terça-feira, setembro 01, 2009

Com a estranha ausência de dois Ministros. Depois de ABSOLVER Palocci, o Supremo não tem condição de JULGAR Sarney

Por: Helio Fernandes

Desde quinta-feira, às 21:45, quando fiz reportagem completa sobre tudo o que aconteceu no Supremo naquele dia, deixei bem claro: “Nada terminou, Palocci não foi vencedor”. Na sexta-feira postei artigo às 7 da manhã, e às 13:31 analisava as manchetes e as posições dos mais diversos jornais, sobre essa calamitosa sessão.
Sempre insisti que o fato estava em aberto e teria conclusões negativas e nada remotas. As conclusões estão aí, e o país inteiro aguarda para saber como o Supremo se manifestará, neste novo julgamento, que provavelmente não acontecerá.
Absolvendo o ex-Ministro mandatário e beneficiário de um fato criminoso que provocara a intervenção sumária, imediata e direta do próprio presidente da República, o Supremo criava uma JURISPRUDÊNCIA pecaminosa. Livrando criminalmente o Ministro, e condenando moralmente o presidente da República que o demitira sumariamente.
Chegou ao Supremo o pedido do JULGAMENTO do senador José Sarney. Não se trata de saber se o Conselho de Ética estava certo ou errado ao arquivar as 11 representações contra o presidente do Senado. É um verdadeiro JULGAMENTO MORAL E POLÍTICO do ex-presidente da República.
Assim o entendeu o bravo e respeitadíssimo Ministro Celso de Mello, que sorteado relator, imediatamente se deu por IMPEDIDO. E justificou a decisão: foi indicado e nomeado pelo então presidente José Sarney. Já se passaram 20 anos, mas o tempo em vez de enterrar as convicções dos homens de caráter só faz consolidá-las.
O relator passou então a ser o Ministro Joaquim Barbosa, que antes de mais nada precisa explicar a OMISSÃO no caso Palocci. Não é segredo, ele está com problemas de coluna. Tem faltado, mas tem também comparecido. Agora, a doença desapareceu, será relator do caso Sarney, que como é público e notório, tem o alto patrocínio do Planalto-Alvorada.
Com 11 anos de diferença, dois juízes (nos EUA todos são juízes, do distrito policial à Suprema Corte) estavam hospitalizados, foram votar numa questão grave e importante. Um desses juízes, aconselhado pelos médicos a não comparecer, respondeu sem hesitação: “Ninguém exigiu que eu fosse para a Corte Suprema, fui por vontade própria”. Deixou o hospital e votou.
Outro Ministro que precisa explicar a ausência é Carlos Alberto Menezes Direito. O julgamento estava marcado com grande antecedência, tinha prioridade sobre qualquer outro possível ou inimaginável compromisso. Como o Supremo dá sempre a última palavra, o Ministro Menezes Direito precisava dar a penúltima, explicando POR QUE NÃO COMPARECI AO JULGAMENTO DE PALOCCI.
Os quatro votos CONTRA Palocci são inquestionáveis. Os outros cinco (entre “data venia e data venia”) são altamente DUVIDOSOS, principalmente porque, excluídas outras dúvidas, são miseravelmente elitistas. Como acreditar na isenção das decisões de ANTES, de HOJE e de amanhã?
O Ministro Nelson Hungria, em 14 de dezembro de 1955, recusou um Mandado de Segurança impetrado por Prado Kelly (meu advogado junto ao Supremo e depois Ministro do próprio Supremo), que já perdera um habeas Corpus com o mesmo objetivo.
***
PS- Tenho admiração total pelo Supremo, mas não por alguns membros ocasionais. Estes não podem repetir o vexame e o constrangimento de ABSOLVER Palocci, e fazerem o mesmo com Sarney.
PS2- É indispensável a informação sobre a ausência dos dois ministros. Teriam modificado o resultado do julgamento. Palocci poderia ter perdido por 6 a 5, ou alterado a vantagem para 7 a 4.
Fonte: Tribuna da Imprensa

O efeito Marina

A filiação da ex-ministra, senadora Marina Silva, do Partido Verde, como virtual candidata à Presidência da República, mereceu o justo tratamento nos jornais e noticiários nas redes de TV, como a mais importante notícia política, desde o tédio e a repugnância que desqualifica a crise da roubalheira do Senado para as páginas policiais.É como uma lufada de vento fresco num ambiente pestilencial de enfermaria de doentes de moléstias contagiosas. A pré-campanha com os excessos de turbulências do governo e a rebeldia de parte do PT, que pela primeira vez na história do partido discorda do criador da legenda, seu dono e senhor, denunciando inabilidades do proprietário ao lidar com os hóspedes da sigla, estava pedindo alguma novidade. Do cartão vermelho sacudido da tribuna pelo senador Eduardo Suplicy PT-(SP), como juiz de futebol expulsando o senador José Sarney (SP) da presidência do Senado, em provocadora desobediência ao presidente Lula, que conta com ex-governador do Maranhão para a eleição da ministra Dilma à lambança da solução da partilha pelo qual será dono do campo e receberá a maior parte do petróleo produzido pelo pré-sal, contrariando os interesses dos três estados produtores, que são o Rio, São Paulo e Espírito Santo, a dupla Lula-Dilma ajudou a ornamentar o palco para o recital da senadora-candidata Marina Silva.Neste longo trecho da estrada, até o lançamento oficial de candidaturas, todas as especulações serão um exercício modesto de análise que não vai além do exame dos altos e baixos das articulações para a montagem de alianças e das candidaturas com um mínimo de viabilidade.Se a ministra Dilma é ainda a favorita pendurada nos índices recordistas de popularidade do presidente Lula, enquanto os seus prováveis adversários estacionam e perdem alguns pontinhos de advertência, o lançamento da candidatura da senadora Marina Silva (PV-AC) é um dado novo, que agora começa o teste da reação popular em um ambiente favorável. A candidata do modesto Partido Verde empunha a bandeira da defesa do meio ambiente, que é a obsessão da sua vida, da menina seringueira que andava léguas nas trilhas amazônicas para ajudar a família. E que manteve a linha de coerência como uma das fundadoras do PT do líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, do qual se afasta com dissimulada desilusão.Dilma era a única candidata em plena campanha na tapeação das viagens com o presidente Lula para acompanhar as obras do PAC. A Oposição joga com as aspirações de dois governadores – Aécio Neves, de Minas e José Serra, de São Paulo que prolongam o prazo da decisão para não precipitar a renúncia aos executivos estaduais.Agora, no campo, apenas duas candidatas com caminhos diferentes: Dilma é a candidata de Lula e a Marina Silva a candidata da defesa do meio-ambiente, uma causa que preocupa o mundo.A desqualificação da crise da roubalheira do Senado que vai acabar como se espera, sem mortos nem feridos e vaias na campanha, esvazia o palco para a novidade.E paro por aqui, que é até onde meus olhos de míope enxergam as sombras dos personagens que se movem nas coxias.
Fonte: Villas Bôas-Corrêa

IBGE abrirá 33 mil vagas temporárias no país

Amanda Mont'Alvão Velosodo Agora
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) vai abrir concurso nacional de nível médio para preencher 33.012 vagas de trabalho temporário. São oferecidos 7.127 postos em todo o Estado de São Paulo e 1.756 na capital. Os novos contratados irão atuar na realização do Censo Demográfico de 2010. Os salários chegam a R$ 1.600. As inscrições para o processo seletivo começam no dia 21 de setembro.
As funções são de agente supervisor (23.900), agente municipal (6.722), agente de informática (1.432), agente administrativo (558) e agente regional (400). Portadores de deficiência física ficarão com 5% das vagas.
Todos os cargos exigem idade mínima de 18 anos e ensino médio completo. Candidatos a agente regional devem possuir carteira nacional de habilitação.
As inscrições poderão ser realizadas até o dia 6 de outubro no site da Fundação Cesgranrio (http://www.cesgranrio.org.br/), realizadora do concurso, e nas agências dos Correios credenciadas. A taxa varia entre R$ 18 e R$ 30. Os pedidos de isenção podem ser feitos entre os dias 21 e 23 de setembro, no site.
As provas, todas objetivas, serão aplicadas no dia 6 de dezembro, das 13h às 17h, em local indicado no site da Fundação Cesgranrio. O conteúdo disciplinar e o número de questões dependem da função pretendida, mas todos os candidatos deverão responder aos exercícios de língua portuguesa, raciocínio lógico e noções de informática. É preciso acertar pelo menos uma questão de cada disciplina. Os gabaritos serão liberados no dia 7 de dezembro.
As contratações deverão ocorrer em janeiro e março de 2010. Estima-se que o trabalho tenha duração de nove a 12 meses, conforme o cargo.
Fonte: Agora

Ida de Marcelo Nilo para PDT obedece plano de torná-lo vice

Raul Monteiro
A decisão do deputado estadual Marcelo Nilo (sem partido), de analisar possível ingresso no PDT obedece a um projeto de monta: a de mantê-lo em stand by para a possibilidade de se tornar candidato a vice na chapa do governador Jaques Wagner em 2010. Desde que saiu do PSDB, Nilo iniciou conversações com o grupo da deputada federal socialista Lídice da Mata com vistas avaliar o PSB como destino. O rompimento do PMDB com o governo e a atração oficial do PDT para a base de Wagner acabaram interferindo em seus planos. Positivamente. Na Assembleia, no governo e nos meios políticos, todo mundo sabe que Nilo é o candidato a vice preferido de Wagner. Pelo grau de confiança que passou a nutrir pelo aliado, o governador veria nele o nome ideal para sucedê-lo em 2014. É tão certo como dois e dois são quatro que Wagner pretende desincompa-tibilizar-se antes de terminar seu eventual segundo mandato para concorrer ao Senado. Para ser executada, entretanto, a operação exigiria como complemento a escolha de um político afinadíssimo com ele para comandar o Estado nos meses restantes. O personagem existe: chama-se Marcelo Nilo, o homem por trás de boa parte das articulações que levaram Otto Alencar, o PDT e o PP para os braços do governo. Mas não seria conveniente ao governador sair para a reeleição à tiracolo com dois quadros do PSB - um deles, Lídice da Mata, já estaria, a priori, definida ao Senado. Daí, o interesse do governador e do próprio Nilo em alojar-se em outro partido aliado, como o PDT. Entre governistas, só há uma hipótese para o presidente da Assembleia não sair a vice de Wagner. Seria no caso de Geddel Vieira Lima recompor-se com o governador. Aí, o peemedebis-ta disputaria uma das vagas ao Senado - como sempre se imaginou, antes de suas relações com o governo terem começado a esgaçar-se a ponto de serem posteriormente rompidas - e Lídice seria deslocada para a vice. Um cenário, a olhos de hoje, impossível de se confirmar. Mas como política é como nuvem…
Fonte: Tribuna da Bahia

Lula diz que pré-sal é uma 'dádiva' que pode virar 'maldição'

Redação CORREIO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (31) que o pré-sal é uma 'dádiva de Deus', referindo-se à area do litoral brasileiro onde foram achadas grandes reservas de petróleo. Mas essa dádiva, segundo ele, pode se transformar 'numa verdadeira maldição', se o Brasil não tomar 'a decisão acertada' sobre como usar o petróleo.
A afirmação foi feita durante o lançamento do marco regulatório para a exploração do pré-sal. Lula assinou quatro projetos de lei que serão enviados ao Congresso em regime de urgência.
O primeiro cria a Petrosal, a nova estatal que será responsável pela gestão das novas áreas do pré-sal; o segundo cria o novo marco regulatório, alterando o modelo de contrato de concessão para um sistema de partilha, que permitirá ao estado ter controle sobre a nova riqueza.
O terceiro cria um Fundo Social para gerir e distribuir os recursos. O dinheiro iria para saúde, educação e investimentos em ciência e teconologia, meio ambiente e cultura. E o último projeto vai capitalizar a Petrobras.
Uma manifestante do Greenpeace subiu ao palco durante a cerimônia de anúncio do novo marco regulatório e mostrou uma faixa para a plateia com os dizeres: “Pré-sal e poluição: não dá para falar de um sem falar de outro”. Depois, dois integrantes da ONG entregaram a faixa para Lula, que a recebeu constrangido.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, discursou antes de Lula. Ela disse que o petróleo da camada pré-sal (águas profundas) abrirá ao país 'as portas do futuro'. Dilma fez uma apresentação sobre o pré-sal e as porpostas do governo para seu uso.
Fonte: Correio da Bahia

Padre é acusado de dirigir bêbado no interior de São Paulo

Redação CORREIO
O bispo de São José do Rio Preto (SP), dom Paulo Mendes Peixoto, decidiu afastar por tempo indeterminado o padre Aparecido Donizeti Bianchi. O padre é acusado de dirigir alcoolizado, invadir uma preferencial, atropelar dois motociclistas - um foi ferido com gravidade - e fugir sem prestar socorro. O religioso, que é pároco da Catedral São José, a Igreja Matriz de Rio Preto, já tem condenação por dirigir embriagado e desacatar policiais. Ele deveria celebrar as missas deste final de semana, mas foi substituído pelo próprio bispo.
A decisão de Peixoto foi tomada após receber documentos da Polícia Civil sobre o acidente, ocorrido na segunda-feira da semana passada. Na terça, Peixoto liberou Bianchi após ouvi-lo e se reunir com o Conselho de Consultores, formado por nove padres. Na ocasião, Mendes aceitou as justificativas de Bianchi, de que as latas de cervejas apreendidas pela polícia não estavam no seu carro, um Golf.No entanto, na sexta-feira o bispo mudou de posição, após ler os documentos, nos quais o delegado do caso afirma ter apreendido, pessoalmente, as latas dentro do carro do padre.
Bianchi também responde a outro inquérito por ter ultrapassado o sinal vermelho em janeiro deste ano. Na ocasião, o bafômetro constatou que ele estava com teor alcoólico acima do permitido, por isso, deverá ser, novamente, indiciado por dirigir alcoolizado.
Fonte: Correio da Bahia

Advogado de Fernando Collor é encontrado morto em Brasília

Redação CORREIO
O advogado José Guilherme Villela, de 73 anos, que defendeu o ex-presidente Fernando Collor durante o processo de impeachment, em 1992, foi encontrado morto, na noite de segunda-feira (31), em seu apartamento em Brasília. De acordo com o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal, Ibaneis Rocha, além de Villela, foram mortas a mulher do advogado e uma empregada doméstica da família.
Conforme informações de Rocha, os corpos foram encontrados por volta das 21 horas no apartamento que fica no bairro Asa Sul. Segundo Rocha, a polícia, a princípio, trabalha com a hipótese de homicídio. O vice-presidente da OAB disse que o prédio onde a família residia tem um sistema de segurança controlado por câmeras.
A reportagem do 'Estado' entrou em contato com a 1ª Delegacia de Polícia de Brasília, responsável por investigar as mortes. Um dos policiais de plantão informou que a delegada-titular tinha ido pessoalmente ao local do crime para participar da realização da perícia. Segundo ele, ainda não existiam maiores informações sobre o caso.
Fonte: correio da Bahia

Otto quer disputar vaga do Senado na chapa de Wagner

Lília de Souza, do A TARDE
Começa a se desenhar a chapa com que o governador Jaques Wagner vai tentar a reeleição no próximo ano. O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Otto Alencar, confirmou nesta segunda, pela primeira vez, o seu afastamento do Tribunal em outubro, quando irá se aposentar, e a sua intenção de se filiar ao PP para disputar uma vaga ao Senado na chapa do governador. “Quero ser como uma peça no grupo que vai trabalhar para fortalecer o PP e apoiar a reeleição de Wagner, voltando à vida pública provavelmente com uma candidatura ao Senado”, afirmou Otto.
As declarações do conselheiro foram dadas durante almoço de comemoração do seu aniversário, com a presença de 66 prefeitos, 12 vices, deputados federais e estaduais, família, além do secretário das Relações Institucionais do governo, Rui Costa.
Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (sem partido) encontrou definição para o evento que congregou aqueles que desejam a volta do ex-carlista à política. “O almoço foi um pleno lançamento da candidatura de Otto a senador. Ele vai para o PP, vai ser candidato, é uma grande aquisição de Wagner. Otto talvez seja o político com a melhor estrutura política no interior do Estado”, frisou.
De acordo com Rui Costa, durante esses dois anos e oito meses do governo Wagner, vem sendo feito esse movimento de aproximação com Otto e com o grupo ligado a ele. Segundo deputados presentes no almoço, estima-se que Otto lidere em torno de 100 prefeitos no interior no Estado.
Vagas - Com a definição do primeiro provável nome na chapa de Wagner, resta consolidar os demais dois quadros da majoritária. A outra vaga ao Senado pode ficar com a deputada federal socialista Lídice da Mata (PSB), que cobra cumprimento de acordo feito com Wagner nas eleições de 2008 em Salvador. Já quanto à vaga de vice-governador, uma especulação que surgiu na última semana foi a de que pode vir a ser ocupada por Marcelo Nilo, caso ele vá para o PDT.
Apesar de correr no meio político que Otto Alencar teria sido escanteado pelo campo carlista – que o indicou para o Tribunal por suposto incômodo devido a destaque dele no grupo – o conselheiro negou que isso tenha ocorrido. Mas, fez uma avaliação crítica do período: “O que me faltou talvez naquele tempo foi ambição. Sempre abri mão de concorrer a uma vaga ao Senado. Durante o período que militei no carlismo, nunca pedi nada para ACM (Antonio Carlos Magalhães, senador falecido há dois anos). Sempre fui convidado”, refletiu, ressaltando que vê com naturalidade a sua mudança de rumo.
Otto Alencar foi vice-governador, secretário da Saúde e da Indústria, Comércio e Mineração, presidente da Assembleia Legislativa e líder do governo. Foi presidente, até junho de 2004, do Conselho de Administração da Ebal (Empresa Baiana de Alimentos) – empresa pública acusada de desvio de verba e superfaturamento, alvo de CPI na Assembleia. Em outubro de 2004, foi nomeado conselheiro do TCM.
Fonte: A Tarde

Salário mínimo sobe para R$ 505,90 em 2010

Donaldson Gomes, do A TARDE
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou nesta segunda, 31, o valor do salário mínimo, que será pago em 2010: R$ 505,90. Com isso, os trabalhadores remunerados pelo piso previsto no País terão um acréscimo de R$ 40,90 na renda, correspondentes a um aumento de 8,79%. O novo valor será pago a partir de 1º de janeiro de 2010.O valor do novo mínimo consta do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. Ao tomar conhecimento da notícia, a presidente da Força Sindical na Bahia, Nair Goulart, fez questão de ressaltar que os valores estão aquém do que o trabalhador necessita para sobreviver. Ainda assim, a manutenção dos aumentos salariais acima da inflação para o salário mínimo é considerada louvável por ela. “A política de dar ganho real para os trabalhadores é importante para o País”, acredita a dirigente sindical. “É pouco, quase nada”. Para a aposentada Nereide Albergaria não dá pra fazer muita coisa com o aumento anunciado. Diferente de muitos aposentados, ela dá graças a Deus – e aos filhos – por não precisar da pensão para sobreviver. “Junto meu dinheiro para comprar minhas coisinhas”, diz. A sonhada mesa que queria comprar para a casa, custou seis meses de economia. “Agora vai ser a vez da peça para a sala”, conta. A presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Creuza Oliveira, também acha pouco, o aumento. “Não dá para sobreviver com mais R$ 41”, reclama. No caso das trabalhadoras domésticas, lembra, o mínimo é normalmente o piso e em muitos casos, o máximo.Situação difícil - Todos os anos, desde que a política de ganho real foi iniciada, os prefeitos reclamam. Este ano, mais do que nunca. “Nossas receitas caíram muito por conta da crise”, comenta o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Roberto Maia. Entre julho e agosto, ele estima uma perda de R$ 86 milhões. A folha de pagamento é a principal despesa das prefeituras, lembra Maia. “A maioria dos funcionários são concursados e ganham salário mínimo”. Ele teme que alguns municípios ultrapassem os limites de gastos previstos pela lei.
Fonte; a TARDE

segunda-feira, agosto 31, 2009

Faca na manteiga ou sorvete ao sol?

Carlos Chagas
A entrada da senadora Marina Silva no PV, ontem, e a óbvia estratégia de seu lançamento posterior como candidata à presidência da República, não apenas retira o caráter plebiscitário do primeiro turno das eleições do ano que vem. Pode causar razoável estrago no PT, caindo como granada na candidatura de Dilma Rousseff, que perde a certeza do segundo lugar cativo no segundo turno. O primeiro, pelas pesquisas, pertence a José Serra.
A pergunta que se faz é que reação terá o presidente Lula diante da ida de Marina para a decisão final com o governador paulista. Admitirá engolir a rejeição de Dilma e dele próprio, passando a apoiar a ex-ministra do Meio Ambiente? Ou cruzará os braços, deixando o caminho livre para a volta dos tucanos ao poder?
Pode não acontecer nada disso, é claro, tendo em vista a hipótese de viabilizar-se a transferência de popularidade do presidente para a chefe da Casa Civil. Não parece impossível.
A concluir desse lance inesperado dos verdes está o fato de que não haverá uma eleição em 2010, mas duas igualmente dramáticas, ao contrário de 2002 e 2006, quando desde o início a luta foi travada entre Lula e Serra, antes, e Lula e Alckmin, depois, tanto no primeiro quanto no segundo tempo. O segundo, em ambas as disputas, foi um vídeo-tape do primeiro. Agora, não. Muda tudo, conforme a performance de Dilma ou Marina.
No palácio do Planalto e arredores, os companheiros mantém a confiança em que com o apoio do PMDB e o restrito tempo de televisão do PV na propaganda gratuita, a candidatura de Marina Silva acabará dissolvida como sorvete ao sol. Pode ser, mas a imagem que seus adeptos fazem é oposta: acreditam que a ex-ministra entra como faca na manteiga na candidatura de Dilma. Daqui por diante as pesquisas eleitorais ganharão nova dimensão.
Batalha ideológica
Pelo sim, pelo não, começa a ser formado um comitê especial no comando de campanha de Dilma Rousseff. Até agora cogitava-se entre os companheiros apenas da necessidade de erodir José Serra através de acusações a respeito do retrocesso que seria a volta dos tucanos ao poder. Eleito, o governador paulista abriria as portas ao neoliberalismo, ironicamente mais do que o presidente Lula abriu. Voltaria às privatizações e limitaria os programas sociais, mesmo sem atingir o bolsa-família. Traria de novo personagens que alienaram o patrimônio público. Colocaria em risco a Petrobrás, a nova empresa agora anunciada para o pré-sal e ameaçaria até o Banco do Brasil e a Caixa Econômica.
Não deve ser nada disso, mas como na guerra vale tudo, era o que só se preparava nos arraiais do PT e do governo.
Pois a guerra, agora, precisará ser travada em duas frentes, situação que costuma não dar certo, como a Alemanha amargou duas vezes, no século passado.
Esse novo comitê em formação será dedicado a enfrentar Marina Silva. A ex-ministra parece colocar-se à esquerda do governo, em sua luta pela preservação do meio ambiente. Conta com a simpatia dos povos da floresta e muito mais do que eles, por penetrar na burguesia do Centro Oeste, do Sudeste e do Sul.
Ela que se prepare, porque será denunciada como inimiga do desenvolvimento, adversária do progresso e aliada da estagnação. De pretender a Amazônia transformada num imenso jardim botânico, à mercê de ONGs internacionais, de insurgir-se contra a construção de hidrelétricas, a implantação e o asfaltamento de estradas na selva, como a que liga Manaus a Porto Velho. Já existe até o raciocínio de que seria um novo Jânio Quadros, aquele que diante da construção da Belém-Brasília por Juscelino Kubitschek, chamou-a de “estrada das onças”, sem a visão dos benefícios econômicos gerados na região em poucos anos. Não faltarão até mesmo referências à fé evangélica da ex-ministra, integrante de uma igreja refratária ao aborto e à camisinha.
O entrevero em duas frentes promete, em termos de virulência, distorções e injustiças.
Fonte: Tribuna da Imprensa

PDT fecha nomes e pode filiar Marcelo Nilo

Fernanda Chagas
A expectativa é que não passe de hoje o anúncio dos nomes indicados pelo PDT para o comando da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e mais cinco autarquias e empresas do governo do Estado. Resta agora apenas a confirmação por parte do governador Jaques Wagner (PT), mas segundo circulou nos corredores do Palácio de Ondina, ontem ele teria dedicado parte do seu domingo para finalizar o tão arrastado ingresso da legenda no seu governo. Em relação aos futuros representantes brizolistas na administração estadual, permanece forte os rumores, conforme o próprio presidente estadual da legenda, Alexandre Brust afirmou, de o PDT emplacar o ex-prefeito de Irecê e ex-deputado federal, Beto Lélis, para a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
Pelo acordo firmado entre o governo e o PDT, o partido comandará além da Secti, incluída a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa), a CBPM (Companhia Baiana de Pesquisa Mineral), o Ibametro (Instituto Baiano de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), o Promo (Centro Internacional de Negócios da Bahia), e duas diretorias na Ebal (Empresa Baiana de Alimentos). Em relação à CBPM, o nome de Brust é cotado para assumi-la. Na avaliação do ministro, a tendência do partido na Bahia é ampliar a sua representatividade política com o apoio à aliança do governador Jaques Wagner. “Nossa expectativa é crescer mais. Participando da chapa majoritária (o que ainda não foi confirmado), deveremos fazer de três a cinco deputados federais, e de cinco a oito estaduais”, declarou. Lupi afirmou que o partido deverá ser fortalecido, ainda, com o ingresso de novos filiados. “Tem muita gente querendo entrar no partido, e isso é bom”.
As especulações de que o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (sem partido) admite que conversa realmente com o PDT sobre a possibilidade de ingressar na legenda, apesar de ter avançado muito nas discussões sobre uma eventual filiação ao PSB da deputada federal Lídice da Mata, só reforçam as declarações de Lupi. O convite para entrar no partido havia sido feito diretamente a ele pelo presidente nacional, no início das tratativas para trazer a legenda para o bloco governista e, consequetemente, com a saída do deputado federal Severiano Alves da presidência do PDT, o caminho para o ingresso de Nilo ficou mais livre. No entanto, o presidente da Assembleia Legislativa já deixou claro que, ao menos por enquanto, não cogita a possibilidade de assumir o comando da legenda na Bahia, conforme foi ventilado. Segundo ele, “não faz parte de seu padrão chegar tomando nada de ninguém. Sem falar que considero Alexandre Brust um pedetista histórico. Um homem sério”, destacou Nilo.
Fonte: Tribuna da Bahia

Pallocci, desgastadíssimo, não será “curinga” nem candidato

Por: Helio Fernandes

Se for, não ganha, perdeu o “prestígio” e o aparato.No Supremo, tido e havido como vencedor, “venceu” barato.Completando, realidade assustadora: fim do mandarinato.
O resultado de 5 a 4 no Supremo, aparentemente foi uma vitória para o ex-ministro Palocci. Mas na realidade representou u-n-a-n-i-m-i-d-a-d-e contra ele. Os quatro ministros que acompanharam o relator-presidente do tribunal, construindo assombrosa maioria de 1 voto, se arriscaram a sofrer a mesma rejeição que o ministro vem recebendo desde o fato acontecido.
A primeira rejeição foi do próprio presidente que o nomeou e o demitiu. Lula não acreditou nas alegações do ministro ou no sacrifício hierárquico do presidente da Caixa, demitiu os dois.
Quem interpretou o resultado como vitória do ex-ministro já se arrependeu amargamente. (O próprio jornal Estado de São Paulo, que durante três dias “adivinhou” a vitória esmagadora de Palocci, e chegou a usar em relação a ele a denominação “curinga”, já tem visão inteiramente diferente).
A leitura do relatório do Procurador Geral da República é de clareza ofuscante. Ofuscados apenas alguns ministros que na leitura de seus votos, usaram óculos bifocais com as lentes trocadas. Devem ter ficado surpreendidos quando leram o que escreveram, aí já com os óculos normais.
Não acabou nada, nem mesmo no Supremo. Sensato, Palocci mantém os advogados atentos, agora precisa contratar até mestres criminalistas. Politicamente, pode até ser Ministro da Coordenação por 7 meses (até 31 de março) para ver se mistificam a opinião pública.
Eleitoralmente, Palocci está muito pior do que antes. Perdeu o restinho de credibilidade que não tinha em Ribeirão Preto, a que chegou a fingir que havia conquistado. Antigamente, diziam: “São Paulo não pode parar”. Agora parou totalmente para vaiar, repudiar e desprezar o ex-ministro.
Jorge Matoso: o caseiro do Ministro Palocci
Presidente da Caixa Econômica, assumiu toda a responsabilidade pela “recuperação” do então Ministro da Fazenda. Este, flagrado em participações espúrias na “República de Ribeirão Preto” (que não era nem surpreendente), já vinha dessa cidade com acusações irrefutáveis.
A revelação que abalou o Ministro
Quando o senador Tião Viana (do PT) soube que o caseiro denunciara o Ministro, telefonou imediatamente para ele. Lógico, senador da República (como gostam de dizer), não ia telefonar para um simples presidente da Caixa Econômica, falou com seu superior, companheiro de partido nas altas esferas.
A cumplicidade e a vassalagem da hierarquia
Assustado, o Ministro da Fazenda imediatamente convocou o presidente da Caixa Econômica e pediu que “agilizasse” o levantamento de dados sobre o cidadão humilde, mas corajoso. E “desafortunado”, como disse o Ministro Marco Aurélio no seu voto, verdadeiramente digno de um Ministro do Supremo. (Como na ordem de votação, Carmem Lúcia, Ayres Brito e Celso Melo).
Sem ser agilizado pelo Ministro, o que o presidente da Caixatinha a ver com o caso?
Jorge Matoso, que não sabia de nada (não teve a honra de receber comunicação do importante senador do Acre), atendeu ao chamado do Ministro que lhe contou tudo. E mais: recebeu a informação preciosa de que “o caseiro ganhara uma grande importância para denunciá-lo”.
Palocci para Matoso: “Precisamos saber comoestá sua conta bancária”
Imediatamente o presidente da Caixa, honrando e mostrando a importância da hierarquia, garantiu: “Não existe a menor dificuldade, saberemos na hora, como está a sua conta”. E soube, claro, como estava a conta do humilde e “desafortunado” caseiro. E logo comunicou o Ministro.
A inversão dos fatos
Depois, sem o menor constrangimento, como tudo se sabe, comentou-se a “quebra do sigilo”, o presidente da Caixa já sem nenhuma credibilidade, explicou: “Diante da realidade da sua conta, precisei comunicar o caso a COAF”. Inacreditável, trocou tudo, favoreceu o chefe amado e ameaçado.
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PS- Palocci era um candidato difícil de carregar. Agora com tudo que se sabe, se sabia e ficou público e notório durante e depois do julgamento, as coisas se esclareceram.PS2- E nem mesmo Lula tem o mínimo de condições ou vontade de transformar um cidadão como Palocci em candidato. Se como candidato era impossível vencer, o que fazer sem legenda?
Fonte: Tribuna da Imprensa

Empresas federais abrem inscrição para 3,5 mil vagas em seis seleções

Redação CORREIO Perla Ribeiro
Nem pós-graduação, nem mestrado. A via-crúcis que milhares de jovens têm escolhido percorrer ao sair da universidade é a do concurso público. A estimativa é que, por ano, 500 mil baianos se inscrevem em processos seletivos no intuito de garantir bons salários e estabilidade profissional. Para quem vive essa maratona é bom não perder tempo: o setor público federal está com inscrições abertas para o preenchimento de 3.496 vagas.
Há oportunidades no Ministério do Planejamento, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Furnas Centrais Elétricas, Aeronáutica, Exército e Marinha. As remunerações podem chegar a R$5.843. Além dos editais abertos, os concurseiros de plantão estão na expectativa da publicação de vários concursos já aprovados pelo Ministério do Planejamento e que devem abrir processo seletivo ainda este ano.
No entanto, a menina dos olhos dos candidatos é a seleção para a Receita Federal, que oferece salários para auditor fiscal que podem ultrapassar a casa dos R$12 mil. O edital já foi autorizado pelo governo e está previsto para ser lançado até o final de setembro.
SALÁRIOSA administradora Luciana Sarmento, 28 anos, é mais uma das candidatas da extensa lista dos que vêm se preparando para o concurso de auditor fiscal da Receita Federal. “É a melhor oportunidade para quem não é da área de Direito. Por isso é o mais concorrido. Antes era realizado a cada dois anos. Agora há quatro anos que não tem”,explica a administradora que, embora admita que lhe falta disciplina, chega a estudar sete horas todos os dias.
Diante da demanda interessada em ocupar uma vaga no setor público, a maratona de estudos tem que ser cada vez mais intensa. Além do aumento na concorrência, a exigência de bom desempenho nas provas segue no mesmo ritmo. No último concurso público realizado pelo Ministério da Fazenda (em maio), por exemplo, dos aproximadamente 500 mil inscritos no Brasil, 56 mil foram na Bahia.
Agora, com base no número de concursos anteriores, a expectativa é que o concurso da Polícia Rodoviária Federal tenha cem mil inscritos no estado. “O mercado de concursos está efervescente. Para muitos, representa a maior oportunidade de concretizar um sonho. Só que uma coisa é fazer concurso, a outra é estar preparado”, avalia o diretor comercial da Casa do Concurso, Jeziel Dórea.
Segundo ele, são os salários atrativos que fizeram com que os caminhos se invertessem e, diferentemente do passado, quando o grande atrativo era o setor privado, agora as cabeças pensantes querem garantir seu lugar no setor público.
DEDICAÇÃO Quando o assunto é preparo, o estudante de Direito Josevan Carmo da Cruz Júnior, 18 anos, é um retrato fiel de que, com muita dedicação, é possível transformar o sonho em realidade. Aprovado recentemente no vestibular da Universidade Federal da Bahia (Ufba) para uma vaga no segundo semestre do curso de direito, ele aproveitou o tempo livre para estudar para concurso.
Com apenas dois meses de estudos, conseguiu garantir uma das 116 vagas de técnico administrativo oferecidas na Bahia pela Receita Federal. “Comecei a estudar em março e a prova aconteceu em maio.Como tinha pouco tempo para me preparar, estabeleci um cronograma e estratégias de estudos”, conta o estudante, que tomou posse no cargo na semana passada e agora tem que se dividir entre o trabalho e a faculdade.
Para conquistar a vaga, ele revela que chegou a estudar até 14 horas diariamente e teve que abrir mão das saídas com os amigos e outras atividades de lazer. Atualmente, Josevan pode se dar ao luxo de aproveitar os fins de semana para fazer tudo o que gosta. No entanto, quando sair da faculdade, já terá outro desafio pela frente: quer passar em um concurso para juiz federal.VEJA COMO SE ORGANIZAR Decisão Escolha um concurso dentro da sua formação, área de interesse e experiência. Lembre-se: seu futuro profissional está em jogo
Disciplina Elabore um cronograma de estudo. Comece com matérias que você domina e dedique mais tempo àquelas que julgar complicadas
Determinação Para quem trabalha, além de algumas horas de estudo durante a semana, é bom reservar pelo menos um turno do sábado e do domingo
Orientação Leia com atenção o edital do concurso.A partir dele, você vai elaborar o cronograma. Se o documento ainda não foi divulgado, programe sua preparação com base no edital da última seleção
Acervo Invista em materiais de estudo de qualidade. Fique atento às mudanças na legislação antes de comprar livros de direito
Limite Respeite os limites do seu corpo. Depois de quatro horas de estudo, descanse por 15 minutos
Curso Os cursos são importantes porque, além de um direcionamento dos assuntos mais cobrados, ajudam a manter a disciplina de estudos
Material Adquira apostilas e módulos de estudos. Eles abordamos assuntos focando no que é cobrado nos concursos
Provas Busque provas anteriores para testar seus conhecimentosO que vem por aí... Correios Até setembro, a empresa deve publicar o edital de seleção para o preenchimento de 12 mil vagas, em todo o território nacional, com vencimentos que chegam a R$3.268
INSSO instituto vai publicar edital para a contratação de até quatro mil trablhadores. Serão duas mil para técnicos e analistas e outras duas mil para peritos
Banco Central O governo já publicou portaria no Diário Oficial autorizando o concurso para o preenchimento de 500 vagas para os níveis médio e superior e salários que chegam a R$12.413,65
Receita Federal Deve sair até outubro o edital para seleção de 1.150 vagas, sendo 450 de auditor fiscal e 700 de analista tributário,com salários de até R$12.535,36
Fonte: Correio da Bahia

Geddel faz evento em clima de campanha

Ana Cristina Oliveira, da Sucursal Itabuna de A TARDE
Luiz Tito/Ag. A Tarde/Sucursal Itabuna
O ministro da Integração Nacional apoveitou o encontro para divulgar sua pré-candidatura ao governo
O encontro regional do PMDB, neste domingo, em Itabuna, se transformou num grande comício de campanha ao governo do Estado do ministro Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional. No cenário verde e amarelo montado na quadra de um colégio, no centro da cidade, o barulho da charanga e dos aplausos de cerca de mil militantes e os discursos inflamados de correligionários e do próprio ministro contradiziam a afirmação dele, de que o encontro visava apenas a discutir sua pré-candidatura e as demandas das bases do partido no sul da Bahia.O ministro não sinalizou que poderia considerar um possível apelo do presidente Lula para que volte a apoiar o governador Jaques Wagner e concorra ao Senado. “Não falo sobre hipóteses, e em minhas conversas com o presidente nunca tratamos da política na Bahia”, disse o ministro. Segundo ele, o crescimento do partido antecipou o processo de campanha eleitoral.Geddel afirmou que não tem projeto pessoal e que, se fosse assim, seria mais confortável uma composição para se reeleger deputado federal do que ir para um embate muito difícil com Wagner. Disse que sua candidatura está posta, como alternativa para a falta de ação do governo Wagner, que nunca teria ouvido o PMDB, por isso, segundo ele, as bases pediram a construção de uma alternativa para que a Bahia avance, com um governo, a partir de 2011, “para ninguém esquecer”.Para Geddel, “por incompetência”, o governador deixou de investir R$$ 35 milhões em segurança e agravou a crise na Polícia Civil. “Vou trabalhar com mais coragem, sem pensar nas intimidações”, disse, em alusão à investigação do Ministério Público sobre a suposta antecipação da campanha eleitoral, com a distribuição do jornal do PMDB, que elogia sua candidatura.\
Fonte: A Tarde

Marina Silva abala cenário eleitoral, diz NYT

Agencia Estado
A entrada da senadora e ex-ministra Marina Silva (AC) na corrida sucessória de 2010 como possível candidata à Presidência pelo PV foi destaque no jornal norte-americano "The New York Times" deste fim de semana. Em uma reportagem intitulada "Uma criança da Amazônia que mexeu com a política de um país", o diário traça o perfil da parlamentar do Acre e diz que a sua pré-candidatura "abala" o atual cenário eleitoral brasileiro. Publicado no sábado, o texto conta a história "de uma mulher humilde que superou a pobreza extrema e a doença para se tornar uma das maiores forças da política brasileira". Sustenta que a sua mudança de partido e a eventual candidatura representam "uma inspiração para o povo brasileiro" em sua busca por um presidente para substituir Luiz Inácio Lula da Silva. O New York Times aponta a candidatura de Marina como de oposição ao nome escolhido por Lula para a sucessão, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ontem, a senadora acreana se filiou ao PV. Foi o primeiro passo para o lançamento de sua candidatura à Presidência, prevista para o início do ano que vem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: A Tarde

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