segunda-feira, maio 08, 2023
Sintomas de câncer avançado no intestino| Homem faz 'loucura'| Bebê tem cabeça arrancada em parto
Com complicações após cirurgia bariátrica, ministro Nunes Marques passa por consulta em hospital
Domingo, 07/05/2023 - 20h40
Por Redação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kássio Nunes Marques realizou atendimento em uma unidade médica particular neste domingo (7) após complicações de e cirurgia bariátrica revisional (fístula intestinal) realizada em 2012. De acordo com o boletim médico, o magistrado está no Hospital DF Star, em Brasília, sem sinais de infecções e deve receber alta já nos próximos dias.
“O Hospital DF Star informa que o ministro do STF Kassio Nunes Marques encontra-se em tratamento ambulatorial oriundo de complicação de cirurgia bariátrica revisional (fístula intestinal) realizada em outra instituição, com boa evolução, sem sinais de infecção e previsão de retirada do dreno para os próximos dias”, diz o boletim médico expedido neste domingo.
Conforme noticiou o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, em março, o ministro foi hospitalizado pelo mesmo motivo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. À época, ele chegou a ficar internado por 22 dias.
A estadia prolongada no Einstein no início do ano foi para garantir que o intestino voltasse a funcionar normalmente.
[CORREÇÃO: o Bahia Notícias informou incorretamente que Kassio Nunes Marques foi internado no DF Star. Na verdade, o ministro passou por uma consulta médica. A informação foi corrigida às 20h50]
Carlos Bolsonaro dificulta apuração de 'rachadinha' após saque de 90% do salário em 16 anos
Por Ítalo Nogueira | Folhapress

Laudo do Ministério Público do Rio de Janeiro aponta que o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) sacou quase 90% do salário recebido na Câmara Municipal entre 2005 e 2021. A prática cria dificuldades à investigação sobre a suposta "rachadinha" em seu gabinete.
A movimentação financeira de Carlos é distinta da do irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que não sacou metade da remuneração recebida na Assembleia Legislativa entre 2007 e 2018. O baixo volume de retiradas em dinheiro vivo foi uma das evidências usadas na denúncia contra o senador, em ação depois arquivada em razão da anulação das provas.
No caso de Flávio, os investigadores apontaram que os saques realizados pelo senador e sua mulher, Fernanda, não eram suficientes para explicar os sucessivos pagamentos de investimentos e despesas pessoais com dinheiro vivo.
A partir desta evidência, eles foram acusados de obter benefício pessoal com a movimentação de recursos em espécie controlada, segundo o MP-RJ, por Fabrício Queiroz.
Os dados bancários de Carlos, cuja quebra de sigilo foi autorizada pela Justiça em meio à investigação sobre "rachadinha" em seu gabinete, mostram outra realidade em relação ao vereador.
Segundo laudo feito pelo Laboratório de Tecnologia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro do MP-RJ, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro sacou R$ 1,98 milhão de sua conta entre 2005 e 2021. O valor corresponde a 87% do total recebido em salário da Câmara Municipal no período.
A movimentação dá lastro para pagamentos em dinheiro vivo em patamar semelhante. Os investigadores precisarão de provas mais claras de que a origem de um gasto em espécie é um eventual esquema de "rachadinha", e não os saques realizados pelo próprio vereador.
Carlos declarou à Justiça, por exemplo, ter pago R$ 15,5 mil em dinheiro vivo a uma corretora de valores para cobrir prejuízos em investimentos feitos na Bolsa.
Ele também informou à Receita Federal ter emprestado R$ 30 mil em espécie ao irmão mais velho, dinheiro usado para a aquisição de salas comerciais na Barra da Tijuca.
Há também a suspeita por parte do MP-RJ de que ele tenha adquirido um imóvel com R$ 150 mil em espécie em 2003. Esse fato, porém, não está sob investigação em razão do prazo de prescrição --a quebra de sigilo bancário começa em 2005.
A Folha também revelou em setembro de 2020 que o vereador manteve ao menos entre 2007 e 2009 um cofre particular para guarda de bens no Banco do Brasil. De acordo com as regras do banco à época, eles eram destinados à guarda de papéis, moedas, documentos ou joias.
O advogado do vereador, Antônio Carlos Fonseca, afirmou que não iria se manifestar sobre o caso em razão do sigilo da investigação. "Lamento o vazamento do laudo", disse.
O uso de dinheiro vivo não configura crime, mas pode ter como objetivo dificultar o rastreio da origem de valores obtidos ilegalmente ou bens quitados com produto de crime.
Como a Folha revelou, Carlos também foi destinatário de depósitos em dinheiro vivo que somam R$ 129,5 mil, dos quais a maior parte (R$ 91 mil) não tem origem identificada.
Um dos créditos sem identificação do depositante, de R$ 10 mil, foi feito uma semana antes de o filho do ex-presidente adquirir um imóvel em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.
A investigação contra o vereador ainda está em andamento. As primeiras suspeitas após a produção do laudo recaíram sobre o atual chefe de gabinete Jorge Fernandes, cuja conta bancária recebeu R$ 2 milhões de seis funcionários de Carlos num intervalo de dez anos (2009 a 2018).
A apuração busca analisar se esse dinheiro foi repassado de alguma forma para Carlos, seja em espécie, seja por meio de pagamento de contas pessoais. Informações iniciais indicam que Jorge pagou alguns boletos do vereador.
A investigação contra Carlos foi aberta após a Folha revelar em 2019 a existência de uma "funcionária fantasma" no gabinete do vereador.
Em relação aos depósitos na conta de Jorge Fernandes, a defesa de Carlos Bolsonaro afirmou que o vereador "está totalmente à disposição para prestar esclarecimentos e fornecer qualquer tipo de informação ao Ministério Público".
"É preciso apurar se ocorreu, mais uma vez, o lamentável vazamento de possíveis documentos e informações que estão sob sigilo determinado pelo Poder Judiciário. Aparentemente, a matéria divulga, de forma seletiva, algumas informações sigilosas com o nítido intuito de promover ataques ao vereador", disse o advogado Antônio Carlos Fonseca em nota.
MP-PE investiga esquema de corrupção no São João de Caruaru que pode passar dos R$ 25 milhões
MP-PE investiga esquema de corrupção no São João de Caruaru que pode passar dos R$ 25 milhões
Por Redação

O Ministério Público de Pernambuco (MP-PE) investiga denúncias de corrupção envolvendo o São João de Caruaru. Empresários estariam envolvidos em um possível esquema ilegal envolvendo a festa. As informações são do Blog Ricardo Nunes.
Segundo a publicação, mesmo sem permissão das autoridades públicas, o grupo empresarial denominado “Festa Cheia”, do empresário Augusto Acioli e do deputado federal Felipe Carreras (PSB), lançou um espaço privativo chamado “Camarote Exclusive” em uma festividade pública organizada pela prefeitura de Caruaru.
Eles pagaram à prefeitura apenas R$ 220 mil e pelas contas das denúncias vão ganhar nada menos do que R$ 30 milhões nos 17 dias do São João, apenas com ingressos e bebidas. Um auditor do Tribunal de Contas de Pernambuco, chamado a comentar os documentos sob reserva, disse que o esquema “é assustador” de tantas irregularidades. “Nunca vi tamanha ganância em torno de uma festa”, teria afirmado.
O problema também é que o espaço privativo no evento não possui nenhum processo de licitação, chamamento público ou ato permissional, para que a “exploração de tal camarote” ocorra. Ano passado o Camarote Exclusive já tinha sido realizado com uma estrutura menor.
O espaço organizado pela “Festa Cheia” foi autorizada na canetada pelo ex-motorista de Uber e atual presidente da Fundação de Cultura da cidade, Rafael Martiniano. “Ele é apenas um laranja do esquema”, confidenciou uma fonte que trabalha no setor de eventos há mais de 20 anos.
Martiniano foi parar na Fundação de Cultura de Caruaru depois que o ex-governador Paulo Câmara (PSB) atendeu a um apelo do deputado federal Felipe Carreras e colocou R$ 3,5 milhões no São João da cidade no ano passado. A contra partida foi que o prefeito concedesse toda a organização da festa junina da cidade que passa dos R$ 100 milhões de reais.
Os citados na matéria foram procurados pela reportagem e não responderam.
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