quinta-feira, setembro 27, 2018

Datafolha vai mostrar se existe terceira via ou a eleição vai ser mano a mano

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para haddad e bolsonaro charges
Charge do Kayser (Arquivo Google)
Carlos Newton










Alianças estaduais nem sempre coincidem com alianças para eleição presidencial

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para alckmin traído charges
Charge do Nani (nanihumor.com)
Pedro do Coutto







STF cancela 3,4 milhões de títulos, a maioria no Nordeste, maior reduto do PT

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para títulos de eleitor charges
              Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Carolina BrígidoO Globo
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É claro que o cancelamento de 3,4 milhões de títulos terá efeitos nas eleições. Mas ninguém pode dizer quem sofrerá mais prejuízos, porque urna é igual a cabeça de juiz, ninguém sabe o que tem dentro. Mas todos sabem que o Nordeste é reduto do PT(C.N.)




Cinco candidatos de centro não aceitam se reunir para indicar a chapa única

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para marina, alckmin, meirelles, dias e amoedo
Nenhum dos cinco aceitou sequer discutir a ideia 
Deu no Correio BrazilienseAgência Estado

· 
G1.GLOBO.COM
Duas mulheres, um homem e uma criança foram prensados por animal que estava desgovernado conduzindo carroça em Canelinha, na Grande Florianópolis.



GP1.COM.BR
O juiz federal Francisco Hélio Camelo Ferreira, da 1ª Vara Federal, recebeu denúncia contra o empresário João Claudino Fernandes, proprietário do Armazém Paraíba, acusado de invadir, com intenção de ocupá-las, ...


MIXVALE.COM.BR
Quatro meses após iniciar o julgamento da ‘revisão da vida toda’ — quando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) considera contribuições anteriores a julho de 1994 para cálculo da renda mensal da aposentadoria —, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4)


G1.GLOBO.COM
Jutahy Magalhães, 14%; Jorge Vianna, 4%; Fábio Nogueira, 4%; Comandante Rangel, 4%; Marcos Maurício, 2%; Francisco José, 2%; Adroaldo dos Santos, 1%; Celsinho Cotrim, 1%; Levantamento foi feito de 23 a 25 de setembro.




JOSIASDESOUZA.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR
Os aliados de Geraldo Alckmin começam a enxergar a fidelidade como um atributo facultativo. O deputado Marcos Montes (PSD), número dois da chapa do tucano Antonio Anastasia, candidato ao governo d...


quarta-feira, setembro 26, 2018

Qual é a verdade ou, em quem acreditar?


Resultado de imagem para foto vem I DEMISSÃO DE CONTRATADOS
Foto divulgação

Se verdade o extravasor precisa ser fechado!


Recebi informações de que o município de Jeremoabo recebeu nos meses de julho e agosto, a pequena fortuna de R$ 12.987.195,65, sendo: R$ 6.573.207,18 em julho e R$ 6.413.988,47 em agosto.

Nenhum texto alternativo automático disponível.                                                                                                                                                   
Esta foi a fonte recebida.

Diante destes valores, algumas perguntas se fazem necessárias:

Primeira: Qual é o real valor das despesas fixas, aquela em que o município é obrigado a empenhar e pagar mensalmente?
Segunda: Há sobras após o pagamento integral das despesas fixas?
Terceira: Acaso haja sobra, em quanto importa este valor?
Quarta: Em que e como estão sendo empregados os valores excedentes?

ALERTA GERAL:

Para quem foi contratado, um conselho, não façam dívidas contando com emprego da prefeitura, o índice com pessoal está em 76,37%, quando deveria estar a baixo dos 54% exigidos por lei.
Os dados demonstram que o índice está estourado em 41,42%, percentual que deve ser eliminado até 31 de dezembro do corrente ano.
Isto significa que para alcançar o índice de 54,00% com despesas com pessoal, todos os contratados e mais algumas vantagens concedidas, devem ser cortados pela raiz, mas nada demais se ocorrer antes de 7 de outubro, mas se depois, quando todos já votaram iguais a cordeirinhos, resta irem chorar na cama que é lugar quente e ainda têm o travesseiro para consolo.
Reduzir a folha de pagamento para índice inferior a 54% é uma exigência legal, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, famosa LC 101/2000.

Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder os seguintes percentuais:
III - na esfera municipal:
a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver;
b) 54% (cinqüenta e quatro por cento) para o Executivo.

Da disponibilidade e publicação para conhecimento da população:

Art. 48. São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos.
§ 1o   A transparência será assegurada também mediante: 
I – incentivo à participação popular e realização de audiências públicas, durante os processos de elabora
II - liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público; e            
III – adoção de sistema integrado de administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder Executivo da União e ao disposto no art. 48 A.                
         § 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios disponibilizarão suas informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais conforme periodicidade, formato e sistema estabelecidos pelo órgão central de contabilidade da União, os quais deverão ser divulgados em meio eletrônico de amplo acesso público.
§ 3o Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios encaminharão ao Ministério da Fazenda, nos termos e na periodicidade a serem definidos em instrução específica deste órgão, as informações necessárias para a constituição do registro eletrônico centralizado e atualizado das dívidas públicas interna e externa, de que trata o § 4o do art. 32.                
§ 4o A inobservância do disposto nos §§ 2o e 3o ensejará as penalidades previstas no § 2o do art. 51.                
§ 5o Nos casos de envio conforme disposto no § 2o, para todos os efeitos, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios cumprem o dever de ampla divulgação a que se refere o caput.             
§ 6o Todos os Poderes e órgãos referidos no art. 20, incluídos autarquias, fundações públicas, empresas estatais dependentes e fundos, do ente da Federação devem utilizar sistemas únicos de execução orçamentária e financeira, mantidos e gerenciados pelo Poder Executivo, resguardada a autonomia.                 
Art. 48-A.  Para os fins a que se refere o inciso II do parágrafo único do art. 48, os entes da Federação disponibilizarão a qualquer pessoa física ou jurídica o acesso a informações referentes a:               
I – quanto à despesa: todos os atos praticados pelas unidades gestoras no decorrer da execução da despesa, no momento de sua realização, com a disponibilização mínima dos dados referentes ao número do correspondente processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento e, quando for o caso, ao procedimento licitatório realizado;                 
II – quanto à receita: o lançamento e o recebimento de toda a receita das unidades gestoras, inclusive referente a recursos extraordinários.                 


Nova pesquisa traz eleição em aberto, porque 28% ainda podem mudar o voto


Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para Indecisos charges
Charge de Renato Peters (Arquivo Google)
Carlos Newton
A pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quarta-feira, dia 26, mostra que não houve variação em relação ao levantamento anterior, feito no dia 24, segunda-feira. Na pesquisa espontânea, que é a mais precisa, com o entrevistador indagando em quem o eleitor pretende votar, os resultados são os mesmos, com variações de apenas um ponto, dentro da margem de erro de dois pontos.
O CNI/Ibope mostra que a eleição continua sendo vencida pelos indecisos (20%), brancos e nulos (17%) e outros (2%), totalizando 39% dos eleitores, ante 38% do levantamento anterior.
TUDO IGUAL – Como no resultado da pesquisa estimulada (ou induzida) Jair Bolsonaro também estagnou na espontânea, ficando com 24% das intenções de voto. Haddad continuou com 15%, Ciro permaneceu nos 7% e Lula caiu de 6% para 5%.
Em seguida, vem Alckmin, que caiu de 4% para 3%, enquanto Marina Silva e João Amoêdo pararam em 2% cada. Em seguida, Alvaro Dias e Henrique Meirelles mantêm 1% cada, e o resto dos candidatos, inclusive Guilherme Boulos, nem chega a pontuar.
O mais interessante da pesquisa veio em outro quesito, mostrando que 28% dos eleitores podem trocar o voto na última hora, fato que, por si só, retira a confiabilidade de qualquer pesquisa, de qualquer instituto. É uma circunstância que demonstra uma eleição ainda em aberto, em que tudo pode acontecer ou permanecer tudo como está hoje.
###
P. S.  
– A única certeza é de que esta é a eleição mais maluca de todos os tempos, em que os dois candidatos mais detestados estão na frente e um deles será eleito. Acredite se quiser, diria o genial jornalista e artista plástico Robert Ripley. (C.N.)

Barroso ironiza Gilmar: “Tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto”

Barroso ironiza Gilmar: “Tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto”

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+
Resultado de imagem para barroso
Barroso acha que não haverá novo golpe militar 
Mônica BergamoFolha
O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), diz que, no momento em que são celebrados os 30 anos da Constituição brasileira, promulgada em 5 de outubro de 1988, é necessário “renovarmos nossos compromissos democráticos”. Segundo ele, são “duas regras: quem ganha [as eleições] leva. Quem leva, respeita as regras do jogo e os direitos dos outros”.
Questionado sobre a possibilidade da volta de uma tutela militar sobre o país, o magistrado afirmou: “Nós já percorremos todos os ciclos do atraso. E portanto eu acho que esse é um risco inexistente”.
Na conversa, em seu gabinete no STF, Barroso voltou a repetir que a corrupção no Brasil foi endêmica e que há uma aliança entre “corruptos, elitistas e progressistas” para que o combate a ela seja interrompido. Ele diz ainda que há no STF gabinetes “distribuindo senha para soltar corrupto”.
Quando a Constituição brasileira completou dez anos, o senhor celebrou as liberdades partidária, de imprensa, eleições livres e uma sociedade politicamente reconciliada. Quando ela fez 20 anos, ressaltou um Estado democrático estável. É possível repetir essas afirmações hoje? 
Eu tenho um olhar positivo e construtivo de uma maneira geral. Portanto eu acho que, nesses 30 anos da Constituição, há conquistas relevantes a serem celebradas: a estabilidade institucional e monetária e uma expressiva inclusão social. Além disso, nós tivemos avanços muito importantes em direitos fundamentais, das mulheres —na conquista da liberdade sexual, igualdade na sociedade conjugal, avanço no mercado de trabalho e na luta contra a violência doméstica. Houve também vitórias em favor dos afrodescendentes, da comunidade LGBT, na dramática situação dos transgêneros, que passaram a poder fazer a cirurgia de redesignação de sexo no SUS e a adotar seu nome social no registro civil. Tivemos avanços na liberdade de expressão, com o fim da lei de imprensa e da exigência de autorização para se escreverem biografias. Ao olhar o filme da democracia brasileira, é preciso reconhecer que ele é bom. Agora, há os pontos baixos.
Quais seriam?A corrupção que se verificou no Brasil não foi produto de falhas e fraquezas humanas. Foi uma corrupção estrutural, sistêmica e programada de arrecadação e de distribuição de recursos públicos com um nível de contágio muito impressionante. A sociedade, felizmente, num determinado momento, começou a reagir. E deixou de aceitar o inaceitável. A coisa mais importante que há no Brasil hoje é essa imensa demanda da sociedade por integridade, idealismo e patriotismo. É essa a energia que empurra a história e muda paradigmas. A corrupção foi produto de um pacto oligárquico celebrado entre parte da classe política, parte da classe empresarial e parte da burocracia estatal. Precisamos substituí-lo por um pacto de integridade.
Como fazê-lo?Não tem sido um processo histórico fácil, em razão de três obstáculos: parte do pensamento progressista acha que os fins justificam os meios e que a corrupção é apenas uma nota de pé de página na história. Eu penso que eles estão errados. Segundo obstáculo: boa parte das elites brasileiras acham que corrupção ruim é a dos adversários. Se for a dos companheiros de pôquer, de mesa e de salões, não tem muito problema. O terceiro obstáculo são os próprios corruptos —os que não querem ser punidos, o que é um sentimento humano compreensível, e os que não querem ficar honestos nem daqui para a frente. (…) E ainda assim, no Supremo, você tem gabinete distribuindo senha para soltar corrupto. Sem qualquer forma de direito e numa espécie de ação entre amigos.
Que gabinetes, ministro? (sorri e fica em silêncio) O senhor não acha um risco o senhor falar de forma genérica? Quando a Justiça desvia dos amigos do poder, ela legitima o discurso de que as punições são uma perseguição.
O senhor disse que a sociedade está mobilizada no combate à corrupção. Ao mesmo tempo, segundo as pesquisas, Lula, que está preso por corrupção, teria 53% dos votos caso pudesse concorrer. 
Parte da população parece que se lixou para o veredicto do Judiciário. Acho que a sociedade faz associações que nem sempre são lineares ou institucionais. Ela faz associações afetivas, de como estava a sua vida naquele momento [do governo Lula]. Não sou analista político. Mas os dois primeiros governos de Lula foram momentos venturosos do Brasil, com crescimento econômico, inclusão social e aumento de renda. Eu não sou analista econômico tampouco para dizer quando chegou a conta desse período. Mas as pessoas associam a esse período uma fase positiva de sua vida.
Não acha que é um sinal de descrédito do Judiciário?Eu não acho. Apenas significa que ele não é a única instituição relevante e que não lidera o processo político. Mas o papel do Judiciário é assegurar as regras do jogo democrático e proteger direitos fundamentais.
O senhor falou de outros pontos baixos nesses 30 anos. Quais seriam eles?Um sistema político que extrai o pior das pessoas. É preciso baratear as eleições, aumentar a representatividade e a governabilidade. Eu destacaria ainda a questão da violência. São 63 mil homicídios por ano no Brasil, um genocídio de jovens que precisa entrar no radar da sociedade brasileira. Mas, do ponto de vista institucional, nós resistimos a muitas crises nesses 30 anos: mensalão, petrolão, Lava Jato, a destituição de dois presidentes eleitos pelo voto direto.
O impeachment da presidente Dilma Rousseff é definido por alguns setores como uma ruptura do pacto constitucional que prevaleceu desde 1988.
Não concordo. A Constituição estabelece quem tem competência para decidir sobre isso [impedimento] e os quóruns praticados. Isso no geral foi observado. Eu não estou dizendo que eu acho que tenha sido bom [o impeachment] nem que eu tenha ficado feliz. Mas as regras foram seguidas. Deste ponto de vista, eu não acho tecnicamente próprio falar-se em golpe. Agora, do ponto de vista político, cada um pode ter a sua interpretação. A minha visão é que [com o impeachment] se interrompeu artificialmente um ciclo que deveria ter tido o seu curso natural. Se ele se completasse, teria acabado naturalmente e talvez o quadro fosse outro.
E o senhor acha que ainda é possível falar em uma sociedade politicamente reconciliada, como fazia em 1998? 
O impeachment não fez bem ao Brasil. Criou um ressentimento e uma polarização que eu tenho a esperança que as eleições sejam capazes de cicatrizar. Houve também uma reversão de expectativas. Em 2008, tudo parecia ir bem. O Brasil tinha obtido um certo prestígio internacional. A Copa do Mundo ia ser realizada aqui, as Olimpíadas iam ser realizadas aqui. O Brasil reivindicava um assento no Conselho de Segurança da ONU. Mas a história é cíclica. Eu estou totalmente convencido de que, a partir do ano que vem, qualquer que seja o resultado [das eleições], o Brasil vai bombar. Tudo está por fazer. A gente apenas tem que acertar uma agenda suprapartidária e patriótica de transformações que o país precisa implementar.
Em 2008, o senhor falava que uma das grandes conquistas da Constituição era o Estado constitucional democrático. Hoje, muita gente vê o risco de uma tutela militar sobre o país.
Eu não vejo nenhum risco de volta de regime militar. Nós já percorremos todos os ciclos do atraso. E portanto eu acho que esse é um risco inexistente. As crises são cíclicas e elas passam. O que existe hoje no Brasil é uma quantidade de pessoas que perdeu a fé no futuro e sente saudades de um passado que nunca houve.

Em destaque

Energia cara e desgaste político: a inflação volta ao centro do jogo eleitoral

Publicado em 3 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Charge do Duke (Correio Braziliense) Pedro do Coutto ...

Mais visitadas