sexta-feira, março 21, 2025

Brasil perdeu 3% da superfície de água nos últimos 40 anos, mostram dados de satélite

 Foto: José Medeiros/Gcom-MT/Arquivo

Brasil perdeu 3% da superfície de água nos últimos 40 anos, mostram dados de satélite21 de março de 2025 | 06:56

Brasil perdeu 3% da superfície de água nos últimos 40 anos, mostram dados de satélite

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A área do Brasil coberta por água teve nova redução no ano de 2024, segundo dados do MapBiomas obtidos por satélites. O total de 17,9 milhões de hectares registrados no ano passado é cerca de 2,2% menor do que a superfície de água anotada em 2023 (18,3 milhões) e aproximadamente 3,2% abaixo da média da série histórica (18,5 milhões), iniciada em 1985.

É o segundo ano seguido com queda na lâmina hídrica no país, de acordo com a análise da plataforma colaborativa, que une universidades, ONGs e empresas para fazer monitoramento da cobertura e uso da terra. Em 2023, o valor já havia apresentado queda de aproximadamente 2,6% em relação ao total de 2022.

Na última década, ocorreram 8 dos 10 anos mais secos de toda a série histórica do MapBiomas sobre a cobertura hídrica no Brasil, que completa 40 anos de análises.

Nos últimos 15 anos, apenas 2022 ficou acima da média histórica de superfície de água, com 18,8 milhões de hectares. Para comparação, todos os primeiros 15 anos da série (de 1985 a 1999) tiveram valores acima da média.

“Temos um histórico recente de muitos anos secos, seguidos de uma recuperação pontual em 2022. Se olharmos os últimos 25 anos, o cenário é preocupante e crítico, pois a superfície de água permanece na média da série histórica ou abaixo dela”, diz Juliano Schirmbeck, coordenador-técnico do MapBiomas Água.

“Nunca mais atingimos o patamar de disponibilidade hídrica que tivemos entre 1989 e 1999, uma década de maior abundância de água no país”, completa.

O pantanal é o bioma que mais perdeu cobertura de água no país. Foram 366 mil hectares computados em 2024, valor que é mais de 60% menor do que a média histórica para a região.

“No começo da série, o Pantanal ficava meio ano inundado, o que era normal para aquele ecossistema. Hoje, o período de inundação é muito mais curto, durando apenas dois ou três meses inundados, quando ocorrem”, afirma Schirmbeck.

Segundo o pesquisador, em 2024, o bioma passou todos os meses com valores de superfície de água próximos dos mais baixos já registrados desde 1985.

A amazônia concentra mais da metade da superfície hídrica brasileira (61%), seguida da mata atlântica (13%), pampa (10%), cerrado (9%) e caatinga (5%). O pantanal é o bioma com a menor cobertura de água do país (2%).

Apesar da queda nacional, caatinga, cerrado e mata atlântica registraram cobertura de água acima da média da série histórica.

O cerrado já possui mais superfície de água artificial, como reservatórios e represas, do que natural, como rios e lagos. A lâmina artificial de água já é 60% do total no bioma. Em todo o país, a chamada água antrópica aumentou 54% em relação a 1985, de acordo com o MapBiomas.

Essas estruturas que reservam água estão localizadas, principalmente, em áreas com maior população, como mata atlântica, pampa, caatinga e cerrado.

De acordo com os dados, em 2024 os corpos d’água naturais apresentaram uma redução de 15% em relação a 1985.

“Esse dado é alarmante, porque, ao observarmos o ambiente natural, vemos que ele está secando. Se o ambiente natural tem pouca água, logo não teremos água suficiente chegando aos reservatórios. Estamos ficando sem água, mesmo que estejamos armazenando”, conclui Schirmbeck.

As mudanças climáticas trazem alertas adicionais. “A maior parte do Brasil tem previsão de redução dos padrões de precipitação, e isso já nos preocupa diante do cenário atual”, afirma o pesquisador.

Para Schirmbeck, a adoção de soluções baseadas na natureza, priorizando a proteção de nascentes de rios e a valorização de áreas úmidas, que atuam como reservatórios nas secas e sumidouros em períodos de cheias, pode ser um caminho para contornar os efeitos causados por eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes.

Everton Lopes Batista/Folhapress

Tarcísio elogia urna eletrônica e diz que é referência para outros países

 Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Tarcísio Freitas, governador de São Paulo21 de março de 2025 | 06:49

Tarcísio elogia urna eletrônica e diz que é referência para outros países

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez elogios ao sistema brasileiro de votação eletrônica em discurso na noite desta quinta-feira (21), dizendo que é referência para outros países.

A declaração, durante evento de abertura do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), na sede do Tribunal de Justiça do Estado, foi dada cinco dias após ele ter participado de uma manifestação no Rio de Janeiro convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

No ato, houve crítica ao fato de Bolsonaro estar inelegível, punição que se deve à sua campanha contra as urnas eletrônicas.

“O Brasil veio se tornando referência em termos de velocidade, de apuração, de tecnologia. Muitos países têm que olhar para o Brasil e ver o que está sendo feito aqui, o Brasil se tornou de fato uma grande referência”, disse o governador, que também elogiou a Justiça Eleitoral.

Segundo o governador, “a gente tem que olhar toda essa preparação que acontece, todo esse empenho, todo esse trabalho, toda essa logística. E em pouco tempo os dados são contabilizados, a gente tem a proclamação de um resultado, a diplomação. E isso é o que de fato garante a representatividade”, completou.

Ele fez ainda uma referência elogiosa à Justiça Eleitoral. “A gente tem que fazer o agradecimento à Justiça Eleitoral por todo esse trabalho, por todo esse empenho como garantidora da democracia brasileira”, afirmou.

Fábio Zanini/Folhapress

Orçamento de 2025: verba para emendas supera recursos de 32 dos 38 ministérios

 Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Arquivo

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados21 de março de 2025 | 07:47

Orçamento de 2025: verba para emendas supera recursos de 32 dos 38 ministérios

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Com mais de três meses de atraso, o Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira o Orçamento de 2025, que agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto prevê R$ 50,4 bilhões para emendas parlamentares, um montante superior ao orçamento de 32 dos 38 ministérios do governo federal. A reportagem é do jornal “O Globo”.

O levantamento inclui todas as despesas das pastas, abrangendo tanto gastos obrigatórios, como salários, quanto investimentos. Apenas os ministérios da Previdência (responsável pelo INSS), do Desenvolvimento e Assistência Social (que gerencia o Bolsa Família), da Saúde, da Educação, da Defesa e do Trabalho possuem orçamentos superiores às emendas parlamentares.

Com isso, os recursos destinados às emendas ultrapassam, por exemplo, os orçamentos totais dos ministérios dos Transportes (R$ 29 bilhões) e da Justiça (R$ 22 bilhões).

O relatório apresentado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA) manteve a destinação de R$ 11,5 bilhões para as chamadas emendas de comissão, alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF) devido à falta de transparência. No início da semana, o ministro Flávio Dino determinou um prazo de dez dias para que a Câmara, o Senado e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem sobre as novas regras para emendas aprovadas recentemente. Essas mudanças permitem omitir a identificação dos autores de emendas coletivas, o que gerou controvérsia.

O atraso na votação do Orçamento foi resultado, em grande parte, do impasse sobre o pagamento dessas emendas.

Haddad isenta Galípolo por alta de juros e culpa herança de Campos Neto

 

Haddad isenta Galípolo por alta de juros e culpa herança de Campos Neto

Por Nathalia Garcia | Folhapress

Haddad isenta Galípolo por alta de juros e culpa herança de Campos Neto
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta quinta-feira (20) que o Banco Central tem a obrigação de fazer a inflação cair e está buscando uma meta exigente. Segundo ele, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará a sua parte para o controle de preços.
 

O chefe da equipe econômica isentou o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, pelo choque de juros dado pela autoridade monetária e disse que a nova cúpula tem uma herança da gestão anterior, do ex-presidente Roberto Campos Neto, para administrar.
 

"Você não pode, na presidência do Banco Central, dar um cavalo de pau depois que assumiu [o cargo]. Isso é uma coisa muito delicada. Um novo presidente, com os novos diretores, eles têm uma herança a administrar, mais ou menos como eu tive uma herança a administrar em relação ao Paulo Guedes", disse Haddad em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).
 

Nesta quarta-feira (19), o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu por unanimidade elevar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual, de 13,25% para 14,25% ao ano, mesmo nível atingido durante a crise do governo de Dilma Rousseff (PT).
 

No comunicado, o colegiado do BC sinalizou que os juros vão continuar subindo na próxima reunião, em maio, e que pretende fazer uma nova alta de menor intensidade. Apesar da indicação, evitou se comprometer com um ritmo específico de ajuste.
 

"Nós queremos uma inflação cada vez mais comportada, sabendo que, quando ela sai da banda, o Banco Central tem que tomar providência para trazê-la para o patamar convencionado com o Conselho Monetário Nacional [colegiado formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do BC]", afirmou Haddad.
 

"Acredito muito que a equipe do BC vai fazer o trabalho corretamente para trazer a inflação [para meta] e nós vamos fazer a nossa parte", acrescentou. "São metas sempre exigentes, mas que nós temos que buscar."
 

O alvo central perseguido pelo BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Isso significa que a meta de inflação é considerada cumprida se oscilar entre 1,5% (piso) e 4,5% (teto).
 

No cenário de referência do Copom, a projeção de inflação para este ano teve um leve recuo de 5,2% para 5,1%, mas ainda bastante acima do teto da meta. Para o terceiro trimestre de 2026 –período hoje na mira do BC–, a estimativa caiu marginalmente de 4% para 3,9%.
 

Desde o início do ciclo de alta de juros, em setembro de 2024, já foram cinco aumentos consecutivos. Em dezembro, além de subir a Selic em um ponto percentual, o Copom prometeu mais duas altas da mesma intensidade nas reuniões seguintes, em janeiro e março. Agora, concretizou a estratégia traçada.
 

"Na última reunião de dezembro, ainda sob a presidência do antigo presidente do Banco Central, que foi nomeado por [Jair] Bolsonaro e ficou dois anos além do mandato do Bolsonaro na presidência do Banco Central, você contratou, como dizem, três aumentos bastante pesados na Selic", disse Haddad.
 

A piora nas expectativas de inflação tem dificultado o processo de convergência da inflação à meta. No radar dos economistas está a preocupação com a política fiscal expansionista do governo Lula.
 

Em meio à queda de popularidade do presidente, foram apresentadas medidas de estímulo à economia, como o novo consignado privado para trabalhadores do setor privado e a liberação do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
 

No caso da proposta de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês, há temor pela resistência do Congresso à proposta de compensação apresentada pelo Executivo de cobrar um imposto mínimo dos ricos.
 

Haddad disse também não acreditar na necessidade de uma recessão da economia para a queda da inflação no Brasil. "Acho que você consegue administrar a economia de maneira a crescer de forma sustentável sem que a inflação saia do controle", afirmou.
 


 

 

Infértil: Pressão alta diminui quantidade de espermatozoides no sêmen desde a juventude, diz estudo

Infértil: Pressão alta diminui quantidade de espermatozoides no sêmen desde a juventude, diz estudo
Foto: Wikimedia Commons / Domínio público

Um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) publicado na revista científica Scientific Reports apontou que a qualidade dos espermatozoides presentes no sêmen é gravemente afetada pela pressão alta. Segundo os pesquisadores, a hipertensão possui ligação com a diminuição dos espermatozoides no sêmen, além de danos ao acrossoma, organela que facilita a penetração no óvulo.

 

“Um dado alarmante é que, nos últimos 50 anos, tem se observado uma redução de cerca de 50% de espermatozoides presentes no sêmen em indivíduos hipertensos ou não. Ainda não se sabe ao certo as causas do fenômeno, ou se ele vai começar a comprometer a reprodução da espécie no futuro. Por isso, todo estudo é bem-vindo, seja para reverter ou impedir que essa redução aumente”, explicou o professor de Ciências Biomédicas da USP (ICB-USP), Stephen Rodrigues, que conduziu o estudo, em comunicado.

 

Segundo publicação do portal “O Globo”, a queda na qualidade do sêmen em homens hipertensos ocorre ainda na juventude, se estendendo por toda vida do indivíduo. A pressão alta também tem a tendência de afeta a microcirculação nos testículos a longo prazo, matando os espermatozoides.

 

“Esses resultados mostram que a hipertensão arterial tem um impacto reprodutivo que começa muito cedo e persiste durante toda a fase adulta. Mesmo períodos relativamente curtos de exposição a níveis elevados de pressão arterial já são suficientes para causar danos irreversíveis”, afirmou Rodrigues.

 

A USP também realizou estudou sobre a eficácia dos medicamentos sobre a qualidade do sêmen. Foram analisados os remédios que normalmente são utilizados no combate a hipertensão: losartana e a prazosina.

 

A losartana não obteve sucesso em reverter as mudanças nos espermatozoides. Contudo, a prazosina modificou parte dos danos observados.

 

“Esse achado sugere que apenas reduzir a pressão arterial não é suficiente para proteger a saúde reprodutiva. A combinação de agentes que reduzem a mortalidade com outros que preservem a função reprodutiva pode ser um caminho promissor”, disse o professor que conduziu o estudo.

 

A pesquisa, no entanto, não foi realizada em humanos. Os resultados foram obtidos a partir de estudos feitos em ratos com diferentes faixas etárias, indo de 8 a 10 semanas, equivalente a cerca de 18 anos humanos, até 60 a 66 semanas, equivalente a 45 a 50 anos humanos.

 

Professora denuncia agressões de familiares de aluno do reforço escolar no bairro do Resgate

 

Professora denuncia agressões de familiares de aluno do reforço escolar no bairro do Resgate
Foto: Reprodução / TV Aratu

Uma professora de 65 anos foi brutalmente agredida por familiares de um aluno no bairro do Resgate, em Salvador. A idosa, Dona Célia Regina, denunciou, nesta quinta-feira (20), que a agressão teve início por parte do próprio aluno, que teria dado um tapa no rosto da educadora durante um reforço escolar.

 

O caso começou após a idosa reclamar com a mãe do estudante sobre uma agressão sofrida. No dia seguinte, três responsáveis pelo aluno - o padrasto, a mãe e a tia - foram até a residência da professora e a agrediram. Ao Alô Juca, a vítima destaca ainda que durante o ataque, o padrasto ainda a ameaçou: “Ele me disse assim: ‘Vou entrar aí e te arrebentar toda'”, relatou a vítima.

 

A professora mostrou os hematomas da agressão física e afirmou ainda que parte de seu cabelo foi arrancada durante a ação.“Eu nem estou saindo de casa, eles ficam rondando aqui fora”, afirma. 

Fernanda Montenegro cobra indenização de vizinho por obra irregular

 

Fernanda Montenegro cobra indenização de vizinho por obra irregular

Por Adrielly Souza | Folhapress

Fernanda Montenegro cobra indenização de vizinho por obra irregular
Foto: Divulgação

Fernanda Montenegro, 95, deu mais um passo na disputa judicial que travou contra um vizinho por danos causados em seu apartamento. Após vencer a ação e garantir uma sentença favorável, a atriz agora cobra o pagamento da indenização determinada pela Justiça.
 

O F5 teve acesso ao documento, que corre na 15ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). De acordo com o processo, o caso começou após um vizinho realizar obras em seu apartamento, no bairro de Ipanema, zona sul do Rio. Segundo Fernanda, as reformas do outro morador causaram infiltrações em seu imóvel, conforme informou a coluna Outro Canal em outubro de 2023 .
 

A atriz afirma ainda que as intervenções estruturais foram feitas sem autorização do condomínio e resultaram em danos à sua residência. Além dela, outra moradora do prédio também processou o responsável e obteve decisão favorável na Justiça.
 

A defesa de Fernanda alega que um closet recém reformado foi bastante danificado pela infiltração, e a casa sofreu uma infestação de cupins.
 

No último dia 6, o caso chegou à fase de cumprimento de sentença, etapa em que o réu deve quitar os valores estipulados pelo juiz. Com a decisão definitiva, Sandro Fernandes Chaim, o vizinho responsável pelas reformas, pode ser obrigado a pagar as indenizações com valores já corrigidos.
 

Pelo que foi determinado em primeira instância, a artista deve receber R$ 2,8 mil por danos materiais e R$ 3 mil por danos morais. No entanto, com os juros acumulados desde o inicio da ação, o valor atualizado para a atriz gira em torno de R$ 7 mil. Somando as indenizações devidas à outra vizinha e os custos judiciais, o total que Chaim deverá desembolsar pode ultrapassar R$ 22 mil.
 

No dia seguinte à cobrança feita pela atriz, o réu anexou ao processo um laudo técnico elaborado por um engenheiro. No documento, ele busca comprovar que já tomou as providências necessárias para corrigir os problemas estruturais que atingiram o imóvel da artista e da outra moradora.
 

Mesmo com essa tentativa de contestação, a decisão já transitou em julgado, o que significa que não cabem mais recursos. Resta agora a Fernanda Montenegro e sua vizinha aguardar o pagamento das indenizações para encerrar o caso.

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