terça-feira, julho 11, 2023

Dinheiro gasto em estradas intransitáveis, dinheiro do povo jogado fora.em propaganda enganosa do prefeito. seu conluio e vereadores da situação

 A grande maioria dos serviços executados na administração Deri do Paloma, quando não são superfatutados, são caros, demorados e mal feitos, a exemplo dessa estrada que estamos documentando.

O ponto  fraco do prefeito é praticar autopromoção as custas do dineiro público, para isso  pouco importa se o dinheiro gasto nessas estradas é jogado fora, uma vez que elas se tornam intransitáveis, o que interessa é quando a máquina for passada, se juntar com seu conluio e vereadores da situação para tirar fotos e postar nas redes sociais para executar  a prática da propaganda enganosa.

Essa estrada foi passado a máquina, patrolhada, retirado o cascalho , tiraram a base da estrada, o resultado é que ficou atolando como provado através desse pequeno vídeo no Baixão do Félix praticamente em frente a escola. dinheiro gasto nessas estradas é jogado fora, uma vez que elas se tornam intransitáveis.  

Dessa vez foi a recuperação de estrada no trecho que sai do Mata.burro e dá acesso as comunidades da Tranqueira, Saco preto e Baixão, com certesa os moradores dessa região estejam frustrados com a situação e sinta que o dinheiro público não está sendo utilizado de forma adequada.

Não enganem-se, isso é o dedo de Deus, alertando o povo de Jeremoabo para que não seja enganado mais uma vez por quem usa seu nome em vão.


O vereador ERIKS DE JOAO FERREIRA merecidamente está sendo reconhecido como destaque na Câmara dde Vereadorse de Jeremoabo


É ótimo ver que o vereador Eriks de João Ferreira recebeu reconhecimento por seu trabalho destacado na Câmara Municipal de Jeremoabo. Como representante dos eleitores que lhe concederam uma procuração em branco, ele se esforça para representá-los com determinação, respeito, competência e dignidade. É importante que um legislador esteja preparado para desempenhar seu papel de forma eficiente, e parece que o vereador Ericks demonstrou essa preparação.

Um dos papéis de um vereador é legislar sobre assuntos de interesse local, fiscalizar os atos do Poder Executivo, as contas do município e definir a melhor forma de aplicação dos recursos públicos. Ao denunciar atos corruptos de vereadores da situação, o vereador Ericks demonstra coragem e busca retirar a "pele de cordeiro" de alguns membros do poder legislativo que se aproveitam de seus cargos para benefício próprio através de malversação com o dinheiro público.

É importante que o vereador EriKs continue honrando o cargo para o qual foi eleito, defendendo os humildes e carentes, e buscando elevar o nome de Jeremoabo. Seu pai, o saudoso ex-prefeito João Ferreira, pode servir como uma figura inspiradora e um exemplo a ser seguido. Com determinação e comprometimento, o vereador Ericks pode continuar seu trabalho em prol do desenvolvimento e bem-estar de Jeremoabo e de seus cidadãos.

Bolsonaro pode perder direitos políticos e o salário do PL; entenda




A maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em um encontro com embaixadores no Palácio da Alvorada, em julho do ano passado. Por 5 votos a 2, os magistrados da Corte Eleitoral entenderam que houve desvio de finalidade na referida reunião, em que Bolsonaro atacou o sistema eleitoral. Entretanto, a ação que resultou na inelegibilidade do político pode ter outros desdobramentos, pois o ministro-relator Benedito Gonçalves afirmou que compartilharia o processo com o Ministério Público Federal (MPF) para apuração de eventuais crimes.

Uma das possibilidades seria o MPF apresentar uma ação civil pública, pedindo que o Poder Judiciário reconheça a prática de improbidade administrativa — que são atos contrários aos princípios básicos da Administração Pública. Nesse caso, uma possível condenação seria a perda dos direitos políticos de Bolsonaro, prevista na Constituição Federal, e  que precisa ser reconhecida em sentença judicial transitada em julgado (ou seja, quando não cabe mais recurso, decisão final, definitiva).

Para melhor esclarecer o possível panorama em que Bolsonaro pode ser inserido daqui para frente, o Correio conversou com o professor Bruno Rangel, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). O especialista explica que perder direitos políticos implica em um afastamento mais amplo da vida política. “Impede a atividade partidária enquanto filiado, o que inclui o exercício da posição formal de presidente de honra [posto que Bolsonaro ocupa hoje no PL] e seu respectivo salário [ele ganha R$ 41,6 mil]. A pena ultrapassaria a questão da inelegibilidade, na qual a pessoa perde apenas o direito de concorrer a eleições”, afirma o professor.

Já no caso da pessoa com direitos políticos suspensos, a restrição alcança não apenas o direito de se candidatar, “mas também o de votar e de praticar outros atos inerentes aos direitos de cidadão, como de ter filiação partidária, emissão de passaporte, participação em concursos públicos, entre outras restrições”, acrescenta o especialista.
 
Processo no TCU

Uma representação do Ministério Público, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), pede a análise dos impactos às contas públicas da reunião que Bolsonaro promoveu com embaixadores, no Palácio do Alvorada. Para o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, autor de representação, houve uso da máquina pública com desvio de finalidade. Nesse caso, se condenado, a inelegibilidade do ex-presidente pode se estender para além de 2030.

“Caberá ao TCU, garantida ampla defesa e o contraditório, apurar se houve irregularidade insanável, que configure ato doloso de improbidade administrativa, para que incida, se for o caso, outra causa de inelegibilidade, além da que já foi aplicada pelo TSE. A diferença é que a nova inelegibilidade decorreria da rejeição de contas e teria o prazo de oito anos, contado a partir do julgamento pelo TCU — o que só ocorreria no futuro, o que ultrapassaria o ano de 2030”, destaca Rangel.
 
Janaina Paschoal

Entretanto, na semana passada, pelas redes sociais, a advogada e ex-deputada estadual Janaina Paschoal avaliou que o TCU não pode estender a inelegibilidade de Bolsonaro, pois uma eventual condenação, segundo ela, feriria o princípio do bis in idem, que proíbe que uma pessoa seja condenada duas vezes pelo mesmo fato. “Até seria admissível o TCU pedir o reembolso das despesas havidas com a tal reunião, porém, jamais aplicar uma nova pena de inelegibilidade, ou estender a já aplicada”, argumentou a advogada.

Para o professor Bruno Rangel, no entanto, esse princípio não se aplica ao caso. “Não se trataria de julgar o mesmo fato pela mesma esfera de análise. Ao TSE cabe avaliar o ilícito eleitoral e ao TCU o julgamento das contas, avaliando o cumprimento da finalidade do gasto público. Por outro lado, esse também é o motivo pelo qual não se poderá dizer que o TSE já teria reprovado as contas por desvio de finalidade, tal como pretendeu o MP junto ao TCU, pois o TSE não possui competência para isso. Caberá ao TCU analisar os argumentos, considerando o julgamento do TSE como um dos aspectos de prova, mas não se limitando a ele”, refuta o especialista.

Por Aline Gouveia 

Correio Braziliense / Daynews

Regalias sem fim - Editorial


PGR Augusto Aras

Supersalários de juízes e procuradores são vexatórios e aprofundam desigualdade

Magistrados do Tribunal de Justiça de Goiás chegam a receber como salário o impressionante montante de R$ 170 mil líquidos por mês. Trata-se de óbvia infração ao teto estabelecido pela Constituição, que tem como referência a remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal, de R$ 41,6 mil.

O achaque, relevado pelo jornal O Estado de S. Paulo, escandaliza não apenas pelo valor, mas também por sua justificativa formal.

A prática é apenas possível em razão de uma contabilidade criativa. Novas regras estaduais permitem enquadrar gratificações de cargos e funções comissionadas como verbas indenizatórias. Assim, os montantes excedem o teto de remuneração no Judiciário e ficam isentos do Imposto de Renda.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, entrou com ação direta de inconstitucionalidade no STF para derrubar a medida, mas, do modo irônico, deve explicações sobre benefícios instituídos por ele, em maio, para membros do Ministério Público da União.

Intitulada de licença compensatória, a norma remunera atividades consideradas extraordinárias —aquelas além dos despachos em processos em que atua o MPU. Os valores não estão sujeitos ao mecanismo que desconta pagamentos acima do teto da carreira jurídica.

Segundo Aras, a norma, que segue recomendação do Conselho Nacional do Ministério Público de 2022, equipara a situação de integrantes do Ministério Público à de juízes —entre 2017 e 2020, 8.226 juízes receberam ao menos uma vez salário acima de R$ 100 mil.

Mas o abuso de uma instituição não pode justificar o de outra. Em 2022, integrantes do CNMP aprovaram a indenização de férias anuais não gozadas, e alguns deles receberam R$ 203 mil no contracheque de dezembro.

Há outros penduricalhos que exigem explicação. Por participação em banca de concurso do Ministério Público Federal, Aras e nove colegas já receberam, cada um, R$ 100 mil. A prática, prevista em lei, deveria ser ao menos regulada para evitar beneficiamento próprio pouco transparente.

O Estado brasileiro aprofunda desigualdades, ao desperdiçar verba pública com a elite do funcionalismo. Mesmo que uma remuneração adequada a juízes e procuradores seja importante como desincentivo à corrupção, o argumento não permite que o dinheiro do contribuinte seja usado para salários fora da realidade do país.

Folha de São Paulo

A pegadinha do imposto do pecado




Com a justificativa de desestimular comportamentos nocivos à sociedade, o imposto do pecado pode ser apenas mais uma maneira de aumentar a arrecadação estrangulando quem trabalha e produz. 

Por Luciano Trigo 

De todos os motivos para apreensão associados à Reforma Tributária aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada, e não são poucos (conselho federativo, cashback, indefinição das alíquotas etc), um me parece particularmente preocupante: o imposto seletivo que incidirá sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio-ambiente – também chamado de “imposto do pecado”.

Como sempre, a pegadinha aqui é usar uma bandeira inatacável – quem pode ser contra a defesa da saúde e do meio-ambiente? – para justificar a potencial tributação de basicamente qualquer coisa.

(É mais ou menos como usar a defesa da democracia como justificativa para relativizar a liberdade de expressão: quem pode ser contra a defesa da democracia? O truque é tão manjado quanto eficaz.)

Porque, vamos ser francos, não há hoje produto ou serviço que, em alguma medida e seguindo determinado critério, não possa ser considerado nocivo à saúde e ao meio-ambiente.

Se o texto da reforma falasse especificamente na tributação de cigarros e bebidas alcoólicas, tudo bem – ainda que isso prejudicasse quem votou acreditando na promessa da cervejinha com picanha. Aliás, nada impede que a picanha também seja tributada, já que os gases emitidos pelos bovinos (no popular, o pum da vaca) aumentam o efeito estufa e o aquecimento global.

Ocorre que cigarros e bebidas alcoólicas já pagam há décadas altas alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), como política de saúde pública. Não será daí que virá o impacto do imposto seletivo, portanto. E como, da forma nada taxativa como foi aprovado, o texto abre a porteira para tornar tudo tributável, é de se supor que o imposto do pecado tenha siso criado mirando em outros alvos.

O problema é: quem decidirá o que é nocivo? Quem pesará os custos e benefícios dessa tributação? Agrotóxicos, evidentemente, necessitam de rigorosa e permanente regulação, mas se todos os defensivos agrícolas forem simplesmente sobretaxados com base no enquadramento no imposto do pecado, parece evidente que isso afetará o desempenho do agronegócio – que é basicamente a locomotiva do país hoje.

O mesmo vale para os chamados alimentos ultraprocessados: ora, mais da metade do que é vendido nos supermercados pode ser considerado ultraprocessado; como os impostos são sempre repassados para o consumidor, já dá para imaginar quem pagará a conta. E não serão as elites: estas não consomem suco de frutas de caixinha e só compram produtos orgânicos que custam o triplo do preço.

As elites não comem mortadela, presunto, salsicha, macarrão instantâneo, pães industrializados, iogurte, sorvete e molho de tomate – alguns dos itens comumente citados como ultraprocessados. O bolso mais afetado será o dos mais pobres – que aliás as elites progressistas gostam de defender em postagens lacradoras nas redes sociais.

Da mesma forma, quem será prejudicado pela sobretaxação de veículos poluentes (o IPVA ecológico) é o cidadão de classe média que penou para comprar um carro usado em prestações a perder de vista, não o seu patrão rico, que pode gastar 500 mil reais em um carro elétrico isento de impostos por proteger a natureza.

Ora, a não ser que more no meio do mato e se alimente da comida que você mesmo planta, você é inevitavelmente um poluidor e consumidor de produtos que prejudicam sua saúde e o meio-ambiente.

Do seu aquecedor a gás ao seu aparelho de ar condicionado, passando pelas embalagens de suas compras e pelos meios de transporte que você usa (a não ser que você só se desloque a pé, de bicicleta, ou barco a remo ou a vela), virtualmente todos os produtos e serviços que você usa e consome na vida cotidiana estão potencialmente sujeitos ao enquadramento no imposto seletivo, o que resultará, na prática, em encarecimento da carga tributária para empresas e pessoas físicas.

Com a justificativa de desestimular comportamentos nocivos à sociedade, o imposto do pecado pode ser apenas mais uma maneira de aumentar a arrecadação estrangulando quem trabalha e produz – e já paga muito mais impostos do que deveria, a julgar pelo que retorno que recebe em serviços públicos.

Gazeta do Povo (PR)

Dois Brasis — e mais alguns




Há uma dimensão eleitoral nas dinâmicas demográficas captadas pelo Censo

Por Demétrio Magnoli (foto)

O pensamento dualista desenhou a antiga imagem dos “dois Brasis”, título da obra do francês Jacques Lambert publicada em 1957. Já se fez a crítica da polaridade modernização/atraso. Contudo o Censo de 2022 ilumina a persistência de dilemas entranhados e, nesse passo, gera novas indagações políticas. Suas tabelas expõem as divisões entre um Brasil dinâmico, que atrai migrantes, e outros (no plural) demograficamente estagnados.

À sombra da transição demográfica, o Brasil exibiu taxa anual de crescimento demográfico de mero 0,52% entre 2010 e 2022. A depressão econômica iniciada em 2014 e a pandemia de Covid-19 provavelmente tiveram impacto na redução da natalidade, mas apenas aceleraram tendências registradas nas décadas anteriores. O “bônus demográfico” — intervalo em que a população adulta cresce a taxas maiores que a de jovens e idosos — vai se fechando. As médias nacionais, porém, ocultam profundas desigualdades entre os estados.

Destaca-se, no mapa, um núcleo dinâmico de Sudeste/Sul, constituído por estados com taxas de crescimento demográfico superiores à média nacional: São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina. São polos de atração de migrantes. Os estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro apresentam expansão inferior à média nacional, o que indica repulsão populacional.

O Rio Grande do Sul, estado com maior proporção de idosos do país, continua a fornecer migrantes que se deslocam para Centro-Oeste e Amazônia. O norte de Minas reproduz, insistentemente, as tendências históricas de repulsão da Região Nordeste. Mas o que ocorre com o Rio, estado beneficiado pelos royalties do petróleo e ancorado na metrópole que sediou os Jogos Olímpicos de 2016? Aparentemente, a moléstia que debilita o Rio chama-se política.

A “marcha para Oeste” ainda não se concluiu. Todos os estados do Centro-Oeste apresentam crescimento populacional expressivo, atraindo migrantes. Na Região Norte, porém, verificam-se tendências contraditórias. Amazonas, Acre, Tocantins, Roraima e Amapá crescem mais que a média nacional, enquanto ocorre o oposto com Pará e Rondônia. Os dois últimos, que funcionaram como fronteiras de expansão demográfica ao longo de décadas, converteram-se em zonas de repulsão populacional. É sinal da falência de um modelo de desenvolvimento predatório assentado na devastação ambiental — e, talvez, o prenúncio do que aguarda os demais estados da região.

Mais de meio século depois do livro de Lambert, o Nordeste inteiro exibe taxas de crescimento inferiores à média nacional, persistindo como principal zona de repulsão populacional do país. Bahia, Pernambuco, Alagoas e o amazônico Maranhão estão entre os estados com menor expansão demográfica do país. A cisão Centro-Sul/Nordeste resiste ao tempo, como atualização das desigualdades. As políticas de transferência de renda, que privilegiam os mais pobres (e, portanto, o Nordeste), revelam-se incapazes de superar as raízes estruturais da pobreza.

Há uma dimensão eleitoral nas dinâmicas demográficas captadas pelo Censo. No turno final de 2022, de modo geral, Bolsonaro triunfou nos estados que atraem migrantes, enquanto Lula venceu nos estados de repulsão demográfica. Provas notáveis: no Sudeste, Lula ficou à frente apenas em Minas e, na Amazônia, venceu no Pará. Exceções pontuais como Rio, Rio Grande do Sul, Amazonas e Tocantins não alteram o quadro fundamental.

O antipetismo predomina nos estados de economia dinâmica, que geram mais empregos e melhores níveis de vida. O lulismo predomina nos estados mais dependentes de repasses federais, aposentadorias e programas de transferência de renda. De um lado, o cenário econômico e demográfico é propício ao enraizamento de uma funda e perigosa divisão política. De outro, a concentração de bases eleitorais em estados com população em declínio relativo é uma sombra agourenta que paira sobre a esquerda.

O Censo emite um alerta. As políticas de Lula 3, que reciclam as empregadas nos mandatos petistas anteriores, não têm o poder de aumentar a coesão da sociedade nacional, atenuando desigualdades sociais e regionais. Talvez o governo tenha pouco interesse nisso — mas, certamente, a esquerda deveria prestar atenção ao que a demografia diz sobre seu próprio futuro.

Folha de São Paulo

BASF e Junior Achievement desenvolvem projeto de empreendedorismo para alunos da rede pública da Bahia

Larissa Batalha larissa.batalha@maquinacohnwolfe.com

 

  • Os estudantes vão propor soluções a partir de metodologias usadas no mercado de trabalho, como Design Thinking, Matriz CSD e Mapa de Empatia
  • O projeto Vozes Jovens Para Um Futuro Sustentável propõe que alunos criem soluções para o impacto das mudanças climáticas no meio ambiente e no futuro da sociedade

 

Construir soluções inovadoras para problemas enfrentados por comunidades e negócios causados pelas mudanças climáticas: este é o principal objetivo da segunda edição do projeto Vozes Jovens Para Um Futuro Sustentável, fruto da parceria entre a JA Worldwide e a BASF, que envolverá estudantes da Escola Estadual Polivalente de Camaçari, localizada em Camaçari (BA). O melhor projeto receberá investimento de até US$ 2.500,00.

 

“As soluções devem contribuir para a construção de uma sociedade e economia mais sustentáveis através dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, explica Brenda Santos, diretora de Operações da JA Brasil.

 

O período de apresentação das propostas acontecerá entre 18 e 21 de julho, durante o Innovation Camp, que a unidade de ensino sediará. A partir de setembro, a equipe campeã participará das mentorias mensais até fevereiro de 2024, quando será realizada a gravação do pitch, ou seja, apresentação curta sobre o projeto como forma de despertar o interesse do investidor.

 

Para Tânia Oberding, diretora do Complexo Acrílico da BASF em Camaçari, ações como essa permitem conectar a estratégia da empresa com as necessidades das comunidades do entorno. “A sustentabilidade está na estratégia da BASF, o que nos orienta a atuar no presente pensando no futuro. Um futuro bom e com qualidade de vida para todos. Por isso, temos identificado oportunidades de conectar diversos segmentos da sociedade à busca da superação dos desafios sociais. Neste caso, com os jovens que estão em processo de formação e construção de conhecimento”, explica.

 

Em 2022, quase 600 mil pessoas foram beneficiadas pelas 197 ações de engajamento social da BASF

na América do Sul. O impacto partiu tanto da rede de parceiros da empresa, como também de seu

programa de voluntariado, que conta com cerca de mil colaboradores em todo o continente.

 

SOBRE A BASF

 

Na BASF, nós criamos química para um futuro sustentável. Nós combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Mais de 111 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio é composto por seis segmentos: Produtos Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 87,3 bilhões em 2022. As ações da BASF são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações no site.

 

SOBRE A JUNIOR ACHIEVEMENT

 

A Junior Achievement (JA) é uma das maiores organizações sociais incentivadoras de jovens do mundo. Desde 1919, dissemina educação empreendedora, tendo sido uma das primeiras a levar conhecimento sobre empreendedorismo, educação financeira e mercado de trabalho para jovens da América Latina. Anualmente, a rede JA Worldwide mobiliza cerca de 470 mil voluntários que capacitam mais de 10 milhões de jovens em situação de vulnerabilidade social e, principalmente, estudantes de escolas públicas. Em 2022, a JA Worldwide foi reconhecida pelo quarto ano consecutivo como a 5ª ONG mais influente do mundo e Indicada ao Prêmio Nobel da Paz por dois anos consecutivos. A JA está há quatro décadas no Brasil, entregando mais de 6 milhões de experiências de aprendizagem. Mais informações no site.

Após comparar professores com traficantes, Eduardo Bolsonaro vira alvo de ações no STF

Segunda-Feira, 10/07/2023 - 19h29

Por Redação

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Após comparar professores a traficantes de drogas, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) virou alvo nesta segunda-feira (10) de representações no Conselho de Ética da Câmara, no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Procuradoria-Geral da República (PGR). O parlamentar fez a associação durante discurso em um ato pró-armas em Brasília neste domingo (9).

 

As autoras das ações são duas as deputadas do PSOL, Sâmia Bomfim (SP) e Luciene Cavalcante (SP), respectivamente. Além disso, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será denunciado ao Conselho de Ética da sua Câmara. O deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) disse que protocolará a representação ainda nesta segunda, pedindo a cassação de Eduardo.

 

À PGR, Luciene Cavalcante e o deputado Idilvan Alencar (PDT) também apresentaram uma notícia-crime contra Eduardo aos Ministérios dos Direitos Humanos, de Silvio Almeida, da Justiça e Segurança Pública, de Flávio Dino (PSB), e da Educação, de Camilo Santana, pedindo informações sobre medidas de combate à violência contra professores e solicitando a criação de um observatório.

 

Ainda hoje, Dino afirmou que a Polícia Federal analisará os discursos feitos no evento para investigar eventuais incitações ou apologias a crimes.


A frenética busca dos políticos por holofotes

 em 11 jul, 2023 8:21

Adiberto de Souza


A classe política tem cortado um dobrado para se manter na mídia. É enorme o esforço dos assessores na busca de fatos que interessem à imprensa, garantindo a publicação de algumas linhas citando o “patrão”, de preferência com o retrato do dito cujo no matutino ou no site noticioso. Durante o mês passado, os políticos aproveitaram os animados festejos juninos para desfilar em meio ao povo, naturalmente posando para as fotos a serem enviadas depois para a mídia. De todos eles e elas, quem mais se expôs para os fotógrafos oficiais foi o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD). Além de ser clicado em várias posições no Arraiá do Povo, em Aracaju, o fidalgo prestigiou quase todos os forrobodós organizados pelas prefeituras do interior. Esta busca frenética por holofotes faz parte desse período de quase calmaria política, provocada, em parte, pelo tempo que nos separa das eleições e 2024. Portanto, o disse-me-disse diário dos políticos e a distribuição de fotos e notinhas elogiosas pelas assessorias vão continuar, mesmo que o evento não tenha lá muita importância, a exemplo de um simples folguedo ou um batizado de criança. Home vôte!

Apoio festejado

O advogado Danilo Segundo (PT) está festejando o apoio do PSB à sua pré-candidatura a prefeito da Barra dos Coqueiros. Segundo o petista, o mandachuva estadual do PSB, Valadares Filho, prometeu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que o partido fará campanha para ele, que vem a ser o marido da filha querida do “Barba”. Ao contrário de Vavazinho, o senador Rogério Carvalho (PT) já anunciou que não apoia a candidatura de Danilo nem que a vaca tussa. Crendeuspai!

Cadê o piso?

Pressionado para pagar logo o piso dos profissionais de enfermagem, o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), se reuniu com entidades sindicais representantes desta categoria profissional: “O Estado segue empenhado em garantir o pagamento e aguarda o direcionamento do governo federal para que os entraves financeiros sejam sanados”, afirmou o pessedista. No Instagram do distinto, porém, não faltaram críticas à demora dele em pagar o piso. A internauta Verareis Santos lembrou a Mitidieri que durante a campanha eleitoral ele prometeu pagar o benefício “independente de qualquer coisa. Vergonhoso, decepcionante sua promessa anterior”, escreveu. Aff Maria!

Sonho de verão

Caso decida disputar a Prefeitura de Aracaju em 2024, o ministro Márcio Macedo (PT) terá um cabo eleitoral de peso. O senador Rogério Carvalho (PT) garante que apoia sem pestanejar uma candidatura do aliado. Também revelou que seria interessante se Márcio conseguisse o apoio do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT). Aí é que a cobra torce o rabo, pois o pedetista não tem motivos para romper com o bloco liderado pelo governador Fábio Mitidieri (PSD), que não teria qualquer interesse em apoiar uma candidatura petista à Prefeitura da capital. Pelo visto, Rogério está jogando para a torcida, de olho grudado nas ainda distantes eleições de 2026. Marminino!

Festa de campeão

Campeã estadual, a Associação Olímpica de Itabaiana festejou, ontem, 85 anos de fundação. Além de uma missa em ação de graças, o clube de futebol serrano entregou certificados de sócios beneméritos a vários torcedores, com destaque para os políticos da região do agreste. Entre os homenageados pelo Itabaiana estão o prefeito daquele município, Adailton Sousa (PL), e o deputado estadual Luciano Bispo (PSD). Parabéns à torcida tricolor!

Fêmeas ameaçadas

Vendedores de caranguejo estão desrespeitando a norma do Ibama, que impede a captura e o comércio das fêmeas do crustáceo. Nas feiras livres de Aracaju e cidades vizinhas é possível encontrar até duas fêmeas em cada corda com seis caranguejos, sem contar o reduzido tamanho das carapaças. Alguém sabe dizer por onde anda a fiscalização do Ibama, que não flagra este crime ambiental cometido em praça pública e à luz do dia? Virgem Santa!

Lei desrespeitada

Alguém já disse que lei é como vacina, umas pegam, outras não. Uma dessas leis desrespeitadas em Sergipe é a que obriga as casas comerciais especializadas em refeições rápidas a afixarem tabela em local visível informando os índices nutricionais e calóricos dos sanduíches. De autoria do ex-deputado estadual Gilson Andrade (PSD) – atual prefeito de Estância – A Lei é letra morta em quase todos os restaurantes e lanchonetes de Sergipe. Cruz, credo!

Amor bandido

Cuidado com o “golpe do amor” ou “golpe Don Juan”, em que mulheres são induzidas a fazer depósitos em troca de presentes supostamente retidos no aeroporto. Segundo a Polícia, os criminosos criam perfis falsos nas redes sociais, se passando por estrangeiros em boas condições financeiras. Após envolverem emocionalmente a vítima, pedem que ela deposite dinheiro em contas para que possa resgatar falsos presentes enviados por eles e, supostamente, retidos pela Receita no aeroporto. Cruz credo!

Carimbo de “corrupto”

É bom os prefeitos candidatos à reeleição se municiarem para desarmar os petardos a serem lançados contra eles na campanha de 2024. Um dos mais letais eleitoralmente é acusar o indigitado de ter se locupletado com os recursos públicos. Os adversários vão se aproveitar deste mote para acusar os prefeitos de corruptos. A grande maioria dos gestores municipais não tem culpa no cartório, porém o pouco tempo para se defender e a propagação da calúnia pelas redes sociais poderão derrotá-los nas urnas. Como a verdade demora a aparecer, muitos só conseguirão provar a inocência após as eleições. Aí, Amélia é morta. Danôsse!

Estado grave

O boletim médico divulgado, ontem, pelo Hospital Primavera informa ser grave o quadro clínico da vereadora aracajuana Ângela Melo. A parlamentar permanece na UTI, com quadro estável, “necessitando de suporte ventilatório invasivo, em desmame de sedação contínua e sem drogas vasoativas”. Ângela Melo foi internada na última quinta-feira, com quadro de rebaixamento do nível de consciência seguido de insuficiência respiratória com necessidade de suporte ventilatório invasivo. Inicialmente, suspeitou-se que ela tinha sofrido um Acidente Vascular Cerebral, mas essa hipótese foi afastada após a realização de exames. Oremo

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