domingo, novembro 11, 2012

Quando será que teremos em Jeremoabo um político para servir o povo e não se servir do dinheiro povo?

 

IMAGEM DE NOVEMBRO  2012


“O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."
A. Einstein 
Lendo o pensamento acima, me fez lembrar os desmandos que acontecem na nossa Jeremoabo, onde creio que os responsáveis maiores não são os que estão no poder, mas os que por fanatismo ou interesses mesquinhos os colocam e acham que os desmandos são normais.( o tal rouba mais faz ) ou
O Estado sou eu” ( “L'Etat c'est moi” ).
Há  mais de uma década Jeremoabo vem enfrentando mal gestores, que ao deixar o poder o status é saber o grau de malversação de verbas públicas, e quantidade de processos por improbidades que o aludido irá responder.
Quanto maior o quantidade de processos, maior a possibilidade de ser reeleito. 

Bandido é bandido. Quantos necessitados morreram nas filas dos hospitais públicos por falta do dinheiro roubado? Quantas pessoas pasaram fome, com o dinheiro desviado? Quantos empregos não foram gerados, pelos assaltos aos cofrfes públicos?
O que me dói na alma, é que ainda tem pessoas que acreditam nesses facínoras. Prisão perpétua neles.(
Wilson José -Comentário Tribuna da Imprensa)

Para entender esses oportunistas e defensores busquei socorro através de Sérgio Telles, Psicanalista Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae  onde diz:

"A voracidade com que os políticos organizam negociatas e se apoderam do bem público em detrimento da coletividade é uma manifestação predatória e fanática do poder. É expressão de um narcisismo maligno que desrespeita a coletividade e coloca multidões na miséria e no desamparo".

Nada melhor do que concluir citando Ernesto Sabato  quando diz: «Me pergunto em que tipo de sociedade vivemos, que democracia é essa que temos onde os corruptos vivem na impunidade, e a fome das pessoas é considerada subversiva.» Ou Santo Agostino: 
"Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem".

 

Ladrão otário?

Gilvan Rocha
As palavras otário, bobo, vacilão e outras do gênero servem para classificar aqueles que, no mundo do crime, não souberam tirar as devidas vantagens. Foi com muita surpresa que lemos de uma renomada jornalista da “Folha de São Paulo” a afirmação de que o ex-guerrilheiro, “ex-marxista-leninista-maoista”, herói da Guerra do Araguaia, envolvido no maior dos escândalos dessa pútrida república, o mensalão, sr. José Genoíno, deveria ser inocentado pois continuava pobre, não havia feito fortuna, como os demais.


O cardeal, o reverendo, Deus e você

Kiko Nogueira (Diário do Centro do Mundo)



Manifesto digital sai em defesa de Lewandowski

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Blog da Cidadania, ligado ao Movimento dos Sem Mídia, publica manifesto em homenagem ao ministro revisor da Ação Penal 470, que "deu ao Brasil uma aula de decência e coragem" durante o julgamento do chamado 'mensalão' 31




Teórico do domínio do fato “condena” Supremo

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Jurista alemão Claus Roxin, que aprimorou a teoria, discorda da intepretação dada pelos ministros do STF ao trabalho durante o julgamento da Ação Penal 470; "A posição hierárquica não fundamenta, sob nenhuma circunstância, o domínio do fato"; tese foi um dos fundamentos usados pelo relator Joaquim Barbosa na condenação do ex-ministro José Dirceu 153



O poder corrompe mesmo

Francisco Bendl
Possivelmente tempos atrás eu consideraria exagerado o atual conceito negativo que se forma sobre o PT. No entanto, o partido tem demonstrado exatamente que transformou o Brasil em um Parque de Diversões para suas trapaças, maracutaias, permissividades e escândalos que são ignorados e acobertados.



Minha profissão é dizer o que penso

Carlos Chagas
Voltaire, dos maiores espinhos colocados no caminho da Igreja, escreveu um panfleto intitulado “As Perguntas de Zapata”, no caso, um jovem candidato a padre. O personagem indagou, entre outras questões dos bispos que o interpelavam: “Como vamos fazer para mostrar que os judeus, a quem hoje queimamos às centenas, foram durante quatro mil anos o povo escolhido por Deus?”




Brasília: Candidatos pulam de 2º andar de prédio após tremor

Brasília: Candidatos pulam de 2º andar de prédio após tremor
Candidatos realizavam prova de concurso do TRT |Foto: Correio Braziliense

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Edição impressa do Agora mostra como
o segurado pode verificar se o cálculo da aposentadoria foi feito corretamente







Peixe de quase 300 quilos é capturado no mar de Salvador




Os royalties estão nas mãos de Luiz Fux, um jurista realmente de notório saber

Carlos Newton
Deputados das bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo se adiantaram à decisão da presidente Dilma Rousseff e na semana passada entraram com um pedido de liminar para que o Supremo Tribunal Federal suspenda o projeto a entrada em vigor do projeto que altera os chamados royalties do petróleo.

















E eles empobreceram...

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Estrategicamente, réus condenados pelo STF se livram de seus patrimônios ano a ano para não precisar devolver aos cofres públicos o dinheiro que foram acusados de roubar; alguns casos são de Marcos Valério e Valdemar Costa Neto; denúncia foi publicada pela Istoé

Revisor alertou STF sobre erro no domínio do fato

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Ministro Ricardo Lewandowski discursou em 4 de outubro que nem se Claus Roxin fosse chamado, sua tese "poderia ser aplicada ao caso presente", em referência à Ação Penal 470; ele foi contestado por três ministros; hoje, o jurista alemão critica o "mau uso" da teoria; assista trecho do julgamento 103





Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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