula (PT).  
"A gravidade das denuncias pede que o presidente aja urgentemente na exoneração", asseverou o deputado Gervásio Maia, em entrevista ao Brasil 247.  
"O Ministério da Justiça possui uma relevância histórica sem precedentes.  Foi o primeiro Ministério a ser criado, em 03 de julho de 1822, pelo príncipe regente D. Pedro. Exige, na sua condução, dirigente que tenha honradez e reputação ilibadas e acima de qualquer suspeita", escreveram os parlamentares.
PUBLICADO POR BRASIL 247

Glenn avisa: o material mais explosivo ainda não foi publicado



"Nossa intenção com certeza é para publicar mais artigos nesta semana e também na semana que vem. E provavelmente essa reportagem toda vai durar meses porque é um arquivo enorme e na minha opinião o material mais importante, e mais explosivo, ainda não foi publicado”, disse o editor do Intercept

Da Rede Brasil Atual – O Seu Jornal, da TVT, exibe na edição de ontem (18) entrevista com o editor do site The Intercept Brasil, Glenn Greenwald, que revelou diálogos do ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol para conduzir de forma ilegal a acusação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O que estamos fazendo, independentemente da opinião sobre o Sergio Moro, Deltan Dallagnol ou sobre o The Intecept, é jornalismo. É mostrar o que as pessoas mais poderosas no país estavam fazendo nas sombras e essa transparência é fundamental para qualquer democracia. E é isso que está em jogo com as ameaças que estamos recebendo”, disse Greenwald.

“Você não pode ser um juiz no seu próprio caso, como é o que ocorre com o Sergio Moro”, destaca o jornalista. “Nos Estados Unidos, há o entendimento que qualquer juiz, mesmo em causas pequenas, que for pego fazendo o que Moro fez no caso do Lula, colaborando em segredo com os procuradores, com certeza vai perder o cargo público imediatamente. Mas no Brasil até agora isso não aconteceu”, lamenta.

Greenwald falou sobre as próximas publicações. “É difícil prometer que o material vai sair em um dia específico, porque às vezes no último minuto um advogado ou um editor pergunta alguma coisa, ou queremos fortalecer a parte de reportagem, então demora mais tempo do que estamos planejando. Mas nossa intenção com certeza é para publicar mais artigos nesta semana e também na semana que vem. E provavelmente essa reportagem toda vai durar meses porque é um arquivo enorme e na minha opinião o material mais importante, e mais explosivo, ainda não foi publicado.”

FONTE:
https://www.brasil247.com/brasil/glenn-avisa-o-material-mais-explosivo-ainda-nao-foi-publicado

Jessé Souza: Lava Jato esconde crimes do sociólogo e inventa crimes para o metalúrgico


"Por que se esconde os crimes reais do sociólogo "quase francês" enquanto se inventa crimes fictícios para o metalúrgico?", questiona o sociólogo Jessé Souza, sobre os novos trechos vazados pelo The Intercept que citam FHC, ex-presidente tucano

BRASIL 247 - Para o sociólogo Jessé Souza, as revelações trazidas pelos novos trechos das conversas entre o então juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça , e os procuradores da Lava Jato, que apontam para uma proteção do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, reforçam o caráter racista e classista da República de Curitiba em suas perseguições processuais.

"Por que se esconde os crimes reais do sociólogo "quase francês" enquanto se inventa crimes fictícios para o metalúrgico?", indaga o sociólogo. E acrescenta: " Será que a balela do combate à corrupção é só uma "fachada moralista" para justificar o exercício sem pudor do ódio aos pobres? O que vocês acham?"


Jessé Souza
@JesseSouzaecht
Por que se esconde os crimes reais do sociólogo "quase francês" enquanto se inventa crimes fictícios para o metalúrgico? Será que a balela do combate à corrupção é só uma "fachada moralista" para justificar o exercício sem pudor do ódio aos pobres? O que vocês acham? #VazaJato

5.616
20:21 - 18 de jun de 2019
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FONTE:

https://www.brasil247.com/brasil/jesse-souza-lava-jato-esconde-crimes-do-sociologo-e-inventa-crimes-para-o-metalurgico

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