domingo, maio 03, 2026

Câmara dos Deputados gasta R$1,3 mi em viagens internacionais; deputado baiano aparece na lista

 

Câmara dos Deputados gasta R$1,3 mi em viagens internacionais; deputado baiano aparece na lista

Por Política Livre

03/05/2026 às 16:24

Foto: Zeca Ribeiro Câmara dosDeputados/Arquivo

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Deputado federal Cláudio Cajado (PP)Deputado federal Cláudio Cajado (PP)

Nos últimos quatro meses, a Câmara Federal gastou R$1,3 milhão para bancar 16 viagens de 53 deputados federais a destinos internacionais. Há um parlamentar baiano na lista: Cláudio Cajado (PP), que esteve este ano em Istambul, na Turquia, e Nova York, nos EUA. As informações são do jornal O Globo de hoje (03). 

Segundo a nota, além dos dois países citados acima, os valores foram pagos para viagens oficiais até a Alemanha, Áustria, Bélgica, Chile, China, Coreia do Sul, Costa Rica, El Salvador, Espanha, França, Holanda, Índia, Inglaterra e Itália. 

Dentro os parlamentares, sete tiveram o direito de viajar em classe executiva. Em abril, por exemplo, o presidente da Câmara, Hugo Mora (Republicanos-AP), foi de primeira classe a Boston, nos EUA, com passagens que custaram R$45 mil. Cajado também participou desse itinerário, de executiva.

Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis

 

Zema: Auxílios do governo estão criando uma geração de imprestáveis

Por João Caires, Estadão Conteúdo

03/05/2026 às 17:33

Foto: Gil Leonardi/GOVMG

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O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG)

O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende endurecer as regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários.

Zema disse que não pretende extinguir programas sociais, mas criticou o que classificou como crescimento da dependência de auxílios governamentais.

"Programas sociais são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental", afirmou em entrevista ao programa Canal Livre.

Segundo o pré-candidato, há casos de pessoas que recusam empregos formais para evitar a perda de benefícios sociais. Zema defendeu o uso do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das secretarias municipais de assistência social para monitorar ofertas de trabalho destinadas a beneficiários de programas sociais. Pela proposta apresentada, quem recusasse uma vaga formal sem justificativa poderia perder o benefício.

Questionado sobre modelos adotados em países europeus, o pré-candidato admitiu a possibilidade de permitir a recusa da primeira proposta de emprego, mas defendeu que a aceitação passasse a ser obrigatória a partir de uma segunda oferta.

"O objetivo é garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa e não sirva como desestímulo ao mercado de trabalho formal", afirmou.
Politica Livre

Entre afago e anistia, o Congresso que foi alvo do golpe agora suaviza os algozes

Entre afago e anistia, o Congresso que foi alvo do golpe agora suaviza os algozes

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Não é crime ser antissemita, mas o líder do PSTU foi condenado por “cometê-lo”


Zé Maria, do PSTU, ousou defender a extinção de Israel

Demétrio Magnoli
Folha

“Liberdade é sempre, exclusivamente, a liberdade de quem pensa diferente de nós” (Rosa Luxemburgo). A esquerda brasileira, que vive pregando a repressão judicial à palavra “errada”, não tem o direito moral de contestar a condenação de José Maria de Almeida, líder do PSTU, por sua conclamação à eliminação do Estado de Israel. Eu tenho, porque estou entre os que concordam com a revolucionária comunista alemã.

Sim: o discurso de Zé Maria foi antissemita, por mais que ele invista no truque vulgar de vesti-lo nas roupagens do “antissionismo”. As acusações que utiliza contra Israel (Estado “racista”, “colonialista”, que pratica “genocídio”) não são suas verdadeiras motivações para bradar por sua extinção. O problema dele é que Israel é um Estado judeu.

MUITAS DÚVIDAS – Israel, Estado “racista”? Falso. Mas, e se fosse? Por que nunca se exigiu a extinção dos EUA, que manteve leis de discriminação racial até 1967?

Estado “colonialista”? Simplificação ginasiana. E se fosse? Jamais sugeriu-se varrer do mapa os EUA, novamente, junto com Canadá, Austrália, Brasil e vários etc., nações de colonos implantadas sobre as ruínas de povos autóctones.

Israel pratica “genocídio”? Debate válido. Contudo, ninguém teve a ideia de remover do planeta a Turquia, a Alemanha, o Camboja ou Ruanda, que conduziram os maiores genocídios da história contemporânea.

PECADO ORIGINAL – As acusações de Zé Maria, que são as da esquerda antissemita em geral, singularizam Israel, descrevendo-o como síntese de uma perversidade inigualável: o fruto podre de um pecado original. O “pecado”, para eles, é sua natureza judaica.

O Estado judeu não é Netanyahu, mas um contrato nacional que garante direitos políticos e civis para seus 10,1 milhões de cidadãos. Com que autoridade moral um não israelense brada pelo cancelamento do contrato dos outros?

Um cidadão israelense, judeu ou árabe, exerceria seu direito ao propor a seus concidadãos um plebiscito destinado a substituir Israel pela improvável “Palestina laica e democrática” invocada por José Maria. Duvido do êxito da iniciativa –mas o rolo é lá com eles. Por outro lado, quando um estrangeiro (mesmo que fosse judeu!) clama pela supressão do Estado judeu, está batendo bumbo para uma guerra de aniquilação nacional.

DOIS ESTADOS – Zé Maria não gritou contra a ocupação dos territórios palestinos para exigir a partilha da Terra Santa em dois Estados. Não argumentou que, se Israel rejeita a partilha, restaria apenas uma solução democrática: a concessão de cidadania plena a todos os palestinos dos territórios ocupados. Escolheu, no lugar disso, desfraldar na avenida Paulista a bandeira do Hamas: a Palestina “do rio até o mar”. Mesmo assim, deve conservar a liberdade de expressar ideias abomináveis.

O Brasil “progressista” inventou diversos subterfúgios legais para reprimir a opinião política, criminalizando discursos que podem ser interpretados como racistas, homofóbicos ou misóginos. A criminalização obviamente fracassa em ensinar boas maneiras à sociedade –e, algumas vezes, deflagra um curto-circuito, provocando a condenação de um “progressista” antissemita acusado de racismo.

A decisão judicial é um erro amparado pela lei. Liberdade para Zé Maria! Que o antissemitismo saia da toca, mostre suas faces direita e esquerda, para que possamos combatê-lo à luz do dia.

STM solicita dados de Bolsonaro às Forças Armadas e avalia cassação de patente

Publicado em 3 de maio de 2026 por Tribuna da Internet

Bolsonaropoderá perder a patente de capitão

Poliana Santos
CNN

O STM (Superior Tribunal Militar) atendeu ao pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e autorizou, na última semana, a realização de diligências no processo que analisa a eventual perda do posto e da patente de capitão militar.

A corte intimou a Marinha, o Exército, a Força Aérea e o Ministério da Defesa a fornecerem as informações solicitadas. Caso os documentos não sejam localizados, deverá ser apresentada certidão negativa. “A decisão destacou que os elementos solicitados podem contribuir para a avaliação das condições éticas e morais do oficial, aspecto central nesse tipo de julgamento”, informou a Corte.

TENTATIVA DE GOLPE – Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado em setembro. Após a condenação, o Ministério Público Militar (MPM) pediu a perda da patente do ex-presidente e de outros quatro oficiais generais envolvidos no caso.

“Ao analisar o pedido, o relator do caso, ministro Carlos Vuyk de Aquino, entendeu que a solicitação encontra respaldo no Regimento Interno do STM, que assegura à defesa o direito de produzir provas documentais”, informou a decisão.

Entre os documentos, a defesa poderá solicitar prontuário funcional, histórico disciplinar, avaliações de desempenho, registros de condecorações e informações sobre a conduta após a passagem para a reserva.

PERDA DA PATENTE – Pela legislação, oficiais condenados a penas superiores a dois anos podem ser submetidos a esse tipo de avaliação, que pode resultar na perda do posto e da patente, caso seja reconhecida incompatibilidade com os valores da carreira militar.

Com a decisão, o processo entra na fase de coleta de provas. Após o retorno das informações, a defesa ainda poderá se manifestar antes do prosseguimento do julgamento.

Da indicação ao rompimento: após derrota no Senado, Messias se afasta de Moraes


 

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