quarta-feira, agosto 11, 2021

Após Bolsonaro sofrer mais uma derrota fragorosa, urnas de 2022 estão asseguradas

Publicado em 11 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Charge de Montanaro (folha.uol.com.br)

Pedro do Coutto

A Câmara Federal rejeitou ontem por ampla margem de votos o projeto do retorno ao voto impresso, ideia fixa do presidente Jair Bolsonaro que procurou por todos os meios influenciar parlamentares e projetar um recurso aos militares contra a decisão democrática.

As urnas eletrônicas são confiáveis. Sobre o voto impresso, recordo aqui a minha experiência em 1982, no Jornal do Brasil, diante do artifício para preencher votos em branco e dar a vitória a Moreira Franco contra Leonel Brizola. Lembro sempre esse episódio e o coloco à disposição das novas gerações para que possam avaliar os riscos de uma gigantesca fraude eleitoral envolvendo a luta pelo governo do Estado do Rio de Janeiro.

PROCONSULT –  O escândalo do Proconsult tentou transformar a derrota de Moreira Franco em vitória e a vitória de Brizola em derrota. Mas não conseguiram. A computação pela Proconsult baseava-se nas manifestações eleitorais nas áreas de classe média e rica, deixando para segundo plano os subúrbios do Rio e a Baixada Fluminense. Com isso, Moreira Franco surgia na frente.

Mas o Jornal do Brasil, no qual eu trabalhava, tinha instalado um sistema de acompanhamento das apurações com uma vantagem; eu havia acertado com Paulo Henrique Amorim, então redator chefe, e com Ronald de Carvalho, editor, a divisão por áreas eleitorais. Isso porque para se poder analisar eleições e computação tem que se definir a projeção algébrica dos votos.

VOTOS DO SUBÚRBIO – Por exemplo, na Cidade do Rio de Janeiro, os votos do subúrbio e da Zona Oeste eram mais numerosos que os votos do Leblon, Ipanema, São Conrado, Tijuca e Grajaú. Em Copacabana, como os eleitores já estariam se perguntando, a vantagem da classe média era pequena sobre as de menor renda. Isso porque Copacabana estava repleta de apartamentos conjugados e de apartamentos com número médio de moradores acima da média das casas de renda mais alta.

Existe um bairro no Rio, que focalizo no meu livro “O voto e o povo”, que era o termômetro da cidade. Por que isso? Simplesmente porque o Meier em um dos seus lados é um bairro de predominância de classe média, mas o outro tem o perfil característico de subúrbio. Esta explicação é fundamental.

PRESSÃO – Em 1982, de repente, a pressão aumentou, sentiu-se no ar. Se a fraude prevalecesse, teria que ser feita na sexta-feira, dia em que a hipótese foi colocada por mim; Paulo Henrique Amorim e Ronald de Carvalho. A conclusão foi uma só: a única possibilidade de fraude era preencher os votos em branco que estavam à disposição dos ladrões. Se não houvesse tal prática imunda o resultado real seria respeitado.

Como aliás aconteceu. Na edição de domingo, o JB publicou matéria minha na primeira página: “Brizola consolida vitória pela margem de 126 mil votos”. Deixo o episódio para aqueles que o incorporarem na memória ou então colocarem na história moderna do país. O episódio está no esgoto da história política estadual, mas o exemplo negativo serve como bússola para que se possa medir os riscos maiores contidos na apuração manual dos votos.

DESFILE MILITAR – A derrota fragorosa de Bolsonaro foi ampliada pelo desfile militar que marcou a manhã de ontem na Esplanada dos Ministérios. Para culminar, reapareceram os cartazes que pediam o golpe militar e o fechamento do Supremo Tribunal Federal.

O resultado da votação que entrou pela noite não surpreende, sobretudo porque o próprio Centrão, examinando-se friamente o panorama, não tinha interesse em dar a vitória a Jair Bolsonaro. Pelo contrário. Uma derrota mantém expectativas de negociação que não quero dizer que deem certo, mas que ficam no painel das tentativas do fisiologismo histórico. Política também é isso. Não adianta pensar-se em cenários irreais; temos que analisar o processo  na base da realidade que os envolvem e o impulsionam.

Bolsonaro ficou sem saída porque agora ele não tem mais condições de ameaçar que as eleições de 2022 não se realizem. O golpe militar  não interessaria nem ao Senado, nem à Câmara dos Deputados, nem às Assembleias Legislativas e nem às Câmaras de Vereadores. O poder legislativo só existe concretamente em um clima de liberdade e não numa atmosfera que repete a do Ato Institucional nº 5 de dezembro de 1968.

Fecham-se assim as cortinas de mais uma peça de nossa história política e ficam para trás as ameaças que se não conseguiram mudar o voto dos deputados, muito menos conseguirão o fim das eleições marcadas para o próximo ano. Faltam 14 meses apenas. O tempo passa rápido. Vamos seguindo, vivendo, pulsando e acumulando experiências. O processo humano é assim.

RENÚNCIA –  A renúncia do governador do Nova York, Andrew Cuomo, em decorrência de denúncias de abuso sexual contra 11 mulheres que se dispuseram a acusá-lo, mostra mais um lance de uma realidade social que precisa ter fim: o machismo, a violência contra as mulheres e o impulso de torná-las objetos da propriedade masculina.

Nós, homens, temos que reagir ao comportamento sórdido, violento, criminoso e até fatal. O sentido de propriedade de um ser humano por outro é absurdo. Significa um retorno à escravidão. Esse sentido de propriedade da mulher está muito presente até na música popular brasileira. Voltarei ao tema nos próximos dias, mas acentuo,  ninguém é dono de ninguém.

Aras nega pedido da defesa e complica a situação de Flávio Bolsonaro nas rachadinhas

Publicado em 11 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Augusto Aras

Aras parece que tentará se limpar no segundo mandato

Márcio Falcão e Fernanda Vivas
TV Globo — Brasília

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), que tenta arquivar as investigações do caso das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Segundo a TV Globo apurou, Aras avalia que não há ilegalidade nos relatórios produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e compartilhados com o Ministério Público do Rio de Janeiro.

BASE DO INQUÉRITO – Relatórios do Coaf foram a base da investigação. Mostraram indícios de que, no período no qual Flávio Bolsonaro exerceu mandato de deputado estadual, funcionários dele devolviam parte dos salários que recebiam, esquema apelidado de “rachadinha”, segundo a denúncia do Ministério Público do Rio.

O parecer de Aras foi entregue na semana passada ao STF. O caso é de relatoria do ministro Gilmar Mendes. Ainda não há prazo para ser julgado.

Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, apareceu no documento com movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão. Os relatórios também ajudaram os promotores a investigar e identificar depósitos fracionados feitos em dinheiro vivo na conta de Flávio Bolsonaro e ainda uma série de transações imobiliárias suspeitas do senador.

SOB SIGILO – O pedido está sob sigilo no STF. Em março, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou legal o compartilhamento com o MP do Rio de Janeiro dos dados reunidos pelo Coaf. A defesa do senador recorreu ao Supremo.

No pedido feito ao STF, a defesa do senador afirma que houve irregularidades na atuação do Coaf e do MP-RJ e que, por isso, todos os atos praticados a partir dos relatórios devem, no entendimento da defesa, ser considerados nulos.

Na ação ao STF, a defesa argumenta que houve ilegalidades durante a investigação e, por isso, o caso deve ser encerrado. 

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O procurador Aras foi contra a tese da defesa, complicando a situação de Flávio Bolsonaro. Certamente está confiante no relator, ministro Gilmar Mendes, cuja mulher foi flagrada em lavagem de dinheiro pelo Coaf, junto com a mulher de Dias Toffoli, aquela que lhe dava uma mesada de R$ 100 mil, que ele também sonegada. Toffoli e Gilmar odeiam o Coaf e tudo farão para proteger Flávio Bolsonaro(C.N.) 

Desfile dos tanques foi mesmo uma tentativa deliberada de intimidar Congresso e Supremo

Publicado em 11 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Resultado de imagem para gilmar blindado charges

Charge do Oliveira (Arquivo Google)

Eliane Cantanhêde
Estadão de S.Paulo

A ordem para a Marinha desviar seus tanques e lançadores de mísseis para um desfile no centro da capital da República, esta terça-feira, 10, horas antes da votação do voto impresso, partiu mesmo do Palácio do Planalto e do Ministério da Defesa – e, ao contrário da versão oficial, foi dada na sexta-feira passada. Foi uma ordem política, com relação de causa e efeito com a iminência da derrota do presidente Jair Bolsonaro no plenário da Câmara.

Na sexta-feira, enquanto o presidente da Câmara, Arthur Lira, desconsiderava a derrota do voto impresso na Comissão Especial e jogava a decisão para o plenário nesta terça-feira, o presidente e o ministro da Defesa, general Braga Netto, determinavam a mudança do roteiro anual do comboio da Marinha para os tanques desfilarem no centro de Brasília antes da votação que Bolsonaro considera de vida ou morte: “Ou fazemos eleição ‘limpa’, ou não teremos eleição”.

FOI INTIMIDAÇÃO – A conclusão de políticos e militares em Brasília é que, em vez de bolsonaristas de capuzes e tochas nas mãos, jogando fogos de artifício sobre o STF em junho de 2020, desta vez o espetáculo foi assistir a tanques das Forças Armadas intimidando o guardião da Constituição. O próprio Arthur Lira tomou satisfação do presidente.

A Operação é o maior treinamento da Marinha em terra  e ocorre todos os anos, no município de Formosa, em Goiás, desde 1988. Nunca antes, Exército e Aeronáutica participaram, muito menos os tanques de guerra, que saíram do Rio rumo a Goiás, desta vez desfilando pelo centro político da capital da República. Só agora, nessa tensão institucional?

LEMBRANDO CRUZ – Em 23 de abril de 1984, dois dias antes da votação das “Diretas-Já” no Congresso, o comandante militar do Planalto, general Newton Cruz, protagonizou um espetáculo grotesco: num cavalo branco, à frente de tanques e soldados, saiu pela Esplanada dos Ministérios chicoteando carros de quem pedia o fim da ditadura militar. Não demonstrou força, não amedrontou ninguém, só fez um papel ridículo. E desmoralizou de vez o governo João Figueiredo.

O pretexto do general Nini foi o aniversário do Comando Militar do Planalto. Agora, 26 anos depois, o pretexto para botar os tanques na Praça dos Três Poderes, exatamente no dia da votação na Câmara, foi o treinamento anual. Ninguém acredita em coincidências, com o presidente manipulando as Forças Armadas e atacando o Supremo, o TSE e as eleições.

UM TIRO N’ÁGUA – Oficiais das três Forças, principalmente almirantes, estão morrendo de vergonha. Se a intenção era, como naquele 23 de abril de 1984, demonstrar força e amedrontar o Judiciário, o Legislativo e a sociedade civil, foi um tiro n’água, um novo ridículo histórico, com um presidente tão absurdo quanto Figueiredo, mas mais ameaçador.

O pior, porém, é a submissão das Forças Armadas às pirraças infantis e irresponsáveis de Bolsonaro.

Senado enfim revoga a Lei de Segurança Nacional, criada pela ditadura militar de 64

Publicado em 11 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Charge Junião Ditadura Militar

Charge do Junião (juniao.com.br)

Julia Affonso
Terra (Estadão)

O Senado aprovou nesta terça-feira, 10, o texto-base do projeto de lei que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN), remanescente da ditadura militar. A proposta também define crimes contra o Estado Democrático de Direito.

A LSN foi usada pelo governo Jair Bolsonaro para investigar opositores e também pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra bolsonaristas. O projeto de lei foi aprovado, em maio, pela Câmara – no lugar dela, os deputados criaram a chamada Lei do Estado Democrático.

PROJETO DE REALE – O texto aprovado pelos deputados se baseia em projeto apresentado à Câmara, em 2002, pelo então ministro da Justiça, Miguel Reale Jr. O constitucionalista também ajudou os parlamentares na atualização da proposta em tramitação.

O relator do projeto no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), afirmou que a aprovação da legislação “representará um dos mais importantes avanços democráticos dos últimos anos”.

“A Lei de Segurança Nacional estava submetida ao esquecimento quando, nos últimos tempos, foi recuperada do fundo da gaveta e foi promovida como instrumento preferencial de silenciamento do atual Governo”, afirmou.

FELIPE E AROEIRA – “Foram várias as tentativas de calar a crítica, com ações contra o influencer Felipe Neto e o cartunista Aroeira – e não somente eles; muitos outros jornalistas e manifestantes foram alvos de perseguição política apoiada por um diploma do tempo da ditadura”, disse o relator.

A LSN prevê pena de até quatro anos de prisão para quem difamar o chefe do Executivo, atribuindo a ele fato “definido como crime ou ofensivo à reputação”. Sua última versão está em vigor no País desde 1983.

ENTROU NA MODA…  -Como mostrou o Estadão em março, o número de procedimentos abertos no governo Bolsonaro pela Polícia Federal, com base na legislação para apurar supostos delitos contra a segurança nacional, aumentou 285% nos dois primeiros anos do governo atual em comparação com o mesmo período das gestões de Dilma Rousseff e Michel Temer. Entre 2015 e 2016 foram 20 inquéritos instaurados, enquanto entre 2019 e 2020, foram 77 investigações.

Entre os inquéritos abertos pela gestão Bolsonaro há os que se basearam no artigo 26 da lei, que prevê como crime calúnia e difamação dos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.

Coronel Helcio Bruno foi para a reserva aos 42 anos e recebe R$ 23 mil por mês

Publicado em 10 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

O tenente-coronel Helcio Bruno de Almeida na CPI da Covid

Bruno é exemplo dos favorecimentos da previdência militar

Bernardo Mello Franco

O tenente-coronel Helcio Bruno, que prestou depoimento à CPI da Covid nesta terça-feira, é um exemplo vivo dos privilégios militares na Previdência. O militar tem 63 anos de idade. Foi para a reserva aos 42 anos, em março de 2000.

Segundo o Portal da Transparência, ele recebe aposentadoria de R$ 23.089,82. Mesmo assim, meteu-se no rolo da venda de vacinas ao governo federal. O militar é um típico bolsonarista de internet. Nas redes sociais, ataca a CPI e defende a cassação de ministros do STF. No Senado, faz discurso de beato e diz que pretende assumir sua “vocação espiritual”.

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EM SILÊNCIO, PARA NÃO SE INCRIMINAR
Sarah Teofilo Correio Braziliense

O tenente-coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, presidente da organização Instituto Força Brasil (IFB), afirmou nesta terça-feira (10/8), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, que conhece o presidente da República, Jair Bolsonaro e que participou de uma primeira fase da campanha presidencial do mandatário, eleito em 2018. Segundo ele, o presidente é seu contemporâneo na academia militar – Bolsonaro é da turma de 1977 e ele é de 1978.


EM SILÊNCIO
 – Questionado pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL) sobre quantos encontros com membros do governo ele já articulou, inclusive para tratar de vacinas, ficou em silêncio, direito que lhe foi garantido em habeas corpus da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia.
Sua resposta foi a mesma quando perguntado sobre quais pessoas na presidência da República ele conhece.
A decisão da ministra permitiu que o coronel permaneça em silêncio sobre fatos que possam lhe incriminar.

Parada militar foi fiasco nas redes sociais: 93% dos posts são recheados de chacotas

Publicado em 10 de agosto de 2021 por Tribuna da Internet

Charge do Mifô (Arquivo Google)

Octavio Guedes
G1 Política

Este blog avisou: o presidente Bolsonaro está para as Forças Armadas brasileiras o que a Guerra das Malvinas representou para os militares argentinos. Levantamento feito pela Quaest Pesquisa em 2,3 milhões de posts publicados e analisados nas redes sociais indica que 93% são chacota com o desfile ou críticas ao presidente.

Apenas 5% exaltam as Forças Armadas e o presidente. Por fim, 2% apoiam apenas Bolsonaro.

Imagem

Um dos tanques apresentou  defeito e começou a fumegar

Meios de captura – Uma ferramenta criada pela Qaest capturou posts com as palavras desfile, tanques, militar, Bolsonaro e voto impresso.

Se o objetivo do Ministério da Defesa era intimidar, o tiro saiu pela culatra. O filme de guerra virou “Os Trapalhões”. Com sargento Pincel e tudo.

Os tanques e outros veículos blindados da Marinha desfilaram nesta terça-feira na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Palácio do Planalto e ao lado do Congresso Nacional, sob justificativa de entregar ao presidente Bolsonaro o convite de um exercício militar em Formosa.

terça-feira, agosto 10, 2021

"A escola não é um edifício bonito, são as pessoas"

 

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Por: José  Mário. Varjão

Para que não esqueçamos e nem sejamos omissos, volta a fazer comentários sobre a proposta absurda de acabar o Parque de Exposição, uma referência regional, já que apenas Paulo Afonso pode dizer que tem melhor (em recursos), para construir uma escola estadual, fato que a princípio diria, que legal e que bom, não fosse a triste realidade presente, pois vejamos: o estado possui a escola ACM que se arrasta numa reforma interminável, tem a José Lourenço, que embora em funcionamento, dizem não estar indo bem, e o mais grave, comenta-se não haver sequer, alunos suficiente para ocupação total dessas duas escolas, mas vamos mais além, temos o elefante branco da Escola Agrícola, um excelente local voltado ao ensino, mas, independente, apenas se degrada por falta de uso adequado. Vemos assim, que não precisamos de mais uma escola, pois a nossa carência, neste contexto, não é a falta do espaço físico, mas ausência de políticas públicas voltadas para o ensino aprendizagem, em que alunos e professores, possam dispor de recursos promovedores do conhecimento, seja através de capacitação dos professores, seja pela disponibilidade de recursos que permitam aos estudantes, buscarem o conhecimento desejado. Não basta que venhamos a ter uma escola bonita, se nos falta recursos para que o objetivo de ensinar e aprender sejam atendidos, deixemos a hipocrisia e mediocridade de lado e sejamos mais críticos sobre a nossa realidade, principalmente, fazendo uso da razão e bom senso, para que o discernimento não se perca e ceda lugar para a curta visão, que pouco ou nada vê, quando a distância vai além do horizonte que limita o próprio umbigo. Precisamos pensar fora da caixa e com olhar capaz de transpor o mais distante dos horizontes.
Que fique claro, não me manifesto pela rejeição da escola, mas pela destruição do Parque de Exposição, especialmente, por saber e entender que Jeremoabo é um município que tem sua "Base Econômica", fundamentada na produção agropecuária.

Nota da redação deste Blog - A aprendizagem não depende de edifício, salas de aula, quadro ou giz. Não precisa sequer de aulas no modelo tradicional. A escola é feita de pessoas e é nessas pessoas que todo o sistema de educação deve focar. Este conceito educacional, que mais parece utopia, vem sendo colocado em prática em escolas no Brasil e no restante do mundo. O professor José Francisco de Almeida Pacheco é um dos que mostrou que é possível educar de maneira inovadora e inclusive melhorar indicadores educacionais com esses métodos.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/

Câmara dos deputados rejeita e arquiva PEC do voto impresso e causa derrota a Bolsonaro


Câmara dos deputados rejeita e arquiva PEC do voto impresso e causa derrota a Bolsonaro
Foto: Reprodução / TV Câmara

A Câmara dos Deputados decidiu rejeitar e arquivar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que propunha o voto impresso em eleições, plebiscitos e referendos, nesta terça-feira (10).

 

Para ser aprovada, a PEC necessitava de 308 votos. No entanto, o texto elaborado pela deputada Bia Kicis (PSL-DF) teve o apoio de apenas 229 deputados e 218 contrários. A votação representa derrota ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que encampava a pauta em seus discursos. 

 

Com isso, o texto será arquivado e o formato atual de votação e apuração deve ser mantido nas eleições de 2022.

Bahia Notícias

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