terça-feira, setembro 26, 2023
Remédios de disfunção erétil lideram lista de medicamentos mais vendidos no Brasil

Os remédios de disfunção erétil foram os medicamentos mais vendidos no Nordeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil. No sudeste, os medicamentos também apareceram entre os três mais procurados e vendidos.
A análise foi realizada através de dados de um levantamento do Consulta Remédios, segundo maior site de farmácias do Brasil. A pesquisa foi feita através do perfil de compras e de buscas de cerca de 500 mil usuários da ferramenta.
Na lista de mais vendidos do país, estavam o Citrato de Sildenafila e a Tadalafila, remédios utilizados no combate à disfunção erétil. Os dois medicamentos ocuparam a primeira e a segunda posição de mais vendidos na Região Sul.
“Acho que uma boa explicação para este perfil de compras pode ser um possível tabu sobre adquirir este tipo de medicamento de forma presencial”, explicou Paulo Vion, CEO da Consulta Remédios, ao Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
CONFIRA LISTA COMPLETA
Região Nordeste
Tadalafila (para disfunção erétil);
Dicloridrato de Betaistina ( controle do zumbido)
Atorvastatina Cálcica (controle de colesterol), presente na lista duas vezes, por dois fabricantes diferentes;
Olmesartana Medoxomila + Besilato de Anlodipino (controle da pressão alta).
Região Sul
Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil);
Tadalafila (para disfunção erétil);
Sorinan (descongestionante nasal);
Clotrimazol (pomada contra micoses);
Ivermectina (vermífugo).
Região Sudeste
Epocler (removedor de toxinas do fígado);
Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil);
Ivermectina (vermífugo);
Fluconazol (antifúngico);
Neosoro (descongestionante nasal).
Região Centro-Oeste
Citrato de Sildenafila (para disfunção erétil);
Simeticona (para mal-estar gástrico);
Tadalafila (para disfunção erétil);
Ezetimiba (controle de colesterol);
Atorvastatina Cálcica (controle de colesterol).
Região Norte
Naridrin (descongestionante nasal);
Acetato de Ciproterona (controle de hormônios femininos);
Artrodar (combate da artrose);
Micofenolato de Mofetila (imunossupressor);
Jardiance (controle da diebetes).
Zé Ronaldo reage à ‘provocação’ de Zé Neto e afirma: “Há coisas da vida que não se deve responder”
Zé Ronaldo reage à ‘provocação’ de Zé Neto e afirma: “Há coisas da vida que não se deve responder”
Por Thiago Teixeira

O ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União), em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (25), comentou uma declaração que o deputado federal e possível adversário na disputa à prefeitura de Feira, Zé Neto (PT), deu ao seu respeito quando afirmou que Zé Ronaldo deveria assumir a secretaria de administração de Feira de Santana ao invés de se candidatar a prefeito.
Zé Ronaldo disse que reage a esse tipo de ‘provocação’ com total tranquilidade. “Há coisas na vida que você deve responder e há episódios da vida que você não deve responder. Eu aprendi, ao longo da minha vida, que o adversário político eu trato com respeito. Mas não sou obrigado a responder o que vem dele, porque, seguramente, não vem nada de bom para minha pessoa. Sempre virá algo para que eu escorregue, uma casa de banana, coisas dessa natureza”, declarou o político.
O ex-prefeito também comentou uma outra declaração de Zé Neto quando, também ao Bahia Noticias, o petista afirmou que a possível candidatura do deputado estadual Pablo Roberto (PSDB), prejudicaria mais o lado de Zé Ronaldo do que o dele.
“O que foi dito que prejudica o fato de eu vir a ser candidato, isso não precisa ninguém falar. Isso é claro. Se você tem um grupo político ao invés de sair um candidato, saem três, o grupo se divide. Isso é em qualquer grupo político, qualquer sigla partidária”, declarou Zé Ronaldo.
Ele também destacou que deve decidir entre dezembro deste ano e janeiro de 2024 se sairá como candidato, mas que segue conversando com todo mundo e “inteiramente à disposição”.
O possível candidato ao Executivo feirense ainda comentou sobre a relação dele com o atual prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), frisando que não interfere na gestão do seu sucessor, apesar de manter amigos no secretariado feirense.
“Quando Colbert assumiu, me substituindo, ele manteve a equipe praticamente total do governo, que vinha bem engatilhado. Ele [Colbert] conduziu isso. Eu nunca me envolvi, nunca me meti, nunca pisei na prefeitura para ir atrás tratar desses assuntos”, afirmou Zé Ronaldo destacando que Colbert Martins tem todo o direito, enquanto prefeito, de decidir como gerir Feira de Santana.
Apenas 58% das escolas no Brasil têm computador e internet para alunos
Apenas 58% das escolas no Brasil têm computador e internet para alunos
Por Laura Mattos | Folhapress

Mesmo após a pandemia, apenas 58% das escolas brasileiras de ensino fundamental e médio possuem computadores e internet para os alunos. A maior parte (94%) tem alguma conexão à rede, mas não com qualidade suficiente para ser utilizada pelos estudantes como ferramenta educacional.
Os dados fazem parte da pesquisa TIC Educação 2022, divulgada nesta segunda (25). O estudo é feito anualmente desde 2010 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, que reúne representantes governamentais e da sociedade civil para estabelecer as diretrizes do uso da internet no país. Para esta edição, foram realizadas 10.448 entrevistas presencialmente, entre outubro de 2022 e maior de 2023 com gestores, coordenadores, professores e alunos de 1.394 escolas públicas e particulares.
"É bom ressaltar que, quando falamos em 58% das escolas, estamos nos referindo àquelas que possuem pelo menos um computador conectado para utilização dos alunos", disse à reportagem Daniela Costa, coordenadora da pesquisa. "Muitas escolas, em especial as rurais, municipais e localizadas no interior, nem chegam a ter um único computador para os estudantes", afirmou.
Costa pondera que "a sociedade hoje é toda mediada por tecnologias digitais". "A gente não pode deixar a educação apartada disso. A escola precisa ter uma boa conectividade, mas não apenas isso. Ela deve oferecer uma educação para um uso crítico e responsável da tecnologia."
O levantamento deixa claro que a realidade das escolas brasileiras é a de um acesso precário à internet. Apenas 52% das escolas estaduais possuem mais de 50 Mbps de velocidade em seu principal ponto de conexão. Para se ter noção do que isso representa, a velocidade ideal para se utilizar a internet como ferramenta pedagógica é de 1 Mbps por aluno (considerando o turno com mais estudantes), de acordo com o Grupo Interinstitucional de Conectividade na Educação, formado por órgãos governamentais, operadoras, empresas de tecnologia e ONGs. No caso das particulares, são 46% as que tem mais de 50 Mbps, e no das municipais, somente 29%.
Os resultados desta edição, contudo, revelam que houve um avanço pós-pandemia. Em 2020, o número de escolas estaduais com essa velocidade mais alta de conexão era de 22%, o de particulares, 32%, e o de municipais, apenas 11%.
O desempenho das escolas estaduais é melhor também quando se avalia quais instituições possuem, simultaneamente, computador e acesso à internet para alunos. São 82%, enquanto, nas particulares, o número é de 73%, e nas municipais, de 43%.
Não se pode, contudo, considerar que as escolas estaduais são as melhores no uso da tecnologia. Apesar de lideraram na presença de internet e de computadores, elas são também as recordistas em reclamações de que o sinal da internet chega com baixa qualidade na sala de aula e que não suporta muitos acessos ao mesmo tempo.
Engana-se também quem pensa que os professores não utilizam tecnologia apenas pela falta de internet ou de computadores. Quase metade deles (46%) revelou que prefere abrir mão desses recursos porque os alunos ficam mais dispersos.
A falta de formação para a utilização da tecnologia em atividades educacionais foi citada por 75% dos docentes. Pouco mais da metade (56%) disse ter participado de algum curso com esse fim nos 12 meses anteriores à realização da pesquisa.
Já para os estudantes, entre os motivos para não utilizar internet da escola, a proibição do uso de celular foi citada por 61%. O fato de a internet não ser utilizada por professores em atividades educacionais foi mencionado por 64% dos alunos.
A pesquisa também evidencia a necessidade de se investir em uma educação para o uso das mídias com um dado alarmante: 61% dos professores disseram ter ajudado alunos a lidar com alguma situação difícil online, entre elas o uso excessivo de jogos e tecnologia (46%), ciberbullying (34%), discriminação (30%), disseminação ou vazamento de imagens sem consentimento (26%) e assédio (20%).
Bahia lidera no Nordeste número de paciente na fila por transplante; veja ranking
Por Mauricio Leiro / Victor Hernandes

Com 3.296 pacientes na fila de espera por algum tipo de transplante, a Bahia se tornou o estado da Região Nordeste com o maior número de registros de espera por um transplante. De acordo com dados do Ministério da Saúde, via Lei de Acesso à Informação (LAI), pela Fiquem Sabendo, organização especializada no acesso a informações públicas a Bahia ocupa também a 5º posição entre as unidades da federação com as maiores filas. O estado fica atrás somente de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.
Os dados mostraram que desses 3.296 pacientes que esperam por um órgão atualmente, 1.940 aguardam por um transplante de rim, 31 de fígado e 1.325 representam o transplante de córnea.
Para o coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, Eraldo Moura, o grande volume na fila se deve à quantidade populacional que a Bahia possui. O especialista afirmou que quanto maior o número da população maior o número de pessoas na fila de espera.
“A gente tem uma população grande. Temos a quinta população do país. Isso é um fator que predispõe. Se você pegar o Paraná hoje, ele tem uma lista semelhante à nossa aqui.O Paraná tem uma população menor do que a gente, então lá eles conseguem colocar mais pacientes na fila. Os transplantes acontecem em qualquer segmento da sociedade, então quanto mais população tiver mais pacientes vão precisar de transplante. A gente tem essa proporção de quantos transplantes eu vou precisar para determinado órgão por milhão de população. Por isso, quanto maior a população, mais pacientes vão precisar ser transplantados”, explicou.
BAIXA DOAÇÃO
Segundo Eraldo, outro fator que influencia no número da fila de transplantes é a baixa doação de órgãos.
“São outros dos fatores. Se eu dou mais eu transplanto mais, retiro pacientes da lista para outros serem transplantandos. Então essa é uma possibilidade. Quando tem mais doação sai mais pacientes da lista. Porém não é só esse fator específico. A gente avalia, por exemplo, que São Paulo tem o número maior de doadores na população por um milhão de habitantes do que a Bahia, mas eles têm 20 mil pacientes na lista de espera.
O especialista apontou ainda que incentivar a doação é uma das maneiras de diminuir a fila. "À medida que você vai educando a população tanto do ponto de vista da importância da doação de órgãos, quanto ao esclarecimento da sociedade do ponto de vista de se identificar os pacientes que têm indicação do transplante, você vai fazendo com que esse número de pacientes do estado fique estável”, disse.
TRANSPLANTE DE RIM E DE FÍGADO
O transplante de rim e de córnea são os que mais possuem pacientes na lista de espera na Bahia. Com quase duas mil pessoas aguardando na lista atual, entre 2012 a 2023, mais de 9.000 pacientes com faixa etária de 18 a 34 anos e 35 a 49 anos realizaram o procedimento para receber um rim. De acordo com Eraldo, o número se deve por conta da prevalência da enfermidade e pela existência de tratamentos para a doença.
“A doença renal é uma doença muito prevalente. Por isso a importância da gente trabalhar com prevenção. Quando eu não tenho o transplante, você não tem possibilidade de cura de muitas doenças dentre essas doenças as doenças renais. Então hoje a gente tem uma população no estado de quase 9.000 baianos que já receberam anteriormente. Quem precisa de córnea perde muito de qualidade de vida, mas não é uma situação que vá causar a morte precoce do paciente. Já o transplante renal têm a terapia renal substitutiva, hemodiálise e ele continua vivo. Por isso que tanto a córnea quanto os rins são as maiores filas”, contou.
Já o transplante de fígado tem uma lista menor na Bahia por conta da urgência de se iniciar o tratamento, conforme explicou o especialista. “O transplante de fígado, coração e pulmão o paciente se não for transplantado a chance dele morrer precoce é muito grande. Então, por isso que as filas são menores. Ou você transplanta ou você tem uma chance muito maior de morrer precoce no primeiro ano”, observou.
Mesmo com a urgência de realizar o tipo de transplante, o Estado da Bahia não tem em sua lista de procedimentos ofertados alguns dos transplantes de órgãos. Pacientes que precisam realizar um transplante de pulmão, pâncreas e coração são transferidos para outras unidades federativas. O transplante de pulmão e coração até foi iniciado na rede estadual de saúde baiana, em 2015, no Hospital Ana Nery, mas parou de ser ofertado desde 2018. Já o de pâncreas nunca foi ofertado na Bahia.
RANKING

Fonte: Ministério da Saúde
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