sábado, janeiro 12, 2019

De Cid Gomes para Renan: “Agora não é uma oportunidade boa para você ser presidente”

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OANTAGONISTA.COM
No ano passado, depois das eleições, Cid Gomes e Renan Calheiros, ambos eleitos, se encontraram no cafezinho do Senado e conversaram por alguns minutos...

Raquel Dodge: Bolsonaro “renova a esperança dos brasileiros”


DIARIODOCENTRODOMUNDO.COM.BR
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, rasgou a fantasia na posse de dezesseis novos procuradores federais. Foi a primeira vez que um presidente da República acompanhou essa cerimônia. “Agradeço, por isso, sensibilizada e muito especialmente a vossa excelência, presidente Jair Bolson...

Bolsonaro pergunta sobre Collor em bilhete entregue a Rodrigo Maia durante evento na PGR


G1.GLOBO.COM
Presidente escreveu no bilhete: 'Collor é ...dato?'. Repórteres fotográficos flagraram texto, mas dedo indicador direito de Bolsonaro tampa as primeiras sílabas da palavra.

Genro de Leo Pinheiro na Caixa e a farsa do triplex: a nomeação dele é suspeita. Por Joaquim de Carvalho


DIARIODOCENTRODOMUNDO.COM.BR
Sem Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, o processo que levou à condenação e, consequentemente, à prisão do ex-presidente Lula não ficaria de pé. No processo, o que sustenta a condenação é a declaração de Leo Pinheiro de que haveria um caixa geral da propina na OAS e que, nesse caixa, foi...

A piada da semana



Nenhuma descrição de foto disponível.


Estou recebendo essa foto onde não sei se é verdadeira ou apenas uma simples anedota ou brincadeira, todavia se for real, classifico como a piada da semana.
O que o Presidente Bolsonaro tem a ver com essa inauguração em Jeremoabo?
Como em Jeremoabo o impossível acontece, nada é de se duvidar.

sexta-feira, janeiro 11, 2019

Rastreadores de carros de Palocci podem provar fatos de suas delações sobre Lula


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Palocci é o primeiro petista do núcleo duro a delatar Lula
Mônica BergamoFolha
Os dados dos rastreadores dos carros de Antonio Palocci são considerados um dos trunfos para corroborar fatos de suas delações premiadas, segundo pessoas familiarizadas com os documentos. Os veículos teriam sido usados para o pagamento de propinas.  Com as informações, os investigadores podem cruzar datas de movimentações financeiras com os trajetos feitos nos dias específicos.
Palocci assinou na quarta-feira (dia 9) o seu terceiro acordo de colaboração, desta vez com a força-tarefa da Operação Greenfield, do Ministério Público Federal de Brasília. Ele já entregou os dados dos rastreadores para os procuradores. As informações também foram usadas por policiais federais de Curitiba e de Brasília, nos outros dois acordos celebrados por Palocci.
PAPAI NOEL - A Odebrecht doou R$ 4 mil para o Conselho da Comunidade, órgão que trabalha com presídios da região metropolitana de Curitiba. O dinheiro foi usado para a festa de fim de ano da entidade, que atendeu 11,4 mil presos e agentes, inclusive os da Lava Jato que estão detidos no CMP (Complexo Médico-Penal).
A empreiteira realiza doações anuais ao órgão desde que Marcelo Odebrecht passou pelo presídio, em 2015.
MARCAÇÃO… – Em sua segunda semana no governo João Doria (PSDB), o titular da Educação, Rossieli Soares Silva, já enfrenta as pressões do cargo. Nesta quinta-feira (dia 10), uma imensa faixa foi colada no chão na entrada do prédio da pasta, no centro da capital, com um recado para o secretário: “Nenhum professor(a) desempregado! Nenhum estudante sem aula!”.
A autoria do protesto foi de uma das representações da Apeoesp (sindicato dos professores). No cartaz afixado também há reivindicações em defesa da escola pública e contra a violência nas salas de aula.
Rossieli foi ministro da Educação de Michel Temer (MDB). Ele é um dos dez integrantes do alto escalão da gestão do ex-presidente que Doria colocou em seu governo.

O problema do populismo não está nos seus princípios, mas nas consequências mensuráveis


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Charge reproduzida do Arquivo Google
João Pereira CoutinhoFolha
A palavra populismo causa histeria entre o auditório culto. Entendo. Mas, se ficarmos apenas pela teoria, é perfeitamente razoável defender o populismo em determinadas circunstâncias históricas. Se, como dizem os sábios, o populismo é uma espécie de ideologia em que o líder defende os verdadeiros interesses do povo contra uma elite distante ou corrupta, uma certa dose de populismo pode ser necessária para repor as regras do jogo democrático.
Basta pensar no Leste Europeu sob o domínio comunista — um exemplo que Cas Mudde e Cristóbal Rovira Kaltwasser defendem no seu pequeno tratado sobre o assunto (“Populism: A Very Short Introduction”).
BOM OU MAU? – Lech Walesa, na Polônia, ou Václav Havel, na Tchecoslováquia, eram líderes populistas contra a elite moscovita —e ainda bem.
Saber se o populismo é bom ou mau, para usar a terminologia infantil, não deve ser apenas uma mera questão teórica. É preciso olhar para as consequências políticas do ideário.
Nos casos de Walesa ou Hável, o populismo de ambos fez-se em nome da democracia liberal contra a tirania. Sobre os populistas de hoje, aplica-se o mesmo raciocínio: o que resultou das suas palavras, atos ou omissões?
UM RESUMO – Yascha Mounk e Jordan Kyle publicaram um artigo na revista The Atlantic que resume algumas das suas conclusões empíricas. Os autores olharam para 46 líderes populistas em 33 democracias no período entre 1990 e 2018. Os sinais não são animadores.
Para começar, os líderes populistas tendem a se perpetuar no poder: a média é seis anos e meio contra os três anos dos democratas “normais”.
Além disso, 50% dos líderes populistas analisados reescreveram, na totalidade ou em parte, as respectivas constituições com o fino propósito de enterrar a limitação de mandatos ou de suspender o poder moderador do sistema de “checks and balances”.
UM RETROCESSO – Como consequência, verifica-se uma regressão mais acentuada da “qualidade da democracia” quando existem populistas na praça: uma regressão de 7% na liberdade de imprensa; de 8% nas liberdades civis; de 13% nos direitos políticos.
Em matéria de corrupção, a besta negra do populista clássico, 40% dos líderes populistas sob estudo estão ou estiveram indiciados pela prática de crimes.
Moral da história? O problema do populismo contemporâneo não está nos seus princípios, muito menos na sua lógica eleitoral. Está nas consequências mensuráveis da má governação. Saber se essa tendência se mantém no futuro é pergunta para angustiar os democratas liberais.

“Morreu esse assunto”, diz Mourão sobre promoção do filho no Banco do Brasil


O vice-presidente Hamilton Mourão participa de cerimônia de transmissão de cargo do comando da Marinha Foto: Evaristo Sá/AFP/09-01-2019
O assunto não morreu, Mourão é que tenciona matá-lo…
Eduardo BrescianiO Globo
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, considera superada a polêmica causada pela promoção de seu filho , Antonio Hamilton Rossel Mourão, para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil. “Esse assunto é um assunto morto. Morreu esse assunto” — disse Mourão ao Globo.
Como revelou a revista Época na terça-feira, um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dado posse ao novo presidente do banco, Rubem Novaes, o filho de Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência, elevando seu salário de R$ 14 mil para R$ 36,5 mil.
SEM DISCUSSÃO – Nesta quinta-feira, ao ser questionado pelo Globo, o vice, além de dizer que o assunto está encerrado para ele, afirmou que sequer precisou discutir a polêmica com Bolsonaro.
— Não teve necessidade (de falar com o presidente). É uma coisa interna da instituição, que é uma S.A. (sociedade anônima) — afirmou o vice-presidente.
O filho de Mourão é funcionário de carreira do BB e está na instituição há 18 anos. Nos últimos 11 anos, fazia parte da diretoria de Agronegócios. Ele deve assessorar o presidente nesta área.
JUSTIFICATIVA – Na terça, ao justificar a promoção, o presidente do banco, Rubem Novaes, afirmou que o funcionário possui excelente formação e capacidade técnica.
“Antônio é de minha absoluta confiança e foi escolhido para minha assessoria, e nela continuará, em função de sua competência. O que é de se estranhar é que não tenha, no passado, alcançado postos mais destacados no Banco”, disse, por meio de nota.
MERITOCRACIA – Também na terça, o próprio vice-presidente afirmou numa rede social que seu filho foi nomeado por ter “absoluta confiança” do novo presidente do banco, além de ter prestado “excelentes serviços” e ter “conduta irrepreensível”. Mourão ainda disse que nos governos anteriores “honestidade e competência” não eram valorizadas.
Nesta quinta, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Mourão voltou a defender a indicação do filho, dizendo que, se pudesse, teria Rossel Mourão em sua equipe.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Mourão disse também ao Estadão que o filho sofrera “perseguição” em outras gestões. Pelo contrário, foi beneficiado. Além das oito promoções na era PT, foi transferido para Brasília para ficar perto do pai. Por fim, Mourão está enganado ao dizer que “o assunto está morto”. Esse tipo de assunto não morre nunca. Como na canção de Chico Buarque e Ruy Guerra, fica gravado no corpo feito tatuagem(C.N.)

Comandante do Exército também defende militares fora da reforma da Previdência


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General Pujol reforça o boicote à reforma da Previdência
Renato SouzaCorreio Braziliense
O novo comandante do Exército, Edson Pujol, que recebeu o cargo do general Eduardo Villas Bôas nesta sexta-feira (11/1), defendeu que os militares fiquem de fora da reforma da Previdência. “Olha, a nossa intenção, minha como comandante do Exército, é que nós não devemos modificar o nosso sistema (de aposentadoria). Se perguntarem a minha opinião, como comandante do Exército”, disse Pujol após a cerimônia de posse, que contou a com a presença do presidente Jair Bolsonaro e diversas outras autoridades.
O comandante justificou sua posição afirmando que “os militares sempre se sacrificaram em prol do Brasil”. Ele, no entanto, reconheceu que o país precisa passar por ajustes econômicos.
SEM DISCUSSÃO – Pujol ressaltou que, até o momento, não conversou com o presidente Bolsonaro sobre o assunto. “Se houve alguma definição nesse sentido, até agora não chegou a mim. Não houve nenhuma conversa com o presidente sobre o assunto. A Constituição prevê um regime diferenciado para os militares. Mas se houver alguma ordem nesse sentido, vamos seguir”, afirmou.
Assim, o novo comandante do Exército fortalece a postura do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo Silva, e do comandante da Marinha, almirante Ilques Barbosa Júnior, que alegaram que os militares não têm Previdência, o que os beneficia seria um regime de “proteção social”.
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NOTA DA REDAÇÃO SOCIAL
 – O neologismo dos chefes militares merece tradução simultânea. “Proteção social” significa “não mexam com a previdência dos militares”, que descontam menos do que os civis e têm atendimento médico e odontológico, completo para suas famílias, tudo de graça, às custas do povo(C.N.)

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