quarta-feira, abril 06, 2022
Eduardo Bolsonaro volta a desacreditar tortura sofrida por Míriam Leitão

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (União Brasil/SP) falou novamente sobre a tortura sofrida pela jornalista Míriam Leitão, durante a ditadura militar em 1972. Nesta terça-feira (5), durante entrevista a um canal do YouTube, Eduardo chegou a declarar que “a Míriam Leitão certamente não se sentiu ofendida” e que “ela só tem a palavra dela, dizendo que foi vítima de uma tortura psicológica”.
No último domingo (3), Eduardo Bolsonaro, publicou numa rede social a frase “ainda com pena da cobra”, em resposta a uma publicação feita por Míriam onde ela criticava o atual presidente Jair Bolsonaro (PL). Eduardo relembrou o episódio relatado por Míriam durante uma entrevista em 2014, onde ela revelou ter sido deixada nua numa sala escura com uma serpente. Na ocasião da tortura, a jornalista estava grávida.
“E ela só tem a palavra dela, dizendo que foi vítima de uma tortura psicológica quando foi jogada dentro de uma cela junto com uma cobra. Eu fico com a pulga atrás da orelha, porque você não tem um vídeo, não tem outras testemunhas, não tem uma prova documental, não tem absolutamente nada. E esse pessoal que está acostumado a mentir e que nada faz quando artigos torcem pela morte do presidente [Bolsonaro]. Fica difícil acreditar que esse pessoal é tão pró-direitos humanos, é tão assim de paz e amor”, afirmou o filho 03 do presidente Bolsonaro.
Após as declarações, partidos como o PSol e Rede, apresentaram um pedido de cassação do mandato do parlamentar ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.
Justiça suspende censura ao filme 'Como se tornar o pior aluno da escola'

A 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, suspendeu nesta terça-feira (5) um despacho que ordenava a retirada dos serviços de streaming do filme “Como se tornar o pior aluno da escola”. A decisão foi dada pela juíza Daniela Berwanger Martins.
Segundo o G1, o despacho do Departamento de Proteção e de Defesa do Consumidor (DPDC), ligado ao Ministério da Justiça, foi divulgado no dia 15 de março. A censura alegava que o filme fazia apologia à pedofilia. No dia seguinte, em 16 de março, outro órgão ligado ao Ministério da Justiça, a Secretaria Nacional de Justiça (SENAJUS), mudou a classificação indicativa do filme de 14 para 18 anos de idade.
Como o despacho que censurava o filme era baseado na classificação indicativa anterior, de 14 anos, a juíza Daniela Berwanger considerou que ele não tem mais validade. "Considerando que falha na classificação indicativa do filme foi apontada como situação fática a dar ensejo à decisão, com a sua alteração para o limite máximo pela SENAJUS o motivo indicado para o ato deixa de se fazer presente. Diante disso, é imperioso reconhecer que a decisão deixa de ter compatibilidade com a situação de fato que gerou a manifestação de vontade, tornando a motivação viciada, e, consequentemente, retirando o atributo de validade do ato", diz a decisão desta terça.
A suspensão foi feita a partir de um pedido do Ministério Público Federal e a Associação Brasileira de Imprensa, que alegavam que a censura era um cerceamento da liberdade de expressão. O primeiro despacho que determinava a censura foi publicado após a produção ficcional ser atacada por bolsonaristas nas redes sociais por conta de uma cena em que crianças sofrem assédio sexual de um personagem adulto.
No dia seguinte, além de mudar a classificação de 14 para 18 anos, o Ministério da Justiça também recomenda que o filme seja exibido após as 23h em televisão aberta. A nova classificação etária, com os devidos descritores de conteúdo, deve ser utilizada em qualquer plataforma ou canal de exibição de conteúdo classificável em até cinco dias corridos.
Todas as obras audiovisuais, como filmes, séries e novelas, devem ter a informação da classificação indicativa recomendada, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Canais de televisão aberta e por assinatura e serviços de streaming são obrigados a exibir a recomendação antes do início de qualquer programa.
Bahia Notícias
Daniel Silveira usou Câmara como palanque eleitoral, avalia Arthur Lira

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP/AL), desabafou com líderes partidários sobre o deputado Daniel Silveira (PTB/RJ), demonstrando contrariedade às atitudes de Silveira. Lira acredita que o parlamentar tentou usar as dependências da Câmara como palanque em ano eleitoral.
Lira sofreu ataques de perfis bolsonaristas que saíram em defesa de Daniel Silveira, e chegou a dizer que "eu não sou Rodrigo Maia, não vou aceitar isso", em referência ao ex-presidente da Câmara, que também foi alvo de ataques da militância que apoia o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ainda na conversa com os líderes, Lira detalhou o diálogo que teve com Silveira, quando o deputado se negava a cumprir a decisão do STF que o ordenava a utilizar tornozeleira eletrônica. Na ocasião, o parlamentar chegou a passar a noite em um gabinete da Câmara.
De acordo com o Blog do Camarotti, três coisas foram ditas por Lira à Silveira: que ele não seria preso no plenário, que ele não seria preso nas dependências da Câmara e que, se insistisse em dormir no gabinete, as instalações seriam trancadas.
Para os líderes, esses avisos foram um indicativo da disposição de Lira em interromper o “uso político” da Câmara por parte de Daniel Silveira.
Bahia Notícias
Exonerada grávida, filha de Marcelo Nilo é renomeada por Rui Costa

O governador Rui Costa voltou atrás e decidiu anular a exoneração e renomear a veterinária Renata Pinto Santana Nilo, filha do deputado federal Marcelo Nilo. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (6), do Diário Oficial do Estado.
Renata é assessora especial do Gabinete do secretário da Secretária do Meio Ambiente (Sema) e foi demitida na terça (5). Ela está grávida de oito meses e por lei ela não poderia ser exonerada, mesmo em cargo comissionado. A legislação trabalhista garante estabilidade provisória desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto (veja aqui).
Em contato com o Bahia Notícias, Nilo reagiu, afirmou que a filha iria entrar na Justiça para reaver seus direitos e criticou a medida da gestão estadual. “É mais prova que o governador Rui Costa, do Partido dos Trabalhadores não respeita os direitos trabalhistas dos seus servidores”, disparou o parlamentar (veja mais aqui).
Os cargos indicados por Marcelo Nilo na administração estadual foram aos poucos sendo retirados, após o parlamentar anunciar o rompimento com o governo no início de março. O deputado federal se filiou ao Republicanos e agora é um dos nomes mais fortes para assumir a vice na chapa majoritária oposicionista, liderada por ACM Neto (UB) (lembre aqui).
Bahia Notícias
STF mantém cassação de mandato de Marcell Moraes por abuso de poder econômico

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a cassação do mandato do ex-deputado Marcel Moraes. O julgamento virtual foi iniciado no dia 25 de março e foi finalizado no dia 1º de abril. O relator do recurso extraordinário é o ministro Dias Toffoli.
O recurso foi apresentado contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a cassação do mandato, a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), em um recurso ordinário. Inicialmente, no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), o pedido de cassação havia sido negado. Marcell Moraes foi declarado inelegível pelo TSE por oito anos, com anulação dos votos que recebera, bem como o recálculo.
O Ministério Público pediu a cassação do mandato conquistado nas urnas em 2018 por suposta prática de abuso de poder econômico. O então candidato teria realizado supostas campanhas de vacinação e castração gratuitas e/ou a preços módicos de cães e gatos, realizadas em conjunto com a ONG Geamo, em diversos municípios do Estado da Bahia, no período pré-eleitoral, com maciça exposição da imagem do investigado, atrelada aos serviços prestados.
O TSE acolheu os argumentos do MPE de que os serviços prestados de vacinação e de castração de animais não teriam natureza filantrópica, e sim eleitoral; e que ele teria sido beneficiário e financiador das ações supostamente ilícitas; além do que, houve elevado gasto de recursos financeiros para a realização dos serviços prestados. O MPE também apontou que houve gasto de campanha eleitoral não contabilizado na prestação de contas do recorrido, decorrente da divulgação da sua imagem nas ações realizadas, a evidenciar a existência do denominado “caixa-dois”.
A campanha de Marcelo Moraes apresentava o seguinte slogan: “Meu candidato já ajudou mais de 45 mil animais. E o seu?” seguido do apelo “Vote em quem já ajudou mais de 45 mil animais em toda a Bahia, é deputado #fichalimpa e número 1 em iniciativas e projetos para os anjos de 4 patas”. O Ministério Público ainda apontou que o então candidato a reeleição, em suas redes sociais, afirmava-se realizador dos eventos, ao utilizar expressões como “nossa campanha de vacinação” e “nosso mutirão de castração”.
No STF, a defesa de Moraes alegou que não houve violação da Constituição Federal em sua campanha e que o próprio TSE violou a Constituição ao considerar que ele teria praticado abuso de poder econômico ou de realização de propaganda eleitoral antecipada. A Procuradoria-Geral da República emitiu parecer pela manutenção da cassação. Em novembro de 2021, o ministro Dias Toffoli negou o seguimento do recurso. O acórdão da decisão da 1ª Turma ainda não foi publicado.
Bahia Notícias
Nota da redação esse Blog - A quem prometeu 5mil empregos em véspera das eleições irá acontecer o que?
Fora da agenda oficial, Bolsonaro tem encontro com Daniel Silveira
Deputado travou queda-de-braço com Moraes ao se negar cumprir decisão judicial de instalar tornozeleira eletrônica

Pivô de uma queda-de-braço com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na última semana, ao se abrigar no Congresso e negar cumprir decisão judicial para a instalação de uma tornozeleira eletrônica, o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) teve um encontro com o presidente Jair Bolsonaro (PL) fora da agenda oficial da Presidência, nesta terça-feira (5).
De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o parlamentar foi recebido pelo mandatário junto com o ex-senador Magno Malta (PL). “Vim ver o Zero Um”, disse Silveira ao chegar no local, em referência a Bolsonaro.
Ainda segundo a publicação, o controverso Daniel Silveira também esteve presente em uma solenidade de despedida dos ministros que deixaram o governo para disputar as eleições de outubro. Na ocasião, o deputado foi reverenciado nos discursos do presidente e de Onyx Lorenzoni (PL-RS), ex-ministro do Trabalho e Previdência.
Bahia.ba
Após reunião com Rui, prefeito tucano declara apoio a Jerônimo
Nandinho da Serraria (PSDB) elogiou gestão do PT e contou que pauta do encontro tratou de investimentos para o município

Após se reunir com o governador Rui Costa (PT), na noite desta terça-feira (5), o prefeito de Esplanada, Nandinho da Serraria (PSDB), declarou apoio a Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo Palácio de Ondina. “Eu fui eleito pelo PSDB, mas hoje estou junto com Jerônimo para buscar novos projetos para o nosso município. Vamos ajudar a eleger Jerônimo”, declarou o gestor municipal.
Classificando o encontro com Rui como “extremamente positivo”, Naldinho disse que os temas conversados foram investimentos para seu município, a exemplo da construção de uma escola estudual e a implantação de outros equipamentos na cidade.
“O governador autorizou a construção de um colégio com 24 salas de aula, uma nova delegacia, um novo estádio, mais de 2 milhões de reais em pavimentação para nossas ruas, a construção de uma avenida de 2,6 milhões de reais, reformas de casas de farinha, reforma da rodoviária, além de um ônibus novo e uma ambulância”, relatou o prefeito de Esplanada, que não poupou elogios ao petista. “Se ele pudesse ser candidato de novo, ele seria eleito pela terceira vez governador”, afirmou.
Bahia.ba
Sonhos e pesadelos com um Supremo que não inventasse leis nem se atrevesse a fazer política

Charge do Mariano (Charge Online)
Luís Ernesto Lacombe
Gazeta do Povo
Tivessem meus sonhos poderes mágicos, e haveria um Supremo Tribunal Federal ocupado realmente em guardar a nossa Constituição. Um STF que respeitasse a independência e harmonia entres os três poderes, que não rasgasse ou inventasse leis, que não fizesse política. Um tribunal que habitasse exclusivamente os autos, que não fosse ativista, viciado em tirania, em perseguições insanas.
Meu STF dos sonhos poderia ter Thaméa Danelon, Ludmila Lins Grilo, Flávia Ferronato, Marcelo Rocha Monteiro, Marcelo Buhatem, Ailton Benedito, Erival da Silva Oliveira, Ives Gandra Martins Filho, Janaína Paschoal, Ivan Sartori e Nuria Peris. É só um sonho, nada além disso…
UM JOGO SUJO – As regras para a indicação dos ministros são claras. Dentro delas, chegamos à escalação real, essa que está aí para o jogo. Invariavelmente, um jogo sujo.
Alexandre de Moraes dá mais uma entrada dura no deputado federal Daniel Silveira. Vai na canela, lançando com violência contra o parlamentar uma tornozeleira eletrônica. O ministro quer encurralar Silveira, ordena que ele restrinja suas movimentações a Brasília e Petrópolis, na região serrana do Rio.
Já tem tempo essa perseguição ao deputado, é levada adiante por meio de usurpação de poder, agressão ao instituto da imunidade parlamentar, à Constituição e ao ordenamento jurídico. Mandado de prisão em flagrante, flagrante perpétuo, uma coleção de absurdos referendada pela Câmara dos Deputados, em fevereiro do ano passado.
MUITOS SE ARREPENDEM – Chegou a 364 o total de parlamentares que votaram pela manutenção da prisão de Daniel Silveira, por causa da divulgação de um vídeo… Alguns andam por aí, se dizendo arrependidos.
Agora, devem se pronunciar de novo os deputados. E prontos a dar um basta na tirania de toga. Ou eles vão permitir que se apliquem medidas cautelares contra um parlamentar, sem que isso passe pelo crivo da Câmara? As ordens de Moraes são ilegais, inconstitucionais, afrontam as liberdades e garantias individuais. E Silveira, sozinho, coloca em xeque o Judiciário e o Legislativo.
A Câmara precisa defender as prerrogativas dos deputados, não pode se apequenar diante de um Judiciário que se imagina um Olimpo. Não pode haver espaço para covardes, omissos e coniventes. Arrependidos, arrependam-se de verdade! Nunca haverá democracia, se a Constituição Federal não for cumprida.
CHEGA DE ABUSOS – Virar as costas para Daniel Silveira agora é virar as costas para o parlamento e os eleitores brasileiros. Não dá mais para permitir abusos, que o STF se esparrame por tudo. O Congresso precisa se mexer, aprender com os erros…
Sim, estaríamos melhores se os deputados tivessem derrubado a prisão de Daniel Silveira há pouco mais de um ano. Estaríamos melhores se, antes disso, em abril de 2020, Bolsonaro tivesse recusado a ordem para não nomear Alexandre Ramagem para a Polícia Federal, sendo a indicação uma prerrogativa do presidente da República. Estaríamos melhores se o Supremo não estivesse apostando na censura, no banimento, na prisão.
É hora de entender, deputados, senadores (principalmente eles) e eleitores, que o STF dos sonhos depende apenas do cumprimento das leis. Vamos vigiar o vigia!
(Artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)
Lula diz na CUT que, se for eleito, vai tirar quase 8 mil militares de cargos comissionados
Publicado em 6 de abril de 2022 por Tribuna da Internet

Lula diz na CUT exatamente o que a CUT gosta de ouvir
Sérgio Roxo
O Globo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira, durante encontro na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que, caso eleito para comandar o país em outubro, pretende tirar quase 8 mil militares que ocupam cargos comissionados. Em sua fala para os dirigentes sindicais, Lula vinha elencando as dificuldades e desafios que terá que enfrentar se for eleito, quando revelou o seu plano para os militares.
— Nós vamos ter que começar o governo sabendo que vamos ter que tirar quase 8.000 militares que estão em cargos de pessoas que não prestaram concurso. Vamos ter que tirar. Isso não pode ser motivo de bravata, tem que ser motivo de construção. Porque se a gente fizer bravata pode não fazer — discursou o ex-presidente, no encontro em que recebeu a plataforma da CUT para as eleições de 2022.
QUESTÃO EM DEBATE – Lula já vem criticando a presença de militares na administração federal. A forma de afastar os integrantes da Forças Armadas dos cargos de comissão no governo tem sido discutida no entorno do ex-presidente desde o ano passado.
Na última quarta-feira, em evento na Uerj no Rio, o petista havia afirmado que “o papel dos militares não é puxar saco de Bolsonaro nem de Lula e que eles têm que ficar acima das disputas políticas. Disse ainda que “Exército não serve para política, ele deve servir para proteger a fronteira e o país de ameaças externas”.
No encontro desta segunda-feira, Lula revelou que prevê uma “eleição complicada” contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). “Não vai ser fácil, não é uma guerra que está ganha. É uma guerra que a gente pode ganhar”.
ESTÁ OTIMISTA – Em outro momento do discurso, porém, disse estar tão otimista agora como estava em 2002, quando foi eleito pela primeira vez.
Também afirmou que para se eleger não poderá recorrer apenas ao que fez quando estava no poder e acrescentou a necessidade de apresentar um programa ao país.
— Temos um legado, mas não é só o legado que vai fazer a gente ganhar as eleições. Temos que dizer o modelo de crescimento, qual a política industrial -, disse, revelando ainda que pretende colocar a questão da soberania nacional na ordem do dia. Como tem feito, criticou a privatização da Eletrobras e a venda de subsidiárias da Petrobras.
SEM TETO DE GASTOS – O ex-presidente petista se colocou mais uma vez contra o teto de gastos. Listou medidas econômicas tomadas pela sua gestão, como a redução da dívida pública e instituições das reservas internacionais.
— Tenho muito divergência com o debate eminente fiscal.
Novamente, afirmou que pretende “colocar o pobre no orçamento” e os ricos no imposto de renda, com a taxação de lucros e dividendos, que hoje são isentos.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Como sempre, muita conversa fiada. Não vai demitir 8 mil militares, porque são apenas 6,5 mil no governo. Não vai colocar os pobres no orçamento, porque eles já estão contemplados com programas assistenciais de Bolsonaro. E também não vai taxar os lucros e dividendos dos ricos.
Engraçado é que Lula fala sobre temas econômicos como se entendesse alguma coisa. Na verdade, é um grande embromador, que não merece o menor crédito. (C.N.)
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