segunda-feira, abril 21, 2025

Corrêa do Lago, presidente da COP30, estava acumulando cargos ilegalmente no Itamaraty


País vai à COP 'construir pontes' e propor soluções, defende Corrêa do Lago  | Brasil | Valor Econômico

Corrêa do Lago não disse nada sobre escândalo da OEI

Gustavo Zucchi
Metrópoles

Escolhido como presidente da COP30, a conferência da ONU sobre o clima que acontecerá em Belém (PA) no mês de novembro, o embaixador André Corrêa do Lago pediu exoneração de outro cargo que ocupava no Itamaraty.

Corrêa foi exonerado, a pedido, do posto de secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente da Secretaria-Geral de Relações Exteriores do Ministério das Relações Exteriores. A exoneração é retroativa ao dia 11 de abril.

ACUMULAR CARGOS – O presidente Lula anunciou no dia 21 de janeiro o embaixador André Corrêa do Lago como presidente da COP30, e o motivo da exoneração, segundo a assessoria do Itamaraty, seria justamente o fato de o embaixador não poder acumular dois cargos no governo: o de presidente da COP30 e o de secretário do Ministério das Relações Exteriores.

Corrêa Lago foi embaixador do Brasil no Japão entre 2013 e 2018 e, mais recentemente, na Índia, de 2018 a 2023. No mesmo período, entre 2019 e 2023, ele acumulou a função, também, no país asiático Butão.

O atual presidente da COP30 também já atuou nas embaixadas do Brasil em Madri, Praga, Washington, Buenos Aires e na missão brasileira junto à União Européia, em Bruxelas. O diplomata entrou na carreira em 1982 e atua em temas de desenvolvimento sustentável desde 2001. Ele foi o negociador-chefe do Brasil sobre mudança do clima em dois períodos: de 2011 a 2013 e entre 2023 e 2024.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A matéria não informa se Corrêa do Lago devolveu ou pretende devolver a remuneração recebida em dobro, de janeiro até agora. Aliás, é de se estranhar que o Sr. Embaixador até agora não tenha feito nenhum comentário sobre o escândalo do envolvimento da COP30 com a OEI, a ONG de picaretas espanhóis que dona Janja da Silva se orgulha de “coordenar” e que está levando R$ 437 milhões na COP30 (C.N.)


Francisco foi um Papa amadíssimo, como diz Ignácio de Loyola Brandão


Papa Francisco e a Pomba da Paz |

Papa Francisco recebido pela Pomba da Paz

Vicente Limongi Netto

O mundo acordou triste, com a partida do Papa Francisco. Esmerado em gestos e atitudes grandiosas e generosas.  Dedicou a vida aos sentimentos do amor e compreensão entre os homens de boa vontade. 

Sobre a morte do Papa, recebi uma pequena mensagem do acadêmico Ignácio de Loyola Brandão, e vale a pena transcrever tudo o que o genial romancista escreve.

“Em 1963, morava em Roma, fui na aventura, queria ser roteirista de Cinecittá, fazia reportagens para a “Ultima Hora”. Cobri a morte de João XXIII, passo a passo. Papa amadíssimo, mudou um monte de coisas.

Não fui roteirista, fiquei no romance, na literatura. Belo Papa este, apesar de argentino,… eta preconceito.

Baita abraço,

Ignácio”

BRASÍLIA E CORREIO – A jornalista Ana Dubeux sabe que boas lembranças iluminam nossos corações (Correio Braziliense – 20/04). O jornal líder dos Diários Associados e Brasília são irmãos de fé, convicções e sonhos. Nasceram e crescem juntos, alimentam as mesmas esperanças. A diretora de Redação do Correio escreve, religiosamente, aos domingos e produz textos empenhados em povoar a alma dos leitores e leitoras. Devotada aos fatos, faz críticas procedentes e elogios merecidos, jamais gratuitos.

“Brasília, 65. Correio, 65”, artigo publicado neste domingo sobre o aniversário conjunto da capital e do jornal, é mais um relevante trabalho de Ana Dubeux para a moldura amorosa de Brasília e do bom jornalismo.

GANSO CANSOU – Foi um castigo, Ganso cansou. Pena, O Fluminense mandava no jogo. É incrível como Ganso facilita e simplifica o andamento do jogo. Até que no caminho do Fluminense apareceu a figura sinistra do árbitro, deixando de marcar um penãlti claro contra o Vitória. Por pouco o zagueiro não rasgou a camisa do genial Arias. Renato Gaúcho protestou.

Para que serve o VAR, não é exatamente para averiguar erros do árbitro?

O mundo acordou triste, com a partida do Papa Francisco. Esmerado em gestos e atitudes grandiosas e generosas.  Dedicou a vida aos sentimentos do amor e compreensão entre os homens de boa vontade. 

Sobre a morte do Papa, recebi uma pequena mensagem do acadêmico Ignácio de Loyola Brandão, e vale a pena transcrever tudo o que o genial romancista escreve.

“Em 1963, morava em Roma, fui na aventura, queria ser roteirista de Cinecittá, fazia reportagens para a “Ultima Hora”. Cobri a morte de João XXIII, passo a passo. Papa amadíssimo, mudou um monte de coisas.

Não fui roteirista, fiquei no romance, na literatura. Belo Papa este, apesar de argentino,… eta preconceito.

Baita abraço,

Ignácio”

BRASÍLIA E CORREIO – A jornalista Ana Dubeux sabe que boas lembranças iluminam nossos corações (Correio Braziliense – 20/04). O jornal líder dos Diários Associados e Brasília são irmãos de fé, convicções e sonhos. Nasceram e crescem juntos, alimentam as mesmas esperanças. A diretora de Redação do Correio escreve, religiosamente, aos domingos e produz textos empenhados em povoar a alma dos leitores e leitoras. Devotada aos fatos, faz críticas procedentes e elogios merecidos, jamais gratuitos.

“Brasília, 65. Correio, 65”, artigo publicado neste domingo sobre o aniversário conjunto da capital e do jornal, é mais um relevante trabalho de Ana Dubeux para a moldura amorosa de Brasília e do bom jornalismo.

GANSO CANSOU – Foi um castigo, Ganso cansou. Pena, O Fluminense mandava no jogo. É incrível como Ganso facilita e simplifica o andamento do jogo. Até que no caminho do Fluminense apareceu a figura sinistra do árbitro, deixando de marcar um penãlti claro contra o Vitória. Por pouco o zagueiro não rasgou a camisa do genial Arias. Renato Gaúcho protestou.

Para que serve o VAR, não é exatamente para averiguar erros do árbitro?


Nota de Pesar | Papa Francisco

 





NOTA DE PESAR
 

Papa Francisco

 


A humanidade perde hoje uma voz de respeito e acolhimento ao próximo. O Papa Francisco viveu e propagou em seu dia a dia o amor, a tolerância e a solidariedade que são a base dos ensinamentos cristãos.
 

Assim como ensinado na oração de São Francisco de Assis, o argentino Jorge Bergoglio buscou de forma incansável levar o amor onde existia o ódio. A união, onde havia a discórdia. E a compreensão de que somos todos iguais, vivendo em uma mesma casa, o nosso planeta, que precisa urgentemente dos nossos cuidados.
 

Com sua simplicidade, coragem e empatia, Francisco trouxe ao Vaticano o tema das mudanças climáticas. Criticou vigorosamente os modelos econômicos que levaram a humanidade a produzir tantas injustiças.
Mostrou que esse mesmo modelo é que gera desigualdade entre países e pessoas. E sempre se colocou ao lado daqueles que mais precisam: os pobres, os refugiados, os jovens, os idosos e as vítimas das guerras e de todas as formas de preconceito.


Nas vezes em que eu e Janja fomos abençoados com a oportunidade de encontrar o Papa Francisco e sermos recebidos por ele com muito carinho, pudemos compartilhar nossos ideais de paz, igualdade e justiça. Ideais de que o mundo sempre precisou. E sempre precisará.
 

Que Deus conforte os que hoje, em todos os lugares do mundo, sofrem a dor dessa enorme perda. Em sua memória e em homenagem à sua obra, decreto luto de sete dias no Brasil.
 

O Santo Padre se vai, mas suas mensagens seguirão gravadas em nossos corações.
 

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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Liberdade de Expressão: Um Eco da Inconfidência Mineira Até os Dias de Hoje em Jeremoabo

Liberdade de Expressão: Um Eco da Inconfidência Mineira Até os Dias de Hoje em Jeremoabo

Por: José Montalvão

A Inconfidência Mineira, ocorrida no século XVIII em Minas Gerais, foi um marco na história do Brasil não apenas pela tentativa de ruptura com o domínio português, mas sobretudo pelos ideais que moviam seus líderes. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, tornou-se símbolo dessa luta que ultrapassava a esfera política e tocava profundamente no desejo de um povo por liberdade — inclusive, e principalmente, a liberdade de expressão.

Os inconfidentes ousaram questionar a autoridade da Coroa Portuguesa, denunciar os abusos cometidos e propagar ideias consideradas subversivas para a época. Por meio de cartas clandestinas, panfletos e encontros sigilosos, difundiam pensamentos que pregavam a emancipação política e a libertação intelectual. O direito de pensar livremente, de falar sem medo e de contestar o poder opressor era visto como um dos pilares fundamentais da revolução sonhada.

A liberdade de expressão, portanto, não era apenas um meio; era o próprio combustível da resistência. Permitindo a articulação de ideias e o engajamento popular, esse direito representava o início da construção de uma sociedade mais justa e consciente de seus próprios direitos. Tiradentes, ao ser executado pela Coroa, não foi apenas morto por conspirar contra o império — foi silenciado por ousar dizer o que muitos apenas sussurravam.

Mais de dois séculos depois, o espírito da Inconfidência deveria nos inspirar a proteger e valorizar esse direito. No entanto, a realidade mostra que a luta ainda não terminou. Em Jeremoabo, cidade marcada por profundas contradições políticas, a liberdade de expressão continua sendo atacada e tratada como ameaça. Vozes que ousam denunciar abusos, questionar autoridades ou simplesmente expor a verdade são frequentemente perseguidas, caladas e marginalizadas.

Ainda hoje, quem se atreve a falar o que pensa em Jeremoabo corre o risco de represálias veladas ou explícitas. A censura não vem mais na forma de enforcamentos públicos, mas através de intimidações políticas, perseguições judiciais, exclusão de espaços institucionais e campanhas difamatórias. A tentativa de "amordaçar" aqueles que se manifestam livremente revela que, para muitos que detêm o poder, a crítica continua sendo intolerável.

O que ocorre em Jeremoabo reflete a persistência de uma cultura autoritária, que se opõe ao debate aberto e democrático. É a repetição moderna daquilo que os inconfidentes enfrentaram: um sistema que se alimenta do silêncio e teme a lucidez das palavras.

Assim como Tiradentes deu a vida por um ideal de liberdade, é preciso reconhecer e apoiar aqueles que, ainda hoje, enfrentam a escuridão da censura com a coragem de quem não se cala. O verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade só é possível quando todas as vozes podem ser ouvidas — inclusive as dissonantes.

A história se repete, mas ainda há tempo de mudar seu curso.

Se Trump não ceder, o custo do reequilíbrio mundial recairá sobre os EUA


Um homem em um terno escuro está acenando enquanto desce as escadas de um avião. Ao fundo, há uma grande bandeira da China exibida na fuselagem do avião. O homem parece estar sorrindo e é visto em um ambiente ao ar livre, possivelmente em um aeroporto.

Jinping agora está se aproximando da União Europeia

Demétrio Magnoli
Folha

A China representa 19% do PIB global, mas responde por 32% da produção industrial mundial. O desequilíbrio, cujas implicações contribuíram para a ascensão de Trump, não é sustentável. No fim do percurso, o triunfo chinês na guerra tarifária depende da “normalização” de sua economia.

O modelo exportador da China ancora-se no excesso de poupança doméstica – ou, dito de outro modo, num consumo interno reprimido. O segredo repousa no sistema político totalitário, que mantém baixos salários, veta políticas de bem-estar social e recusa-se a erguer um sistema decente de seguridade social.

SALTOS SUCESSIVOS – Desde o ingresso chinês na OMC, em 2001, à base de uma intrincada rede de subsídios estatais, o modelo propiciou a expansão da indústria em saltos tecnológicos sucessivos, até a produção de veículos elétricos, painéis solares, baterias e softwares de IA.

Os bens chineses inundaram o mercado mundial, eliminando competidores, devastando antigas regiões industriais e, nesse passo, deslocando os sistemas políticos nacionais.

A reação dos EUA começou com as tarifas seletivas de Trump 1, que buscavam estimular a relocalização industrial nos EUA ou em países parceiros. Prosseguiu com Biden, que deflagrou políticas industriais eficazes de subsídio a setores estratégicos (semicondutores, veículos elétricos, aeroespacial) e fracassou na tentativa de sancionar empresas de ponta chinesas, algo ilustrado pela Huawei e pelo Deep Seek.

AVENTURA SEM RUMO -Trump 2, contudo, jogou o tabuleiro pela janela, apostando numa aventura mercantilista sem rumo. Ele tinha a possibilidade de radicalizar as políticas seguidas por Biden. Nessa linha, em coordenação com os aliados na Europa e Ásia, iniciaria uma escalada tarifária coletiva e gradual sobre a China, ao longo de um horizonte plurianual.

A pressão sustentaria negociações baseadas na exigência de redução dos subsídios industriais chineses e, imitando as práticas do rival, obter o deslocamento de unidades produtivas da China para os EUA em joint ventures com empresas nacionais.

O objetivo seria alcançar um reequilíbrio da economia mundial, não edificar uma muralha protecionista em torno dos EUA. Trump, porém, enxerga o comércio como um jogo de soma zero orientado pela busca obsessiva de superávits. Partindo dessa superstição ideológica, resolveu declarar uma guerra tarifária contra o mundo.

CAMINHO DA CHINA – Xi Jinping desenhou seu caminho. A China exibe-se como campeã do livre intercâmbio e das regras comerciais multilaterais. Enquanto aplica retaliações aos EUA, promete abrir seu mercado interno e controlar os preços de suas exportações, evitando uma inundação global de produtos excedentes. De olho na Europa, os chineses exploram as oportunidades criadas pela investida de Trump contra a União Europeia.

O sucesso da estratégia depende de uma revisão estrutural do modelo econômico chinês, com a absorção do excedente de bens industriais pelo mercado interno. No cenário da guerra tarifária, dramatizado pelo envelhecimento demográfico, a China precisa transformar poupança doméstica em consumo, o que demanda reformas sociais profundas.

A China de amanhã não será a “fábrica do mundo”, mas uma economia industrial normal. A mutação inevitável foi acelerada por Trump. Ironicamente, o custo principal do reequilíbrio recairá sobre os EUA.


Trump erra ao denunciar, sem provas, que a Covid foi criada em laboratório chinês

Publicado em 20 de abril de 2025 por Tribuna da Internet

Governo Trump lança site com teoria de que Covid-19 surgiu em laboratório

É uma provocação escandalosa, sem provas materiais

Sarah Owermohle
da CNN

Na manhã desta sexta-feira (18), a Casa Branca lançou um novo site defendendo a teoria de que o coronavírus, que causa a Covid-19, foi um patógeno artificial que vazou de um laboratório de doenças infecciosas em Wuhan, China.

A página reacende um longo debate sobre as origens da pandemia de Covid-19, que tem sido alvo de investigações por agências federais, organizações globais de saúde e comitês do Congresso americano.

“BAIXA CONFIANÇA” – Em janeiro, a CIA divulgou um relatório concluindo que um vazamento de laboratório era provável, mas com “baixa confiança” nessa avaliação, em paralelo a conclusões semelhantes dos departamentos de Energia e Estado.

O serviço de inteligência havia afirmado anteriormente que não tinha informações suficientes para determinar a origem do vírus. A Organização Mundial da Saúde afirmou que permanece aberta a todas as hipóteses, incluindo a de que o vírus tenha se espalhado de animais para pessoas em um mercado de Wuhan.

No entanto, o novo site do governo Trump leva a teoria do vazamento de laboratório ainda mais longe do que a maioria desses relatórios, afirmando que o vírus “possui uma característica biológica que não é encontrada na natureza” e “se houvesse evidências de uma origem natural, ela já teria surgido. Mas não surgiu”.

SITE DA CASA BRANCA – O site federal Covid.gov, que anteriormente continha links para informações sobre vacinas, testes e tratamentos, agora redireciona para o site de vazamento de laboratório da Casa Branca.

Embora as agências de inteligência dos EUA tenham permanecido abertas à possibilidade de o vírus ter sido transmitido naturalmente durante pesquisas de laboratório, quase todas concordaram anteriormente que ele não foi geneticamente modificado.

Muitos cientistas acreditam, com base em análises do vírus e nos primeiros casos, que o vírus ocorreu naturalmente em animais e se espalhou para humanos em um surto no mercado de Wuhan. Mas também afirmaram que a origem do vírus pode nunca ser comprovada.

DOCUMENTO DA CÂMARA – De várias maneiras, a nova página da Casa Branca ecoa um relatório final emitido no ano passado pela Subcomissão Seleta da Câmara sobre a Pandemia do Coronavírus, liderada pelos republicanos, cujo link está disponível no site.

Membros republicanos da comissão concluíram no ano passado que o vírus se originou em um laboratório; os democratas publicaram um relatório separado que não chegou a uma conclusão definitiva sobre as origens do vírus, mas também pressionou por mais transparência.

O novo site também detalha falhas percebidas na resposta à Covid-19, incluindo “lockdowns”, obrigatoriedade do uso de máscaras, financiamento para pesquisas sobre doenças infecciosas e “obstrução” do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos às investigações do Congresso.

PERDÃO PREVENTIVO – Alguns desses funcionários são nomeados. Uma seção da página é dedicada ao perdão preventivo concedido pelo presidente Joe Biden ao diretor aposentado do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Dr. Anthony Fauci.

Vários funcionários do governo Trump, como o Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., criticaram a forma como o governo lidou com a pandemia de Covid-19 e, em particular, a resposta do governo Biden.

O site pode desencadear novas ações da agência de saúde, já que Kennedy criticou os amplos requisitos para a vacina contra o coronavírus e os controversos estudos sobre doenças infecciosas, conhecidos como pesquisas de ganho de função.

PROIBIR PESQUISAS – Muitos congressistas republicanos também pediram que o governo reinstitua a proibição desse tipo de pesquisa, que pode envolver tornar um vírus mais transmissível ou alterar outras características para estudar sua disseminação.

Uma moratória sobre estudos de ganho de função foi suspensa durante o primeiro governo Trump.

No ano passado, autoridades de Biden emitiram diretrizes políticas que imporiam uma supervisão mais rigorosa à pesquisa de ganho de função, mas não proibiriam amplamente esses estudos. As diretrizes entrarão em vigor em maio deste ano.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A acusação, sem prova concreta, significa uma nova agressão à China, totalmente desnecessária e num momento delicado como o atual, com a eclosão da guerra de tarifas. Parece que o governo Trump não tem mais diplomatas, mas apenas agentes provocadores, como se dizia antigamente(C.N.)

 

Haddad e a esposa enriquecem recebendo seis rendimentos públicos mensais

Publicado em 21 de abril de 2025 por Tribuna da Internet

Esta é Ana Estela Haddad - 21/10/2018 - Política - Fotografia - Folha de  S.Paulo

Haddad e Ana sabem como fabricar dinheiro com facilidade

Fábio Pupo e Guilherme Seto
Folha

O governo Lula tem acomodado em conselhos de administração de estatais pessoas vinculadas ao PT e membros da gestão que não têm formação relacionada à área de atuação das empresas. A lei exige educação acadêmica compatível, além de experiência e reputação ilibada.

Os conselhos têm como função direcionar os rumos das companhias e fiscalizá-las. O governo ocupa cadeiras nos colegiados, e cabe ao ministro responsável pela área nomear seus representantes, que são remunerados com os chamados jetons.

INFLUÊNCIA POLÍTICA – Alguns conselheiros recebem os honorários todos os meses. Em outros casos, o pagamento é esporádico, pela participação em reuniões. Dados do Ministério da Gestão mostram que a gratificação paga pelas estatais varia de R$ 1.733,33 no caso de participação no conselho da empresa Termobahia (subsidiária da Petrobras) a R$ 13.813,97 mensais pela presença no colegiado da petroleira.

A Folha coletou diferentes exemplos de integrantes de conselhos com formação distante da prevista nas normas. Em alguns casos, eles ocupam cadeiras por aparente influência política. As indicações do governo são feitas em geral tanto pelo ministério ao qual a empresa é vinculada como pela pasta da Gestão (que tem direito de indicar um nome por companhia).

Ana Estela Haddad, 58 anos  é conselheira da Dataprev (estatal responsável por armazenar e processar dados, principalmente sobre benefícios sociais). Ela é graduada em odontologia, além de mestre e doutora em ciências odontológicas. Professora titular da USP, atua como secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde e, segundo seu currículo Lattes, lidera pesquisas sobre o assunto. Também é esposa do ministro Fernando Haddad (Fazenda). A remuneração é de R$ 4.188,89 mensais.

DIZ O MINISTÉRIO – O Ministério da Gestão afirma que todas as pessoas escolhidas respeitam requisitos de experiência profissional e de formação acadêmica. A pasta não apontou os elementos nos currículos de cada conselheiro que atendem a essas demandas.

“A compatibilidade entre a formação acadêmica, a experiência profissional e o cargo é verificada no momento da submissão da candidatura ao comitê de elegibilidade de cada empresa estatal, a quem cabe atestar que o conhecimento acadêmico do indicado o torna apto e capaz de exercer adequadamente as atribuições do cargo”, afirmou a pasta.

Procurado, o Ministério da Saúde orientou que a Dataprev fosse consultada. A estatal, por sua vez, enviou um posicionamento similar ao do Ministério da Gestão.

OUTRO CASO – Emir Simão Sader, 81 anos, que integra desde 2023 o conselho de administração da Ativos S.A., securitizadora de créditos financeiros do Banco do Brasil. A companhia atua na gestão da cobrança de dívidas para instituições e empresas.

Com formação em filosofia e ciência política, o professor aposentado da USP (Universidade de São Paulo) e autor de livros como “Estado e política em Marx” e “Lula e a esquerda do século 21” é filiado ao PT e construiu sua trajetória em vinculação com o partido. Sader foi escolhido para o conselho numa das vagas selecionadas pela própria empresa.

Em nota, o Banco do Brasil afirma que as indicações submetem-se a procedimento interno no qual são avaliados requisitos e vedações legais. A estatal também ressalta “a importância da diversidade de conhecimentos” para a empresa. O valor do jetom pago pela Ativos não foi informado à reportagem.

MAIS UM EXEMPLO – Situação similar é a de Swedenberger do Nascimento Barbosa, conselheiro na Companhia Docas do Rio Grande do Norte. Ele é formado em odontologia, além de mestre e doutor em ciências da saúde. Foi braço-direito do então ministro José Dirceu no primeiro governo Lula e secretário-executivo do Ministério da Saúde até a saída de Nísia Trindade do comando da pasta, em março.

A lei das estatais, sancionada em 2016, durante a gestão de Michel Temer, exige que todo membro de conselho de administração tenha reputação ilibada, experiência profissional e “formação acadêmica compatível com o cargo para o qual foi indicado”.

Um decreto posterior, também de 2016, trouxe uma lista não taxativa de cursos ligados ao cargo de conselheiro. De acordo com o texto, seria considerada compatível a formação “preferencialmente” em administração, ciências atuariais, ciências econômicas, comércio internacional, contabilidade ou auditoria, direito, engenharia, estatística, finanças e matemática. Além disso, é possível ser considerada a formação na área de atuação da empresa (saúde, por exemplo).

FUNDADOR DO PT – Um outro caso levantado é o de Luiz Antonio Correia de Carvalho, 71 anos —conselheiro da Companhia Docas do Rio de Janeiro (PortosRio), com jetom de R$ 3.741,37 mensal. Ele é jornalista e concluiu graduação em filosofia pela Universidade de Paris X em 1975. Foi fundador do PT, coordenador de instituições de ensino superior e assessor do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2016.

No conselho do Grupo Hospitalar Conceição, rede pública em Porto Alegre, está Flavio Koutzii, 82 anos. Formado em sociologia na França, ele também está no conselho da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). É ex-vereador, ex-deputado estadual no Rio Grande do Sul e ex-secretário do governo Olívio Dutra (PT-RS). O valor do jetom não foi informado.

Marcio Tavares dos Santos, 39, secretário-executivo do Ministério da Cultura e curador de arte, recebe R$ 3.521,04 por mês como conselheiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, instituição vinculada ao Ministério da Educação. Ele tem mestrado em história e doutorado em arte e foi secretário nacional de Cultura do PT. Também compõe o conselho da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), cuja atividade tem relação com a sua formação.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Essa da mulher de Haddad é de lascar. O casal tem hoje seis fontes de renda de recursos públicos. Ana Estela é professora da USP, trabalha no ministério da Saúde e é conselheira da Dataprev. O maridão é ministro, professor da USP e atua no Conselho de Itaipu, cuja remuneração é sigilosa, mas sabe-se que está por volta de R$ 34 mil mensais, para nada fazer. Além, disso, Haddad tem cartão corporativo sem limite. Também são conselheiros de Itaipu os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Esther Dweck (Gestão e Inovação). Como se vê, os petistas são roedores insaciáveis, especializados em consumir verbas públicas(C.N.)

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