terça-feira, março 18, 2025

Jeremoabo Terá Festejos Juninos Marcados por Cultura, Tradição e Responsabilidade

 

Jeremoabo Terá Festejos Juninos Marcados por Cultura, Tradição e Responsabilidade

Os festejos juninos de Jeremoabo deste ano prometem ser um verdadeiro marco na história do município, reafirmando o compromisso da gestão do prefeito Tista de Deda com a cultura e a tradição local. O evento será realizado com responsabilidade financeira, garantindo que a população tenha acesso a grandes nomes da música sem comprometer as finanças municipais, sem prejudicar os servidores e sem qualquer tipo de superfaturamento.

O prefeito Tista de Deda tem demonstrado uma visão administrativa equilibrada, buscando proporcionar momentos de alegria e confraternização para o povo jeremoabense, ao mesmo tempo em que preserva a responsabilidade com o dinheiro público. Este ano, a programação será composta por shows de grandes artistas, bandas renomadas e apresentações culturais que exaltam a identidade nordestina.

O grande destaque dos festejos será a alvorada de abertura, que promete entrar para os anais da cidade como um dos momentos mais emblemáticos da festa. A expectativa é de um evento vibrante, onde a música, a dança e a tradição junina estejam em perfeita sintonia, promovendo uma experiência inesquecível para moradores e visitantes.

Com muito forró, alegria e respeito, a festa será um exemplo de como é possível valorizar a cultura sem abrir mão da transparência e da gestão eficiente dos recursos públicos. Os festejos juninos de Jeremoabo serão, sem dúvida, um reflexo do compromisso da atual administração com o bem-estar da população e a valorização da cultura nordestina.

Tarcísio usou avião do governo de SP para ir a ato de Bolsonaro

 Foto: Sergio Barzaghi/Governo do Estado de SP/Arquivo

Tarcísio Freitas, governador de São Paulo18 de março de 2025 | 12:52

Tarcísio usou avião do governo de SP para ir a ato de Bolsonaro

brasil

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), utilizou aeronave do governo para ir ao Rio de Janeiro participar de ato bolsonarista neste domingo (16).

Na manifestação, em Copacabana, Tarcísio criticou o governo Lula (PT) e o Judiciário, além de ter ironizado a punição pelo dia 8 de janeiro.

A aeronave utilizada é um Beech King Air, prefixo PR-ESP, registrado em nome da Polícia Militar de São Paulo.

Ela partiu do aeroporto Campo de Marte no sábado, às 18h09, e fez a aterrissagem às 19:07 no aeroporto de Jacarepaguá. No Rio, o governador ficou hospedado no mesmo hotel que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi tietado no saguão.

Após discursar na manifestação pela manhã, Tarcísio deixou a capital fluminense às 16h25 e desembarcou no Campo de Marte, às 17h33.

Ao Painel, o Governo de São Paulo disse que “a segurança institucional do governador, incluindo todos os seus deslocamentos e os meios pelos quais serão realizados, é de responsabilidade da Casa Militar, conforme estabelece o Decreto nº 48.526”.

Segundo o governo estadual, todos os deslocamentos do chefe do Executivo devem obedecer aos mesmos protocolos de segurança, independentemente de serem atos ligado diretamente ao governo ou não.

“O planejamento dessas ações é pautado pelos princípios de eficiência e segurança do Chefe do Executivo”, concluiu a nota.

Os deputados estaduais Emidio de Souza (PT) e Guilherme Cortez (PSOL) protocolaram nesta segunda requerimento de informações sobre qual o meio de transporte utilizado pelo governador e os gastos com a viagem.

Carlos Petrocilo/FolhapressPoliticalivre

‘Nós acertamos em cheio’, dizem petistas autores de pedido no STF para reter passaporte de Eduardo Bolsonaro

 Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados/Arquivo

O deputado Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara18 de março de 2025 | 14:57

‘Nós acertamos em cheio’, dizem petistas autores de pedido no STF para reter passaporte de Eduardo Bolsonaro

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Os deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Corrêa (PT-MG) afirmaram que a decisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de se licenciar do mandato parlamentar e ficar nos Estados Unidos é a prova de que eles acertaram ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que apreendesse o passaporte do filho de Jair Bolsonaro (PL).

Em vídeo publicado nas redes, eles afirmaram que é preciso agora impedir que Eduardo atue para possibilitar a saída de seu pai do país.

“Nós acertamos em cheio. Ele queria fugir para preparar o golpe. E olha, ele está preparando a fuga do pai. Então, aquelas medidas que nós pedimos também, para colocar a tornozeleira no Jair Bolsonaro, para não deixar ele se aproximar da embaixada, precisa ser feito também, porque ele está lá preparando, além da fuga dele, a fuga do pai para o golpe continuado dele”, diz Corrêa.

Para Lindbergh Farias, é melhor que Eduardo fique nos Estados Unidos —o filho 03 de Bolsonaro disputava a presidência da Comissão de Relações Exteriores da Casa, e os petistas tentavam barrar a movimentação. Agora, o líder da oposição na Câmara, Zucco (PL-RS), substituirá Eduardo.

“Já é a quarta viagem dele [para os EUA]. Ele está lá recebendo salário, as custas do Poder Legislativo, e o importante é que ele não vai representar o Poder Legislativo como presidente da Comissão de Relações Exteriores. Foi uma vitória importante. Vamos com tudo!”, afirmou Farias.

No início da tarde desta terça (18), Eduardo Bolsonaro afirmou que tomou a decisão “mais difícil” de sua vida porque pode ser preso por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Disse também que o Brasil vive um período de exceção e que vai ficar nos Estados Unidos para buscar punição ao magistrado. Não há, no entanto, pedido de prisão no STF contra ele.

Afirmou ainda que o pai, Jair Bolsonaro, pode ser preso e morto no cárcere por ser acusado de um golpe de Estado que, na opinião dele, é “da Disneylândia”.

Na semana passada, Farias e Rogério Correia entraram com um pedido na corte para que o passaporte de Eduardo Bolsonaro fosse apreendido por traição à pátria e por tentativa de constrangimento de autoridades.

Eduardo disputava o cargo de presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Os petistas argumentavam que, por ser um traidor do Brasil, ele não poderia assumir o cargo.

Os parlamentares citam o fato de Eduardo Bolsonaro articular iniciativas contra Alexandre de Moraes nos EUA.

Mônica Bergamo, Folhapress

Dino dá 10 dias para Congresso explicar nova norma sobre emendas

 Foto: Rosinei Coutinho/STF/Arquivo

Ministro atendeu pedido do Instituto Não Aceito Corrupção18 de março de 2025 | 15:18

Dino dá 10 dias para Congresso explicar nova norma sobre emendas

brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 10 dias para que a Câmara e o Senado expliquem a resolução aprovada na quinta-feira (13) sobre novas regras para garantir maior transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares ao Orçamento federal.

O ministro determinou a intimação da Advocacia-Geral da União (AGU) para que se manifeste sobre a nova norma também em 10 dias.

A medida foi ordenada “à vista da necessidade de melhor esclarecimento dos fatos”, argumentou Dino.

Ele atendeu a pedido feito pelo Instituto Não Aceito Corrupção (Inac), que atua nas ações sobre o tema como amicus curiae, ou seja, como amigo da corte, apto a apresentar manifestações ao Supremo.

O Inac informou ao Supremo que a nova resolução sobre emendas continua a permitir a ocultação do congressista responsável por emendas, o que já foi proibido pelo Supremo, por violar princípios constitucionais relativos ao Orçamento.

“O texto permite (arts. 45-A, 47 e 48- A) que os parlamentares façam indicações por meio de suas bancadas partidárias, constando apenas a assinatura do líder da sigla, sem identificação do autor original”, diz o Inac.

O instituto afirma que a nova modalidade de emendas de líder seriam “uma nova fase do orçamento secreto”, conforme trechos destacados pelo próprio Dino na decisão desta terça-feira.

Entenda

As emendas parlamentares representam a parte do Orçamento que tem sua destinação definida de acordo com a indicação de deputados e senadores, que selecionam obras ou serviços públicos que devem receber os recursos, geralmente aplicados nas suas bases eleitorais.

A expressão “orçamento secreto” se refere a emendas parlamentares que, nos últimos anos, não permitiam, por exemplo, identificar qual parlamentar havia indicado a destinação do dinheiro, nem o beneficiário final da verba pública, entre outras irregularidades.

Desde dezembro de 2022, o Supremo tem atuado para disciplinar a proposição e a liberação das emendas, considerando inconstitucionais as que não atendem a critérios mínimos de transparência e rastreabilidade.

Orçamento

A nova resolução é a culminância de um processo de conciliação tocado pelo Supremo e faz parte de um plano de trabalho apresentado pelo Congresso para solucionar a questão.

No mesmo dia em que a resolução foi aprovada em sessão conjunta do Congresso, Dino deu declaração afirmando que a solução encontrada para o orçamento secreto ainda estaria “longe do ideal”.

O impasse relativo às emendas é uma das principais causas para o atraso no Orçamento de 2025, que ainda não foi votado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso. Após sucessivos atrasos, a previsão agora é que a votação fique para abril, diante da demora na apresentação do parecer do relator Ângelo Coronel (PSD-BA).

Agência Brasil

Ivana deve ser empossada oficialmente nesta terça como nova presidente de Assembleia Legislativa

 Foto: Política Livre/Arquivo

A deputada Ivana Bastos (PSD)18 de março de 2025 | 13:33

Ivana deve ser empossada oficialmente nesta terça como nova presidente de Assembleia Legislativa

exclusivas

A deputada Ivana Bastos (PSD) deve ser empossada oficialmente como nova presidente da Assembleia Legislativa da Bahia na tarde desta terça-feira (18), durante sessão plenária. Ela recebeu, pela manhã, um novo parecer da Procuradoria Jurídica da Casa garantindo a legalidade da posse após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter concluído, no final da semana passada, o julgamento da reclamação constitucional que resultou no afastamento em definitivo do deputado Adolfo Menezes (PSD) da presidência.

Questionado pelo Política Livre, o procurador jurídico da Assembleia, Graciliano Bonfim, confirmou o parecer. Ele afirmou que o regimento interno da Assembleia permite a ascensão de Ivana Bastos da 1ª vice-presidência, cargo da Mesa Diretora para o qual foi eleita no dia 3 de fevereiro, para o comando da Casa.

“Isso está previsto. A função do vice ou da vice é substituir o presidente. Há dois dispositivos no regimento interno que tratam dessa função da substituição de forma clara, que são os artigos 39 e 43. Então, não há de se falar em nova eleição”, declarou.

Já para substituir Ivana na 1ª vice-presidência, os deputados devem fazer uma nova eleição, embora na semana passada a Mesa Diretora tenha aprovado um parecer sustentando que um dos suplentes do colegiado poderia assumir o posto. Com ou sem eleição, o nome, inclusive, já foi escolhido: será a deputada Fátima Nunes (PT), justamente uma das suplentes.

Na última terça (11), após uma reunião entre Ivana e diversos parlamentares, os deputados desistiram de efetivar Ivana para aguardar o encerramento do julgamento do processo contra Adolfo no STF, o que ocorreu na quinta-feira (13), pois o pessedista abriu mão dos prazos e de novos recursos.

Na ocasião, apesar de muita polêmica o posições conflitantes, ficou decidido que Ivana seria efetivada presidente de forma automática, havendo eleição apenas para a vice-presidência.

Uma nova reunião entre Ivana e os líderes partidários deve ocorrer hoje, antes da sessão plenária, para que haja um entendimento final.

Política Livre

Renda até R$ 5.000 será isenta, e quem ganha até R$ 7.000 terá desconto; veja proposta para o IR

 Foto: Fotoarena/Folhapress

Proposta assinada por Lula nesta terça (18) ainda precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional18 de março de 2025 | 14:25

Renda até R$ 5.000 será isenta, e quem ganha até R$ 7.000 terá desconto; veja proposta para o IR

economia

Os contribuintes que ganham até R$ 5.000 por mês ficarão 100% isentos do IR (Imposto de Renda), de acordo com projeto de lei encaminhado nesta terça-feira (18) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Congresso Nacional.

Para esse grupo de contribuintes, a proposta prevê um desconto de até R$ 312,89 do imposto a pagar para garantir que ao final o IR devido seja zero. O governo estima que 10 milhões de contribuintes que hoje são tributados ficarão isentos com a medida.

Quem tiver renda na faixa entre R$ 5.000,01 até R$ 7.000 também será beneficiado, mas a isenção será parcial. Nesses casos, o desconto sobre o imposto a pagar será decrescente, até zerar para rendimentos a partir de R$ 7.000.

Dessa forma, quem ganha R$ 5.500 mensais, por exemplo, terá um desconto de 75% sobre o imposto a pagar. Esse desconto cai para 50% para quem ganha R$ 6.000 de renda e para 2% no caso de quem ganha acima de R$ 6.900.

Esse modelo evita que uma pessoa que ganhe abaixo de R$ 5.000 receba um aumento salarial e passe a pagar o IR de forma muito abrupta, ainda que a nova remuneração fique pouco acima desse valor (R$ 5.010, por exemplo).

Quem ganha a partir de R$ 7.000 não será beneficiado pelo desconto. Para esses contribuintes, segue a aplicação da tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física). Mas esse grupo de contribuintes passará a pagar um pouco menos, pois a tabela atualmente em vigor será ajustada ainda em 2025.

O ajuste decorre do fato de que a primeira faixa da tabela do IRPF está vinculada atualmente ao valor do salário mínimo, que passou em 2025 de R$ 1.412 para R$ 1.518.

Assim, a faixa de isenção da tabela do IRPF, que corresponde a 80% de dois salários mínimos, será ampliada de R$ 2.259,20 para R$ 2.428,80 mensais. Ou seja, uma parte maior da renda ficará livre da tributação.

Na prática, quem ganha até dois salários (R$ 3.036 mensais) já ficaria isento de imposto com esse ajuste, uma vez que a tabela do IRPF se aplica não sobre a renda bruta, mas sobre a renda líquida, após deduções legais previstas no IRPF.

O ato formal de assinatura do projeto pelo presidente ocorreu nesta terça-feira (18) em cerimônia no Palácio do Planalto, após quase quatro meses do anúncio oficial.

Para entrar em vigor em 2026, a proposta precisa ser aprovada ainda este ano pelo Congresso Nacional.

O mecanismo do desconto mitiga a perda de arrecadação que ocorreria se a isenção fosse feita por meio da correção de toda a tabela progressiva do IRPF, o que acabaria beneficiando não só quem ganha até R$ 5.000, mas todos as pessoas hoje sujeitas ao pagamento do imposto.

Nesse caso, o custo da isenção chegaria a R$ 120 bilhões, segundo estimativas da Receita Federal. Restringir a isenção somente para as pessoas que ganham até R$ 5.000 reduz a renúncia para R$ 25,84 bilhões em 2026, como antecipou a Folha na semana passada. Em 2027, o valor sobe para R$ 27,7 bilhões.

A previsão inicial era uma perda de arrecadação de R$ 35 bilhões, mas os técnicos refizeram as contas com base nos dados novos coletados da declaração de ajuste do IRPF de 2024 (ano-base 2023). Os números anteriores usaram como referência valores da declaração de ajuste de 2023 (ano-base de 2023).

Pela proposta do governo, a perda de arrecadação será compensada com a criação de um imposto mínimo sobre a alta renda (quem ganha a partir de R$ 600 mil por ano).

O ajuste na faixa de isenção da tabela do IRPF de 2025 só será feito depois da aprovação do Orçamento deste ano pelo Congresso. A data será definida pelo presidente Lula. A perda de arrecadação é de R$ 5 bilhões em termos anuais, mas o impacto efetivo neste ano será menor porque a medida entrará em vigor no decorrer do exercício.

Se aprovado pelo Congresso, o projeto de aumento da faixa de isenção, combinado com a criação do imposto mínimo, promoverá uma forte mudança na estrutura do Imposto de Renda no Brasil. O IR foi criado há mais de 100 anos, em 1922, sendo que o primeiro regulamento só saiu do papel em 1924.

O diagnóstico do Ministério da Fazenda é que, ao longo de todas essas décadas, a tributação do IR sempre foi mais pesada sobre a renda do trabalhador e mais leve em relação a outros tipos de renda que não as do trabalho.

Entre as razões, as inúmeras exceções do sistema tributário brasileiro adotadas ao longo desses 100 anos que acabaram gerando distorções do sistema tributário brasileiro. A renda recebida de lucro e dividendos e aplicações financeiras, por exemplo, é isenta de IR. São rendas obtidas na maioria das vezes obtidas pela pela população mais rica.

Hoje, praticamente toda a renda do trabalhador que ganha em torno de R$ 5.000 é tributada pela tabela do Imposto de Renda. Esse modelo faz com que, na prática, a carga tributária sobre os contribuintes mais ricos seja mais baixa do que a dos mais pobres.

O projeto da desoneração do IR para quem ganha até R$ 5.000 foi anunciado no dia 27 de novembro pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em cadeia de rádio e TV junto com as medidas de contenção de despesas.

Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, Folhapress

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