sábado, outubro 12, 2024

Qual é a diferença entre Nunes e Boulos nos resultados das primeiras pesquisas?

Publicado em 11 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Charge da Semana – Pesquisa eleitoral 2022 - Jornal A Estância de Guarujá

Charge do Babu (A Estância de Guarujá)

Juliano Galisi
Estadão

As primeiras pesquisas eleitorais sobre o segundo turno das eleições 2024 em São Paulo indicam que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) lidera as intenções de voto contra Guilherme Boulos (PSOL). O cenário é atestado tanto pelo Paraná Pesquisas quanto pelo Datafolha, que divulgaram nesta semana suas primeiras medições sobre a etapa derradeira do pleito na capital paulista.

A vantagem de Nunes já era apontada pelas simulações de segundo turno anteriores à definição dos candidatos que avançariam ao tira-teima. O emedebista tem a seu favor uma rejeição inferior à de Boulos, o que aumenta o seu potencial de voto na mesma medida em que torna mais estreito o teto de votos do candidato do PSOL.

VEJA OS NÚMEROS – No Paraná Pesquisas, Nunes tem 52,8% e Boulos, 39%.  Já no Datafolha, Nunes tem 55% e Boulos, 33%. Segundo o Paraná Pesquisas, em comparação com o último levantamento para o confronto entre os dois na segunda etapa de votação, realizado antes do primeiro turno, Nunes oscilou de 50,6% para 52,8%.

Oscilar significa apresentar variação numérica dentro da margem de erro. Boulos, por sua vez, foi de 35,3% para 39%, um avanço real, ou seja, para além dos limites da margem.

Na pesquisa espontânea, quando as opções de voto não são apresentadas ao entrevistado, Ricardo Nunes registrou 35,3% e Boulos, 29%. Os que não souberam ou não responderam foram 25,3%. Os que disseram que vão votar em branco, nulo ou que não votarão em ninguém são 7,8%. Ainda houve 2,7% que citaram outros nomes que não estão na disputa.

POTENCIAL MAIOR – De acordo com o Paraná Pesquisas, Nunes tem potencial de voto maior, pois conta com uma rejeição inferior à do concorrente. O prefeito “com certeza” receberia o voto de 37% dos eleitores, enquanto 28,8% dizem que poderiam votar nele e 33,1% apontam que não escolheriam o mandatário de jeito nenhum. Quanto a Boulos, são 31,7% os que votariam nele com certeza, 18,1% os que poderiam votar no deputado federal e 48,1% os que não votariam nele de jeito nenhum.

Na medição do Datafolha, Nunes tem vantagem maior, de 22 pontos percentuais. O prefeito registra 55% de menções no cenário estimulado, enquanto o deputado federal figura com apenas 33%. Segundo o levantamento, 10% dos eleitores afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto. Outros 2% não sabem em quem votar.

Na espontânea, Nunes tem 41% das menções, ante 29% de Boulos. Outros 2% afirmaram que votariam “no atual” e também 2% votariam “no 15″, em referência ao número de urna de Nunes. Nesse cenário, 4% dos entrevistados deram outras respostas; 10% votaria em branco ou nulo e 12% não soube responder.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Hoje Lula reclamou do desempenho do PT. Deveria fazer autocrítica, como era comum no início do PT, olhar-se ao espelho e perguntar: “O que foi que eu fiz do PT?”. Bem, Lula pegou um partido cheio de idealismo e transformou num covil de corruptos. Jamais deixou que surgisse um segundo nome no PT, reduziu a pó todos aqueles que tentaram sobressair, e hoje o PT só tem o Haddad, que não é nenhuma Brastemp e acaba de ser vaiado no seminário dos corretores de seguro. E Lula, depois de fazer esse “mea culpa”, deveria se penitenciar por ter prejudicado o desenvolvimento deste país. (C.N.)


Agora, Lula depende de Boulos para escapar de vexame eleitoral completo

Publicado em 12 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Foto mostra Lula, homem branco de barba e cabelos ralos e brancos, com camisa azul. Ele parece preocupado e tem a mão direita junto à boca e ao queixo

Lula está realmente preocupado, e não é para menos…

Igor Gielow
Folha

A lavada tomada pela esquerda no primeiro turno da eleição municipal, diz a máxima dos políticos, não deve ser tomada como uma predição do que vai acontecer em 2026 em nível federal. Mas o presidente Lula (PT) tem motivos de sobra para se preocupar. Se o seu partido já entrava na disputa como coadjuvante, o fracasso nas capitais cristaliza um cenário que começou a se desenhar no pleito de 2016, ano do impeachment da petista Dilma Rousseff.

Após ser humilhado em 2020 em São Paulo, cidade em que o PT disputou com a centro-direita o comando ao longo de duas décadas, Lula deu a Guilherme Boulos (PSOL) a missão de confrontar o bolsonarismo e antecipar o clima de 2026.

MISSÃO IMPOSSÍVEL – O segundo turno pode até acender a chama da polarização, o tempo de TV é igual para todos, mas o fato é que Boulos tem um Kilimanjaro à sua frente. É virtualmente impossível que os 28% de votos válidos que quase levaram o fraudulento influenciador ao segundo turno migrem para o deputado do PSOL.

Ainda assim, nesse cenário difícil, sobrou a ele a missão de livrar a cara da esquerda lulista nesse pleito. O PT só foi ao segundo turno em quatro capitais, incluindo São Paulo, com chances duvidosas. Alguém poderá sacar as vitórias acachapantes de João Campos (PSB), em Recife, e do “rei do Rio” Eduardo Paes (PSD), mas eles são aliados de Lula com agendas próprias.

O fato de Gilberto Kassab (PSD) ser o grande vitorioso do domingo diz muito: o secretário de Governo do bolsonarista que governa São Paulo pode ser também dono de um minifúndio no governo Lula, mas ninguém poderá o chamar de um nome da esquerda.

NADA MUDARÁ – Se Boulos conseguir de alguma forma ganhar, o presidente cantará vitória, mas suas agruras seguirão as mesmas. A falta de um discurso que penetre o reduto bolsonarista dos evangélicos e a paixão fulminante da Faria Lima por um tipo como Marçal são exemplos da desconexão de Lula com o eleitorado.

Ela se vê de formas mais anedóticas, como os clichês anos 1970 que adota para sua base, mas vai além. Seu governo até aqui apresentou um cardápio de ideias recicladas das gestões dos anos 2000.

A avaliação razoável de Lula decorre de sua figura, a mais popular do Brasil, ainda que Bolsonaro rivalize, e do fato de que a economia se mantém sem sobressaltos. Mas isso parece insuficiente para repetir 2022, quando o grau de ameaça institucional que Bolsonaro representava de fato levou um eleitorado que não apoiaria Lula normalmente a escolher o petista. Essas pessoas apertaram o 13, mas não fizeram o L.

LULA SOZINHO – Em dois anos, Lula precisará fazer algo para conectar-se às classes médias urbanas, que em cidades como São Paulo pesam tanto quanto os periféricos tão festejados pelos candidatos, e aos evangélicos. Nada em seu arsenal parece lhe garantir isso, e a falta de mediadores na figura de prefeitos aliados e populares não lhe facilitará o jogo.

O clichê das eleições nacionais/municipais vem sendo desafiado desde 2018, como a ausência de debate sobre temas da cidade no “telecatch” apresentado ao paulistano neste ano prova.

Assim, sem um sucessor ungido e viável, Lula caminha por ora sozinho para descobrir qual campo de direita irá enfrentar em 2026.


No Dia da Criança, duas canções que serão sempre cantadas no Brasil


Tribuna da Internet | Relembre duas canções de enorme sucesso da MPB em  homenagem às crianças

René Bittencourt e Chico Alves

Paulo Peres
Poemas & Canções

O empresário artístico, jornalista e compositor carioca René Bittencourt Costa (1917-1979), na letra de ”Canção da Criança”, homenageia a garotada brasileira no seu dia. Essa valsa foi gravada por seu parceiro Francisco Alves, apelidado de “O Rei da Voz”, em 1952, pela Odeon.

CANÇÃO DA CRIANÇA
Francisco Alves e René Bittencourt

Criança feliz
Feliz a cantar
Alegre a embalar
Teu sonho infantil
Oh Meu Bom Jesus
Que a todos conduz
Olhai as crianças do nosso Brasil!

Crianças com alegria
Qual um bando de andorinhas
Viram Jesus que dizia:
Vinde a mim as criancinhas
Hoje dos céus, num aceno
Os anjos dizem: ”Amém”,
Porque Jesus, nazareno,
Foi criancinha também

Tribuna da Internet | Relembre duas canções de enorme sucesso da MPB em  homenagem às crianças

Ataulfo Alves e suas pastoras

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O cantor e compositor mineiro Ataulfo Alves de Souza (1909-1969) utilizou grande beleza poética para compor o nostálgico samba “Meus tempos de criança” (conhecido também como “Meu pequeno Miraí”), gravado por ele próprio, em 1956, pela Sinter, cuja letra traz lembranças de sua infância feliz em Miraí.

MEUS TEMPOS DE CRIANÇA
Ataulfo Alves

Eu daria tudo que tivesse
Pra voltar aos tempos de criança
Eu não sei pra que que a gente cresce
Se não sai da gente essa lembrança

Aos domingos missa na matriz
Da cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí

Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor onde andará?

Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botões sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia 


Segundo turno em São Paulo poderá ser prenúncio de duelo entre Lula e Tarcísio


Lula e Tarcísio se empenham pela Prefeitura de São Paulo

Pedro do Coutto

Na cidade de São Paulo, de acordo com o levantamento do Datafolha divulgado nesta semana, o quadro favorece amplamente Ricardo Nunes que atinge 55% de preferências dos votos contra 33% de Guilherme Boulos. A situação parece definida, embora faltem duas semanas para as eleições.

O 2º turno das eleições em São Paulo vai marcar o primeiro embate direto do presidente Lula com o governador paulista Tarcísio de Freitas, ambos cotados como possíveis candidatos à Presidência em 2026. Nunes tem o apoio do chefe do Executivo estadual. Boulos, do petista.

DUELO – A disputa antevê um possível, ainda que incerto, duelo em dois anos. Tarcísio é o principal cabo eleitoral de Nunes, enquanto Lula tem o mesmo papel para Boulos. Como o ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível, Tarcísio é o nome mais citado para concorrer com o seu apoio.

A vitória de Boulos é considerada pelo presidente a maior prioridade eleitoral deste ano. No fim de agosto, Lula foi a dois comícios ao lado do psolista em São Paulo. Também participou de propagandas eleitorais do candidato. Fez ainda uma caminhada na Avenida Paulista na véspera do 1º turno.

DIVISÃO – Importante destacar uma divisão interessante no espectro político nesta eleição. No campo da esquerda, observa-se uma parcela significativa de eleitores de Lula que não apoiaram Boulos. Já na direita, o movimento do ex-presidente Jair Bolsonaro em direção ao centro e a partidos mais institucionalizados deixou uma parcela de eleitores órfãos, suscetíveis a novos nomes da direita, como foi o caso de Ricardo Nunes. Esta dinâmica revela limites tanto para Lula quanto para Bolsonaro.

Dessa forma é possível ver limites do presidente Lula muito claramente, mas também limites de Bolsonaro, o que dá uma abertura de espaço para a discussão de novas possibilidades políticas. Esse cenário de fragmentação e realinhamento político abre espaço para novas discussões sobre o futuro da política brasileira, indicando que o eleitorado está se tornando mais complexo e menos previsível em suas escolhas eleitorais.


Tista de Deda Rompe com Ciclo de Repressão e Nepotismo em Jeremoabo

 Jeremoabo, Bahia: Tista de Deda Interrompe Ciclo de Violência e Repressão Política

Nas eleições municipais de Jeremoabo, Bahia, o pecuarista João Batista Melo de Carvalho, conhecido como Tista de Deda (PSD), foi eleito prefeito com 11.530 votos, equivalentes a 47,08% dos votos válidos. Seu adversário, Matheus de Deri (PP), ficou com 9.723 votos, ou 39,70%. Com 57 anos, casado e com ensino médio completo, Tista de Deda possui uma longa trajetória política, já tendo ocupado a prefeitura em várias ocasiões. Sua eleição marca um momento significativo na política local, simbolizando uma ruptura com o domínio político exercido pela família de Deri do Paloma nos últimos seis anos.

Durante a gestão de Deri do Paloma, Jeremoabo passou por um período conturbado, caracterizado por episódios de violência, repressão política e nepotismo generalizado. As críticas incluem a utilização do gabinete do prefeito no quintal da residência do então gestor, refletindo uma degradação do espaço público e das instituições municipais. Esse período foi marcado por denúncias de perseguição a professores e servidores públicos, além de indícios de corrupção em várias áreas do governo.

Com a eleição de Tista de Deda, a população de Jeremoabo fez uma clara escolha por mudança, buscando superar o clima de autoritarismo e repressão que dominava o cenário político local. A vitória de Tista representa uma rejeição ao modelo de administração baseado em práticas questionáveis e na ausência de diálogo. Seu perfil conciliador e agregador o destacou como uma alternativa para aqueles que desejam um governo mais aberto e democrático.

Uma Nova Perspectiva para Jeremoabo

Com vasta experiência administrativa, Tista de Deda pretende implementar um plano de modernização que atenda às necessidades urgentes da cidade. Seu projeto visa superar o atraso econômico e social acumulado nos últimos seis anos, propondo políticas públicas eficazes que promovam o desenvolvimento em áreas como saúde, educação, infraestrutura e segurança. A prioridade é sanar os problemas herdados, especialmente aqueles relacionados à corrupção, má gestão dos recursos públicos e nepotismo, que se tornaram frequentes na administração anterior.

O Fim da Repressão e a Construção do Diálogo

O novo prefeito é conhecido por sua habilidade de diálogo e conciliação, características que o ajudaram a construir alianças políticas ao longo dos anos. Sua postura contrasta com a de seus predecessores, que foram acusados de adotar um estilo autoritário e repressivo, especialmente em relação a opositores e servidores públicos. Tista de Deda promete uma gestão mais inclusiva, aberta ao diálogo com diferentes setores da sociedade, com o objetivo de construir políticas públicas que atendam às demandas reais da população.

Desafios para o Futuro

Apesar do otimismo em torno da eleição de Tista de Deda, os desafios para sua gestão são enormes. O município precisa superar não apenas o legado de má gestão e corrupção, mas também problemas crônicos de infraestrutura, como estradas em péssimo estado e falta de saneamento básico. Além disso, o setor de educação, duramente criticado durante a administração anterior, necessita de uma reestruturação completa, com foco na valorização dos profissionais e na melhoria das condições de trabalho.

A saúde pública é outra área que requer atenção imediata, com a necessidade de garantir acesso a medicamentos e atendimento médico de qualidade para todos os moradores. A recuperação de Jeremoabo passa, portanto, pela reconstrução de uma administração pública transparente, eficiente e comprometida com o bem-estar coletivo.

Um Novo Capítulo para Jeremoabo

A eleição de Tista de Deda representa não apenas uma mudança de governo, mas também uma esperança de que Jeremoabo possa trilhar um novo caminho, longe das práticas políticas que caracterizaram a gestão anterior. A expectativa é que, com sua experiência e capacidade de liderança, o novo prefeito consiga trazer estabilidade, progresso e justiça social ao município, rompendo com o ciclo de violência e repressão que marcou a era de Deri do Paloma.

O sucesso de Tista de Deda será crucial para consolidar uma nova era de governança em Jeremoabo, onde o diálogo e o respeito aos direitos dos cidadãos se tornem os pilares de uma administração comprometida com o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população.



https://g1.globo.com/ba/bahia/eleicoes/2024/noticia/2024/10/07/eleicoes-2024-tista-de-deda-do-psd-e-eleito-prefeito-de-jeremoabo-no-1o-turno.ghtml 


sexta-feira, outubro 11, 2024

Moraes vota contra pedido de Bolsonaro para arquivar inquérito sobre vazamento no TSE

 Foto: Rosinei Coutinho/STF/Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)11 de outubro de 2024 | 17:30

Moraes vota contra pedido de Bolsonaro para arquivar inquérito sobre vazamento no TSE

brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou para negar um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para arquivar o inquérito que apura o vazamento de dados sigilosos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No voto de Moraes, feito nesta sexta-feira, 11, o magistrado diz que o ex-presidente não apresentou “argumento minimamente apto” para impedir a continuidade da investigação.

O recurso está sendo analisado em plenário virtual pela 1ª Turma do STF desde esta sexta e os outros ministros têm até o próximo dia 18 para depositar os votos. Moraes, que é o relator da apelação, é o único que se posicionou até o momento.

À reportagem, a defesa do ex-presidente afirmou que vai esperar o término do julgamento em plenário virtual para se pronunciar sobre o tema.

A defesa de Bolsonaro pediu o arquivamento do inquérito, alegando que o relatório que embasa o processo foi feito antes de uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que, em fevereiro de 2022, pediu o arquivamento do processo. O pedido do MP foi negado por Moraes em agosto do mesmo ano.

Bolsonaro também alega que os membros do Tribunal “não possuem legitimidade para vindicar, de ofício, medidas investigativas complementares”. Por fim, a defesa argumentou que o pedido de arquivamento da PGR deve ser atendido.

O inquérito, aberto em 2021, investiga se Bolsonaro, ainda como presidente, o deputado federal Filipe Barros (PL-PR) e o delegado da Polícia Federal Victor Neves Feitosa divulgaram dados sigilosos do TSE por meio de perfis nas redes sociais.

O Estadão procurou o deputado Filipe Barros e o delegado Victor Neves Feitosa, mas não obteve retorno até o momento.

Segundo Moraes, o objetivo dos três seria o de “expandir a narrativa fraudulenta contra o processo eleitoral brasileiro, com objetivo de tumultuá-lo, dificultá-lo, frustrá-lo ou impedi-lo, atribuindo-lhe, sem quaisquer provas ou indícios, caráter duvidoso sobre a lisura do sistema de votação no Brasil”.

Gabriel de Sousa/Estadão

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