sexta-feira, fevereiro 10, 2023

Ao invés de apaziguar, Lula está radicalizando e perdendo apoio de aliados


PT é processado sete vezes por discurso de ódio e ofensas gravíssimas à  honra e à imagem do Presidente - Terra Brasil Notícias

Amistoso na campanha, agora Lula está dominado pelo ódio

Ricardo Rangel
O Globo

O golpe falhou, o país se uniu, e Bolsonaro se isolou. Centenas de golpistas foram presos, novas manifestações golpistas fracassaram, o comandante do Exército foi substituído. Ufa, a democracia sobreviveu. Mas quem acha que ela está segura deve pensar melhor.

O antipetismo segue fortíssimo, Lula tem baixa popularidade e pouco apoio num Congresso fortemente de direita. O panorama econômico é preocupante.

INDICADORES NEGATIVOS – Os algoritmos das redes sociais favorecem fake news, e ninguém os compreende melhor que os bolsonaristas; a maior parte do governo é digitalmente iletrada (o presidente nem tem celular). As legiões bolsonaristas permanecem mobilizadas, agressivas e desleais. O Exército, cuja tradição golpista é centenária, segue num patamar de radicalização e indisciplina que não se vê desde 1964.

O cenário é desafiador, mas o governo tem a obrigação de ser minimamente bem-sucedido, sob o risco de a extrema direita voltar em 2026; se o governo fracassar, o presidente pode nem sequer chegar ao fim do mandato.

Lula precisa garantir amplo apoio na sociedade e no Congresso, obter sucesso na economia e na área social e neutralizar o bolsonarismo, especialmente nas Forças Armadas. É tarefa monumental — e errar é proibido.

ERRANDO SEM PARAR – O problema é que Lula não para de errar. Lula maltratou Simone Tebet e Marina Silva. Nomeou para a Defesa um ministro iludido a respeito dos acampamentos golpistas e da disposição dos militares.

Só trocou a equipe do Gabinete de Segurança Institucional, montada pelo notório golpista Augusto Heleno, depois do desastre do 8 de janeiro. Botou no comando do Exército um simpatizante dos golpistas, que os acobertou.

Voou para Araraquara (SP) quando todo mundo sabia que havia hordas de bolsonaristas a caminho de Brasília. Atacou as Forças Armadas de maneira genérica, enraivecendo não só os militares que não gostam de democracia, como também os legalistas (bom lembrar que há generais legalistas e golpistas, mas não há nenhum que respeite o presidente).

LUTA DE CLASSES – Acusou os ricos de gananciosos e afirmou que o empresário não ganha dinheiro com seu trabalho, mas com o dos empregados.

Teima em defender Cuba e Venezuela, nega o calote e quer voltar a emprestar a países estrangeiros (inclusive para construir um gasoduto ambientalmente incorreto).

Critica a meta de juros, reclama da autonomia do Banco Central, tenta derrubar seu presidente, irrita e constrange a equipe econômica. E insiste na velha fake news de que o impeachment de Dilma foi golpe, insultando grande parte do eleitorado e de seu próprio ministério.

PERDENDO APOIO – Lula briga com o mercado, os empresários, os ricos, a diretoria do Banco Central, a direita, o centro, os militares, os ambientalistas, a verdade e o bom senso.

Sua atitude beligerante, que só agrada à base petista, irrita aqueles de quem depende o sucesso de seu governo e alimenta o bolsonarismo.

A intentona mostrou que o bolsonarismo é um movimento violento e criminoso que ameaça a República e deu de presente a Lula um imenso capital político. Mas, se quer chegar a 2026, Lula precisa parar de desperdiçar esse capital, sair do palanque e começar a mostrar serviço.

Novos escândalos governo Bolsonaro | Polêmica Joana Sanz e Daniel Alves

 

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Lula não é contra Banco Central independente, mas quer a saída de Roberto Campos Neto


Campos Neto errou indo votar com a camisa amarela na eleição

Pedro do Coutto

O presidente Lula da Silva não é contra o Banco Central independente, mas deseja a saída de Roberto Capo Neto da Presidência. É o que ficou revelado indiretamente pela excelente reportagem de Alice Cravo, Renan Monteiro, Geralda Doca, Vítor da Costa e Lauriberto Pompeu na edição de ontem de O Globo. A matéria focaliza amplamente o tema e inclui declarações do ministro Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais, de que o presidente da República não se refere ao caso pessoal de Roberto Campos Neto.

“Nós reafirmamos que não existe qualquer discussão dentro do governo de mudança da lei atual do Banco Central, até porque a lei estabelece como objetivos do BC o fomento ao pleno emprego, suavizar qualquer flutuação econômica, garantindo a estabilidade econômica e bom funcionamento e eficiência do sistema financeiro. Não existe nenhuma iniciativa do governo, nenhuma discussão dentro do governo de mudança da lei atual do BC e nenhuma pressão sobre qualquer mandato de qualquer diretor”, afirmou.

REAÇÃO – Constata-se que Padilha tocou apenas em metade da questão. A outra metade é a reação de parlamentares do governo, a exemplo do senador Randolfe Rodrigues e do deputado Paulinho da Força, que fazem fortes restrições à atuação de Campos Neto, principalmente ao que se refere à fixação dos juros da Selic em 13,75% ao ano. Esses juros, conforme tenho dito, incidem sobre a dívida interna do Brasil que já atinge a escala entre R$ 5,8 trilhões a R$ 6 trilhões.

De outro lado, o caso do conflito entre Lula da Silva e Campos Neto foi focalizado no programa Em Pauta da GloboNews na noite de quarta-feira, quando a jornalista Mônica Waldvogel lembrou que Roberto Campos Neto nas eleições de outubro cometeu um grave erro político, indo votar com a camisa amarela da campanha de Bolsonaro. Talvez, acentua  Mônica Waldvogel, ele pensou que Bolsonaro venceria o pleito. Mas, ocupando o cargo de presidente do BC, Campos Neto não deveria ter assumido tal posição, votando com a roupa da campanha do ex-presidente.

A incompatibilidade criou um problema grave. Alexandre Padilha negou que tenha havido um processo de fritura do presidente do Bacen. Mas a realidade mostra o conflito entre Lula e o presidente do Banco Central. Não creio que o presidente da República poderá recuar de sua posição.

GANÂNCIA FINANCEIRA –  Fatos como os que ocorreram com a privatização da Eletrobras do governo Bolsonaro e o endividamento das Lojas Americanas, que supera R$ 40 bilhões em dívidas, acentuam o caráter alucinógeno da ganância financeira que não respeita limites sequer da lógica empresarial seja ela aplicada ao setor público ou setor privado.

O presidente Lula, nos jornais de quarta-feira, revelou por exemplo que a privatização da Eletrobras estabeleceu que o Tesouro Nacional, embora possuindo 40% das ações da nova holding, só tem direito a 10% dos cargos de Direção. Um absurdo completo que colide com a Lei das Sociedades Anônimas.

REMUNERAÇÃO – De outro lado, estabeleceu-se que a remuneração dos diretores subisse de R$ 60 mil para R$ 360 mil por mês. Determinou ainda que no caso de compra das ações pelo governo, o seu preço seria três vezes superior à cotação das próprias ações na Bovespa. Isso significa um absurdo completo. Por qual motivo o governo para adquirir ações de uma empresa tem que pagar mais do que pagariam pessoas físicas ou jurídicas?

Quanto às Lojas Americanas, uma dívida de R$ 40 bilhões para a empresa que se acumulou por pelo menos 10 anos, chama atenção para um absurdo que aconteceu na rede de lojas. Três bilionários controladores da Americanas não perceberam que os balanços estavam equivocados. Na Folha de S. Paulo de ontem, numa entrevista a Renato Carvalho, o presidente do Banco Itaú, MIlton Maluhy Filho, recomendou de forma geral às empresas brasileiras que reduzam suas dívidas, pois o mercado encontra-se retraído, vendendo menos do que seria esperado e com isso a rentabilidade do capital se encolhe bastante.


Irmã do governador de Roraima é alvo de operação sobre venda de ouro ilegal

Publicado em 10 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Antonio Denarium e a irmã, Vanda

Denarium e a irmão, Vanda enriquecem com o ouro ilegal

Deu na Veja

A irmã do governador de Roraima, Antônio Denarium (PP), Vanda Garcia de Almeida, é um dos alvos de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira, 10, que mira uma organização criminosa suspeita de coordenar um esquema de lavagem de dinheiro fruto do comércio de ouro ilegal.

A PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão em Roraima e em Pernambuco, além de bloqueio de bens. De acordo com a investigação, os suspeitos usavam empresas de fachada para compra e venda de ouro ilegal. O esquema teria movimentado 64 milhões de reais em pouco mais de dois anos.

OURO ILEGAL – “Suspeitos receberiam valores de diversos financiadores pelo Brasil e sacariam ou transfeririam os valores para pessoas e empresas no estado de Roraima, as quais seriam responsáveis pela compra de ouro ilegal”, afirma a Polícia Federal, em nota sobre a operação.

Em nota, a Secretaria de Comunicação do Governo de Roraima informou que o governador Antônio Denarium recebeu a notícia da operação, porém “desconhece o teor da investigação contra sua irmã e espera que as eventuais responsabilidades sejam apuradas na forma da lei”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A declaração do governador é tipo Piada do Ano. Na verdade, Denarium espera que nada seja apurado pela Polícia Federal, porque ele e sua família estão atolados no garimpo ilegal de ouro(C.N.)

Lula se desfaz das promessas de campanha e muda suas opiniões no início do governo

Publicado em 10 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Após falas de Lula, dólar abaixo de R$ 5 vira sonho de noite de verão - 03/02/2023 - UOL Economia

Lula já fala até em ser candidato à reeleição em 2026

Marianna Holanda e Matheus Teixeira
Folha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mudou de opinião e se desfez de promessas de campanha no primeiro mês de governo. O recuo sobre não concorrer à reeleição em 2026, a mudança de posição em relação ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e a decretação de sigilo sobre informações públicas são alguns exemplos da diferença entre o petista enquanto candidato e no Palácio do Planalto.

A promessa de que seria um governo de conciliação nacional ficou em parte restrita à eleição. Neste ano, Lula reforçou o discurso de polarização política e disse que as depredações às sedes dos três Poderes foram a “revolta dos ricos que perderam a eleição”.

FRENTE AMPLA – Desde 2021, quando recuperou seus direitos políticos, o atual mandatário procurou se projetar como liderança de uma coalizão democrática para derrotar o seu adversário.

O presidente recebeu apoio de economistas, intelectuais e políticos de diferentes matizes ideológicos, sob o argumento de que lideraria um governo de frente ampla, com espaço para diferentes pensamentos políticos.

Na campanha, congregou aliados e até adversários históricos com a promessa de que não buscaria um novo mandato em 2026. Logo nas primeiras semanas do ano, o discurso mudou Uma vez eleito, indicou antigos rivais para a Esplanada. Mas concentrou poder, o grosso do Orçamento e as principais vitrines do governo nas mãos de petistas.

SEM DIÁLOGO – Lula não tem poupado críticas ao seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), apesar do slogan do governo de união e reconstrução e das declarações do presidente e seus aliados pela volta do diálogo com os que pensam diferente.

O episódio de 8 de janeiro, quando apoiadores golpistas de Bolsonaro depredaram as sedes dos três Poderes, fomentou um tom mais crítico de Lula em discursos.

Se por um lado colocou um ministro moderado à frente da Defesa, José Múcio, por outro ele declarou que o Exército deixou de ser o de Duque de Caxias e passou a ser o de Bolsonaro.

REELEIÇÃO – A alteração na retórica sobre reeleição foi primeiro levantada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, no segundo dia de mandato. Em entrevista à TV Cultura, Rui disse: “Se ele [Lula] continuar, como ele próprio diz, com energia e o tesão de 20 anos, quem sabe ele pode fazer um novo mandato presidencial”.

A declaração gerou desgaste, uma vez que na Esplanada há ao menos outros três presidenciáveis: Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento) e o vice-presidente, Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

O gesto, contudo, foi reforçado pelo próprio presidente. Em entrevista à RedeTV! na semana passada, disse que precisa “aproveitar a vida” e que agora não pensa em ser candidato. No entanto, fez uma ressalva. Afirmou que isso pode acontecer se houver “uma situação delicada” e ele se sentir com a saúde perfeita.

UM NOVO AMIGO – Em outra frente, a postura de Lula em busca pela governabilidade com o Congresso fez com que o mandatário recuasse de críticas a Arthur Lira, que até 30 de outubro estava no barco de Bolsonaro.

Se na campanha era alvo de críticas do petista, após eleito Lira tornou-se um aliado de primeira hora. “Foi o esforço político desta base, dos partidos, que, semana passada, reconduziu presidente da Câmara com votação histórica”, disse recentemente o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

O ponto de inflexão foi a aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que ampliou o teto de gastos em R$ 145 bilhões em 2023 e 2024 para o pagamento do Auxílio Brasil (que voltará a se chamar Bolsa Família) e liberou outros R$ 23 bilhões para investimentos fora do limite fiscal em caso de arrecadação de receitas extraordinárias.

DECRETO DE SIGILO – Neste início de ano, o governo Lula 3 também se valeu de um expediente amplamente utilizado por seu antecessor: o sigilo sobre determinadas informações oficiais. O Itamaraty, inicialmente, pôs sob sigilo a lista de convidados para uma recepção após a posse do mandatário. Depois, diante da repercussão, recuou, e os nomes foram publicados.

O atual governo também impôs sigilo sobre a íntegra das imagens dos atos de vandalismo registradas pelo sistema de câmeras do Palácio do Planalto em 8 de janeiro, alegando riscos para a segurança das instalações presidenciais.

O acesso aos sigilos impostos pela gestão Bolsonaro era uma das principais bandeiras do novo mandatário.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É preciso ter muita ingenuidade para acreditar nas promessas de Lula. Todos sabem o que ele fez no verão passado. (C.N.)

 

PF inicia operação de erradicação de garimpo em território yanomami

 sex., 10 de fevereiro de 2023 às 7:51 AM BRT

Indígenas yanomami em quadro de desnutrição em Boa Vista, Roraima


(Reuters) - A Polícia Federal iniciou nesta sexta-feira operação de erradicação do garimpo no Território Yanomami, em Roraima, com os focos principais na interrupção da atividade criminosa, inclusive com a destruição de equipamentos usados pelos garimpeiros, disse a PF em nota.

"A operação Libertação permanecerá em andamento até o restabelecimento da legalidade na terra indígena yanomami", afirmou comunicado da corporação, que acrescentou que as ações estão sendo realizadas por uma força tarefa formada por PF, Ibama, Funai, Força Nacional de Segurança e Ministério da Defesa.

Segundo o chefe da Diretoria de Meio Ambiente e Amazônia da PF, Humberto Freire, "o foco das ações é na logística do crime e no registro da materialidade delitiva, não nas pessoas envolvidas, de modo a evitar que haja dificuldades na saída dos não índios da Terra Yanomami".

"Não podemos esquecer que o foco principal da operação é a desintrusão total dos não índios da TI Yanomami", disse Freire, segundo a PF, acrescentando ser necessário evitar uma nova crise humanitária, dessa vez envolvendo os garimpeiros, diante de relatos de problemas para a saída dessas pessoas da reserva.

O garimpo ilegal é apontado como principal responsável pela crise humanitária e sanitária que atinge os indígenas yanomami em Roraima. O uso do mercúrio na extração ilegal de ouro contamina os rios usados pelos indígenas para abastecimento e alimentação, o que provocou doenças e desnutrição.

Nesta semana, agente do Ibama e da Funai realizaram operações de fiscalização contra o garimpo no território yanomami e destruíram equipamentos usados pelos garimpeiros.

Mais de 20.000 garimpeiros invadiram a reserva indígena, trazendo doenças, abuso sexual e violência armada que aterrorizaram os yanomami, estimados em cerca de 28.000, e levaram à desnutrição grave e mortes.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou emergência médica na terra yanomami e disse que terá tolerância zero para o garimpo em terras indígenas, protegidas pela Constituição.

Os yanomami vivem há muito tempo isolados em uma vasta reserva do tamanho de Portugal, na fronteira com a Venezuela. Suas terras ricas em minerais atraem garimpeiros ilegais há décadas, especialmente depois que o governo militar construiu uma estrada através da floresta amazônica na década de 1970.

O antecessor de Lula, Jair Bolsonaro, defendeu a mineração em terras indígenas protegidas, e seu governo fez vista grossa para um novo aumento nas invasões de reservas por garimpeiros e madeireiros ilegais, além de reduzir o financiamento da fiscalização contra crimes ambientais.

(Por Eduardo Simões)

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